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Reitoria e Aduff debatem aprimoramento de fluxos de acolhimento e tratamento de denúncias de assédio e violência de gênero

A Reitoria da Universidade Federal Fluminense (UFF) realizou, nesta segunda-feira (18),  uma reunião com representantes da Associação dos Docentes da UFF (Aduff-SSind) para tratar dos fluxos e ações relacionados aos processos administrativos disciplinares e às políticas de prevenção e acolhimento a vítimas de assédio e violências, especialmente de gênero. Participaram do encontro o reitor, professor Antonio Claudio Lucas da Nóbrega; a superintendente de Equidade, Políticas Afirmativas e Diversidade (Sepad), Érika Frazão; a chefe do Gabinete do Reitor, Laura Antunes Maciel; e a corregedora setorial da UFF, Thaisa Ferreira.

Por parte da Aduff, estiveram presentes a presidente, Maria Cecília Sousa de Castro; a primeira tesoureira, Susana Maria Maia; a diretora cultural, Jacqueline Botelho; e a assessora jurídica da entidade, Gabriela Fenske.

O encontro teve início com uma apresentação sobre o histórico de atuação da Corregedoria Setorial e da Sepad, destacando iniciativas voltadas ao tratamento de denúncias, acolhimento das vítimas e fortalecimento das medidas institucionais de enfrentamento ao assédio e à discriminação. Dentre as medidas, foi destacada a inauguração do Setor Especializado de Atendimento às Mulheres (Seam), que contou com a presença da ministra das Mulheres, Márcia Lopes. Na oportunidade, a ministra ainda realizou a conferência “Todos por todas: a luta pelo enfrentamento à violência contra as mulheres”.

Ao longo da reunião, houve convergência quanto à necessidade de aprimoramento contínuo dos processos e da construção coletiva de soluções voltadas à prevenção das violências e ao fortalecimento de um ambiente universitário mais seguro e acolhedor para toda a comunidade acadêmica. A Reitoria também ressaltou a importância da formalização das denúncias pelos canais competentes, especialmente por meio da plataforma Fala.BR, instrumento fundamental para o adequado encaminhamento e acompanhamento dos casos.

Ficou definido o estreitamento do diálogo entre a administração central e a entidade docente para avançar na formação de grupos de trabalho voltados ao aperfeiçoamento do acolhimento às vítimas e do tratamento das denúncias. Também foi discutida a cooperação para ampliar a divulgação dos serviços de acolhimento e dos canais institucionais disponíveis para registro de denúncias.

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