Na semana em que o país celebra o Dia Nacional do Funk, uma pesquisa da Universidade Federal Fluminense analisa o papel político de artistas da chamada música pop-periférica, ritmos que nascem de bairros marginalizados do país e que, além de conquistar milhares de fãs, têm impacto direto no ativismo nas plataformas digitais. O estudo, conduzido pela professora do Departamento de Estudo de Mídias da UFF, Simone Pereira de Sá, investiga a performance dos artistas, os fãs e haters e termos como coerência expressiva, capital solidário e o crescente debate público diante de questões sociais e políticas a partir dos posicionamentos dessas figuras.

