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UFF sedia 2ª edição do evento Guanabara: Terra, Água e Vida

Evento anunciou o lançamento do Hub de Soluções Guanabara

Foto: Vitória Lima

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A UFF recebeu a 2ª edição do evento Guanabara: Terra, Água e Vida na última sexta-feira (22), no Instituto de Biologia no Campus do Gragoatá. O encontro foi promovido pelo Projeto Meros do Brasil em parceria com outras iniciativas que compõem a Rede de Conservação Águas da Guanabara (Redagua) e reuniu pesquisadores, comunidades e artistas para dialogar sobre a baía.

A segunda edição do evento contou com a participação dos projetos Aruanã, Cavalos-Marinhos, Coral Vivo, Guapiaçu e UÇÁ. O fórum teve como objetivo conectar os conhecimentos em ciência, cultura, sabedoria tradicional e mobilização social para ampliar o debate sobre memória, regeneração ambiental, justiça socioambiental e futuro sustentável na Baía de Guanabara.

Hub de Soluções Guanabara 

Durante o evento, foi anunciado o lançamento do Hub de Soluções Guanabara Kûánãpará — que significa “seio de mar” em tupi. O espaço virtual funcionará como repositório,  no site do Projeto Meros do Brasil, para referências bibliográficas de livros, pesquisas, artigos e notícias, além de um mapa digital interativo com a localização e as informações sobre o trabalho desenvolvido por iniciativas socioambientais relacionadas à baía. A partir dele, também será possível localizar onde atuam os projetos socioambientais da Redagua, pesquisadores, organizações e cidadãos que assinaram a Carta da Guanabara, documento gerado após a 1ª edição do evento, realizada em 2022.

Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e com a chancela da Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável (2021–2030), da Organização das Nações Unidas (ONU), o evento promoveu a reflexão sobre o presente, passado e futuro da Baía de Guanabara, conectando ciência, cultura, conhecimento tradicional e mobilização social.

O fórum contou com o patrocínio da Petrobras por meio do Programa ‘Petrobras Socioambiental’ e teve participação do público de forma presencial e online. Mais do que discutir os problemas históricos da Baía de Guanabara, o encontro buscou incentivar uma mudança de narrativa, destacando iniciativas de regeneração, conservação e fortalecimento comunitário que já estão em curso no território.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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