Março Lilás: Pesquisa da UFF descobre atividade contra o câncer de colo de útero em planta nativa da Mata Atlântica

Folhas e frutos da Myrciaria glazioviana, ‘cabeludinha’ ou jabuticaba amarela.

O câncer cervical, ou câncer de colo de útero, é causado pela infecção persistente por tipos agressivos de papilomavírus humano (HPV). No entanto, essa patologia, uma das principais causas de morte por câncer entre mulheres no mundo, é altamente prevenível com a detecção precoce e tratamento adequado. Nesse contexto, o desenvolvimento contínuo de novos quimioterápicos desempenha um papel crucial no avanço do tratamento do câncer cervical.

Circuito de Skate da UFF promove a prática do esporte no país

Esporte olímpico e com atletas brasileiros em destaque no cenário mundial, como Rayssa Leal e Kelvin Hoefler, o skate atrai, cada vez mais, novos adeptos/praticantes. Neste contexto, a Universidade Federal Fluminense (UFF) criou o Projeto ‘Circuito de Skate UFF nas Cidades’ como uma estratégia para aproximar o público mais jovem dessa modalidade como um esporte.

“Salve uma vida”: Projeto capacita população em suporte básico à vida

Problemas como ataque cardíaco e asfixia são causas de morte recorrentes: no Brasil, cerca de 300 mil pessoas morrem por causas cardiovasculares, segundo o Ministério da Saúde; já a asfixia é a terceira maior causa de morte de recém-nascidos no mundo inteiro.

UFF Responde: Regulamentação de redes sociais

Atento aos impactos da circulação de fakes news nas eleições, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) defende a necessidade de uma regulamentação das redes sociais, para que as chamadas big techs (grandes empresas de tecnologia como a Meta) sejam responsabilizadas pela presença de conteúdos falsos nas plataformas. O objetivo da minuta é proibir a manipulação de vozes e imagens de conteúdo para divulgação de desinformação contra a transparência das eleições e de propaganda negativa contra candidatos e partidos.

Mudanças climáticas nas plataformas digitais: a discussão do tema no Twitter

As mudanças climáticas evidenciam a distribuição desigual das consequências ecológicas dos fenômenos. Na cidade do Rio de Janeiro, o cotidiano das comunidades vulneráveis é atravessado diretamente pelos impactos da crise climática, relacionada a questões de raça, gênero, classe, território, saúde e educação.

O espaço reservado ao samba na academia

#ParaTodosVerem Alguns dos alunos do projeto estão reunidos em pé e posam sorridentes em um espaço arborizado

“Nós discutimos formas de pensar o samba, além da prática cultural, como uma atividade que merece maior atenção da academia”, explica o professor José Valter Pereira, da Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense (UFF). Líder do Laboratório de Estudos e Aprontos Multimídia (LEAM-UFF), o docente desenvolve pesquisa sobre o gênero musical que se expande além das notas no projeto de extensão “Tocando meu candongueiro: As matrizes do Samba no Rio de Janeiro”.

‘Cidade maravilhosa, cheia de encantos mil’: a construção do carnaval turístico no Rio de Janeiro

Carnaval de rua no Rio de Janeiro, em imagem publicada na "Careta" de 4 de março de 1933

No Rio de Janeiro, a história do carnaval e do turismo são inseparáveis. À medida que a data se aproxima, a cidade maravilhosa se prepara para receber turistas de todo o mundo em busca da vivência dessa festividade.

UFF Responde: Dengue

Tempestades frequentes e ondas de calor no Brasil, influenciados pela mudança climática e pelo fenômeno El Niño, elevaram a preocupação com a dengue. Isso porque as condições causadas por chuvas e altas temperaturas impactam na maior proliferação do vetor, o mosquito Aedes aegypti. Os dados preocupam: nos primeiros 15 dias deste ano, foram quase 56 mil casos da doença registrados, um aumento de 108% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo o Ministério da Saúde.

O futuro da Amazônia Paraense em risco pelo agronegócio e pela mineração

Indígenas da etnia Munduruku, localizada no Pará, durante mobilização em Brasília. #ParaTodosVerem Um grupo de indígenas do povo Munduruku, alguns sentados e outros em pé, utilizam acessórios tradicionais e pinturas típicas do seu povo.

 

Uma pesquisa da Universidade Federal Fluminense (UFF) analisou os impactos promovidos pelo avanço do agronegócio e da mineração na Amazônia Paraense e as principais consequências sobre as populações tradicionais e sobre o meio ambiente, articulando os conceitos de racismo ambiental, etnocídio e ecocídio para compreender o cenário de devastação da floresta no Pará. Somente em junho de 2021, o estado registrou 36% do total desmatado na Amazônia.

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