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SUMMARY:UFF de Volta Redonda sediará VIII Simpósio de Engenharia Metalúrgica e de Materiais Sul Fluminense
DESCRIPTION:Entre os dias 26 e 30 de setembro de 2026\, a Escola de Engenharia Industrial Metalúrgica (EEIMVR) da UFF de Volta Redonda receberá o Simpósio de Engenharia Metalúrgica e de Materiais Sul Fluminense (SEMMat). \nCom o tema “Inovação Sustentável e Transformação Digital”\, o encontro reunirá apresentações de pesquisas\, debates científicos e o fortalecimento de parcerias entre estudantes\, pesquisadores e profissionais\, abordando processos ecológicos e inovações no ensino de engenharia\, com destaque para conceitos da Indústria 5.0. \nO evento é inteiramente gratuito e a submissão de trabalhos e a retirada de ingressos para a participação geral podem ser feitas pelo site. \nO SEMMat é uma iniciativa anual realizada desde 2019 pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia Metalúrgica (PPGEM) da UFF. Ao longo da programação\, serão difundidos conhecimentos científicos e tecnológicos por meio de palestras\, mesas-redondas\, minicursos e exposições acadêmicas.
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SUMMARY:Doce Árido (Niterói em Cena)
DESCRIPTION:Quando um inesperado pedido vindo do exterior surge como a chance de mudar suas vidas\, a família mergulha em uma intensa rotina de trabalho para conseguir entregar a encomenda dentro do prazo. Mas o maior obstáculo para essas mulheres não é o tempo\, e sim os segredos do passado. Entre as consequências de um parto complicado e a escassez que ronda a casa\, mãe\, filha e avó se equilibram entre o peso da tradição e o desejo de liberdade. Pressionada pelo prazo curto\, Maria Antônia (Pri Helena) exige dedicação total à produção da encomenda. A jovem Maria Lúcia (Rebeca Figueiredo) se divide entre o tacho de doce e os cuidados com sua frágil recém-nascida\, Maria Clara. Observando tudo pelas frestas\, a matriarca Maria Quitéria (Layla Paganini) sabe que a fragilidade dessas relações pode colocar tudo a perder. \nFicha Técnica:\nTexto: Tairone Vale\nColaboração Dramatúrgica: Layla Paganini\, Léo Cunha\, Pri Helena\, Rebeca Figueiredo\nDireção: Tairone Vale\nCodireção: Léo Cunha\nElenco: Pri Helena\, Rebeca Figueiredo e Layla Paganini\nStand in: Livia Gomes\nDireção de Arte: Cris Bourgeaiseau\nCenário: Cris Bourgeaiseau\nNúcleo de Cenografia: Cris Bourgeaiseau\, Rebeca Figueiredo\, Tairone Vale\, Marcella Calixto\, Amanda Corrêa e Vitória Vargas\nIluminação: Nitay Krishna\nFigurino: Cris Bourgeaiseau\nTrilha Sonora Original: Laura Jannuzzi\nPreparação Corporal: Letícia Nabuco\nProgramação Visual: Marcella Calixto e Vitória Vargas\nFotografia: Marcella Calixto\nAssessoria de imprensa: Paula Catunda e Catharina Rocha\nMídias Sociais: Rebeca Figueiredo\nCostureira: Aline Azevedo\nDireção de Produção: Cris Bourgeaiseau\nProdução Executiva: Jhully \n\n27 de Setembro de 2026\nDomingo | 19h\nTeatro da UFF\nRua Miguel de Frias\, 9 – Icaraí – Niterói\nEntrada Franca\nClassificação Indicativa:  14 anos
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SUMMARY:3º Colóquio Internacional Mulheridades Cinematográficas celebra 60 anos de "A Entrevista" e recebe a cineasta Helena Solberg na UFF
DESCRIPTION:Entre os dias 6 e 8 de outubro\, a UFF sediará a terceira edição do Colóquio Internacional Mulheridades  Cinematográficas. Em 2026\, o encontro\, que ocorrerá no Novo IACS\, celebrarás o marco de 60 anos do lançamento do  curta-metragem documental A Entrevista (1966)\, obra inaugural da aclamada cineasta  brasileira Helena Solberg. \nA iniciativa gratuita é promovido pelo grupo de pesquisa Mulheridades Cinematográficas\, em  cooperação com o Departamento de Cinema e Vídeo da UFF\, o Programa de Pós Graduação em Cinema e Audiovisual (PPGCINE/UFF) e o Instituto Federal do Rio de  Janeiro (IFRJ).  \nO evento\, aberto ao público\, contará com conferências\, mesas temáticas de pesquisa\, oficina internacional e lançamentos  editoriais\, e terminará com a participação de Helena Solberg no  encerramento\, além de marcar o lançamento oficial da primeira etapa de disponibilização de seu acervo pessoal em ambiente digital.  \nDirigido em 1966\, A Entrevista foi a primeira produção dirigida por  Helena Solberg. O curta\, rodado nos primeiros anos do regime militar no Brasil\, buscava evidenciar as contradições\, os conflitos de gênero e  as pressões sociais impostas sobre jovens mulheres de classe média e alta carioca  diante do casamento e da moralidade tradicional.  \nHelena Solberg consolidou uma carreira internacional com produções como A Dupla Jornada (1975)\, Simplesmente Jenny (1977)\, Carmen  Miranda: Bananas is My Business (1995)\, Vida de Menina (2004) e seu último filme\, o  ensaio autobiográfico Um Filme para Beatrice (2024).  \nDESTAQUES DA PROGRAMAÇÃO  \nA programação distribui-se entre os auditórios do Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS)\, no Campus Gragoatá\, e a sala tradicional do Cine Arte UFF\,  em Icaraí:  \n\nLançamento do Acervo Pessoal de Helena Solberg (06/10\, às 17h30): Apresentação da primeira etapa do ambiente digital que disponibiliza publicamente registros  históricos\, correspondências\, fotografias e documentos de produção da cineasta\,  sob coordenação das pesquisadoras Marina Cavalcanti Tedesco e Rosa Inês de  Novais Cordeiro. \nOficina Artística Internacional (06/10\, às 14h00): Atividade prática Ensaio collage: mexendo no “Archivo Reversible”\, conduzida pelas pesquisadoras e  realizadoras Lorena Best Urday e Lorena García Espino. \nConferências: A conferência Mulheres que Filmam Mulheres: Solberg e Bengell\,  ministrada por Karla Holanda (07/10\, às 18h00)\, e a conferência A Entrevista: Gesto Inaugural de uma Cineasta\, com a Profa. Dra. Mariana Tavares (UFMG)\,  no dia 08/10\, às 15h00. \nLançamento Coletivo de Livros (08/10\, às 18h00): No saguão do Cine Arte  UFF\, com títulos dedicados ao cinema feminista durante a ditadura militar\, \n\npoéticas femininas e conexão entre literatura\, cinema e animação.  \n\nSessão de Encerramento e Cinedebate com Helena Solberg (08/10\, às  19h00): Exibição de A Entrevista (1966) e Um Filme para Beatrice (2024)\, seguida  de conversa ao vivo com a própria diretora\, com mediação de Marina Cavalcanti  Tedesco. \n\nPara participar do evento\, basta inscrever-se clicando aqui.
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SUMMARY:Concerto | Quarteto de Cordas UFF
DESCRIPTION:“De Janeiro a Janeiro” \nCom um programa inédito\, o Quarteto de Cordas da UFF celebra o aniversário de duas figuras icônicas da música que nasceram no mesmo dia: 27 de janeiro. Wolfgang Amadeus Mozart\, nascido em 1756 e Radamés Gnattali que veio ao mundo em 1906\, estão separados por mais de um século\, porém ambos deixaram legados indeléveis que transcendem o tempo e as fronteiras culturais. Juntos\, Mozart e Gnattali representam a evolução da música através dos séculos\, mostrando como a criatividade e a inovação podem se manifestar em diferentes contextos. Celebrar o aniversário de ambos é\, portanto\, uma oportunidade de refletir sobre a continuidade e a transformação da arte musical ao longo do tempo. \nMozart\, um prodígio da música clássica\, revolucionou o panorama musical europeu com suas composições inovadoras\, que vão desde sinfonias majestosas a óperas imortais. Sua habilidade de capturar emoções humanas em notas e melodias o consagrou como um dos maiores compositores de todos os tempos\, estabelecendo as bases da música clássica ocidental. \nPor outro lado\, Radamés Gnattali\, um dos mais importantes compositores brasileiros\, trouxe a riqueza da música popular e erudita para o cenário musical nacional. Sua obra é marcada por uma fusão única de ritmos brasileiros e influências clássicas\, refletindo a diversidade cultural do Brasil e contribuindo para a formação de uma identidade musical própria. com sua perspectiva moderna\, ampliou os horizontes da música no Brasil\, conectando o passado ao presente.  \nAs obras selecionadas de Gnattali\, compostas entre 1939 e 1940\, exemplificam sua maestria em fundir a tradição erudita com a alma da música brasileira. Enquanto a “Valsa” reflete o diálogo entre as influências internacionais e a identidade nacional\, a “Cantilena” utiliza o lirismo das cordas para explorar uma linha melódica expressiva e tipicamente camerística. Esse percurso culmina no emblemático “Quarteto Popular”\, obra que consolida a estética do compositor ao integrar harmonias ricas e ritmos populares à estrutura clássica\, tornando-se um marco influente no repertório de câmara do Brasil\, destacando-se por sua harmonia rica e caráter lírico. \nPara encerrar o programa\, apresentamos o “Quarteto em Sol maior\, K. 387”\, de Mozart. Concluída no último dia de 1782\, esta obra inaugura a série dedicada a Haydn e marca o início da fase madura do compositor\, revelando-se uma de suas criações mais densas e meticulosas. Embora predomine uma atmosfera alegre\, o inimitável “claro-escuro” de Mozart introduz sombras inquietantes em cada movimento\, servindo como veículo para uma psicologia sutil e profunda. O domínio polifônico\, fruto da fértil influência de Bach\, é notável nos movimentos extremos\, enquanto o uso da tonalidade de Sol maior — rara em seus anos finais — traz tensões e dissonâncias marcantes. O resultado é uma obra de equilíbrio perfeito\, que reflete o equilíbrio de uma profunda autoanálise no limiar da maestria suprema. \nGlenda Carvalho\nSetembro\, 2026 \n  \nPrograma \nRadamés GNATTALI (1906 -1988)\nValsa\, 1939 \nCantilena\,1939 \nQuarteto Popular\, 1940\n1.Movido\n2.Lento- Prestíssimo- Lento\n3.Allegro Moderato \nWolfgang Amadeus MOZART (1756- 1791)\nQuarteto em Sol Maior\, K.387\n1.Allegro vivace assai\n2.Minuetto (Allegro)\n3.Andante cantabile\n4.Molto allegro \n\nQuarteto de Cordas da UFF\nTomaz Soares\,1° violino\nUbiratã Rodrigues\, 2° violino\nClara santos\, Viola\nGlenda Carvalho\, Violoncelo \n\n06 de Outubro de 2026\nTerça | 19h\nTeatro da UFF\nRua Miguel de Frias\, 9 – Icaraí – Niterói\nIngressos: R$ 10 (valor único promocional)\nCanais de venda: No Site e Bilheteria\nClassificação Indicativa: livre
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SUMMARY:Show | Giras Gerais
DESCRIPTION:GIRAS GERAIS VOLTA AO TEATRO DA UFF EM NOVO SHOW \nNo dia 7 de outubro\, a banda Giras Gerais retorna ao palco do Teatro do Centro de Artes UFF\, em Niterói\, para um novo encontro com o público. Depois do show que celebrou seus 18 anos de trajetória\, realizado no mesmo teatro em maio de 2025\, o grupo volta à casa apresentando um espetáculo que atravessa diferentes momentos de sua história e aponta também para os caminhos de sua produção mais recente. \nCom uma trajetória construída a partir da canção brasileira\, o Giras Gerais reúne em sua música referências do samba\, do rock\, da música mineira\, dos ritmos populares e da experimentação\, sem se prender a fronteiras de gênero. O repertório autoral combina canções de diferentes fases da banda a composições mais recentes\, reafirmando uma identidade marcada pela força da palavra\, pelos arranjos coletivos e pela presença cênica. \nNo palco\, Claos\, Ivo Vargas\, Raphael Buzunga\, Ivan Farah\, Nando Rocha\, Ayres D’Athayde e Ágatha Blue formam essa sinfonia moderna de 7 músicos\, entre vozes\, violões\, guitarra\, baixo\, flauta\, bateria e percussões. \nMais que uma retrospectiva\, o novo show apresenta um Giras Gerais em movimento: uma banda que revisita sua própria história sem transformá-la em peça de museu. Canções que acompanham o grupo há anos convivem com trabalhos recentes e com o universo criativo que desemboca em sua produção atual. \nCom quase duas décadas de estrada\, o Giras Gerais retorna ao Teatro da UFF para celebrar aquilo que sempre esteve no centro de sua música: a canção como encontro\, invenção e experiência coletiva. \nFICHA TÉCNICA \nClaos — voz\nIvo Vargas — voz e violão\nÁgatha Blue — voz e percussão\nRaphael Buzunga — baixo\nNando Rocha — guitarra\nIvan Farah — flauta e percussões\nAyres D’Athayde — bateria \n\n07 de Outubro de 2026\nQuarta | 19h\nTeatro da UFF\nRua Miguel de Frias\, 9 – Icaraí – Niterói\nIngressos: R$ 30 (inteira) – R$ 15 (meia)\nCanais de venda: No Site e Bilheteria\nClassificação Indicativa:  14 anos
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SUMMARY:Outubro Rosa | Simpósio sobre Cuidado Integral & Diálogo Multidisciplinar no Câncer de Mama
DESCRIPTION:No dia 9 de outubro\, das 8h às 13h\,  a UFF será palco do Simpósio multidisciplinar – Outubro Rosa. O evento\, que ocorrerá Anfiteatro Aluysio de Paula no Hospital Universitário Antônio Pedro (HUAP/UFF)\, terá como tema principal “Cuidado Integral & Diálogo Multidisciplinar no Câncer de Mama”. \nO objetivo do simpósio reunirá pacientes\, alunos\, professores\, médicos\, profissionais de saúde\, servidores e funcionários para discutir o câncer de mama sob diferentes perspectivas\, com foco na integração das especialidades\, na prevenção\, no diagnóstico precoce e no cuidado multidisciplinar. Durante a ativação também serão realizadas atividades lúdicas e de conscientização\, contribuindo para tornar a programação mais acolhedora e interativa para os participantes. \nAo longo do mês de outubro também estão previstas ações assistenciais\, relacionadas à saúde da mulher\, entre outras iniciativas.
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SUMMARY:Peça Musical | As Marias de Belém do Pará - Somos Todos Marias
DESCRIPTION:Há encontros que levam uma vida inteira para acontecer. Depois de décadas dividindo estreias\, camarins e os bastidores da história do teatro brasileiro\, seis mulheres com trajetórias que\, somadas\, atravessam mais de dois séculos\, sobem juntas ao palco. Depois de uma bem-sucedida temporada entre agosto e setembro no Sesc Ginástico\, “As Marias de Belém do Pará – Somos Todos Marias”\, espetáculo apresentado pelo Ministério da Cultura e Itáu estreia em Niterói no dia 9 de outubro para uma curta temporada no Teatro da UFF. Idealizada\, escrita e encenada por Eduardo Barata\, com colaboração dramaturgia e codireção de Elaine Moreira\, a peça musicada reúne um elenco que já é um marco para a história do teatro. A montagem transforma a biografia de oito mulheres\, Bete Mendes\, Ítala Nandi\, Ivone Hoffmann\, Mariah da Penha\, Veluma\, Joana Fomm e Hildegard Angel\, em matéria-prima para o texto\, prestando uma homenagem inédita a este grande mosaico de gerações\, experiências e linguagens artísticas fundamentais para os pilares da cultura brasileira. As participações de Joana Fomm e Hildegard Angel serão especiais\, elas subirão ao palco em dias específicos durante a temporada. \nMais do que uma narrativa documental\, a montagem celebra o tempo vivido\, a potência feminina\, os costumes e tradições da Região Norte. “Cada uma dessas mulheres carrega no corpo\, na voz e na memória as marcas do tempo. Não vejo isso como fragilidade\, mas como trajetória. Quero revelar a humanidade que há nisso. Também existe um encontro entre gerações\, porque vamos ter artistas mais jovens em cena“\, celebra o diretor\, Eduardo Barata\, que coloca no palco 26 artistas junto às atrizes\, com idades que vão de 23 a 90 anos. \nPara o elenco\, a montagem corrige uma ironia do destino. “Passamos 60 anos nos encontrando em festas\, estreias\, velórios e restaurantes\, mas nunca tínhamos atuado juntas. Está sendo uma experiência transformadora e totalmente nova”\, delicia-se Ivone Hoffmann. \nDa ancestralidade no Marajó ao palco carioca \nO espetáculo reverencia a história do teatro e é movido por uma forte ligação afetiva de Eduardo Barata com a Região Norte\, que é neto de paraenses\, tanto por parte de mãe quanto de pai. A costura poética da peça — que se passa no fictício Condomínio Galharufa\, em Copacabana\, mas propõe uma viagem dessas mulheres a Belém do Pará por meio de festas populares\, fé\, cultura\, imaginação e música — é fruto da própria história familiar do encenador. \n“Este trabalho é uma homenagem à minha ancestralidade paraense. Meu avô materno era ribeirinho da Ilha de Marajó\, um caboclo que carregava toda essa força do Norte e meu avô paterno era de Belém. Desde criança\, eu sonhava conhecer Belém do Pará. Enquanto muita gente queria ir para a Disney\, eu queria conhecer o Pará. Essa ligação atravessa profundamente o espetáculo”\, revela Barata. \nE para embalar essa história nada melhor do que a música regional\, encenada no palco pelo grupo Carimbaby\, fundado pela paraense Bárbara Vento\, acompanhada pela belenense Camila Gonzalez\, Maria Luisa Tonácio e a multiinstrumentista Rohl. “Trabalho com os ritmos da Amazônia há muitos anos aqui no Rio. A peça traz essa musicalidade o tempo inteiro\, esse universo do Pará com suas danças e ritmos\, o carimbó\, a lambada\, o lundu. Nós somos de Altamira\, do centro-oeste do Pará\, e trazemos essa força da mulher paraense\, o corpo caboclo da Amazônia”\, diz Bárbara. \nO diretor musical Marco André reforça esse espírito amazônico com a costura do repertório escolhido por Eduardo Barata. “Este espetáculo me aproxima novamente de tudo o que fiz ao longo dos 42 anos da minha vida artística por meio do cancioneiro paraense\, que sempre fez parte da minha identidade. Muitos dos artistas presentes na trilha sonora fazem parte da minha própria história. Para mim\, como paraense\, este musical me faz voltar a Belém depois de 40 anos. É como estar em casa de novo”\, diz Marco André\, que produziu o primeiro disco de Dona Onete e fez parceria com ela em composições. Dividiu o palco com Fafá de Belém\, teve uma música gravada por Gaby Amarantos num disco do Trio Manari e também produziu para Paulo André Barata\, um dos músicos mais prestigiados da região norte que tem canções presentes na peça. \nO figurino assinado por Rute Alves\, porta-bandeira vencedora do Estandarte de Ouro 2026 com a escola campeã Unidos do Viradouro\, também traduz a cultura e a religiosidade paraense. “Pesquisei muito sobre os elementos do   Círio\, as cores e as flores do Pará. Usei muita palha\, imagens que remetem à bandeira e à Nossa Senhora de Nazaré. Criei uma estampa especial com imagens da cerâmica marajoara para o vestido da Duda Barata\, que vive a neta da personagem de Bete Mendes”\, conta Rute. \nE não é só no figurino que tem uma pitada de carnaval. O cenário criado por Rostand Albuquerque traz partes da escola de samba Grande Rio\, que homenageou o Pará em 2025. Os barcos de miriti\, que fizeram sucesso na avenida\, compõem parte do cenário da peça. “Vamos trazer o Pará para palco\, a bandeira do estado\, o andor e o manto da Nossa Senhora de Nazaré. Vai ter bastante cor\, uma floresta cenográfica de tecido”\, define o cenógrafo. \nEssa força da cultura amazônica e da religiosidade popular serve de moldura para que as atrizes coloquem suas próprias vivências em movimento. Ítala Nandi celebra o prazer de voltar à cena  homenageando tanto seu eterno lado transgressor como o talento de suas colegas contemporâneas. Bete Mendes\, na pele de uma síndica rabugenta e divertida\, exalta o frescor que só a experiência teatral proporciona: “É aquela coisa viva\, o entrosamento de todos\, cada dia é um espetáculo diferente. Sou fã de todas do elenco”. \n  \nMosaico de gerações e processo colaborativo \nO espetáculo também promove o diálogo entre diferentes escolas. Mariah da Penha\, que se autointitula “a caçula das Marias”\, pontua a importância de sua presença na montagem: “Trago minha vivência no teatro de rua e no teatro popular\, como moradora da Baixada\, colocando a verve da mulher negra neste cenário”. Já Veluma experimenta um desabrochar artístico. Vinda das passarelas\, ela conta que o diretor tem sido fundamental nesse processo: “O Barata pediu justamente para eu levar o meu temperamento para a cena. Sinto que uma  atriz está nascendo em mim”. \nO clima de cumplicidade nos ensaios é um dos pontos altos destacados por todas  elas. As atrizes são unânimes em elogiar a escuta e a generosidade de Eduardo Barata na condução do projeto. “Ele soube nos reunir de uma maneira afetiva e maravilhosa. O espetáculo que ele escreveu é sincero\, é o nosso jeito de ser”\, define Bete Mendes. Ítala Nandi endossa a condução do diretor\, comparando sua capacidade de surpreender à de grandes nomes da cena nacional: “Ele tem uma visão muito própria\, autêntica. Em alguns momentos\, sua criatividade me lembra muito o Zé Celso (Martinez Corrêa) pela capacidade de nos desafiar”. \nAo unir diferentes gerações e estéticas em torno da memória coletiva e da riqueza cultural do Pará\, “As Marias de Belém do Pará – Somos Todos Marias” reafirma o teatro como um território de afeto\, reverência e reinvenção. \n\n09 a 18 de Outubro de 2026\nSextas e Sábados 19h | Domingos 18h\nTeatro da UFF\nRua Miguel de Frias\, 9 – Icaraí – Niterói\nIngressos: R$ 90 (inteira) – R$ 45 (meia)\nCanais de venda: No Site e Bilheteria\nClassificação Indicativa:  12 anos
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SUMMARY:Quarteto Atlas apresenta Villa-Lobos e os Quartetos de Cordas
DESCRIPTION:Heitor Villa-Lobos (1887-1959) é\, sem dúvidas\, o maior e mais importante compositor brasileiro de todos os tempos. Figura central do Modernismo na música erudita\, sua genialidade residiu na capacidade única de fundir as estruturas clássicas europeias às riquezas folclóricas\, populares e indígenas do Brasil\, resultando em uma linguagem musical singular\, vigorosa e inconfundível.  \nCom um catálogo monumental de mais de 2.000 obras\, a música de câmara — e\, em especial\, seus quartetos de cordas — ocupa um lugar de destaque em sua trajetória\, servindo como um diário de sua evolução estética. Escritos entre 1915 e 1957\, os seus 17 quartetos formam a maior e mais expressiva série de quartetos de cordas composta no século XX.  \nSINOPSE DO PROGRAMA Nesta apresentação\, percorremos a trajetória artística de Villa-Lobos através de três de seus quartetos de cordas mais representativos:  \nQuarteto nº 1 (1915): Obra de juventude que revela a forte influência do impressionismo francês. É o único da série estruturado no formato de suíte\, dividido em seis movimentos fortemente contrastantes.  \nQuarteto nº 5 (1931): Reconhecido pelo subtítulo “Quarteto Popular nº 1”\, marca o retorno do compositor ao gênero após um hiato de 14 anos. Destaca-se pelo nacionalismo aflorado e pela incorporação marcante de melodias do folclore popular brasileiro.  \nQuarteto nº 17 (1957): Composto apenas dois anos antes de sua morte\, é a última peça de sua monumental série. Representa o ápice da maturidade artística e do domínio técnico de Villa-Lobos\, estruturado nos quatro movimentos tradicionais de um quarteto clássico.  \nFicha Técnica:  \nMúsicos: Ricardo Amado e Carlos Mendes (violinos)\, Ricardo Taboada (viola)\, Ricardo Santoro (violoncelo)\nCoordenação geral: Cíntia Pereira Produção & Cultura\nProdução executiva: Cíntia Pereira\nAssistente de produção: Edelma da Silva\nIluminador: Wilian Sales\nDesigner gráfico: Taís Pereira\nSocial Media: Taís Pereira\nAssessoria de Imprensa: Cezanne Assessoria\nConsultoria em acessibilidade: Cristiane Valessa\nIntérpretes de Libras: Cristiane Valessa e Juliana Castilho \n\n20 de Outubro de 2026\nTerça | 19h\nTeatro da UFF\nRua Miguel de Frias\, 9 – Icaraí – Niterói\nEntrada Franca\nClassificação Indicativa: Livre
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SUMMARY:XI Congresso Brasileiro de Energia Solar
DESCRIPTION:A UFF  é a responsável pela organização do XI Congresso Brasileiro de Energia Solar. O evento\, que será realizado na cidade de Niterói\, entre os dias 26 e 30 de outubro\, se consolidou ao longo dos anos como um dos principais fóruns nacionais para o debate\, a troca de experiências e a divulgação de pesquisas e inovações na área de energia solar. \nO Congresso Brasileiro de Energia Solar (CBENS) é a maior reunião brasileira de cunho científico e tecnológico na área de tecnologias de conversão de energia solar\, incluindo ainda outras fontes renováveis de energia\, e tem como objetivo apresentar o estado da arte do desenvolvimento científico e tecnológico das aplicações da energia solar\, em particular no Brasil. Para mais informações\, acesse o site.
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SUMMARY:2° Encontro Panamericano de Economia da Educacação
DESCRIPTION:De 9 a 11 de novembro de 2026\, a Universidade Federal Fluminense recebe em Niterói o 2° Encontro Panamericano de Economia da Educacação — evento complementar ao 34º Congresso Internacional da AEDE\, realizado em Logroño\, Espanha\, em julho do mesmo ano. \nCom 150 participantes esperados de toda a América\, da Europa e dos Estados Unidos\, consolida-se como o principal fórum continental dedicado à Economia da Educação. \nPara maiores informações\, clique aqui.
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SUMMARY:2° Encontro Panamericano de Economia da Educação da América Latina
DESCRIPTION:Entre os dias 09 e 11 de novembro de 2026\, a UFF receberá\, no Campus Gragoatá\, o 2° Encontro Panamericano de Economia da Educação. O evento dará continuidade às discussões realizadas durante o 34º Congresso Internacional da Asociación de Economía de la Educación (Aede)\, ocorrido em julho\, em Logroño\, na Espanha. \nA Aede\, com mais de 30 edições de seu congresso anual na Europa\, inaugurou seu braço pan-americano em 2025\, na Costa Rica. Agora\, a segunda edição acontecerá no Brasil e são esperados 250 participantes de toda a América\, Europa e Estados Unidos para debater assuntos como equidade\, eficiência e impacto de políticas educacionais. \nO evento será organizado pelo Departamento de Economia da UFF em colaboração com a Aede\, com o apoio de instituições brasileiras e internacionais de pesquisa e gestão educacional. \nA programação articula diferentes formas de produção e uso do conhecimento. No dia 9\, será ministrado um minicurso de avaliação de políticas públicas em educação. Nos dias 10 e 11\, ocorrerão conferências magistrais\, mesas-redondas e sessões de apresentação de trabalhos\, reunindo pesquisadores\, gestores públicos e estudantes de toda a América. \nO evento é integralmente trilíngue\, assim\, os trabalhos podem ser submetidos e apresentados em português\, espanhol ou inglês. \nPara mais informações e inscrições\, acesse o site oficial do evento: \nhttps://www.even3.com.br/aedebrasil-f862-426b-a7e3-11558c058ce7-726389/
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SUMMARY:Peça Adulto | As Artimanhas de Molière
DESCRIPTION:Nascido há mais de quatro séculos\, Molière (1622-1673) é até hoje um dos mais importantes dramaturgos do mundo\, responsável por espetáculos críticos e satíricos\, que mostram com maestria os defeitos e virtudes da alma humana. Grande homenagem ao comediógrafo\, a peça “As artimanhas de Molière” volta aos palcos em curtíssima temporada no Teatro da UFF\, em Niterói\, nos dias 27\, 28 e 29 de Novembro\, sexta às 20h\, sábado e domingo\, às 19h\, com uma trama que\, bem ao estilo do autor francês\, aponta o dedo e desmascara os falsos sábios\, a avareza dos burgueses\, as mentiras dos médicos ignorantes e outros comportamentos sociais nada lisonjeiros. \nCom direção de Márcio Trigo\, adaptação de Fernanda Celleghin e interpretação de Luiz Machado\, o monólogo reúne em uma só história quatro protagonistas de comédias escritas por Molière: Alceste\, de “O Misantropo”\, Esganarello\, de “O Médico à Força”\, Don Juan e Tartufo\, das peças homônimas. \nEm uma espécie de “jornada do herói” às avessas\, o protagonista conta para a plateia toda a sua história\, cheia de peripécias\, erros e acertos. Após uma desilusão amorosa\, ele se torna vingativo e passa a usar as mulheres\, mas acaba tendo que se casar à força e é deserdado pelo pai. Sem dinheiro\, vive em pé de guerra com sua esposa\, que cobra demais\, e ele faz de menos. Qual será o destino deste anti-herói? O ator Luiz Machado\, que completa 30 anos de carreira\, estava com vontade de trabalhar em uma comédia depois do sucesso do drama Nefelibato\, que está há nove anos em cartaz. \n“Fiquei com vontade de fazer comédia e logo pensei no maior comediógrafo de todos os tempos\, que celebrou 400 anos em 2022. Molière escreve sobre a hipocrisia humana em quase todos os textos\, e é um assunto que me interessa pôr em cena. Para manter o bem-estar social\, a gente precisa ser falso ou omitir opiniões em diversos momentos. E as peças dele detalham esses comportamentos que estão presentes cada vez mais no nosso cotidiano. Basta olhar as redes sociais\, que mostram cenas que não são verdadeiras e guardam objetivos ocultos”\, explica o ator. \nO espetáculo estreou em 2023 e foi idealizado por Luiz Machado e Márcio Trigo\, que pela primeira vez trabalharam juntos. O diretor sempre foi grande admirador de Molière\, de estilo de humor e das situações que têm como base a comédia dell’arte. \n“Cheguei a traduzir e adaptar quatro peças escritas por ele. Quando eu e Luiz pensamos em trabalhar num monólogo\, não tive dúvidas: vamos adaptar Molière. Um desafio e tanto. Não queríamos uma peça; a ousadia era juntar personagens e contar uma só história. Escolhemos quatro personagens e chamamos a Fernanda Celleghin para criar o elo entre eles”\, conta o diretor. \nFicha Técnica:  \nIdealização: Luiz Machado e Márcio Trigo\nTexto: Fernanda Celleghin\, a partir de peças de Molière\nDireção: Márcio Trigo\nInterpretação: Luiz Machado\nCenário: Mina Quental\nFigurinos: Carol Lobato\nIluminação: Fred Eça\nDireção Musical: Márcio Trigo\nComposições e Performance: Newton Cardoso\nDireção de movimento: Luciana Bicalho\nPreparação Vocal: Mônica Karl\nDesign Gráfico: Gil Filho\nFotos: João Salamonde e Guga Melgar\nOperação de Luz e Som: Laís Patrocínio\nAssistente de direção: Danilo Neiva\nProdução Executiva: Valéria Meireles\nDireção de Produção: Edmundo Lippi\nRealização: LM Produções Artísticas \n\n27\, 28 e 29 de Novembro de 2026\nSexta 20h | Sábado e Domingo 19h\nTeatro da UFF\nRua Miguel de Frias\, 9 – Icaraí – Niterói\nIngressos: R$ 60 (inteira) – R$ 30 (meia)\nCanais de venda: No Site e Bilheteria\nClassificação Indicativa:  12 anos
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