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Artes Cênicas - Centro de Artes UFF

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Atualizado: 7 horas 53 minutos atrás

Live – Cora Coralina – histórias e causos

qua, 02/06/2021 - 19:31

A live faz parte da série “Literatura no Teatro”, e têm como objetivo apresentar um pouco do processo de pesquisa e elaboração de um espetáculo teatral – principalmente num momento de transposição dos espaços físicos para os virtuais – e mostrar ao público um pouco mais da vida de uma das maiores escritoras brasileiras.

Com Raquel Penner (atriz e idealizadora), Rubio Tahan (neto de Cora Coralina).

16 de Junho de 2021
Quarta | 19h
Transmissão:
Youtube do Centro de Artes UFF

Categorias: Centro de Artes UFF

Live – Cora do Rio Vermelho: gênese de um espetáculo

qua, 02/06/2021 - 19:24

A live faz parte da série “Literatura no Teatro”, e têm como objetivo apresentar um pouco do processo de pesquisa e elaboração de um espetáculo teatral – principalmente num momento de transposição dos espaços físicos para os virtuais – e mostrar ao público um pouco mais da vida de uma das maiores escritoras brasileiras.

Com Raquel Penner, Isaac Bernat e Leonardo Simões
Mediação – Águeda Sano

09 de Junho de 2021
Quarta | 19h
Transmissão:
Youtube do Centro de Artes UFF

Categorias: Centro de Artes UFF

Cora do Rio Vermelho

qua, 02/06/2021 - 18:54

CORA DO RIO VERMELHO é o primeiro trabalho solo da atriz Raquel Penner, que idealizou o espetáculo a partir da pesquisa e do mergulho na obra e na vida da poetisa, contista e doceira goiana, Cora Coralina.

Com direção de Isaac Bernat, o espetáculo aprovado no edital da Retomada Cultural da Lei Aldir Blanc/RJ foi pensado como uma nova linguagem, em formato híbrido que une o teatro e o audiovisual, por conta do cenário pandêmico que vive o nosso país. Com dramaturgia de Leonardo Simões a partir da obra de Cora Coralina e do caderno de ideias de Raquel, esse encontro leva para o palco o universo feminino, a força e a alma da mulher, sobretudo da mulher brasileira e suas raízes.

O texto reúne diversos poemas dos livros Vintém de cobre – meias confissões de Aninha; Meu Livro de Cordel; Villa Boa de Goyaz; e Poemas dos becos de Goiás e estórias mais. Raquel dá passagem às palavras de Cora Coralina, levando para o público um espetáculo forte e delicado, assim como era a escrita da poetisa. A atriz se torna uma contadora de histórias atravessada pelo amor e pela total entrega que Cora dedicou a sua tradição e a sua gente. Durante a encenação, a atriz se comunica com o público através do olhar da câmera, estabelecendo uma relação de cumplicidade com quem está assistindo, fazendo provocações e perguntas.

O cenário de Ney Madeira e Dani Vidal é complementado com projeções que ajudam a contar essas histórias. Ana Luzia de Simoni traz uma luz forte e delicada, pontuando as cenas com nuances, e dialogando com o cenário e a projeção. Ao longo da encenação, aparecem algumas músicas populares, unindo vozes femininas de cantoras-atrizes do cenário teatral brasileiro: Aline Peixoto, Chiara Santoro, Clara Santhana, Cyda Moreno e Soraya Ravenle.

Cora Coralina foi uma mulher múltipla e libertária. Removeu pedras e abriu caminhos para outras mulheres. Escreveu sobre a sua cidade, sobre os lugares onde morou, o seu povo e a natureza que observava. E escrevendo sobre a sua terra, ela conseguiu traduzir todo o Brasil, transformando em poesia, tudo o que via. 

Esse espetáculo procura tocar o coração do público com sensibilidade, semeando as palavras de Cora, inundando os palcos (e as telas) com teatro, poesia, literatura, sonoridades e sabores.

 

Idealização e Atuação: Raquel Penner
Direção: Isaac Bernat
Dramaturgia: Leonardo Simões
Produção Executiva: Clarissa Menezes
Cenário e Figurino: Dani Vidal e Ney Madeira – Ney Madeira Produções Artísticas
Cenotécnico: André Salles
Iluminação: Ana Luzia de Simoni
Filmagem e Edição: Ricardo Lyra Jr.
Projeções: André Bedran
Arranjos musicais e Instrumentos: Aline Peixoto
Percussão: Fabiano Salek
Vozes: Aline Peixoto, Chiara Santoro, Clara Santhana, Cyda Moreno e Soraya Ravenle 
Técnico de áudio/som e Operador: Renan Carriço
Visagismo: Mona Magalhães
Direção de movimento (cenas: “Mãos” e “Vive dentro de mim – mulheres”): Luiza Vieira
Fotografias e Designer gráfico: Bianca Oliveira – Estúdio da Bica
Mídias sociais e Planejamento de divulgação: Lyana Ferraz; Carol Oliveira e Diogo Paesler
Gerência Financeira: Estufa de Ideias
Realização: Núcleo de Ensino e Pesquisa de Artes Cênicas – NEPAC

Além da transmissão teatral, acontecerão duas lives: a primeira, no dia 09/06, sobre o processo de concepção e criação do projeto (terão a presença da atriz, do dramaturgo, Leonardo Simões, e do diretor, Isaac Bernat). A segunda live será no dia 16/06, com a participação da atriz, Raquel Penner, e do neto da escritora Cora Coralina, Rubio Tahan.

11 a 20 de junho de 2021
Sextas, sábados e domingos | 20h
Transmissão:
Youtube do Centro de Artes UFF

Categorias: Centro de Artes UFF

Conversa sobre Teatro na margem

ter, 11/05/2021 - 14:55

A live “Conversa sobre Teatro na margem”, integrada ao projeto “Brasil: a margem”, criado e produzido pelo Centro de Artes UFF, pretende ser um bate-papo, descontraído, com três convidadas especiais, falando da fluidez de gêneros dentro do âmbito teatral. Como o tema é vasto e o tempo da live é relativamente curto, fizemos um recorte e abordaremos um pouco sobre o universo das Drag Queens e de pessoas Trans. A ideia é falarmos sobre os indivíduos que redimensionam suas vidas a partir da transformação de gêneros e como isso afeta suas vidas, no contexto das artes cênicas e performáticas. Quais as dificuldades enfrentadas? Há preconceitos que interferem nas suas profissões? Como se dá a relação interpessoal com colegas de profissão hétero-normativos? Quais trabalhos (teatrais ou performáticos) foram representativos para suas escolhas profissionais? Estas são algumas das perguntas que faremos para alimentar a conversa proposta.

Nossas convidadas para esta conversa são:

Diva More (drag queen)
Pietra Chiron (mulher trans)
Taty Broisler (drag queen)

Com a mediação de Robson Leitão.

Diva More

A drag queen Diva More nasceu em 31 de outubro de 2016. Ela é um mix de Artes Cênicas + Moda e Figurino + Maquiagem e Penteado. Fez participação no filme “Carlinhos e Carlão”, disponível na Amazon Prime, na série da Globo Play “Eu, minha avó e a Boi”, e no espetáculo “La Casa de la Drag”. Tem canal no Youtube desde 2018, com vídeos semanais, para entreter todos os tipos de pessoas! Tudo com muito humor e irreverência.

Pietra Chiron

Pietra Chiron, 25 anos, mulher trans, psicóloga apaixonada por estudos sobre gênero e sexualidade e também atriz do Coletivo Transparente, coletivo de teatro para pessoas LGBTQI+.

Taty Broisler

Tato Broisler começou a trabalhar com Arte Drag em 2007, ainda no interior paulista, transformando-se em Thifany, atuando até 2010, quando parou por causa da desvalorização dada à sua arte. Em 2012, veio morar no Rio de Janeiro e, dois anos depois, recebeu a proposta de trabalhar no canal Bixa Melhore, no Youtube, conduzido por Thiago Wolf. Foi quando se reformulou, criando um novo alterego, 50% Tato Broisler e 50% alguém que queria ser, criando a Taty Broisler, uma drag queen barbada. Desde então, Taty já participou de três videoclipes de cantores pops nacionais e viajou por vários estados brasileiros, apresentando stand up comedies do canal Bixa Melhore, ao lado de Thiago Wolf. Atualmente, tem também um canal próprio no Youtube, chamado Canal da Taty.

26 de maio de 2021
Quarta | 19h
Classificação: 16 anos
Transmissão:
Youtube: https://www.youtube.com/CentrodeArtesUFFOficial

Categorias: Centro de Artes UFF

Vera Crucis

seg, 10/05/2021 - 14:37

A performance “Vera Crucis”, idealizada e com atuação da atriz Tatiana Henrique, fábula o abandono de uma mulher preta em um manicômio na década de 1970. Verdades caladas sobre mulheres negras, jogadas nas antigas casas de “doença” mental, em plena ditadura brasileira.

“Vera Crucis” pretende ser um processo de cura e reencontro entre o que se torna doença e sua gênese mítica. É uma jornada negro-butô entre Exu e Obatalá, confluência performática entre técnicas da dança japonesa butô e o gestual ritualístico das divindades africanas, em que poéticas rituais de cura retornam à humanidade, a quem atravessou o silêncio.

Performance ao vivo da atriz Tatiana Henrique, com duração aproximada de 20 minutos. Após a performance, haverá uma conversa com a atriz sobre o processo de criação e as motivações que a levaram a conceber o espetáculo. Mediação Robson Leitão.

15 de maio de 2021
Sábado | 19h
Transmissão
https://www.youtube.com/CentrodeArtesUFFOficial

Categorias: Centro de Artes UFF

Conversa sobre Literatura no Teatro

ter, 20/04/2021 - 10:52

O Centro de Artes UFF promove a “Conversa sobre Literatura no Teatro”, com a participação dos dramaturgos Marcello Caridade, Pedro Kosovski e Ramon Botelho. Com a mediação de Robson Leitão, diretor do Teatro da UFF, o encontro acontecerá no dia 28 de abril de 2021, quarta-feira, a partir das 19h, e será transmitido pelo canal do Centro de Artes UFF, no Youtube.

Pensando nas muitas possibilidades oferecidas pela Literatura, em cruzamentos, adaptações e desdobramentos para a encenação teatral, o Centro de Artes UFF tem oferecido ao seu público a oportunidade de ampliar o seu olhar e reflexão sobre essas interdisciplinaridades entre o Teatro e a Literatura.

Recentemente, por exemplo, exibiu pelo Facebook e Youtube versões digitais adaptadas dos espetáculos Feio e Eu, Moby Dick, inspirados em textos literários, ou seja, não teatrais, tendo, por um acaso, o mesmo dramaturgo: Pedro Kosovski.

Feio, dirigido por Helena Marques e que teve sua estreia mundial em março deste ano, é inspirado livremente no conto infanto-juvenil O patinho feio, escrito pelo dinamarquês Hans Christian Andersen, publicado originalmente numa coletânea de contos seus, em 1835. Já o espetáculo Eu, Moby Dick, dirigido por Renato Rocha e que teve sua estreia no palco em 2019, antes do fechamento dos teatros por causa da pandemia, é baseado no romance clássico Moby Dick, escrito pelo americano Herman Melville e publicado originalmente em três volumes, no ano de 1851, com o título The whale (A baleia).

Mas, bem antes da pandemia, outros espetáculos, baseados e/ou inspirados em textos não teatrais, foram exibidos no Teatro da UFF, como a peça Visitando Camille Claudel, em 2018, depois de uma longa jornada desde sua estreia em 2006, no Rio de Janeiro. O monólogo, que conta parte da trágica e fascinante história da escultura francesa, aluna e amante de Auguste Rodin, teve sua adaptação e dramaturgia assinada por Ramon Botelho, a partir das cartas deixadas por Camille Claudel (1864-1943), que passou boa parte da sua vida adulta internada em asilos e hospitais psiquiátricos, obrigada a isso por sua família, que a mantinha internada, independente das altas dadas por diferentes médicos. Ramon Botelho dirigiu outra adaptação para o Teatro, também em forma de monólogo, do livro Diário de Bitita, escrito por Carolina Maria de Jesus e publicado, postumamente em 1982, na França, e somente depois lançado no Brasil, em português.

Outro dramaturgo e diretor que vem adaptando textos literários para o teatro, no gênero musical, é o também ator Marcello Caridade, que assina os espetáculos Capitães da areia, baseado no romance homônimo de Jorge Amado, publicado pela primeira vez em 1937, Tarzan – um musical, baseado nas aventuras do personagem criado pelo escritor americano Edgar Rice Borroughs em 1912, e João e Maria no sertão, adaptado do conto original Hänsel und Gretel (João e Maria), publicado pelos irmãos alemães Jacob e Wilhelm Grimm, em 1812, entre outras peças, extraídas da literatura não teatral. Essas três peças estiveram em cartaz no palco do Teatro da UFF, anos atrás.

Sobre os convidados para a Conversa sobre Literatura no Teatro:

Pedro Kosovski – Dramaturgo, diretor teatral e professor de artes cênicas na PUC-Rio. Suas obras já foram apresentadas nos principais festivais do Brasil, em Portugal e na Colômbia, entre outros. Vencedor de dois prêmios Shell, em 2015 e em 2017, com Caranguejo Overdrive e Tripas, respectivamente, recebeu também os prêmios Cesgranrio 2015 (Caranguejo Overdrive), prêmio Questão de Crítica 2012 (Cara de Cavalo) e 2014 e (Edypop), prêmio CBTIJ 2016 e Zilka Salaberry 2016, ambos com o espetáculo infanto-juvenil Tãotão. Três de suas peças que formam a “trilogia carioca” (Cara de Cavalo, Caranguejo Overdrive e Guanabara Canibal) estão publicadas pela editora Cobogó, na coleção Dramaturgias.

Já foram encenadas vinte peças de sua autoria, dentre as quais a ópera contemporânea Aquilo que mais eu temia desabou sobre minha cabeça (2017), em parceria com os artistas holandeses Sjaron Minailo e Anat Spiegel, que estreou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Em 2018, o Sesc Ipiranga realizou no projeto “Dramaturgias”, o ciclo Pedro Kosovski, onde apresentou três peças de seu repertório. Em 2019, foi indicado aos prêmios APCA 2019 pela dramaturgia de Kintsugi, 100 memórias e ao Prêmio Shell 2019, com o texto  Eu, Moby Dick, baseado no clássico Moby Dick, de Hermann Melville, que fez temporada no Rio e em São Paulo. Recentemente, adaptou o conto infanto-juvenil O patinho feio, de Hans Christian Andersen, para o espetáculo Feio in loco, exibido pelas plataformas digitais do Centro de Artes UFF, assim como o espetáculo Eu, Moby Dick :: na rede, uma adaptação para a linguagem audiovisual da peça original.

Marcello Caridade – Atuou ao lado de Chico Anysio em programas como Chico Anysio Show, Estados Anysios de Chico City, Escolinha do Professor Raimundo e Chico Total. Atuou também na série Escolinha do Professor Raimundo (de 2001), integrou o elenco do programa Os caras de pau (Rede Globo), das novelas Verdades secretas  e Deus salve o rei (Rede Globo), e das séries Era uma vez na história (Band/Warner) e Filhos da pátria (Rede Globo) e do programa Os suburbanos, no canal Multishow.

Em teatro, atuou nos espetáculos A volta de Chico Mau (pelo qual recebeu os prêmios Mambembe e Coca-Cola, de Melhor Ator, em 1993), Viravez, O Cortês (pelo qual foi indicado como Melhor Ator para os prêmios Mambembe e SATED-RJ, em 1994), A lei e o rei (sendo indicado como Melhor Ator para o prêmio Mambembe e como Melhor Coreógrafo para o prêmio Coca-Cola, em 1995), Os impagáveis (recebendo o prêmio Mambembe de Melhor Ator, em 1996). Dirigiu o musical Uma professora muito maluquinha (indicado ao prêmio Mambembe de Melhor Espetáculo, em 1997) e, atualmente, está atuando na comédia solo Sem fadas, de Alessandro Marson, dirigida por Márcio Trigo.

À frente da Cia. de Repertório de Teatro Musical, desde 2000, com trabalhos direcionados à Infância e Juventude, adaptou e dirigiu espetáculos inspirados tanto na literatura infantil quanto na literatura adulta, tais como: Robin Hood, João e Maria – Uma história brasileira, Peter Pan, Cinderella, Fabulices e, atualmente em produção, Fabulices 2 e os clássicos  Capitães da areia, baseado na obra de Jorge Amado, e O cortiço, na obra de Aluísio Azevedo, ambos trabalhos desenvolvidos no gênero musical.

Em 2008, foi um dos homenageados pelo CBTIJ (Centro Brasileiro de Teatro para Infância e Juventude), pelo conjunto de suas obras (autor, diretor e ator) direcionadas ao público infanto-juvenil.

Ramon Botelho – Formado em Literaturas, na UFF, e em Teatro, na CAL (RJ), estudou também com Antunes Filho, Sergio Brito, Aderbal Freire-Filho, Moacyr Goes e Gabriel Villela. Foi co-criador do Grupo Muito Prazer, junto com Márcio Vianna, que marcou a cena carioca nos anos 1990, com a peça A farra de atores.

Botelho é dramaturgo e diretor da peça Carolina Maria de Jesus, Diário de Bitita, que circulou por vários teatros e espaços de cidades de diferentes estados, como: Teatro Municipal de Uberlândia (2015), CEU de Tiradentes, SP, Salão do Livro de Guarulhos, SP, Festival Midrash, RJ, Teatro Dulcina, RJ, Sala Baden Powell, RJ, em 2017. Na Sala de Cultura Laura Alvim (2018), FLIPELÔ, BA, SESI Itaperuna, RJ, Teatro A. Azevedo, SP, em 2018. Na FLINK SAMPA, na Universidade Zumbi dos Palmares, Feira LER, RJ, Green Nation, Ibirapuera, SP, Teatro Municipal de Niterói, em 2019. Em Augsburg/Frankfurt (Alemanha) e Teatro Prudential, RJ, em 2020.

É também dramaturgo e diretor do espetáculo Visitando Camille Claudel, que fez temporadas nos seguintes espaços: CCJF, RJ, em 2006, Estação Docas, Belém, onde abriu a exposição oficial de obras da escultora francesa; Festival de Campos (onde foi laureado com os prêmios de Melhor Cenário e Melhor Iluminação), Teatro UFF, em 2008, Cataguases/Muriaé (MG), em 2009, Circuito SESC RJ, em 2010, em Betim/BH, MG , em 2010. Também no Teatro Municipal de Niterói, em 2013, Armazém J. Botânico, RJ, em 2014, e novamente no Teatro UFF, em 2019. Atualmente, Ramon Botelho é coordenador de produção e diretor da peça As sete vidas de Alva, contemplada no Edital Retomada Cultural RJ, da Lei Aldir Blanc, internet, ano de 2021. 

O dramaturgo também participou do painel “A Trajetória da Mulher Negra no Brasil”, no Seminário Década Internacional de Afrodescendentes, organizado pela ONU Brasil, na Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro, em 2015.

28 de abril de 2021
Quarta | 19h
Transmissão:
www.youtube.com/CentrodeArtesUFFOficial

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