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	<title>Uninclusão</title>
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	<description>Inclusão na Universidade</description>
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		<title>Faculdade de Minas Gerais recebe alunos presidiários</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jul 2012 17:49:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Por Yuri Bobeck
O número de presos no Brasil registrou um aumento de quase 500% em 22 anos. Em 1990, a população carcerária no país somava 90 mil presidiários, e em 2012 já ultrapassa 520 mil presos, de acordo com dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). Já as penitenciárias não tiveram sua capacidade aumentada nesse período. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #888888; font-style: italic;">Por Yuri Bobeck</span></p>
<p>O número de presos no Brasil registrou um aumento de quase 500% em 22 anos. Em 1990, a população carcerária no país somava 90 mil presidiários, e em 2012 já ultrapassa 520 mil presos, de acordo com dados do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). Já as penitenciárias não tiveram sua capacidade aumentada nesse período. Segundo balanço divulgado pelo Depen, no primeiro semestre do ano passado o número de presos no país era 69% maior do que a capacidade dos presídios, dado que demonstra total falta de estrutura para abrigar tamanho contingente.</p>
<p>Porém nem tudo são más notícias, e de Minas Gerais vem um bom exemplo. Pelo segundo ano consecutivo, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi aplicado para presidiários que se inscreveram para a realização das provas, o Enem Prisional. Dos 640 presos que fizeram o exame, cinco foram selecionados pelo programa Universidade Para Todos (Prouni), que consede bolsas de estudo para o ingresso em instituições de ensino superior. Dois deles, Roberto da Silva Pereira e Arllan Gonçalves Martins, que cumprem pena na Penitenciária José Maria Alkmin, em Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte, foram aprovados no curso de Ciências Econômicas, na modalidade de Ensino a Distância, da Faculdade de Estudos Administrativos (Fead).</p>
<p><img class="alignright size-medium wp-image-897" title="Campus da Fead em Belo Horizonte" src="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/07/Fead-300x224.jpg" alt="Campus da Fead em Belo Horizonte" width="300" height="224" />Fernanda Waller, coordenadora do núcleo de EaD da faculdade, disse que não é a primeira vez que a instituição recebe um aluno presidiário, já que no ano passado um detento foi aprovado no curso de Turismo. Ela salientou que além da bolsa concedida pelo Prouni, a faculdade oferece outros programas de apoio. “Além do programa criado pelo Governo Federal, a Fead também oferece bolsas de estudos, pois apóia toda e qualquer iniciativa que tem como objetivo o crescimento pessoal e profissional, o que possibilita oportunidades no futuro.” Sobre a integração destes estudantes na faculdade, a coordenadora afirmou que não há nenhum tipo de distinção, já que os alunos estudam na modalidade a distância e mantêm contato com os professores somente via internet, e que a faculdade não divulga as condições sociais dos alunos. Questionada se a instituição receberia um aluno presidiário num curso presencial, ela afirmou que sim, “desde que haja autorização judicial para cursar na modalidade presencial”, afirmou Fernanda.</p>
<p>Roberto da Silva Pereira, de 28 anos, que cumpre pena no regime fechado, disse que a penitenciária oferece apoio para aqueles que desejam continuar os estudos e que conta com uma pedagoga para acompanhá-los, mas reclama da falta de estrutura. “Ainda não temos um espaço físico adequado, pois hoje estudamos dentro da sala do núcleo de ensino do presídio e estamos aguardando ficar pronta uma sala de informática onde teremos mais condições de uso do computador e acesso a internet.” Pereira também comentou sobre seus planos para o futuro, agradecendo à família pelo suporte nos momentos difíceis. “Penso em concluir o ensino superior, elevar minha fonte de conhecimento, pois é através do ensino que vou ter melhores oportunidades para buscar um futuro melhor para eu e minha família. Se não fosse pelo apoio e sacrifício deles, não teria conseguido chegar até aqui”, disse Pereira</p>
<p>Colega no curso de Ciências Econômicas, Arllan Gonçalves Martins, 24, que está no regime semiaberto, disse que além do apoio da mãe, os professores do núcleo de ensino do presídio sempre o incentivaram a realizar a prova do Enem para ter a chance de entrar na faculdade. E ele não pensa em para de estudar. “Tenho muitas perspectivas para o futuro através dos estudos. Vejo que posso ir além, amadureci e aprendi que a vida requer esforço e perseverança naquilo que desejamos conquistar”, concluiu Martins.</p>
<p>A Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds) de Minas Gerais informou ainda que os detentos que decidem estudar nas unidades prisionais mineiras tem uma redução na pena. Para cada 12 horas de estudo, é diminuido um dia da pena a ser cumprida.</p>
<p>Para mais informações sobre dados da Secretaria, consulte o <a href="www.seds.mg.gov.br" target="_blank">site</a> . Já para conhecer a Faculdade de Estudos Administrativos, acesse <a href="http://www.fead.br/">www.fead.br</a>.</p>
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		<title>Educação inclusiva é pouco abordada em cursos de licenciatura</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Jul 2012 19:31:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uninclusao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Luiza Leite Ferreira
O Ciclo de Palestras “Educação Musical Inclusiva” da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP), evento gratuito voltado aos professores de música em formação e demais interessados foi o primeiro de muitos. Com o objetivo de discutir os desafios da inclusão na educação, principalmente na musical e formar os futuros professores para que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #888888; font-style: italic;">Por Luiza Leite Ferreira</span></p>
<p>O Ciclo de Palestras “Educação Musical Inclusiva” da Universidade Estadual de São Paulo (UNESP), evento gratuito voltado aos professores de música em formação e demais interessados foi o primeiro de muitos. Com o objetivo de discutir os desafios da inclusão na educação, principalmente na musical e formar os futuros professores para que saibam lidar com os novos cenários de inclusão nas escolas, as palestras atraíram muitos interessados até o Instituto de Artes, local de realização das palestras.</p>
<p>“A ideia do evento surgiu das demandas que os estudantes do curso de Licenciatura em Educação Musical da UNESP trouxeram, decorrentes das suas experiências nas escolas de educação básica com turmas inclusivas”, explica Margarete Arroyo, coordenadora do ciclo de palestras que ocorreu de maio a junho e que reforçou a necessidade do tema da Educação Inclusiva ser trabalhado nos cursos de licenciatura.</p>
<p>Para a aluna de Arroyo, Iris Carolina Faceto, ficou claro com as palestras que o primeiro desafio da educação inclusiva é conscientizar a todos sobre o sentido da inclusão, de forma a reconhecer a diversidade existente na população escolar e a necessidade de respeitar essas diferenças, que podem ser tanto de condições linguísticas, sociais ou étnicas, quanto sensórias, cognitivas, físicas, etc. “A ideia principal é entender que cada indivíduo é um ser único, independente das diferenças de cada um. A partir desta concepção, podemos pensar em um programa de inclusão que implica uma certa reorganização das práticas escolares, o que envolve adaptações curriculares, flexibilidade no processo avaliativo dentre outras medidas.”</p>
<p>Enquanto os cursos de licenciatura de maneira geral ainda prestam pouca atenção à necessidade de discutir o tema da inclusão, outros cursos não diretamente ligados à educação, mas que oferecem serviços à sociedade, já incorporam o assunto à prática. Carla Guedes, que estuda Turismo na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), cursou como obrigatória a disciplina de educação especial no 4º período e diz ter aprendido muito com a experiência, que além de conscientizar sobre os diversos tipos de deficiência, levou os alunos a experiências práticas.</p>
<p>“Fizemos uma visita ao Instituto Benjamin Constant para ver como funcionava o dia-a-dia dos deficientes visuais, como todos os materiais que utilizavam eram adaptados; e o projeto final da disciplina foi escolher dois pontos turísticos do Rio de Janeiro e analisar se estavam preparados para receber pessoas com necessidades especiais”, conta a estudante de 21 anos. Hoje, sempre que vai ao metrô, Carla repara que dispositivos são utilizados para uma pessoa em cadeira de rodas descer as escadas. “Achei essencial o estudo dessa disciplina, pois para trabalhar com turismo, tem que se pensar no turismo para todos: crianças, adultos, ricos, pobres e, claro, portadores de necessidades especiais.”</p>
<p>Já para o estudante de 24 anos Filipe Cretton, que cursa o 2º período de Licenciatura em Música na mesma universidade que Carla, as coisas são diferentes. Filipe ainda não teve nenhum contato com educação especial ou inclusiva. “Acredito, e espero, que, no decorrer do curso, eu tenha experiências de estudo e trabalho na área de inclusão, especialmente direcionado ao mundo da Música”, diz Filipe, que gostaria que o tema da inclusão fosse mais abordado na mídia e discutido nos cursos de licenciatura. “É importante que haja a sensibilização de toda a sociedade para a realidade dessas pessoas, que possuem dificuldades motoras, mentais ou sensoriais. São cidadãos como todos nós e merecem respeito e atenção pelo governo e toda a sociedade, oferecendo a eles todos os direitos como qualquer outro cidadão, incluindo educação.”</p>
<p><strong>Partituras para deficientes visuais</strong></p>
<p>Um dos temas abordados nas palestras da UNESP foi “Musicografia Braille: da musicalização à leitura e escrita da partitura em Braille”. A musicografia é uma forma de registrar os sons baseada no sistema Braille, o que possibilita a escrita e a transcrição de partituras impressas. “Com este recurso, os deficientes visuais ficam mais independentes caso queiram tocar repertório musical que esteja escrito em partituras”, diz Margarete. Para saber mais sobre musicografia Braille, acesse o <a href="http://isabelbertevelli.blogspot.com.br/" target="_blank">blog</a> da educadora musical Isabelli Bertevelli, uma das palestrantes do evento da UNESP.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-889" title="cartaz educação musical" src="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/07/cartaz-educação-musical-page-001.jpg" alt="cartaz educação musical" width="521" height="736" /></p>
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		<title>Projeto da UFRJ ajuda o processo de escolhas</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jun 2012 13:03:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uninclusao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[vestibular]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Maria Eduarda Chagas
Que profissão seguir? Que caminho escolher? Fazer pedagogia, medicina ou direito? Esse tipo de pergunta passa pela cabeça de todo jovem que termina o ensino médio. A partir de uma demanda do Pré-Vestibular Comunitário do Caju, em 2006, o professor do Instituto de Psicologia da UFRJ Pedro Paulo Bicalho deu início à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-indent: 1.27cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="JUSTIFY"><span style="color: #888888; font-style: italic;">Por Maria Eduarda Chagas</span></p>
<p style="text-indent: 1.27cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: left; "><span style="line-height: 150%; text-indent: 1.27cm; ">Que profissão seguir? Que caminho escolher? Fazer pedagogia, medicina ou direito? Esse tipo de pergunta passa pela cabeça</span><span style="line-height: 150%; text-indent: 1.27cm; "> de todo jovem que termina o ensino médio. A partir de uma demanda do Pré-Vestibular Comunitário do Caju, em 2006, o professor do Instituto de Psicologia da UFRJ Pedro Paulo Bicalho deu início à pesquisa-intervenção </span><em>Construindo um processo de escolhas mesmo quando &#8216;escolher&#8217; não é um verbo disponível. <img class="alignright size-medium wp-image-875" title="Algumas das participantes do grupo de Vila do João" src="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/06/Foto0211-300x225.jpg" alt="Algumas das participantes do grupo de Vila do João" width="300" height="225" /><span style="line-height: 150%; text-indent: 1.27cm; "> </span></em></p>
<p style="text-indent: 1.27cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: left; "><em><span style="line-height: 150%; text-indent: 1.27cm; ">O projeto tem como objetivo auxiliar os participantes nesse momento de incertezas, mas vai além da análise vocacional feita a partir da batelada de testes que se vê por aí. “A ideia é se colocar diante das nossas escolhas e pensar que critérios a gente usa nesse processo”, explica Ana Chacel, estagiária da pesquisa-intervenção desde 2009.</span></em></p>
<p style="text-align: left; "><img class="alignleft size-medium wp-image-877" title="Pedro Paulo Bicalho, coordenador do Projeto" src="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/06/IMG_2253-300x225.jpg" alt="Pedro Paulo Bicalho, coordenador do Projeto" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-indent: 1.27cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: left; ">Em uma média de 10 encontros, os participantes dos grupos obtêm elementos para se conhecerem melhor e, assim, fazerem suas escolhas com mais segurança e propriedade. Natalia Costa, participante do grupo da comunidade de Vila do João, no Complexo da Maré, esclarece que a cada semana ela percebe alguma coisa que nunca tinha reparado. “O trabalho ajuda a crescer como pessoa”, acrescenta.</p>
<p style="text-indent: 1.27cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: left; "><img class="alignright size-medium wp-image-876" title="Estagiários do projeto" src="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/06/Foto0208-300x225.jpg" alt="Estagiários do projeto" width="300" height="225" /></p>
<p style="text-indent: 1.27cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: left; ">
<p style="text-indent: 1.27cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: left; ">
<p style="text-indent: 1.27cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: left; "><span style="line-height: 150%; text-indent: 1.27cm; ">Com grupos atualmente na Divisão de Psicologia Aplicada da UFRJ, no</span><span style="line-height: 150%; text-indent: 1.27cm; "> Colégio Pedro II (unidade de Niterói) e em três comunidades do Complexo da Maré, o projeto é também uma forma de promover a inclusão social. Pedro Paulo Bicalho, coordenador da pesquisa-intervenção, destaca que, muitas vezes, o trabalho incentiva os participantes a permanecerem no pré-vestibular e mostra que esses jovens têm, sim, escolhas. “A gente acha que, de um modo geral, quem vive nas favelas não precisa ir às universidades, mas não há uma incompatibilidade entre a favela e a universidade”, afirma.</span></p>
<p style="text-indent: 1.27cm; margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: left; "><span style="line-height: 150%; text-indent: 1.27cm; ">Normalmente, novos grupos são iniciados em março e agosto. Para mais informações, entrar em contato com a </span><span style="line-height: 150%; text-indent: 1.27cm; color: #0000ff;"><span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"><span style="text-decoration: underline;"><a href="http://www.psicologia.ufrj.br/web/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=3&amp;Itemid=120" target="_blank">DPA da UFRJ</a></span></span></span><span style="line-height: 150%; text-indent: 1.27cm; ">.</span></p>
<p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%; text-align: left; ">
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		<title>Unirio promove programa social que assite à saúde do idoso</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jun 2012 23:05:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uninclusao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Social]]></category>
		<category><![CDATA[idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Unirio]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rebeca Guio

O Programa Interdisciplinar de Promoção à Saúde e Qualidade de Vida do Idoso faz parte das ações da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) e atende a pelo menos 400 idosos da região da Tijuca e adjacências. O principal objetivo do Grupo Renascer, como é chamado pelos estudantes e funcionários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color: #888888;">Por Rebeca Guio<br />
</span></em></p>
<p>O <a href="http://ptirenascer.wordpress.com/" target="_blank">Programa Interdisciplinar de Promoção à Saúde e Qualidade de Vida do Idoso</a> faz parte das ações da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio) e atende a pelo menos 400 idosos da região da Tijuca e adjacências. O principal objetivo do Grupo Renascer, como é chamado pelos estudantes e funcionários da universidade, é promover assistência à saúde integral do idoso e auxiliar na melhoria de sua qualidade de vida. Além disso, o programa transforma as relações sociais tantos dos alunos envolvidos nas ações como a dos idosos e contribui para a formação dos profissionais e estudantes da Unirio de diversos cursos de graduação, principalmente das áreas de Saúde e Artes.</p>
<p>Coordenado pelos professores e mestres da Unirio Marcelo Castanheira, Maria Lucia Carneiro, Maria Tércia Barroso e Marta Cristina Ayres</p>
<div id="attachment_868" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-868" title="tereza-rodrigues" src="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/06/tereza-rodrigues-300x225.jpg" alt="Tereza Rodrigues" width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Tereza Rodrigues</p></div>
<p>Neves, o Renascer conta com o apoio do Hospital Universitário Graffré e Guinle (Unirio), que doa um espaço de atendimento e um local para desenvolvimento de atividades de ensino e pesquisa para a graduação e pós-graduação da Universidade. A também psicóloga Marta Cristina Ayres Neves afirma que “em um segundo prisma, o programa também procura avançar na área de pesquisa de envelhecimento e tem contribuído enormemente para os trabalhos de iniciação científica e de conclusão de curso”.</p>
<p>Formado por uma equipe multiprofissional composta por cerca de 100 integrantes, entre professores, técnicos, voluntários, monitores, bolsistas e estagiários, o Grupo também possui alguns problemas que deverão ser sanados ainda este ano, como contou o idoso Jorge dos Santos: “Acontece que o espaço não é tão grande e cada vez mais tem gente querendo participar. Nós ainda não sabemos como vai ser no futuro, mas tem dias que as ações ficam lotadas. Eu só espero é que consigamos ir para um espaço maior”.<br />
O Grupo Renascer foi fundado em 1986 e começou oferecendo consulta de enfermagem e atendimento de nutrição para cerca de 20 idosos. Hoje, desenvolve atividades educativas, culturais, e recreativas, além de atendimento psicológico, médico, nutricional, fisioterápico e de serviço social, estimulação cognitiva e de memória, atividades físicas e consulta de enfermagem para 400 idosos. Dona Tereza Rodrigues, que faz parte desse grupo, garante que o programa mudou a sua vida para melhor. “Hoje eu tenho meus amigos e não me sinto mais tão sozinha, porque antigamente eu tinha vontade de morrer e hoje já tenho vontade é de viver cada vez mais”.</p>
<p>Com a união entre graduação, pesquisa e extensão, o programa consegue aglutinar os diversos segmentos da Universidade e da comunidade externa, revelando o êxito da sua proposta extensionista. E além da atividade diretamente desenvolvida para os usuários, o Renascer oferece cursos de extensão sobre envelhecimento para profissionais de saúde de diversas áreas.</p>
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		<title>UFRJ organiza seminário para a promoção da diversidade sexual e da identidade de gênero</title>
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		<pubDate>Thu, 31 May 2012 22:39:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uninclusao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gênero]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Maria Eduarda Chagas
 
Em 17 de maio de 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) excluiu ahomossexualidade da lista internacional de doenças. A data passou a ser símbolo da luta pelos direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) e virou o Dia Internacional Contra a Homofobia.
Para celebrar a conquista e pensar sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #888888; font-style: italic;">Por Maria Eduarda Chagas</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Em 17 de maio de 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) excluiu ahomossexualidade da lista<img class="alignright size-thumbnail wp-image-861" title="IMG_2255" src="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/05/IMG_2255-150x150.jpg" alt="IMG_2255" width="150" height="150" /> internacional de doenças. A data passou a ser símbolo da luta pelos direitos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) e virou o <em>Dia Internacional Contra a Homofobia</em>.</p>
<p>Para celebrar a conquista e pensar sobre o longo caminho a ser percorrido no combate aos</p>
<p>preconceitos, a Faculdade Nacional de Direito da UFRJ, em parceria com a prefeitura do Rio de Janeiro, organizou o <em>Seminário Jurídico de Promoção da Diversidade Sexual e da Identidade de Gênero</em>.</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-860" title="IMG_2247" src="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/05/IMG_2247-150x150.jpg" alt="IMG_2247" width="150" height="150" />Ao longo do dia, quatro mesas debateram sobre a homossexualidade sem tabus. Para Sérgio Camargo, um dos organizadores do evento e assessor da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual da prefeitura, esse debate é fundamental para reavaliar conceitos e pré-conceitos. “Se, das 300 pessoas que estão aqui, cinco saírem com a cabeça mais aberta, já está bom”, afirmou.</p>
<p>A discriminação contra homossexuais ainda existe, mesmo dentro das universidades. A aluna Julia Helena, membro do Centro Acadêmico, disse que a motivação para realizar o seminário surgiu depois que o mural do grupo LGBT da faculdade foi destruído. Thiago Sete, integrante do movimento, acrescentou que isso já ocorreu diversas vezes, mas garantiu que, pessoalmente, nunca se sentiu vítima de preconceito na UFRJ.</p>
<div id="attachment_859" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-859" title="IMG_2245" src="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/05/IMG_2245-150x150.jpg" alt="Sérgio Camargo e Marcos Vinícius Torres, coordenadores do seminário " width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Sérgio Camargo e Marcos Vinícius Torres, coordenadores do seminário </p></div>
<p>O professor Marco Vinícius Torres também destacou a importância do encontro para uma maior conscientização acerca do tema. “Queremos dar à sociedade futuros profissionais esclarecidos com relação à questão LGBT”, acrescentou. Além disso, Marco Vinícius, membro da Comissão Especial da Diversidade Sexual da OAB, aproveitou a ocasião e coletou assinaturas para encaminhar o Estatuto da Diversidade Sexual ao Congresso Nacional. O  <a href="http://www.plc122.com.br/#axzz1vBpCaRp6" target="_blank">projeto de lei 122</a>/2006, que  torna crime a discriminação pela opção sexual, está atualmente na Comissão de Direitos Humanos da OAB e pode chegar ao Congresso mais facilmente com as assinaturas.</p>
<div id="attachment_862" class="wp-caption aligncenter" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-862" title="Programação do Seminário" src="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/05/Programação-do-Seminário-150x150.jpg" alt="Programação do Seminário" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Programação do Seminário</p></div>
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		<title>Programa da UFRJ contribui para a inclusão social</title>
		<link>http://www.uff.br/uninclusao/?p=848</link>
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		<pubDate>Mon, 28 May 2012 23:09:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uninclusao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Rebeca Guio

O Programa de Inclusão Social da UFRJ se enquadra entre as ações de extensão universitária, com a participação de alunos e professores da faculdade para realizar projetos. Financiado pela Petrobras, o programa tem como área de atuação a favela da Maré e a Vila Residencial dos Funcionários da UFRJ, e visa ajudar na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color: #888888;">Por Rebeca Guio<br />
</span></em></p>
<p>O Programa de Inclusão Social da UFRJ se enquadra entre as ações de extensão universitária, com a participação de alunos e professores da faculdade para realizar projetos. Financiado pela Petrobras, o programa tem como área de atuação a favela da Maré e a Vila Residencial dos Funcionários da UFRJ, e visa ajudar na concretização dos direitos humanos junto a populações desfavorecidas.</p>
<p>Com esse objetivo em mente, o programa de inclusão social se divide em cinco módulos: Programa de Alfabetização de Jovens e</p>
<div id="attachment_850" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><img class="size-medium wp-image-850 " title="Programa de alfabetização para jovens e adultos" src="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/05/Programa-de-alfabetização-para-jovens-e-adultos-300x222.jpg" alt="Aula do Programa de Alfabetização de Jovens e Adultos da UFRJ" width="240" height="178" /><p class="wp-caption-text">Aula do Programa de Alfabetização de Jovens e Adultos da UFRJ</p></div>
<p>Adultos da UFRJ, Laboratório de Inclusão Digital, Núcleo Interdisciplinar de Ação para a Cidadania, Arte para Todos e Musicultura na Maré. Todos eles, cada um a seu modo, buscam garantir acesso à justiça, acompanhamento psicológico, escolarização básica, qualificação técnica em informática e formação em música e pesquisa no campo da musicologia para as populações envolvidas.</p>
<p>A doutora em Linguística e coordenadora responsável pelo <a href="http://www.pr5.ufrj.br/inclusao/index.php/projetos-que-integram-o-programa/programa-eja" target="_blank">Programa de Alfabetização de Jovens e Adultos da UFRJ</a>, Ana Paula Moura afirma que o projeto alcança atualmente cerca de 600 pessoas, que são atendidas por educadores e alunos da graduação de diferentes áreas (Educação, Serviço Social, Letras e Matemática). Nesse mesmo projeto, mas em uma outra vertente, o programa também ajuda a formar alfabetizadores e professores que atuem nesta modalidade de ensino.</p>
<p>Dona Maria José das Dores participa de três projetos e garante que o Programa de Inclusão da universidade mudou a vida dela. “Hoje, eu tenho uma vida melhor pois estou aprendendo a ler e a escrever, a mexer no computador e até estou conseguindo processar uma empresa que me roubou há um tempo atrás. Agora, pense comigo, se não fosse por esse grupo eu continuaria na mesma situação de sempre”.</p>
<div id="attachment_851" class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><img class="size-medium wp-image-851 " title="laboratório de inclusão digital" src="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/05/laboratório-de-inclusão-digital-300x214.jpg" alt="Aula no projeto Laboratório de Inclusão Social" width="240" height="171" /><p class="wp-caption-text">Aula no projeto Laboratório de Inclusão Social</p></div>
<p>Criado em 2006, o <a href="http://www.pr5.ufrj.br/inclusao/index.php/projetos-que-integram-o-programa/niac" target="_blank">Núcleo Interdisciplinar de Ações para Cidadania (NIAC)</a> articula as áreas de Arquitetura, Direito, Psicologia e Serviço Social com o objetivo de desenvolver diferentes ações em Direitos Humanos e acesso à Justiça. É nesse projeto, que estudantes das mais diferentes graduações dão assessoria técnica e assistência sócio-jurídica e psicossocial às comunidades vizinhas ao Campus da Ilha do Fundão da UFRJ.</p>
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		<title>UnATI/Uerj: um centro de referência assistencial ao idoso</title>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2012 20:28:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uninclusao</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Yuri Bobeck



A população idosa no Brasil tem aumentado de forma considerável nas últimas décadas, representando atualmente 12% da população total do país, o que equivale a mais de 21 milhões de habitantes, de acordo com o último censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). E a cidade do Rio de Janeiro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color: #888888;">Por Yuri Bobeck<br />
</span></em></p>
<div style="background-color: transparent; font-family: 'Times New Roman'; line-height: normal; font-size: medium;">
<p style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;" dir="ltr">
<p style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;" dir="ltr"><span style="font-size: 16px; font-family: 'Times New Roman'; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">A população idosa no Brasil tem aumentado de forma considerável nas últimas décadas, representando atualmente 12% da população total do país, o que equivale a mais de 21 milhões de habitantes, de acordo com o último censo realizado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). E a cidade do Rio de Janeiro segue a tendência nacional, com o crescente envelhecimento populacional. O impacto dessa nova realidade fez com que os governos federal e estadual aumentassem o investimento em políticas públicas voltadas a essa faixa etária da população nos últimos anos.</span></p>
<div class="mceTemp" style="font-weight: bold;">
<dl id="attachment_813" class="wp-caption alignright" style="width: 160px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-thumbnail wp-image-813" title="Renato_Veras" src="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/05/Renato_Veras-150x150.jpg" alt="Renato Veras, diretor da UnATI" width="150" height="150" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Renato Veras, diretor da UnATI</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;" dir="ltr"><span style="font-size: 16px; font-family: 'Times New Roman'; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Há mais de duas décadas a cidade do Rio de Janeiro conta com a UnATI, a Universidade Aberta da Terceira Idade, órgão lidado a Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro). De programas de assistência média às mais variadas atividades sociais, a UnATI tornou-se num centro de referência nacional em bem-estar e atenção ao idoso, como explica o diretor da instituição, Renato Veras. “Nós percebemos a importância de um cuidado integral ao idoso, observando sua saúde e também com o objetivo de integrá-los em atividades lúdicas e sociais. Além disso, temos o objetivo de qualificar e formar profissionais para lidar com o idoso, com cursos de especialização, mestrado e doutorado. Precisamos hoje de um contingente muito grande de profissionais de saúde para lidar com esse grupo etário, que é o que mais cresce no país.”</span></p>
<p style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;" dir="ltr"><span style="font-size: 16px; font-family: 'Times New Roman'; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"> </span></p>
<div id="attachment_814" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-814" title="sala de informática" src="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/05/sala_de_inform_tica-150x150.jpg" alt="Laboratório de informática da instituição" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Laboratório de informática da instituição</p></div>
<p>A UnATI oferece todos os anos aproximadamente três mil vagas, com 120 cursos/atividades à disposição, gratuitos, porém o diretor afirma que a procura é superior a dez mil candidatos. O principal critério de seleção, segundo Veras, é a ordem de chegada. É importante ressaltar que cada inscrito pode participar de até três cursos/atividades ao longo do ano, e que homens e mulheres acima de 60 anos podem se inscrever.</p>
<div id="attachment_815" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><img class="size-thumbnail wp-image-815" title="casal de idosos" src="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/05/casal_de_idosos-150x150.jpg" alt="Casal Jaime e Philomena de Ramos, há quatro anos na UnATI" width="150" height="150" /><p class="wp-caption-text">Casal Jaime e Philomena de Ramos, há quatro anos na UnATI</p></div>
<p style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;" dir="ltr"><span style="font-size: 16px; font-family: 'Times New Roman'; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Não é preciso observar muito para ver vovôs e vovós no campus da universidade. O casal Jaime, 72, e Philomena, 67, participa há quatro anos das atividades proporcionadas pelo centro. Ele conta com entusiasmo sua participação numa oficina de produção de televisão. Já Philomena prefere atividades de dança de salão e musculação. A idosa comentou sobre os benefícios das atividades realizadas. “Antes tinha uma vida muito difícil, triste mesmo, mas depois que nós começamos aqui, me sinto muito melhor, minha relação com a família é </span></p>
<p>outra.”</p>
<p style="text-indent: 35.4pt; text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;" dir="ltr"><span style="font-size: 16px; font-family: 'Times New Roman'; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">Para mais informações sobre as atividades desenvolvidas pela UnATI, consulte o<a href="http://www.crde-unati.uerj.br" target="_blank"> site </a></span><span style="font-size: 16px; font-family: 'Times New Roman'; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">,</span><span style="font-size: 16px; font-family: 'Times New Roman'; color: #548dd4; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"> </span><span style="font-size: 16px; font-family: 'Times New Roman'; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;">ou entre em contato pelo telefone (21) 2334.0168.</span></p>
</div>
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		<title>Acessibilidade continua como problema mesmo nos campi mais novos da UFF</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 01:59:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uninclusao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[bloco A]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Luiza Leite Ferreira


Não  é difícil tropeçar em um paralelepípedo do campus do Gragoatá e levar  um tombo. Bem mais difícil é ter que subir cinco andares de escada num  dia em que os elevadores não funcionam. Impossível, se você usa uma  cadeira de rodas para se locomover. Os percalços são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="internal-source-marker_0.6248021225924718" style="font-size: 13px; font-family: Arial; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: normal; font-style: normal; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline;"></span><em><span style="color: #888888;">Por Luiza Leite Ferreira<br />
</span></em></p>
<p style="text-indent: 35.4pt;text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;" dir="ltr">
<p style="text-indent: 35.4pt;text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;" dir="ltr"><span style="font-size:16px;font-family:'Times New Roman';color:#000000;background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline;">Não  é difícil tropeçar em um paralelepípedo do campus do Gragoatá e levar  um tombo. Bem mais difícil é ter que subir cinco andares de escada num  dia em que os elevadores não funcionam. Impossível, se você usa uma  cadeira de rodas para se locomover. Os percalços são consequências das  obras iniciadas em 2011, e ainda sem previsão de término, no campus mais  movimentado da Universidade Federal Fluminense. Apesar de melhorar os  acessos aos prédios de salas de aulas, restaurantes universitários e à  biblioteca, criando calçadas de concreto liso, faixas de pedestre, e  caminhos com piso podotátil – que auxilia a locomoção de pessoas com  deficiência visual, estas obras poderiam ter sido realizadas na  construção do campus, um dos mais novos da universidade, erguido no  início da década de 1990, quando já havia uma grande preocupação social  com a acessibilidade. </span></p>
<div id="attachment_804" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-804" title="elevador ufasa 2" src="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/05/elevador-ufasa-2-300x225.jpg" alt="Piso podotátil em frente aos elevadores do Bloco A que não funcionam." width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Piso podotátil em frente aos elevadores do Bloco A que não funcionam.</p></div>
<p style="text-indent: 35.4pt;text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;" dir="ltr"><span style="font-size:16px;font-family:'Times New Roman';color:#000000;background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline;">A  professora da área de Educação Especial, Cristina Delou, não ignora os  esforços que estão sendo feitos na acessibilidade. Mas clama para que  medidas sejam tomadas na estrutura interna de todos os prédios. “Aqui na  Faculdade de Educação foi instalado um elevador novo, todo acessível,  com indicações dos botões em braile e voz para indicar o andar. Mas a  maioria dos elevadores do campus não possui este recurso, e pior, os  botões não estão ao alcance de pessoas em cadeiras de roda.”, conclui  Delou, lembrando que os prédios da UFF, quando em sua concepção, nunca  foram pensados para serem acessíveis, e por isso agora a dificuldade  para fazer mudanças na estrutura.</span></p>
<p style="text-indent: 35.4pt;text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;" dir="ltr"><span style="font-size:16px;font-family:'Times New Roman';color:#000000;background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline;">Os  banheiros acessíveis também são escassos. Apenas dois (um masculino e  um feminino) por prédio, sendo que muitas vezes eles se encontram no  quarto ou no quinto andar. Em dias de elevador parado, o cadeirante não  pode nem assistir à aula, nem ir ao banheiro.</span></p>
<p style="text-indent: 35.4pt;text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;" dir="ltr"><span style="font-size:16px;font-family:'Times New Roman';color:#000000;background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline;">Em  Niterói, o Campus do Valonguinho e o da Praia Vermelha são os próximos  da lista de reformas e adaptações para melhorar a acessibilidade. Já nas  unidades isoladas, em sua maioria prédios e casarões antigos  localizados em diversos locais da cidade de Niterói, não há previsão de  melhorias. Em alguns deles, como as faculdades de Direito, Economia,  Veterinária e Farmácia, há rampas e plataformas, mas poucos banheiros  acessíveis. Já a Escola de Arquitetura e o Instituto de Artes e  Comunicação Social (IACS) estão entre os mais inacessíveis. No interior  do estado do Rio, o recém-construído pólo de Volta Redonda é o único  inteiramente acessível, enquanto os de Cachoeira de Macacu e Iguaba,  ambos no estado, não o são. Oriximiná, campus avançado da UFF localizado  no Pará, possui construções antigas também não adaptadas. </span></p>
<p style="text-indent: 35.4pt;text-align: justify; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;" dir="ltr"><span style="font-size:16px;font-family:'Times New Roman';color:#000000;background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline;"> </span></p>
<div id="attachment_803" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-803" title="elevador ufasa" src="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/05/elevador-ufasa-300x225.jpg" alt="Elevador que desde a inauguração do Bloco A, esteve sempre interditado." width="300" height="225" /><p class="wp-caption-text">Elevador que desde a inauguração do Bloco A, esteve sempre interditado.</p></div>
<p>O Núcleo de Acessibilidade e Inclusão Sensibiliza (<a href="http://www.prograd.uff.br/sensibiliza"><span style="font-size:16px;font-family:'Times New Roman';color:#0000ff;background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:underline;vertical-align:baseline;">NAIS</span></a><span style="font-size:16px;font-family:'Times New Roman';color:#000000;background-color:transparent;font-weight:normal;font-style:normal;font-variant:normal;text-decoration:none;vertical-align:baseline;">)  planeja para 2012, entre vários projetos, a criação de uma Comissão  Permanente de Acessibilidade, com a função de analisar, incentivar,  fiscalizar e promover a acessibilidade em todas as dependências da UFF. O  núcleo, cuja coordenação agora está a cargo de Lucília Machado,  deficiente física, prevê ainda um censo dos estudantes, professores e  funcionários com necessidades especiais, e a continuidade das obras,  para eliminar de vez as barreiras arquitetônicas e facilitar a  circulação e integração de todos na universidade.</span></p>
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		<title>Como pensar a questão racial no Brasil?</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 00:36:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uninclusao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Social]]></category>
		<category><![CDATA[Étnica]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Maria Eduarda Chagas

O Supremo Tribunal Federal votou, no dia 26 de abril, pela constitucionalidade do sistema de cotas raciais ( http://glo.bo/IfnWYG) adotado como um dos critérios de seleção de alunos para universidades que optam pela alternativa. A Universidade Federal Fluminense (UFF) é uma delas. Para Márcia Pessanha, coordenadora do Programa de Educação sobre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color: #888888;">Por Maria Eduarda Chagas<br />
</span></em></p>
<p>O Supremo Tribunal Federal votou, no dia 26 de abril, pela constitucionalidade do sistema de cotas raciais ( <a href="http://glo.bo/IfnWYG">http://glo.bo/IfnWYG</a>) adotado como um dos critérios de seleção de alunos para universidades que optam pela alternativa. A Universidade Federal Fluminense (UFF) é uma delas. Para Márcia Pessanha, coordenadora do Programa de Educação sobre o Negro na Sociedade Brasileira (<a href="www.uff.br/penesb/novosite/" target="_blank">Penesb</a>), no entanto, a questão polêmica merece ser aprofundada em debates com a sociedade, ao invés de ficar somente no âmbito da justiça.</p>
<div id="attachment_787" class="wp-caption alignleft" style="width: 226px"><img class="size-medium wp-image-787" title="IMG_6682" src="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/05/IMG_6682-300x200.jpg" alt="IMG_6682" width="216" height="144" /><p class="wp-caption-text">Márcia Pessanha, coordenadora do PENESB</p></div>
<p>Criado em 1995 e vinculado à Faculdade de Educação da UFF, o programa oferece cursos de extensão e orienta pesquisas sobre a temática étnico-racial. Márcia esclarece que o Penesb tem como principal objetivo avaliar a situação do negro na sociedade brasileira e apontar formas de inclusão.</p>
<p>Para pensar sobre a inclusão do negro na universidade, o PENESB desenvolve atualmente uma pesquisa sobre o <em>Acesso aos cursos de graduação da UFF com enfoque na questão racial: análise de dados. </em>A proposta é fazer um mapeamento para ver o percentual de negros que não foram classificados no vestibular e ver por que cursos eles se interessam mais. “Pedagogia e Serviço Social, por exemplo, têm mais negros. Já Medicina e Odontologia, menos”, explica Márcia. A ideia, então, seria pensar nas cotas de acordo com a demanda de cada curso e propor alternativas.</p>
<p>Para além da questão das cotas, o Penesb pretende promover a inclusão do negro principalmente através dos cursos de extensão, voltados para professores do ensino básico. O curso surgiu para atender às diretrizes da Lei 10.639, de 2003, que torna obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira nas escolas. Luciano de Souza Cruz, mestrando em educação que trabalhano projeto, esclarece que os professores concluem o curso mais preparados para tratar da questão racial em sala de aula. “O curso se dirige a esses profissionais porque eles são os formadores de opinião que lidam diariamente com jovens e adolescentes”, afirma.</p>
<div id="attachment_788" class="wp-caption alignright" style="width: 204px"><img class="size-medium wp-image-788" title="IMG_6684" src="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/05/IMG_6684-300x200.jpg" alt="Luciano de Souza Cruz" width="194" height="128" /><p class="wp-caption-text">Luciano de Souza Cruz</p></div>
<p>Neste ano, o Penesb oferecerá o curso nas cidades fluminenses de Três Rios, Angra dos Reis, Rio Bonito, Iguaba e São Gonçalo. As aulas estão previstas para começar entre os meses de julho e setembro e têm duração de sete meses.</p>
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		<title>Escola de Inclusão capacita futuros professores para lidar com alunos especiais</title>
		<link>http://www.uff.br/uninclusao/?p=771</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Feb 2012 22:09:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luciana Pacheco</dc:creator>
				<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Escola de Inclusão]]></category>
		<category><![CDATA[UFF]]></category>

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		<description><![CDATA[Financiada pelo MEC, a Escola de Inclusão é um programa que capacita estudantes dos cursos de licenciatura da UFF para lidar com alunos portadores de deficiência física, através de novas abordagens e linguagem diferenciada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color: #888888;">Por Elena Wesley e João Filipe Passos</span></em></p>
<div id="attachment_772" class="wp-caption alignright" style="width: 230px"><a href="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/02/escola-de-inclusao.jpg"><img class="size-full wp-image-772" title="escola-de-inclusao" src="http://www.uff.br/uninclusao/wp-content/uploads/2012/02/escola-de-inclusao.jpg" alt="(Imagem: Divulgação)" width="220" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">(Imagem: Divulgação)</p></div>
<p>A Constituição garante o direito à educação a todos os brasileiros, mas as escolas ainda não estão preparadas para receber pessoas com deficiência de forma satisfatória. Preocupada com esta demanda, a professora Cristina Delou coordena desde 2008 a Escola de Inclusão. Financiado pelo MEC nos últimos três anos, o programa de extensão da Universidade Federal Fluminense tem como objetivo capacitar alunos dos cursos de licenciatura da UFF a lidar com esse público, através de novas abordagens e linguagem diferenciada.</p>
<p>Durante uma semana de aulas intensivas, os participantes aprendem braile e libras, os códigos necessários para a comunicação com os deficientes visuais e auditivos, e criam materiais didáticos acessíveis para transmitir conteúdos de diversas disciplinas. Após dominar estes recursos, os graduandos se dedicam a passar o conhecimento a outros profissionais de ensino, como professores, funcionários de museus e ativistas de ONGs.</p>
<p>Isabelle Mazza, da área de Biologia, atua na produção dos materiais adaptados. Ela afirma que a Escola preza pelo uso de matérias-primas de baixo custo, para que cada professor possa elaborar seus próprios recursos interativos. “O mínimo de conhecimento de braile e libras vai ser fundamental pra esse sucesso do aluno com deficiência ou com alguma necessidade educacional especial”, salienta.</p>
<p>Isabelle Mazza apresenta jogos de tabuleiro adaptados:<br />
<p><a href="http://www.uff.br/uninclusao/?p=771"><em>Clique aqui para assistir o vídeo inserido.</em></a></p></p>
<p>Os universitários que participaram do curso intensivo em julho multiplicaram o aprendizado com a comunidade durante a Semana Acadêmica de 2011, realizada em outubro. Todas as áreas foram ministradas por alunos em 40 horas de aula. Mestrandas em Pedagogia – entre elas uma deficiente visual – se responsabilizaram por braile e libras, enquanto um mestrando em Biologia e outro em Geografia criaram materiais didáticos acessíveis. Um doutorando em Biologia das Interações de Tecnologias Assistivas explicou como cegos e surdos podem utilizar o computador. Os cursos de Física e Matemática contribuíram com a robótica educativa, que faz reproduções em miniatura de grandes equipamentos da vida real para cegos.</p>
<h4><strong>Novos projetos</strong></h4>
<p>Em 2012 a professora Cristina Delou deseja ampliar a atuação da Escola de Inclusão. A idéia é de criar também um curso de mestrado. A coordenadora pretende seguir o modelo atual, que tem garantido <a href="http://www.youtube.com/watch?v=O7OEeX3CcoQ">ótimos resultados</a>. As inscrições para os graduandos em licenciaturas estarão abertas nos próximos meses deste ano, mas os interessados já podem entrar em contato com o programa pelo email <a href="mailto:escoladeinclusao@gmail.com">escoladeinclusao@gmail.com</a>.</p>
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