HANSENÍASE OU LEPRA 

INFORMAÇÃO COMO PROFILAXIA

 

                           

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Exames Complementares

 

Baciloscopia

É a pesquisa  direta do M. leprae, a partir quatro locais diferentes. Material  coletado da lesão é obrigatório, podendo-se coletar de outros locais como: lobos auriculares e cotovelos. É feita uma pressão e uma pequena incisão , raspando-se a parede da incisão e transferindo o material para lâmina , após secagem o material é fixado. Assim, é possível diferenciá-lo do Mycobacterium tuberculosis . A coloração  é feita pelo método de Ziehl-Neelsen e o resultado  apresenta-se o  sob a forma de índice baciloscópico (IB), numa escala que vai de 0 a 6+. A baciloscopia mostra-se negativa (IB=0) nas formas tuberculóide e indeterminada, fortemente positiva na forma virchowiana e revela resultado variável na forma dimorfa. A baciloscopia possui grande importância no diagnóstico, é de fácil execução, baixo custo, e é também  importante por distinguir os doentes em dois grupos:

  - Paucibacilares: Nenhum bacilo é encontrado. Corresponde ás formas  indeterminada e tuberculóide. Menos de 5 lesões de pele e/ou apenas um tronco nervoso acometido.

 - Multibacilares: São encontrados um ou mais bacilos. Às vezes se encontram, globias, que são aglomerados de  bacilos; corresponde às formas dimorfa e virchowiana. 5 ou mais lesões de pele e/ou mais de um tronco nervoso acometido.

 Teste de Mitsuda

Possui valor prognóstico e é recomendado para distinção dos casos neurais que não apresentam lesão cutânea, para classificação da doença. O teste é feito pela aplicação intradérmica de 0,1 ml de mitsudina na face anterior do antebraço direito, formando-se uma pápula com cerca de 1cm de diâmetro. Sendo feita a leitura após 21 e 28 dias.

Outros Exames

 

O exame histopatógico de pele  é  solicitado em casos em que há dúvidas diagnósticas ou na classificação, e indica-se a biópsia do nervo em casos especiais, quando há dúvida no diagnóstico diferencial com outras neuropatias sendo feito por um especialista. Existem ainda  provas complementares que são o teste da histamina e da pilocarpina. São de fácil realização.

A identificação do M. leprae pela reação em cadeia da polimerase (PCR) tem sido estudada em centros de pesquisa, mas não é realizada rotineiramente, por ser de alto custo.

 

 

 

 

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