HANSENÍASE OU LEPRA 

INFORMAÇÃO COMO PROFILAXIA

 

                           

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Diagnóstico

 

Para o diagnóstico da hanseníase devem ser observados diversos aspectos como: aspectos clínicos, imunológicos, histológicos e a baciloscopia. A existência  de pelo menos dois dos sinais descritos abaixo,  sugere  fortemente a Doença, principalmente em um país endêmico, como o Brasil. São eles:

- lesões  hipo/anestésicas de pele;

- espessamento de troncos nervosos periféricos;

- presença de M. leprae em esfregaços de raspado de pele/ baciloscopia positiva.

É feito ainda a  palpação de nervos e sua avaliação funcional  com o objetivo de pesquisar possíveis alterações neurológicas provocadas pela Hanseníase.  Avalia-se o calibre do nervo em comparação com o contra-lateral, a presença de dor, fibrose ou nodulações. Os nervos comumente avaliados são: nos membros superiores, o nervo ulnar, o mediano, radial e radial cutâneo; nos membros inferiores, o tibial posterior e o fibular comum; no segmento cefálico, o grande auricular e o nervo facial que é motor e não é palpável. Também é feita  a avaliação da função motora de grupos musculares específicos  principalmente nos pacientes em tratamento,  para a detecção precoce de incapacidades. Seqüelas bem definidas podem ser encontradas já no período do diagnóstico, tais como: paralisia facial do tipo periférico unilateral ou bilateral, ou paralisia do ramo orbicular do nervo zigomático, provocando o lagoftalmo,  epífora e exposição da córnea; mão em garra (garra do quarto e quinto quirodátilos ou garra completa); mão caída; pé caído, garra de artelhos que pode ser acompanhada do mal perfurante plantar.   

Uma maneira de medir imunidade celular "in vivo" do hospedeiro á Hanseníase é com o Teste de Mitsuda (reação à lepromina). Este é um teste  cutâneo não específico que mede a reação à lepromina (M. leprae autoclavado ou extraído). O teste é negativo na hanseníase virchoviana e positivo na hanseníase tuberculóide.   

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