Estudos Linguísticos
 

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

INSTITUTO DE LETRAS

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS DE LINGUAGEM

MESTRADO E DOUTORADO EM ESTUDOS DE LINGUAGEM

DISCIPLINA: Teorias e ensino de leitura

PERÍODO: 2º semestre de 2010

HORÁRIO: s feiras – 13h às 17 horas

DOCENTE: Beatriz dos Santos Feres

LINHA DE PESQUISA: Estudos aplicados de linguagem

CURSO: LEITURA, FRUIÇÃO E ENSINO: ASPECTOS DISCURSIVOS, COGNITIVOS E AFETIVOS

Ementa: O ato de ler. Letramento e leiturização. Leitura, criticidade e formação do leitor. A perspectiva semiolinguística: estratégias de leitura, compreensão e interpretação; competência de linguagem e autonomia leitora; os níveis de construção do sentido textual - a superfície, o discurso e a situação comunicativa. Inferenciação e leitura. O lógico e o analógico no processamento significativo. A Semiótica de Peirce e a visão triádica da significação. A semiose poética e a leitura. Uma competência para a fruição. Iconicidade e cognição. A patemização como efeito de sentido: o “sentimento” do texto.

Bibliografia básica:

1.      CHARAUDEAU, Patrick. Linguagem e discurso. São Paulo: Contexto, 2008.

2.      ___________. Langue, discours et identité culturelle. In: Ela: revue trimestrielle de didactologie des langues-cultures. Paris: Klincksieck, 2001/3-4 - N°123. p. 341-348.

3.      ___________; MAINGUENEAU, Dominique. Dicionário de Análise do Discurso. São Paulo: Contexto, 2004.

4.      GERALDI, Wanderley (org.). Portos de Passagem. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

5.      JOUVE, Vincent. A leitura. São Paulo: Editora UNESP, 2002.

6.      KOCH, Ingedore. A inter-ação pela linguagem. 5.ed. São Paulo: Contexto, 2000.

7.      MAINGUENEAU, Dominique. Análise de textos de comunicação. São Paulo: Cortez, 2001.

8.      MARCUSCHI, Luiz Antônio. Cognição, linguagem e práticas interacionais. Rio de Janeiro: Lucerna, 2007.

9.       MENDES, Emília; MACHADO, Ida Lúcia (orgs.) As emoções no discurso. Vol.II Campinhas, SP: Mercado de Letras, 2010.

10.  PIGNATARI, Décio. O que é comunicação poética. 8.ed. Cotia - São Paulo: Ateliê Editorial, 2004 a.

11.  ____________. Semiótica e literatura. 6.ed. Cotia - São Paulo: Ateliê Editorial, 2004 b.

12.  SANTAELLA, Lúcia. A teoria geral dos signos: como as linguagens significam as coisas. São Paulo: Editora Pioneira, 2000.

13.  SILVA, Ezequiel Theodoro da. O ato de ler: fundamentos psicológicos para uma nova pedagogia da leitura. 8.ed.São Paulo: Cortez, 2000.

14.  ___________. Criticidade e leitura: ensaios. Campinas, SP: Mercado de letras/ALB, 1998.

15.  SOARES, Magda Becker. Letramento: um tema em três gêneros. 2.ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2006.

 

DISCIPLINA: História das Idéias Lingüísticas

PERÍODO: 2010.2

DIA E HORÁRIO: terça-feira, 13 às 17h

DOCENTE: Bethania Mariani

LINHA DE PESQUISA: Teoria e Análise Linguística

CURSO: História das Idéias Lingüísticas: perspectiva da Análise do Discurso

Ementa:

Ideias lingüísticas. O que é fazer história das ideias lingüísticas: conceitos e metodologia com base na análise do discurso.  Ideias lingüísticas no Brasil e sua história. Políticas de línguas, ética das línguas. Língua portuguesa para além do Brasil. Outras perspectivas.

 BIBLIOGRAFIA:

ALTMAN, Cristina. A pesquisa lingüística no Brasil (1968-1988). São Paulo: Humanitas, 1998.

AUROUX, Sylvain. A revolução tecnológica da gramatização. Campinas, Ed. da UNICAMP, 1992.

__________ (org.). Histoire des idées linguistiques, TOME 1 ET 2.  LièGE: Bruxelles: Pierre MARDAGA.

BASTOS, Neusa; PALMA, Dieli V (org.). História entrelaçada: a construção de gramáticas e o ensino de língua portuguesa do século XVI ao XIX. Rio de Janeiro: Lucerna, 2004.

CAVALIERE, Ricardo. Fonologia e morfologia na gramática científica brasileira. Niterói: EdUFF, 2000.

CAVALIERE, Ricardo. Uma proposta de periodização dos estudos lingüísticos no Brasil. Confluência. Rio de Janeiro: Liceu Literário Português, n. 23, 2002.

DIAS, Luiz Francisco. Os sentidos do idioma nacional; as bases enunciativas do nacionalismo lingüístico no Brasil. Campinas, SP: Pontes, 1996.

ELIA, Sílvio. Os estudos filológicos no Brasil. ELIA, Sílvio. In: Ensaios de filologia e lingüística. Rio de Janeiro: Grifo, 1975.

FÁVERO, Leonor Lopes.  As concepções lingüísticas no século XVIII; a gramática portuguesa.  Campinas, SP: Ed. Da Unicamp, 1996.

FÁVERO, Leonor Lopes; MOLINA, Márcia A.G. As concepções lingüísticas no século XIX. Rio de Janeiro: Lucerna, 2006.

GUIMARÃES, Eduardo. Semântica do acontecimento.  Campinas, Pontes, 2002.

Brasil, pais multilíngüe. In Ciência e cultura: línguas do Brasil. Ano 57,no. 2, 2005

GUIMARÃES, Eduardo. História da semântica: sujeito, sentido e gramática no Brasil. Campinas/São Paulo: Pontes, 2004.

GUIMARÃES, Eduardo. Sinopse dos estudos do português no Brasil. In: GUIMARÃES, Eduardo; ORLANDI, Eni (orgs.). Língua e cidadania: o português no Brasil. Campinas: Pontes, 1996.

GUIMARÃES, Eduardo; ORLANDI, Eni. (orgs). Língua e cidadania: o português no Brasil. Campinas: Pontes, 1996.

GUIMARÃES, Eduardo; ORLANDI, Eni. (editores). Revista LÍNGUAS E INSTRUMENTOS LINGÜÍSTICOS. Números 1 a 17.  Campinas, SP: Pontes Editores, 1997 a 2010.

 

KOERNER, Konrad. Persistent issues in linguistic historiography. In: KOERNER, Konrad. Professing linguistic historiography. Amsterdam/Philadelphia: John Benjamins Publishing Company, 1995.

KOERNER, Konrad. Practicing linguistic historiography: selected essays. Amsterdam/Philadelphia: John Benjamins Publishing Company, 1989.

MARIANI, Bethania. Colonização Lingüística: línguas, política e religião no Brasil (séculos XVI a XVIII) e nos Estados Unidos da América (século XVIII). Campinas, SP: Pontes, 2004.

MARIANI, Bethania e MEDEIROS, Vanise G.  Ideias lingüísticas: formulação e circulação no Período JK.  Campinas, RG Editora, 2010.

NUNES, José Horta.  Dicionários no Brasil: análise e história do século XVI ao XIX. Ca,pinas, SP: Pontes; São José do Rio Preto, SP: FAPERP; SP: FAPESP, 2006.

ORLANDI, Eni. Política lingüística na América Latina.  Campinas, SP: pontes, 1988.

__________. Terra à vista: discurso do confronto: velho e novo mundo. São Paulo: Cortez; Campinas, SP: Ed. Da UNICAMP, 1990.

__________. Língua e conhecimento lingüístico: para uma história das idéias no Brasil.  São Paulo, Cortez Editora, 2002.

__________ (org). História das Idéias Lingüísticas: construção do saber metalingüístico e constituição da língua nacional. Campinas: Pontes, 2002.

__________. Interpretação: autoria, leitura e efeitos do trabalho simbólico. Campinas, SP: Pontes, 2004.

__________. Política lingüística.  Campinas, SP: Pontes, 2007.

ORLANDI, Eni; GUIMARÃES, Eduardo (orgs.).  Língua e cidadania: o portugu6es no Brasil. Campinas, SP: Pontes, 1996.

__________. Institucionalização dos estudos da linguagem: a disciplinarização das idéias lingüísticas. Campinas, SP: Pontes, 2002.

PAYER, Maria Onice. Memória da língua; imigração e nacionalidade. SP: Escuta, 2006.

PÊCHEUX, Michel. A língua inatingível: o discurso na história da lingüística. Campinas: Pontes, 2004. [tradução de Bethania Mariani e Maria Elizabeth Chaves de Mello de La langue introuvable, 1982.].

PETERS, Margarida; NUNES, José Horta.  História do saber lexical e constituição de um léxico brasileiro. Campinas, SP: Pontes; SP: Humanitas/ FFCH/USP, 2002.

SWIGGERS, Pierre. Reflections on (models for) linguistic historiography. In: HÜLLEN, W. (ed.). Understanding the historiography of linguistics. Münster: Nodus, 1990. p. 21-34.

SWIGGERS, Pierre; VANVOLSEM, Serge. Les premières grammaires vernaculaires de l'italien, de l'espagnol et du portugais. Histoire-Epistémologie-Langage. v. 9, n. 1, 1987, p. 157-181.

ZOPPI, Monica. O português do Brasil como língua transnacional. Campinas, RG Editora, 2010. 

 

 

DISCIPLINA: Análise do discurso

PERÍODO: 2º semestre de 2010

HORÁRIO: 4ª feira, de 14 às 18h

DOCENTE: Del Carmen Daher

LINHA DE PESQUISA: Teoria do Texto, do Discurso e da Interação

CURSO: Análise do discurso e teoria  da enunciação.

 Ementa:

A teoria da enunciação: fundamentos epistemológicos. Os estudos lingüísticos e a perspectiva interdisciplinar: marcos da lingüística da enunciação. O lugar da descrição lingüística nos estudos enunciativos.  Abordagem conteudística e abordagens discursivas. A Análise do Discurso e as teorias da enunciação. A pesquisa em Análise do Discurso, questões teórico-metodológicas. Análise de corpora a partir de suporte teórico-metodológico da Análise do Discurso de base enunciativa.

 Bibliografia básica:

BAKHTIN, M. (1929). Marxismo e filosofia da linguagem. São Paulo: Hucitec.

–––––. (1992). A estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes.

BARDIN, L. Análise do conteúdo. Lisboa: Ed. 79, 2004.

BENVENISTE, E. Problemas de lingüística general I. Madrid, México: Siglo Veintiuno Editores, 1993.

_____. Problemas de linguística geral II, Campinas, SP: Pontes, 1989.

BRANDÃO, H. H. N.(1991). Introdução à análise do discurso. Campinas: Unicamp.

BRAIT, B. Estudos enunciativos no Brasil: história e perspectivas. São Paulo: Pontes: Fapesp, 2001.

FLORES, V.do N. ET alii (Orgs.). Enunciação e gramática. São Paulo: Contexto, 2008.

_____.; _____. Dicionário de lingüística da enunciação. São Paulo: Copntexto, 2009.

GARCÍA NEGRONI, M.M.; TORDESILLAS COLADO, M. La enunciación en la lengua: de la deixis a la polifonía. Madrid: Gredos, 2001.

INDURSKY, F. Reflexões sobre a linguagem: de Bakhtin à Análise do discurso. In: Línguas e instrumentos lingüísticos, v.4/5. Campinas, SP: Pontes, 2000.

MAINGUENEAU, D. (1989). Novas tendências em Análise do discurso. Campinas: Pontes.

_____. (2001). Análise de textos de comunicação. Trad. de Cecília P de Souza e Silva, Décio Rocha. São Paulo: Cortez.

_____. (2005). Gênese dos discursos. Trad. de Sírio Possenti. Curitiba: Criar.

POSSENTI, S. Teoria do discurso: um caso de múltiplas rupturas. In: MUSSALIM, F.; BENTES, A.C. Introdução à lingüística: fundamentos epistemológicos 3. São Paulo: Cortez, 2004.

ROCHA, D. (2006). Representação e intervenção: produção de subjetividade na linguagem. Gragoatá, vol 21. Niterói: ed. da UFF.

_____. Deusdará, B. (2006). Análise de Conteúdo e Análise do Discurso: o lingüístico e seu entorno. D.E.L.T.A., LAEL, PUC-SP, vol. 22, n. 1. São Paulo: EDUC.

TEIXEIRA, M.; FLORES, V. do N. Introdução a Lingüística da Enunciação, SP: Contexto.

 

 

DISCIPLINA: METODOLOGIA DE PESQUISA

PERÍODO: 2º semestre de 2010

Horário: Quarta-feira – 14h-18h

DOCENTE: Eduardo Kenedy Nunes Areas

 Ementa

Etapas preliminares da pesquisa linguística: tema, objeto, objetivos, hipóteses e problemas. A relação entre método de pesquisa e orientação teórica. Organização e tratamento de corpora. A linguagem técnico-científica. O texto acadêmico: normas gerais e elementos constitutivos. Elaboração de projeto de pesquisa.

 BIBLIOGRAFIA 

1      ABNT- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORAS TÉCNICAS. NBR 6023. Informação e documentação – CASTRO, M.F.P. de (org.) O método e do dado no estudo da linguagem. São Paulo: UNICAMP, 1996.

2      CHARAUDEAU, Patrick. Linguagem e discurso: modos de organização. São Paulo: Contexto, 2008.

3      CHIZZOTTI, A. Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais. São Paulo: Cortez, 1991.

4      DELTA – Documentação de  Estudos em Lingüística Teórica e Aplicada. São Paulo: EDUC, vol.15 nº especial, 1999.

5      DEMO, P. Pesquisa e construção do conhecimento.Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1996.

6      ECO, H. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 1988.

7      GEWANDSZNAJDER, F. O que é o método científico. São Paulo: Livraria Pioneira

8      GIL, A.C. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Atlas, 1995

9      HENRIQUES, Cláudio Cezar; SIMÕES, Darcília. A redação de trabalhos acadêmicos: teoria e prática. 4. ed. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2008.

10  HÜHNE, L. Metodologia Científica: Caderno de Textos e Técnicas. Rio de Janeiro: Agir, 1992.

11  LAKATOS, E. M. Fundamentos da  metodologia científica. São Paulo: Atlas, 1991 (3.ed).

12  LAKATOS, E. et al.  Metodologia do Trabalho Científico. 3.ed. São Paulo:Atlas, 1990.

13  LAKATOS, E. et al.  Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 1995.

14  LEIBRUDER, Ana Paula. O discurso da divulgação científica. In: BRANDÃO, Helena Nagamine (Org.). Gêneros do discurso na escola: mito, conto, cordel, discurso político, divulgação científica. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2001. p. 229-253. 

15  LOOSE, J. A historical introduction to the philosophy of science. Oxford: Oxford University Press, 1993 (3.ed.)

16  MARCUSCHI, L.A. Aspectos da questão metodológica na análise verbal: o continuum qualitativo-cuantitativo. Revista Latinoamericana de  Estudios del Discurso.Venezuela, Columen 1, Número 1, 2001 (23-42).

17  MOIRAND, D. Des choix méthodologiques pour une linguistique de  discours comparative. Langages 105. Paris: Larousse, 1992.

18  VERSCHUEREN, J. ÖSTMAN, J. BLOMMAERT, J. Handbook of Pragmatics Manual.Amsderdam: John Benjamins, 1997.

19  MARCUSCHI, Luiz Antônio. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO, A. P.; MACHADO, A. R.; BEZERRA, M. A. (Org). Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002. p. 19-36.

20  MACHADO, Anna Rachel; LOUSADA, Eliane; ABREU-TARDELLI, Lília Santos. Planejar gêneros acadêmicos. São Paulo: Parábola, 2005.  (os outros dois para Cláudia) – resumos e teses.

21  PERELMAN, Chaïm; OLBRECHTS-TYTECA, Lucie. Tratado de argumentação – a nova retórica. São Paulo: Martins Fontes, 2005.

22  SWALES, John M. Research genres - exploration and applications. Cambridge: Cambridge University Press, 2004.

  

 

DISCIPLINA: Aspectos semântico-pragmáticos da linguagem

PERÍODO: 2º semestre de 2010

HORÁRIO: terça-feira das 8h. às 12h.

DOCENTE: Jussara Abraçado

LINHA DE PESQUISA: Teoria e Análise Linguística

CURSO: Cognição e Gramaticalização

 Ementa: funções pragmáticas e a organização do discurso: tópico, sujeito, fluxo da informação, transitividade e relevância discursiva; relação entre gramática e cognição: iconicidade, prototipia, metáfora, metonímia; Gramaticalização: conceituação e limites, princípios e efeitos.

 Bibliografia básica

ABRAÇADO; J. A unidirecionalidade e o caráter gradual do processo de mudança por gramaticalização. SCRIPTA; V.9, Nº 18, 1º sem. 2006, p. 130-148.

________. O princípio da adjacência e o grau de integração entre verbo e objeto. DELTA, vol.17, no. 2, 2001. Disponível em:

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-44502001000200007 em 13/01/2008.

BRAGA, M. L. Tópico e Ordem Vocabular. Trabalho apresentado na 36a Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência. São Paulo, USP, 1984, pp. 199-222.

FAUCONNIER, G. & SWEETSER, E. (eds.) Spaces, world,s and grammar. Chicago: The University Chicago Press, 1996.

FALK, Y.N. Case: Interaction between Syntax and Discourse Grammar. Disponível em: http://www-csli.stanford.edu/publications/ em 13/01/2008.

FERREIRA, L. M. A; CEZÁRIO, M. M.; OLIVEIRA, M. R. de; MARTELOTTA, M. E.;

VOTRE, S. J. Uma abordagem pancrônica da sintaxe portuguesa. In: Gragoatá, nº 9, 2º semestre de 2000, p. 135-154.

 GIVÓN, T. (ed.) Syntax and Semantics, V. 12: Discourse and syntax, 1979a.

________. From discourse to syntax: Grammar as a processing strategy. (1979b). In: T. GIVÓN (ed.), 1979.

________. Functionalism and Grammar. Amsterdam, Benjamins, 1995.

HEINE, B. et alii. Grammaticalization: a conceptual framework. Chicago: The University of Chicago Press. 1991.

HOPPER, P. On some principles of grammaticization. IN: Traugott, e. e Heine, B (ed). Approaches to grammaticalization. 2 vols. Amsterdam: John Benjamins, 1991.

LAKOFF, G & JOHNSON, M. Metáforas da vida cotidiana. São Paulo: Mercado das Letras, 2002.

Marcuschi, L.A. Cognição, linguagem e práticas interacionais. Rio de Janeiro: Lucerna, 2007.

NEVES, M.H. DE M. Texto e gramática. São Paulo: Contexto. 2006.

 

DISCIPLINA: Ensino e aprendizagem de línguas

PERÍODO: 2.º semestre de 2010

DIA E HORÁRIO: terça-feira de 14 às 18h

DOCENTE: Maurício da Silva

LINHA DE PESQUISA: Estudos aplicados de linguagem

CURSO: Como ensinar a gramática normativa nas escolas do Brasil

Ementa:

O texto gramatical como objeto de leitura. O novo Acordo Ortográfico, acentuação gráfica, o uso do hífen, as classes de palavras, o período simples, o uso da vírgula, o uso do acento grave. 

BIBLIOGRAFIA:

 

AZEREDO, José Carlos. Fundamentos da gramática do português. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.

BECHARA, Evanildo. Moderna gramática português. 37. ed. Rio de Janeiro: Lucerna, 1999.

CUNHA, Celso F. da & CINTRA, Lindley. Gramática do português contemporâneo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1990.

CUNHA, Celso F. da. Gramática da língua portuguesa. 10.ed. Rio de Janeiro: MEC / FAE, 1984.

CUNHA, Celso F. da. Gramática de base.  2. ed. Rio de Janeiro: FENAME, 1981.

MOURA NEVES, Maria H. de. GA vertente grega da gramática tradicional. São Paulo: HUCITEC, 1987.

PERINI, Mário. Gramática descritiva do português. São Paulo: Ática, 1995.

ROCHA LIMA, Carlos H. da. Gramática normativa da língua portuguesa. Rio de Janeiro: José Olympio Editora, 1994.

SILVA, Maurício da. O Novo Acordo ortográfico e quejandos. Niterói: Intertexto 2009.

_________________. Língua Afiada, Niterói: Intertexto, 2005. 

(Outros títulos serão indicados ao longo do curso)

 

 

DISCIPLINA: Abordagens socioculturais na aprendizagem de línguas

PERÍODO: 2.º semestre de 2010

DIA E HORÁRIO: Segunda-feira de 15h às 19h

DOCENTE: Mônica Maria Guimarães Savedra

LINHA DE PESQUISA: Estudos aplicados de linguagem

CURSO: Línguas e culturas em contraste: Identidade e Representação Linguística

Ementa:

Sociolingüística e ensino de línguas. A dimensão sociocultural na aquisição e ensino de línguas e culturas de/em contado em comunidades bilingues e multilingues. Identidade e representação lingüística em contextos plurilingues e multiculturais. Planificação e política lingüística.

 BIBLIOGRAFIA:

(Outros títulos serão indicados ao longo do curso)

BARCELOS, A. et ABRAHÃO, M.H. Crenças e ensino de língua: foco no professor, no aluno e na formação de professores. Campinas: Pontes, 2006.

CALVET, L-J. Langues et développement: agir sur lês représentations?. Estudos de Sociolingüística I (1), 2000. PP.183-190.

CAVALLI, M (ED.) Langues, Bilinguisme et representations sociales au Val d’Aoste. Aoste: Tiopografia ITLA, 2003.

CENOZ, J. et GORTER, D. (ed.). Multilingualism and Minority Languages. AILA Rewiew. Volume 21, Amsterdam: John Benjamins Publisching Company, 2008.

COUTO, H.H. do. Liguistica, ecologia e ecolinguistica: contato de línguas. São Paulo: Contexto, 2009.

DAVIES, A. & ELDER, C. The Handbook of Applied Linguistics. Singapura: Blackwell Publishing Ltd, 2008.

GARCÍA, O. Bilingual Education in the 21st Century: a Global Perspective.  Singapura: Blackwell Publishing Ltd, 2009.

GORSKI, E. ET COELHO i. (ORG.) Sociolinguistica e ensino: Contribuições para a formação do professor de língua. Florianópolis: Editora da UFSC., 2005.

MUFWENE, S. Language Evolution: Contact, competition and change. New York: Continuum International Publishing Group, 2008.

SAVEDRA, M. et HEYE, J. (org.) Revista Palavra, 11.Número Temático: Línguas em contato.Rio de Janeiro: Editora Trarepa, 2003.

SAVEDRA, M. ET SALGADO, A.C. Sociolingüística no Brasil: uma contribuição dos estudos sobre línguas em/de contato..Rio de Janeiro: 7 Letras, 2009.

 

 

DISCIPLINA: Texto e Gêneros textuais

PERÍODO: 2º semestre de 2010

HORÁRIO: quinta-feira, 9h – 13h

DOCENTE: Norimar Júdice

LINHA DE PESQUISA: Teorias do Texto, do Discurso e da Interação

CURSO: Gêneros do domínio acadêmico

 Ementa:

Gêneros do domínio acadêmico: configuração, dinâmica e circulação. Estudo de gêneros que configuram ações de linguagem no domínio em questão, com foco nas habilidades implicadas em sua leitura e produção. 

Bibliografia  

BAZERMAN, Charles. Gênero, agência e escrita. HOFFNAGEL, J. C.; DIONÍSIO, A. P. (Orgs.). Trad. De Judith Chambliss Hoffnagel. São Paulo: Cortez, 2006.

BALTAR, Marcos. A competência discursiva escrita a partir dos gêneros textuais: uma proposta pedagógica para LPI. Trabalhos em Lingüística Aplicada, Campinas (45) 2: 175-186, jul./dez., 2006.

COUTINHO, Maria Antónia. Descrever gêneros de texto: resistências e estratégias. Anais do IV Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais, ag.de 2007.

______________________. A ordem do expor em géneros académicos do português europeu contemporâneo. Calidoscópio. Unisinos, v 2, n. 2, Unisinos, p. 9-15. Jul/dez 2004.

DELL’ISOLA, Regina. L. Péret. Retextualização de gêneros escritos. Rio de Janeiro: Lucerna, 2007.

GONÇALVES, Adair Vieira. O gênero seminário: uma prática de linguagem como objeto de ensino. Anais do V Simpósio Internacional de Estudos de Gêneros Textuais, ag. de 2009.

Guimarães, E. Expressão modalizadora no discurso de divulgação científica.  Educação e Linguagem, (4).5, p .65-77.

LIMA, Renira Lisboa de Moura; LIMA, Iracilda Moura. Contribuição para uma tipologia dos textos de divulgação científica. Palavras, Lisboa, (33), primavera de 2008.

MACHADO, Ana Rachel. Revisitando o conceito de resumos. In: DIONÍSIO ET al. Gêneros textuais e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2003.

MARCUSCHI, Luiz Antonio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. São Paulo: Cortez, 2001.

_________________.Produção textual, análise de gêneros e compreensão. Rio de Janeiro: Parábola, 2008.

MATENCIO, Maria de Lourdes Meireles. Atividades de (re) textualização em práticas acadêmicas: um estudo do resumo. Scripta, Belo Horizonte, ( 6) 11:p. 109-122, 2002.

MOTTA-ROTH, Desiree. (org.) Redação acadêmica. Santa Maria: Ed. da Universidade de Santa Maria, 2000.

MOTTA-ROTH, D. A importância do conceito de gêneros discursivos no ensino de redação acadêmica. Intercâmbio. n. 8. 1999. p. 119-128.

______. A construção social do gênero resenha acadêmica. In: MEURER, J. L.; MOTTAROTH, D. (orgs.). Gêneros textuais e práticas discursivas. Bauru, SP: EDUSC, 2002. p. 77-116.

______. Escritura, gêneros acadêmicos e construção do conhecimento. Disponível em:

<http://www.ufsm.br/labler/publi/escritur.htm>.

Ramires, Vicentina. Gêneros textuais e relações de poder na comunidade acadêmica. Veredas, Juiz de Fora (1): p. 66-79.

SCHNEUWLY, Bernard et al. Gêneros orais e escritos na escola. Trad. e org. de Roxane Rojo e Glaís de Sales Cordeiro. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2004.

 

 

DISCIPLINA: Tópicos em Gramática

PERÍODO: 2.º semestre de 2010

DIA E HORÁRIO: terça-feira, de 09h às 13h

DOCENTE: Paulo Antonio Pinheiro Correa

LINHA DE PESQUISA: Teoria e análise linguística

CURSO: Tópicos comparados da gramática do espanhol

 Ementa:

O português brasileiro e o espanhol são tradicionalmente considerados línguas tipologicamente próximas. Essa proximidade tipológica mascara, no entanto, vários processos gramaticais que diferenciam as duas línguas. Este curso se dedica a explorar esses processos para contribuir no esclarecimento do que seria ‘a real medida dessa proximidade’, no dizer de Kulikowsky e González (1999). No curso serão explorados os seguintes assuntos: a parametrização pro-drop do espanhol e suas consequências sintáticas, propriedades dos clíticos, relações anafóricas, ordem de palavras, dinâmica das dicotomias funcionais: tópico-comentário e foco-pressuposição, voz e reflexos sintáticos de formações discursivas contrárias em uma perspectiva discursiva comparada entre variedades do espanhol e o PB atual.

 

BIBLIOGRAFIA:

ARAÚJO JR, Benivaldo. 2006. “As passivas na produção escrita de brasileiros aprendizes de E/LE: Mais próximas do Espanhol ou do Português Brasileiro?” In: Anais do II Congresso Brasileiro de Hispanistas.

CAMPOS, Héctor 1999. Transitividad e intransitividad. En: Ignacio BOSQUE y Violeta DEMONTE (orgs.) Gramática descriptiva de la lengua española. Tomo II. Capítulo 24. Madrid. Espasa.

CORREA, Paulo. 2009. Estructuras atributivas de interlengua y la organización sintáctica del portugués y del español. Buenos Aires: Signo y Seña 20. pp.115-132.

_______. 2010. Dimensiones sintácticas del español. Maringá: Eduem.

_______. 2010b. Más allá de lo aparente. De la naturaleza de los pronombres en Portugués Brasileño y Español. A aparecer en: João Pessoa: Letr@ Viv@.

Número Especial – Formación de Profesores de Español.

FANJUL, Adrián. 2002. Português-Espanhol. Línguas próximas sob o olhar discursivo. São Paulo, Claraluz.

FERNÁNDEZ SORIANO, Olga. 1999. "El pronombre personal. Formas y distribuciones. Pronombres átonos y tónicos”. En: Bosque, Ignacio, e Demonte, Violeta (Orgs.): Gramática Descriptiva de la Lengua Española (3 vol.). Madrid: Espasa-Calpe.

GANCEDO ÁLVAREZ, María Alicia. 2006. Padrões sintáticos na Interlíngua. São Paulo: Estudos Lingüísticos (GEL) XXXV, pp. 1296-1302.

GONZÁLEZ, Neide.  2001. "La expresión de la persona en la producción de E/LE de estudiantes brasileños: perspectivas de análisis". En: Trouche, André, e Reis, Lívia: Hispanismo 2000. Brasília. Consejería de Educación de la Embajada de España en Brasil, pp. 239-255.

GROPPI, Mirta. 2001. "Opcionalidad de la duplicación de clíticos en espanhol". Em: Trouche, André, e Reis, Lívia: Hispanismo 2000. Brasília. Consejería de Educación de la Embajada de España en Brasil, pp. 230-238.

KATO, Mary. 2009. Comparando o português da América com o português de Portugal e com outras línguas. Em: www.estacaodaluz.org.br.

LUJÁN, Marta. 1999. Expresión y omisión del pronombre personal. En: Bosque, Ignacio, e Demonte, Violeta (Orgs.): Gramática Descriptiva de la Lengua Española (3 vol.). Madrid: Espasa-Calpe, p. 1275-1281.

PORROCHE BALLESTEROS, Margarita. 1999. Ser, estar y verbos de cambio. Madrid: Arco Libros.

SERRANI-INFANTE, Silvana. 2001. Resonancias discursivas y cortesía en prácticas de lecto-escritura. São Paulo: D.E.L.T.A., v. 17, n. 1, p. 31-46.

ZUBIZARRETA, María Luisa. 1999. Las funciones informativas: Tema y foco. In: BOSQUE, Ignacio; DEMONTE, Violeta (Orgs.). Gramática descriptiva de la lengua española. Madrid: Espasa-Calpe, 1999. p. 4215-4232.

 

 

DISCIPLINA: Ensino e aprendizagem de línguas

PERÍODO: 2.º semestre de 2010

DIA E HORÁRIO: terça feira, de 13h às 17h

DOCENTE: Rejane Teixeira Vidal

LINHA DE PESQUISA: Estudos aplicados de linguagem

CURSO: Instrução focada na forma, lingualização e consciência linguística

Obs. Essencial habilidade leitora em língua inglesa

Ementa: Examinar questões relativas à aprendizagem de língua estrangeira (LE) e ao desenvolvimento da interlíngua no que tange à precisão linguística em contexto de instrução focada na forma sob a ótica da teoria sociocultural e da noção de engajamento linguístico.

 BIBLIOGRAFIA: 

DOUGHTY, C. J. & WILLIAMS, J. (Eds.) 1998. Focus on form in classroom second language acquisition. Cambridge, CUP, 1998.

ELLIS, R. 2001. Introduction: Investigating form-focused instruction. Language Learning 51: Supplement 1, 1-46.

LANTOLF, J. P. (Ed.) 2000. Sociocultural theory and second language learning. Oxford, OUP.

LONG, M. H. Problems in SLA. New York: Lawrence Erlbaum, 2007.

MITCHELL, R. & MYLES, F. 2004. Second language learning theories. London, Arnold.

NORRIS, J. M. & ORTEGA, L. 2001. Does type of Instruction make a difference? Substantial findings from a meta-analytic review. Language Learning, 51, S1, 157-213.

SPADA, N. 1997. Form-focussed instruction and second language acquisition: A review of classroom and laboratory research. Language Teaching, 30, 73-87, Cambridge, CUP.

SVALBERG, A. M-L. 2007. Language awareness. State-of-the-art-article. Language Teaching, 40, 287-308, Cambridge: CUP, 2007.

SVALBERB, A. M.-L. 2009. Engagement with language: interrogating a construct? Language Awareness, 18, 3-4, 242-258.

SWAIN, M. 1985. Communicative Competence: Some roles of Comprehensible Input and Comprehensible Output in its Development. In Gass, S. & Madden, C. G. (Eds.). Input in Second Language Acquisition. Rowley, MA, Newbury House.

SWAIN, M. 2000. The output hypothesis and beyond: Mediating acquisition through collaborative dialogue. In James, P. Lantolf (Ed.) Sociocultural theory and second language learning. Oxford, OUP.

SWAIN, M. 2006. Languaging, agency and collaboration in advanced second language learning. In H. Byrnes, (Ed.), Advanced language learning: The contributions of Halliday and Vygotsky. London, UK: Continuum.

VANPATTEN, B. & WILLIAMS, J. (Eds.) 2007. Theories in second language acquisition: an introduction. New Jersey, Lawrence Erlbaum.

VIDAL, R. T. 2004. O diálogo colaborativo, individual ou em par, e o desenvolvimento da interlíngua em tarefas de metafala. Revista do ISAT, 3, 17-38, São Gonçalo, RJ, ICBEU.

VIDAL, R. T. 2007. Ensino-aprendizagem do foco na forma: retorno ou recomeço? The Especialist, 28, 2, São Paulo: Educ.

VYGOSTY, L. S. 2000. Pensamento e linguagem. São Paulo, Martins Fontes, 2ª. ed.

VYGOTSKY, L. S. 2000. A formação social da mente. São Paulo, Martins Fontes, 6a. ed.

(Outros títulos serão indicados ao longo do curso)

 

DISCIPLINA: Semiótica

PERÍODO: 2º semestre de 2010

HORÁRIO: 4ª feira, de 9 às 13h

DOCENTE: Renata Mancini

LINHA DE PESQUISA: Teoria do Texto, do Discurso e da Interação

CURSO: Questões de enunciação: persuasão e percepção

 Ementa

Dentre as questões atuais em debate pela semiótica francesa estão as variações tensivas e graduais e a presença dos elementos sensíveis na construção do sentido. Desse modo, a construção do sentido abarca não apenas as relações internas estabelecidas pelos elementos constitutivos de um enunciado – estratégias discursivas postas em prática por um enunciador - mas também os regimes de interação e a manipulação perceptiva que pretendem atingir o enunciatário. Por meio da análise de textos variados, o curso discutirá o modo como elementos de gestão do campo perceptivo, elementos de ordem sensorial e da ordem do sensível, para além do inteligível, atuam em sinergia para garantir o fazer persuasivo inerente ao ato de enunciar. 

Bibliografia básica

BARROS, Diana Luz Pessoa de. Teoria do discurso: fundamentos semióticos. São Paulo: Atual, 1988.

__________. Estudos do discurso. In: FIORIN, José Luiz (org.). Introdução à linguística. II. Princípios de análise. São Paulo: Contexto, 2003. p.187-219.

BERTRAND, Denis. Caminhos da semiótica literária. Bauru, SP: EdUSC, 2003.

DISCINI, Norma. O estilo nos textos. São Paulo: Contexto, 2003.

FIORIN, J. L. Elementos de análise do discurso. São Paulo: Contexto; EDUSP, 2005.

__________. Em busca do sentido: estudos discursivos. São Paulo: Contexto, 2008a.

__________. A semiótica discursiva. In: LARA, Gláucia Muniz Proença; MACHADO, Ida Lúcia; EMEDIATO, Wander (orgs.). Análises do discurso hoje, vol.1. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008b. p.121-144.

__________. O Éthos do enunciador. In: CORTINA, Arnaldo; MARCHEZAN, Renata (orgs.). Razões e sensibilidade: a semiótica em foco. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2004, p.117-137.

__________. A multiplicação dos ethe: a questão da heteronímia. In: MOTTA, Ana Raquel; SALGADO, Luciana. Ethos discursivo. São Paulo: Contexto, 2008, p. 55-69.

FONTANILLE, J., ZILBERBERG, C. Tensão e significação. São Paulo: Humanitas, 2001.

FONTANILLE, J. Semiótica do discurso. São Paulo: Contexto, 2007.

__________. Significação e visualidade: exercícios práticos. Porto Alegre: Editora Sulina, 2005.

GREIMAS, Algirdas Julien. Da imperfeição. São Paulo: Hacker, 2002.

GREIMAS, COURTÉS. Dicionário de semiótica. São Paulo: Contexto, 2008.

__________. Sémiotique 2: dictionnaire raisonné de la théorie du langage. Paris: Hachette, 1986.

MANCINI, Renata, SOUZA, Silvia e TROTTA, Mariana. Análise semiótica da propaganda Hitler, da Folha de São Paulo. In: Caderno de Discussão do Centro de Pesquisas Sociossemióticas. São Paulo, v.1, 2007.

MANCINI, Renata. A semiótica tensiva e o nouveau roman de Nathalie Sarraute. In: Revista Gragoatá. Niterói, n° 23, segundo semestre de 2007, p.79-94.

OLIVEIRA, Ana Claudia de; TEIXEIRA, Lucia (orgs.). Linguagens na comunicação: desenvolvimentos de semiótica sincrética. São Paulo: Estação das Letras e das Cores; CPS, 2009.

TATIT, Luiz. Musicando a semiótica: ensaios. São Paulo: Annablume, 1997.

__________. Análise semiótica através das letras. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001.

__________. A abordagem do texto. In: FIORIN, José Luiz (org.). Introdução à linguística. I. Objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2002. p.187-209.

VALÈRY, Paul. Poesia e pensamento abstrato. In: __________. Variedades. São Paulo: Iluminuras, 1991. p. 201-219.

ZILBERBERG, Claude. Remarques sur l’assiette tensive du rythme. 2001. Disponível em:

http://www.claudezilberberg.net

__________. As condições semióticas da mestiçagem. In: CAÑIZAL, Eduardo; CAETANO, Kati Eliana (orgs.). O olhar à deriva: mídia, significação e cultura. São Paulo: Annablume, 2004. p. 69-102.

__________. Razão e poética do sentido. São Paulo: EDUSP, 2006.

__________. Síntese da gramática tensiva. Trad. Luiz Tatit e Ivã Carlos Lopes. In: Significação, 25. São Paulo: Annablume, jun.2006. p.163-204.

__________. Eléments de grammaire tensive. Limoges: PULIM, 2006.

 

 

 

DISCIPLINA: História das Idéias Linguísticas

PERÍODO: 2º semestre de 2010

HORÁRIO: Quinta-feira, de 13h a 17 h

DOCENTE: Ricardo Cavaliere

LINHA DE PESQUISA: Teoria e Análise Lingüística

CURSO: Estudos Sintáticos na Tradição Gramatical Brasileira: da Gramática Científica ao Estruturalismo

Ementa: Princípios teóricos e metodológicos da Historiografia da Lingüística. Historiografia da gramática no Brasil. Teorias sintáticas nas gramáticas brasileiras do século XIX e do século XX. A sintaxe no organograma gramatical. Análise lógica, sintática e relacional. Descrição sintática do português: tradição gramatical e propostas inovadoras. Fontes teóricas da sintaxe no Brasil.

 Bibliografia resumida:

1.        ALI, Manuel Said, Dificuldades da língua portuguesa. 6 ed. Rio de Janeiro: Livraria Acadêmica, 1966.

2.        AUROUX, Sylvain. Histoire des idées linguistiques. 2 vols. Brussels: Pierre Mardaga. 1989, 1992.

3.        BASTOS, Neusa Barbosa; PALMA, Dieli Vesaro. (Org.). História Entrelaçada: a construção de gramáticas e o ensino de língua portuguesa do século XVI ao XIX. Rio de Janeiro, 2004.

4.        CÂMARA, JR. Joaquim Mattoso. Princípios de lingüística geral. Rio de Janeiro: F. Briguiet, 1942.

5.        CAVALIERE, Ricardo. Fonologia e morfologia na gramática científica brasileira. Niterói: Eduff, 2000.

6.        ELIA, Sílvio. Os estudos filológicos no Brasil. In: ____. Ensaios de Filologia e Lingüística. Rio de Janeiro, Grifo, 1975.

7.        FÁVERO, Leonor L. e MOLINA, Márcia A. G. As concepções lingüísticas no século XIX : a gramática no Brasil. Rio de Janeiro: Lucerna, 2006.

8.        KOERNER, E. F. Konrad. Linguistic historiography: projects & prospects. Amsterdam & Philadelphia: John Benjamins, 1999.

9.        ____. Practicing linguistic historiography: selected essays. Amster-dam & Philadelphia: John Benjamins, 1989.

10.     NASCENTES, Antenor. O idioma nacional. 3 ed. Rio de Janeiro: Livraria Acadêmica, 1960.

11.     REIS, Francisco Sotero dos. Grammatica portugueza accomodada aos principios geraes da palavra, seguidos de immediata applicação pratica. 2 ed. revista, corrigida e annotada por Francisco Sotero dos Reis e Americo Vespucio dos Reis. São Luiz: Typ. de R. d’Almeida, 1871.

12.     RIBEIRO, João. Grammatica portugueza (curso superior). 14 ed. Rio de Janeiro

13.   SWIGGERS, Pierre. Histoire de la pensée linguistique: analyse du langage et réflexion linguistique dans la culture occidentale, de l'Antiquité au XXe. siècle. Paris: PUF, 1999.

14.     MACIEL, Maximino de Araujo. Grammatica descriptiva. 8.ed. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, l922.

15.     OITICICA, José. Manual de análise (léxica e sintática). 10. ed. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves, Fundação Caloustre Gulbenkian, tradução portuguesa de Maria Luisa Schemann, 1966.

 

DISCIPLINA: Teorias Linguísticas

PERÍODO: 2º semestre de 2010

HORÁRIO: quarta-feira das 8:30h. às 12:30h.

DOCENTE: Solange Coelho Vereza

LINHA DE PESQUISA: Núcleo Comum

 Ementa: A trajetória das idéias e das teorias linguísticas no Ocidente. As concepções formal, funcional e discursiva nas ciências da linguagem: domínios, contrastes e interfaces. O estado da arte na pesquisa linguística: tendências e desafios.

 Programa:

 A.    A trajetória das idéias e das teorias linguísticas no Ocidente:

1.      Os Estudos sobre linguagem na Grécia e em Roma.

2.      Os Estudos Gramaticais no Renascimento.

3.      A perspectiva histórica no século XIX: O método histórico-comparativo e os neogramáticos.

B.    A concepção formal nas ciências da linguagem:

1.      Saussure: Curso de Linguística Geral: principais conceitos

2-      O gerativismo: Princípios e Parâmetros

3-      A sociolinguística

4-      Teorias sociognitivas

C.    A concepção funcional nas ciências da linguagem:

1.      O funcionalismo

2.      Martinet, Jakobson, Halliday e Simon Dik.

D.    A concepção discursiva nas ciências da linguagem:

1.      Teorias da Enunciação: Benveniste, o dialogismo de Bakhtin e a polifonia de Ducrot.

2.      Teoria dos atos de fala (Austin, Searle) e Análise da conversação (Kerbrat-Orecchioni).

3.      Semiótica discursiva: Greimas

4.      Análise do Discurso: Pêcheux, Maingueneau, Orlandi.

E.     Linguística Aplicada: ensino-aprendizagem, políticas de línguas.

 Bibliografia:  

Auroux, S. (1992). A revolução tecnológica da gramatização. Campinas: Editora da Unicamp.

Austin, J. L. (1990). Quando dizer é fazer. Palavras e ação. Porto Alegre: Artes Médicas.

Bakhtin, M. (2000). Estética da criação verbal. São Paulo: Martins Fontes.

Beline, R. (2002). A variação lingüística. In: Fiorin, J. L. (org). Introdução à Lingüística I. Objetos teóricos. São Paulo: Contexto.

Calvet, L. J. Sociolinguística: uma introdução crítica. Tradução: Marco Macionilo. São Paulo: Parábola, 2002.

Chomsky, N. (1994). O Conhecimento da Linguagem: Sua Natureza, Origem e Uso. Lisboa: Editorial Caminho.

Coseriu, E. (1987).  Teoria da linguagem e lingüística geral. Rio de Janeiro: Presença.

Fernandes, Cleudemar Alves (2008). Análise do discurso. Reflexões introdutórias. São Carlos: Claraluz.

Fiorin, J. L. (2009). Elementos de Análise do Discurso. São Paulo: Contexto.

Flores, V. do Nascimento; Teixeira, M. (2005). Introdução à Linguística da Enunciação. São Paulo: Contexto.

Hjelmslev, L. (1975). Prolegômenos a uma teoria da linguagem. São Paulo: Perspectiva.

Jakobson, R. (1969), Lingüística e comunicação. São Paulo: Cultrix.

Kerbrat-Orecchioni, C. (2006). Análise da conversação: princípios e métodos. São Paulo: Parábola.

Lucchesi, D. (2004). Sistema, mudança e linguagem: um percurso na história da lingüística moderna. São Paulo, Parábola.

Maingueneau, D. (1997). Novas tendências em análise do discurso. Campinas: Pontes.

Martinet, A. (1991). Elementos de Lingüística General. Madri: Gredos.

Moita Lopes, L. P. (2006). Por uma lingüística aplicada indisciplinar. São Paulo: Parabola.

Neves, M. H. de Moura (2001). A gramática funcional. São Paulo: Martins Fontes.

Orlandi, E.  Análise do discurso.  In ORLANDI, E. e LAGAZZI, Suzy. Discurso e textualidade. Campinas, Pontes, 2006.

Paveau, M-A & Sarfati, G-E (2006). As grandes teorias da lingüística: da gramática comparada à pragmática. São Carlos: Claraluz.

Saussure, F. (1972). Curso de lingüística geral. São Paulo, Cultrix.

TEIXEIRA, Lucia. A semiótica no espelho. Cadernos de Letras da UFF, n.12. Niterói: Instituto de Letras da UFF, 2º semestre/1996, p.33-49.

Fiorin, J. L. Elementos de análise do discurso. São Paulo: Ática, 2009.

Fiorin, J.L. A semiótica discursiva. In: LARA, Gláucia Muniz Proença; MACHADO, Ida Lúcia; EMEDIATO, Wander (orgs.). Análises do discurso hoje. Vol. 1. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008. p.121-144.

Fiorin, J.L. (org.). Introdução à linguística. I. Objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2002. p.187-209.

Fiorin, J.L. (org.). Introdução à linguística. II. Princípios de análise. São Paulo: Contexto, 2003. p.187-219.

 

DISCIPLINA: Aspectos semântico-pragmáticos da linguagem

PERÍODO: 2º. semestre 2010.

DIA E HORÁRIO: segunda-feira, de 08:00  às 12:00.

DOCENTE: Vanda Maria Cardozo de Menezes

LINHA DE PESQUISA: Teoria e análise lingüística

CURSO: Referenciação: do léxico à gramática

Ementa: Significado, referência e referenciação. Categorização e recategorização. Processos de estabilização referencial: lexicalização e metáfora. Recursos lexicais e gramaticais na construção dos enunciados. Funções cognitivo-discursivas no uso de nomes e pronomes. 

BIBLIOGRAFIA: 

ARAÙJO, Inês Lacerda. Do signo ao discurso: introdução à filosofia da linguagem. São Paulo: Parábola Editorial, 2004.

CAVALCANTE, M; RODRIGUES, B.; CIULA, A. (org.). Referenciação. Clássicos da Lingüística, vol. 1 São Paulo: Contexto, 2003. p.177-190.

HENGEVELD, Kees; MACKENZIE, J. Lachlan. Functional Discourse Grammar. Oxford: New York, 2008.

KOCH, Ingedore G. V. Introdução à Lingüística textual. São Paulo: Martins Fontes, 2004a.

________. Argumentação e linguagem (9º edição). São Paulo: Cortez, 2004b.

________ et al. (org.) Referenciação e discurso. São Paulo: Contexto, 2005.

MARCUSCHI, Luiz Antônio. .Anáfora indireta: o barco textual e suas âncoras. In  KOCH, I. V.; MORATO, E. M.; BENTES, A. C. (org.) Referenciação e discurso. São Paulo: Contexto, 2005.

________. Cognição, Linguagem e práticas interacionais. Rio de Janeiro: Lucerna, 2007.

MENEZES, Vanda Cardozo de. A metáfora na estruturação de expressões lexicais previsíveis. In VEREZA, S. C; SOUZA, L. C; ALMEIDA, R. T. (org.) Anais do II congresso sobre a metáfora na linguagem e no pensamento. Niterói: ASSEL-Rio/UFF, 2006.

________. Referenciação e gramática: a redução de predicados. In Atas Del XV Congreso Internacional da ALFAL, Montevideo: ALFAL, 2008.

________. Expressões lexicalizadas no português brasileiro. In RONCARAT, C.; ABRAÇADO, J. (org.) Português Brasileiro II. Niterói: EdUFF, 2008, p. 301-310.

MONDADA, Lorenza; DUBOIS, Danièle. Construção dos objetos do discurso e categorização: Uma abordagem dos processos de referenciação. In CAVALCANTE, M.; RODRIGUES, B. B.; CIULLA, A. (org). Referenciação. Clássicos da Lingüística, vol. 1. São Paulo, Contexto, 2003.

MOURA, Heronildes Maurílio de Melo. Significação e contexto: uma introdução a questões de semântica e pragmática. Florianópolis: Insular, 1999.

NEVES, Maria Helena Moura. Texto e Gramática. São Paulo: Contexto, 2006.