O trabalho como matéria estrangeira na clínica: reflexões teóricas

Joseane Tavares de Azeredo Silva, Helder Pordeus Muniz

Resumo


A perspectiva ergológica nos indica como a atividade de trabalho convoca o vivente a experimentar-se na lida com saberes e normas instituídas socialmente, a “fazer escolhas” e “se escolher” cotidianamente em situação produzindo novas normas. Na imanência da situação, cria-se história que traz a diferença realimentadora da relação vivente/meio no trabalho. Este artigo, apoiado em Canguilhem e Schwartz, aborda o trabalho como matéria estrangeira da clínica, com o objetivo de problematizar como o acolhimento das questões trazidas pelos trabalhadores durante o atendimento clínico instrumentaliza a questionar tanto o modo como se gerencia o trabalho como a própria atividade clínica.

 


Palavras-chave


Trabalho; ergologia; clínica para servidores

Referências


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