Programação

Dias:

17 de maio >>>ver>>>

18 de maio >>>ver>>>

19 de maio >>>ver>>>

20 de maio >>>ver>>>

21 de maio >>>ver>>>

 

Quarta-feira

17 de maio

18h

Abertura solene.
Debate: O que é arte hoje?
Coquetel

Quinta-feira

18 de maio

16h Mesa 1: Arte contemporânea e espaços formais – crise, fragmentação, novas configurações

18h Intervalo

18h30 Mesa 2: Crítica e curadoria para a arte contemporânea

Sexta-feira

19 de maio

16h Mesa 3: Visualidade e territórios – Arte contemporânea no espaço público, urbano e no meio ambiente.

18h Intervalo

18h30 Mesa 4: Matérias, materiais e o imaterial

Sábado

20 de maio

14h Mesa 5: Arte contemporânea e culturas periféricas

16h Intervalo

16h30 Mesa 6: Novas tecnologias, mídias e arte

Domingo

21 de maio

14h Mesa 7: Formação do público para a arte contemporânea

16h Intervalo

16h30 Mesa 8: Políticas culturais, ações, intervenções.

  • Promover a discussão dos paradigmas atuais da arte, favorecendo o intercâmbio entre diferentes atores da produção artística brasileira e internacional.
  • Integrar universidade e sociedade através de uma instituição de referência nacional, promovendo a circulação de conhecimento entre seus pólos de produção.
  • Realização de mesas-redondas sobre os paradigmas possíveis para as artes visuais no século XXI.
  • Publicação, virtual e impressa, das comunicações apresentadas nestas mesas.
  • Apresentação de performances, instalações e intervenções artísticas.
  • Com a realização deste projeto teremos a possibilidade de oferecer ao aluno do curso de produção cultural uma experiência significativa no campo da produção de um evento cultural, favorecendo a sua futura inserção no mercado de trabalho e possibilitando a aplicação prática das teorias desenvolvidas no ambiente acadêmico.

 

 

UFF
Programa de Pós-Graduação em Ciência da Arte
Centro de Estudos Gerais

FEC

Consulado da França

Governo do Estado
NOSSO PATROCINADOR – POR FAVOR VAMOS LÁ TODOS TORCENDO JUNTOS


Equipe:


Coordenação Acadêmica: Pr. Dr. Latuf Isaías Mucci

Coordenação Geral: Fabiana Moraes

Produção executiva: Caio Gonçalves Dias
Luísa Diniz
Priscila Seixas

Coordenação de Produção: Aline Portilho

Coordenação de Comunição: Nanderson Carvalho Pantoja
Roberta Sanches

Coordenação das Apresentações Artísticas: Daniel Ruiz
Milena

Assessoria de Imprensa: Maria Beatriz Fafiãs

Créditos
Toda tentativa de se definir Arte é válida e mesmo necessária. No entanto, o termo arte, por sua pluralidade e por sua mobilidade, não nos permite conceber uma definição única e precisa; ao contrário, arte pode receber tantas significações quantos forem aqueles que tentem atribuir a ela uma definição. Assim, partimos dessa liberdade inerente à arte pensar, no tempo presente, como as artes visuais produzidas no cenário contemporâneo nos conduzem a infinitas verdades acerca de nossa própria realidade (cultural, social, política, econômica) acerca de nossos próprios desejos, acerca daquilo que só podemos atingir e enxergar em presença da obra.

As linguagens da arte se propõem, segundo a época e o contexto em que se inserem, a refletir e questionar os paradigmas que lhe são postos. Nesta era de total fragmentação das identidades, novos paradigmas se elevam na ordem do dia. A liberdade apresenta-se como um estigma e não como um direito inerente ao ser humano. A individualização como reflexo desta fragmentação torna cada vez menos possíveis os agrupamentos e a noção de coletividade enfraquece cada vez mais. Como as artes visuais se inserem nessa nova ordem? Quais os novos paradigmas que estão postos a ela? Qual a função dos museus neste novo século? Derivado destes questionamentos e buscando articular os mais diversos discursos sobre esses temas surge o presente projeto.

O presente projeto tem por objetivo primeiro pensar as artes visuais de hoje, lançar um olhar crítico em direção às diversas linguagens, investigações e relações que elas tornam possíveis; delinear um estado geral da arte de hoje, o que implica em delimitar contextos, agentes, atores, políticas, e experiências estéticas de toda ordem.

Para tanto, nossa leitura do estado atual das artes visuais se permite orientar por percursos precisos, sendo estes: a pluralidade de linguagens e propostas, as novas modalidades dos espaços para a arte, a recepção da obra contemporânea por um público habituado ao culto do clássico e do moderno, as relações entre arte e novas tecnologias; os possíveis encontros entre a arte contemporânea e as culturas “periféricas”; o papel do crítico e do curador no sistema atual da arte; as políticas culturais, entre outros. A partir desses primeiros caminhos sugeridos, a démarche que aqui se apresenta visa criar um espaço de caráter aberto, propício para o livre exercício do pensamento acerca do que se pode denominar “paradigmas para artes visuais no século XXI”.

Aline Portilho e Fabiana de Moraes