Eduardo, professor substituto da Universidade Federal Fluminense, conhece Priscila, aluna da mesma universidade e violoncelista de uma orquestra sinfônica. Rapidamente se apaixonam e o inesperado acontece. Eduardo, tímido e esforçado professor, tem a impressão de que Priscila é uma mulher experiente e vivida, e Priscila, estudante que teve poucos homens em sua vida, enxerga Eduardo como um daqueles professores maduros que usa sua experiência para conquistar as alunas.
Levando a cabo estas falsas expectativas, ambos passam a se comportar calculadamente para corresponder, nas palavras da própria Priscila, “à altura”. Eduardo mostra-se como um garanhão e Priscila como uma depravada que já viveu de tudo. Neste jogo tragicômico, ambos procuram desesperadamente uma solução para o caminho que não mostra outra saída senão uma paixão avassaladora.