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Prof. Dr. Paulo R. Mattos

Os Confins da Psicanálise e a Psicopatologia Fundamental

Sustenta-se aqui o caráter preponderante da criação tanto no âmbito da teorização quanto na esfera da clínica e, para tal, há que se abrir mão de condicionar a reflexão e o ato clínico ao mero exercício de certezas que, em última instância, restringem-se ao efeito placebo advindo do irrestrito apego a uma crença. A teoria e a clínica psicanalítica só se constroem no espaço específico dos Confins da Psicanálise. O deslocamento do eixo do saber do epicentro do território psicanalítico em direção à região dos seus confins equivale à assunção do papel produtivo, porém cruel, das incertezas na análise dos fenômenos humanos complexos.

A perspectiva situada nos Confins da Psicanálise procura recuperar a plasticidade do invento de Freud revisitando a clínica psicanalítica a partir da contribuição da filosofia trágica e da perspectiva da Psicopatologia Fundamental. Encontra-se nesta última parceria sintônica que, em relação ao saber clínico, serve-lhe para pôr a prova seus achados. Enquanto o Princípio de Crueldade oferece as referências que permitem à clínica psicanalítica não ser vítima da sonolência humana que por vários caminhos se insinua.

Por isso a presente linha de pesquisa toma como essencial os temas: a mulher, o amor, o corpo e a morte, considerados cruciais por não possibilitarem captura definitiva, pois, tecidos pelo fio da sexualidade, vestem o homem, constituindo os cenários privilegiados em que as intensidades apaixonadas se constroem e são vividos os destinos humanos.





Prof. Dr. Gisálio Cerqueira Filho

Vulnerabilidade Psíquica Poder e Teoria Política

O projeto Vulnerabilidade Psíquica, Poder e Teoria Política visa dar um duplo passo, de continuidade e ruptura, com relação aos estudos que vimos realizando há mais de 30 anos acerca das relações entre Teoria Política, Psicanálise , Criminologia e Ideologia. Continuidade, porque nos mantemos no campo de saber da Teoria Política, e ruptura, porque nos aproximamos decididamente de questões práticas (novas subjetividades) relacionadas ao mal-estar psíquico vivido na contemporaneidade pós-moderna e que nos fragiliza politicamente, sobretudo diante da Autoridade auto-investida de poder autoritário. Queremos estudar uma tal vulnerabilidade, que estamos nomeando, com Manoel Tosta Berlinck, insuficiência imunológica psíquica numa perspectiva histórica com destaque para o fim do século XIX e início do XX (1830/1930) e os terríveis desdobramentos seja nos genocídios ocorridos durante a Segunda Guerra Mundial, seja no mal estar psíquico na atualidade. Com os olhos vivos no individualismo possessivo que se consolida na modernidade e no que estamos denominando individualismo fóbico para a pós-modernidade, queremos rastrear as razões para uma tal insuficiência.

O material empírico que será interpretado está referido ao romance burguês vitoriano com destaque para os escritores Henrik Ibsen (1828-1906), August Strindberg (1849-1912), Anton Pavlovich Tchekhov (1860–1904) e Arthur Schnitzler (1862–1931).


Prof. Dr. Paulo R. Mattos
Prof. Dr. Fernando Feitoza


Inclusão Perversa, Iatropatogenia e Sistema Público de Saúde

Pretende discutir as práticas assistenciais no âmbito do sistema público de saúde, de modo especial no contexto dos hospitais gerais, e seus efeitos em termos patogênicos nas esferas biológicas, psíquicas e sociais.

A utilização do termo inclusão perversa é aqui sublinhada em detrimento da noção de exclusão social, pois coloca em destaque uma ação contínua de inserção do sujeito em um contexto social onde a perversão se acha presente como elemento determinante.

Nesse sentido, procurar-se-á pensar os efeitos iatropatogênicos como fruto do processo de inclusão perversa do sujeito.




Prof. Dr. Paulo R. Mattos

Psicanálise em Território Médico e Psicossomática

Investiga as possibilidades de escuta analítica em um setting desprovido das condições elementares presentes nas recomendações clássicas, mas que, contudo, apresenta efeitos decisivos da realidade inconsciente na trajetória do sujeito.

Procura-se no contexto desta pesquisa dar visibilidade renovada a questões teóricas relativas a patologias corporais atreladas ao psíquico, frisando-se, no âmbito desta perspectiva de investigação, a especificidade do discurso psicanalítico.

Enfatiza-se aqui também manifestações corporais vinculadas a processos depressivos, narcísicos e mortíferos – temáticas que se entrelaçam e fazem-se presentes no âmbito dos destinos psicopatológicos que o sujeito pode experimentar diante do fato inexorável da finitude e da morte.









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