falar mal e porcamente corruptela (deformação de palavras, originada pela má compreensão/audição e posterior reprodução escrita ou falada) da expressão falar mal e parcamente (parco significa pouco, escasso, minguado). Portanto, falar mal e pouco, poupar palavras, falar moderadamente.
motorista barbeiro bem brasileira, a expressão que significa um mau motorista surgiu no séc. XIX, quando os barbeiros, além dos cortes de cabelo e de barba, prestavam serviços de extração de dentes, cortes de calos e outros. Não sendo profissionais dessas atividades, elas eram mal executadas. Daí, serviços ruins tornaram-se "coisa de barbeiro".
os brancos que se entendam o folclorista Luiz da Câmara Cascudo conta que o capitão do Regimento dos Pardos do Rio de Janeiro, Manuel Dias de Resende, foi queixar-se ao major Melo, comandante do Regimento, por ter sido desrespeitado por um soldado. Este disse com desprezo: 'Vocês são pardos, lá se entendam!'. Manuel recorreu a dom Luís de Vasconcelos e Souza, vice-rei (governador) da província, entre 1779 e 1790, que mandou prender o major. Ao questionar por que estava sendo preso a resposta foi certeira: 'Nós somos brancos, cá nos entendemos'.
Pagar o pato a expressão, que significa fazer o papel de tolo, pagar pelo que não deve, vem de um antigo jogo praticado em Portugal. Nele, os jogadores passavam rapidamente montados em cavalos, um após outro, tentando arrancar, de uma só vez, um pato morto que estava amarrado a um poste. Perdedores pagavam pelo pato sacrificado.
À Bangu a expressão, que significa fora dos padrões e das regras, vem de saída à Bangu. Nos treinos, o time do subúrbio carioca, após sofrer um gol, não recolocava a bola no meio de campo para reiniciar a partida. Os jogadores da defesa davam a saída com um simples tiro de meta. A prática passou foi adotada por outros times, em treinos e em jogos recreativos.
Dor de cotovelo a expressão teve origem com os atendentes dos bares, quando viam pessoas bebendo e chorando um amor perdido, apoiadas no balcão com os cotovelos. De tanto ficar naquela posição, ficavam com dores no cotovelo. Atualmente a expressão significa o ciúme ou a tristeza causada por uma decepção amorosa.
À toa entendida como andar sem destino, despreocupado, passando o tempo, a expressão tem origem nos barcos rebocadores. Quando problemas de navegação impedem um barco de seguir seu rumo, chama-se um rebocador. Toa é a corda que liga a embarcação que reboca à outra, que não tem leme nem rumo, e segue para onde o rebocador levar.
Chegar de Mãos Abanando o termo pejorativo, que significa não carregar nada, tem origem na imigração como fonte para mão-de-obra nos cafezais (final do séc. XIX). Era comum exigir dos imigrantes que trouxessem suas próprias ferramentas (que indicavam sua profissão ou habilidade). Os de mãos vazias, sinalizavam que não desejavam trabalhar e eram descartados pelos empregadores.
Dar com os burros n'água no Brasil Colonial, entre o Sul e o Sudeste, o transporte de produtos para o comércio era feito por tropeiros, carregados por burros e mulas. Por falta de estradas adequadas, muitos dos burros morriam afogados em regiões alagadas. O termo passou a referir alguém que faz um grande esforço para conseguir algo e não obtém sucesso.
Voto de Minerva na mitologia grega, Orestes foi acusado pelo assassinato de sua mãe, Clitemnestra. A votação, com um júri formado por 12 cidadãos atenienses, terminou empatada. A deusa Atena, cujo nome romano é Minerva, proferiu sua sentença decisiva em favor do réu, declarando Orestes inocente. Voto de Minerva é, portanto, o voto decisivo.
A dar com pau originada nos navios negreiros, quando os negros capturados preferiam morrer durante a travessia e, para isso, deixavam de comer. Então, criou-se o 'pau de comer' que era atravessado na boca dos escravos e os marinheiros jogavam sopa e angu para o estômago dos infelizes, a dar com o pau. O povo incorporou a expressão.
Tirar o Cavalo da Chuva no século XIX, em visitas breves, era costume dos convidados deixar o cavalo ao relento em frente à casa do anfitrião e, se fosse demorar, colocá-lo nos fundos da casa, protegido da chuva e do sol. Esse procedimento só poderia ser realizado se o anfitrião apreciasse a visita e dissesse "pode tirar o cavalo da chuva". Aos poucos, a expressão passou a significar a desistência de algo.
Vestir a carapuça durante o período da Inquisição, os condenados eram obrigados a vestir trajes ridículos ao comparecer aos julgamentos. Além de usar uma túnica com o formato de um poncho, eles precisavam colocar sobre a cabeça um chapéu longo e ponteagudo, conhecido como carapuça. Daí essa ter se incorporado ao português escrito e falado com o sentido de assumir a culpa.
Jurar de Pés Juntos uso muito comum no dia a dia, como na frase Mãe, eu juro de pés juntos que não fui eu, essa expressão - usada para expressar a veracidade de algo que uma pessoa diz - surgiu da prática da Santa Inquisição nas qual o acusado de heresias ficava com as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado para dizer apenas a verdade.
Pôr a mesa durante a Idade Média, as grandes casas e os palácios não possuíam sala de jantar. Era tradição que os senhores comessem onde estivessem. Comia-se quase tudo à mão, portanto sem talheres. A faca para cortes era a mesma que cada um carregava. Na hora da refeição, os serviçais das cozinhas montavam mesas - cavaletes com estrados por cima. E para os seus senhores informavam "as mesas estão postas."
Água Mole em Pedra Dura, Tanto Bate até que Fura do escritor latino Ovídio (43 a.C. a 18 d.C), a expressão A água mole cava a pedra dura repercurtiu em países de língua portuguesa cujo hábito de criar rimas como recurso mnemônico (facilitador da memorização) é grande, principalmente nas camadas sem acesso à leitura. Daí a adaptação do dito original usada nos dias de hoje.
Baderna a bailarina Marietta Baderna era a grande atração do Teatro Alla Scalla, de Milão, e artista de comportamento liberal demais para os padrões da época. Em 1851, ao apresentar-se no Brasil, causou grande agitação entre seus fãs, que foram apelidados de os badernas. O sobrenome da artista deu origem ao termo que significa confusão, bagunça.
A vaca foi para o brejo quando a seca é mais violenta, os animais começam a procurar os brejos, regiões que permanecem alagadas por mais tempo. É sinal de que a situação piorou.
Conto do vigário ao receber como presente um escultura de santa, duas igrejas de Ouro Preto definiram um pequeno desafio: Os vigários colocaram um burro entre as duas, e a paróquia que o animal alcançasse primeiro ficaria com a santa. E foi feita a decisão. Só que, mais tarde, descobriram que o vigário vencedor havia treinado o burro. Desse modo, conto do vigário passou a ser sinônimo de falcatrua e malandragem.
À beça no Rio imperial, havia um comerciante rico chamado Abessa, que adorava ostentar roupas de luxo. Quando alguém aparecia fazendo o mesmo, dizia-se que ele estava se vestindo à Abessa, ou seja, como o comerciante.
Abraço de tamanduá O tamanduá, quando percebe algum perigo, se deita de barriga para cima e abre seus braços. O inimigo, ao se aproximar, é surpreendido por um forte abraço, que o esmaga. Daí, ser o 'abraço de tamanduá' qualquer atitude falsa, deslealdade, traição.
Rasgar Seda a expressão que é utilizada quando alguém elogia muito outra pessoa, surgiu através da peça de teatro do teatrólogo Luís Carlos Martins Pena. Na peça, um vendedor de tecidos usa o pretexto de sua profissão para cortejar uma moça e começa a elogiar exageradamente sua beleza, até que a moça percebe a intenção do rapaz e diz: Não rasgue a seda, que se esfiapa.
Não entender patavinas Patavium era o nome romano para Padova (ou Pádua, em Português). Os portugueses, vizinhos dos italianos, tinham dificuldade em compreender o que estes diziam, principalmente o que falavam os frades italianos patavinos, originários de Pádua, ou Padova; sendo assim, não entender patavina significava não entender nada.
Quem tem boca vai a Roma apesar da popularidade da ideia de uma boa comunicação que permite acesso a diversos lugares, o correto está diretamente ligado ao incentivo à crítica política: quem tem boca vaia Roma.
Sem eira nem beira os telhados de antigamente possuíam eira e beira, detalhes que conferiam status ao dono do imóvel. Possuir eira e beira era sinal de riqueza e de cultura. Não ter eira nem beira significa que a pessoa é pobre, está sem grana.
Enfiou o pé na jaca o correto é enfiou o pé no jacá (o cesto em que as mercadorias eram carregadas) e não na jaca, a fruta. Tropeiros, comerciantes ambulantes de antigamente, paravam durante a viagem para se refrescar e beber algo. Por vezes, bebiam demais. Para montar no burro, precisavam colocar o pé direito no estribo e jogar a perna esquerda para alcançar o outro lado. Se erravam, pisavam no jacá e levavam um grande tombo. Daí, quando alguém bebia demais dizia-se que ele enfiaria o pé no jacá.
Cor de burro quando foge corruptela (deformação de palavras, originada pela má compreensão/audição e posterior reprodução escrita ou falada) da expressão originada nas cidades de interior, aonde o meio de locomoção pessoal e de carga é intimamente ligado ao asno também chamado jumento, jegue e burro. O correto é 'Corro de burro quando foge!'.
Ficar a ver navios portugueses que recusavam-se acreditar na morte do rei Dom Sebastião na batalha de Alcácer-Quibir, já que seu corpo não havia sido encontrado, iam até o Alto de Santa Catarina (Lisboa) esperar pela sua volta. Como ele não voltou, eles ficaram a ver navios.
ciclo se refere a um determinado período, com início e término, como os Ciclos do ouro e da cana-de-açúcar. círculo (e não ciclo) vicioso cheio de um vício que se repete indefinidamente; problemas intermináveis.
briga é luta, agressão verbal ou física; disputa ou polêmica é discussão no campo das ideias.
discriminação racial ação, atitude ou manifestação contra uma pessoa ou grupo de pessoas em razão de sua raça (ou características e traços físicos). preconceito opiniões, geralmente não individuais, levianas e arbitrárias e sem verificação de veracidade, que por força de repetição irrefletida são aceitas como verdadeiras.
e racismo conjunto de teorias, crenças e práticas pré-concebidas (não científicas) que estabelece hierarquia entre as raças (ou características e traços físicos), que historicamente foi usado como forma de justificar o domínio de determinados povos sobre outros.
parar é não mais mover-se, agir, funcionar; cessar é ter fim, acabar; deter indica ação com uso da força; interromper dá ideia de que a ação prosseguirá.
alegar do latim, allegare, é o verbo do réu. Significa citar como prova, explicar e, daí, desculpar-se. Não deve ser usado fora do contexto de explicação ou tentativa de justificar-se diante de uma acusação qualquer. Ex.:Ao ser questionado, quando chegou em casa tarde na noite, alegou hora-extra no trabalho.
a fim de/afim a locução a fim de significa com o objetivo de. Ex.: O rio foi dragado a fim de não causar mais enchentes e inundações). O adjetivo afim indica afinidade, parentesco. Ex.: Esses são assuntos afins.
legalidade/legitimidade tudo que está na legislação em vigor é legal, porém, é possível considerar-se ilegítima uma lei produzida em desacordo com preceitos considerados aceitáveis. Ex.: Senado e Câmara dos Deputados fazem Lei que aumenta seus salários com índice acima do recebido pela população.
charge do francês charger, lançar carga. Desenho humorístico de caráter político que não depende de texto que o explique. caricatura desenho (nem sempre humorístico) que acentua propositadamente características marcantes de um rosto.
e cartum desenho humorístico ligado à crítica de costumes que serve de ilustração para algum texto.
ipsis litteris em latim, significa com as mesmas letras. Usado em alguns casos bem específicos, em termos legais ou na literatura. Prefira a palavra literalmente para enfatizar a literalidade de uma citação. Na maioria dos casos, basta utilizar o o que foi dito entre aspas.
análise e síntese Palavras de origem grega que demonstram capacidades da razão. A primeira significa ação de desligar e separar, separação de um todo em suas partes. A segunda, reunião ou fusão de várias coisas numa união íntima para formar um todo.
em face de Sempre que a expressão em face de equivaler a diante de, é preferível a regência com a preposição de; evite, portanto, face a, frente a.
assim Use após a apresentação de alguma situação ou proposta para ligá-la à idéia seguinte. Alterne com: dessa forma, desse modo, diante do exposto, diante disso, consequentemente, portanto, por conseguinte, assim sendo, em consequência, em vista disso, em face disso.
inclusive advérbio que indica inclusão, cujo oposto é exclusive. No sentido de até, utilizando varie de mesmo sentido como o próprio até ou ainda, igualmente, mesmo, também, ademais
disruptivo evite esse aportuguesamento do inglês disruptive (de disrupt: 'desorganizar, destruir, despedaçar'). Use palavras com o mesmo sentido em português tais como: desorganizador, destrutivo, destruidor, ou o pouco usado, diruptivo. Por ser de uso restrito ao jargão de economistas e sociólogos, o uso dessa palavra mais confunde que esclarece em linguagens abrangentes.
pertinente/pertencer Pertinente (derivado do verbo latino pertinere) significa pertencente ou oportuno. Pertencer se originou do latim pertinescere, derivado sufixal de pertinere. Esta forma não sobreviveu em português; não empregue, pois, formas inexistentes como "no que pertine ao projeto"; nesse contexto use no que diz respeito, no que respeita, no tocante, com relação.
viger Significa vigorar, ter vigor, funcionar. É um verbo defectivo (sem forma para a primeira pessoa do singular do presente do indicativo, nem para qualquer pessoa do presente do subjuntivo). Exs.:
O decreto prossegue vigendo. A portaria vige. A lei tributária vigente naquele ano.
ele é suposto saber Construção tomada de empréstimo ao inglês he is supposed to know, sem tradição no português. Evite por ser má tradução. Em português: ele deve(ria) saber, supõe-se que ele saiba. Exceção quando usado como conceito psicanalítico Sujeito suposto saber (S.s.S), relativo a posição ocupada pelo analista no processo da transferência.
operacionalizar Neologismo verbal de que se tem abusado. Prefira realizar, fazer, executar, levar a cabo ou a efeito, pôr em obra, praticar, cumprir, desempenhar, produzir, efetuar, construir, compor, estabelecer. É da mesma família de agilizar, objetivar e outros cujo problema está antes no uso excessivo do que na forma, pois o acréscimo dos sufixos -izar e -ar é uma das possibilidades normais de criar novos verbos a partir de adjetivos (ágil + izar = agilizar; objetivo + ar = objetivar). Evite, pois, a repetição, que pode sugerir indigência vocabular ou ignorância dos recursos do idioma.
pronome 'se' Evite abusar de seu emprego como indeterminador do sujeito. O simples emprego da forma infinitiva já confere a almejada impessoalidade: Para atingir esse objetivo há que evitar o uso de coloquialismo (e não: Para atingir-se esse objetivo há que se evitar...). É cacoete em certo registro da língua escrita no Brasil, dispensável porque inútil.
opor veto (e não apor) vetar é opor veto. Apor é acrescentar (daí a palavra aposto, (o) que vem junto). O veto, a contrariedade são opostos, nunca apostos.
posição/posicionamento Posição pode ser alterado com postura, ponto de vista, atitude, maneira, modo. Posicionamento significa disposição, arranjo', e não deve ser confundido com posição.
ao nível de/em nível (de) A locução ao nível tem o sentido de à mesma altura de: Fortaleza localiza-se ao nível do mar. Evite seu uso com o sentido de em nível, com relação a, no que se refere a. Em nível significa 'nessa instância': A decisão foi tomada em nível Ministerial; Em nível político, será difícil chegar-se ao consenso. A nível (de) constitui modismo que é melhor evitar.
de forma que, de modo que/de forma a, de modo a De forma (ou maneira, modo) que nas orações desenvolvidas: Deu amplas explicações, de forma que tudo ficou claro. De forma (maneira ou modo) a nas orações reduzidas de infinitivo: Deu amplas explicações, de forma (maneira ou modo) a deixar tudo claro. São descabidas na língua escrita as pluralizações orais vulgarescomo em 'de formas (maneiras ou modos) que...
dado/visto/haja vista Os particípios dado e visto têm valor passivo e concordam em gênero e número com o substantivo a que se referem: Dados o interesse e o esforço demonstrados, optou-se pela permanência do servidor em sua função. Dadas as circunstâncias... Vistas as provas apresentadas, não houve mais hesitação no encaminhamento do inquérito. Já a expressão haja vista, com o sentido de uma vez que ou seja considerado, veja-se, é invariável: O servidor tem qualidades, haja vista o interesse e o esforço demonstrados. Haja visto (com -o) é inovação oral brasileira, evidentemente descabida em redação oficial ou outra qualquer.
onde Como pronome relativo significa em que (lugar): A cidade onde nasceu. O país onde viveu. Evite, pois, construções como "a lei onde é fixada a pena" ou "o encontro onde o assunto foi tratado". Nesses casos, substitua onde por em que, na qual, no qual, nas quais, nos quais. O correto é, portanto: a lei na qual é fixada a pena, o encontro no qual (em que) o assunto foi tratado.
objetivar/ter por objetivo Ter por objetivo pode ser alternado com pretender, ter por fim, ter em mira, ter como propósito, no intuito de, com o fito de. Objetivar significa antes 'materializar', 'tornar objetivo' (objetivar idéias, planos, o abstrato), embora possa ser empregado também com o sentido de 'ter por objetivo'. Evite-se o emprego abusivo alternando-o com sinônimos como os referidos.
através de/por intermédio de Através de quer dizer de lado a lado, por entre: A viagem incluía deslocamentos através de boa parte da floresta. Evite o emprego com o sentido de meio ou instrumento; nesse caso empregue por intermédio, por mediante, por meio de, segundo, servindo-se de, valendo-se de: O projeto foi apresentado por intermédio do Departamento. O assunto deve ser regulado por meio de decreto. A comissão foi criada mediante portaria do Ministro de Estado.
a partir de A partir de deve ser empregado preferencialmente no sentido temporal: A cobrança do imposto entra em vigor a partir do início do próximo ano. Evite repeti-la com o sentido de 'com base em', preferindo considerando, tomando-se por base, fundando-se em, baseando-se em.
à medida que/na medida em que À medida que (locução proporcional) - à proporção que, ao passo que, conforme: Os preços deveriam diminuir à medida que diminui a procura.
Na medida em que (locução causal) - pelo fato de que, uma vez que: Na medida em que se esgotaram as possibilidades de negociação, o projeto foi integralmente vetado. Não use à medida em que, na medida que...
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