Publicações dos Docentes








Biblioteca Digital de Teses e Dissertações





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     Publicações dos docentes


 


O Pensamento Atacado
comunicação, política e
produção de apatia

por Guilherme Nery Atem
Uma reflexão sobre as práticas de poder, em especial a sociedade de controle. Vivemos hoje em uma apatia política porque nos deixamos atingir em nossos afetos e temos controladas nossas afecções, 170 páginas
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Manobras da informação:
análise da cobertura jornalística da luta armada no Brasil (1965-1979)

João Batista de Abreu analisa a fundo a cobertura jornalística no período 1960/70, percorrendo forma e conteúdo, com uma aguda observação crítica. É obra de interesse para as escolas de Comunicação na formação de jornalistas dos novos tempos, que precisam olhar o passado para percorrer o mundo atual com mais segurança e senso analítico.

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Idéias em movimento
Escrito de forma leve, Idéias em movimento mescla informações precisas sobre o trabalho no cinema com dados históricos sobre a evolução da indústria e da arte em cinematografia, remontando às primeiras películas fabricadas pela Kodak, nos Estados Unidos, e pela Pathè, na França, no fim do século XIX.

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Afasta de mim esse cale-se
A idéia deste projeto, realizado com os estudantes de uma disciplina de Redação do curso de Jornalismo da Universidade Federal Fluminense, é recuperar um episódio de nossa História 30 anos depois, a partir de relatos de pessoas que viveram aquele momento.

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Luís Antônio Pimentel e a vida cultural de Niterói nos anos 1930
Ana Paula Campos
Resultado de trabalho acadêmico no âmbito da Produção Cultural, a pesquisa ora apresentada convida o leitor a passear por Niterói dos anos 1930, tendo como cicerone o jornalista Luís Antônio Pimentel.
Editora: EdUFF
Lançado em: 29/03/2008

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Show do Eu:
a intimidade como espetáculo.

Paula Sibilia


Este ensaio analisa um fenômeno recente que está em pleno crescimento: a exibição da intimidade, especialmente a dos usuários da Internet que recorrem a novas ferramentas como blogs, fotologs, webcams, YouTube e Orkut. Mas este movimento tão atual não se limita à Web: em menos de uma década, tem se transformado em uma característica preeminente da cultura contemporânea. Hoje se apresenta em manifestações tão heterogêneas como os reality-shows e talk-shows da televisão, o auge das biografias no mercado editorial e no cinema, e inclusive o surgimento de novos gêneros como os documentários em primeira pessoa e as variações sobre o auto-retrato nos diversos campos artísticos. O interesse que todas estas novidades suscitam pode ser visto como um sintoma de uma transformação nos modos de ser. Estaríamos atravessando uma transição, que se anuncia como uma verdadeira mutação nas subjetividades: um veloz distanciamento com relação às formas tipicamente modernas de ser e estar no mundo. É o que delatam alguns instrumentos que costumavam ser usados para a construção de si, e que se vêem eclipsados por estas novidades: do diário íntimo à psicanálise, passando por todas as formas da introspecção. Esses velhos métodos de auto-conhecimento fundavam suas criações subjetivas em uma interioridade que era tão rica como densa, uma vida interior misteriosa y oculta, porém extremamente fértil e de algum modo estável, que se cultivava no silêncio e na solidão do âmbito privado. As novas modalidades de auto-exibição que hoje proliferam, por sua vez, sugerem que estaria se deslocando esse eixo em torno do qual as subjetividades modernas costumavam se edificar, com uma crescente "exteriorização" do eu. Em uma cultura propulsada pelo imperativo da visibilidade, é preciso aparecer para ser. A fim de satisfazer esses árduos mandatos, são convocadas diversas técnicas de espetacularização de si que respondem a esta nova lógica: cada vez mais, o que cada um é se mostra na superfície visível do corpo e das telas.


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Percurso do Olhar: Comunicação,
Narrativa e Memória

Marialva Carlos Barbosa


Desvendar conceitos de filósofos renomados, como Pierre Bourdier e Paul Ricoeur. Com este objetivo a pesquisadora da UFF Marialva Carlos Barbosa mergulhou no pensamento destes e de outros autores a fim de construir Percursos do olhar: comunicação, narrativa e memória. No livro, a autora se propõe a tornar mais acessíveis ao leitor paradigmas teóricos e conceituais fundamentais para os estudos de Comunicação.

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História
Cultural da Imprensa


Marialva Carlos Barbosa

São cem anos da História da Imprensa Brasileira (1900-2000) que este livro reconstrói, sob a perspectiva de que é possível, a partir dos restos que chegam ao presente, interpretar o passado. Assim, os múltiplos movimentos da imprensa do século XX nele estão mapeados: a transformação dos jornais na virada do século XIX para o XX; a eclosão do jornalismo sensacionalista nos anos 1920; as relações ambíguas da imprensa com o poder durante o Estado Novo; a modernização dos jornais no período desenvolvimentista da década de 1950; a questão da censura durante a ditadura militar; o jornalismo popular e os novos cenários dos trinta últimos anos do século XX. Acompanhar esta História Cultural da Imprensa é se informar, se enriquecer e mesmo se surpreender com fatos e relatos sobre os momentos marcantes da História do Brasil. Através dos jornais cariocas, com o Rio de Janeiro refletindo e projetando movimentos e ações culturais que pipocam por todo o País, a historiadora Marialva Barbosa faz uma obra de fôlego, reconstruindo cenários por vezes esquecidos pela nossa História. Como salienta José Marques de Melo, História Cultural da Imprensa situa-se no mesmo patamar ocupado pela vanguarda nacional da História da Mídia. Neste livro, como ele observa, a autora adota uma postura investigativa e constrói uma narrativa brilhante, conquistando "lugar de destaque na constelação dos historiadores midiáticos brasileiros".

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