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INTERCOM 2011


A Intercom, sigla que representa a Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, é uma instituição empenhada no estímulo à produção científica de pesquisadores de todos os níveis. Como parte deste incentivo, a entidade promove anualmente um Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, considerado o evento de grande prestígio na área, que recebe média de 3.500 pesquisadores e estudantes do Brasil e do exterior.

Dentre as diversas atividades realizadas no Congresso, os alunos de graduação podem se inscrever em oficinas temáticas, além de apresentar trabalhos no Intercom Júnior, que se destina à apresentação de trabalhos teóricos, e concorrer ao Prêmio Expocom, onde irá defender seu projeto perante uma banca avaliadora.No entanto, para participar com a apresentação de trabalhos no Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, é necessário se inscrever para o Congresso Regional, concorrer com os trabalhos de toda a região Sudeste, e o vencedor de cada modalidade se credencia a participar do Intercom Júnior e do Expocom em nível nacional.

mais informações

 

IACS promove palestra sobre
Multimídia, Comunicação e Interatividade

17/5/2011

No dia 31 de maio de 2011, das 18h às 20h, o professor Marcos Barbato, diretor da Be –Interactive fará a palestra Multimídia, Comunicação e Interatividade, para os alunos do curso de Comunicação Social, no Auditório do Instituto de Geociências - Campus da Praia Vermelha, Niterói.

O tema da palestra é a apresentação do portfólio da agência para a candidatura Rio 2016. Maratona do Rio e Instalações interativas em espaços promocionais em geral. Essa programação é gratuita e abre o ciclo de eventos promovido pelo Núcleo de Estudos de Marketing da UFF.

As inscrições podem ser feitas através do e-mail marketing_estudos@vm.uff.br ou no facebook: MKTUFF




Fonte:NUCS - Núcleo de Comunicação Social

"5 x Favela - Agora por nós mesmos"
tem exibição e debate na UFF nesta quarta


Fonte: http://www.afroreggae.org/wp/2010/08/27/5-x-favela-e-destaque-no-rio-show/

Nesta quarta-feira, dia 30, às 18h, ocorrerá o "Cine Debate: Juventude em cena" com exibição e debate do filme "5 x Favela - Agora por nós mesmos", no auditório Florestan Fernandes da Faculdade de Educação, Campus do Gragoatá, Bloco D.

O debate contará com a presença de três diretores do filme, Manaíra Carneiro (aluna de Estudos de Mídia da UFF), Cadu Barcellos e Wavá Novaes. Também participarão do debate os professores Paulo Carrano, do Observatório Jovem, Lívia de Tommasi, do curso de Ciências Sociais, e Ana Enne, do curso de Estudos de Mídia.

O evento é uma parceria do Observatório Jovem, Lami, Grecos e o grupo de pesquisa Fronteiras e Transformações das Práticas Estatais e Políticas.

Fonte: NUCS -UFF

‘Araribóia Cine’ reúne até
domingo filmes e mesas de debate


Por: Ricardo Rigel

 


Entre os títulos que serão exibidos em diversas salas da cidade estão “O paradoxo da espera do ônibus”, “Pulsar” e “Elvis e Madona”, com Simone Spoladore. Foto: Divulgação

A cidade de Niterói recebe, a partir de hoje, a nona edição do festival de cinema Araribóia Cine, que, este ano, tem como tema Fronteiras e Deslocamentos. Os filmes e mesas de debates estarão centrados nas questões referentes às identidades, territórios, língua, exílio, migrações, viajantes, deslocamentos, além das fronteiras sexuais e de inclusão. O Araribóia Cine acontece em diversos pontos da cidade até o próximo domingo, 28 de novembro.

De acordo com a curadora do projeto, Tetê Mattos, em razão do festival, Niterói está recebendo cineastas de todo o Brasil para debater seus filmes ao lado de nomes de reconhecida competência no meio audiovisual brasileiro, e especialistas no tema abordado.

“Podemos dizer que este é o grande diferencial do nosso projeto. O Araribóia Cine é um festival realmente temático e voltado para a reflexão. E acredito que foi por esta característica específica que conseguimos tanto destaque colocando-o na agenda dos grandes festivais”, orgulha-se Tetê.

Pelo quarto ano consecutivo, o Araribóia Cine conta com o patrocínio da Petrobras (através do edital do Programa Petrobras Cultural), e pela terceira vez com a parceria do Sesc, além de antigos parceiros como a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura e o apoio da Prefeitura de Niterói. O festival é realizado pela Universidade Federal Fluminense - UFF, a Artifício Cinematográfico e o Ibefest.

“Esse tipo de apoio é essencial para a existência do festival. O ‘Araribóia’ ganhou uma repercussão tão grande, que até mesmo restaurantes da região estão nos apoiando”, explica a diretora, que completa que a cidade ganha do ponto de vista turístico.

“O evento que atrai pessoas de outras cidades”, resume.

O primeiro filme do festival será exibido hoje (23/11), às 20 horas, no Cinemark do Plaza Shopping. Será o longa-metragem Elvis e Madona, de Marcelo Laffitte. Premiado em diversos festivais, o filme trata de forma cômica da história de um amor incomum. O elenco principal e a direção do filme estarão presentes durante sua exibição.

O filme conta a história de Elvis (Simone Spoladore) que sonha em ser fotógrafa, mas a necessidade de sustento faz com que aceite o emprego de entregadora de pizza. Madona (Ígor Cotrim) é uma travesti que trabalha como cabeleireira. Ela sonha em produzir um show de teatro de revista. Logo após conhecer Elvis, que é homossexual, elas se tornam grandes amigas. Mas, pouco a pouco, desperta neles um sentimento mais forte que a mera amizade.

A partir de amanhã até sexta-feira, dia 26, o Sesc Niterói promoverá mesas de debates e exibirá filmes na parte da tarde. Estarão presentes diretores de pelo menos oito estados brasileiros. Entre eles estão cariocas, paulistas, mato-grossenses e baianos, além de filmes produzidos por projetos socioculturais, como o niteroiense Me vê na TV e o carioca Cinema Nosso.
“O festival tem uma importância imensa para nossa cidade, pois estamos, através dele, dando a oportunidade do público poder conhecer obras riquíssimas que não são exibidas nas salas comerciais”, comentou Tetê Mattos.

Já o Museu de Arte Contemporânea (MAC), do dia 26 ao dia 28, apresentará sessões seguidas de debates com presença dos cineastas, atores e pesquisadores. Entre eles estão confirmados Phillipe Barcinski, diretor de A Escada e Marcio Melges, de São Cristóvão, 7 da manhã. Os temas dos debates serão norteados pela diversidade de formatos (experimentais, ficções, animações e documentários), diversidade regional (RJ, SP, PE, MG), filmes clássicos e atuais.

“Acredito que este contato da sociedade com os produtores audiovisuais renderá bons frutos. Pois ao meu ver o debate estimula o pensamento das pessoas”, classificou a curadora.

No domingo, dia 28, às 19h30, o Araribóia Cine irá prestar uma merecida homenagem ao crítico,
ensaísta, escritor e cineasta José Carlos Avellar, no MAC, cuja contribuição para a crítica audiovisual e a difusão do cinema brasileiro no Brasil e exterior é de extrema importância. Avellar é autor de dezenas de trabalhos sobre o cinema brasileiro e o cinema latino-americano.

Na ocasião, será lançado o Caderno de Debates do VII Araribóia Cine. Trata-se da publicação dos debates realizados na edição de 2008. A publicação servirá como material reflexivo a ser utilizado principalmente em escolas e cineclubes.

Além disso, haverá lançamento, no dia 26, dos livros selecionados no Prêmio Sav para publicação em pesquisa em Cinema e Audiovisual, que premiou pesquisas e estudos acadêmicos independentes sobre cinema e audiovisual.

O livro de Hadija Chalupe da Silva, O filme das telas, a distribuição do cinema nacional, é resultado da pesquisa junto ao programa de pós-graduação em Comunicação da UFF.

Edição 2010 traz novidades

Este ano o festival ganha uma novidade: o Caminhão Cine Sesc, que exibirá ao ar livre longas-metragens no Campus da UFF do Gragoatá. A primeira exibição será do longa-metragem de Henrique Dantas, Filhos de João, admirável novo mundo baiano. O documentário, premiado como melhor filme pelo voto de público no Festival de Brasília de 2009, trata de um panorama da música popular brasileira dos anos 60 e 70 através do grupo musical Novos Baianos, fazendo uma retrospectiva do estilo de vida comunitário adotado por seus integrantes e a influência sofrida pelo grupo do cantor João Gilberto.

Na quinta-feira ocorre, no Cine Arte UFF, o Encontro de Programadores e Curadoria, com a presença de programadores de salas independentes, cineclubes, curadores de festivais. A coordenação da mesa será de Paulo Mattar.

No mesmo dia, na Unilasalle, acontece a sessão do Foro Entre Fronteiras, que trará os realizadores do projeto audiovisual de coprodução entre quatro países – Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. A sessão será seguida de debates com os realizadores.

Para informações sobre a programação completa do festival e os locais de exibição entre no site www.arariboiacine.pro.br/2010.

fonte: Jornal O FLUMINENSE

 

 

"Dia Internacional da Animação”,
Maior Evento Simultâneo de Animação do Mundo Acontece dia 28 de Outubro


Quando as cores somem – Dir. Luciano Lagares

 

Com entrada gratuita, a mostra de curtas nacionais e internacionais acontece em mais de 400 cidades do Brasil e em 30 países, como França, Estados Unidos, Canadá, Camarões e Coréia do Sul

Pelo sétimo ano consecutivo, o Dia Internacional da Animação é celebrado no Brasil com uma mostra, simultânea e gratuita, de curtas-metragens nacionais e internacionais. No dia 28 de outubro, às 19h30, haverá exibições em mais de 400 cidades do país, organizadas pela Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA). Este é o maior evento simultâneo do gênero do mundo, que tem como principal objetivo difundir o cinema de animação, atraindo novos públicos e proporcionando aos espectadores o acesso a essa arte cinematográfica, institucionalizando o dia 28 de outubro, como referência histórica da animação mundial na sociedade brasileira.


Mais informações sobre a mostra
nacional e internacional nos links a seguir:

Mostra Nacional

Mostra internacional

19:30H
Auditório Flortestan Fernandes - Campus Gragoatá - UFF
Rua Visconde do Rio Branco 882/ bloco D/campus Gragoatá - São Domingos - Niterói - RJ


Estudantes do IACS produzem websérie


Um jovem casal resolve morar junto e descobre que a vida a dois não é tão simples. Cezar, professor de matemática, anti-social e mal-humorado, namora a artista plástica Ana, divertida e bagunceira. A improvável rotina dos dois está sendo mostrada na temporada piloto do seriado de comédia Ana & Cezar (www.anaecezar.com), uma produção independente feita para ser exibida na internet. A temporada piloto da websérie é composta por três episódios e teve o primeiro lançado no dia 13 de setembro no site www.anaecezar.com. A equipe de Ana & Cezar é composta por alunos e graduados de diversos cursos do IACS, como Produção Cultural, Cinema e Jornalismo. O projeto tem Martinho Hoffman (aluno do curso de Cinema da UFF) como diretor e roteirista e produção da Baobá Cultural (formada por graduados de Produção Cultural).

Confira as datas do lançamento dos próximos episódios!

1º Episódio: 13/09 - VIDA DE GADO
2º Episódio: 20/09 - I JUST CALLED TO SAY I LOVE YOU...
3º Episódio: 27/09 - A DAY IN THE LIFE

Divirta-se com o curioso cotidiano de Ana & Cezar em

www.anaecezar.com !

E depois não venha dizer que os opostos não se atraem...

 

 

 

 

 

Alunos de Produção Cultural:
órfãos do mercado

Hélio Mello Vianna


A Lei 11.091/2005, que dispõe sobre a estruturação do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação, indica, em seu Anexo II, a graduação em Comunicação Social como requisito para o cargo “Produtor Cultural”, e não a graduação em Produção Cultural.

Tal fato tornou-se motivo de uma campanha entre estudantes e graduados dos cursos de Produção Cultural da UFF, que também está sendo aderida pelos alunos do IFRJ, através de uma petição online para que o Congresso Nacional revise o texto e inclua os produtores culturais. A produtora Amanda Wanis, formada pela UFF, apela aos amigos, encaminhando um e-mail com o link da petição: “Sei que é ridículo, mas preciso da ajuda de vocês para melhorar minha profissão e meu diploma.”


Consegui o diploma! E agora?


Esta é uma das maiores inquietações do produtor cultural recém-formado. Em um mercado cultural competitivo na busca de espaço o iniciante encontra diversas barreiras para inaugurar sua carreira. Além das dificuldades imposta pela lei, outro grande problema é ter que competir com profissionais que não possuem a mesma formação – batalha que só recentemente os jornalistas passaram a conhecer – e já estão consolidados no mercado.

Todos sabemos que não é necessário possuir título para ser produtor, da mesma forma como para ser cantor não se requer faculdade de Música. Mas o esforço para nos qualificarmos precisa valer alguma coisa. Por ser um curso novo, de uma nova profissão, os alunos encontram grandes deficiências por parte da formação dos corpos docentes. Quase nenhum professor de Produção Cultural é graduado na área. E os que são de fato produtores com experiência e prática nem sempre encontram uma didática adequada para o estudante de Produção Cultural. As universidades deveriam criar um curso de Mestrado em Produção Cultural, para formar professores mais aptos a atender às demandas dos nossos estudantes.

O aluno, nos últimos semestres do curso, precisa de orientação para o mercado de trabalho. É sua maior carência. Ele, provavelmente, não teve experiências práticas – a maioria dos graduandos só possui formação acadêmica – e sente-se “órfão” pela falta de orientação e de oportunidades. Os concursos que oferecem vagas próprias para as funções do produtor cultural, mas que o rejeitam aceitando comunicólogos, só contribuem para aumentar o desespero. Os últimos editais de concursos públicos de órgãos como a ANCINE, o IBRAM e o MINC nos ignoraram – o IBRAM tinha como requisito para o cargo “Técnico em Assuntos Culturais” diversas formações, como Antropologia, Museologia e Comunicação Social, mas “Produção Cultural” era um item fora da lista.

É necessário mobilizar também as agências, produtoras de eventos culturais e emissoras de rádio e TV para que se ofereçam estágios a estes profissionais. Formandos de comunicação social, os queridinhos do mercado, têm muito mais facilidade de estagiar. Mesmo aquele calouro que não sabia, descobre que vai ter que dedicar 4 anos de sua vida se preparando para uma profissão incerta, promissora, mas com poucas perspectivas efetivas.

Há quem se surpreenda com a existência do curso de graduação e até da profissão: “Nunca ouvi falar, isso é pra quê?” é um comentário comum. Tudo bem que a profissão é nova. Tudo bem, termos que explicar toda hora, tudo bem que ser pioneiro é difícil mesmo, mas afinal, a responsabilidade de ajudar o mercado a ser mais profissional e qualificados de quem é? De quem está nele, ou de quem pretende entrar?

Encerro o artigo para abrir o assunto.

Convido os leitores no prosseguimento da discussão.

E, é claro, junto-me aos demais produtores culturais pedindo que votem na petição (o link é: http://www.petitiononline.com/11091/petition.html) de revisão da Lei 11.091/2005.

HELIO MELLO VIANNA tem 27 anos, é graduado e especialista em Produção Cultural pelo IFRJ-Nilópolis, produz exposições de artes visuais e filmes independentes. Atualmente está lançando o documentário “nova iGAYçu”.

fonte:
http://clubedacultura.com/fev/fv3/cgi-bin/index.cgi?action=viewnews&id=28

 

 

Alunos de Jornalismo da UFF
criam blog sobre tribos urbanas

Já está no ar, em www.urbanos.net.br, o produto laboratorial da turma de Redação de Hipertexto 2010.1 do curso de Jornalismo da Universidade Federal Fluminense. Com o nome de “Urbanos”, o blog reúne reportagens e entrevistas realizadas pelos alunos durante este semestre, sob a supervisão da professora Suzana Barbosa. A proposta idealizada pelos estudantes foi de trabalhar o conceito de “tribos urbanas”, indo além de estereótipos.
A ideia é analisar como esses pequenos grupos se organizam na sociedade, sem cair na mesmice. De sambistas a fãs de desenhos japoneses, de cinéfilos a corredores de kart, “Urbanos” mostra a pluralidade presente no cotidiano de grandes cidades, como o Rio de Janeiro, mas que reflete hábitos contemporâneos encontrados em muitas capitais do Brasil afora e mesmo em outros países. Dentre os entrevistados, estão o colunista do suplemento “Megazine”, do jornal “O Globo”, Marcelo Tavares, e o blogueiro do “Yahoo! Brasil”, Ale Rocha.
Participam da iniciativa os alunos Ana Letícia Ribeiro, Carolina Custódio, Felipe Siqueira, Filipe Cabral, Gabriel Gomes, Isabela Calil, Júlia Bertolini, Júlia Sales, Luciana Pacheco, Luiza Baptista, Luiza Barros, Mariana Coutinho, Matheus Zanon, Natália Tessarolo, Nathan Kunigami, Raiane Nogueira, Robson Sales, Talitha Marques e Tamíris Almeida.

Fonte: UFF Notícias - Núcleo de Comunicação Social (Nucs)
Mercado em expansão para
produtores culturais no Estado do Rio

Por: Fabiana Torres
Com chance de empregabilidade de 80% e salário inicial médio de R$ 1,5 mil, carreira exige dedicação e identificação com as artes. Procura por cursos de formação é crescente
“Aproximar o artista do seu público”. Esse é o papel de um produtor cultural, segundo a subsecretária de Planejamento Cultural de Niterói e coordenadora do Programa de Estudos Culturais e Sociais da Universidade Candido Mendes, Kátia de Marco.
Com salário inicial de R$ 1,5 mil, em média, e expectativa de inserção no mercado de trabalho de 80%, a procura pelo curso de produção cultural é crescente.
“Nas últimas duas décadas, o incentivo à cultura cresceu muito, principalmente em relação ao sistema de financiamento público. A cultura vem sendo institucionalizada desde então, e isso está gerando uma necessidade cada vez maior da profissionalização e capacitação de produtores culturais”, explica Kátia, que vislumbra um futuro promissor para a carreira.
“O público está consumindo mais cultura porque tem mais acesso a ela, e isso já começa a despertar um nicho importante da economia. Não tenho dúvidas de que a produção cultural faz parte das profissões do futuro”, completa.
A subsecretária garante que esse incentivo à cultura deve chegar também ao município de Niterói.
“Estamos montando uma lei (que será levada ao prefeito Jorge Roberto Silveira para aprovação) que porpõe a criação do Fundo Municipal de Cultura, o que deve gerar também uma ampliação do mercado de trabalho na cidade”, revela.
O curso de pós-graduação em Produção Cultural da Candido Mendes foi criado em 2008 e já está na segunda turma.
“O curso surgiu da necessidade de formar profissionais com foco na produção executiva de ações culturais. A carga horária é de 376 horas, sendo composto por cinco módulos. As aulas acontecem aos sábados quinzenalmente, das 8h às 17h”, diz Kátia, que também é presidente da Associação Brasileira de Gestão Cultural (ABGC).
O valor do curso de pós-graduação é de R$ 10.560, que pode ser dividido em 22 parcelas de R$ 480. Entretanto, a instituição oferece descontos especiais para associações e instituições ligadas à cultura. Para alunos egressos do curso de graduação em produção cultural da Universidade Federal Fluminense (UFF), o desconto é de 20%.
A funcionária pública e produtora cultural Maria do Rosario Malcher, de 51 anos, decidiu, há quatro anos, mudar o rumo da carreira.
“Sou formada em Direito e trabalho na Justiça Federal desde 1993. Entretanto, em 2006, pedi transferência para o Centro Cultural Justiça Federal, pois sempre gostei dessa área. Mesmo trabalhando na parte administrativa do Centro Cultural, entendi que precisava me especializar. Quando me formei na pós-graduação em Produção Cultural da Candido Mendes, em 2008, fui convidada para ocupar o cargo de coordenadora cultural. Foi uma mudança muito bem-vinda na minha vida”, festeja.
Dos eventos ao próprio negócio
Para os que desejam tornar-se bacharéis em produção cultural, a UFF oferece um curso de graduação desde 1996, que é pioneiro no Brasil.
“O nosso desafio é ter a formação pragmática, que lida com a gestão, e, ao mesmo tempo, ligada à sensibilidade artística. Buscamos formar um gestor sensível às práticas culturais”, conta o coordenador e professor do curso, Luiz Guilherme de Barros Falcão Vergara, ressaltando o crescimento do mercado de trabalho na área.
“Pelo menos 80% dos nossos alunos já saem da universidade empregados. Os outros 20% geralmente investem na carreira acadêmica e vão direto para o mestrado. Esses jovens podem atuar em diversas áreas, como esferas públicas, empresas privadas, no setor de responsabilidade social, em organizações não governamentais, produtoras de terceiros ou abrir o próprio negócio, além da carreira acadêmica, por exemplo”, enumera Vergara.
De acordo com o coordenador, a profissão deve crescer muito nos próximos anos.

foto:Almir Miranda da Silva
Aula ministrada pelo prof. Vergara no MAC - 2007
“A economia da cultura é a economia do século XXI. Mas, para ter detaque no mercado, o profissional deve ter iniciativa e ser empreendedor. O produtor cultural é um solucionador de problema; ele lida com o imprevisto e com a diversidade. Já no que se refere a questão salarial, acredito que um profissional recém-formado não ganhe menos que R$ 1,5 mil por mês”, avalia Luiz.
O curso de graduação da UFF tem 2.655 horas, divididas em oito períodos. O ingresso é feito através do vestibular.
Com duas propostas de estágio e uma de emprego, o estudante da graduação da UFF, Plínio Chaves, de 21 anos, que está no quinto período, aconselha aos futuros produtores culturais a buscarem as oportunidades.
“A inserção no mercado de trabalho é fácil para quem corre atrás. Não dá para ficar esperando a coisas acontecerem. Eu nunca tive dificuldade para conseguir estágio porque sempre fui em busca das oportunidades. Após a formatura, quero viajar pelo Brasil com espetáculos ou trabalhar em produtoras. Mas também penso em fazer mestrado e, quem sabe, abrir minha própria produtora”, revela Plínio.
Exigência do setor
Outra instituição que oferece capacitação para os futuros produtores culturais é o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ). O Curso Superior de Tecnologia em Produção Cultural foi o primeiro da área de humanas a ser implantado na instituição, há sete anos.
“O mercado já estava exigindo profissionais especializados nessa área. De todos os curso oferecidos no IFRJ, esse é o segundo mais procurado. No início, era apenas uma turma. Hoje, temos seis turmas em andamento, com cerca de 40 alunos em cada uma”, comemora o coordenador do curso Jorge Luiz Pinto Rodrigues.
Os alunos já começam a ser absorvidos pelo mercado de trabalho, segundo Jorge, ainda com o curso em andamento.
“Muito alunos já conseguem emprego antes mesmo de terminarem o curso”, destaca.
A duração do curso é de três anos e os alunos contam com uma extensa grade curricular que, além de abordar disciplinas voltadas para produção cultural, fundamentos das artes e produção de artes cênicas, por exemplo, aprendem sociologia, antropologa, história da arte etc.
Um profissional que esteja envolvido em um grande projeto artístico pode faturar até R$ 4 mil mensais, de acordo com o professor.
fonte: O Fluminense
http://jornal.ofluminense.com.br/editorias/empregos-e-negocios/mercado-em-expansao-para-produtores-culturais
Projeto de extensão
desenvolve revistas eletrônicas

O curso de Publicidade e Propaganda da UFF, a partir de projetos de extensão coordenados pela professora Arlete Eni Granero, do Instituto de Arte e Comunicação Social (Iacs), desenvolveu as publicações eletrônicas “Publi.com” e “Ensaios de Marketing”.
“Publi.com” é uma revista on-line semanal que disponibiliza matérias nas seções Ensaios, Imagem, Multimídia, Anúncios, Case e trabalhos de caráter ecossociais. Também apresenta novidades e entrevistas do mundo da comunicação e do Iacs, além de trabalhos elaborados pelos graduandos, selecionados por um conselho editorial. A revista pode ser acessada no endereço http://www.uff.br/revistapubli.
“Ensaios de Marketing”, atualizada semestralmente, apresenta artigos de estudos da comunicação, elaborados por alunos nas disciplinas de Marketing, Marketing Publicitário, Linguagem do Texto Publicitário nas Mídias e Tópicos Especiais em Publicidade e Propaganda: Comportamento do Consumidor, com temas variados, pertinentes ao conteúdo teórico desenvolvido nas disciplinas e de livre escolha dos próprios estudantes. A publicação está disponível em www.uff.br/ensaiosdemarketing.

Fonte: UFF Notícias - Núcleo de Comunicação Social (Nucs)


Morre José Saramago,
Nobel da língua portuguesa



O escritor português José Saramago, Prêmio Nobel de Literatura em 1998 e doutor honoris causa da UFF, morreu nesta sexta-feira aos 87 anos, nas Ilhas Canárias, na Espanha. Seu corpo será enterrado em Lisboa. Saramago, que estudou até o ensino médio, conta que sua formação literária foi feita em bibliotecas públicas, onde conheceu obras de autores que o influenciaram, como os brasileiros Manuel Bandeira e Graciliano Ramos.

No ano 2000, José Saramago esteve na UFF para receber o título de honoris causa. Na ocasião, estudantes de Radiojornalismo, coordenados pela professora Ana Baumworcel, produziram um documentário radiofônico, dentro da série Universidade no Ar, que disponibilizamos no nosso site.

Clique aqui e ouça


Estudante de Jornalismo premiada no
concurso Rumos do Jornalismo Cultural 2009/2010
A estudante de Jornalismo Letícia Silva Queiroz, 21 anos, foi uma das universitárias premiadas pelo Instituto Itaú Cultural, no concurso que selecionou reportagens de doze estudantes universitários de 125 faculdades do país.

Letícia concorreu com a reportagem Cultura no subúrbio do Rio de Janeiro.
“O projeto do Itaú Cultural é uma ótima oportunidade e aprendizado para o estudante que pretende trabalhar na área de Jornalismo Cultural”, declarou a aluna.

Os estudantes selecionados participarão do Laboratório On-line de Jornalismo Cultural, com bolsa mensal e orientação de um editor de cultura, com o objetivo de realizar uma matéria especial para revista multimídia “Singular”. Além disso, o Itaú Cultural encaminhou à coordenação do curso de Comunicação Social da UFF 20 livros que foram doados à Biblioteca Central do Gragoatá. Entre os autores, destacam-se o historiador Eric Hobsbawn, o romancista norte-americano Truman Capote, um dos criadores do new jourtnalism, Gay Talese, Stuart Hall e Tchekhov.

Entre os autores nacionais, há livros do psicanalista Jurandir Freire e os jornalistas Eugênio Bucci e José Castelo e o pesquisador de música popular Zuza Homem de Melo.
Concurso fotográfico
marca Jubileu de Ouro
Para comemorar seus 50 anos de fundação, a serem completados em 2010, a UFF promove concurso fotográfico cujo tema são os diferentes olhares acerca da instituição e seus diversos campi. Os trabalhos selecionados darão origem a uma exposição fotográfica a à produção de um livro comemorativo, sendo que os três primeiros colocados ganharão uma câmera digital Nikon, modelo D90 (ou equivalente). As inscrições vão até o dia 14 de junho.
Mais informações em
www.editora.uff.br/editais

O produtor cultural do século 21

Por Blog Acesso
Há cerca de dez anos, cultura no Brasil se escrevia com inicial minúscula, quase como sinônimo de manifestação folclórica. Estava presente nos planos de governo mas, na maior parte das vezes, como uma pasta obrigatória com a qual não se sabia o que fazer. Ainda não chegamos ao ponto ideal em que a cultura ganha o mesmo status da economia e da comunicação. No entanto, o Brasil deu um grande salto no momento em que passou a tratar a cultura como um ativo que pode, e deve, contribuir para o desenvolvimento socioeconômico nacional.
Pode-se dizer que os ventos de mudança começam a soprar – como uma brisa, é bem verdade – com a implantação da Lei Rouanet, em 1995. Se antes um produtor cultural era tratado, de modo pejorativo, como um “faz tudo” da cultura ou, pior, como um desocupado, a partir da Lei ele passa a ter sua existência reconhecida, como um profissional necessário para estabelecer elos entre público e arte. Com a Lei, aumenta a demanda pelos serviços desse profissional e, com a demanda, os primeiros sinais de fragilidade de sua formação. Surge, então, oficializando e legitimando a profissão no Brasil, os primeiros cursos de graduação: o primeiro, em 1995, na Federal Fluminense (UFF-RJ); e o segundo, em 1996, na Federal da Bahia (UFBA). Esses cursos representaram a sistematização dos conhecimentos inerentes ao setor.
Hoje, passados 15 anos da inauguração do primeiro curso de graduação na área e, 9 anos, de seu reconhecimento pelo MEC, o setor mescla profissionais graduados e empíricos, de gerações diferentes, que passam a conviver em meio aos novos desafios.
Há 20 anos atuando como produtora cultural, Luiza Pires, sócia da Liga, empresa de consultoria e gestão cultural, tem um currículo invejável. Entre outros cargos, a Bacharel em História pela UFRGS foi sócia da Cult Assessoria e Projetos Culturais (1998); coordenadora administrativa da Casa de Cultura Mário Quintana (1999/2001); assessora especial da Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul; coordenadora Administrativa do Santander Cultural (2001/2002); e coordenadora Administrativa do Projeto: III Fórum Social Mundial/Cultural (2003). Mas o currículo não mostra os percalços que Luiza encontrou pelo caminho. “Quando comecei a trabalhar, a profissão não era reconhecida e o produtor era bastante depreciado. Mas há cerca de sete anos, o cenário mudou muito. Acho que a formação universitária instrumentaliza os profissionais e impede um contingente de despreparados. O próprio mercado passou a ter condições de peneirar os mais capacitados”, diz Pires.
A produtora também detecta mudanças no dia-a-dia da profissão. Ela relembra que, em uma época em que a captação de recursos se dava, prioritariamente, pelas redes de relacionamentos e pelo conhecimento privilegiado, a lei de incentivo federal era pouco utilizada no Rio Grande do Sul, enquanto as leis estaduais abundavam. “Há cerca de 8 anos que a lei estadual não é usada e o Sul é totalmente dependente da lei federal. Ainda mais porque enquanto o número de editais promovidos pelo MinC aumenta, o de editais privados escasseia. O lado ruim desta história é que os produtores culturais acabam cumprindo o papel de produtores e de captadores”, explica a produtora.
Foi justamente esse cenário que levou o administrador e produtor gaúcho Alê Barreto, conhecido na rede como produtor independente, a se mudar para o Rio de Janeiro, em 2007. Ele queria experimentar as diversas possibilidades da profissão ao invés de ficar restrito à estruturação de projetos para captação em leis de incentivo. “Trabalhar apenas com a Lei Rouanet gera um contexto muito frágil em termos de sustentabilidade. Além do que, as leis de incentivo dão a falsa sensação de que o produtor cultural é aquele que formata projetos, quando ele é o responsável por criar pontes, estabelecer diálogos entre a criação artística e o público. Produtor cultural não é um mero formatador de projeto, mas também não é faz tudo”, afirma Barreto.

O produtor gaúcho, que atua na área desde os 29 anos, diz que começou junto com o Governo Lula, em 2003, e que viu a profissão crescer junto com as ações do Ministério da Cultura. “A cultura que estava sempre entre os últimos orçamentos da União, com a atual gestão ganhou uma projeção tão interessante quanto a de outros ministérios. O olhar mudou e entraram na pauta dos debates temas como desenvolvimento, economia e tecnologia. Podemos contar até com séries históricas de pesquisas importantes, como as do IPEA, do IBGE e da Casa de Rui Barbosa”, opina o produtor. Para ele,a questão da formação universitária também tem contribuído para a profissionalizaçã o da área. No entanto, alerta para a necessidade de diversificação do olhar e das experiências. “Os cursos de produção cultural estão atrelados às ciências da comunicação, o que cria um contexto único, quando existem outros caminhos para a leitura da cultura, que vão da antropologia à economia”.
Para dar vazão às suas ideias e estabelecer um diálogo com outros produtores, Alê criou em seu blog a Rede de Notícias Culturais Sustentáveis. “Falta entrosamento entre os produtores culturais que enxergam uns aos outros como concorrentes. Com essa iniciativa quero estimular a cooperação e a troca de experiências. O mecanismo é simples mas, se der certo, poderá ser uma fonte de informação útil a todos os elos da cadeia”, explica. Para ele, entre os desafios que o produtor do século 21 tem a enfrentar está a necessidade de conexão, seja com seus pares ou com profissionais de outras áreas. “Acho que o grande desafio para o produtor cultural, hoje, seria pensar a sua profissão mais conectada com aquelas que a tangenciam. O que significa transitar entre jornalistas, profissionais de informação, economistas. Enfim, perceber que o trabalho é amplo e que ele pode atuar em várias frentes”, conclui Barreto.

Estudantes da UFF criam website
para localizar vagas em república

Um grupo de estudantes da UFF acaba de criar um website (www.morauff.com.br) que pretende facilitar a busca de vagas em repúblicas em Niterói. Segundo os organizadores, em pouco tempo de existência o Moraruff tem acirrado a concorrência entre pensionatos e apartamentos conjugados, forçando a queda de preços dos aluguéis voltados para este segmento. A visualização das vagas, através de mapas do Google, é gratuita, assim os anúncios enviados por calouros e veteranos interessados.
Um dos organizadores do site, o estudante de Cinema Rafael Siqueira Cruz, conta que a idéia surgiu primeiro na Universidade de Campinas (Unicamp). ”Alguns alunos de lá desenvolveram um website que revolucionou a maneira como os estudantes procuram e oferecem vagas em repúblicas. O projeto fez tanto sucesso que hoje o Morar Unicamp é o site imobiliário mais famoso entre os estudantes da cidade”.
Construtora do Rio vence
licitação do prédio do IACS no Gragoatá

A Comissão Permanente de Licitação da UFF realizou terça-feira, dia 22, o processo de licitação para a construção das edificações do IACS no campus do Gragoatá, abrangendo nove dos 15 blocos previstos, além do anfiteatro.

Onze empresas, do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais participaram da concorrência pública, realizada na sala da CPL, no primeiro andar da reitoria, em Icaraí. Todas foram consideradas habilitadas. A construtora que ofereceu o menor preço foi a Prescon Engenharia, do Rio de Janeiro, com um orçamento de R$ 17 milhões, o que corresponde a R$ 4 milhões a menos que o valor previsto na licitação, de R$ 21 milhões.

O contrato deverá ser assinado na primeira quinzena de janeiro. Após a assinatura, a empresa terá cinco dias úteis para iniciar a obra, cuja conclusão está prevista para fevereiro de 2012.

A direção do IACS reparte com toda a comunidade acadêmica um sentimento de realização, resultado de anos de luta das gestões que nos antecederam, desde 1987, quando a declaração de moratória da dívida externa, por parte do governo brasileiro, suspendeu o acordo MEC-BID, que previa a construção do prédio do IACS no Gragoatá.

Além da gestão atual, liderada pela professora Mara Rodrigues, os esforços para que o IACS tenha uma casa nova foram compartilhados pelas gestões dos professores Antonio Serra, José Marinho, José Maurício Alvarez, Moacy Cirne, Ana Lopes, Alceste Pinheiro, Sérgio Santeiro e novamente Antonio Serra.

Trata-se de um projeto coletivo, como devem ser as
gestões de uma universidade pública.

Curso de Ciência da
Informação recebe prêmio em Brasília
Pesquisadores das áreas de ciência da informação e de administração receberam, no último dia 11, o Emerald Brazilian Research Fund Award, prêmio concedido pela Editora Emerald, com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal de Nível Superior (Capes), aos dois melhores projetos de pesquisa que unissem qualidade acadêmica e relevância social. A entrega do prêmio ocorreu durante as comemorações do nono aniversário do Portal de Periódicos da Capes.
Um dos projetos vencedores foi apresentado pelo professor Carlos Henrique Marcondes, do Departamento de Ciência da Informação da Universidade Federal Fluminense (UFF). O prêmio foi entregue pelo vice-presidente da Emerald para as Américas, David Butler, ao professor Leonardo Cruz, um dos co-autores do trabalho e integrante do grupo de pesquisa dirigido por Marcondes.“Esse é o reconhecimento de um trabalho de cinco anos e que gerou duas teses de doutorado. O grupo está muito feliz”, diz Leonardo Cruz.
O projeto vencedor, vinculado à área de Representação do Conhecimento, pretende refinar os mecanismos de busca dos acervos das bibliotecas. A idéia é fazer um resumo do problema de pesquisa que foi efetivamente solucionado por um texto ou artigo científico. Pode-se dizer, por exemplo, que o autor X, no artigo Y, mostrou que a substância K causa o efeito Z. Esses resumos permitiriam que a recuperação da informação científica em um acervo não se limitasse à freqüência das palavras-chave, possibilitando uma busca mais refinada que incluísse as conclusões atribuídas pelos autores das pesquisas indexadas.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Capes
Alunos da UFF se
destacam em prêmio da CBN

Um grupo de alunos do curso de Jornalismo da UFF que participou do projeto de extensão Universidade no Ar, coordenado pela professora Ana Baum, irá receber menção honrosa do Prêmio CBN de Jornalismo Universitário.
A reportagem sobre catadores de lixo, feita pelos alunos Dilliany Justino, Jaqueline Deister, Karen Lessa, Larissa Verdier e Sávio Bruno, ficou entre as três melhores do concurso e vai ao ar no dia 1º de outubro durante o programa CBN Total. O áudio do programa também estará disponível no site da CBN.
Relação entre cinema e games é tema
de palestra de professor canadense

A UFF recebe esta semana a visita dos professores André Blanchard e Gilles Methel. ambos ligados à área do audiovisual e da multimídia e vinculados à Universidade Internacional de Multimídia (UIM). Nossa Universidade representa a entidade na América do Sul. Blanchard dá palestra "Games e cinema: quem influencia quem?", nesta segunda-feira, às 14, na Escola de Engenharia (Rua Passos da Pátria), no bloco D, sala 330. A palestra, com entrada franca, terá tradução simultânea.
A UIM, criada em março de 2005, constitui uma rede internacional de excelência no campo das tecnologias multimídias e da
comunicação, de colaboração e troca de experiências, de valorização da pesquisa e de mediação do conhecimento.
Estarão aqui, em missão de cooperação técnico-científica, os professores Gilles Methel e André Blanchard. André é da universidade do Quebec em Abitibi-Témiscamingue (UQAT) campus de Rouyn-Noranda. Ele é o Presidente da UIM desde sua fundação e é um dos responsáveis pelas áreas de cooperação internacional, cinema, roteiro e multimídia. Gilles Methel é membro da UIM e trabalha na Escola Superior de Audiovisual da Universidade de Toulouse le Mirail, onde é professor de infografia e multimídia e diretor do Laboratório de Pesquisa
Audiovisual (LARA).
Na quarta-feira, dia 26, o Professor Blanchard apresenta no IACS,
sala C111, às 11 horas, uma conferência sobre O processo criativo.
Também aberta aos interessados.
Na sexta-feira é a vez de o professor Gilles Methel realizar, no IACS II ( Rua Tiradentes, 148), às 15 horas, um workshop de infografia, parte de um projeto internacional chamado Os excêntricos, que faz uma releitura gráfica de personagens dos diferentes países que compõem a UIM.
Carta aberta do IACS aos
candidatos a Reitor e Vice-Reitor da UFF
Gestão 2010 - 2014
Em maio estudantes, professores e técnico-administrativos da UFF serão convidados mais uma vez a participar da consulta pública para indicar o Reitor e Vice-Reitor que estarão à frente da Universidade nos próximos quatro anos. Um momento que se pode revestir de mera formalidade ou consubstanciar um desejo político de transformações. Depende da participação da comunidade acadêmica.

Vivemos hoje uma fase de mudanças significativas na educação superior. A expansão das universidades públicas é uma realidade. Está em curso um paradigma que busca um novo olhar sobre o mundo. A escola representa o espaço do trabalho coletivo e compartilhado do diálogo e da atitude crítica e criativa; o lócus privilegiado de compreensão das grandes questões do mundo contemporâneo e das proposições transformadoras das desigualdades de toda ordem nele existentes. Esse cenário indica que a universidade precisará utilizar-se de novas configurações não só no plano didático-pedagógico, como também organizacional.

Portanto, para o seu desenvolvimento institucional a UFF deverá deliberar sobre questões estratégicas que implicam a mudança da sua estrutura organizacional e acadêmica, com o conseqüente fortalecimento das unidades.

As áreas que o IACS integra – as artes, a ciência da informação, o cinema, o jornalismo, a publicidade e mídia – o corpo docente constituído por cerca de 130 professores, os discentes que somam em torno de 1.700 alunos e os técnico-administrativos que totalizam 54 servidores, elevam o Instituto à condição de personagem marcante no debate das questões que envolvem a nossa universidade. Apresentamos a seguir o que consideramos as condições básicas para que o IACS continue a contribuir para o desenvolvimento político e acadêmico da nossa Universidade, reafirmando assim a visibilidade e a importância que sempre teve ao longo dos 40 anos de existência do Instituto.

COMPROMISSOS DO REITOR E VICE-REITOR

1 REESTRUTURAÇÃO E EXPANSÃO UNIVERSITÁRIA

Implantar mecanismos de acompanhamento para assegurar que a reestruturação e expansão programada para a UFF seja realizada com a garantia da qualidade acadêmica.

Linhas de ação


* Valorizar a participação da UFF no programa Reuni, conciliando o compromisso da expansão com o da qualidade da educação.
* Expandir e reestruturar as unidades acadêmicas, visando a qualificação crescente das atividades de ensino de graduação e de pós-graduação, pesquisa e extensão, em sintonia com os novos paradigmas da educação.
* Respeitar a prioridade concedida ao IACS na conclusão do prédio no campus do Gragoatá, atendendo uma demanda que se faz presente há pelo menos 22 anos. Somente com o prédio novo, o IACS poderá cumprir integralmente o compromisso de criar novos cursos de graduação e ampliar as vagas dos cursos já existentes.

2 MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO UNIVERSITÁRIA

Implantar uma Política de Modernização da Gestão Universitária que construa processos de acompanhamento e avaliação permanentes na administração dos programas institucionais de modo a garantir a sua efetiva implantação, com a finalidade de fortalecer a co-responsabilidade de todos os envolvidos na condução do Projeto Pedagógico Institucional da UFF.

Linhas de ação

* Preservar os avanços institucionais e aperfeiçoar instâncias colegiadas importantes, como o Fórum de Diretores de Unidade, a Comissão Mista de Orçamento e Metas e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI).
* Adequar as estruturas administrativa, didático-pedagógica, de pesquisa e de gestão das unidades acadêmicas, de modo a aumentar sua eficiência, favorecer a inovação e experimentação pedagógicas e propiciar o diálogo interdisciplinar entre as áreas.
* Implantar o processo de avaliação institucional permanente, formativo e democrático, que favoreça o planejamento global da instituição, corrigindo rumos e melhorando a qualidade da gestão.
* Realizar mudanças na matriz de divisão orçamentária, considerando as especificidades das unidades acadêmicas.
* Aperfeiçoar a utilização dos recursos financeiros, agilizando procedimentos de compra e distribuição de materiais, diminuindo a burocracia.

3 CAPACITAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS


Implantar programa de capacitação de recursos humanos, visando o desenvolvimento de potencialidades e melhorias de desempenho, capacitando os recursos humanos para responder as
demandas da UFF.

Linhas de ação

* Modernizar o sistema de informação de recursos humanos da UFF, acompanhando as necessidades atuais e as recomendações das propostas de reforma do Estatuto da Universidade.
* Capacitar os recursos humanos das unidades administrativas e acadêmicas para a descentralização e atendimento ao público
* Buscar novas vagas para concurso de professores e de técnico-administrativos, atendendo às demandas das unidades acadêmicas.
* Implantar um programa efetivo de capacitação didático-pedagógica do quadro docente da UFF.
* Estimular a capacitação dos técnico-administrativos em sintonia com a avaliação institucional de modo a possibilitar a mobilidade e ascensão funcional dos servidores de acordo com as necessidades das unidades acadêmicas e administrativas da UFF.

Assim, o Colegiado de Unidade do IACS solicita aos candidatos a Reitor e Vice-Reitor que se pronunciem e assumam o cumprimento de nossas propostas, assim como a implantação integral do projeto do prédio do IACS no campus do Gragoatá aprovado na Comissão Mista de Orçamento e Metas no ano de 2009.
Niterói, abril 2010
IACS mantém aulas nesta quinta-feira
As aulas no IACS nesta quinta-feira, dia 22, serão mantidas, para que os professores tenham condições de cumprir a carga horária regular das disciplinas, sem necessidade de alteração no calendário escolar, em meio a tantas suspensões causadas por motivos de força maior.

A direção informa que o expediente administrativo no
IACS será normal
.
IACS retorna as aulas nesta sexta-feira (16/04)

O Colegiado de Unidade do IACS - Instituto de Arte e Comunicação Social,
em reunião extraordinária, realizada na reitoria da UFF - Universidade Federal Fluminense, aprovou, por unanimidade, o retorno das aulas nesta sexta-feira dia 16/04.
Na reunião foi apresentado laudo técnico da Superintendência de
Arquitetura, Engenharia e Patrimônio da UFF, que avalia as condições da encosta ao fundo do terreno do IACS assim como as condições do bloco D. Uma obra emergencial será realizada na encosta e foi recomendado a manutenção da interdição do bloco D, sendo o restante do prédio liberado.
As atividades laboratoriais do bloco D estão temporariamente suspensas e serão transferidas, nos próximos dias, para estruturas modulares a serem instaladas na frente do prédio do IACS.
Niterói, 15 de abril de 2010
Veja abaixo as fotos do deslizamento e do almoxarifado do
Departamento de Cinema.


fotos: India Mara












Professor do IACS debate
sobre indústria cultural na UFRJ
O Grupo de Pesquisa em Políticas e Economia Política da Informação e da Comunicação (PEIC) da Escola de Comunicação da UFRJ convida para o debate Estrutura e Concentração das Indústrias Culturais na América Latina, com a participação de três dos principais analistas das políticas de comunicação latinoamericanas na atualidade: Guillermo Mastrini (Un. de Buenos Aires), Dênis de Moraes (UFF) e João Brant (Intervozes/Instituto Nupef), com mediação de Marcos Dantas (PEIC-ECO/UFRJ), no dia 15 de abril, às 15h, no Auditório Prof. Manuel Maurício de Albuquerque, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFRJ.

Debate:

ESTRUTURA e CONCENTRAÇÃO DAS INDÚSTRIAS CULTURAIS NA AMÉRICA LATINA
Autores:
Guillermo Mastrini (UBA),
Dênis de Moraes (UFF) e
João Brant (Intervozes/Instituto Nupef)
Mediador: Marcos Dantas (PEIC-ECO/UFRJ)

Data: 15 / 04 / 2010, 15h
Local: Auditório do CFCH, UFRJ, Campus da Praia Vermelha
Organização: PEIC-Eco/UFRJ
Apoio: Instituto Prensa y Sociedad – IPSyS, Faperj.
Informações: peic@eco.ufrj.br
Aluno de Arquivologia
vence prêmio Láurea Acadêmica
O estudante do Curso de Arquivologia, Leandro da Silva Paes, formado no primeiro semestre de 2009, foi contemplado com “Prêmio Láurea Acadêmica da Universidade Federal Fluminense”, no dia 05/11/2009, no Teatro da UFF.
A premiação é destinada ao melhor estudante dos cursos de graduação da UFF, de acordo com a norma de instrução do PROAC, onde são reconhecidos publicamente os aspectos de dedicação e desempenho nas atividades acadêmicas.
A Coordenação de Arquivologia enviou comunicado parabenizando o estudante Leandro, por ter recebido este título concedido pela PROAC/UFF, como melhor aluno do 1º semestre de 2009.

fonte:ENARA

 

 

 

Coseac divulga relação
candidato-vaga do IACS



O curso de Comunicação Social, habilitação Publicidade, está em terceiro lugar entre os mais procurados no vestibular da UFF, com a relação candidato-vaga de 25,5, atrás apenas de Medicina e Relações Internacionais.

A Comissão de Seleção de Acesso (Coseac) divulgou a relação vaga-candidato de todos os cursos de graduação da UFF, entre eles os sete mantidos pelo Instituto de Arte e Comunicação Social.

Publicidade: 25,5
Jornalismo: 19,5
Cinema e Audiovisual: 14,92
Produção Cultural: 7,52
Estudos de Mídia 4,92
Arquivologia: 4,92
Biblioteconomia: 3,43

A primeira etapa do vestibular da UFF será no próximo dia 29, domingo, e a segunda etapa. dia 20 de dezembro, com início previsto sempre para as 8h.

Veja a relação vaga-candidato completa no endereço

www.coseac.uff.br/2010

 

Conferência de Comunicação e
tensão com radiodifusores


Por Bruno Lima Rocha , Blog do Noblat


O Brasil está a menos de um mês de um fato inédito e, não por acaso, o tema é ignorado solenemente pela maior parte dos cidadãos deste país.

Entre os dias 14 e 17 de dezembro, em Brasília, delegados estaduais representando movimentos populares, o Estado em seus distintos níveis de governo e parcelas dos agentes econômicos do setor, estarão discutindo a comunicação social brasileira em uma instância não vinculante.

Ou seja, o que se debater na Conferência Nacional de Comunicação (Confecom, http://proconferencia.org.br) não vira lei, mas pode servir de base para mudanças estruturais no curto e médio prazo.

Das várias abordagens possíveis para o tema, vejo como essencial o debate dos três sistemas de comunicação.

A Constituição assinada em 1988 prevê no Capítulo V da Comunicação Social, artigos 220 a 224, definições que não se verificam na sociedade.

Explico

O texto da Carta Magna compreende que no Brasil devam existir três sistemas complementares e não rivais.

Trata-se dos sistemas privado, estatal e público (não-estatal).

O primeiro diz respeito aos operadores empresariais que vêem a
indústria da informação, comunicação e cultura como uma forma de
dividendos econômicos, um negócio.

O sistema estatal é alvo de disputa, entre fazer uma mídia dos
poderes, ou pior, chapa branca; ou defender o modelo da BBC inglesa, quando o Conselho da Entidade é soberano e gestor de orçamento próprio.

Já o terceiro sistema, o público não-estatal, tem sua base montada a partir da Lei 9612/98, quando se regulamenta o serviço de radiodifusão comunitária, e compreende as mídias associativas sem fins lucrativos e onde todos os cidadãos de um determinado território tenham acesso.

O calcanhar de Aquiles da mídia brasileira é a reprodução do modo de financiamento baseado na publicidade.

Como em qualquer outro ramo da economia do país, o definidor da
viabilidade do empreendimento não é a expertise no ramo de atuação, mas a relação com o Estado e os poderes de fato.

Este conceito em economia política se chama “relações assimétricas”.

O mesmo se materializa quando os grandes grupos de mídia operando no Brasil têm nos anunciantes estatais uma fonte fundamental para fechar a folha de pagamento e cobrir os custos das empresas.

Estas, afiliadas na Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e TV (Abert) e no seu racha, a Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra) evitam ao máximo pautar o tema do modelo publicitário oficial.

A tensão se nota na hora de pôr em pauta o debate, considerando que a Abert se retira da Confecom e o governo Lula, através do ministro da pasta, Hélio Costa (ele próprio um radiodifusor), faz o possível para esvaziar a instância e não permitir que a mesma se torne referência para o setor.

Entendo que a Confecom deve traçar os moldes de um novo marco
regulatório e este passa pela forma de financiamento, que se confunde com o modelo de negócio, ancorado na relação Empresa-Estado.

A assimetria se nota quando os três níveis de governo investem a maior parte dos seus recursos de publicidade na mídia privada.

Isto impede a instauração dos três sistemas, a sustentação das
emissoras de tipo estatal e pública, justo por brigarem pela mesma
fatia do bolo.

Não por acaso, este assunto os radiodifusores não querem nem ouvir falar.

Bruno Lima Rocha é cientista político
www.estrategiaeanalise.com.br
blimarocha@via-rs.net
Artigo postado no Blog do Noblat
FONTE: Site Pro Conferência de Comunicação

 

 

 

Rio Grande do Sul aprova projeto
que exige diploma em concursos públicos

Izabela Vasconcelos, de São Paulo

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul aprovou, por unanimidade, o Projeto de Lei 236/2009, que torna obrigatório o diploma de Jornalismo para servidores estaduais. Agora, o PL de autoria do deputado Sandro Boka (PMDB) deverá ir para sanção da governadora Yeda Crusius (PSBD).

Sobre o resultado unânime, Sandro ficou surpreso, mas esperava uma posição favorável da maioria dos deputados. “Confesso que fiquei surpreso com a unanimidade, mas esperava uma certa aprovação porque quando o STF derrubou o diploma, muitos deputados repudiaram a decisão”, explica.

Para ele, com a aprovação do projeto, a Assembleia gaúcha “valoriza a profissão”. O deputado também disse que pretende conversar com municípios do estado para que a medida seja aplicada em todos os órgãos públicos do estado.

O presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio Grande do Sul, José Maria Rodrigues Nunes, disse que a decisão da Assembleia deve ser copiada por outros estados. “O Legislativo do Rio Grande do Sul deu um exemplo que deve ser seguido por todo o País. Foi uma resposta ao STF. Agora só precisamos fiscalizar para que essa lei seja cumprida”.

Em contrapartida, a PL do deputado estadual Sabá Reis (PR), que propunha a mesma exigência para os órgãos públicos do Amazonas, foi vetada pela Assembleia do estado.

 

UFF lança jogos eletrônicos infantis
inéditos no mercado de videogames


5/4/2010

Dia 14 de abril, às 18h, no Auditório do Instituto de Geociências, no Campus da Praia Vermelha, haverá o lançamento de dois jogos eletrônicos infantis, produzidos na UFF e inéditos no mercado de videogames.

Os projetos dos jogos foram desenvolvidos por alunos de graduação e pós-graduação do Instituto de Computação e do Instituto de Arte e Comunicação Social da UFF, têm patrocínio da Secretaria da Cultura do Estado do Rio de Janeiro, após estarem entre os vencedores da Chamada Pública 0005/2008 - Audiovisual: Mídias Digitais, na categoria Jogos Eletrônicos.

Um dos videogames que será lançado no dia 14, denominado Jecripe, é direcionado para crianças com Síndrome de Down, e traz propostas inovadoras para a indústria do entretenimento e para o tratamento de pessoas com necessidades especiais.

O outro jogo a ser lançado simultaneamente no evento é o França Antártica e narra a aventura do índio Jeró no Brasil e na França do Século XVI, durante um importante momento de nossa história.

Na ocasião, as equipes de desenvolvimento dos videogames estarão presentes para apresentar as versões de demonstração dos dois jogos, que funcionam nas plataformas Windows, Mac e Web.

fonte: NUCS

Psicanálise e Cinema

A Praxis Lacaniana convida para a exibição do filme A Partida, ganhador do Oscar melhor filme estrangeiro de 2009. Após a exibição haverá debate com Marcela de Souza Amaral, profa. do Depto. de Cinema e Video da UFF e Edméa Roque, psicanalista da Práxis Lacaniana.

A Partida segue a história de um jovem que começa a trabalhar como "Nokanshi", uma espécie de agente funerário, responsável por preparar o corpo, colocá-lo no caixão e enviar a pessoa que morreu para o outro mundo, agindo como um guardião entre a vida e a morte. porem seu trabalho é desprezado tanto por sua esposa quanto pelas pessoas a sua volta, mas através da morte é que ele começa a descobrir o verdadeiro sentido da vida.

Dia 09 / 12 - quarta-feira
às: 18 h.

Campus do Gragoatá
Auditório Macunaíma
Bloco "O" - 2° andar



KODAK Film School Competition 2009


A ABC (Associação Brasileira de Cinematografia) convida para a próxima
Sessão ABC com exibição dos 6 curtas finalistas da etapa brasileira do
KODAK Film School Competition 2009:

A Guerra de Arturo - Jorge Enrique Oliveira (ECA-USP)
Cinco Minutos - Felipe Chiaramonte (FAAP)
Banhos de Mar - Lucas Dolabella Barbi (UFF)
Mais uma Noite - Marcella Paschoal Braga (ECA USP)
Maresia - Christian Schneider (PUC-RS)
Segura na Mão de Deus - Gabriela Benedett Ramos e
Carolina Krebs (PUC-RS)

Data: 07/12
Horário: 19:30h
Local: Cinemateca Brasileira
Largo Senador Raul Cardoso, 207 - Vila Clementino - 04021-070 - São Paulo
(11) 3512-6111 / contato@cinemateca.org.br

Após a exibição ocorrerá um debate mediado por Lauro Escorel, ABC com os
diretores de fotografia dos curtas.

O EVENTO É GRATUITO!!

Alunos do IACS promovem
Semana de Comunicação

De 10 e 13 de novembro, os estudantes do IACS realizam a Semana da Comunicação, batizada de “Se.com: a estreia”. Concebida por alunos dos cursos de Jornalismo e Publicidade, a programação pretende trazer uma visão plural e atualizada sobre a comunicação nos dias de hoje. As oficinas acontecerão nas salas do IACS e os debates, no salão nobre da Faculdade de Direito, na UFF (Rua Presidente Pedreira, 62), no Ingá.

Mais informações estão no Twitter
<http://twitter.com/secom_uff>
ou na comunidade no Orkut
<http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=95827448>,
na qual também se pode fazer inscrição.

O evento é aberto ao público em geral.


Programação

(ainda sujeita a algumas confirmações de presença)

 

10 de novembro, terça-feira

Debate: Democratização da Comunicação

15h - Oficina
Criação em rádio
Por Agência Pulsar
Local: IACS, Rua Lara Vilela, 126, Ingá

  • Importância da Conferência Nacional de Comunicação

16h30 - Mesa 1
Olívia Bandeira - Coletivo Intervozes

Jean Oliveira - Executiva Nacional dos Estudantes de
Comunicação Social (Enecos)

Noeli de Almeida - Conselho Regional de Psicologia
Irene Cristina - Mediador
Local: Faculdade de Direito, Rua Presidente Pedreira, 62, Ingá (Salão Nobre)

  • A Concentração dos Veículos de Comunicação

18h30 - Mesa 2
Cláudio Salles - Rádio Comunitária Papa Goiaba
Marcos Dantas - Departamento Comunicação Social PUC– RJ
Eduardo Compan - Chefe de Reportagem da Rádio CBN
Patrícia Saldanha - Mediador
Local: Faculdade de Direito, Rua Presidente Pedreira, 62, Ingá (Salão Nobre)

11 de novembro, quarta-feira

Debate: Ética na Profissão

 

  • Reconstruindo a Propaganda e os Textos Jornalísticos

    Por, Kléber Mendonça e Ana Paula Bragaglia
    Local: IACS, Rua Lara Vilela, 126, Ingá

  • Estereótipos na Publicidade

16h30 - Mesa 1
Marcelo Serpa - Professor do Departamento de
Comunicação Social da UFRJ

Amaury Fernandes - Professor Doutor pela EBA
Lilian Ribeiro - Mediador
Local: Faculdade de Direito, Rua Presidente Pedreira, 62, Ingá (Salão Nobre)

  • Qualidade da Programação Televisiva

18h30 - Mesa 2
Eliana Monteiro - Professora Doutora da Universidade Cândido Mendes
Arthur Willian - Coletivo Intervozes e TV Brasil
Guilherme Nery - Mediador
Local: Faculdade de Direito, Rua Presidente Pedreira, 62, Ingá (Salão Nobre)

 

12 de novembro, quinta-feira

Debate: Comunicação e Sociedade

15h - Oficina

Mostra de Fotografia
Escola de Fotógrafos Populares da Maré
Local: IACS, Rua Lara Vilela, 126, Ingá

  • O papel do Comunicador na Sociedade

16h30 - Mesa 1
Marcelo Salles - Correspondente, no Rio de Janeiro, da Revista Caros Amigos e Editor de Dia-a-dia do Fazendo Média
Gustavo Barreto - Fórum de Mídia Livre (FML) e consciencia.net
Flávia Clemente - Mediador
Local: Faculdade de Direito, Rua Presidente Pedreira, 62, Ingá (Salão Nobre)

  • O Papel dos Cursos de Comunicação

18h30 - Mesa 2
João Batista - Professor do Departamento de Comunicação Social da UFF
Lúcia Maria Araújo - Jjornalista e Gerente Geral do Canal Futura (a confirmar)
Jânio de Freitas - Jornalista do Folha de São Paulo
Flávia Clemente - Mediador
Local: Faculdade de Direito, Rua Presidente Pedreira, 62, Ingá (Salão Nobre)

 

13 de novembro, sexta-feira

19h – Festival de Curtas
Local: No CineArte-UFF, R. Miguel de Frias, 9, Icaraí

 

Morre Narciso Lobo,
Ex-Presidente do DACO


O jornalista e professor Narciso Lobo, do curso de Comunicação Social da Universidade Federal do Amazonas, morreu na madrugada de hoje, em Manaus, vítima de câncer. Formado em Jornalismo nos anos 70 pelo Instituto de Arte e Comunicação Social, Narciso Júlio Freire Lobo, 59 anos, foi um dos primeiros presidentes do Diretório Acadêmico de Comunicação na UFF. No Rio, trabalhou como repórter da sucursal do Estado de S. Paulo, na época em que o jornal da família Mesquita enfrentava a censura prévia imposta pelo regime militar.

De volta a seu estado de origem, Narciso ingressou como professor na UFAM, onde se tornou pró-reitor de extensão. Com doutorado em Ciências da Comunicação na Universidade de São Paulo, ele integrava atualmente o corpo docente do programa de pós-graduação em Sociedade e Cultura da Amazônia.

No artigo "Uma profissão contra a parede", publicado em 2005, Narciso Lobo ressalta as diferenças de compromisso entre o jornalismo particado até a década de 60 e o exercido nos dias de hoje:

"Precisamos mostrar, com estudos bem fundamentados, a diferença entre o jornalismo praticado até meados dos anos 1960, destinado, no geral, a confirmar o poder de quem o exercia, pela corrupção, pelo coronelismo ou pelo dinheiro, e as alterações, técnicas e éticas, num crescendo, proporcionadas pela formação universitária, pela pesquisa e pela dignidade de uma profissão legal e socialmente reconhecida.

Essas mudanças são visíveis não apenas nas metrópoles, mas principalmente nos mais distantes e isolados pontos desse país continental, onde a profissionalização do trabalho jornalístico vem lentamente rompendo com a tutela dos velhos donos da verdade.

Como se vê, todo o debate sobre a comunicação, e do jornalismo, em particular, está umbilicalmente ligado ao projeto que se tem para o país.
Não podemos sequer sonhar com uma luta puramente corporativista. Seria apostar no atraso e entregar o ouro para o bandido."

De aguçado espírito crítico, Narciso Lobo, poeta e escritor, certamente deixará saudades entre os colegas da academia e do jornalismo.

 

 

Diploma de Jornalismo:

"Você não vale nada mas eu gosto de você"

 

 

 

Enfoque UFF - www.uff.br/enfoque_uff Alunos e professores de jornalismo da UFF falam sobre a necessidade (ou não!) da obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão



 

Discurso da Oradora Raquel Júnia de Magalhães

Bom dia a todos e todas. Estimados professores, familiares, amigos, colegas, companheiros e companheiras. Formarmos em cinema, jornalismo e publicidade é hoje o que nos traz aqui.

É esse o momento de ver reconhecido o nosso esforço, nossa dedicação, nossa trajetória que seguramente era um sonho para muitos de nós. Alguns saímos de outras cidades para estarmos aqui, e chegando em Niterói, apesar das dificuldades de moradia e outras tantas, tivemos o acolhimento dos colegas nativos, vamos dizer assim.

É difícil essa tarefa de falar por uma turma tão heterogênea. Muitos de nós não nos conhecemos muito bem pelas especificidades de nossas habilitações, pelas diferenças no ritmo com que cada um de nós cumpriu as disciplinas que nos trouxeram hoje até aqui. Mas tentarei traduzir nesse pouco tempo alguns sentimentos que devem ser comuns a todos nós.

Primeiro quero falar da nossa Universidade. E como bem fez um amigo que também se formou aqui há dois anos, agradecer ao povo brasileiro por ter nos proporcionado essa formação. Me recordo muito de um dia, véspera de feriado, eu já estava com a mala pronta para passar o recesso na minha cidade. Precisava ir ao estágio de manhã, voltar para casa e pegar as coisas para ir viajar. De repente lembro que não tinha quase nada em casa para preparar o almoço e o tempo era pouco. Mas aí o campus do Gragoatá estava no meu caminho e também o bandejão. Fui até lá, estava vazio nesse dia, sem filas. Almocei emocionada pensando o quanto a universidade pública estava me oferecendo naquele momento. Não só uma sala de aula, ainda que precária, os professores, o conhecimento. Mas naquele momento, ela estava sendo mais do que isso. Era como se fosse a minha mãe, não deixando que eu viajasse sem ter almoçado. Pensei o quanto seria maravilhoso se todos os jovens com 20, 25 anos, como eu, tivessem tido essa oportunidade. Somos privilegiados, meus colegas. Sei que muitos de vocês sabem disso.

Talvez a melhor forma de retribuir esse privilégio seja trabalhando para que nunca se considere natural que apenas 13% dos jovens brasileiros estejam na universidade. Nas públicas, são menos de 4%. Deixo aqui o agradecimento dessa turma a essa universidade, a esse povo que pagou com seus impostos esse sonho, e a esperança de que os estudantes que por aqui passarem tenham essa consciência de torná-la cada vez mais pública e mãe dos jovens brasileiros.

Somos comunicadores – cineastas, publicitários, jornalistas. E hoje devemos nos perguntar, pensar em cada ensinamento que tivemos aqui, cada vivência, cada conversa no IACS ou num bar da Cantareira, cada reunião do DACO, o que é sermos comunicadores? Creio que essa pergunta pode ter um sentido para cada um, mas quero lembrar aqui as palavras de Paulo Freire, educador brasileiro, que acredita que a comunicação é acima de tudo um diálogo. “O diálogo é uma relação horizontal de A com B. Nasce de uma matriz crítica e gera criticidade. Quando dois pólos do diálogo se conectam assim, com amor, com esperança, com fé um no outro, se fazem críticos na busca de algo comum. Só aí existe comunicação, só o diálogo comunica”.

Peço que façamos deste diálogo proposto por Paulo Freire nosso método de atuação pelo resto de nossas vidas. Estamos num momento confuso, de crise financeira, mas também de valores, de informação. Somos a todo momento pressionados pelos imperativos desse sistema, o imperativo financeiro, o do sucesso, o do reconhecimento. Estamos perdendo conquistas de outros que lutaram antes de nós. Mas precisamos lembrar que ainda assim nossa capacidade de criação, de inquietude, de rebeldia pode estar acesa. Somos seres históricos e que constrói a história, obviamente dependendo das condições de cada processo histórico.

Como comunicadores temos em nossas mãos possibilidades incríveis, uma das mais fantásticas talvez seja a de amplificar vozes. À nossa volta temos milhares de histórias para contar, milhares de situações que não são naturais e não são impossíveis de mudar. Que o cotidiano, a vida à nossa volta, o sofrimento e a alegria do nosso povo sejam as principais matérias- primas da construção do nosso fazer comunicacional. Muito mais do que isso, que as fantasias, os sonhos grandiosos, a revolta nos impregne sempre em nosso trabalho.

Nossas tarefas não são poucas, mas são muito justas. Desejo meus colegas, professores, amigos e familiares aqui presentes que não percamos nunca nossa capacidade de sonhar. A passagem por essa Universidade representou muito em nossas vidas, nos foi fazendo a cada dia diferentes. Lembram a história do Rio, que uma mesma pessoa não banha duas vezes no mesmo rio – a pessoa mudou e água do Rio também, pois é estamos aqui, transformados em seres que a UFF ajudou a construir. Como dizem em outros países da nossa América Latina, ojalá! Ojalá um dia nos reencontremos, e quem sabe num mundo um pouco melhor, com lembranças maravilhosas para contar desse tempo em que passamos na UFF e com o coração cheio de esperanças na nossa transformação, na transformação da nossa comunicação, do nosso mundo.

Estamos aqui para sonhar, para construir, e foi por isso que a sociedade brasileira nos garantiu essa possibilidade de entrarmos numa universidade. Que nunca percamos essa gratidão e esse compromisso. Quando amigas muito queridas me indicaram para ser oradora, eu disse que o faria com os meus sentimentos mais profundos. Não sei se atingi os objetivos de todos os colegas que estão formando aqui, se não, peço desculpas. O melhor dos meus sentimentos que posso transmitir para vocês hoje é a Esperança e a capacidade de acreditar que podemos construir outros valores. Muito obrigada, parabéns, caros colegas comunicadores!


 



Professor de Cinema da UFF é eleito coordenador da Associação Brasileira de Preservação Audiovisual

26/6/2009
fonte:NUCS

O professor do curso de Cinema e Audiovisual da UFF Rafael de Luna Freire foi eleito na última segunda-feira, dia 22 de julho, coordenador da Associação Brasileira de Preservação Audiovisual (ABPA), durante o 4º Encontro Nacional de Arquivos e Acervos Audiovisuais, no festival CineOP, realizado em Ouro Preto.

A ABPA foi fundada em 2008 agregando arquivos, entidades e profissionais unidos pelo objetivo de preservação do audiovisual no Brasil, que inclui conservação e acesso ao patrimônio audiovisual brasileira, com filmes e vídeos dos mais diferentes tipos, tanto obras de cinema e televisão, quanto filmes familiares, institucionais, jornalísticos e publicitários.

Ao final do 4º Encontro Nacional de Arquivos e Acervos Audiovisuais, a Comissão Executiva da ABPA divulgou a Carta de Ouro Preto 2009 que aponta as desiguais condições de preservação do patrimônio audiovisual brasileiro em diferentes partes do país e reivindica uma política pública específica e sistemática que contemple o campo da preservação das imagens em movimento.

--> Leia a Carta de Ouro Preto 2009.


Felipe Pena e a Obrigatoriedade do Diploma

Meu nome é Felipe Pena. Sou jornalista, professor da Universidade
Federal Fluminense, doutor em literatura pela PUC Rio, pós-doutor em
semiologia pela Sorbonne e faço um risoto de frutos do mar muito
apreciado pelos colegas da imprensa que frequentam a sala de jantar da
minha humilde residência. A maioria insiste diariamente para que eu
abra um restaurante, sugestão que nego com veemência, apoiado em um
único argumento: não tenho formação adequada.

Perdoe-me pela sinceridade, mas se você achou que o primeiro parágrafo
foi irônico é tão preconceituoso quanto os jornalistas que se
indignaram com a fundamentação do ministro Gilmar Mendes ao derrubar a
exigência de diploma para o exercício do jornalismo. Por que gritaram
tanto ao ouvir a comparação entre jornalistas e cozinheiros? Por que
se sentem superiores aos colegas da gastronomia? Por acaso somos
melhores ou mais sofisticados? Talvez mais eruditos? Claro, nós lemos
Balzac, Joyce, Proust, Foucault, Deleuze. Mas essa não é a
bibliografia dos cursos de letras ou de sociologia?

Pela lógica da obrigatoriedade, passaremos a exigir o diploma de
letras para qualquer um que escreva romances ou se arrisque nas
estrofes de um poema. Da mesma forma, só poderá exercer o pensamento
crítico sobre a sociedade quem passar pelos bancos empoeirados das
escolas de ciências sociais. Aliás, este epíteto - ciência - é parte
do problema.

Um problema que começa justamente na universidade.

Nossos doutores da Academia falam despudoradamente em ciências da
comunicação, mas onde está a ciência?

Qualquer jornalista sabe que sua atividade está ligada a aptidões
artísticas, ao bom e velho talento, a uma boa dose de coragem e,
principalmente, à capacidade de se comunicar com o público. Claro que
não é só isso: lidamos com técnicas específicas e com valores morais
que afetam a sociedade. Mas isso também não é ciência e tampouco se
aprende na universidade.

Então, para que servem as faculdades de jornalismo? A resposta é
simples: para aprender a fazer um bom risoto. Se você tiver alguns
professores acostumados com o manejo das panelas e outros bem
informados sobre os temperos, talvez alcance o objetivo. Mas só vai
completar o aprendizado quando chegar à cozinha e tomar uma bronca do
chefe: o chefe de reportagem.

Infelizmente, o ambiente universitário contempla poucos professores
interessados em gastronomia. Os pratos são servidos frios, não têm
sabor. Falta pimenta e sobra chuchu na maioria das receitas. A
Academia é um inverno de fome, mas é a vaidade dos cozinheiros que
atrofia as glândulas gustativas.

Os professores somos corporativistas. O verbo é inclusivo porque a
crítica não me isenta de culpa. Na universidade, principalmente nos
cursos de mestrado e doutorado, utilizamos uma linguagem hermética -
escondida sob o véu de ciência - como estratégia de poder para
perpetuar nosso lugar nas cátedras douradas da Academia. O discurso é
claro: se você não me entende é porque ainda não alcançou o meu nível, mas se estudar muito um dia chega lá. Não é de estranhar que nossos alunos se
sintam superiores. Afinal, ninguém fala em epistemologia ou em
hermenêutica nos cursos de culinária.

Sou favorável ao diploma de jornalismo, o que não significa defender a
obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão. Na
introdução de um livro que publiquei em 2005 (Teoria do jornalismo,
Ed. Contexto), tinha uma opinião diferente, mas acho que precisamos
rever nossas conclusões sobre o tema. Se eu fosse diretor de um
jornal, daria prioridade aos profissionais formados nas boas escolas
de comunicação (aquelas que têm cozinheiros talentosos), mas não
excluiria sociólogos, advogados ou economistas, cujas habilidades
podem ser úteis ao jornalismo.

Lá em casa, o risoto continuará a ser servido, mas o restaurante fica
pra depois. Quando me formar em gastronomia, convidarei os amigos (se
ainda os tiver) para ler o jornal que os garçons vão produzir. Só não
sei se o editor-chefe será o sommelier ou o maitre.

Bom apetite!

 

Reflexões de um aprendiz de cozinheiro

Nesses 55 anos de estrada, confesso que vivi. Profissional e afetivamente. Mas que me perdoe Pablo Neruda, nunca aprendi a cozinhar. Sei apenas de cozinha de jornal. Aquele trivial simples, como fazer títulos e linhas de apoio, legenda e texto-legenda, chamada, macaca e outros adereços. Aprendi a botar tempero na matéria alheia, numa época em que o copidesque do Jornal do Brasil estava repleto de gurmês de fino trato. E eu, apenas um aprendiz de cozinheiro.

Nesses 35 anos de janela, compreendi que a paisagem nos oferece várias lições e que nos cabe assimilá-las ou não. A universidade se apresenta como um balcão de ofertas. Uma oferta democrática porque permite a aprendizes conhecer, experimentar, refletir, enfim preparar receitas que, espera-se, algum dia serão destinadas à sociedade. No espaço da sala de aula pode-se sim ensinar técnicas jornalísticas. Se não acreditasse nisso, preferiria pedir demissão.

Quando um poder supremo desmerece uma profissão desqualifica também sua formação. Ignora o longo tempo de dedicação de jovens que buscam nos bancos escolares ascensão social e a perspectiva de encontrar um lugar digno na sociedade, sem depender de favores, práticas de nepotismo ou arranjos partidários.

Talvez seja essa possibilidade que incomode tanto. Silenciosamente, a universidade pode contribuir para dotar cidadãos das mais variadas origens sociais de uma reflexão crítica, sem qual ele não exerceria qualquer profissão de nível superior na sua plenitude.

Como repórter, aprendi que a maioria dos jornalistas não costuma ser convidada para banquetes e aqueles que o são correm o risco de pagar uma conta alta na carreira. Certa vez, ao entrevistar um empresário durante um coquetel para o qual eu não fora convidado, arranquei-lhe algumas respostas enquanto ele degustava tranquilamente um camarão, sem ao menos ter a educação de oferecer ao entrevistador. Interpretei aquela atitude como um recado, que marcava a distinção do lugar social entre os dois personagens.

Os filmes de Buñuel ensinam como as refeições representam um lugar de exclusão e inclusão na sociedade burguesa. A constatação nos ajuda a entender a metáfora do ministro onipotente. Novamente a demarcação entre os que sentam à mesa do banquete e os que preparam a comida. Sem diploma, e portanto sem os benefícios econômicos que dele advêm, o que se deseja é que fiquemos sempre condenados a preparar a comida alheia, especialmente a dos comensais de banquetes.

Aos jovens cozinheiros, candidatos a chefes de cozinha, fica a advertência. Não confundam o lugar do jornalista com os dos representantes da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), principal articuladora do lobby que derrubou a obrigatoriedade do diploma.

O vietnamita Ho Chi Minh – cozinheiro da colonial Marinha francesa –, nos mostrou que é possível um pequeno Davi de olhos puxados sair vitorioso na luta contra Golias. A nossa é a do feijão com arroz contra o supreme de frango, com ou sem a ironia de penas.


João Batista de Abreu
Jornalista com diploma


Curta Fim de linha conquista
coração dos cardiologistas

Com o curta-metragem Fim de linha, o estudante Thiago Sturch, do curso de Cinema da UFF, foi o grande vencedor do 1º Festival Cinema do Coração, promovido pela Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp). Thiago conquistou os prêmios de melhor curta, no valor de R$ 12 mil, melhor direção (R$ 2,5 mil) e o troféu de melhor contribuição médica.


Fim de linha, uma animação de 90 segundos feita no programa flash de computação, mostra as reações de um aparelho de eletrocardiograma quando alguém não cuida bem do coração. O objetivo da Socesp com o festival foi usar o poder de persuasão do audiovisual para alertar a população para os riscos das doenças cardíacas. Os 54 filmes inscritos, vindos de 11 estados e do Distrito Federal, deveriam tratar do tema coração, no sentido literal ou metafórico.


O curta Cardiopatia, dos estudantes Martinho Hoffman e Érika d’Alessandro, também do curso de Cinema da UFF, ficou entre os 14 finalistas. A entrega dos prêmios foi realizada no Cine Reserva Cultural, na Avenida Paulista, em São Paulo. O júri foi formado por dois cardiologistas e pelo cineasta Edu Felistoque. O 1º Festival Cinema do Coração concedeu ainda os prêmios de melhor ator (César Cerdadeiro, do Rio de Janeiro, por Quando o universo conspira), melhor atriz (Áurea Montebello, da Bahia, por Breve Passeio) e melhor roteiro (Raoni Assis, de Pernambuco, por Hotel do coração partido).

 

 

 


Prezado(a) professor(a),


Temos o prazer de comunicá-lo(a) que o curso de Cinema e Vídeo do(a) Universidade Federal Fluminense - Niterói foi estrelado na avaliação de cursos superiores realizada pelo Guia do Estudante (GE) e constará da publicação GE Melhores Universidades 2009.

Ao clicar aqui, o(a) senhor(a) visualizará o selo de qualidade referente à avaliação, para que a instituição possa utilizá-lo em seu material de comunicação e divulgação.

 

Atenciosamente,

Fabio Volpe
Diretor de Redação
Guia do Estudante – Editora Abril
www.guiadoestudante.com.br
www.melhoresuniversidades.com.br

 

Vitamina debate estratégia para
vencer a guerra pelo consumidor

Durante três dias desta semana professores e estudantes de Publicidade da UFF discutirão estratégias para conquistar o consumidor, no seminário Vitamina, no auditório Florestan Fernandes, bloco D do campus de Gragoatá.
O evento acontece terça, quarta e quinta-feira (dias 20, 21 e 22), sempre a partir de 19h.

O Vitamina deste ano tem como tema a guerra no mercado publicitário e a disputa pelo consumidor. Além dos debates, o evento traz uma série de novidades, como o uso de twitters na publicidade.

 

 

Começa terça-feira, dia 27, o ANIM ! ARTE (8º Festival Brasileiro Estudantil de Animação), no auditório Florestan Fernandes, bloco D, no campus de Gragoatá. A mostra competitiva de cinema de animação dos ensinos médios e fundamental será abertura às 13h30min.

O ANIM ! ARTE terá ainda palestras, oficinas e aulas de modelagem, pintura e cenários. A entrada é franca. Veja a programação.

Veja a programação

Fotos da Confraternização no IACS



 

Confraternição no IACS comemora
40 anos do curso de Comunicação Social

 

Mais de 100 ex-alunos, estudantes, professores e servidores estarão reunidos no próximo sábado, dia 13, a partir de 13h, numa confraternização no IACS para lembrar os 40 anos do curso de Comunicação Social da UFF.

Haverá exposição de fotos antigas de turmas que passaram pelo IACS, convites de formatura e exibição de filmes e vídeos produzidos pelos alunos ao longo dessas quatro décadas de história.

Será servida uma feijoada e vendida uma camiseta comemorativa dos 40 anos do curso, mas os interessados devem fazer as encomendas pelo endereço eletrônico

festaiacs40@gmail.com

 


Como Comer um Elefante,
2008, Jansen Raveira, 5,45 min, (Animação digital)

Ganhou os 03 principais prêmios do Animarte 2008,
festival promovido pela PUC:

- Melhor filme do Júri Popular
- Melhor filme do júri Oficial
- Prêmio Canal Futura

Um prêmio em dinheiro de tres mil reais.

PARABÉNS JANSEN! SEU FILME MERECE!

Abraços do Curso de Cinema,
A Moreno.

 

 

Iacs comemora 40 anos com ação social e
lançamento da pedra fundamental da nova sede

14/11/2008
fonte: Núcleo de Comunicação Social da UFF

Com a presença de ex-diretores do Instituto de Arte e Comunicação Social (Iacs), inclusive da primeira diretora, Hagar Espanha Gomes, o reitor Roberto Salles presidiu, no dia 13, a sessão comemorativa dos 40 anos do instituto, que incluiu a entrega de título de posse a três moradores do morro da Rua Lara Vilela, nos fundos do Iacs, e uma carreata até o Campus do Gragoatá, onde foi fincada a bandeira do Iacs, ao lado da pedra fundamental da sede, que será erguida em terreno ao lado da Biblioteca Central.

A cerimônia contou com a presença de representantes de várias associações de moradores e de moradores das vizinhanças do instituto, além do vice-reitor, Emmanuel Paiva de Andrade; da diretora do Iacs, Mara Eliane Fonseca Rodrigues; e de professores e funcionários da UFF. Para o presidente da Associação de Moradores da Lara Vilela, Fernando Alexandre Fernandes, esse foi um momento histórico.

Bogado


Bogado


Bogado

Larissa Verdier

Reitor Roberto Salles, ao lado do vice-reitor
Emmanuel Andrade, finca a bandeira do Iacs,
no terreno onde será construída a nova sede

Segundo a coordenadora do Núcleo de Estudos e Projetos Habitacionais e Urbanos (Nephu), a arquiteta Regina Bienestein, responsável pelo projeto de regularização, são apenas três títulos, mas ela também concorda em que eles representam um momento emblemático, porque o ato mostra a universidade pública cumprindo seu papel, e também aos moradores que "há uma luz no fim do túnel e que é possível ter sucesso na luta pela posse da terra e que a UFF contribuiu para isso". Para a universidade, é importante por formar profissionais mais preparados para enfrentar os problemas que as áreas urbanas trazem e verificar como é dura a luta pela posse da terra, no país.


Ao lado da pedra fundamental, foi
plantada também uma muda de flamboyant,
árvore-símbolo do Iacs

 

Ligação entre o
Nephu e a Lara Vilela

Há 15 anos, afirma Regina Bienenstein, a associação de moradores da Rua Lara Vilela procurou o Nephu, com o pedido de que os auxiliassem na luta pela regularização fundiária, pois o núcleo já tinha esse trabalho de assistência técnica à comunidade. Primeiro entraram os alunos da disciplina Projetos de Habitação Popular, fazendo os primeiros levantamentos, que tiveram continuidade com as bolsas de extensão e, em 2004, se iniciou uma parceria com a Prefeitura de Niterói, que vigorou até 2007.


Solenidade de entrega dos títulos de posse

Nesse período, de parceria com a prefeitura, o Nephu teve condições de fazer todos os projetos de redesenho urbanístico e os projetos de correção de situações de risco geotécnico para então criar os projetos de implantação de cinco moradias. Uma delas foi construída pela prefeitura e parte da solução para evitar o risco de deslizamento foi executado. O projeto de redesenho previa abertura de um trecho de via na parte superior do morro, que foi implantada pela metade.

Após 2007, o Nephu continuou com a parte jurídica e administrativa da regularização fundiária, que é o que culminou com a titulação, agora entre aos moradores, que é uma concessão especial de uso para fins de moradia.


Morador do morro da Rua Lara Vilela
recebe das mãos do reitor o título

Os três moradores, Josuel Gomes da Silva, Carlos Elvan de Figueiredo Silva e Gilson Bonfim Santos do Nascimento, são os que estavam na área da UFF. O morro da Lara Vivela ainda tem 47 famílias vivendo em áreas do INSS e sete em terrenos privados, para os quais o Nephu já entrou com o processo de usucapião e está acompanhando o seu desenrolar.


Professor José Maurício Alvarez entrega ao reitor uma cópia do número zero do jornal Casarão, que contém as aspirações do Iacs e já apontava para a vontade de o instituto ter um espaço no Gragoatá


 

Alunos de Jornalismo participam
de concurso do Ministério Público

Os alunos do quinto período do curso de Jornalismo, Dilliany Justino, Frederico Cursino, Larissa Verdier e Jaqueline Deister participam de concurso promovido pelo Ministério Público da União (MPU) sobre Direitos Humanos, com a reportagem radiofônica “Sem vergonha de ser puta”.

A matéria foi o trabalho final da disciplina Introdução ao Radiojornalismo, ministrado pela Prof. Ana Baum, com apoio do Lab. Áudio do IACS-UFF. Os estudantes questionam na reportagem o preconceito sofrido pelas prostitutas e retratam o trabalho desenvolvido por uma instituição que defende os direitos dessa classe: a ONG DA VIDA. Entre as atividades realizadas por essa organização está a grife DASPU, que ganhou grande repercussão nacional e internacional a partir de sua criação em 2005.

Para saber mais, clique aqui e ouça a reportagem

 

Estudante do IACS vai cobrir
eleições nos Estados Unidos

Natalia Weber e Gabriel Schmidt

O estudante Marcos Werneck de Vasconcelos, do sexto período do curso de Jornalismo da UFF, viaja no próximo sábado, dia 25, para Raleigh, na Carolina do Norte, para acompanhar de perto as eleições presidenciais nos Estados Unidos. Ele foi um dos 20 universitários selecionados para participar do concurso organizado pela embaixada norte-americana no Brasil e a Universidade da Carolina do Norte.

Setecentos alunos dos cursos de Comunicação, Ciências Sociais e Relações Internacionais de vários estados se inscreveram. No Estado do Rio, foram escolhidos dois estudantes de Jornalismo: Marcos e um aluno da Escola de Comunicação da UFRJ. A maioria dos jovens selecionados cursa universidades públicas.

Para participar do concurso, os candidatos tiveram que apresentar o histórico escolar e escrever um depoimento, em inglês, sobre o interesse e a importância de conhecer de perto as eleições dos Estados Unidos. Para Marcos, de 21 anos e natural de Petrópolis, a viagem significa uma experiência nova. “Nunca viajei para fora do país. Lá, vou poder conhecer melhor o processo e desenvolver o meu próprio trabalho de cobertura”, explica.

O estudante de jornalismo da UFF pretende aproveitar a viagem para fazer reportagens sobre as eleições norte-americanas. Em seus planos, está a construção de um blog para publicar o material produzido. “Ninguém me pediu nada em troca, mas quero mostrar a quem está no Brasil como tudo funciona lá. Vou levar uma câmera digital e comprar um notebook. Além disso, peguei com alguns professores umas pautas interessantes. Dá para fazer um trabalho muito legal”, garante Marcos.

O futuro jornalista espera alcançar visibilidade de produção e, com isso, garantir um futuro na cobertura política, área que sempre despertou interesse antes mesmo de entrar para o IACS. “Quero construir uma vida profissional que me permita tocar meus próprios projetos e voar mais alto”, planeja Marcos.
No último dia do prazo, Marcos descobriu que ainda era preciso redigir um longo depoimento pessoal. “Passei a tarde com fome em uma lan house para completar o cadastro”, conta. O esforço funcionou. O estágio de cinco meses na redação da Folha Dirigida foi encerrado.

Os aprovados no concurso viajarão para São Paulo na quinta-feira, dia 23, e no sábado, seguem para os Estados Unidos, onde permanecerão durante duas semanas com todas as despesas pagas. Na Universidade da Carolina do Norte, o grupo vai participar durante 10 dias de palestras sobre o processo eleitoral dos EUA, junto com turmas de estudantes norte-americanas. Depois os brasileiros vão para Washington, onde acompanham o pleito, marcado para 4 de novembro.

 

 

 

 

 

A Imprensa e o Ministério Público Federal
Por João Paulo Gondim e Pedro H. Soares


As manchetes acima são uma parte ínfima das 449 matérias publicadas em 2008, até 19 de outubro, na Folha de S.Paulo, e dos 793 registros na versão eletrônica do jornal O Globo, no mesmo período, que abordam a atuação de um dos ramos do Ministério Público da União (MPU), o Ministério Público Federal (MPF).

O Ministério Público Federal

O MPF atua em casos que envolvam bens, serviços ou interesses da União, de suas autarquias (Universidade Federal Fluminense, Banco Central, por exemplo) e empresas públicas federais (Empresa Brasileira de Comunicação, Casa da Moeda, entre outras). Os processos tramitam nas varas da Justiça Federal - procuradores da República e procuradores regionais da República oficiam esses casos - além do Superior Tribunal de Justiça (STJ), cujo parecer sobre o processo é dado por um subprocurador geral da Republica.

Se necessário, o processo chega ao Supremo Tribunal Federal (STF), onde o MPF é representado pelo procurador-geral da República. Esse procurador é nomeado pelo presidente da República a partir de lista tríplice elaborada pela Associação Nacional os Procuradores da República (ANPR) e aprovado por votação no Senado. O mandato dura dois anos e pode ser prorrogado por igual período. O atual chama-se Antônio Fernando de Souza e está no cargo desde 30 de junho de 2005.


Foto:Luiz Antônio / PGR
Posse do Procurador-Geral da
República Antônio Fernando de Souza

A Imprensa

"Todo jornalista deveria cultivar fontes no
MPF", Leandro Fortes, repórter da Carta Capital

Os dois jornais com maior tiragem do país não são os únicos a se esbaldarem no manancial de pautas que se tornaram as ações do MPF. As atuações da mídia e do MPF tornaram-se complementares.

Se por um lado os processos iniciados pela instituição servem de matéria-prima para os jornalistas, por outro a aparição nas manchetes garante visibilidade aos casos, e a sociedade se informa. Desta forma, tornou-se corriqueira a presença da instituição no noticiário de outros impressos, rádios, televisões e sites.


Manchetes de diversos veículos abordam atuações do MPF

Muitos jornalistas acompanham ações civis públicas ajuizadas por procuradores e conhecem as Procuradorias da República - representações físicas do MPF. É o caso de Leandro Fortes, repórter da revista CartaCapital e autor do livro Jornalismo Investigativo (editora Contexto). Ele mantém constante diálogo com membros da instituição.


foto: CartaCapital
Leandro Fortes é autor do livro
Jornalismo Investigativo

“Cultivo fontes no MPF e acho que todo jornalista deveria cultivá-las, em todo o Brasil. Elas são fundamentais para garantir o acesso livre de jornalistas a informações que muita gente gostaria de ver escondidas”, afirma o repórter, ressalvando que as ações do MPF devem ser “o primeiro passo para a investigação jornalística, não a notícia em si”.

O fenômeno da interação da mídia com os procuradores começou após a Constituição de 1988, que em 5 de outubro completou duas décadas.

Até a promulgação da atual Carta, o MP defendia judicialmente a União e seus órgãos, assemelhava-se à atual Advocacia-Geral da União (AGU). De acordo com Leandro Fortes, “era uma figura decorativa e incompreensível, de atuação tímida e vinculada aos donos do poder”.

A atual Carta Magna incumbiu o MP da proteção da ordem jurídica, do cumprimento das leis, da democracia e dos interesses sociais e individuais indisponíveis, que são o direito à vida, à liberdade, ao patrimônio cultural, à saúde, entre outros de igual importância.

“É outra a instituição que emergiu em 1988. Primeiro pelo leque diversificado de suas atribuições. Ao contrário da maioria dos países em que a função ministerial se restringe às questões criminais, no Brasil a atribuição avançou para a proteção dos interesses coletivos e difusos. Foi a resposta mais inteligente que o constituinte soube dar a uma nova ordem de demandas que se formava nas sociedades ocidentais: questões ambientais, proteção de minorias, patrimônio cultural, direitos sociais etc. Particularmente o MPF pós 88 nada tem a ver com o que existia antes, quando acumulava as funções de advogado da União. Houve, isto sim, a refundação da instituição como um todo”, explica a procuradora regional da República Silvana Batini, há quinze anos no MPF do Rio de Janeiro.

A Constituição dividiu o MP em Ministérios Públicos estaduais - onde atuam os promotores - e MPU. Este, além do MPF, abrange outros três ramos independentes entre si: Ministério Público Militar (MPM), Ministério Público do Trabalho (MPT) e Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MDFT). Instituiu-se um MP à parte, o Eleitoral (MPE), cujos membros pertencem ao MPU e MPF. O chefe do MPU é o procurador-geral da República, que acumula as chefias do MPE, onde exerce o cargo de procurador-geral Eleitoral, e do MPF.

“O MPF passou a ser uma referência de fiscalização dos preceitos constitucionais e inaugurou uma parceria com a imprensa, a Polícia Federal e a Justiça Federal, tendo modificado, em grande escala, a conjuntura política e social do país”, diz Fortes.

Foram tantos os recursos dados ao MP, que se tornou recorrente ouvir que a instituição passou a ser o “quarto poder”, designação tradicionalmente concedida à imprensa.

Silvana Batini, que atuou em casos de repercussão como o do Banco Nacional, grampo no BNDES, escândalo do Papa - Tudo e por isso conhece bem o jornalismo, valoriza as duas instituições, mas também refuta a existência de um poder que não o Legislativo, o Executivo ou o Judiciário.

“Falar em quarto poder implicaria na admissão de um poder a mais na estrutura funcional e institucional do país. Inegavelmente, tanto a imprensa quanto o MP cresceram e se impuseram no modelo democrático que se construiu no Brasil nos últimos 20 anos. Ambos na defesa da sociedade e na preservação do estado democrático de direito, mas cada um com uma perspectiva e com uma metodologia próprias. Não diria em quarto poder, prefiro falar em duas forças atuantes” destaca a procuradora.

Experiente em cobrir temas do judiciário e conhecedor dos bastidores do MPF, o repórter Marcelo Auler, do jornal O Estado de S.Paulo, expõe diferenças metodológicas entre as duas instituições. Ele diz que o MPF deve ter coisas concretas para mover ação em defesa da sociedade. A imprensa para fazer uma denúncia pode usar apenas fortes indícios, que às vezes não servem ao MPF como base para ajuizar uma ação.

"A imprensa trabalha para ontem, o MP trabalha com mais lentidão",
Marcelo Auler, repórter d´O Estado de S.Paulo

As “coisas concretas” a que o repórter do Estadão se refere podem estar no próprio noticiário. São recorrentes os episódios de matérias de jornais que servem de mote para deflagrar investigações ou tomadas de providências. Houve casos em que denúncias do próprio Auler contra policiais federais do Rio de Janeiro, na década de 1990, originaram ações do MPF, por exemplo.

Os procuradores possuem autonomia funcional, e, por isso, têm liberdade de atuação. Podem agir a partir de ofício (quando instauram investigação por iniciativa própria) ou mediante provocação (alguém, na maioria dos casos órgãos públicos, envia representação ao MPF). Representação é a notícia de irregularidade levada ao MP. Se a pessoa quiser representar ao MPF, por exemplo, basta fazê-la por escrito e a encaminhar para a instituição, ou comparecer à Procuradoria.

“Procuradores e promotores dispõem de meios legais para, a partir de fortes indícios, buscarem provas concretas - por exemplo, quebras de sigilos, investigações policiais, acesso a dados - que nem sempre os jornalistas têm. Há uma diferença grande também na questão 'prazo/tempo'. A imprensa é muito mais imediatista, trabalha para ontem, o MP trabalha com mais lentidão, pois aciona engrenagens mais burocratizadas. Muitas vezes, quando o trabalho dos promotores e procuradores dá frutos, o assunto já não possui o mesmo interesse jornalístico, pois o tempo passou e outros fatos dominaram o noticiário”, discorre o jornalista, que sempre busca dados que confirmem o que lhe é dito pelos procuradores. Quando o tempo é escasso, diz, a saída é reproduzir a matéria com documentos oficiais do MPF: denúncias, cotas, m
anifestações processuais, entre outros.

Auler foi duplamente agraciado com o Prêmio Esso – o de Jornalismo, em 1992, com a equipe da revista Veja, e o de Melhor Contribuição à Imprensa, no ano seguinte – por trabalhos que demandaram tempo na apuração. O primeiro deles foi a cobertura do impeachment do presidente Fernando Collor, processo no qual o Ministério Público começou a se fazer conhecido na imprensa e na sociedade. À época, todo o Brasil conheceu a figura de Aristides Junqueira, procurador-geral da República que, em abril de 1993, ofereceu denúncia contra Collor ao STF, por corrupção passiva.


Marcelo Auler contribuiu na Revista Veja com reportagens
sobre os últimos dias de Fernando Collor na presidência.

"MPF e imprensa querem sangue, querem crucificar",
Cláudio Tognolli, repórter da Consultor Jurídico

Por sua vez, Cláudio Júlio Tognolli, repórter especial da revista eletrônica Consultor Jurídico – especializada em temas jurídicos – não vê com bons olhos o contato entre o MPF e a imprensa (“É uma relação espúria. De paroquialismo e genuflexão”). Para ele, não há diferenças entre as instituições, atualmente.

“MPF e imprensa querem sangue, querem crucificar, é o que o MP chama de in dubio pro societate, na duvida condene”, fustiga o repórter, também premiado com o Esso de Melhor Contribuição à Imprensa.


Foto: João Wainer / Editora do Bispo
O jornalista Cláudio Júlio Tognolli é um dos fundadores da Abraji

Sua láurea veio em 2003, pelas atividades da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), entidade na qual é um dos fundadores e que conta com a participação de Fortes e Auler. Tognolli é mais um a defender a checagem de informações pelos jornalistas e lamenta que, hoje, “cada vez menos repórteres investigam. Não lhes é dado tempo para tal”.

O desencanto foi narrado em seu livro Mídia, Máfias e Rock’n’Roll (editora do Bispo). Na obra, relata que em 2004 seu chefe, Márcio Chaer, descobriu que uma denúncia mandada ao repórter pelo procurador da República Luiz Francisco de Souza contra o banqueiro Daniel Dantas fora produzida no computador do advogado de Luís Roberto Demarco, desafeto do banqueiro.

Questionado pela Consultor Jurídico, Luiz Francisco não esclareceu a procedência do arquivo. A fonte foi perdida. Não só essa, como todas as que cultivava na instituição. "Minhas fontes são advogados, bandidos e policiais", diz Tognolli.

O repórter critica a atuação do MPF, mas é contrário a um projeto de lei complementar, que pretende atingir a instituição: o de número 65, de 1999, conhecido como “Lei da Mordaça”. Se aprovado no Congresso, autoridades, entre elas procuradores, estarão proibidas de prestar qualquer informação sobre suas investigações.

Ao comentar sobre eventuais danos causados por tal lei, Cláudio Júlio Tognolli lembra a frase atribuída a Louis Brandeis, juiz da Suprema Corte dos Estados Unidos, entre 1916 a 1939: “A luz do sol sempre foi o melhor detergente social”.

Leandro Fortes acredita que, com a “Lei da Mordaça” em vigor, o jornalismo vai ser menos prejudicado do que o povo, como um todo: “A imprensa sempre vai ter meios de investigar. Nossa atuação independe de normas de ocasião. Os corruptos e pilantras do Brasil terão mais liberdade de agir, e mais certeza da impunidade”, prevê Fortes.

Silvana Batini reprova a lei, pois “fere de morte o princípio da publicidade e o direito à informação. Se o advogado da sociedade não puder ter espaço para divulgar e informar acerca de seu trabalho, estaremos sacrificando princípios democráticos muito caros”, garante a procuradora.

Marcelo Auler diz que é através da informação que as pessoas sabem o que passa ao seu redor. Baseadas nisso, escolhem seus representantes pelo voto, democraticamente.

Passados vinte e três anos desde o final de um período autoritário que vigorou por mais de dois decênios no país, a existência de uma instituição que, por dever do oficio, defenda os interesses coletivos e almeje a melhoria das condições de vida é uma conquista da sociedade brasileira.

 

 

VII ARARIBÓIA CINE – FESTIVAL DE NITERÓI
28 de novembro a 3 de dezembro de 2008
Eu quero é botar meu bloco na rua


Em sua sétima edição o Araribóia Cine coloca o bloco na rua. Com seu título inspirado na música do maldito compositor Sérgio Sampaio o festival celebra o revolucionário ano de 1968 e as transformações ocorridas na sociedade. Transgressão, ousadia, anarquia, rebeldia, ditadura, repressão, engajamento, sexo, drogas e rock’n roll, entre outros, serão os temas debatidos nos filmes exibidos no festival.

A terra de Araribóia irá receber cineastas de todo o Brasil para debater seus filmes ao lado de nomes de reconhecida competência no meio audiovisual brasileiro.

Pelo segundo ano consecutivo o ARARIBÓIA CINE conta com o patrocínio da Petrobras (através do edital do Programa Petrobras Cultural) e com antigos parceiros como a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura e a Fundação Euclides da Cunha. O festival é realizado pela Universidade Federal Fluminense e conta com o apoio da Prefeitura de Niterói, e do Centro Técnico Audiovisual.

Veja a programação


ABI revela talentos de Cinema


Vai até sexta-feira, dia 28, a 1ª Mostra ABI dos Estudantes de Cinema, que reúne produções audiovisuais dos estudantes de cinco escolas de Cinema sediadas no Estado do Rio, além de núcleos populares de realização audiovisual. A mostra ocorre sempre a partir das 19h, na sede da Associação Brasileira de Imprensa (Rua Araújo Porto Alegre, 71, 7º andar, centro do Rio) e a entrada é franca.

O evento homenageia o publicitário e profissional de televisão Fernando Barbosa Lima, conselheiro da ABI, que morreu em setembro. Barbosa Lima, ex-diretor da TV Educativa e da TV Manchete, entre outras emissoras, foi o criador do programa Abertura, apresentado por Glauber Rocha no início dos anos 80, e do Jornal de Vanguarda, considerado um marco na televisão brasileira.

Participam da mostra da ABI vídeos e animações produzidos por estudantes dos cursos de Cinema da Universidade Federal Fluminense, PUC, Universidade Gama Filho, Universidade Estácio de Sá, Escola de Cinema Darcy Ribeiro, do projeto Viajando na Telinha e da Central Única das Favelas (CUF). Da programação constam duas produções de alunos da UFF: o filme de animação “Como comer um elefante”, de Jansen Raveira; e o curta-metragem “Dez elefantes”, de Eva Randolf”, ambos premiados.

Clique aqui para mais informações

 

 

Movimento pelo Cinema Icaraí

 

O Movimento pelo Cinema Icaraí e o Cine Art UFF, com o apoio do Niterói Cidadania e do I Conselho de Cultura de Niterói, organizam para a próxima sexta-feira 7 de novembro às 19h30, no CineArt UFF, a exibição do filme Casablanca (EUA, 1942, 102') de Michael Curtiz, seguido de debate sobre patrimônio histórico, cultura e democracia. Participam:


- Luiz Augusto Rodrigues, professor do curso de Produção Cultural da UFF e presidente do Conselho de Cultura de Niterói

- Felipe Azevedo, integrante do Niterói Cidadania

- João Luiz Vieira, professor do curso de Cinema da UFF (substituindo Pedro De Luna, que não poderá comparecer)


ENTRADA FRANCA

 

Casablanca (EUA, 1942, 102'), de Michael Curtiz. Casablanca é a rota obrigatória de quem está fugindo dos nazistas na Segunda Guerra Mundial. É lá que Rick vai reencontrar Ilsa, anos depois de terem se apaixonado e desencontrado em Paris. O clássico do cinema foi ganhador de três Oscar nas categorias filme, diretor e roteiro. No elenco estão Humphrey Bogart, Ingrid Bergman e Paul Henreid. Sessão em prol do movimento "Vamos salvar o Cine Icaraí", seguida de debate sobre a situação do cinema.

Informações: 2629-5028.
Local: Cine Arte UFF - Rua Miguel de Frias, 9 - Icaraí
Dias/Horarios: Sexta-feira, às 19h30min
Preço: GRATUITO

 

 


Rio, Zona Norte de Nelson Pereira dos Santos

Homenagem aos 80 anos

Caros amigos,

nós, professores, funcionários e alunos da Universidade Federal Fluminense, temos a grata satisfação de convidar a todos para a homenagem aos 80 anos do professor emérito e cineasta Nelson Pereira dos Santos como parte das comemorações dos 40 anos do Curso de Cinema. A cerimônia será no Cine Arte UFF, dia 31 de outubro, às 20 horas. Rua Miguel de Frias, 9. Icaraí, Niterói (RJ).

Universidade Federal Fluminense
Instituto de Artes e Comunicação
Departamento de Cinema e Vídeo


 

QUEM NÃO DANÇA... DANÇA


QUEM NÃO DANÇA... DANÇA faz um passeio por ritmos e danças, de seus
quase primórdios, até a época contemporânea. Começa na Antiguidade e traz o exemplo da dança egípcia, seguido pela dança grega. Salta para o século XV fazendo referência à conquista da América, ao som de Descobridor dos sete mares. Aportado em terras lusitanas, o espetáculo dá som e movimento à trilogia de nossa formação étnica: índios, negros e portugueses. Novo salto nos coloca no século XIX com duas referências: um minueto referencia a elitização promovida pela chegada da Côrte em 1808, enquanto a dança japonesa chega ilustrando os fluxos migratórios do final do século. Pronto, a cena está dada para cairmos no século XX. Maxixe, gafieira e samba trazem um pouco da construção da música popular brasileira de raiz. Findo o primeiro Ato, o segundo revela a dança contemporânea, mostrando a influência norte-americana e o pop-rock nacional.

O espetáculo, que tem as coreografias assinadas por Elizete Mascarenhas, e a direção artística de Marcelo Correia, é encenado pelo grupo Dançando no Ponto. Este grupo foi criado em 2007, com o apoio do Ministério da Cultura, e integra as ações do Ponto de Cultura Niterói Oceânico, do Programa Cultura Viva. Formado por 20 jovens, é o próprio grupo que afirma: "a dança pode 'revolucionar' o mundo, pois... desenvolve o potencial estético, tem grande força de integração e sociabilidade, e ativa as sensibilidades e as percepções".

PONTO DE CULTURA NITERÓI OCEÂNICO - MINC
(parceria com LABAC-UFF)
Espetáculo: QUEM NÃO DANÇA... DANÇA
Grupo: Dançando no ponto
Local: TEATRO POPULAR DE NITERÓI (Caminho Niemeyer)
Data: Sábado, 1º de novembro às 20h
Preço: R$ 6 (inteira) e R$ 3 (meia)

 

 

 

 

Livro registra atuação
política do cartunista Henfil na ditadura



fonte: acervo do autor - As imagens podem ser utilizadas
apenas como meio de divulgar o livro. Copyright de Ivan Cosenza Souza


O professor de Sociologia no ensino médio e chargista Márcio Malta, o Nico, lança nesta quarta-feira, 17, às 18h, na Livraria Al farabi, na Rua do Rosário, no centro do Rio, o livro Henfil: o humor subversivo. Nico, doutorando em Ciência Política na UFF, organizou uma biografia sobre o cartunista mineiro, morto há 20 anos, criador de personagens imortais como Zeferino, Graúna, Os Fradinhos, Urubu, Bacalhau, Pô de Souza, que povoaram o imaginário dos brasileiros e serviram como trincheira de resistência cultural durante a ditadura.

A livraria: Al-Fárábi fica na Rua do Rosário, 30/32, Centro, perto da Praça XV.
Nos 20 anos da morte do artista, a biografia percorre o trabalho artístico e a militância pela democracia. O livro "Henfil - o humor subversivo", de Márcio Malta (Nico), retrata a contribuição política do artista, que lutou contra os desmandos do regime militar brasileiro.

Sobre o autor
MÁRCIO JOSÉ MELO MALTA (NICO) é doutorando em Ciência Política (PGCP/UFF)

Atua como cartunista profissional, assinando seus desenhos com o pseudônimo de Nico. Nasceu em Niterói, em 14 de setembro de 1982. É formado em Ciências Sociais pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e Mestre em Ciência Política pelo Programa de Pós-graduação em Ciência Política (PGCP/UFRJ), com dissertação sobre charges do Jeca Tatu, de Monteiro Lobato. É Professor de sociologia da rede pública estadual do Rio de Janeiro. Como cartunista, já publicou charges nas principais revistas e jornais brasileiros, com destaque para o jornal "O Pasquim 21".

Mais informações:

http://www.mundoemrabisco.com/henfil.php

 

Direitos Humanos em debate na UFF

A professora Adriana Facina, do Departamento de História, e Joel Vieira, coordenador do projeto Comunidade Cidadã, da Prefeitura de Niterói, fazem palestra nesta quinta-feira, às 18h, no auditório da Faculdade de Serviço Social, no campus de Gragoatá, em Niterói. A palestra faz parte do painel Comunicação, Democracia e Direitos Humanos, coordenado pelo professor Adilson Cabral, do Departamento de Comunicação Social, e integra o debate "Direitos Humanos: em que avançamos", que a UFF organiza esta semana em várias unidades.

Quem tiver interesse no assunto também deve visitar o site "Afasta de mim este cale-se", produzido por estudantes bolsistas do curso de Comunicação Social.

O site é www.uff.br/calese

http://www.noticias.uff.br/noticias/2008/09/seminario-direitos-humanos.php

 

Curta-metragem de ex-aluna da
UFF é premiado em Locarno


Com seu filme de conclusão do Curso de Cinema e Audiovisual da UFF, Dez Elefantes, 2008, Eva Randolph recebeu o Pardino d’Oro, na categoria Leopardos de Amanhã, no 61th International Festival of Locarno, Itália.

Com roteiro premiado pela Riofilme, o curta foi premiado em um dos festivais de cinema mais tradicionais da Europa e que privilegia o chamado cinema de arte.

Todo ano a cidade de Locarno recebe o festival internacional de cinema, considerado atualmente o quarto no ranking mundial dos festivais.

fonte:Núcleo de Comunicação Social

Aluna da UFF ganha bronze em Pequim


Isabel Swan e Fernanda Oliveira
foto: Wander Roberto / COB

Isabel Swan, aluna de Cinema e Audiovisual da UFF, ganhou, na madrugada do dia 18, nos Jogos Olímpicos de Pequim, medalha de bronze em vela, juntamente com a gaúcha Fernanda Oliveira.

O barco, Classe 470, é velejado por dois tripulantes. No caso das ganhadoras brasileiras, a timoneira, que dirige e leva o barco, cuidando da vela grande, foi Fernanda Oliveira e a proeira, que dá o equilíbrio e estabilidade ao barco, ajustando as velas de proa e balão, foi Isabel Swan.

Isabel Swan é de Niterói e sempre foi ligada aos esportes a vela, freqüentando o mesmo clube de Lars e Torben Grael.

fonte:Núcleo de Comunicação Social

 

Seminários de Poder

O Departamento de Comunicação promove nas próximas duas semanas palestras sobre temas ligados ao cotidiano de jornalismo, com professores e jornalistas convidados.

A primeira será nesta segunda-feira, às 16h, sobre a obrigatoriedade do diploma para obter registro de jornalista profissional. A convidada é a jornalista Suzana Blass, presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro.


Este semestre o Supremo Tribunal Federal deverá pronunciar-se sobre um recurso que suspende a obrigatoridade do diploma de Jornalismo para obtenção de registro profissional.

Suzana Blass falará também sobre a proposta de criação do Conselho Federal de Jornalismo.

As demais palestras, na sala C-100, acontecem na quinta-feira, com o professor Antônio Fidalgo, da Universidade da Beira do Interior, em Portugal, sobre a epistemologia do jornalismo; e na segunda-feira, dia 26, com a professora Virgínia Fonseca, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, sobre o processo pós-fordismo nas redações de jornais.

Todas as palestras fazem parte da disciplina Seminários de Poder, da professora Flávia Clemente. aos estudantes, professores e servidores do IACS.

 

 

Lançada proposta de criação do Pólo de Cinema

Por Rafael Bretas


A professora Aída Marques falou sobre as dificuldades de
produção e distribuição do áudio visual no país

Foto: Hugo Prates

"Por mais grandioso que seja, cada momento é um tributo à história." A frase dita pelo diretor da Universidade Federal Fluminense, José Luis Vianna da Cruz, ao iniciar seu discurso, pontua o clima com que foi lançada oficialmente a proposta de criação do Pólo de Cinema de Campos. O lançamento foi um dos destaques da programação do evento "Cultura em Cartaz", realizado nesta quarta-feira (6), no Teatro Municipal Trianon. Organizado pela Prefeitura de Campos, através da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, o evento também deu posse aos membros do Conselho Municipal de Cultura.

Após a presidente da Fundação Municipal Teatro Trianon, Cristina Lima, entregar os diplomas que nomearam oficialmente os 20 membros do Conselho, foi a vez do cineasta Winston Churchill Rangel discursar. Agradecendo a todos que contribuíram para a realização de seu documentário "De todos os tempos, Campos de todos nós – uma necessária declaração de amor", ele anunciou a primeira exibição de um trecho do documentário, que é composto por três DVD's de duas horas cada. A exibição marcou oficialmente o lançamento da proposta de criação do Pólo de Cinema.

Pouco mais de 30 minutos de filme foi o suficiente para agradar e emocionar a todos os presentes. Para a estudante de direito, Thaís Brandão Mayrink, de 20 anos, iniciativas como esta são muito importantes para valorizar a cultura campista, muitas vezes deixada de lado.

- Posso dizer que com poucos minutos de filme aprendi muitas coisas que não sabia sobre a cidade onde nasci. Com relação ao lançamento da proposta de criação do Pólo de Cinema, acredito que é de grande valia para todos os campistas. Assim que abrirem os cursos, serei a primeira da fila para participar – disse a estudante.

Após a exibição, José Luis Vianna da Cruz lançou oficialmente a proposta de criação do Pólo, colocando um galpão que faz parte das instalações do novo campus da UFF à disposição para um possível uso por parte dos componentes do Pólo de Cinema.

 

A palestra da professora doutora Aída Marques, "Novos Panoramas do audiovisual", trouxe à tona a discussão sobre a produção audiovisual no Brasil e levantou questões sobre a dificuldade de distribuir e exibir o vasto material produzido no país.

- É importante ressaltar a importância das leis de incentivo à cultura, mas é preciso não só produzir, mas conseguir fazer com que esse material chegue à maior parte da população, aos pobres - ressaltou.

Pólo - A criação do pólo irá propiciar o surgimento de inúmeros postos de trabalho especializados nas áreas artística, técnica e produtiva. Existe a proposta de criação de um fundo municipal, de onde sairão os recursos necessários para a execução dos projetos. Além disso, será criado um bureau especializado em informar os interessados sobre a captação de recursos, seja através desse fundo ou partindo de empresas públicas e/ou privadas. O bureau também será o responsável por informar sobre locações, hotéis e tudo mais que o cineasta precisar.

 

UNITEVÊ apresenta video histórico

 

UNITEVÊ, apresenta o video* da reunião do Colegiado do IACS, realizada na sala dos Conselhos Superiores em 15 de abril de 2008, onde foi apresentado e aprovado o Projeto de Expansão e Estruturação do IACS.

Parte 01

Parte 02

A reunião foi aberta à comunidade do IACS, professores, estudantes e servidores, com a finalidade de apresentar a proposta do IACS para o Plano de Expansão e Reestruturação da UFF, entregue à Comissão de Orçamento e Metas do PDI no dia 9 de abril de 2008.

A professora Mara Rodrigues, diretora do IACS, abriu a reunião com a apresentação do vídeo
“Por Um Novo Prédio”, sobre as condições precárias do Instituto. O video foi preparado pelo aluno Giu, do curso de Cinema, sob a supervisão do professor Antonio Carlos Amâncio, direção e câmara: Giu Jorge e Duda Paz. A seguir, apresentou a estrutura geral do projeto, composto pelo rol de dados levantados pelos departamentos de Ensino, seguindo o roteiro sugerido pela Comissão.

A diretora ressaltou que a reivindicação do IACS tem como eixo central a garantia do cumprimento da prioridade, concedida pelo Conselho Universitário há mais de 20 anos para a construção do prédio no campus do Gragoatá, com a devida infra-estrutura, a fim de que o Instituto possa atingir as metas de expansão estipuladas no Projeto.

O professor Antônio Serra, ex-diretor do IACS, que acompanhou todo o processo de reinvidicação por uma nova sede, fez um relato desse periodo, ressaltando os ganhos acadêmicos e culturais que a Universidade terá com a ida do Instituto para o novo campus.

Em seguida, vários professores, chefes de departamento, coordenadores de graduação e de pós-graduação, bem como estudantes e servidores, manifestaram sua opinião, ficando clara a necessidade de um novo prédio para o instituto.

*Ficha técnica
Produção do Vídeo
Unitevê
Câmara
Haroldo Lopes
Produção
Zeliuto Gomes
Edição de Som
Thais Vasconcelos
Thiago Ribeiro

 

 

Colegiado de Unidade se
solidariza com jornalistas torturados de O Dia



Os representantes dos corpos docente e discente do Colegiado de Unidade do IACS aprovaram, nesta terça-feira, dia 3, por unanimidade, moção de apoio aos três profissionais do jornal O Dia, que foram espancados e torturados por milicianos numa favela da Zona Oeste. O episódio ocorreu em meados de maio, mas só veio à tona no último fim de semana, depois que as famílias dos dois jornalistas e do motorista foram levadas para locais fora do Estado do Rio.

Eis na íntegra o texto da moção:

 

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINESE
INSTITUTO DE ARTE E COMUNICAÇÃO SOCIAL


Os membros do Colegiado de Unidade do Instituto de Arte e Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense manifestam solidariedade aos três profissionais do jornal O Dia, vítimas de seqüestro e espancamentos praticados por milicianos na comunidade do Batan, em Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro.

A ação covarde representa um cerceamento da liberdade de imprensa e contribui para fortalecer um clima de insegurança predominante nos grandes centros urbanos, que atinge cidadãos das mais variadas classes sociais.

Se estes agentes à margem da lei são capazes de agredir jornalistas cujo trabalho de apuração contraria seus interesses, o que se pode deduzir que façam no trato cotidiano com moradores de comunidades carentes, personagens anônimos que raramente têm direito a voz nos meios de comunicação.

O desbaratamento desse poder paralelo, que se estabeleceu em conseqüência da ineficácia do poder público no combate à marginalidade, é missão essencial para a sociedade brasileira que ainda luta para apagar as cicatrizes deixadas pela tortura nos tempos do arbítrio.

Aos jornalistas cabe a missão de informar aos cidadãos, cronistas de um cotidiano sujeito continuamente a mudanças, muitas delas não desejadas pela sociedade; aos dirigentes dos meios de comunicação, cabe a obrigação de cuidar para que o trabalho de apuração não comprometa a integridade física dos profissionais sob sua responsabilidade.

Niterói, 3 de junho de 2008

 

Estudantes de Cinema
ganham concurso de curta-metragem


Quatro alunos do primeiro período do curso de Cinema da UFF conquistaram dois prêmios no Curta Criativo, concurso de curtas-metragens promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), com o objetivo de incentivar novos talentos na produção audiovisual no Estado.


O curta Ciclovia, realizado pelos calouros Juliana Corrêa, Júnia Matsuura, Mariana Flor e Thiago Storch, ficou em primeiro lugar na Categoria Animação. O filme Para meu amigo, realizado por Glauco Guigon, Manuela Pinaud e Marina Pompeu, garantiu o primeiro lugar da categoria Filme de Celular. Cada curta-metragem recebeu o prêmio de R$ 10 mil.



40 anos do curso de Cinema


Em 2008 o curso de Cinema da UFF comemora 40 anos de fundação. Para celebrar esta data, diversos eventos acontecerão no decorrer do ano. O primeiro deles é a reunião de Diretoria do Executiva do Centre International de Liasion des ecoles de Cinema et Television (Cilect), uma associação que congrega as maiores escolas de cinema do mundo, no qual a UFF e a USP são as únicas representantes do Brasil. O evento será realizado entre os dias 2 e 6 de junho

Para os outros meses estão previstos os seguintes eventos:

• Julho/2008: Assinatura do convênio MEC_UFF para produção de programas para o projeto do MEC “Tv Escola” por alunos do GCV.

• Setembro/2008: 80 anos de Nelson Pereira dos Santos. Abertura oficial das festividades dos 40 anos do GCV com projeção de filme acompanhado pela Orquestra da UFF , no Cine Arte UFF , seguida de coquetel.

• Outubro/2008: O GCV é a escola homenageada no Festival de Biarritz ,
França, onde haverá mostra de filmes da UFF , com presença de professores e alunos. Congresso do Fórum das Escolas de Cinema / FORCINE, cuja vice-presidência é ocupada pela chefe de departamento do GCV.

• Dezembro/2008: Mostra de filmes do GCV ; inauguração da exposição e lançamento do livro-catálogo sobre o Curso de Cinema e audiovisual.

• Março /2009 : palestra com alguns convidados e encerramento oficial das festividades no Cinema da UFF.

 

Alunos do IACS criam site sobre videoclipe

Entra no ar nesta sexta-feira o site Clipestesia (www.clipestesia.com.br) , o primeiro especializado em videoclipe no Brasil. A festa oficial de lançamento do site começa às 22h, em parceria com o Cliperama, no Cine Lapa, com projeção de videoclipes.

A idéia surgiu há um ano, quando Ariane Diniz Holzbach, aluna do mestrado em Comunicação, ministrou a disciplina de Linguagem de Videoclipe, do Departamento de Mídia e Estudos Culturais, como estágio de docência. “Estamos trabalhando duro há três meses para colocar o projeto no ar. O site passou um bom tempo fazendo parte do Portal de Mídia, onde teve uma equipe diferente da atual (Gueko, Ines Nin, Bruno Fernando, Mari Vedder), mas agora resolvemos criar um domínio próprio.

Além de artigos feitos por alunos dos cursos de Produção Cultural e Estudos de Mídia, o site traz quatro blogs, um hotsite atualizado diariamente e um canal no Youtube, com mais de 350 clipes postados. “Como não temos no Brasil uma cultura de postagem de vídeos solidificada, o nosso canal já é um dos 100 maiores do país. Ainda temos games, enquetes, matérias, vídeos. Tudo no site, inclusive o layout e a linguagem de html, foi idealizado e elaborado pelos alunos”, explica a mestranda, que este semestre leciona Crítica Midiática.

Ariane Holzbach desenvolve agora uma estratégia de divulgação para firmar parcerias empresariais com gravadoras e clubes de aficcionados. A entrada da festa no Cine Lapa custa R$ 10,00, mas há lista de desconto na comunidade do Cliperama no Orkut.

 

1º Processo eleitoral para o
Conselho Municipal de Cultura de Niterói

 

Após a realização da 1ª Conferencia Municipal de Cultura há a necessidade inadiável de eleger o Conselho Municipal de Cultura – CMC, constituído em 26/11/2007 conforme a Lei n° 2489, de 26 de novembro de 2007.

O CMC será um órgão coletivo com a participação do Poder Público e da sociedade civil, que auxiliará na elaboração e execução da política cultural do Governo Municipal, e que se fundamentará no princípio da transparência e da democratização da gestão cultural constituindo-se em instância permanente de intervenção qualificada da sociedade civil na formação de políticas de cultura. É importante eleger um conselho forte e representativo como primeiro passo para a democratização da produção e do acesso à arte e à cultura.

Poderá concorrer ao cargo de titular ou suplente do Conselho Municipal de Cultura qualquer cidadão maior de 18 anos, que atue em Movimentos Sociais e Culturais ou tenha interesse no setor cultural de Niterói. O mandato dos membros do Conselho e do presidente eleito será de 02 (dois) anos, permitida a recondução.

O credenciamento tanto dos eleitores quanto dos candidatos acontecerá nos dias: 03 de junho, a partir das 17 horas, no Teatro Popular de Niterói e dia 14 de junho, na UFF – Gragoatá – Bloco E, a partir das 13 horas. Só poderão participar da eleição as pessoas que estiverem devidamente credenciadas em um dos 11 segmentos culturais a saber:

1) representantes das instituições de ensino superior;
2) produtores culturais;
3) serviços de radiodifusão comunitária;
4) setor empresarial cultural dos equipamentos locais de cultura;
5) movimentos sociais;
6) segmento cultural das artes cênicas;
7) segmento cultural das artes plásticas;
8) segmento cultural do cinema e vídeo;
9) segmento cultural da dança;
10) segmento cultural da literatura;
11) segmento cultural da música.

Documentação: Para credenciar-se, exigir-se-á a apresentação de originais de documento de identificação com foto e outro documento que comprove a atuação ou interesse no setor cultural da cidade (título de eleitor, comprovante de residência no próprio nome, declaração escolar de instituição de ensino médio ou plano de curso de instituição de ensino superior situadas no município de Niterói). Empresas, instituições e Movimentos Comunitários deverão apresentar documentos comprobatórios de sua atuação ou interesse no setor cultural de nossa cidade – estatuto ou Cartão do CNPJ atualizado ou Ata de Eleição e posse da atual diretoria.

O processo eleitoral, coordenado pela Comissão Eleitoral do CMC, constará de três momentos fundamentais:

 

1º - MESA ESCLARECEDORA E FUNDAÇÃO DAS CÂMARAS SETORIAIS – A mesa esclarecedora será formada por um membro da Comissão Eleitoral, pelo Secretário de Cultura de Niterói e por conselheiros de cultura convidados de outras cidades a fim de atualizar os eleitores e candidatos sobre a necessidade da criação de um conselho que contemple a interação, relatando as experiências, as lutas e as conquistas que cada Conselho de Cultura alcançou em sua cidade. Neste mesmo dia serão fundadas as câmaras setoriais que iniciarão as reflexões que envolvem a eleição de um representante para cada segmento cultural previstos na lei que institui o Conselho.

03 de junho
Horário: 16 horas
Local: Teatro Popular de Niterói
Endereço: Rua Jornalista Rogério Coelho Neto, s/nº,
Centro (atrás do Terminal Rodoviário João Goulart)
GRATUITO
Tel: 2613-2734 ou 2621-5050-224

 

2º – REUNIÃO DAS CÂMARAS SETORIAIS E PENÁRIA - As Câmaras serão espaços criados para que cada segmento do setor cultural possa refletir sobre suas questões particulares, eleger seus representantes e dar continuidade às discussões depois do conselho eleito. É fundamental a participação da sociedade neste encontro, garantindo que o Conselho eleito realmente atenda às demandas do setor cultural.

14 de junho
Horário: 13 horas
Local: Universidade Federal Fluminense - UFF
Endereço: Campus do Gragoatá, Bolco E –
Escola de Serviço Social (ao lado da Cantareira) GRATUITO
Tel: 2621-5050-224

 

3º – DECISÃO DAS CÂMARAS SETORIAIS E PENARIA FINAL - Após refletir sobre as questões pertinentes a cada segmento cultural, as Câmaras Setoriais apresentarão seus representantes para o conselho que serão ser eleitos dentro de cada câmara depois da defesa de candidatura e votação por aclamação. As eleições obedecerão às regras estipuladas pela comissão divulgadas e publicadas no diário oficial com devida antecedência.

05 de julho
Horário: 13 horas
Local: Universidade Federal Fluminense - UFF
Endereço: Campus do Gragoatá, Bolco E – Escola de Serviço Social (ao lado da Cantareira) GRATUITO
Tel: 2621-5050-224

Para maiores informações acessar: www.culturaniteroi.com.br/conselho


Carlos Alberto Gomes
www.artejovem.org

 

 

Congresso chega ao fim

por Amanda Henriques

As atividades do Congresso foram encerradas na última sexta-feira. Realizado pela Universidade Federal Fluminense, o evento apresentou palestras de pesquisadores e grupos de trabalho sobre diferentes recortes na abordagem da História da Mídia.

O congresso contou com os próprios alunos na organização e teve, inclusive, a presença de pesquisadores europeus e latino-americanos como Luís Humberto Marcos (Museu da Imprensa - Portugal), Isabel Vasques (Universidade de Coimbra – Portugal) e Juan Garguverich, do Peru.

Na última quinta-feira, o Grupo de Trabalho Jornalismo e Política chamou atenção. Os estudos dos pesquisadores abordaram o ritual de posse na democracia e a influência em mão-dupla entre imprensa e a situação política do país em diferentes momentos da História.

 

Relações Públicas:
Jornalismo, Comunicação e Instituições

Por Natália Chaves

Após quatro dias de programação, o Congresso chegou ao fim. A última sessão do Grupo de Trabalho de Relações Públicas abordou o tema Jornalismo, Comunicação e Instituições. Quatro expositores mostraram seus trabalhos a uma pequena platéia, sob a coordenação de Claudia Moura, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS).

Marcelo Carmo Rodrigues, estudante da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), apresentou o trabalho Revista Viagem e Turismo: para onde foi o 'jornalismo turístico' em 2007?, em que analisou a revista de turismo sob o ponto de vista jornalístico. Ele avaliou doze capas consecutivas para tentar entender também como é feita a escolha dos destinos turísticos. Segundo Marcelo, o turismo é muito maior do que revistas desse segmento mostram, perguntando-se se turismo pode ser realmente contado.

O segundo expositor foi César Daniel de Assis Rolim, da Universidade do Rio Grande do Sul (UFRS), que falou de forma breve sobre seu artigo Plantão Militar: nacionalismo e reformismo militar no periódico Última Hora. O trabalho se prende principalmente à coluna Plantão Militar, em que militares nacionalistas se manisfestavam entre os anos 1963 e 1964.

O terceiro trabalho faz parte do projeto "Memória.com" da UNIFAE, de Minas Gerais. Alunos do curso de jornalismo pesquisam durante um ano a história da imprensa de cidades mineiras. A estudante de jornalismo do 3º ano, Nayara Vasconcelos, expôs aos participantes o surgimento da imprensa na cidade de Poços de Caldas.

O GT terminou com a apresentação do arquivista Marcelo Nogueira de Siqueira, do Arquivo Nacional, com o trabalho O Correio da Manhã e seu acervo documental: História e Memória. Marcelo explicou que o jornal é o segundo documento mais consultado do Arquivo Nacional atualmente. O objetivo de seu trabalho foi identificar e mapear o acervo arquivístico do períodico que existiu entre os anos de 1901 e 1974.

Clique aqui e confira detalhes sobre esse grupo de
trabalho no Blog da Cobertura



Encontro com artistas

É com grande satisfação que o Museu de Arte Contemporânea de Niterói o convida para o programa de encontros com os artistas da mostra "Poetas da Cor".

29 de abril - Almir Mavignier
03 de maio - Almir Mavignier, Israel Pedrosa, Eduardo Sued, José
Maria Dias da Cruz e Abraham Palatnik
10 de maio- Israel Pedrosa
31 de maio - José Maria Dias da Cruz

Um dos homenagerados, Israel Pedrosa, foi professor de História da Arte no IACS nos anos 70.

Para mais informações, clique aqui.

Contamos com a sua presença
Atenciosamente,

Direção Geral
Museu de Arte Contemporânea de Niterói
VAGAS LIMITADAS

 

 

1º Congresso Estadual de Jornalistas do RJ – 2008

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro estará promovendo, nos dias 8 e 9 de agosto, em Niterói, o 1º Congresso Estadual de Jornalistas do Rio de Janeiro, destinado a profissionais e estudantes, e tendo como tema “200 Anos de Imprensa e a Democratização da Comunicação”.

A pré-programação do evento prevê abertura no dia 8, às 18h30, com a presença do presidente do sindicato, Ernesto Viana e outras autoridades como o prefeito, presidente da Câmara Municipal, presidente da OAB regional, presidente da Imprensa Oficial do Estado e um representante da FENAJ.

Em seguida, um painel sobre o tema central do encontro reunirá o jornalista e presidente do Museu da Imprensa Jordan Amora, o jornalista e mestre em Memória Social Nilo Sérgio Gomes, a jornalista e membro do coletivo Intervozes de Comunicação Social Bia Barbosa, o jornalista Roberto Quintaes e como mediador, Pinheiro Jr. Após o debate, às 20h50, as atividades serão encerradas com um coquetel, programado para as 21h30.

No sábado, dia 9, está previsto painel sobre Formação do Jornalista, Estágio, Regulamentação Profissional e Conselho Federal de Jornalistas, com participação dos profissionais, jornalistas e professores Pedro Pomar, João Batista de Abreu, Ana Lúcia Corrêa de Souza e Ivana Bentes, tendo como mediador Ernesto Vianna.

Após debates e grupos de trabalho na parte da manhã e à tarde, está prevista Sessão Plenária para as 15h45 e encerramento às 18 horas.

Célia Borges

fonte: http://minhaaldeiaglobal.blogspot.com/

http://www.sindicatodosjornalistas.com.br

 

Programação do
1º Congresso Estadual de Jornalistas

Sindicato dos Jornalistas do Estado do Rio

Tema central:
O Jornalismo, o Mundo do Trabalho e a Liberdade de Imprensa

Programação:

Sexta, 08/08

18h30 – Solenidade de abertura

 

Presidente do Sindicato dos Jornalistas do Estado do Rio
Prefeito Municipal
Presidente da Câmara Municipal
Presidente da OAB-Niterói
Presidente da Fenaj
Presidente do Sindicato dos Jornalistas do Município do Rio


19h30 – Painel:
200 anos de Imprensa e a Democratização da Comunicação
Expositores:
Nilo Sérgio Gomes – jornalista, professor e mestre em Memória Social
Bia Barbosa – jornalista e membro do coletivo Intervozes de Comunicação Social
Carolina Rocha – Subgerente de Imprensa da Comunicação Institucional da Petrobras
Mediadores : José Alves Pinheiro Jr. e Lenin Novaes, do Conselho da ABI

20h50 - Debate

21h30 – Encerramento da solenidade de abertura

Sábado, 09/08

8h30 – Painel:
Formação do Jornalista, Estágio,
Regulamentação Profissional e Conselho Federal de Jornalistas

Expositores:
Pedro Pomar – jornalista da ADUSP e doutor em Ciências da Comunicação
João Batista de Abreu – jornalista, professor e vice-diretor do Instituto de Arte e Comunicação Social da UFF
Ana Lúcia Correa de Souza – jornalista, professora e coordenadora do curso de Comunicação Social do UBM
Mediador: Ernesto Vianna

9h50 – Debate

10h45 – Plenária: leitura e aprovação do Regimento Interno

11h00 – Grupos de Trabalho
1. Regulamentação, Formação Profissional e
Conselho Federal de Jornalistas –

Coordenação: Álvaro Britto e José Antônio Barroco
2 . Movimento sindical dos jornalistas – coordenação: Fernando Paulino e Adelfran Lacerda

12h30 - Almoço

14h00 – Grupos de Trabalho:
3. Democratização da Comunicação e Impacto das Novas Tecnologias – Coordenação: Claudia de Abreu e Mário Augusto Jakobskind

4. Jornalismo do interior – coordenação: Madá e Telma Flora

15h30 – Café

15h45 – Plenária Final – aprovação dos relatórios, teses, Carta de Niterói e eleição dos delegados ao Congresso Nacional dos Jornalistas

18h00 - Encerramento


Antonio Nery vai expor no Congresso
acervo de fotos históricas da Imprensa

Tathiana Cunha

O repórter fotográfico Antonio Nery é um dos profissionais mais respeitados da história brasileira. Foram 50 anos dedicados à arte da fotografia. Compõem seu acervo, momentos da Bossa Nova, que futuramente poderão ser apreciados no seu livro “Brasil na era da Bossa Nova”, e políticos da história do Brasil, que poderão ser vistos no I Congresso de Jornalistas do Estado do Rio de Janeiro.

Nery, além de expor suas próprias obras, mostrará fotos de Erno Schneider e Luiz Pinto (in memoriam). Ele já passou por diversos veículos importantes da imprensa brasileira. Trabalhou em revistas como Manchete, Fatos e Fotos e Jóia e nos jornais Última Hora, O Dia, Folha da Tarde, Folha de São Paulo e no O Globo. Suas fotos também já foram publicadas em livros como “Antonio Carlos Jobim”, de Sérgio Cabral, e “Chega de Saudade”, de Ruy Castro.

LIG: Como começou seu envolvimento com a fotografia?

AN: Em 1954, estudava escultura e desenho artístico no Liceu de Artes e Ofícios e trabalhava num escritório. Quando fui para o exército, resolvi comprar uma máquina tipo caixote para registrar esses momentos no quartel. Aproveitei todas as fotografias. Achei que estava me dando bem e comprei uma máquina mais profissional. As pessoas (do Liceu) começaram a me pedir fotografias. E fui fotografando e fotografando. Quando fui fotografar numa gafieira, chamada Independente, freqüentada por artistas de rádio e jornalistas, encontrei o pessoal do jornal Última Hora. Lá pelas tantas, comecei a conversar com o fotógrafo Paulo Reis e pedi um emprego no jornal. O pessoal começou a rir porque o departamento fotográfico do Última Hora era o melhor na época e era dirigido pelo professor Roberto Maia. O emprego que consegui foi de laboratorista. No laboratório observava muito o trabalho de cada fotógrafo e a sua maneira independente de trabalhar. Às vezes, pedia para fotografar um evento. Em 56, fui cobrir a parada militar de 7 de setembro e fiz um bom trabalho que me rendeu oito colunas na primeira página. Nem acreditei.

LIG: As pessoas mais jovens não conseguem ter a dimensão da censura que toda imprensa brasileira sofreu na ditadura. Tem algum acontecimento que tenha o marcado?

AN: Em 1964, estava no jornal O Dia e a gente tinha um policial que era muito nosso amigo. De vez em quando a gente “ia em cana” e como ele já conhecia o pessoal do jornal, esse policial soltava a gente na esquina seguinte. Logo depois, em 68, fui para São Paulo reabri a Folha da Tarde (Folha de São Paulo) com Miranda Jordão, que foi secretário do Última Hora. Lá não existia muita repressão policial como no Rio, em que a polícia arrebentava para cima dos estudantes. Os policiais só ficavam acompanhando, vendo o que ia acontecer. Então, quando tinha que fotografar, eu ia junto com os estudantes nas passeatas com a máquina em punho e quando tinha um acontecimento qualquer fotografava e continuava caminhando com eles como se fosse um estudante. Então, essa parte braba, eu estava em São Paulo.

LIG: Pelas suas estórias pude perceber que um bom repórter fotográfico tem que ser corajoso. Esse é um requisito básico da profissão?

AN: O fotógrafo de jornal tem que ser um camarada muito sonso. Você não pode estar chegando e pá, pá, pá. Você faz um foto e fica na sua, faz outra e fica na sua. E assim vai. Porque tem fotógrafo que mal chega e já começa fotografar muito e a digital dá facilidade para isso. O fotógrafo tem que ser malicioso e sem vergonha também. Certa vez, na inauguração da ponte, em 1973, toda a imprensa recebeu crachás de identificação e todos nós éramos obrigados a ficar num curral para fotografar e não podíamos sair dali. O espaço era pouco para muitos fotógrafos e cinegrafistas. Eu, para fazer uma foto melhor, fugi para pegar um ângulo diferente. O segurança veio e tirou minha credencial. Continuei trabalhando sem identificação. E como eram muitas pessoas até esqueceram de mim e consegui o que queria.

LIG: O senhor vai expor fotos suas, de Luiz Pinto e Erno Schneider no I Congresso dos Jornalistas do Estado do Rio de Janeiro, nos dias 8 e 9 de agosto. Por que política?

AN: Escolhi o tema política em homenagem ao Luiz Pinto que foi um dos melhores fotógrafos na época da ditadura. Já fiz essa exposição duas vezes. A primeira em Itapuaçu, quando ainda Luiz Pinto era vivo e compareceu inclusive, e a outra no jardim do Palácio do Catete. Luiz Pinto focava muito o ex-presidente Castelo Branco que tinha verdadeiro pavor dele porque sempre fotografava seus pontos fracos. Todo seu acervo foi guardado por mim que vou explorá-lo junto com as fotos de Erno Schneider, com fotos do ex-presidente Jânio Quadros, nesse congresso.

Fonte: Jornal Lig (Niterói)
http://www.ligjornal.com.br/1583/principal.htm

 

 

 


fonte: http://www.blogdogarotinho.globolog.com.br/

José Carlos Araújo
apresenta programa ao vivo no IACS

Na próxima terça-feira, dia 27, o programa Globo Esportivo, da Rádio Globo/AM, será apresentado ao vivo, a partir de 18h, pelo locutor José Carlos Araújo do anfiteatro do IACS, na Rua Lara Vilela, bairro de São Domingos. A iniciativa faz parte do projeto Globo Esportivo nas Universidades, em parceria com o Instituto de Arte e Comunicação Social. Três estudantes de Jornalismo da UFF, indicados por professores de rádio e de jornalismo esportivo, participarão do programa como comentaristas ao lado de José Carlos Araújo e da equipe de esportes da emissora. A entrada é aberta a toda comunidade acadêmica da UFF.

 


Histórias de Vida

No dia 16 de maio mais de 80 organizações de 27 países vão realizar centenas de atividades para o 1º Dia Internacional de Histórias de Vida.

O Progama de Pós-Graduação em Ciência da Arte/UFF e o Sobrado Cultural aderiram à progamação especial realizando rodas de conversa sobre histórias de vida e apresentando uma roda de capoeira angola.


Participe!
Local: Solar do Jambeiro
Rua Presidente domiciano - 195 - Ingá - Niterói
Sexta-feira - 16/05 - 16h

Entrada Franca


Clique aqui para mais informações

Programação completa nos sites: www.ausculti.org ou www.museudapessoa.net . Informam tudo o que acontece neste dia em todos os países envolvidos.

16h
Folia de Reis: Olhares sobre celebrações populares em
São Gonçalo e Adjacências.

Cristiane Guimarães - Consultora do Instituto de Imagem e Cidadania/Sobrado Cultural, Produtora Cultural, Pesquisadora e Mestranda em Ciência da Arte.
Mestre Lourinho - Folia de Reis Flor do Oriente - São Gonçalo/RJ

As possibilidades de permanência das expressões da capoeira numa sociedade em trânsito e mundializada.
Norma Sueli dos Santos - Produtora Cultural, Pedagoga e Mestranda em Ciência da Arte
Mestre Levi - Associação de Capoeira Casa do Engenho -
Duque de Caxias/RJ

Mediador: Guilherme Werlang - Antropólogo, músico, coordenador do Curso de Produção Cultural no PURO/UFF e professor do GAT/IACS/PPGCA-UFF

18h
Apresentação de Roda de Capeira do grupo Associação de Capoeira Casa do Engenho (Capoeira Angola)

Espalhe essa idéia! Uma história pode mudar seu jeito de ver o mundo.

 

 

Abertura do Congresso

POR RENATA SOUTO

Desde o dia 13, a UFF está sediando o VI Congresso Nacional de História da Mídia, cujo tema central são os 200 anos de mídia no Brasil. O evento conta com grandes teóricos da comunicação latino-americana.

A mesa de abertura foi formada pela professora Marialva Barbosa, coordenadora do Congresso; pelo presidente da Intercom, José Marques de Melo; o pró-reitor de Pesquisa da UFF, Humberto Fernandes Machado; o presidente da Biblioteca Nacional, Muniz Sodré e a diretora do Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS), Mara Eliane Rodrigues.

O evento proporciona um grande aprofundamento na história da imprensa. "O tema é interessante para pensarmos sobre as tendências da comunicação", explica a professora Marialva Barbosa.

A ocasião da abertura serviu também para homenagear os professores José Marques de Melo, criador da rede nacional de pesquisa de História da Midia e Muniz Sodré, fundador do Departamento de Comunicação da UFF.

"A gente realiza nosso trabalho sem esperar nenhuma recompensa. Quando recebemos o reconhecimento dos nossos próprios colegas a emoção é ainda maior", afirmou José Marques de Melo. "Mais que comemorar os 200 anos, nosso desafio é mudar o Brasil para chegarmos aos 300", completou.

 

Historiografia Luso-Brasileira: Influências e Confluências

POR JULIANA ROMANO

A construção da historiografia do jornalismo português, influências dessa mídia e o papel da imprensa na abolição da escravidão no Brasil foram os principais temas da palestra desta quarta-feira. Participaram da mesa o professor e jornalista Jorge Pedro de Sousa, da Universidade Fernando Pessoa, de Portugal, e Humberto Machado, pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação da Universidade Federal Fluminense. A mediação foi de Aníbal de Mendonça.

Com calorosa recepção do público presente, o professor Jorge Pedro Sousa falou sobre um projeto desenvolvido sob sua coordenação, que visa à recuperação das contribuições de autores portugueses sobre o jornalismo do país. O trabalho reúne 91 obras até o ano de 1974 e conta com diversos autores, entre eles Augusto Xavier da Silva, Alfredo da Cunha e José Manuel Tengarrinha, considerado pelo professor o introdutor da nova história do jornalismo português.

Jorge Pedro não pôde se aprofundar nos temas abordados pelas obras inventariadas, mas fez um breve resumo das contribuições para a imprensa. E destacou como ponto importante o início da mídia como instituição social, "no século XIX houve uma conscientização social e acadêmica sobre a importância do jornalismo".

Em seguida, com o foco voltado para o papel da imprensa na abolição dos escravos, Humberto Machado fez uma retrospectiva dos jornais brasileiros e contou sobre a abordagem de progresso, civilização e ciência adotada pelos jornais a partir de 1870. O professor lembrou a Gazeta do Rio de Janeiro, o que gerou uma manifestação do público, já que há controvérsias sobre a importância desse periódico, que relatava principalmente ações governamentais da corte portuguesa. Machado também falou sobre o lançamento do Correio Braziliense em Londres, em função da censura prévia que ocorria no Brasil da época.

Humberto fez alusões à exposição de Jorge Pedro e destacou semelhanças na história da imprensa do Brasil e de Portugal. O professor lembrou os 120 anos de abolição legal da escravidão e fez uma reflexão sobre as conseqüências da sociedade escravista vivida no Brasil até o século XIX, que perduram até os dias atuais.

Saiba mais...

http://www.cnhistoriadamidia.blogspot.com/

http://www.coberturacnhm.blogspot.com/

Profa. Paula Sibilia lança livro em Buenos Aires

La intimidad como espectáculo. Buenos Aires:
Ed. Fondo de Cultura Económica, 2008.
ISBN 978-950-557-754-5
http//www.fce.com.ar/

As apresentações oficiais e o lançamento do livro, La intimidad como espectáculo, serão na Feira do Livro de Buenos Aires, no dia 05 de maio.

A versão em português já foi encaminhada à editora Nova Fronteira, que confirmou o lançamento para agosto, sob o seguinte título:
Show do Eu: A intimidade como espetáculo.

Este ensaio analisa um fenômeno recente que está em pleno crescimento: a exibição da intimidade, especialmente a dos usuários da Internet que recorrem a novas ferramentas como blogs, fotologs, webcams, YouTube e Orkut. Mas este movimento tão atual não se limita à Web: em menos de uma década, tem se transformado em uma característica preeminente da cultura contemporânea. Hoje se apresenta em manifestações tão heterogêneas como os reality-shows e talk-shows da televisão, o auge das biografias no mercado editorial e no cinema, e inclusive o surgimento de novos gêneros como os documentários em primeira pessoa e as variações sobre o auto-retrato nos diversos campos artísticos. O interesse que todas estas novidades suscitam pode ser visto como um sintoma de uma transformação nos modos de ser. Estaríamos atravessando uma transição, que se anuncia como uma verdadeira mutação nas subjetividades: um veloz distanciamento com relação às formas tipicamente modernas de ser e estar no mundo. É o que delatam alguns instrumentos que costumavam ser usados para a construção de si, e que se vêem eclipsados por estas novidades: do diário íntimo à psicanálise, passando por todas as formas da introspecção. Esses velhos métodos de auto-conhecimento fundavam suas criações subjetivas em uma interioridade que era tão rica como densa, uma vida interior misteriosa y oculta, porém extremamente fértil e de algum modo estável, que se cultivava no silêncio e na solidão do âmbito privado. As novas modalidades de auto-exibição que hoje proliferam, por sua vez, sugerem que estaria se deslocando esse eixo em torno do qual as subjetividades modernas costumavam se edificar, com uma crescente "exteriorização" do eu. Em uma cultura propulsada pelo imperativo da visibilidade, é preciso aparecer para ser. A fim de satisfazer esses árduos mandatos, são convocadas diversas técnicas de espetacularização de si que respondem a esta nova lógica: cada vez mais, o que cada um é se mostra na superfície visível do corpo e das telas.

Esta pesquisa foi desenvolvida, originalmente, como uma tese de doutorado em Comunicação e Cultura na ECO-UFRJ, com o apoio do CNPq.

Paula Sibilia nasceu em Buenos Aires em 1967. Atualmente é professora do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e do Departamento de Estudos Culturais e Mídia na Universidade Federal Fluminense (UFF). Fez graduação em Comunicação e em Antropologia na Universidade de Buenos Aires (UBA), onde também exerceu atividades docentes e de pesquisa. Já no Brasil, fez mestrado em Comunicação (IACS-UFF), um doutorado em Saúde Coletiva (IMS-UERJ) e outro em Comunicação e Cultura (ECO-UFRJ). Publicou o livro O Homem Pós-orgânico: corpo, subjetividade e tecnologias digitais (Ed. Relume Dumará, 2002).

Dirigente da Universidade de Versalhes visita a UFF para encontro com a comunidade acadêmica


Fonte: Centre d'histoire culturelle des sociétés contemporaines

A professora Diana Cooper-Richet, vice-presidente de Relações Internacionais e Exteriores da Universidade de Versalhes Saint-Quentin-en-Yvelines (UVSQ) <http://www.uvsq.fr>, visitará a UFF no dia 12 de maio, quando participará, às 14h30, na Sala dos Conselhos (Reitoria, 3º andar), de reunião com dirigentes, professores, pesquisadores e alunos da UFF para apresentar a UVSQ (em francês, com tradução seqüencial), visando propiciar maior conhecimento recíproco das duas instituições ligadas por convênio de cooperação e intercâmbio acadêmico.

A visita tem por objetivo também oferecer informações do desenvolvimento dos grupos de pesquisa da UFF e das potencialidades e interesses que têm dirigentes, professores, pesquisadores e alunos nesse intercâmbio, na elaboração de projetos conjuntos e parcerias, a partir do convênio existente entre as duas instituições universitárias públicas, do Brasil e da França.

O encontro é aberto a dirigentes, professores, pesquisadores e alunos da UFF interessados em intercâmbio e parcerias internacionais, especialmente com a França, nas áreas: Ciências Humanas, Tecnológicas, Biomédicas, Sociais Aplicadas, Comunicação, Direito, Literatura, Cinema e Artes.

A coordenação do convênio é do professor Aníbal Bragança, do IACS, e o encontro é promovido pela Assessoria para Assuntos Internacionais <http://www.aai.uff.br>.

Outras informações pelo telefone (21) 2629-5227.
fonte: NUCS

 

 




 

Lançamento do Portal Nós da Comunicação

 

O portal de comunicação corporativa Nós da Comunicação (www.nosdacomunicacao.com) será lançado oficialmente na próxima segunda-feira, dia 12 de maio, no Teatro Nelson Rodrigues, Caixa Cultural. O objetivo do Nós da Comunicação é oferecer aos profissionais e estudiosos da área um espaço para discutir, refletir e difundir assuntos relacionados ao setor e compartilhar conhecimento de forma transdisciplinar.

 

A palestra de abertura será com Regina Migliori, consultora em Cultura de Paz da UNESCO, membro do Conselho Consultivo do portal e presidente do Instituto Migliori, que falará sobre "Comunicação e Transdisciplinaridade", conceito que guia o site.

 

Além de Regina Migliori o portal conta com outros conselheiros de renome, como Virgínio Sanches, superintendente de comunicação da Unimed-Rio; Gislaine Rossetti, presidente do Comitê de Comunicação Corporativa da ABA e diretora de Comunicação Corporativa da BASF para a América do Sul; Profa. Dra. Margarida Kunsch, presidente da Abrapcorp e professora-titular da ECA/USP; Lama Padma Santem , presidente do Centro de Estudos Budistas Bodisatva; Letícia Casotti, professora e coordenadora da área de Marketing e Negócios Internacionais do Instituto Coppead de Administração da UFRJ e o cineasta Sílvio Tendler.

 

Serviço: Lançamento do portal Nós da Comunicação com palestra de abertura de Regina Migliori

Local: Caixa Cultural - Teatro Nelson Rodrigues - Av. República do Chile, 230 - Anexo - Centro, RJ

Dia: segunda-feira, 12 de maio

Horário: 18h30 às 22hs

 


Professor do IACS lança
livro sobre leis da comunicação


Nesta quarta-feira, dia 30, às 14h, no auditório do 5º andar da Fundação
Getúlio Vargas, o professor Adilson Cabral, do Departamento de Comunicação Social, participará de mesa de lançamento do livro Democracia e Regulação dos Meios de Comunicação de Massa, junto com outros autores e os organizadores do livro.

saiba mais

 

 

À comunidade do IACS,

A construção dos primeiros módulos do prédio do IACS no campus do Gragoatá está prevista para começar ainda este ano, segundo informou o reitor Roberto Sales, com base na avaliação da comissão mista criada pelo Conselho Universitário para estabelecer prioridades nas obras. A comissão encerrou seus trabalhos na tarde de terça-feira e o projeto do IACS está entre as prioridades de edificação no campus do Gragoatá.

Na mesma terça-feira, dia 15, às 14h30min, foi realizada uma reunião especial do Colegiado de Unidade na sala dos Conselhos, 3º andar do prédio da Reitoria, em Icaraí, com a presença do reitor Roberto Sales, chefes de Departamento, coordenadores de Cursos de Graduação, coordenadores dos Programas de Pós-Graduação e demais convidados.


foto: José Marques

A reunião foi aberta à comunidade do IACS, professores, estudantes e servidores, com a finalidade de apresentar a proposta do IACS para o Plano de Expansão e Reestruturação da UFF, entregue à Comissão de Orçamento e Metas do PDI no último dia 9.

A professora Mara Rodrigues, diretora do IACS, abriu a reunião com a apresentação de um vídeo sobre as condições precárias do Instituto. O video foi preparado pelo aluno Gil, do curso de Cinema, sob a supervisão do professor Antonio Carlos Amâncio. A seguir, apresentou a estrutura geral do projeto, composto pelo rol de dados levantados pelos departamentos de Ensino, seguindo o roteiro sugerido pela Comissão.

A diretora ressaltou que a reivindicação do IACS tem como eixo central a garantia do cumprimento da prioridade, concedida pelo Conselho Universitário há mais de 20 anos para a construção do prédio no campus do Gragoatá, com a devida infra-estrutura, a fim de que o Instituto possa atingir as metas de expansão estipuladas no Projeto.

O professor Antônio Serra, ex-diretor do IACS, que acompanhou todo o processo de reinvidicação por uma nova sede, fez um relato desse periodo, ressaltando os ganhos acadêmicos e culturais que a Universidade terá com a ida do Instituto para o novo campus.

Em seguida, vários professores, chefes de departamento, coordenadores de graduação e de pós-graduação, bem como estudantes e servidores, manifestaram sua opinião, ficando clara a necessidade de um novo prédio para o instituto.

O reitor Roberto Sales informou que naquele mesmo dia a comissão mista, composta pela Comissão de Orçamento e Metas do PDI e Comissão de Acompnhamento do Conselho Universitário, estava reunida para finalizar a avaliação dos projetos encaminhados pelas unidades. Ele manifestou seu apoio à reivindicação do Instituto e elogiou o esforço de professores, estudantes e funcionários na luta pela transferência para o Gragoatá. Por fim, a professora Mara Rodrigues colocou em votação o projeto do IACS, que foi aprovado integralmente pelo Colegiado de Unidade.

 


Rádios Comunitárias para o Desenvolvimento Humano

O artigo "A Contribuição das Rádios Comunitárias para o Desenvolvimento Humano: uma Análise de Iniciativas no Estado do Rio de Janeiro", de autoria de Carolina Custódio Cardoso (estudante de Jornalismo do Curso de Comunicação) e Adilson Cabral (Professor do Curso de Comunicação), foi selecionado para participar do INICIACOM Sudeste, prêmio destinado a projetos de iniciação científica em Comunicação da região.

Oriundo de Projeto de Pesquisa homônimo apoiado pela PROPP/UFF, participará de seleção que se dará ao longo do INTERCOM Sudeste, a ser realizado de 07 a 10 de maio pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, na cidade de São Paulo.

No mesmo evento, o vídeo "Rádio Comunitária, tem que participar!" estará concorrendo ao EXPOCOM Sudeste na categoria de Publicidade - audiovisual. Produzido na disciplina Seminários I (na habilitação de Publicidade e Propaganda), sob orientação do Professor Adilson Cabral, o vídeo pode ser acessado pelo link http://www.youtube.com/watch?v=sEJGNk6C2XI

 

 

IACS apresenta Plano de Expansão

Apresentação Geral

O Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS) abriga, em suas dependências nas ruas Lara Vilela e Tiradentes, os departamentos e cursos nas áreas de graduação e pós-graduação em Arte, Ciência da Informação, Cinema e Audiovisual, Jornalismo, Publicidade, Estudos de Mídia e Produção Cultural, além do LLC - Laboratório de Livre Criação, do LIA - Laboratório de Investigação Audiovisual, do NEINFO - Núcleo de Estudos da Informação, do Emerge, do LDE - Laboratório de Design Editorial.

Histórico do Casarão

O conjunto principal do IACS está situado à rua Prof. Lara Vilela, 126, no bairro de São Domingos, em Niterói, Estado do Rio de Janeiro. Seu terreno, com uma área de 5.000 metros quadrados, compõe-se de quatro conjuntos de prédios, edificados em épocas distintas e com uma área total edificada de 1.290 metros quadrados.

O prédio principal, o Casarão, é uma reconstrução, realizada na década de 1990, que preservou as formas originais de um casario do século XIX, residência de Othon Leonardos, austríaco considerado um dos fundadores da geologia no Brasil e vice-cônsul da Grécia.

No século XX, aqui se instalou o Gymnasio Bittencourt Silva, educandário de renome no Estado do Rio de Janeiro e que veio a desdobrar-se em outro prédio, situado à vizinha rua Tiradentes, onde hoje está sediada a Faculdade de Economia da UFF e cujo frontal inspira-se em templos gregos, desenhados pela filha de Othon Leonardos após regressar de Atenas.

No final da década de 1960, quando já não mais existia o Gymnasio, o conjunto foi adquirido pela UFF e nele instalado o Instituto de Ciências Humanas e Filosofia (ICHF) até sua transferência para um novo prédio no campus do Valonguinho, em 1978.

Foi então que o IACS (que antes funcionou na Reitoria, em Icaraí, e depois no quarto andar do Instituto de Matemática, no Valonguinho) instalou-se em sua sede atual. Ainda no final da década de 1970 foi construída uma lâmina lateral de salas e, aos fundos, as instalações do Núcleo Audiovisual, setor hoje incorporado ao IACS.

Durante todo esse tempo o IACS foi-se adaptando e se amalgamando em espaços cedidos ou reformados com o objetivo de criar condições mínimas para o desenvolvimento de suas áreas de formação. Nesse contexto, o surgimento do Programa MEC-BID nos anos 80 mobilizou toda a comunidade do iacs, que vislumbrou a possibilidade de contar com espaços adequados às suas exigências acadêmicas em termos qualitativos e quantitativos, ou seja, condições de trabalho que atendessem as expectativas
de alunos e professores.

Essa expectativa também existia em outras unidades acadêmicas da UFF, que precisou ordenar suas prioridades segundo avaliações realizadas no âmbito do Conselho Universitário. De acordo com esse ranquiamento, em meados dos anos 80 chegaria a vez do IACS.

O Programa MEC-BID previa a construção de uma sede para o IACS no Gragoatá, cujos projetos arquitetônico, mobiliário e de equipamentos foram concluídos em 1988 pela Prefeitura do Campus, sendo então realizada a licitação pública internacional, conforme previa o programa.

Cabe destacar que o prédio do IACS já faz parte do plano diretor do campus do Gragoatá, localizado à frente da Biblioteca Central próximo à Baía de Guanabara. A opção por um prédio modulado, com altura menor do que as demais construções já existentes, configura áreas de convivência e de jardinagem que imprimem valor e integração das atividades acadêmicas ao meio ambiente circundante. Esse diferencial foi proposto pela equipe de arquitetos da Prefeitura do Campus com outro argumento importante, o de permitir crescer e expandir-se em módulos.

Entretanto, mesmo após terem sido definidas as empresas vencedoras das licitações, todo esse processo foi interrompido com o rompimento do acordo MEC-BID devido à declaração de moratória pelo Governo brasileiro. Naquela oportunidade o professor René Valeriano Alves, responsável pela implantação do campus, mostrou-se perplexo, mas confiante de que em um breve espaço de tempo o nosso prédio seria erguido.

A frustração da comunidade do IACS no transcurso desses anos não impediu o desenvolvimento institucional de novos departamentos e cursos, com expansão de vagas na graduação e criação dos cursos de pós-graduação, o que obrigou a uma expansão territorial do instituto que hoje ocupa duas sedes, na Lara Vilela e na Tiradentes.

Essa indesejável fragmentação espacial tem gerado prejuízos acadêmicos e administrativos, o que impede uma expansão ainda maior de suas atividades curriculares e extensionistas na UFF e para a cidade de Niterói.

Portanto, é necessário reconhecer que a prioridade pelo IACS já foi definida pelo CUV há mais de 20 anos e vem sendo reiterada por diversas administrações da UFF ao longo desses anos, motivo pelo qual argumentamos que os gestores da instituição honrem o compromisso estabelecido há 20 anos.

Mais detalhes sobre o Projeto de Reestruturação veja com a direção do IACS.

Reunião Colegiado de Unidade e Plano Expansão IACS


Aos colegas do IACS,

Com a colaboração dos chefes de Departamento e coordenadores dos programas de pós, concluímos e entregamos ontem, dia 9, à Comissão de Orçamento e Metas do PDI a proposta do IACS para o Plano de Expansão e Reestruturação da UFF. Nossa reivindicação tem como eixo central a garantia do cumprimento da prioridade, concedida pelo Conselho Universitário, para a construção do prédio do Instituto no campus de Gragoatá, com a devida infra-estrutura, a fim de atingirmos nossas metas de expansão.

Cumprida esta primeira etapa, precisamos agora fortalecer uma campanha de sensibilização junto à administração superior da Universidade no sentido de conquistar aliados para alcançar nosso objetivo. Nesse sentido, na próxima terça-feira, dia 15, às 14h30min, realizaremos uma reuniào do Colegiado de Unidade na sala dos Conselhos, 3º andar do prédio da Reitoria, em Icaraí, com a presença do Reitor, Vice-Reitor e Presidente da Comissão de Orçamento e Metas do PDi, Pró-Reitores e demais convidados. Na ocasião, apresentaremos o Projeto do IACS. Essa reunião será aberta a comunidade do IACS. Contamos com a presença de todos os professores, estudantes e servidores engajados na defesa do Instituto e pela garantia de melhoria de condições de trabalho e ensino. Lembramos que a vitória será de todos nós e não apenas de uma gestão.

Contamos com a presença dos colegas, dos estudantes e dos servidores.

Mara Rodrigues
Diretora
Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS)
Rua Lara Vilela, 126 - São Domingos
CEP 24210-590 - Niterói - RJ
Fones: (21) 26299784/9783

 

 

Empresa Jr. abre inscrições

A 33 Produções - Empresa Junior do Curso de Produção Cultural abre inscrições para novos membros. Fundada em 1999 por uma das primeiras turmas do curso, a empresa é uma importante ferramenta de aprendizagem e formação profissional para o corpo discente. Perfil do participante: aluno de Produção Cultural, a partir do segundo período; ter disponibilidade e caráter empreendedor. Interessados devem entrar em contato até o dia 25 de abril, com Thiago Saldanha - thiagosaldanha@hotmail.com.

 


fonte: www.fbcu.com.br/

João Luiz Vieira debate os estudos de cinema

Quais são as perspectivas para entender os estudos sobre o cinema? E como a fundamentação teórica se transforma diante das novas tecnologias? Essas interrogações estão implícitas na palestra "O presente e o futuro dos estudos de cinema", que João Luiz Vieira, da Universidade Federal Fluminense (UFF), fará nesta terça-feira, dia 8 de abril, na UFSCar. O evento marca o início dos trabalhos do Programa de Pós-Graduação em Imagem e Som e acontece no anfiteatro Bento Prado Júnior, às 19h.

O tema será discutido com o olhar sobre a convergência tecnológica que dissemina a experiência do audiovisual em uma multiplicidade de suportes e janelas de exibição e recepção. Essa nova realidade transformada por um processo prático é acompanhada também por uma construção teórica dos estudos cinematográficos. João Luiz Vieira é atualmente o coordenador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da UFF.

O Programa de Pós-Graduação em Imagem e Som da UFSCar começou suas atividades neste ano, com a turma de mestrado. O Programa está dividido em duas linhas de pesquisa: "Narrativa Audiovisual" e "História e Políticas do Audiovisual.

fonte: http://www2.ufscar.br/servicos/noticias.php?idNot=1746

 

O Filme "O LABIRINTO" (The Labyrinth), 200, de Gleyson Spadetti, do Curso de Cinema e Audiovisual da UFF, foi indicado para o 35th SAA - Student Academy Award 2008 - o Oscar para filme de Escolas de Cinema.

Para maiores detalhes sobre o certame, o endereço do site é
www.oscars.org/saa

Boa sorte para nossa escola,

Prof. Antônio Moreno

 

Personagens & Imagens


Em setembro deste ano, nosso curso de Cinema comemora 40 anos de existência e muita história para contar. São muitos prêmios no currículo, em festivais nacionais e internacionais. Muita gente boa que se espalha pelo país e pelo mundo levando germes de criatividade e de profissionalismo adquiridos no nosso curso.

Muitos nomes importantes passaram pela universidade, mas a consagração do curso de Cinema – ( leia-se Curso de Cinema e Audiovisual, nomenclatura adotada desde dezembro de 2007 durante Congresso ), não se dá apenas pelos nomes do passado, a renovação de grandes nomes é constante nas várias áreas do fazer cinematográfico. Domingo passado, 9 de março, a Revista O Globo, do jornal homônimo, destaca através de um modelo de ficha técnica, dois novos nomes do curso de Cinema da UFF: – Mauro Pinheiro Jr. e Lívia Serpa.

Mauro Pinheiro Jr. é um pernambucano, que se graduou no nosso curso e se especializou em fotografia de cinema. Hoje já conta com cinco longas metragens no currículo, dentre eles “Mutum”, de Sandra Kogut; o recém filmado “Vórtice”, de Eduardo Valente (também ex-aluno do curso); e o novo filme de Walter Salles e Daniela Thomas, ainda em pós-produção,“Linha de passe”.

Lívia Serpa, também está na equipe do novo filme de Salles e Thomas, mas como montadora. Com apenas 25 anos, Lívia já chama a atenção por sua sensibilidade e contribuição na montagem, ao lado de Eduardo Escorel, do documentário “Santiago”, de João Moreira Salles.

Duas histórias do presente que deixam suas marcas na trajetória de sucesso do curso de cinema da UFF. E que venha o futuro! E muitas novas histórias para a continuidade da construção da nossa História.

Ana Paula Nunes
José Marques

 

"Maré, Nossa História de Amor", de
Lúcia Murat, terá pré-estréia no Cine Arte Uff

Nesta sexta-feira, dia 14, às 19h30, no Cine Arte UFF,
pré-estréia do longametragem, "Maré-Nossa História de Amor", uma
co-produção Brasil, França e Uruguai, de 2007 e com 105 minutos de
duração. Depois da exibição do filme, debate com a diretora Lúcia
Murat. No elenco: Cristina Lago, Vinícius D'Black e Marisa Orth.
Entrada franca.

A produção narra a história de Analídia, filha de um chefão do
tráfico de drogas, que briga pelo poder com o irmão de Jonatha.
Separados pelo "apartheid" entre as facções rivais, eles encontram no
grupo de dança da comunidade um refúgio para o amor e a possibilidade
de uma vida longe do crime. Jonatha é MC e seu sonho é gravar um CD.
Dividido entre os irmãos mais velhos - um idealista, trabalhador, e
outro chefe de uma das facções que comandam o tráfico - ele vive o
dilema de aceitar ou não ajuda do irmão criminoso, que promete
financiar sua carreira.

SERVIÇO:
Filme: Maré - Nossa História de Amor, de Lúcia Murat
Dia: 14 de março, sexta-feira, às 19h30
Local: Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí / Niterói-RJ
Entrada franca.
Mais informações pelo tel.: (21) 2629-5030, 2629-5028 ou 2629-5008
(bilheteria, a partir das 17 horas).
Ou acesse o site:
www.centrodeartes.uff.br
Fonte:Centro de Artes UFF

 

Justiça faz Justiça

A professora, escritora e dramaturga Eliane Ganem foi reconhecida por unanimidade, pelos desembargadores da décima terceira câmara cível do Rio de Janeiro, como a criadora do Argumento da novela - "Aquarela do Brasil"
- levada ao ar pela TV Globo, no ano de 2000. Com o título do mesmo
nome, o Argumento tinha sido registrado, pela Autora, na Biblioteca
Nacional em 1996 e entregue, no mesmo ano, a um diretor de núcleo de
novelas da TV Globo, Mário Lúcio Vaz. Após quatro anos de espera,
Eliane Ganem viu a sua novela ser levada ao ar, mas assinada por Lauro
César Muniz.

Após sete anos de intenso embate, a Autora agora se sente justiçada e
recompensada pelos seus esforços, entendendo que os pequenos acertos
que ainda faltam para ter o seu nome vinculado à novela e para ser
ressarcida pelos danos e perdas materiais e morais é apenas uma
questão de meses. No entanto, se for necessário, entrará com uma
queixa crime também - caso a morosidade da justiça ou das partes seja
um real impecilho ao encerramento do processo - já que ao se
caracterizar o plágio, caracteriza-se também um crime sério e grave,
com pena de reclusão de até quatro anos para os réus.

Seu advogado, José Carlos Bruzzi, autor de alguns livros de
importância como "Réus, Juizes e Culpados", da Editora Nórdica, e seu
livro mais recente, "Brasil - República da Ditadura Civil" , pela
Editora José Olympio, diz que o Acórdão que decidiu o mérito da ação
movida contra Lauro César Muniz e a TV Globo, na qual se constatou a
contrafação, ou seja, o plágio ocorrido na minisséria "Aquarela do
Brasil", é imutável, porque se tratou de apreciação de provas, cuja
reapreciação é incompatível com o Recurso Especial para Brasília,
conforme súmulas do Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal
Federal.

A Justiça se fez, agora é o momento do reconhecimento pelo trabalho da
Autora e o direito de reaver o que lhe foi tirado indevidamente.

Fonte: Benita Prieto
Rede 3setor ( Rede de Informação e Discussão do Terceiro Setor )

 


 

O Povo quer Cinema...

O documentário, Corpo de Bollywood, o povo quer cinema, dirigido por Raquel Valadares, aluna do Curso de Cinema da UFF e produzido por Helena Castro é bem recebido pela critica durante a "II Mostra de Filmes de Bollywood".

....

Aluna da UFF, Raquel freqüentou como ouvinte as aulas de cinema indiano da Universidade de Chicago em 2006. Em seguida, passou seis meses na Índia, quando rodou o material para seu curta de 28 minutos. Trata-se de uma introdução a esse fenômeno que é a indústria cinematográfica de Mumbai (ex-Bombaim), capaz de produzir cerca de 1 mil filmes por ano e levar ao cinema 13 milhões de pessoas por dia. (Em comentário posterior, Raquel esclareceu que a produção de 1 mil filmes/ano é de todos os pólos cinematográficos da Índia somados. Bollywood produz cerca de 200 longas/ano).

Raquel ouviu um representante de cada etapa da cadeia de produção e exibição, além de muitos espectadores nas cidades de Mumbai e Lucknow, e no vilarejo de Nurapur. Os temas que se destacam são o avassalador star-system de Bollywood, o advento dos multiplexes e a relação entre o glamour dos filmes e a realidade pobre da maior parte do país.

É então que acontece uma coisa interessante dentro do filme: quando ouve o povão nas ruas e nas casas humildes, Raquel deixa entrever não apenas o óbvio comentário sobre a natureza essencialmente escapista de Bollywood, mas também o fascínio dos indianos pela situação-cinema. É o que demonstram as pessoas que se aglomeram, felizes, diante da câmera, seja para falar ou para entoar canções de seus filmes prediletos; os meninos que preferem olhar a equipe de filmagem à tela de uma TV; os aldeões que se dizem interessados em ver como são feitas as filmagens de Mumbai. São vários prismas de uma paixão realmente popular, que vai além de todo clichê sociológico. Nisso, o curta de Raquel extrapola a singeleza e alcança um caráter de fato revelador.

...

Fonte: O Globo Online DOCBLOG - por Carlos Alberto Mattos

 

Navalha na Tela: Plínio Marcos e o Cinema Brasileiro



A Mostra Navalha na tela: Plínio Marcos e o cinema brasileiro é fruto de um trabalho de pesquisa, resultado de uma dissertação de mestrado originada e defendida em nosso programa em junho de 2006, do atual doutorando Rafael de Luna Freire, ex-aluno de nosso curso e atual professor substituto. A dissertação passou por uma edição--em sua forma original ela tem 435 páginas--e foi lançada durante o evento em forma de livro, com o apoio da Caixa Cultural. Além do livro, o evento complementa-se com mostra de filmes, debates e homenagens.

Para além da excelência do trabalho apresentado--fruto da dedicação, perseverança e perfil de pesquisador do aluno--testemunhamos também o mesmo empenho em socializar esse conhecimento, levando o trabalho para fora dos limites da academia, transformando a dissertação num projeto maior e submetendo-o à avaliação externa de possíveis apoiadores. Neste caso, da prestigiosa Caixa Cultural, através de um concorrido e competitivo edital. Não é pouco, insisto!

Prof. João Luiz Leocadio

Navalha na tela: Plínio Marcos e o cinema brasileiro
Mostra de filmes, debates e homenagens
12 a 24 de fevereiro de 2008
Sala de cinema da Caixa Cultural - entrada franca
www.telabrasilis.org.br/navalha
Av. Almirante Barroso, 25 (próximo à Estação Carioca) - Centro - Rio de Janeiro


Seminário Arte & Sociedade
Articulações de Poder

Encontro dos Grupos de Pesquisa
"Arte e Vida nos Limites da Representação" (UDESC) e
Teoria Estética, Arte e Política" (UFF)

Saiba mais

 


PROAC lança Programa de Revinculação

Temos o prazer de informar que os nossos alunos que estão concluindo seu curso de graduação no segundo semestre de 2007 já podem se candidatar à Revinculação, que se trata de um novo ingresso para curso em área afim ou em outra habilitação de seu curso.

A solicitação deverá ser feita no período de 15 a 31 de janeiro de 2008, na coordenação do curso pretendido.

Leia mais...

Ministro das Comunicações quer parceria
para desenvolver rádio digital no Brasil

O governo quer ser parceiro da empresa norte-americana i-Biquity, detentora da tecnologia HD Radio, no desenvolvimento de um sistema de transmissão e recepção de rádio digital adaptado às particularidades brasileiras. O anúncio foi feito pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, em reunião, em Brasília, nesta quinta-feira (13 de dezembro), com representantes de 89 professores e pesquisadores ligados ao Núcleo de Pesquisa Rádio e Mídia Sonora da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom). A comissão, integrada pelos professores Luiz Artur Ferraretto, Nair Prata e Nélia Del Bianco, entregou ao ministro uma carta com propostas de parâmetros científicos para a adoção de uma tecnologia digital para o rádio. O encontro foi intermediado pelo secretário de Telecomunicações, Roberto Martins.

Ao se referir à parceria com a i-Biquity, o ministro disse que o interesse do governo é ser como um sócio da empresa para, inclusive, fabricar equipamentos no Brasil e, no futuro, exportar transmissores e receptores para outros países da América Latina. Hélio Costa condicionou esta aproximação à abertura da tecnologia, hoje proprietária, ou seja sob controle total da empresa. Com a medida, os radiodifusores passariam a ter direito de uso e de adaptação do HD Radio às características do sistema de radiodifusão sonora brasileiro. O ministro acenou, ainda, com a possibilidade de abertura de financiamentos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a indústria eletro-eletrônica. Até o final do ano, Hélio Costa espera receber da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) um relatório, "pormenorizado e consolidado", sobre a situação dos testes com o HD Radio que estão sendo realizados por emissoras comerciais.

Durante o encontro, o ministro comprometeu-se em manter um canal aberto à discussão com a comunidade científica, prometendo analisar as sugestões apresentadas pelos pesquisadores. A comissão de representantes dos pesquisadores de rádio e mídia sonora avalia como positivo o encontro com Hélio Costa e seus assessores. Os professores esperam que a decisão sobre o sistema brasileiro de rádio digital considere as sete diretrizes apontadas na carta entregue ao ministro: manutenção da gratuidade do acesso ao rádio, transmissão de áudio com qualidade em qualquer situação de recepção, adaptabilidade do padrão escolhido ao parque técnico instalado, coevolução e coexistência do digital com o analógico, aparelho receptor com potencial de popularização, escolha de uma tecnologia não-proprietária e com potencial de integração do rádio com outras mídias digitais.

 

Carta do Rádio Digital


Uma comissão de pesquisadores de rádio e mídia sonora do país, formada pelos professores Luiz Artur Ferraretto, Nair Prata e Nélia Del Bianco, reúne-se quinta-feira, dia 13, em Brasília, com o secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Roberto Martins. Vão discutir o processo de implantação do sistema de rádio digital no Brasil.

Em setembro, o grupo, formado por 80 pesquisadores, entre eles professores do IACS, divulgou uma carta aberta alertando para a falta de padrões nos testes realizados por emissoras comerciais brasileiras com o chamado HD Radio, denominação da tecnologia do consórcio estado-unidense i-Biquity, o preferido pelos empresários.

Uma pesquisa nacional, coordenada por Nélia Del Bianco, da Universidade de Brasília, mostrou que não há parâmetro científico nas experimentações das rádios com o novo sistema, que é caro e pode ser uma ameaça ao funcionamento de estações de pequeno porte. Os estudos apontam que o problema é ainda maior no caso das rádios comunitárias e educativas, que não possuem os recursos econômicos necessários para a troca de equipamentos.

Os pesquisadores querem que os testes sejam feitos tanto por emissoras comerciais como por comunitárias e educativas, nas mais diversas regiões do país e considerando topografias diversas.


Alunos do Curso de Publicidade ganham
11º prêmio de propaganda - O Globo

Com muita satisfação gostaria de informar que dois alunos do quarto período de publicidade e bolsistas do laboratório de Livre Criação ganharam o 11º prêmio de propaganda - O Globo na categoria jovens criativos. Foi a maior premiação.

Os alunos são Leonardo Marçal e Rodrigo Sousa. Vale a pena ver os trabalhos no site http://premiooglobo.dgtm.com.br

Abraços,

Rosa Benevento

 

Uma boa notícia para fechar o ano

Gostaria de compartilhar com vocês a imensa satisfação em termos conquistado o 3º lugar em Ciências Sociais Aplicadas no Prêmio Vasconcellos Torres, de Iniciação Científica, promovido pela PROPP.

Em primeiro lugar pois a premiação contou com projetos na área de todas as Ciências Sociais Aplicadas, que compreendem, além da Comunicação, Estudos de Mídia, Direito, Administração, Economia, Arquitetura, Geografia, Arquivologia, Biblioteconomia e Serviço Social, muitos destes cursos com seus programas de pós-graduação constituídos e, por conseqüência, contando geralmente com mais de um bolsista para sua realização (reparem abaixo que o primeiro colocado conta com quatro bolsistas!).

Mas além disso, por se tratar de um projeto em início de execução (desde agosto deste ano), superando várias dificuldades para sua efetivação, que conta com uma bolsista e uma voluntária, ambas do terceiro período de Jornalismo e se coloca abertamente como socialmente engajado e politicamente comprometido, sem abrir mão da proposta de construção de conhecimento necessária ao ambiente acadêmico. Para um projeto que tem apenas 4 meses é algo que precisa ser não só comemorado, mas encarado com bastante responsabilidade e disposição para os próximos passos.

A aluna Caroline Durand, que conduziu o projeto como bolsista já conseguiu uma vaga num estágio mais satisfatório, mas acompanhará o projeto de várias formas e será substituída pela aluna Carolina Custódio Cardoso, que veio acompanhando o projeto desde seu início, participando, inclusive, de várias atividades de modo voluntário e prestativo.

A elas nossos parabéns e a certeza de um trabalho ainda mais desafiador!
Grande abraço,
Adilson Cabral

Ciências Sociais Aplicadas

1º Lugar
Projeto: Arquitetura da Violência: A Cidade é uma Casa -
A Casa é Uma Cidade

Bolsista: Aline Daniele Cruz Santiago / Camila Bezerra Furloni / Carolinne de Morais Goncalves / Felipe Villela de Miranda
Orientador: Sonia Maria Taddei Ferraz
2º Lugar
Projeto: Acesso à Justiça: Desvendando o Voluntarismo dos Estudantes de Direito na Defensoria Públican a Cidade do Rio de Janeiro
Bolsista: Cora Hisae Monteiro da Silva Hagino
Orientador: Joaquim Leonel De Rezende Alvim
3º Lugar
Projeto: A Contribuição das Rádios Comunitárias para o Desenvolvimento no Estado do Rio de Janeiro
Bolsista: Caroline Durand De Albuquerque
Orientador: Adilson Vaz Cabral Filho

Menções Honrosas
Projeto: Juventude, Sociabilidade e Solidariedade: A Importância das Redes Sociais Entre Jovens Homossexuais Vítimas De Violência
Bolsista: Thiago Barcelos Soliva
Orientador: João Bosco Hora Gois
Projeto: A Função Social da Propriedade: A Administração Judicial de Conflitos
Bolsista: Flavio Sueth Nunes
Orientador: Maria Tereza Albuquerque Pereira

 

Ex-alunos de Jornalismo
conquistam Prêmio Esso

Dois ex-alunos do nosso curso de Jornalismo, Alan Gripp e Otávio Guedes, estão entre os vencedores deste ano do Prêmio Esso de Jornalismo.
Alan Gripp, repórter da sucursal de Brasília do Globo, foi um dos autores da matéria "Voto combinado na Corte Suprema", sobre a troca de mensagens entre ministros do Supremo Tribunal Federal durante o julgamento de parlamentares mensaleiros.

Otávio Guedes, editor executivo do Extra, venceu na categoria melhor capa de jornal.

Alan Gripp começou sua carreira como estagiário do Fluminense. Otávio, como estagiário da Tribuna de Niterói.

Aos dois ex-alunos, hoje coleguinhas, nossos parabéns e a certeza de que nós da UFF fazemos parte deste prêmio.

joão batista de abreu
chefe do Departamento de Comunicação Social

 

Medo da eternidade,
de Pedro Metri e Rafael Saar
recebe prêmio do coletivo Nave da Cultura


veja o trailer

O coletivo Nave da Cultura divulga o resultado do 1º Concurso Nave da Cultura de Vídeos (mídias alternativas) - Prêmio Clarice Lispector. Ao todo, 12 vídeos concorreram aos prêmios - sendo dois desclassificados por ultrapassarem o tempo máximo (de 10 minutos) exigido no regulamento.

Os jurados foram o jornalista e professor de comunicação Thiago Soares, o cineasta e professor de comunicação Leo Falcão e o montador João Maria. Três critérios foram levados em consideração para a avaliação (a criatividade do vídeo, a adaptação do texto e a qualidade técnica - indepedente da bitola gravada). Assim, segue a lista dos oito trabalhos selecionados:

1º lugar (prêmio de R$ 2 mil + participação do DVD do concurso) - O Triunfo, de Geórgia Alves .
2º lugar (prêmio de R$ 1,5 mil + participação do DVD do concurso) - Medo da eternidade, de Pedro Metri e Rafael Saar.
3º lugar (prêmio de R$ 1 mil + participação do DVD do concurso) - E as tartarugas, de Mara Victória Álvares.
4º lugar (participação do DVD do concurso) - empate entre três vídeos:
- Clarice: O Recife em mim, de Mayra Rossiter, Maria Isabel Chaves e Raquel Carneiro Leão;
- Imageticonversando com Djanira, de Ghustavo Távora;
- Preciosidade, de Rafael Dias Barbosa e Patrícia Grabowski.
5º lugar (participação do DVD do concurso) - Por não estarem distraídos, de Daniel Aragão.
6º lugar (participação do DVD do concurso) - Paixão, de Diego Alexsander Mamede.

 

 

Festival de Cinema de Brasília
premia alunos do Curso de Cinema da UFF

Melhor Roteiro Alvaro Furloni, pelo filme Esconde Esconde
Veja o trailer


Melhor Montagem – Marina Meliande, por O Labirinto, de Gleysson Spadetti

Premio Especial do Júri para O Criador de Imagens,
de Diego Hoefel e Miguel Freire

Menção Honrosa para Sistema Interno, de Carolina Durão


Prêmio Marco Antônio Guimarães
Conferido pelo Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro para o filme que melhor utilizar material de pesquisa cinematográfica brasileira.
Filme: Criador de Imagens, de Diego Hoefel e Miguel Freire – um ensaio sobre o olhar do fotógrafo Mario Carneiro

 

Tetê Mattos Ganha Premiação do Júri Popular no Festival do Rio



Foto:http://festivaldorio.com.br

A Maldita, de Tetê Mattos

É isso aí, meu elenco! Certamente vocês já sabem quem ganhou o Festival do Rio, não é? O melhor filme, o melhor diretor, a melhor atriz, o melhor ator. Então vou ficar com a premiação do Júri Popular. Sim, aquela galera que vai assistir ao filme e no final da sessão preenche uma filipeta com seu voto. Ou então aqueles que escolhem seus filmes preferidos pela internê. E votam. E premiam os filmes que acreditam serem os melhores. A voz do povo é a voz de Deus.

Tetê Mattos com seu curta “A Maldita”, sobre a Fluminense FM, rádio que rompeu com os padronizados mercados de música estrangeira, dando início à chamada geração Rock 80, com irreverência, ousadia e criatividade na programação. Na tela, depoimentos de jornalistas, artistas, locutores e ouvintes. Muito bom de ver e de ouvir. E Tetê Mattos, que conheci exatamente no Festival do Rio 2005, merece. Merece esse prêmio e muitos mais que virão!

fonte:
http://palavrasinistra.blogspot.com/2007/10/vox-populi-vox-dei.html

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PRÊMIO NO CINEMA

O filme documentário "Expedito, em busca de outros nortes", foi vencedor do prêmio Margarida de Prata de 2007 da CNBB.



Painel da colonização da Amazônia na década de 1970, quando o Governo Federal incentivou amplas frentes de ocupação na região. Expedito Ribeiro de Souza, mineiro trabalhador e poeta do cotidiano, parte então com sua família para a floresta, em busca de um pedaço de terra para cultivar. Seu engajamento nas lutas política e sindical o leva à perseguição e, posteriormente, à morte encomendada por grandes fazendeiros. A partir de sua morte prematura, é visto como parentes espalhados pelo país inteiro seguem o caminho que Expedito apontara. Uma obra de poesia e luta sobre um homem em busca de outros nortes. (75 minutos, color , digital)

Direção - Aida Marques e Beto Novaes.
Leitura dos textos - Chico Buarque
Foto - Cleisson Vidal
Música - Marcos Souza
Montagem - Luís Guimarães

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Acesse o conteúdo integral do
Roda Viva - TV Cultura
A FAPESP e a TV Cultura anunciaram nesta quinta-feira (14/6/2007) um acordo de cooperação que colocará no ar o Portal Roda Viva-FAPESP. Com o novo site, o público terá acesso gratuito às transcrições integrais das mais de mil entrevistas realizadas pelo programa Roda Viva nos últimos 21 anos.
O anúncio foi feito durante a posse de Paulo Markun no cargo de presidente
da Fundação Padre Anchieta, mantenedora da Rádio e TV Cultura. Markun, que terá um mandato de três anos, era diretor e apresentador do programa Roda Viva. "O portal é um projeto apresentado ao Programa de Pesquisa em
Políticas Públicas (PPPP) da FAPESP, que o financiou inteiramente. É uma
iniciativa muito importante, porque, além de dar acesso universal ao
conteúdo integral de todas as entrevistas realizadas no Roda Viva,
funcionará como uma espécie de enciclopédia das temáticas tratadas no
programa", disse Markun à *Agência FAPESP*. Com um mecanismo de buscas que identifica palavras-chave, o público poderá pesquisar temas que foram abordados ou citados durante os programas e ter acesso a informações complementares. De acordo com Markun, o site está em fase de desenvolvimento e *deverá ser inaugurado dentro de 30 a 60 dias.* "Já temos uma versão piloto no ar, com as primeiras páginas de 16 entrevistas. Dentro de um ano todas as entrevistas já deverão estar transcritas e disponíveis na
íntegra", disse o novo presidente da Fundação Padre Anchieta.
Markun afirma que cada entrevista será acompanhada de um trailer de dois
minutos, mas o mais importante é o conteúdo em formato de texto. "Quem
procura o Roda Viva está interessado no conteúdo discutido com os
entrevistados. Concluímos que a melhor maneira de se apropriar desse
conteúdo é o formato de texto, que permite copiar livremente e utilizar o
material de muitas formas", disse o jornalista.
Participação da Unicamp
O presidente da FAPESP, Carlos Vogt, explicou que
todo o projeto está sendo realizado com a colaboração da Universidade
Estadual de Campinas (Unicamp) por meio do Laboratório de Estudos
Avançados em Jornalismo (Labjor) e do Núcleo de Estudos de Políticas Públicas (Nepp). "A criação do portal está em curso. Pesquisadores do Labjor estão trabalhando na transcrição e edição dos programas, sob a coordenação do professor Pedro Luiz Barros e Silva, diretor do Nepp", disse Vogt à Agência FAPESP. De acordo com Vogt, o investimento da FAPESP no projeto foi de cerca de R$ 280 mil. Os recursos foram destinados ao trabalho de transcrição das fitas, edição, inserção no ar e desenvolvimento do portal. "O portal terá uma importância cultural, científica e jornalística fantástica, dando acesso universal aos conteúdos do Roda Viva de forma organizada, com um sistema de busca de múltiplas entradas. Será muito útil para a educação em salas de aula, por exemplo", afirmou Vogt.
Fonte: Agência Fapesp:
 


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