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Niterói
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10/11/2019 - 10:30 até 14/11/2019 - 19:00
XXIII Bienal de Música Brasileira Contemporânea celebra o talento e a diversidade de nossos compositores Cultura

A Fundação Nacional de Artes e a Universidade Federal Fluminense apresentam a XXIII Bienal de Música Brasileira Contemporânea, reunindo a mais recente produção dos compositores brasileiros. De 10 a 14 de novembro, no Centro de Artes UFF, na Sala Cecília Meireles e no Teatro Dulcina, serão apresentadas 52 obras nos estilos música sinfônica, de câmara e eletroacústica/mista.

Este ano, a XXIII Bienal homenageará compositores que se tornaram referência na música brasileira contemporânea, como Ernst Mahle, Edmundo Villani-Côrtes, Kilza Setti, Maria Helena Rosas Fernandes, Sérgio de Vasconcellos Corrêa e Willy Corrêa de Oliveira, além de Edino Krieger, Jocy de Oliveira, Raul do Valle, Marlos Nobre e Ricardo Tacuchian, que tiveram obras convidadas. Com mais 47 obras selecionadas por edital, completam-se 52 obras, proporcionando um maior alcance e diversidade de compositores e suas criações.

O ingresso para todos os concertos custará R$ 10,00 (R$5,00 a meia entrada).

Domingo, 10 de novembro, 10h30, Centro de Artes UFF
R. Miguel de Frias, 9 - Icaraí, Niterói

Música Sinfônica
Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense

Regente: Ricardo Bologna

Alexandre Avellar - Levantado do Chão, Quadros para Orquestra Sinfônica (2017)
Dimitri Cervo – Concerto para Violino e Orquestra "As Quatro Estações Brasileiras" (2018-19) 
II. Inverno Pampeano (Pôr do Sol)          
IV. Verão Nordestino (Danças)
Solista: Daniel Guedes
Fernando Cerqueira - Antigas Rotas, Postlúdio para orquestra sinfônica (2018)       
J. Orlando Alves - Concerto para Trompa e Orquestra (2017 – nova versão 2019)     
Solista - Philipe Doyle
João Guilherme Ripper - Jogos Sinfônicos (2015)
Distâncias (1º movimento)
Roberto Macedo - Pseudodivertimento para clarineta e orquestra (2016)    
Solista: José Batista Junior
Marlos Nobre – Sacre du Sacre, opus 118 (2013) 

Domingo, 10 de novembro, 17h, Sala Cecília Meireles
Rua da Lapa 47 - Centro, Rio de Janeiro

Música de Câmara

Matheus Bitondi - Gotas de vento e rajadas de aço para flauta, clarinete e violino (2018)
Clarinete - Cesar Bonan; flauta - Rômulo Barbosa; violino - Tais Soares

Roseane Yampolschi – Candeias para violoncelo solo (2018)           
Solista - Lars Hoefs
Elodie Bouny - Déjà-Vu (quarteto de violões)     
Fábio Adour, Maria Haro, Marco Lima, Luis Carlos Barbieri
Raul do Valle – Arapuã (Série Miniaturas Sonoras para Solistas - 2015)                          
Ponteio: Versão para Violoncelo Solo      
Solista - Lars Hoefs
Nikolai Almeida Brucher - Como um índio de casaca para quarteto de cordas (2017)
Quarteto Kalimera
1º violino - Luísa de Castro; 2º violino - Tomaz Soares; viola -Jessé Máximo Pereira; violoncelo - Daniel Silva
Rodrigo Marconi - Peças Dispersas, violão solo (2016)
Solista - Fábio Adour 
Vicente Alexim - Clarinet Quintet para clarineta e quarteto de cordas  (2019)
Quarteto Kalimera
1º violino - Luísa de Castro; 2º violino - Tomaz Soares; viola -Jessé Máximo Pereira; violoncelo - Daniel Silva
Rodrigo Lima - Sopro Diagonal para quinteto de sopros (2017)
Quinteto Lorenzo Fernadez 
Flauta - Rômulo Barbosa; Oboé – Rodrigo Herculano; Clarinete - Cesar Bonan; Trompa - Alessandro Jeremias; Fagote - Jeferson Souza

Segunda-feira, 11 de novembro, 20h, Sala Cecília Meireles
Rua da Lapa 47 - Centro, Rio de Janeiro

Música Sinfônica
Orquestra Sinfônica da UFRJ

Regente: Thiago Santos

Lucas Pigari - Prelúdio Noturno para Orquestra de Cordas (2019)
Tadeu Taffarello – Volare  (2018)          
Poemas de Sônia Cintra 
Solista - Andrea Adour
Luigi Antonio Irlandini - Santuário de Baleias (2016)       
Solista - Carlos Gontijo
Rubens Russomanno Ricciardi - Trauert, oh Venus und Cupido (2019)
Ária da ópera "Die Witwe von Ephesos" (viúva de Éfeso)
Solista Joahnnes Grau
Rodrigo Cicchelli - A Aurora de róseos dedos
Felipe Clark Portinho - (Lipe Portinho - 2017)
Concertino Brasileiro para Contrabaixo & Orquestra de Cordas
Solista - João Rafael Souza
Edino Krieger -Fantasia Concertante para Piano e Orquestra  (2016)
Solista - Marina Spoladore

Terça-feira, 12 de novembro, 20h, Sala Cecília Meireles
Rua da Lapa 47 - Centro, Rio de Janeiro

Música de Câmara
 
Ricardo Tacuchian – Cerâmica (2017)     
Solista - Miriam Grosman
Eli-Eri Moura - Passionis de Flamma para soprano e piano (2017)
Soprano - Gabriella Pace; piano - Katia Balloussier
Paulo C. Chagas - Pomona, über-reif para violoncelo e piano (2018) 
Violoncelo - Lars Hoefs; piano – Lucia Barrenechea
Paulo Costa Lima - Look at the sky, Op. 56, para clarineta e piano (2016)  
Clarinete - Igor Carvalho; piano - Katia Balloussier  
Carlos dos Santos - Dois momentos para Violino, Clarinete e Piano (2018)  
Violino - Nikolay Sapoundjiev; Clarinete - Thiago Tavares; piano - Silas Barbosa
Mario Ferraro - Trevo para trompete, violino e piano (2016)     
Violino - Taís Soares; Trompete - Nailson Simões; piano - José Wellington
Sérgio Rodrigo - Ho/ketu/s para violoncelo e pianoforte (2016)
Violoncelo - Elise Pittenger; piano - Luiz Carvalho
Liduino Pitombeira - Seresta nº.20, Opus 243, para saxofone alto e piano (2019) 
Saxofone - Jonatas Weima; Piano - Maria Di Cavalcanti
Wellington Gomes - Serenata conflitante para o luar de Catulo e João (2019)  
Ensamble CEPROMUSIC - México
Flauta - Diego Morábito; clarinete - Diego Cajas; piano - Gonzalo Gutiérrez; violino - Leonardo Chávez; viola - Alena Stryuchkova; violoncelo - Diego Gutiérrez; contrabaixo - Juan José García; percussão - Juan Gabriel Hernández.
Caio Facó - Sopros do Estuário  (2017)                
Ensamble  CEPROMUSIC – México
Flauta - Diego Morábito; clarinete - Diego Cajas; violino – Carlos Lot; violoncelo - Roxana Mendoza; piano - Gonzalo Gutiérrez
Ivan Eiji Simurra - Racian Miran Reus (2019)
ABSTRAI ensemble - Pedro Bittencourt (fundador e diretor artístico)
Flauta - Pauxy Gentil-Nunes; Clarinete - Batista Jr; Saxofone - Paulo Vinícius Félix; piano - Marina Spoladore; violino - Mariana Salles; viola - Luis Audi; violoncelo - Pablo de Sá; Contrabaixo - Rodrigo Favaro.
Regente Leonardo Labrada
Martin Herraiz - Verfall de Vernunft (2019)
ABSTRAI ensemble - Pedro Bittencourt (fundador e diretor artístico)
Soprano - Doriana Mendes; flauta - Pauxy Gentil-Nunes; clarinete - Batista Jr; piano - Marina Spoladore; violino - Mariana Salles; viola - Luis Audi; violoncelo - Pablo de Sá. Regente - Leonardo Labrada

Quarta-feira, 13 de novembro, 20h, Sala Cecília Meireles
Rua da Lapa 47 - Centro, Rio de Janeiro

Música eletroacústica/mista

Jocy de Oliveira – Memória Para quatro vozes femininas e delays  (2000)           
Vozes - Gabriela Geluda, Doriana Mendes, Cintia Graton, Claudia Helena Alvarenga
Difusão e processamento em tempo real - Marcelo Carneiro
João Pedro Oliveira – N’vi’ah (2019)  
Difusão: Guilherme Bertissolo          
Almeida-Ribeiro - Unruhe  (2018)   
Percussão - Ronni Kot Wanzel e Rodrigo Foti
Difusão - Marcelo Carneiro
Marcelo Carneiro – Litosfera, obra eletroacústica acusmática (2019)
Luciano Leite Barbosa - Vanishing Point (2017) 
Laura Rónai - Traverso
Difusão - Marcelo Carneiro
Indioney Rodrigues - Flegetonte (2017)
Cron Ensemble
Flauta - Lincoln Sena; Clarineta - Marcos dos Passos; Viola - Rúbia Siqueira; Percussão - Pedro Moita
Eloy Fritsch – TSP Multipalco (2018)
Difusão: Guilherme Bertissolo          
César Traldi e Daniel Barreiro – Rastros#1 (2018)    
Vibrafone e sons eletroacústicos
Tatiana Catanzaro – Palimpseste (2018)           
Difusão: Marcelo Carneiro
Gustavo Bonin - Famigerado (2015)
Cron Ensemble
Flauta e Flautim - Lincoln Sena; Clarineta e Clarone - Marcos dos Passos; Vibrafone - Pedro Moita; Violão - Marco Lima
Guilherme Bertissolo - Cabelo (Fricotando) 2015    
ABSTRAI  ensemble - Pedro Bittencourt (fundador e diretor artístico)
Soprano - Doriana Mendes; flauta - Pauxy Gentil-Nunes; clarinete - Batista Jr; bandolim - Paulo Sá; violão -Fábio Adour; violoncelo - Pablo de Sá; percussão - Pedro Moita. Regente Leonardo Labrada
Luiz Augusto Rescala (Tim Rescala) – Dodecafunk  (2015)               
Soprano - Doriana Mendes; sampler e MC - Tim Rescala; piano - Maria Teresa Madeira; flauta - Sofia Ceccato; fagote - Simon Béchemin

Quinta-feira, 14 de novembro, 19h, Teatro Dulcina
R. Alcindo Guanabara, 17 - Centro, Rio de Janeiro

Música de câmara

Alfredo Barros - Vanescens para vibrafone (2014, revisado 2019) 
Solista - Leonardo Labrada
Sergio Kafejian - Circulares VII  (2019)                  
Oboé, Contrabaixo e Percussão Múltipla
Oboé - Jorge Postel; contrabaixo - Claudio Alves; Percussão múltipla - Ronni Kot
Amaro Borges - Solofonia V para voz (2019)                                            
Solista - Gabriela Geluda
Francisco Silva – E agora? (2019)                             
Clarinete - César Bonan; flauta - Rômulo Barbosa
Mauricio Dottori - Taleré Phoné (2015) 
ABSTRAI ensemble - Pedro Bittencourt (fundador e diretor artístico)
Saxofone - Paulo Vinícius Félix; vibrafone e percussão - Leonardo Labrada
Marcílio Onofre - Quarteto de Cordas nº 3 - Oscura noche del alma (2017–2019)   
Quarteto Kalimera
1º violino - Luísa de Castro; 2º violino - Tomaz Soares; viola - Jessé Máximo Pereira; violoncelo - Daniel Silva

Rua Miguel de Frias, 9, Niterói, RJ, BR
12/11/2019 - 08:30 até 18:00
“Seminário da Saúde Coletiva sobre a inclusão com o tema saúde das pessoas transgênero e travestis na formação médica” Seminário

#ProexEmAção em parceria com o projeto de extensão PROSAIN, divulga o “Seminário da Saúde Coletiva sobre a inclusão com o tema saúde das pessoas transgênero e travestis na formação médica”, que nesta edição terá como tema HIV/AIDS: prevenção e atualizações. Este evento será dia 12 de novembro 8h:30 às 18h, no auditório Aluísio de Paula da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense, no Hospital Universitário Antônio Pedro, no Centro de Niterói, RJ.

Anfiteatro Aloysio de Paula Hospital Universitário Antônio Pedro, Faculdade de Medicina, Niterói, RJ, BR
12/11/2019 - 15:00 até 15/03/2020 - 18:00
Exposição Emmanuel de Macedo Soares: Historiador de Niterói Cultura

Emmanuel Bragança de Macedo Soares (1945-2017) , jornalista e historiador, dedicou sua vida a história fluminense, em especial, a história de Niterói. Além dos mais de 20 livros publicados , Emmanuel deixou para o Centro de Memória Fluminense (UFF/SDC/CEMEF) todo o seu acervo de fichas, artigos, anotações, manuscritos e fotos . Um material riquíssimo a ser explorado pelos historiadores e aos entusiastas da nossa história. Esta exposição celebra sua vida e sua obra!!

 

Rua Marcos Waldemar de Freitas Reis, s/nº, Biblioteca Central 1º andar, Niterói, RJ, BR
NITEROI
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12/11/2019 - 20:00 até 13/11/2019 - 20:00
Cantor Paulinho Moska se apresenta no Teatro da UFF - servidor paga meia Cultura

Paulinho Moska se apresenta com seu show intimista Voz e Violão no Teatro da UFF, um show que acontece desde quando começou sua carreira. A facilidade de viajar pelo mundo com o violão debaixo do braço e cantando o que compunha o seduziu pela relação mais direta entre o artista e seu público.

Uma Voz e um Violão. Um show que não precisa de mais nada. Somente do autor com seu cúmplice (o violão), entoando juntos canções profundas e populares que nos acompanham há anos. “As canções ficam mais fiéis às composições originais e ganham a força de expressão do autor, tocando e cantando do mesmo jeito que foram compostas”, afirma Moska.

O repertório é composto por Pensando em você, A seta e o alvo, A idade do céu, Lágrimas de diamantes, Último dia, Tudo novo de novo, Namora comigo, Somente nela, Admito que perdi, Relampiano, Quantas vidas você tem?, Sem dizer adeus, Muito pouco, entre outros grandes sucessos, e novas canções criadas pelo artista para seu mais recente álbum de inéditas, chamado Beleza e Medo, lançado em agosto de 2018, pela gravadora DECK.

Paulinho Moska nasceu no Rio de Janeiro, em 27 de Agosto de 1967. Quando criança, gostava de colecionar coisas. Tampinhas de garrafa, selos, conchas, latinhas de refrigerante, quadrinhos, figurinhas, discos, pedras, fotografias, chaves. E assim o menino montou, tijolo por tijolo, o mundo em que pretendia viver: costurando informações das áreas mais variadas, colando fragmentos de sons e pedaços de imagens de todos os tipos e origens. O primeiro violão era do irmão mais velho. Os primeiros ídolos foram Caetano Veloso e Gilberto Gil.

Na adolescência, Moska foi estudar teatro. Assim que completou o curso da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), em 1984, começou a atuar no cinema. Participou de filmes como A cor do seu destino (1986), de Jorge Duran, Um trem para as estrelas (1988), de Cacá Diegues, O mistério no Colégio Brasil (1988), de José Frazão, Kuarup (1989), de Ruy Guerra, e O Homem do Ano (2003), de José Henrique Fonseca. Em 2013, voltou às telas em Minutos atrás, de Caio Sóh, contracenando com os atores Vladimir Brichta e Otávio Muller, com a trilha sonora composta especialmente por Moska e André Abujamra.

As primeiras gravações profissionais de Moska aconteceram no álbum de estreia do grupo vocal A Garganta Profunda, intitulado A Orquestra de Vozes (1986). Ao lado de outros integrantes do Garganta (Luiz Nicolau e Luis Guilherme), aos 20 anos fundou aquela que seria sua primeira experiência de popularidade no fim dos anos 1980: Os Inimigos do Rei. Com a banda, lançou dois discos (Os Inimigos do Rei, em 1989 e Os Amantes da rainha, em 1991), emplacou nacionalmente os hits Uma barata chamada Kafka e Adelaide, e invadiu rádios e televisões do país em turnê de shows por dois anos seguidos.

Após sair do Inimigos, Paulinho Moska começou a construir sua carreira solo a partir de 1993, com o disco Vontade, passando então a produzir uma discografia repleta de canções inspiradas que falam sobretudo, de amor à vida. São 25 anos escrevendo canções em que as letras se destacam tanto quanto a música. A primeira a se tornar nacionalmente conhecida foi O último dia (Moska/Billy Brandão), do seu segundo disco, Pensar é Fazer Música (1995), que trazia a pergunta: “O que você faria se só te restasse um dia?”. Essa canção foi tema do samba enredo do desfile da Mocidade Independente de Padre Miguel no carnaval de 2015. Do disco seguinte, Contrassenso (1997), a canção A seta e o alvo (Moska/Nilo Romero) começou a soar nas rádios do país, seguida de Um móbile no furacão e Sem dizer adeus (1999), Tudo novo de novo (2003) e Pensando em você (2003) e A idade do céu (2003). Essas foram as canções mais conhecidas da sua primeira década de trabalho, além de Relampiano (parceria com Lenine) e Admito que perdi (gravada por Marina Lima).

 

Dias 12 e 13 de novembro de 2019

Terça e quarta | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos - R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia) - estudantes, funcionários técnicos e professores da UFF pagam meia-entrada.
Classificação etária: Livre

R. MIGUEL DE FRIAS, 9 - Centro de Artes UFF, NITEROI, RJ, BR
Rio de Janeiro
Quando Tipo de evento Descrição do evento Auditório Local de Realização
12/11/2019 - 18:00 até 26/11/2019 - 18:00
III Novembro Negro da Escola de Serviço Social - UFF Jornada

Na celebração do Dia da Consciência Negra, o III Novembro Negro da Escola de Serviço Social da UFF - Niterói almeja oportunizar o debate sobre a questão étnico-racial no Brasil com estudantes, profissionais, docentes, militantes e o público em geral. Através do reconhecimento dos históricos genocídio e racismo estrutural na formação social nacional, o evento pretende socializar pesquisas, projetos e iniciativas artisticas em curso que vêm (in)formando politicamente sobre as resistências da população negra para além dos modismos do mercado e valorizando o legado da sua cultura para o país. Em tempos de graves violações dos direitos humanos, onde as negras e negros são os mais atingidos em múltiplos sentidos, é papel ainda maior da universidade promover a reflexão desta realidade e disseminar a voz daquelas e daqueles que assumem a luta antirracista. Informações sobre as datas e horários em anexo ou pelo email de contato. Haverá emissão de certificado.

Auditório Professora Violeta Campofiorito Rua Alexandre Moura, 8, Bloco E, Rio de Janeiro, RJ, BR