| ESTADO CONFERE PRÊMIO JOVEM CIENTISTA AO PROF. EDSON ALVISI |
| Sex, 16 de Julho de 2010 00:00 |
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ESTADO CONFERE PRÊMIO JOVEM CIENTISTA AO PROF. EDSON ALVISI 20/09/2012
Em cerimônia realizada no dia 19/09/12 no Palácio Guanabara, sob a presidência do Governador do Estado e com as presenças do Vice-Governador, Secretários de Estado, Presidente da Assembléia Legislativa, Reitores, Pró-reitores e pesquisadores de universidades do Rio de Janeiro, foi outorgado ao nosso Diretor, Prof. Edson Alvisi Neves, o título de "Jovem Cientista do Nosso Estado", pelo projeto representante da área jurídica e intitulado "Na Baía a mobilidade é barca". No referido projeto serão investigados o comportamento de dominação de mercado pela exploradora do serviço, a incorporação tecnológica na atividade e a aplicação da teoria da escolha pública na discricionariedade do administrador público.
CENTENÁRIO 2012
A Faculdade iniciou os preparativos para a comemoração do centenário que ocorrerá em 2012. Uma das iniciativas é a construção de uma história, em função do porquê se solicita contribuições em relatos e documentos. Acesse o nosso canal para consultar e contribuir: http://historiasuff-direito.blogspot.com/
BREVE RESUMO HISTÓRICO DO CINQUENTENÁRIO DA FACULDADE DE DIREITO
DA UNIVERSIDADE FEDEREAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO RECONHECIMENTO E OFICIALIZAÇÃO PELOS PODERES PÚBLICOS – A Faculdade de Direito da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro foi fundada na cidade do Rio de Janeiro, então Capital da República, sob o nome de Faculdade de Direito Teixeira de Freitas, em 3 de junho de 1912. De acordo com a Lei Orgânica do Ensino, promulgada pelo Decreto n° 8.659, de 5 de abril de 1911, e o regulamento das Faculdades de Direito do País, aprovado pelo Decreto n° 8.662, de 5 de abril do mesmo ano, passou a funcionar na cidade de Niterói, como instituto oficial do Estado do Rio de Janeiro, de acordo com a lei n° 1.299, de 3 de janeiro de 1916. Essa transferência foi feita em virtude do artigo 26 do Decreto n° 11.530, de 18 de março de 1915. Foi seu fundador o professor Doutor Joaquim Abílio Borges que, pelos inestimáveis serviços já, então, prestados à Educação e ao Ensino, foi escolhido para ser seu primeiro diretor, cargo que desempenhou durante dois anos, sendo, a seguir eleito pela Congregação, seu diretor honorário.
NATUREZA JURÍDICA – A Faculdade se constituiu, inicialmente, como associação civil, legalmente tendo seus estatutos inscritos no Registro Público por seus professores catedráticos, livres docentes em exercício da cátedra e por seu secretário, Doutor Camilo Guerreiro. De acordo com o Decreto n° 11.530, de 18 de março de 1915, obteve a inspeção preliminar por parte do Governo Federal, sendo, então, equiparada aos institutos congêneres por deliberação unânime do Conselho Superior do Ensino. De conformidade com a lei 3.345, sancionada pelo Governo do Estado em outubro de 1926, passou a pertencer à Faculdade, o edifício de sua sede na rua Visconde do Rio Branco n° 15, próprio estadual, sendo-lhe imposta a obrigação de manter em seus cursos, gratuitamente, 10 estudantes pobres. A Faculdade, entretanto, deixou de se valer do favor do Governo, por ter adquirido sede própria, mas continuou concedendo gratuidade aos 10 alunos indicados pelo governo do Estado.
MUDANÇA DE DENOMINAÇÃO – Depois de sua equiparação, passou a denominar-se Faculdade de Direito do Estado do Rio de Janeiro, conforme decidiu a Congregação, em 18 de junho de 1920. Seguiram-se a publicação e o registro do novo Estatuto. Afinal teve que adotar o nome de Faculdade de Direito de Niterói, em vista de ter passado a denominar-se Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, a que seria mais tarde a Faculdade Nacional de Direito, conforme resolução do Conselho Superior do Ensino, em sessão de 22 de fevereiro de 1921, aprovando o parecer n° 18, denominação com a qual concordou plenamente a Congregação da Faculdade, em sessão realizada a 4 de março do mesmo ano. A 19 de maio de 1921, em apostila no seu título de equiparação, o Ministro de Estado da Justiça e Negócios Interiores, em nome do Presidente da República, resolveu declarar oficial a nova denominação de Faculdade de Direito de Niterói. Pela lei n° 2.721, de 30 de janeiro de 1956, foi a Faculdade federalizada, incorporando-se ao Ministério da Educação e Cultura, e, pela lei n° 3.848, de 18 de dezembro de 1960, que criou a Universidade fluminense, passou ela, integrando esta, a denominar-se “Faculdade de Direito da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro”, denominação que hoje ostenta.
FINS – A Faculdade de Direito de Niterói, além de se destinar ao ensino das ciências jurídicas e sociais, mantém, já de longa data, atividades permanentes na difusão da cultura intelectual, cívica e desportiva, promovendo conferências, concursos científicos e literários, solenidades cívicas e os desportos necessários ao bem-estar físico dos seus alunos. Ainda com o intuito de desenvolver a cultura geral, tem realizado e instituído várias competições estudantis como o “Júri Simulado”, “Torneio de Oratória”, “Concurso de Trabalhos Acadêmicos (Matéria jurídica, contos e poesia)” e excursões. Aos vencedores destes prélios, a Diretoria da Faculdade confere prêmios, constantes de medalhas, livros sobre Direito, ou concede-lhe matrícula gratuita. Atualmente são em número de 30 as matrículas gratuitas a alunos reconhecidamente pobres, cujos nomes são indicados pelo Governo do Estado, pela Prefeitura Municipal de Niterói e pelo “Centro Acadêmico Evaristo da Veiga” – Diretório dos Estudantes da Faculdade.
SEDE – A Faculdade tem a sua sede, na Rua Presidente Pedreira n° 62, em prédio de sua propriedade particular, adquirido por compra pela Congregação. Fez no referido imóvel obras vultosas de adaptação a fim de instalar-se condignamente e assegurar as condições necessárias à eficiência do ensino, ao conforto e ao desenvolvimento cultural dos alunos. O edifício escolar construído em linhas sóbrias, mas no estilo adequado à sua destinação, compreende varanda, vasto “hall”, e átrio, instalações para todo o serviço administrativo, exigências sanitárias, sede do Centro Acadêmico em sala ampla e confortável e seis salas de aulas com bancadas em semicírculos e outras com carteiras individuais. Salas estas, em perfeitas condições de acústica, luz e cubagem para mais de 900 alunos, sendo que, sob o regime de aulas alternadas e da divisão de turmas, tem a Faculdade capacidade escolar para acolher cerca de 2.000 estudantes. Além deste edifício, há o prédio do “Ginásio” com área de 1.000 m2, com amplo auditório para as grandes solenidades, e recinto apropriado para abrigar os estudantes nos intervalos das aulas, proporcionando-lhes nas horas de folga os recreios desportivos e os benefícios do convívio social. No referido Ginásio, denominado <
(Texto extraído da obra “O Cinqüentenário da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro”, 1912 – 1962, escrita por Gustavo Richard Neto, em dezembro de 1962).
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| Última atualização em Qui, 20 de Setembro de 2012 18:21 |