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Nesta
seção encontram-se disponíveis para leitura e download
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Normas
da ABNT para textos do PGCA.
| Livro |
Autor/Editora |
| Vocabulário
Básico de Recursos Naturais |
IBGE |
|
Uma
publicação que pretende fazer com que pesquisadores de
diferentes regiões do Brasil falem a mesma língua. Essa é a
proposta da segunda edição do Vocabulário Básico de
Recursos Naturais, lançado no final de 2004 pelo IBGE -
Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.
O livro reúne verbetes técnicos relacionados à área
ambiental. O objetivo é explicar, de maneira simples e
concisa, o significado de termos usados em disciplinas como
agronomia, astronomia, biologia, botânica, cartografia,
climatologia, cristalografia, ecologia, engenharia florestal,
física, fitogeografia, geologia, geomorfologia e
silvicultura.
O primeiro volume do dicionário foi lançado em 2002 com 2,5
mil definições que incluíam curiosidades como “feto”
(tipo de planta) ou “suíte” (tipo de formação rochosa).
A segunda edição é resultado de uma grande revisão feita
para adequar alguns termos a conceitos científicos atuais.
Mais de 300 novos verbetes foram incluídos, referentes
principalmente aos campos da zoologia, da paleontologia e dos
indicadores ambientais.
“O livro é dividido em dicionário, glossário e vocabulário”,
disse o biólogo Celso José Monteiro Filho, coordenador da área
de Recursos Naturais do IBGE, à Agência Fapesp - Fundação
de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. “O dicionário
dá o significado da palavra, enquanto o glossário e o
vocabulário conceituam os termos e os inserem em uma
determinada ciência ou trabalho científico”, explica.
O Vocabulário Básico de Recursos Naturais e Meio Ambiente
está disponível em formato impresso e com um CD-ROM
interativo, a R$ 30.
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| Livro |
Autor/Editora |
| O
Estado das Águas no Brasil Monitoramento da Qualidade das Águas
no Brasil - Acesso gratuito |
ANEL
- MMA - SRH |
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Esta
publicação reúne trabalhos técnicos do setor de Recursos Hídricos,
abordando os mais diversos aspectos resultantes da aplicação
da Lei 9.433/97. Contribui desta forma, para a melhor efetivação
da gestão das águas continentais brasileiras, por meio da análise
dos princípios e dos instrumentos da Lei, já adotados em várias
experiências de gestão em todo o mundo.
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| Livro |
Autor/Editora |
| Águas
Subterrâneas |
MMA
- SRH |
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Entre
os avanços da Política Nacional de Recursos Hídricos que
procurei concretizar desde o primeiro dia de minha gestão
frente ao Ministério do Meio Ambiente, está a criação da
Agência Nacional de Águas – ANA, instalada em dezembro próximo
passado. Com o início de operação da ANA, a Secretaria de
Recursos Hídricos passou a ocuparse da relevante tarefa da
formulação da política, transferindo à mencionada agência
o conjunto de trabalhos de implementação dessa mesma política.
Neste momento, torna-se necessária, no campo da elaboração
da política, uma maior integração entre União e estados
bem como entre águas superficiais e águas subterrâneas, daí
porque o MMA está lançando o Programa de Política Setorial
para Águas Subterrâneas, em articulação com o Departamento
Nacional da Produção Mineral e as unidades federadas.
A maioria dos estados brasileiros ainda carecem de uma legislação
e ação específica para essa importante fração dos
recursos hídricos que são, constitucionalmente, de domínio
dos estados. Por outro lado, a Constituição Federal
estabeleceu que os recursos do subsolo são bens da União e,
particularmente, com respeito às águas subterrâneas é o
DNPM o órgão gestor que através dos Códigos de Mineração
e de Águas Minerais (Decretos Leis nºs 227/67 e 7.841/45) e
legislação complementar pertinente, administra as autorizações
de pesquisa e lavra de água mineral, termal, gasosa, potável
de mesa e destinada a fins balneáreos.
Assim, o Ministério do Meio Ambiente busca interagir com os
Poderes Executivos Estaduais, com o objetivo de cooperar na
elaboração da legislação estadual, oferecendo subsídios e
apoio técnico, dando, com esta iniciativa, mais um importante
passo para o avanço da Política Nacional de Recursos Hídricos.
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| Livro |
Autor/Editora |
| Interfaces
da Gestão de Recursos Hídricos |
Hector
Raúl Muñoz - MMA |
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Conteúdo:
Prefácio
Apresentação
Apresentação da Comissação Editorial
Parte
1: Referências Introdutórias
Razões para um debate sobre as interfaces da gestão
dos recursos hídricos no contexto da lei de águas de 1997
Héctor Raúl Muñoz
A Política Nacional de Recursos Hídricos
no cenário da integração das políticas públicas
Bruno Pagnoccheschi
Nota técnica sobre a atuação do Banco
Mundial no gerenciamento de recursos hídricos no Brasil
Luiz Gabriel Todt de Azevedo e Alexandre Moreira Baltar
Parte
2: A Gestão dos Recursos Hídricos no Contexto das Políticas
Ambientais
A inserção da gestão das águas na gestão
ambienta
Antonio Eduardo Lanna
Gerenciamento dos recursos hídricos: um
tema em discussão
Milton Cedraz
Visão inter-setorial de recursos hídricos,
saneamento, meio ambiente e desenvolvimento urbano: A experiência
paulista
Sandra Inês Baraglio Granja
Parte
3: Gestão de Recursos Hídricos e Gestão do Uso do Solo
O Zoneamento Ecológico-Econômico e a gestão dos
recursos hídricos
Herbert O. R. Schubart
A experiência de programas de manejo e
conservação dos recursos naturais em microbacias hidrográficas.
Uma contribuição para o gerenciamento dos recursos hídricos
Nestor Bragagnolo e Waldir Pan
Relações entre a gestão dos recursos hídricos
e o uso do solo: o caso da bacia do Itajaí
Beate Frank, Adilson Pinheiro e Noemia Bohn.
Parte
4: Gestão de Bacias e Gestão de Zonas Costeiras
Gerenciamento costeiro integrado e gerenciamento de
recursos hídricos: como compatibilizar tal desafio
Marcus Polette, Fernando Luiz Diehl, Francelise Pantoja Diehl,
Rafael Medeiros Sperb, Carlos Augusto França Schettini e
Antonio Henrique de Fontoura Klein
Gerenciamento costeiro e gerenciamento de
bacias hidrográficas. A experiência de São Paulo
Martinus Filet e Lucia Bastos Ribeiro Sena
Parte
5: Gestão de Recursos Hídricos. Interfaces Setoriais
Desenvolvimento regional e gestão de recursos hídricos.
O cenário na bacia do Rio Tubarão, SC
Héctor Raúl Muñoz e Ismael Pedro Bortoluzzi
Recursos hídricos e desenvolvimento urbano
Ricardo Toledo Silva
Gestão da drenagem urbana
Rubens Terra Barth
Projeto “Água nas Escolas”
Neroaldo Pontes de Azevedo
Política de recursos hídricos: eficiência
de geração do setor elétrico
Raquel Scalia Alves Ferreira, Carlos Alexandre Cernach
Silveira, Lidia Mejia e Marcos Aurélio Vasconcelos Freitas
Política de recursos hídricos e indústrias:
a questão da cobrança
Emilio Yooiti Onishi e Maria Christina Napolitano
Gestão dos recursos hídricos e a
agricultura irrigada
Josefa Salete Barbosa Cavalcanti
Saneamento e recursos hídricos: os
desafios da integração e a urgência da prioridade
Dilma Seli Pena Pereira e Luiz Antonio de Andrade Baltar
Interfaces da gestão de recursos hídricos
e saúde pública
Albertino Alexandre Maciel Filho, Cícero Dédice Goes Júnior,
Jacira Azevedo Câncio, Léo Heller, Luiz Roberto Santos
Moraes, Mara Lúcia Carneiro e Silvano Silvério da Costa
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| Livro |
Autor/Editora |
| Construíndo
a Agenda 21 Local |
MMA |
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Em 2000 foi lançada pelo Ministério do
Meio Ambiente uma publicação de especial importância no
processo de internalização da Agenda 21 no País. O pequeno
manual Construindo a Agenda 21 Local está hoje em mãos de inúmeros
cidadãos e cidadãs, prefeituras, parlamentares, organizações
não-governamentais e governamentais, entidades comunitárias
e demais envolvidos na luta para fazer germinar a
sustentabilidade social, política, ética e ambiental num
terreno excepcionalmente fértil, o nível local.
Esgotada a primeira edição, estamos agora lançando a
segunda, ampliada e atualizada. Há três anos, por exemplo, a
elaboração da Agenda 21 Brasileira estava na fase inicial do
processo de consultas em todos os estados, registrada na
primeira edição. Na presente, as informações referentes
aos resultados da consulta já estão sistematizadas. A
demanda existente e uma decisão administrativa pertinente não
são, contudo, a principal razão para tornarmos novamente
disponível este manual. A Agenda 21, com sua pauta objetiva
para a ação sustentável, deixa claro que é impossível ver
a questão ambiental sem vê-la, ao mesmo tempo, como parte de
um quadro social, econômico, institucional, político. E,
dessa forma, suas soluções passam também por uma articulação
complexa de fatores que apontam para a necessidade de mudar
o modelo de desenvolvimento predador, injusto e excludente.
A Agenda 21 é um poderoso instrumento nesse caminho de mudanças,
desde que estejamos dispostos a usá-lo em toda sua riqueza
conceitual, metodológica e operacional. Essa é uma Ministério
do Meio Ambiente decisão que não se esgota numa abordagem
restrita ao universo
da própria Agenda. Supõe vontade e determinação política
mais ampla, que informa e ilumina a ação por meio de
diretrizes e concepções que dizem respeito à natureza do
poder, entendendo-o como um patrimônio da sociedade para
promover o bem público.
O poder tem que fazer um sentido público e coletivo; ele é tão
mais legítimo quanto mais diluído e compartilhado for. Isso
implica criar estruturas de formulação, avaliação e decisão
mais horizontalizadas, capazes de gerar eficiência pela operação
das competências pessoais num ambiente de respeito pela
diversidade de opiniões, culturas e idéias, com dedicação
e criatividade. Daí surgirá a competência coletiva de que o
País
precisa para mudar.
É nosso papel induzir, procurar e estimular parcerias,
demandar participação em decisões que envolvam o componente
ambiental. Devemos, enfim, demonstrar na prática a
viabilidade de políticas públicas que expressem um projeto
de desenvolvimento integrado, nacional, voltado para um futuro
melhor para todos, sem descuidar das emergências do presente.
Esse é o espírito da Agenda 21 que, não sem razão, é
citada na breve apresentação feita pelo ministro Antonio
Palloci Filho, então coordenador do Programa de Governo do
presidente Lula, ao texto “Meio Ambiente e Qualidade de
Vida”, que faz parte do referido programa. A importância do
nível local na concretização de políticas públicas
sustentáveis é hoje plenamente reconhecida. Assim, tão
essencial quanto internalizar as diretrizes da Agenda 21
Brasileira na formulação de políticas públicas nacionais
é a Construindo a Agenda 21 Local elaboração e implementação
de agendas 21 locais que repliquem em diferentes bases geográficas
a parceria governo e sociedade na construção do
desenvolvimento sustentável.
Construindo a Agenda 21 Local é um guia que procura auxiliar
diferentes setores de nossa sociedade a iniciar e, sobretudo,
criar as condições necessárias para a continuidade do
processo de elaboração de agendas locais. Deixa claro em seu
texto a importância da participação de todos os atores
sociais, em todas as etapas de preparação de um plano de
desenvolvimento sustentável local, desde o diagnóstico,
passando pela
elaboração; pela definição de ações prioritárias; meios
de implementação; responsabilidades comuns e acompanhamento
da implementação.
Estamos certos que é no processo participativo, que os planos
estratégicos locais passarão a ser, realmente, planos de
desenvolvimento sustentável de uma localidade e não planos
de uma única gestão política administrativa. Sabemos, também,
que precisamos melhorar a cada dia a produção e divulgação
de informações destinadas à sociedade. A segunda edição
deste manual faz parte desse esforço para aumentar nossa
capacidade de interação com as diferentes comunidades de
nosso País por meio de publicações, cursos de capacitação
de agentes multiplicadores, parcerias com outras instituições
públicas e privadas. Cumprir esse papel com eficiência e
responsabilidade é parte importante da tarefa de um governo
comprometido com o desenvolvimento sustentável.
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| Livro |
Autor/Editora |
| Agenda
21 e a Sustentabilidade das Cidades |
MMA |
|
A
Secretaria de Políticas para o Desenvolvimento Sustentável
do Ministério do Meio Ambiente, através da Coordenação da
Agenda 21, apresenta esse primeiro Caderno de Debates da série
Agenda 21 e Sustentabilidade, tendo como tema Agenda 21 e a
Sustentabilidade das Cidades.
Ao divulgar o Caderno de Debates procuramos dar uma contribuição
à discussão sobre os caminhos do desenvolvimento das
cidades, buscando analisar instrumentos de planejamento e gestão
que visam a sustentabilidade, numa abordagem socioambiental,
fortalecendo a construção transversal desses processos,
principalmente a relação entre Orçamento Participativo,
Plano Diretor e Agenda 21, na construção da qualidade de
vida e na preservação ambiental das cidades.
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| Livro |
Autor/Editora |
| Manual
de Higienização de Estabelecimentos de Saúde e Gestão de
seus Resíduos |
IBAM
- COMLURB |
|
No
Brasil, o tratamento e a disposição final dos resíduos
provenientes dos serviços de saúde, conhecidos até
recentemente como lixo hospitalar, vêm sendo objeto de
estudos, discussões, normas técnicas, leis e muita divergência.
Este assunto tem tomado muito tempo dos técnicos e
interessados no setor, mas nesses estudos e discussões
deveriam estar também inseridas a manipulação dos resíduos
dentro dos hospitais e demais estabelecimentos de saúde e a
higienização desses ambientes, onde ocorrem as maiores e
piores conseqüências da pouca atenção dada a essa questão
pelas autoridades públicas brasileiras.
Há várias leis, normas técnicas e resoluções
regulando (e às vezes, desregulando) o tratamento dos resíduos
e sua disposição final no solo, mas raras são aquelas que
abrangem todo o ciclo, compreendendo o fluxo interno nos
estabelecimentos de saúde, a segregação entre os não-infectantes,
os recicláveis e os potencialmente infectantes, a correta
acumulação temporária e o acondicionamento final ainda
dentro dos hospitais, à espera da coleta, a coleta em si
mesma e o transporte até a instalação de tratamento ou
aterro sanitário.
A literatura existente, seja na forma de
manuais ou de livros técnicos, também muito raramente aborda
este tema, não havendo outras fontes de informações específicas,
em língua portuguesa, para que os administradores de
estabelecimentos de saúde, os responsáveis municipais pela
coleta e destinação final dos resíduos de serviços de saúde
ou os simplesmente interessados no assunto, possam entender
melhor o que pode ser feito, do ponto de vista operacional,
para melhorar as condições de higienização dos hospitais,
casas e postos de saúde, ambulatórios e instalações
similares.
A disseminação desse conhecimento poderia
reduzir bastante os riscos de contaminação, não só dos usuários
das unidades, como também dos trabalhadores da limpeza urbana
encarregados da coleta, transporte e destino final daqueles
resíduos.
A Companhia Municipal de Limpeza Urbana - COMLURB, responsável
pela gestão da limpeza urbana no Rio de Janeiro, foi chamada,
a partir de 1989, a intervir na limpeza dos três maiores
hospitais municipais da cidade, Miguel Couto, Souza Aguiar e
Lourenço Jorge. Desde então, os serviços, que seriam temporários,
evoluíram para um sistema integrado de higienização de
todas as instalações intra-hospitalares, graças à dedicação,
vocação e espírito de pesquisa das equipes.
E a vontade da COMLURB em melhorar, cada
vez mais, a qualidade dos serviços prestados naqueles
hospitais, fez com que este tema fosse incluído no conjunto
de projetos do acordo de cooperação técnica
descentralizada, assinado em 1989, com a cidade francesa de
Lille, e realizado com o apoio financeiro da União Européia,
sob a coordenação da Cités Unies Dévelopement - CUD. Essa
primeira fase do acordo, encerrada em 1997, trouxe um grande
aprimoramento das técnicas e metodologias utilizadas pela
COMLURB em seus trabalhos naqueles três hospitais cariocas,
fruto de um forte intercâmbio tecnológico, consolidado por
visitas de técnicos brasileiros a diversas instalações
européias, e da doação de um grande número de contêineres
europeus para equipar aquelas unidades de saúde.
O sucesso desse acordo de cooperação levou a União Européia
a aprovar o desdobramento do projeto proposto pela COMLURB em
uma nova etapa, agora sob a coordenação da Fédération
Mondial des Citès Unies - FMCU, e com a participação de
outras instituições, entre elas o Instituto Brasileiro de
Administração Municipal - IBAM, a quem coube a missão de
coordenar e participar da elaboração de manuais sobre
assuntos relacionados com a gestão de resíduos sólidos,
entre os quais, este, sobre Higienização de Estabelecimentos
de Saúde e Gestão de seus Resíduos.
Este manual pretende, de forma pragmática e com uma linguagem
simples e direta, levar a todos os que trabalham nesse setor
conceitos e metodologias de trabalho que tragam maior eficiência
na forma de lidar com a higienização dos estabelecimentos de
trato de saúde, concorrendo, em última análise, para a
minimização dos prejuízos causados à saúde da população
pela deficiente manipulação dos resíduos nesses locais.
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| Livro |
Autor/Editora |
| Resíduos
Sólidos Urbanos - Manual de Gestión Integrada |
CEMPRE
- URUGUAY |
|
PRESENTACION
Compromiso Empresarial para el Reciclaje, CEMPRE URUGUAY, es
una Aso- ciación civil abierta y sin fines de lucro que surge
en 1996 a iniciativa del sector empresa- rial, con el fin de
promover el reciclado de residuos sólidos dentro del concepto
de la administración integrada de los mismos, y asimismo
promover en Uruguay la concientización acerca de la
importancia del Reciclaje como acción ambientalista efecti-
va.
Las empresas que el día 3 de julio de 1996 firmaron el
compromiso de conformación de la asociación son las
siguientes:
• Ancap
• Conapac S.A.
• Conaprole
• Fanapel
• Fleischmann Uruguaya S.A.
• McDonald´s Uruguay
• Montevideo Refrescos S.A.
• Plásticos Gepax S.A. • S.A. Cristalerías del Uruguay
• Saman
• Sudy Lever S.A.
La publicación de esta obra es el primer
trabajo de divulgación pública de CEMPRE URUGUAY. Es la
intención de esta Asociación que la misma constituya un
aporte de utilidad frente a una necesidad del país y del
mundo, como lo es la capacitación en el tema del manejo
adecuado de los residuos que día a día generamos.
Esta publicación fue posible gracias a:
• CEMPRE Brasil - Compromisso Empresarial
para Reciclagem, institución que lle- vó adelante la
iniciativa de editar junto al Instituto de Pesquisas Tecnológicas
de Brasil, IPT, el libro: "Lixo Municipal: Manual de
Gerenciamento Integrado", CEMPRE - IPT, Publicación IPT
2163, Brasil 1995. Edición original que, traducida, adaptada
y comple- mentada con datos locales, da lugar al presente
Manual.
• ADAN Venezuela - Asociación para la
Defensa del Ambiente y de la Naturaleza, por la primera
traducción de la edición original al español, bajo el título:
"Basura Muni- cipal, Manual de Gestión Integrada",
ADAN, Venezuela, 1996.
• OPS/OMS - Organización Panamericana de
la Salud/Organización Mundial de la Salud, DINAMA - Dirección
Nacional de Medio Ambiente, Ministerio de Vivienda, Or-
denamiento Territorial y Medio Ambiente, GTZ - Agencia de la
República Federal de Alemania para la Cooperación Técnica,
PNUD - Programa de las Naciones Unidas para el Desarrollo,
quienes en conjunto editaron el “Análisis Sectorial de
Residuos Sólidos en Uruguay”, Serie Análisis Sectoriales Nº
7, Plan Regional de Inversiones en Ambiente y Salud. Marzo
1996. Este informe fue la base para los datos locales sobre
residuos sólidos.
• IMM - Intendencia Municipal de
Montevideo y PNUD - Programa de las Naciones Unidas para el
Desarrollo, quienes en el marco del proyecto PNUD/URU/91/008,
sobre “Clasificación y Reciclo de Residuos Sólidos”,
generaron el informe correspondiente a la 2a. Etapa,
Asistencia Preparatoria, Setiembre 1996, base para los datos
locales sobre los ciclos y mercados de los materiales
reciclables.
El objetivo de este libro es el de ser una
herramienta de ayuda para la toma de decisio- nes, la
divulgación y la capacitación en la gestión de los residuos,
especialmente para las autoridades, técnicos y operarios de
las intendencias municipales.
No pretende suplir la necesaria intervención
del experto, sino colaborar en el logro de una comunicación
en términos comprensibles para todos, y así obtener el máximo
prove- cho de esa intervención.
Tampoco pretende ser un "recetario"
de procedimientos, a sabiendas que las solucio- nes adecuadas,
exitosas y duraderas, surgen de la síntesis de:
a) un profundo conocimiento de las tecnologías
a la fecha existentes;
b) la consideración del medio disponible:
territorio, clima, marco institucional, legal y económico;
c) la integración en esas soluciones de la
realidad social local: población, condiciones higiénico-sanitarias,
costumbres, hábitos, religiones, ideologías, contexto histórico.
El presente Manual busca, precisamente,
introducir y encauzar adecuadamente el ma- nejo de esa
información.
Por lo tanto, al hacer llegar esta
publicación a las Intendencias Municipales del país, CEMPRE
URUGUAY tiene la expectativa que la misma sea leída,
discutida, divulgada y también criticada, haciendo llegar las
sugerencias, para que pueda ser ampliada y mejorada en futuras
ediciones.
CEMPRE URUGUAY está convencido que, la
aplicación y adaptación de estos cono- cimientos a la
realidad de cada municipio incidirá en la reversión del
cuadro de degrada- ción ambiental causado por los residuos sólidos,
contribuyendo así a la mejora de la calidad de vida de la
comunidad uruguaya.
• Páginas
001-062 - Referente a dados técnicos até o capítulo 2
• Páginas
063-100 - Referente ao capítulo 3
•
Páginas 101-154 - Referente ao capítulo 4
• Páginas
155-176 - Referente ao capítulo 5 - parte I
• Páginas
177-208 - Referente ao capítulo 5 - parte II
• Páginas
209-219 - Referente ao capítulo 5 - cont. parte II - El
Papel
• Páginas
220-235 - Referente ao capítulo 5 - cont. parte II - El
Plastico
• Páginas
236-242 - Referente ao capítulo 5 - cont. parte II - El
Vidrio
• Páginas
243-249 - Referente ao capítulo 5 - cont. parte II -
Metales
• Páginas
250-258 - Referente ao capítulo 5 - cont. parte II -
Escombros
• Páginas
259-266 - Referente ao capítulo 5 - cont. parte II -
Otros Materiales
• Páginas
267-287 - Referente ao capítulo 5 - parte IV -
Incineracion
• Páginas
288-332 - Referente a consideraciones finales
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| Livro |
Autor/Editora |
| Cartilha
de Limpeza Pública |
Ministério
da Ação Social - Secretaria Nacional de Saúde |
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Entre
as competências do Ministério da Ação Social, incluem-se
as atividades de saneamento, cuja importância para a promoção
do bem-estar da população e do desenvolvimento é indiscutível.
As redes de abastecimento de água e coletora de esgotos sanitários,
a drenagem, a coleta, o tratamento e destinação final do
lixo têm relação direta com as condições de higidez do
meio ambiente e os indicadores de saúde.
A limpeza urbana, em particular, por vezes
é vista predominantemente como fator de embelezamento das
vias públicas. Em verdade, o tratamento de resíduos e
dejetos e sua destinação final apropriada são essenciais à
eliminação de focos transmissores de doenças e à preservação
do meio ambiente.
Os serviços de limpeza requerem, além de
elevados investimentos, técnicas de engenharia sanitária
adequadas a cada localidade. De um modo geral, os Municípios,
em razão de limitações financeiras e da falta de pessoal
capacitado, enfrentam dificuldades na organização e operação
desses serviços.
Com O que é preciso saber sobre LIMPEZA
URBANA elaborado pelo Instituto Brasileiro de Administração
Municipal - IBAM, o Ministério está oferecendo importante
contribuição ao treinamento e desenvolvimento de pessoal
para as múltiplas tarefas de planejar, organizar e operar
serviços de limpeza urbana. Além de expor conceitos e
sugerir modos de estruturação das tarefas, a publicação
apresenta critérios orientadores da escolha dos equipamentos
adequados às diferentes situações.
Redigido em linguagem simples e direta,
aclarada com farta ilustração, o trabalho é acessível a
autoridades, administradores, planejadores, técnicos, a todos
quantos se interessem pela questão da limpeza urbana.
Com esta publicação, o Ministério, por
meio da Secretaria Nacional de Saneamento, dá continuidade à
realização do Programa Nacional de Limpeza Urbana, em que o
desenvolvimento institucional e a capacidade de recursos
humanos merecem grande ênfase. Tem-se como pressuposto que o
conhecimento é ingrediente essencial à solução dos
problemas.
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| Livro |
Autor/Editora |
| GEO
BRASIL |
IBAMA |
|
Da
Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente Humano em
Estocolmo em 1972 Cúpula da Terra no Rio de Janeiro ,
realizada vinte anos mais tarde, o meio ambiente vem
tornando-se cada vez mais importante para o desenvolvimento
mundial. Hoje, na expectativa da Cúpula Mundial sobre
Desenvolvimento Sustentável, a ser realizada em Joanesburgo,
reconhecemos que muitas das conquistas alcançadas no Rio
n„o foram levadas adiante. Apesar de a Cúpula da Terra ter
marcado um momento crucial no debate sobre o desenvolvimento
Sustentável, ela n„o representou um ponto decisivo de mudança
para um novo modelo de desenvolvimento Sustentável como era
esperado. Políticas inovadoras são necessárias para
reverter as tendências prejudiciais ao meio ambiente,
incorporando-o plenamente ao desenvolvimento econômico. Tais
Políticas devem ser baseadas em informações confiáveis e
atualizadas sobre as tendências ambientais, observando-se sua
eficácia. Essas informações representam a base para a
tomada de decisões e o manejo adequado do meio ambiente.
O GEO Brasil È uma ferramenta valiosa neste sentido.
O GEO Brasil integra o conjunto de avaliações do Global
Environment Outlook GEO, as quais registram o progresso alcançado
na área de desenvolvimento Sustentável nas esferas global,
regional e nacional. O relatório foi elaborado sob a coordenação
do Ibama, utilizando a metodologia de avaliação da Unep.
Páginas
Iniciais
Capítulo
1. Introdução
Capítulo 2 . O estado do meio ambiente no Brasil
Dinâmicas
Territoriais
Biodiversidade
Solos
Subsolos
Recursos
Hídricos
Florestas
Atmosfera
Ambientes
Marinhos
Pesca
Desastres
Áreas
Urbanas
Saúde
e Meio Ambiente
Capítulo
3. Respostas de políticas
Capítulo
4. Cenários para Gestão Ambiental
Capítulo
5. Recomendações
Anexo
1. Estatísticas e dados - IBGE
Anexo
2. Principais conexões econômicas e ambientais - IPEA
Anexo
3. Biodiversidade
Anexo
4. Compilação da legislação
Colaboradores
e Bibliografia
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| Livro |
Autor/Editora |
| Perspectivas
do Meio Ambiente Mundial - GEO 3 |
UMA
- PNUAMA - IBAMA |
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Há
trinta anos, a comunidade internacional se reuniu em Estocolmo
para a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente
Humano,para soar o alarme sobre o estado periclitante da Terra
e dos seus recursos. Credita-se àquele evento – um marco de
referência – a inserção das questões ambientais na pauta
internacional, o que, por sua vez, levou à criação de
ministérios do meio ambiente em âmbito nacional e a uma
maior consciência sobre o impacto que mesmo decisões locais
podem ter sobre o meio ambiente mundial. Mas a Conferência
também identificou uma lacuna no nosso conhecimento: a ausência
de informações precisas e atualizadas com as quais
formuladores de políticas pudessem mapear um caminho mais
claro em direção a um meio ambiente mais bem administrado. A
Conferência então pediu ao Secretário-Geral das Nações
Unidas que preenchesse essa lacuna, mediante a apresentação
de relatórios regulares sobre o estado do meio ambiente no
mundo e questões relacionadas, a ajuda aos países para
monitorar o meio ambiente no nível nacional e a realização
de programas educacionais sobre questões ambientais.
Com este relatório – Perspectivas do Meio Ambiente Mundial
(GEO-3): Passado, Presente e Futuro –, o Programa das Nações
Unidas para o Meio Ambiente, em si um legado da Conferência
de Estocolmo, mais uma vez cumpriu a sua responsabilidade
cardinal de apresentar em termos claros e acessíveis os
desafios que enfrentamos na preservação do meio ambiente e
na obtenção de um futuro mais sustentável.
Textos
Iniciais
Capítulo
1. Integração entre o meio ambiente e o desenvolvimento:
1972-2002
Capítulo 2 . O estado do meio ambiente
Aspectos
socioeconômicos
Terra
Florestas
Biodiversidade
Água
doce
Zonas
costeiras e marinhas
Atmosfera
Áreas
urbanas
Desastres
Capítulo
3. A vulnerabilidade humana relacionada à mudança ambiental
Capítulo
4. Perspectivas futuras: 2002-32
Capítulo
5. Opções de ação
Siglas
e abreviaturas, Centros colaboradores, Contribuintes, Índice
remissivo
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| Livro |
Autor/Editora |
| Eco-Economia |
Lester
Brown |
|
No
livro "Eco-Economia" que ganha hoje versão
brasileira, Brown propõe a incorporação dos custos
ambientais pela reestruturação do sistema tributário.
A idéia, que vigora em escala mínima em
alguns países da Europa, é diminuir impostos sobre os ganhos
e aumentar taxas sobre atividades destrutivas, como a queima
de derivados do petróleo --principal fonte dos gases que
causam o aquecimento global.
Brown reconhece que não é uma tarefa
simples. Essa reestruturação, que abriria o caminho para
energias limpas, como a eólica e o hidrogênio, dependeria de
"uma mentalidade de mobilização como a que tivemos na 2ª
Guerra", obrigatoriamente disparada por um evento catastrófico.
Especialmente nos EUA, país que mais pesa na balança
ambiental do globo e que tem andado exatamente na contramão
da "eco-economia", reduzindo impostos a atividades
destrutivas.
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início
da pagina
| Livro |
Autor/Editora |
| Estado
do Mundo 2004 |
WWI
- Worldwatch Institute |
|
O
desenvolvimento sustentável adota uma perspectiva de longo
prazo do processo de desenvolvimento econômico e social que
compreende a salvaguarda e o incremento do capital ambiental e
social e a redução da iniqüidade. Esse conceito ganhou
relevância no Relatório da Comissão Brundtland de 1987 e
consolidou seu lugar como âncora para as políticas de
desenvolvimento durante a Cúpula da Terra de 1992 no Rio de
Janeiro.
Hoje, porém, ainda resta a questão fundamental: Como
intensificar a sustentabilidade do desenvolvimento? Um dos
resultados da Cúpula de Johannesburgo de 2002 foi colocar o
desenvolvimento sustentável como um objetivo integral entre
as Metas de Desenvolvimento do Milênio compartilhadas pela
comunidade global. Como enfatiza o Estado do Mundo 2004, é
imperativo melhorar a gestão e a direção dos recursos
naturais e ambientais. Isso significa diminuir as barreiras à
conservação — entre elas políticas antiquadas, instituições
frágeis e falta de conhecimento técnico e financiamento —
e aumentar a eficiência no uso de recursos essenciais, como
água e energia. Igualmente importante é reconhecer que a
redução da degradação ambiental protege a saúde humana,
torna a terra mais produtiva e melhora diversos outros
elementos do progresso econômico e social.
A proteção e a gestão aperfeiçoadas dos
recursos naturais ajustam-se a uma abordagem totalmente
integrada ao desenvolvimento sustentável, como determinam as
Metas de Desenvolvimento do Milênio. Essas metas vão além
da sustentabilidade ambiental e abrangem objetivos como a
erradicação da fome e a melhoria da saúde, da educação,
da eqüidade social e da cooperação internacional. O Banco
Interamericano de Desenvolvimento compartilha essa visão em
sua estratégia institucional, que reivindica não somente um
melhor desempenho econômico, mas a melhoria da qualidade de
vida por meio do desenvolvimento social, do aperfeiçoamento
da governança, da integração regional e do avanço da gestão
e proteção ambientais.
Esta edição do relatório anual do WWI -
Worldwatch Institute tem como tema especial “A Sociedade de
Consumo”. O grande fosso entre a renda e o consumo per
capita no mais pobre dos países em desenvolvimento e nos países
desenvolvidos está se ampliando e os desafios que as nações
em desenvolvimento enfrentam são fundamentalmente diferentes
daqueles dos países desenvolvidos. Mesmo os países em
desenvolvimento em situação econômica um pouco melhor
padecem de uma variedade de males relacionados com a pobreza,
entre os quais fome, doenças endêmicas, iniqüidade, falta
de oportunidade e degradação do meio ambiente. Este livro
tem o poder de instigar a continuação do profundo debate
necessário para manter o conceito de desenvolvimento sustentável
como ponto focal da formulação de políticas, tanto em cada
país individualmente como nos foros globais.
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início
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| Livro |
Autor/Editora |
| A
questão ambiental no Distrito Federal |
SEBRAE
DF |
|
Este
livro procura levar aos leitores - empresários e comunidade
em geral - informações ambientais pertinentes ao seu
dia-a-dia. Localiza geograficamente o Distrito Federal e
mostra, em pormenor, a estrutura física da geologia, da
geomorfologia, do solo e da hidrografia. Ilustra a cobertura
vegetal do cerrado, com ênfase nas fitofisionomias do
Distrito Federal, e discorre a respeito da fauna e da
biodiversidade local.
Expressa a preocupação com a conservação ambiental ao dar
informações sobre uso e ocupação do espaço geográfico e
ao localizar, no território, as unidades de conservação e
suas diferentes modalidades de manejo.
Exemplifica o modo de ação e as atribuições dos órgãos
responsáveis, direta ou indiretamente, pela conservação
ambiental do Distrito Federal. Lista os principais
instrumentos legais utilizados por essas organizações para a
conservação do patrimônio natural, com ênfase no
licenciamento das atividades.
Destaca o papel do Sebrae no Distrito Federal voltado para o
desenvolvimento sustentável - requisito preconizado pela
Agenda 21 Brasileira e indispensável para a conservação
ambiental e a melhoria da qualidade de vida da população.
Apresenta, por fim, os 21 objetivos da Agenda 21 Brasileira,
os 27 princípios da carta da terra, a carta de A. Glaziou a
L. Cruls, em alusão ao sítio onde se assenta a cidade de
Brasília, e o Hino de Brasília.
Conhecer a situação ambiental do Distrito Federal permitirá
a todos os cidadãos e em particular ao empresário
brasiliense viabilizar os seus investimentos e participar do
processo de desenvolvimento sustentável do Território onde
atua.
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início
da pagina
| Livro |
Autor/Editora |
| Conceitos
para se fazer educação ambiental |
Secretaria
de Meio Ambiente do Estado de São Paulo |
|
O
livro em questão traz os fatos mais importantes que a educação
ambiental deve comunicar, elaboradas por técnicos de diversos
países integrados ao PNUMA.
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início
da pagina
| Livro |
Autor/Editora |
| A
Questão Ambiental no Brasil |
SEBRAE |
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Grandes
problemas ambientais ultrapassam as fronteiras nacionais e são
tratados de forma global, pois afetam a vida de todos no
Planeta. Daí se explica por que os países mais desenvolvidos
colocam hoje barreiras à importação de produtos resultantes
de processos prejudiciais ao meio ambiente.
A atividade industrial,
principalmente, é responsável por expressiva parcela dos
problemas globais do meio ambiente. Você vai conhecer a
seguir quais são essas ameaças com as quais a Humanidade se
defronta.
Entenda melhor também o
esforço das Nações Unidas (ONU) em reverter o processo
acelerado de degradação dos recursos naturais no mundo, que
também tem como causas a explosão demográfica e as precárias
condições de vida de grande parte da população.
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da pagina
| Livro |
Autor/Editora |
| Manual
do Monitor Ambiental |
Secretaria
de Meio Ambiente do Estado de São Paulo |
|
As
matas são consideradas de grande importância para garantir a
qualidade ambiental e, conseqüentemente, a qualidade de vida
das populações. A manutenção do ambiente natural permite o
controle da temperatura, da poluição, da erosão e dos
recursos hídricos, preservando a biodiversidade.
A partir do século passado, verificou-se significativa
diminuição das florestas no Estado de São Paulo. A
Secretaria de Estado do Meio Ambiente, SMA, vem atuando no
sentido de prevenir e de reverter este quadro de desequilíbrio
ambiental e, também, de impedir a destruição de
ecossistemas que representam o patrimônio comum que será
legado ás futuras gerações. Dessa maneira, estará
contribuindo cada vez mais para integrar a sociedade ao meio
ambiente e á sua própria história.
A preservação e a utilização sustentável dos parques estão
diretamente vinculadas ao grau de envolvimento e de participação
das comunidades no processo de gestão dos recursos
ambientais. O Programa de Visitação Monitorada Ecotrilhas
vem contribuir para a capacitação de profissionais que estarão
aptos a atender ao crescente interesse e á grande
demanda do público que atualmente deseja freqüentar as
unidades de conservação administradas pela SMA. Trata-se de
um público que anseia por informações e que tem imenso
interesse em compreender o complexo ambiente natural.
Assim, o Programa, que tem a educação ambiental como o
principal instrumento para a difusão dos seus temas, deverá
criar oportunidades para que os moradores do entorno dessas áreas
possam integrar o processo participativo de desenvolvimento
regional, através de atividades ligadas ao ecoturismo.
Esta publicação tem como objetivo principal subsidiar a atuação
dos monitores ambientais capacitados pelo Programa Ecotrilhas,
mas poderá ser utilizada também como material auxiliar pelos
demais profissionais que exercerem esta atividade, propiciando
educação ambiental, turismo e lazer à população.
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início
da pagina
| Livro |
Autor/Editora |
| Educação
Ambiental: o que se pensa, o que se faz |
Secretaria
de Meio Ambiente do Estado de São Paulo |
|
A
obra em questão descreve resumidamente 117 projetos de educação
ambiental, realizados durante o ano de 2003 pelos diferentes
órgãos que compõem a Secretaria do Meio Ambiente de São
Paulo. São eles: Departamento de Educação Ambiental - DEA,
CETESB, Instituto Florestal, Fundação Florestal,
Departamento Estadual de Proteção de Recursos Naturais,
Instituto de Botânica, Instituto Geológico e Policia
Ambiental.
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| Livro |
Autor/Editora |
| A
Floresta, um mundo de relações |
Secretaria
de Meio Ambiente do Estado de São Paulo |
|
Livro
infanto-juvenil sobre a importância da conservação de
nossas florestas.
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| Livro |
Autor/Editora |
| As
empresas e a Biodiversidade |
Earthwatch
Europe - IUCN - WBSCD |
|
A
Biodiversidade é a célula mãe do desenvolvimento sustentável,
pois afeta a qualidade da vida humana e constitui um
componente essencial da sustentabilidade de toda a atividade
humana, incluindo a atividade econômica. Com este Manual
pretendemos atrair a atenção da comunidade empresarial para
a importância da biodiversidade. Sendo assim, o Sumário
Executivo tem como leitor-alvo os líderes empresariais,
enquanto que o texto principal é endereçado aos responsáveis
por Saúde, Segurança e Meio Ambiente ou Desenvolvimento
Sustentável nas empresas.
|
Agenda 21
 |
Leia
ou obtenha uma cópia da Agenda 21 (clicar
aqui 1159KB) |
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da pagina

Coletânea
de textos sobre Gerenciamento de
Recursos Hídricos do Estado do Rio de Janeiro

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