ANTROPOLÍTICA
Revista Contemporânea de Antropologia e Ciência Política
Histórico
Em 1994, os Departamentos de Ciência Política e Antropologia, da Universidade Federal Fluminense, criaram o Programa de Pós-Graduação em Antropologia e Ciência Política (PPGACP), visando institucionalizar uma integração acadêmica que se realizava, até então, através de seminários, encontros e temas de pesquisa comuns. Neste programa foram inicialmente criados dois cursos: o Mestrado em Antropologia e o Mestrado em Ciência Política. Posteriormente, em 2001, foi criado o Doutorado em Antropologia. No momento, o PPGACP não mais existe, sendo desdobrado no Programa de Pós-Graduação em Antropologia e Programa de Pós-Graduação em Ciência Política.
Com o PPGACP foi iniciada, também, uma política editorial que visava intensificar a cooperação entre os domínios disciplinares da antropologia e da Ciência Política, disponibilizando trabalhos acadêmicos originais e de alta qualidade, tanto dos docentes e discentes do programa quanto de outras instituições acadêmicas do Brasil e do exterior. Esta política editorial diversificou-se em duas direções, igualmente fundamentais para o PPGACP. A primeira é a Revista Antropolítica, criada em 1995, um ano depois do PPGACP e que teve seu primeiro número publicado em 1996. A segunda é a Coleção Antropologia e Ciência Política, publicada pela Eduff e já com 40 volumes em 2007. Atualmente, tanto a revista quanto a Coleção estão vinculados exclusivamente ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia
A partir desta política editorial do PPGACP, apenas um ano depois de criado o programa, iniciamos a edição de uma revista semestral, publicando artigos e resenhas originais que materializavam nossa proposta de cooperação interdisciplinar, destinando-se a um público amplo de ciências sociais e história. Optamos, inicialmente, por uma seleção qualitativa dos trabalhos e uma diversificação de temas dentro do escopo da proposta da revista.
O primeiro número do primeiro volume (2º semestre de 2006) foi realizado de modo quase artesanal, através do esforço de alguns docentes e com o financiamento do Bamerindus e da IBM, mas já contamos, neste número, com a cooperação institucional dentro da Universidade Federal Fluminense pois a capa foi realizada por Rosa Benevento e Ildo Nascimento, do IACS, da Uff. A capa de Antropolítica, aliás, transformou-se em um dos signos de sua identidade, já reconhecida no campo das ciências sociais.
A partir do número 2 (1º semestre de 1997), apesar das enormes dificuldades de recursos materiais e humanos para a realização da revista, conseguimos, com a mudança da política editorial da Eduff e o investimento de verbas do PPGACP, continuar a publicação da revista. Nesse momento, a revista deixou de ser artesanal, recebendo um tratamento editorial adequado da editora e obtendo seu ISSN (1414-7378). Desde este momento, Antropolítica, tem um comitê editorial (executivo), responsável pela edição da revista em conjunto com os técnicos da EDUFF, um Conselho Editorial composto de pesquisadores de instituições nacionais e estrangeiras, contando ainda com a colaboração de inúmeros pareceristas, fundamentais para a manutenção da qualidade da revista.
Mantivemos a revista com poucas alterações até o número 14, quando iniciamos a publicação de dossiês, coordenados por nossos pesquisadores, através dos quais divulgamos contribuições originais às principais temáticas de pesquisa em nosso Programa. Esta estruturação editorial mostrou-se muito produtiva e será mantida, a partir do número 21, quando a revista passa a se vincular exclusivamente ao PPGA. Iniciamos, também, a divulgação eletrônica da revista, facilitando seu acesso por um maior número de pesquisadores.
Temos tido como colaboradores tanto os mais importantes cientistas sociais do Brasil como muitos de instituições estrangeiras (França, Portugal, Argentina, México, Noruega, Canadá, Estados Unidos, Colômbia), embora o critério fundamental tenha sido, sempre, a qualidade dos artigos, conforme avaliação de pareceristas. Deste modo, criamos espaço também para a produção de iniciantes, entre eles alguns de nossos alunos e ex-alunos.. A intensificação de nossas relações institucionais e a penetração da revista nas Ciências Sociais brasileiras e do exterior foram, no decorrer destes anos, desenhando um perfil para a revista que, refletindo as linhas de pesquisa do Programa, publica, cada vez mais, autores de outras instituições acadêmicas.
Mas, é fundamental acentuar que, ao completar mais de dez anos anos de atividades praticamente sem interrupção, com todas as dificuldades de recursos humanos e materiais, reafirmamos nossa proposta de publicar textos que possam contribuir de modo significativo para as ciências sociais e, em particular, para as linhas de pesquisa desenvolvidas no Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal Fluminense.
|
Edital Propp-Eduff Periódicos
ANTROPOLÍTICA
Revista Contemporânea de Antropologia e Ciência Política
Histórico
A partir do próximo número de Antropolítica (n. 20, 1º semestre de 2006), a revista estará vinculada, exclusivamente, ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFF, realocação institucional que decorre da reorganização dos Programas de Pós-Graduação de Antropologia e Ciência Política, dentro dos quais teve surgimento e se consolidou.
Para situar a revista, que chega à sua maturidade, é necessário recuperar, sinteticamente, a história dos programas de pós-graduação que lhe deram surgimento. Em 1994, os Departamentos de Ciência Política e Antropologia, da Universidade Federal Fluminense, criaram o Programa de Pós-Graduação em Antropologia e Ciência Política (PPGACP), visando institucionalizar uma integração acadêmica que se realizava, até então, através de seminários, encontros e temas de pesquisa comuns. Neste programa foram inicialmente criados dois cursos: o Mestrado em Antropologia e o Mestrado em Ciência Política. Posteriormente, em 2001, foi criado o Doutorado em Antropologia.
Com o PPGACP foi iniciada, também, uma política editorial que visava intensificar a cooperação entre os domínios disciplinares da antropologia e da Ciência Política, disponibilizando trabalhos acadêmicos originais e de alta qualidade, tanto dos docentes e discentes do programa quanto de outras instituições acadêmicas do Brasil e do exterior. Esta política editorial diversificou-se em duas direções, igualmente fundamentais para o PPGACP. A primeira é a Revista Antropolítica, criada em 1995, um ano depois do PPGACP e que teve seu primeiro número publicado em 1996 A segunda é a Coleção Antropologia e Ciência Política, publicada pela Eduff e já com 40 volumes em 2007. Ressalte-se, en passant, que, nos últimos anos, nesta coleção, temos privilegiado a tradução de livros clássicos da antropologia, não disponíveis no mercado editorial brasileiro, iniciando com o livro importantíssimo de Victor Turner, Floresta de Símbolos. Programamos, para 2007, a publicação de um outro livro de Victor Turner e um livro do antropólogo Appadurai, ambos já traduzidos e com revisão técnica pronta, à disposição da EDUFF para tratamento editorial.
A partir desta política editorial do PPGACP, apenas um ano depois de criado o programa, iniciamos a edição de uma revista semestral, publicando artigos e resenhas originais que materializam nossa proposta de cooperação interdisciplinar, destinando-se a um público amplo de ciências sociais e história. Optamos, inicialmente, por uma seleção qualitativa dos trabalhos e uma diversificação de temas dentro do escopo da proposta da revista.
O primeiro número do primeiro volume (2º semestre de 2006) foi realizado de modo quase artesanal, através do esforço de alguns docentes e com o financiamento do Bamerindus e da IBM. Entretanto, a cooperação institucional dentro da Universidade Federal Fluminense já se verificava pois a capa foi realizada por Rosa Benevento e Ildo Nascimento, do IACS, da Uff, mantendo-se até o número 13 sem modificações, sendo apenas colorida a partir do número 14. A capa de Antropolítica transformou-se em um dos signos de sua identidade, já reconhecida no campo das ciências sociais.
A partir do número 2 (1º semestre de 1997), apesar das enormes dificuldades de recursos materiais e humanos para a realização da revista, conseguimos, com a mudança da política editorial da Eduff e o investimento de verbas do PPGACP, continuar a publicação da revista. Nesse momento, a revista deixou de ser artesanal, recebendo um tratamento editorial adequado da editora e obtendo seu ISSN (1414-7378).
Antropolítica, desde então, tem um comitê editorial composto por quatro docentes do PPGACP, sendo dois de Ciência Política e dois de Antropologia, com rotatividade. No momento, estão no Comitê Editorial as professoras Delma Pessanha Neves e Simoni Lahud Guedes, pela antropologia, e Eduardo Rodrigues Gomes e Gisálio Cerqueira Filho, pela ciência política. Este comitê editorial será alterado em 2007 já que a revista ficará, a partir de então, exclusivamente vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Antropologia.
Continuação...
|