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Aluna de doutorado em Inteligência Artificial da UFF recebe o inédito prêmio Microsoft Latin America PhD AwardsA aluna de doutorado em Inteligência Artificial do Instituto de Computação, Jéssica Soares dos Santos, orientada pelas professoras Flávia Bernardini e Aline Paes, faz parte de um grupo seleto de 3 estudantes de doutorado que receberam o Microsoft Latin America PhD Awards, em sua primeira edição na América Latina. A tese da Jéssica tem como objetivo descobrir de forma automática como está o sentimento dos eleitores no Twitter em relações aos candidatos a cargos no governo. Essa é uma área de pesquisa essencial para auxiliar nos processos democráticos. Além dos sentimentos em geral, a tese tenta responder como discursos de ódio, um elemento, infelizmente, muito presende nas redes sociais, pode influenciar as opiniões e sentimentos dos eleitores. O tema explorado na tese é um ótimo exemplo de como a Inteligência Artificicial pode auxiliar e contribuir para a área social. As professoras orientadoras são especialistas na área de Inteligência Artificial, tendo realizado o mestrado e doutorado na área de IA, que tem alcançado resultados impressionantes atualmente, em áreas diversas da ciência e tecnologia. Ressaltamos que em um universo em que a maioria dos pesquisadores e alunos são homens, é estimulante que as três pesquisadorAs do Instituto de Computação da UFF tenham sido agraciadas com esse importante e inédito reconhecimento.
Pesquisadores da UFF são contemplados por edital de apoio à ciênciaDois professores-pesquisadores do Instituto de Matemática e Estatistica (IME) da UFF, María Amelia Salazar Pinzón e Jethro van Ekeren, foram contemplados com financiamento do Instituto Serrapilheira para a realização de suas pesquisas. O edital de 2019 tinha como objetivo apoiar o desenvolvimento da carreira de jovens cientistas que tenham grandes perguntas em suas áreas. O resultado foi publicado no fim de maio. María Amelia foi contemplada com o projeto “Grupóides e algebróides de Lie: teoria estrutural e aplicações”. Segundo a pesquisadora, sua pesquisa objetiva estudar propriedades de estruturas geométricas que surgem naturalmente em várias áreas da matemática e da física, com enfoque na geometria dos grupóides e dos algebróides de Lie. María Amelia destaca que, no que diz respeito ao edital, seu objetivo é generalizar resultados clássicos e frutíferos da teoria de grupos e álgebras de Lie. Trata-se de um percurso de pesquisa que vem se consolidando há alguns anos: “algumas das perguntas do projeto surgiram de trabalhos anteriores e várias das ferramentas e resultados que pretendo usar neste projeto foram desenvolvidas nestes trabalhos”, ressalta a pesquisadora. Em relação Jethro, o pesquisador foi contemplado com o projeto “Teoria de representações de álgebras de vértices”, de grande importância na matemática pura, física quântica e até mesmo na química. Seu objetivo é avançar a teoria de representações de estruturas algébricas de importância na física moderna, como as álgebras de vértices, utilizando ferramentas geométricas e algébricas. Ambos pesquisadores destacam que, apesar de o trabalho de pesquisa no campo da Matemática ser muito solitário, com muito tempo dedicado à literatura matemática e às tentativas de provas de teoremas, o contato com outros pesquisadores para discussões e trocas de ideias é fundamental. Sendo assim, além de permitir a compra de equipamentos básicos, como computadores e livros, os pesquisadores planejam usar esse recurso principalmente para ampliar a participação em congressos e outros eventos da área. Jethro destaca que seu maior objetivo é “usar os recursos para maximizar o contato entre pesquisadores das comunidades local e internacional”. Nesse sentido, Jethro também ressalta já estar trabalhando em contato com outros pesquisadores, sendo um de pós-doutorado e um estudante no início do mestrado, ambos da UFF. Além disso, o pesquisador também destaca parcerias interinstitucionais: “ tenho uma parceria de pesquisa bastante consolidada com o Prof. Reimundo Heluani do IMPA aqui no Rio de Janeiro, e também estou colaborando com matemáticos na Alemanha, nos EUA, na França, no Japão e em Taiwan”. María Amelia destaca que o próprio professor Jethro é um potencial parceiro no desenvolvimento de sua pesquisa. Por fim, tanto María Amelia quanto Jehtro salientam a importância de iniciativas de fomento à ciência como do Instituto Serrapilheira, uma organização privada sem fins lucrativos, em um contexto de diminuição dos recursos públicos especialmente para pesquisadores mais jovens: “um aspecto bastante positivo do apoio oferecido pelo instituto é seu foco na pesquisa básica, não condicionada em determinados fins tecnológicos-econômicos”, ressalta o pesquisador.
Estudantes da UFF são premiados em projeto que utiliza Inteligência Artificial para suporte às vítimas de preconceitoRadar do Preconceito é um portal criado por uma equipe de seis estudantes universitários que coleta dados sobre preconceito no Brasil e cria uma rede de apoio às vítimas Breno Fróes e Christopher Corrêa são estudantes de Sistemas de Informação, na UFF, e fazem parte da equipe premiada na 8ª edição do Programa Campus Mobile, do Instituto Claro. O projeto concorreu à categoria “Diversidade” com participantes de todo o país. “Radar do Preconceito”, este é o nome do projeto vencedor, e trata-se de um portal, cujo objetivo é oferecer suporte a vítimas de preconceito e criar estatísticas confiáveis sobre o preconceito no Brasil. A ideia foi inspirada em um dos participantes da equipe, Nathan Aguiar, que já viveu diversas situações de preconceito. Ao participar de uma Maratona sobre Cidades Inteligentes, o estudante decidiu abordar o tema e formou uma equipe. “Ele quis dar uma nova perspectiva a esse tema, já que quase sempre os problemas resolvidos são a respeito de transporte ou segurança. E, então, ele me pediu ajuda para tocar o projeto inicialmente, e daí surgiu a primeira versão do Radar do Preconceito, logo depois.”, conta Breno Fróes. O Radar do Preconceito utiliza Inteligência Artificial para coleta de denúncias, que podem ser feitas de forma anônima, e as classifica por tipo de preconceito. Através do “Mapa do Calor”, uma das ferramentas do portal, o usuário pode saber quais são os casos de preconceito que estão acontecendo, separados por região. É possível também filtrar por tipo de preconceito. O uso de Inteligência Artificial torna possível obter precisamente o local e a data das ocorrências e, com isso, mantém o mapa atualizado. O portal oferece, ainda, a possibilidade de contactar profissionais que atuam na luta contra o preconceito e que estejam próximos à localização do usuário. Segundo Breno, “A intenção é que, após sofrer um caso de discriminação, seja possível fazer uma denúncia pelo portal e contatar um profissional mais próximo para uma ajuda mais imediata da situação, oferecendo uma forma de empoderamento a essas pessoas e, assim, diminuir o senso de impunidade que esses acontecimentos causam. A plataforma também se abre para outros profissionais que não atuam diretamente em ambientes de luta, mas querem ajudar ou oferecer serviços com abono para pessoas que fazem parte de minorias sociais.” Outra ferramenta disponível é o “Botão de Alerta”, que envia a localização do usuário cadastrado por SMS para contatos de sua confiança, como pedido de socorro em situações de preconceito. Segundo Breno, participar do programa que rendeu à equipe o prêmio, foi uma grande oportunidade de aprendizado técnico, além da experiência sobre a realidade social do país. A equipe já recebeu também mentoria da Intel e o projeto também já foi destaque no site “Razões para acreditar”. “Todas essas conquistas nos faz acreditar nas oportunidades abertas e, principalmente, no anseio de todos por uma sociedade melhor e mais justa, como nós buscamos e acreditamos”, conta Breno. Ele completa que, “Atualmente, estamos reformulando o portal web e terminando o desenvolvimento do aplicativo, mas, em breve, o portal estará disponível e o aplicativo estará acessível na Google Play e na AppStore”. O Radar do Preconceito está presente também em outros canais de comunicação, através do @radardenuncia, no Twitter, e @radardopreconceito, no Instagram.
UFF Angra é Premiada por Projeto para Redução dos Riscos de DesastresAnualmente o CEMADEN (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais) realiza a campanha #AprenderParaPrevenir e na edição 2019 o projeto "Formação de Educadores e Agentes Locais em Desastres",  desenvolvido pelo Instituto de Educação de Angra dos Reis - UFF em parceria com secretarias municipais do município e com apoio de outras instituições públicas pela Rede de Educação para Redução de Desastres (RED), foi selecionado pela banca avaliadora como o melhor projeto na categoria Universidade. Além dos critérios gerais de seleção, as propostas selecionadas por mérito deveriam apresentar interdisciplinaridade do projeto e ações  educativas, criatividade, envolvimento da comunidade escolar, estabelecimento de parcerias e intenção de continuidade e ampliação do projeto. Além do reconhecimento, os projetos selecionados por mérito receberão como premiação um kit educativo e uma estação meteorológica, sendo esta potencialmente utilizada para ações educativas, de monitoramento da atmosfera, projetos de pesquisa-extensão e apoio à emissão de alertas e alarmes. A cerimônia de premiação acontecerá no dia 10 de Março na sede do CEMADEN em São José dos Campos/SP.
Professora da Faculdade de Veterinária UFF recebe prêmio internacional inéditoA Coordenação de pesquisa parabeniza a Profa. Joanna Souza-Fabjan, da Faculdade de Veterinária, recebe prêmio da IETS -  International Embryo Technology Society - para jovens pesquisadores. Saiba mais em http://bit.ly/2O4PR4Z
Professor da UFF é premiado pela Academia Mundial de Ciência O professor do curso de graduação em Políticas Públicas da Universidade Federal Fluminense (UFF), Frederico Policarpo Mendonça Filho, foi contemplado no dia 28 de Novembro, pela Academia Mundial de Ciência (TWAS, na sigla em inglês), com o prêmio TWAS para jovens cientistas (TWAS - LACREP Young Scientists Prize), na categoria de prêmios regionais (TWAS Regional Awards). A premiação é um reconhecimento à cientistas individuais de países em desenvolvimento que contribuem para o conhecimento científico em nove campos das ciências e/ou à aplicação de tecnologia ao desenvolvimento sustentável. Um dos principais objetivos do TWAS é apoiar os pesquisadores que fizeram excelentes prestações para o avanço da ciência, medidos em termos do número e impacto de trabalhos de pesquisa científica publicados em periódicos reconhecidos internacionalmente. “Esse prêmio é importante para mim porque ao mesmo tempo em que é um reconhecimento dos esforços feitos até aqui, também é um grande incentivo para seguir em frente investindo na pesquisa. Além disso, apesar de ser um prêmio individual, tenho absoluta consciência de que também é uma conquista institucional”, afirma Frederico. O professor ressalta, ainda, que a universidade foi fundamental para essa conquista: “Devo também um agradecimento especial à Universidade Federal Fluminense (UFF) por ter proporcionado toda minha formação na pós-graduação e, agora, minha carreira como professor e pesquisador. Apesar da diminuição dos recursos ao longo dos anos, só pude me gabaritar e ganhar o prêmio por ter encontrado na UFF um ambiente acolhedor para a pesquisa. Nesse sentido, o prêmio é importante para mim porque também é da UFF!”
UFF entrega Prêmios de Excelência 2019 Dia 10 de dezembro, aconteceu no auditório do Núcleo de Estudos em Biomassa e Gerenciamento de Águas (NAB) mais uma solenidade de premiações voltadas para a comunidade acadêmica da UFF. Promovido anualmente pela Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação (Proppi), o Prêmio de Excelência tem o intuito de valorizar pesquisadores, docentes e discentes que se destacaram por suas contribuições acadêmico-científicas. Nesta edição, o evento teve 26 agraciados, entre professores e alunos da instituição. O reitor Antonio Claudio Lucas da Nóbrega ressalta que a Universidade Federal Fluminense criou a premiação há dez anos com os objetivos de reconhecer o mérito daqueles que se destacam, valorizando essa conquista que envolve muito trabalho, estudo e esforço pessoal, e também mostrar para todos que é possível atingir graus de excelência, independentemente das condições. “Os alunos e professores que se sobressaem são de todos os cursos, classes sociais, representando toda a variedade e diversidade existente na UFF”, completa. A pró-reitora de pesquisa, pós-graduação e inovação, Andrea Latge, explica que os prêmios são separados em três grandes áreas de conhecimento: Ciências da Vida, Ciências Exatas e Tecnológicas e Ciências Humanas e Sociais. “A Proppi entende a premiação como uma forma de reconhecer e homenagear seus pesquisadores ‘seniors’ e ‘juniors’, destacando exemplos de sucessos científicos a serem seguidos”, enfatiza. O prêmio de Excelência Científica é reservado a docentes que se sobressaíram pelas contribuições científicas apresentadas ao longo de suas trajetórias na universidade. As premiações de Melhor Dissertação, Melhor Tese e Melhor Monografia Lato Sensu dos alunos de pós-graduação são concedidas após um processo seletivo que indica os trabalhos de fim de curso de especialização, e os destaques dos trabalhos de iniciação científica e tecnológica. Já o de Inovação premia os projetos elaborados por alunos, técnicos e/ou professores da instituição, sendo subdivididos nas categorias: Inovação Mercadológica e Inovação para o Desenvolvimento Social. Vencedores do Prêmio UFF de Excelência Científica Ciências Exatas, da Terra e Multidisciplinar: José Walkimar de Mesquita Carneiro Humanidades: Ronald Raminelli Ciências da Vida: Felipe Zandonadi Brandão O médico veterinário e professor do Programa de Pós-graduação em Medicina Veterinária da UFF, Felipe Zandonadi Brandão, vencedor do prêmio de Excelência Científica no Colégio de Ciências da Vida, declara que o prêmio é a principal homenagem que já recebeu em sua trajetória. “É um reconhecimento da minha instituição por toda a minha dedicação nestes quinze anos de docência. Nestes tempos de dificuldades na ciência brasileira, esse reconhecimento dá mais ânimo para seguir em frente”. Vencedores dos Prêmios UFF de Melhor Monografia Lato Sensu, Dissertação e Tese Monografia Lato Sensu Ciências da Vida: Paula Gabrielle Veiga Saracchini Curso: Curso de Pós-graduação Lato Sensu Residência em Anatomia Patológica Veterinária. Título: Descrição Macroscópica e Microscópica de Necropsia de Tartaruga Verde (Chelonya Midas) e Tartaruga de Pente (Erethimoquelis Imbricata) no Núcleo Experimental de Iguaba Grande da Universidade Federal Fluminense. Orientadora: Ana Maria Reis Ferreira. Ciências Exatas, da Terra e Multidisciplinar: Jennifer Karla Toesca Coelho de Almeida Curso: Especialização em Engenharia de Produção Título: Análise da Implementação da Filosofia Kaizen: aumento da capacidade de expedição de etanol em uma usina sucroalcooleira. Orientador: Sergio Luiz Braga França. Ciências Humanas: não houve finalistas A especialista em Engenharia de Produção pela UFF, Jennifer Karla Toesca Coelho de Almeida, comemora agradecendo à universidade, ao orientador e à instituição em que trabalha, ressaltando a importância do prêmio em sua trajetória profissional. “Os profissionais de empresas privadas muitas vezes não conseguem ter maior foco na vida acadêmica. Poder implementar os aprendizados acadêmicos no mundo corporativo, ver resultados e obter reconhecimento do nosso empenho é muito gratificante”, acrescenta. Dissertação de Mestrado Ciências da Vida: Glauce Cardoso Curso: Programa de Pós-graduação em Ciências Aplicadas a Produtos para a Saúde Título: Desenvolvimento de formulações cosméticas nanoestruturadas contendo o óleo essencial de Rosmarinus officinalis L. e avaliação do efeito na fibra capilar antes e após exposição à radiação UV Orientadora: Deborah Quintanilha Falcão Coorientadora: Elisa Raquel Anastacio Ferraz Avelino Ciências Exatas, da Terra e Multidisciplinar: Rafael Bellas Rodrigues Curso: Programa de Pós-Graduação em Física Título: Simetria de Momento Angular Orbital entre feixes gêmeos produzidos por um Oscilador Paramétrico Ótico tipo-II Orientador: Carlos Eduardo Rodrigues de Souza Humanidades: Ademir Schetini Curso: Programa de Pós-Graduação em História Título: Cristãs-novas e criptojudaísmo na Bahia setecentista Orientadora: Georgina Silva dos Santos O mestre Ademir Schetini destaca que é uma honra ser laureado com a premiação de Excelência da UFF. “O avanço no conhecimento científico é um projeto inegociável na universidade e nela despontam muitas pesquisas primorosas. É o reconhecimento de um trabalho desenvolvido com dedicação exclusiva e representa um destaque na carreira acadêmica, um marco indelével e um momento de muita felicidade”, complementa. Tese de Doutorado Ciências da Vida: Alessandra Moreira Curso: Programa de Pós-graduação em Ciências Aplicadas a Produtos para a Saúde Título: Estudo de Desenvolvimento de Filmes Poliméricos de Poli(álcool vinílico) /Carboximetilcelulose Sódica/Ibuprofeno para Utilização em Feridas Orientadora: Debora Omena Futuro Coorientadora: Valéria Gonçalves Costa Humanidades: André Furtado Curso: Programa de Pós-graduação em História Título: Das fortunas críticas e apropriações ou Sérgio Buarque de Holanda, historiador desterrado Orientadora: Giselle Martins Venancio Ciências Exatas, da Terra e Multidisciplinar: Troy Costa Kohwalter Curso: Programa de Pós-graduação em Computação Título: An Infrastructure for Gameplay Gathering and Analysis with Provenance Orientador: Esteban Walter Gonzalez Clua Coorientador: Leonardo Gresta Paulino Murta O doutor em Computação, Troy Costa Kohwalter, conta que o reconhecimento reflete um trabalho de oito anos que evoluiu desde o projeto final da graduação, que continuou no mestrado e foi concluído no doutorado. “O mais importante da premiação para mim é o alívio quanto à dúvida sobre o trabalho ser realmente útil, seja para a academia e/ou para a indústria, questão que todo pesquisador de pós-graduação tem enquanto está realizando um estudo de ponta. Mesmo que de forma subjetiva, essa premiação no final da jornada responde que sim, o esforço foi produtivo”, celebra. Prêmio UFF de Inovação Inovação para o Desenvolvimento Social - Metodologia de Ensino no Combate ao Uso de Drogas - Priscila Oliveira Silva Bonfim - Departamento de Neurobiologia - Niterói/RJ - APP para Exame Diagnóstico - Celine Lacerda de Abreu Soares - Departamento de Radiologia - Niterói/RJ - Cartografia do Cooperativismo na Costa Verde - Bárbara da Costa Amoras e Maria Raquel Passos Lima - Departamento de Geografia e Políticas Públicas - Angra dos Reis/RJ Inovação Mercadológica - Limitadores de Correntes de Curto Circuito - Guilherme Gonçalves Sotelo, Daniel Henrique Nogueira Dias, Felipe Sass, Bruno Wanderley França, Márcio Zamboti Fortes e Vitor Hugo Ferreira - Departamento de Engenharia Elétrica - Niterói/RJ - Sistema de Contenção de Incrustações de Corais em Sistemas Offshore - Newton Narciso Pereira - Departamento de Engenharia de Produção - Volta Redonda/RJ - Controle de Qualidade e Monitoramento de Ácido Bórico por Estratégia de Baixíssimo Custo - Rafael Machado Dornellas, Julia Oliveira Fernandes, André Souza Araújo e Felipe Silva Semaan - Departamento de Química Analítica - Niterói/RJ Dois dos professores premiados na categoria de Inovação Mercadológica, Rafael Dornellas e Felipe Semaan, comentam a homenagem. “Sem dúvida, é uma grande alegria receber esse reconhecimento mas, sobretudo, é um momento em que pesquisadores de diferentes áreas se voltam para temas de relevância crescente, como a inovação e o empreendedorismo”, declara Felipe. Ele pontua que “a visibilidade é fundamental para criar esta identidade entre ‘pesquisador - grupos de pesquisa - área de inovação’, além de nos auxiliar na identificação dos pontos em que estamos indo bem, e o que temos a realinhar ou redirecionar”. Por fim, Rafael acrescenta que “a premiação também pode atrair o interesse de empresas privadas para fazerem parcerias para o desenvolvimento de novas tecnologias”.
Alunos e professores da UFF recebem homenagemNo dia 02 de dezembro, a Universidade Federal Fluminense foi palco de uma grande cerimônia para homenagear seus professores, estudantes e também egressos dos cursos de graduação com destaque em suas áreas. Realizado anualmente pela Pró-Reitoria de Graduação da universidade (Prograd), o evento “Premiações Acadêmicas” tem como intuito valorizar e divulgar o ensino e a aprendizagem promovidos pela UFF, contemplando três categorias de homenagens: o Prêmio de Excelência em Docência, voltado aos professores com elevado engajamento com o ensino da graduação, a Láurea Acadêmica, destinada a discentes com excepcional desempenho nos cursos, e a Prata da Casa, que homenageia egressos ilustres. De acordo com a pró-reitora de graduação, Alexandra Anastácio, “a cerimônia tem como intuito valorizar o fazer docente, assim como toda a trajetória do estudante dentro da universidade. Esse é um momento, enfim, em que a gente pode refletir sobre o nosso quadro docente, como está a formação dos nossos estudantes, e homenageá-los, para que sejam símbolos de sucesso de todos os outros da nossa universidade”, comemora. Prêmio de Excelência à Docência As indicações das Unidades Acadêmicas ao Prêmio foram apreciadas por uma comissão, que analisou a documentação dos indicados com base em critérios dispostos em edital, considerando o histórico de atuação e a dedicação dos docentes ao ensino de graduação. Em sua oitava edição, o Prêmio de Excelência em Docência irá premiar esse ano: 1º lugar – Marcio Cataldi, da Escola de Engenharia: lotado no Departamento de Engenharia Agrícola e Meio Ambiente. Possui graduação em Meteorologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (1999), Mestrado em Engenharia Mecânica (2002) e Doutorado em Engenharia Civil também pela UFRJ (2008). Atualmente, é coordenador do curso de Engenharia de Recursos Hídricos e do Meio Ambiente da UFF. 2º lugar – Humberto José Bortolossi, do Instituto de Matemática e Estatística: lotado no Departamento de Matemática Aplicada. Possui graduação em Licenciatura em Matemática pela Universidade Estadual de Maringá, Mestrado em Matemática pelo IMPA e Doutorado em Matemática pela PUC-Rio. Atualmente, é coordenador do núcleo presencial em Matemática no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência – PIBID/UFF. Tem se dedicado ao ensino de Matemática e Estatística com o uso de recursos computacionais e à concepção de livros didáticos para o Ensino Médio. 3º lugar – Rosane Santos Mauro Monnerat, do Instituto de Letras: lotada no Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas. Possui graduação em Letras pela Universidade Federal Fluminense – UFF (1974), Mestrado em Letras também pela UFF (1983), Doutorado em Letras (Letras Vernáculas / Língua Portuguesa) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1998), tendo concluído Pós-Doutorado na Universidade Federal de Minas Gerais (agosto de 2007). Também receberam destaque os docentes Daniel Cardoso Moraes de Oliveira (Instituto de Computação) e Jorge Simões de Sá Martins (Instituto de Física), pelo relevante comprometimento com o ensino e o desenvolvimento de estudantes de cursos de graduação. Para Márcio Cataldi, primeiro colocado no prêmio de excelência em docência, “a homenagem reflete toda a minha carreira desde que entrei na UFF, e minha tentativa de atuar da forma mais indissociável possível nos três eixos que constituem os pilares da universidade: ensino, pesquisa e extensão. O prêmio reflete o quanto isso é relevante para a formação dos alunos e o quanto melhora o ensino e possibilita que a universidade pública ofereça um serviço de qualidade, com a sua hegemonia e independência”, enfatiza Laura Acadêmica A Prograd homenageou 116 estudantes que se destacaram durante o ano letivo. Entre os alunos laureados, destaca-se a recém-formada em Serviço Social Brenda Luanda Silva Costa. “A graduação na UFF me proporcionou experiências excepcionais, inclusive a participação em grupos de pesquisa e estudo. Hoje posso dizer que sou muito realizada com esse curso e com a universidade. Já estou trabalhando como assistente social na Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos da Prefeitura de Niterói e receber esse prêmio está sendo como encerrar esse capítulo com chave de ouro e que outros se iniciem, porque a minha pretensão é de continuar em contato com a universidade na forma de um mestrado, de um projeto de extensão. Só posso dizer que estou muito feliz por ter sido nomeada para receber esse prêmio”, celebra. Outro homenageado é o estudante de medicina Weydler Campos Hottz Corbiceiro: "Essa premiação é resultado de um trabalho compartilhado. Algumas peças são essenciais para o êxito acadêmico. Os pais, familiares e amigos que vivem juntos os sonhos, as conquistas e as dificuldades da graduação. Os funcionários dos mais variados departamentos que se dedicam e tornam a formação possível. Os professores que são exemplos de resistência, em meio a tantas dificuldades na educação. A UFF, que mostra sua excelência nos três pilares: ensino, extensão e pesquisa. Um prêmio como esse traz ainda a reflexão sobre nosso papel como estudante diante do cenário atual de intensa desvalorização do ensino público. Que nunca esqueçamos que somos frutos de uma educação pública de qualidade e que devemos lutar pela manutenção, expansão e diversidade de sua contribuição para a sociedade”. Prata da Casa Neste ano, o Prêmio Prata da Casa, que homenageia os ex-alunos que se destacaram em suas áreas de atuação, irá premiar os egressos: Allan Deberton, que possui graduação em Ciências Contábeis pela Universidade Estadual do Ceará (2005) e graduação em Comunicação Social - Cinema pela Universidade Federal Fluminense (2010). Allan possui experiência na área de Artes, com ênfase em Cinema e trabalhou com preservação de filmes no Centro Técnico Audiovisual CTAV, Ministério da Cultura (2009-2010). Além disso, dirigiu os premiados “Doce de Coco” (2010), “O Melhor Amigo” (2013), “Os Olhos de Arthur” (2016), que juntos participaram de mais de 100 festivais nacionais e internacionais e conquistaram 49 prêmios. Em 2015, produziu o documentário “Do Outro Lado do Atlântico”, de Márcio Câmara e Daniele Ellery, com estreia no Festival de Havana. Em 2017, coproduziu para a EBC a série de TV “Lana & Carol”, de Samuel Brasileiro e Natalia Maia, e também o longa “Se Arrependimento Matasse”, de Lília Moema. Coproduziu com a Globo Filmes o telefilme "Baião de Dois". Sua mais recente obra foi o filme "Pacarrete", que foi o grande vencedor do 47º Festival de Cinema de Gramado, com um total de oito prêmios, incluindo os principais da competição como "Melhor Filme", “Melhor Direção” (Allan Deberton) e "Melhor Atriz" (Marcélia Cartaxo). E também Pedro Gemal Lanzieri, Bruno Afonso Lagoeiro Jorge e Eduardo Cardoso de Moura. Os três são médicos formados pela UFF, empreendedores e fundadores da PEBMED. São os criadores do Whitebook, o principal aplicativo de conteúdo para a tomada de decisão do médico do Brasil, que já chegou a mais de oito mil conteúdos de 25 especialidades, impactando um total de 360 mil usuários em todo o país. Bruno Afonso conta que desenvolveu, juntamente com seus dois colegas de turma, Pedro e Eduardo, uma empresa que ajuda médicos no apoio à tomada de decisão: “nos formamos na Faculdade de Medicina e criamos uma empresa de tecnologia que cria produtos que auxiliam médicos no dia a dia profissional, para diagnósticos e tratamentos. Temos um produto, que se chama Whitebook, que é hoje a ferramenta médica mais usada no Brasil para decisões clínicas e ajudamos milhares de médicos, impactando a vida de milhões de pacientes. Estamos muito felizes e entendemos que toda a nossa trajetória na UFF como alunos e a influência dos professores ajudou muito a gente a desenvolver esse lado empreendedor também”.
Professor da UFF recebe prêmio na área de logística e transportes com foco na sustentabilidadeO professor do curso de mestrado e da graduação em Administração da UFF, Aurélio Lamare Soares Murta, foi contemplado no último dia 3, com o trófeu Frotas e Fretes Verdes, na categoria Pesquisador Individual. O prêmio é um reconhecimento aos cidadãos que, por meio de pesquisas e estudos científicos, desenvolveram projetos inovadores para a melhoria de produtos e serviços, no que tange à sustentabilidade. A premiação é parte integrante do Seminário Internacional Frotas & Fretes Verdes, realizado pelo Instituto Besc de Humanidades e Economia. O objetivo é promover, difundir e aprimorar o uso eficiente de combustíveis, o desenvolvimento e o uso de materiais, visando evitar o desperdício de recursos e aumentar a eficiência das empresas no transporte de cargas e passageiros, além de reduzir as emissões indesejáveis no Brasil. "Fico muito feliz e honrado em ser premiado como o representante da ciência nacional na minha área: Logística e Transportes. Para mim, este prêmio é o reconhecimento de uma vida inteira dedicada aos estudos, à pesquisa científica e ao ensino sério e de qualidade", ressalta Aurélio Murta.
Aberta a temporada de premiações na UFF: alunos e professores recebem homenagens No dia 02 de dezembro, a Universidade Federal Fluminense será palco de uma grande cerimônia para homenagear seus professores, estudantes e também egressos dos cursos de graduação com destaque em suas áreas. Realizado anualmente pela Pró-Reitoria de Graduação da universidade (Prograd), o evento “Premiações Acadêmicas” tem como intuito valorizar e divulgar o ensino e a aprendizagem promovidos pela UFF, contemplando três categorias de homenagens: o Prêmio de Excelência em Docência, voltado aos professores com elevado engajamento com o ensino da graduação, a Láurea Acadêmica, destinada a discentes com excepcional desempenho nos cursos, e a Prata da Casa, que homenageia egressos ilustres. De acordo com a pró-reitora de graduação, Alexandra Anastácio, nessa edição a premiação traz uma novidade, estendendo também as homenagens a algumas instituições parceiras da UFF, que têm recebido os estudantes para a realização de estágios profissionais e contribuído para a formação dos alunos. Para Alexandra, um dos objetivos é “poder estreitar laços com as instituições que mais recebem os nossos estudantes, trazendo eles para conhecer a universidade e ressaltando o impacto positivo que geram para os alunos, permitindo uma formação profissional ampliada”, destaca. Além disso, segundo a pró-reitora, “a cerimônia tem como intuito valorizar o fazer docente, assim como toda a trajetória do estudante dentro da universidade. Esse é um momento, enfim, em que a gente pode refletir sobre o nosso quadro docente, como está a formação dos nossos estudantes, e homenageá-los, para que sejam símbolos de sucesso de todos os outros da nossa universidade”, comemora. Prêmio de Excelência à Docência As indicações das Unidades Acadêmicas ao Prêmio foram apreciadas por uma comissão, que analisou a documentação dos indicados com base em critérios dispostos em edital, considerando o histórico de atuação e a dedicação dos docentes ao ensino de graduação. Em sua oitava edição, o Prêmio de Excelência em Docência irá premiar esse ano: 1º lugar – Marcio Cataldi, da Escola de Engenharia: lotado no Departamento de Engenharia Agrícola e Meio Ambiente. Possui graduação em Meteorologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (1999), Mestrado em Engenharia Mecânica (2002) e Doutorado em Engenharia Civil também pela UFRJ (2008). Atualmente, é coordenador do curso de Engenharia de Recursos Hídricos e do Meio Ambiente da UFF. 2º lugar – Humberto José Bortolossi, do Instituto de Matemática e Estatística: lotado no Departamento de Matemática Aplicada. Possui graduação em Licenciatura em Matemática pela Universidade Estadual de Maringá, Mestrado em Matemática pelo IMPA e Doutorado em Matemática pela PUC-Rio. Atualmente, é coordenador do núcleo presencial em Matemática no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência – PIBID/UFF. Tem se dedicado ao ensino de Matemática e Estatística com o uso de recursos computacionais e à concepção de livros didáticos para o Ensino Médio. 3º lugar – Rosane Santos Mauro Monnerat, do Instituto de Letras: lotada no Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas. Possui graduação em Letras pela Universidade Federal Fluminense – UFF (1974), Mestrado em Letras também pela UFF (1983), Doutorado em Letras (Letras Vernáculas / Língua Portuguesa) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1998), tendo concluído Pós-Doutorado na Universidade Federal de Minas Gerais (agosto de 2007). Também receberam destaque os docentes Daniel Cardoso Moraes de Oliveira (Instituto de Computação) e Jorge Simões de Sá Martins (Instituto de Física), pelo relevante comprometimento com o ensino e o desenvolvimento de estudantes de cursos de graduação. Para Márcio Cataldi, primeiro colocado no prêmio de excelência em docência, “a homenagem reflete toda a minha carreira desde que entrei na UFF, e minha tentativa de atuar da forma mais indissociável possível nos três eixos que constituem os pilares da universidade: ensino, pesquisa e extensão. O prêmio reflete o quanto isso é relevante para a formação dos alunos e o quanto melhora o ensino e possibilita que a universidade pública ofereça um serviço de qualidade, com a sua hegemonia e independência”, enfatiza. Láurea Acadêmica A Prograd irá homenagear 116 estudantes que se destacaram durante o ano letivo. Entre os alunos laureados, destaca-se a recém-formada em Serviço Social Brenda Luanda Silva Costa. “A graduação na UFF me proporcionou experiências excepcionais, inclusive a participação em grupos de pesquisa e estudo. Hoje posso dizer que sou muito realizada com esse curso e com a universidade. Já estou trabalhando como assistente social na Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos da Prefeitura de Niterói e receber esse prêmio está sendo como encerrar esse capítulo com chave de ouro e que outros se iniciem, porque a minha pretensão é de continuar em contato com a universidade na forma de um mestrado, de um projeto de extensão. Só posso dizer que estou muito feliz por ter sido nomeada para receber esse prêmio”, celebra. Outro homenageado é o estudante de medicina Weydler Campos Hottz Corbiceiro: "Essa premiação é resultado de um trabalho compartilhado. Algumas peças são essenciais para o êxito acadêmico. Os pais, familiares e amigos que vivem juntos os sonhos, as conquistas e as dificuldades da graduação. Os funcionários dos mais variados departamentos que se dedicam e tornam a formação possível. Os professores que são exemplos de resistência, em meio a tantas dificuldades na educação. A UFF, que mostra sua excelência nos três pilares: ensino, extensão e pesquisa. Um prêmio como esse traz ainda a reflexão sobre nosso papel como estudante diante do cenário atual de intensa desvalorização do ensino público. Que nunca esqueçamos que somos frutos de uma educação pública de qualidade e que devemos lutar pela manutenção, expansão e diversidade de sua contribuição para a sociedade”. Prata da Casa Neste ano, o Prêmio Prata da Casa, que homenageia os ex-alunos que se destacaram em suas áreas de atuação, irá premiar os egressos: Allan Deberton, que possui graduação em Ciências Contábeis pela Universidade Estadual do Ceará (2005) e graduação em Comunicação Social - Cinema pela Universidade Federal Fluminense (2010). Allan possui experiência na área de Artes, com ênfase em Cinema e trabalhou com preservação de filmes no Centro Técnico Audiovisual CTAV, Ministério da Cultura (2009-2010). Além disso, dirigiu os premiados “Doce de Coco” (2010), “O Melhor Amigo” (2013), “Os Olhos de Arthur” (2016), que juntos participaram de mais de 100 festivais nacionais e internacionais e conquistaram 49 prêmios. Em 2015, produziu o documentário “Do Outro Lado do Atlântico”, de Márcio Câmara e Daniele Ellery, com estreia no Festival de Havana. Em 2017, coproduziu para a EBC a série de TV “Lana & Carol”, de Samuel Brasileiro e Natalia Maia, e também o longa “Se Arrependimento Matasse”, de Lília Moema. Coproduziu com a Globo Filmes o telefilme "Baião de Dois". Sua mais recente obra foi o filme "Pacarrete", que foi o grande vencedor do 47º Festival de Cinema de Gramado, com um total de oito prêmios, incluindo os principais da competição como "Melhor Filme", “Melhor Direção” (Allan Deberton) e "Melhor Atriz" (Marcélia Cartaxo). E também Pedro Gemal Lanzieri, Bruno Afonso Lagoeiro Jorge e Eduardo Cardoso de Moura. Os três são médicos formados pela UFF, empreendedores e fundadores da PEBMED. São os criadores do Whitebook, o principal aplicativo de conteúdo para a tomada de decisão do médico do Brasil, que já chegou a mais de oito mil conteúdos de 25 especialidades, impactando um total de 360 mil usuários em todo o país. Bruno Afonso conta que desenvolveu, juntamente com seus dois colegas de turma, Pedro e Eduardo, uma empresa que ajuda médicos no apoio à tomada de decisão: “nos formamos na Faculdade de Medicina e criamos uma empresa de tecnologia que cria produtos que auxiliam médicos no dia a dia profissional, para diagnósticos e tratamentos. Temos um produto, que se chama Whitebook, que é hoje a ferramenta médica mais usada no Brasil para decisões clínicas e ajudamos milhares de médicos, impactando a vida de milhões de pacientes. Estamos muito felizes e entendemos que toda a nossa trajetória na UFF como alunos e a influência dos professores ajudou muito a gente a desenvolver esse lado empreendedor  também”. Serviço A cerimônia será realizada no dia 02 de dezembro de 2019, às 18 horas, no Auditório do Instituto de História, Bloco P, térreo, Campus do Gragoatá, Niterói. Confira abaixo a lista dos 116 alunos laureados.  
Premiações Acadêmicas UFF 2019  No próximo dia 02 de dezembro, a Universidade Federal Fluminense realizará o evento “Premiações Acadêmicas”, que reúne a”Laurea Acadêmica”, o “Prêmio Prata da Casa” e o “Prêmio Excelência em Docência”. A Laurea Acadêmica é uma honraria destinada a estudantes de graduação com o Coeficiente de Rendimento mais elevado, que tenha se destacado durante o seu curso na UFF. Esse ano, serão 116 laureados colados em evidência durante a cerimônia. O Prêmio de Excelência em Docência, este ano em sua oitava edição, foi criado por iniciativa da Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD) em 2012, e tem como objetivo estimular e valorizar as ações no ensino de graduação por meio do reconhecimento dos docentes que a ele se dedicam. Serão premiados este ano: 1º lugar – Marcio Cataldi, da Escola de Engenharia: Docente lotado no Departamento de Engenharia Agrícola e Meio Ambiente. Possui graduação em Meteorologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (1999), Mestrado em Engenharia Mecânica (2002) e Doutorado em Engenharia Civil também pela UFRJ (2008). Atualmente, é Coordenador do Curso de Engenharia de Recursos Hídricos e do Meio Ambiente da UFF. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Micrometeorologia, Previsão do Tempo e clima, atuando principalmente nos seguintes temas: camada limite, modelagem atmosférica e hidrológica, turbulência, energia, variabilidade e mudança climática, instrumentação de baixo custo e previsão do tempo e clima. 2º lugar – Humberto José Bortolossi, do Instituto de Matemática e Estatística: Docente lotado no Departamento de Matemática Aplicada. Possui graduação em Licenciatura em Matemática pela Universidade Estadual de Maringá, Mestrado em Matemática pelo IMPA e Doutorado em Matemática pela PUC-Rio. Atualmente, é coordenador do núcleo presencial em Matemática no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de iniciação à Docência – PIBID/UFF. Tem se dedicado ao ensino de Matemática e Estatística com o uso de recursos computacionais e à concepção de livros didáticos para o Ensino Médio. 3º lugar – Rosane Santos Mauro Monnerat, do Instituto de Letras: Docente lotada no Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas. Possui Graduação em Letras pela Universidade Federal Fluminense – UFF (1974), Mestrado em Letras também pela UFF (1983), Doutorado em Letras (Letras Vernáculas / Língua Portuguesa) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1998), tendo concluído Pós-Doutorado na Universidade Federal de Minas Gerais (agosto de 2007). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Língua Portuguesa, atuando principalmente nos seguintes temas: a interface texto / gramática; Linguística Textual; Análise do Discurso; Imaginários sociais; Ideologia; Discurso publicitário. O Prêmio Prata da Casa homenageia os ex-alunos que se destacaram em suas áreas de atuação. Neste ano, serão evidenciados: Allan Deberton Allan Deberton possui graduação em Ciências Contábeis pela Universidade Estadual do Ceará (2005) e graduação em Comunicação Social - Cinema pela Universidade Federal Fluminense (2010). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Cinema. Trabalhou com preservação de filmes no Centro Técnico Audiovisual CTAV, Ministério da Cultura (2009-2010). Dirigiu os premiados “Doce de Coco” (2010), “O Melhor Amigo” (2013), “Os Olhos de Arthur” (2016), que juntos participaram de mais de 100 festivais nacionais e internacionais e conquistaram 49 prêmios. Em 2015, produziu o longa documentário “Do Outro Lado do Atlântico”, de Márcio Câmara e Daniele Ellery, com estreia no Festival de Havana. Em 2017, co-produziu para a EBC a série de TV “Lana & Carol”, de Samuel Brasileiro e Natalia Maia; o longa “Se Arrependimento Matasse”, de Lília Moema. Co-produziu com a Globo Filmes o telefilme "Baião de Dois". Sua mais recente obra foi o filme "Pacarrete"; a obra rodada em Russas (165 km de Fortaleza) foi a grande vencedora do 47º Festival de Cinema de Gramado, com um total de oito prêmios, incluindo os principais da competição como "Melhor Filme", “Melhor Direção” (Allan Deberton) e "Melhor Atriz" (Marcélia Cartaxo). Completa a lista gloriosa de "Pacarrete" as vitórias por "Melhor Roteiro" (Allan Deberton, André Araújo, Natália Maia e Samuel Brasileiro), "Melhor Atriz Coadjuvante" (Soia Lira), "Melhor Ator Coadjuvante" (João Miguel), “Melhor Desenho de Som” (Cauê Custódio e Rodrigo Ferrante) e "Júri Popular". Pedro Gemal Lanzieri, Bruno Afonso Lagoeiro Jorge e Eduardo Cardoso de  Moura Médicos, formados pela UFF, empreendedores e fundadores da PEBMED, Bruno Lagoeiro, Eduardo Moura e Pedro Geral são os criadores do Whitebook, o principal aplicativo de conteúdo para a tomada de decisão do médico do Brasil, que já chegou a mais de 8 mil conteúdos de 25 especialidades, impactando um total de 360 mil usuários em todo o país. A cerimônia será realizada no dia 02 de dezembro, no Auditório do Instituto de História , Bloco P – Térreo, às 18h.
Premiações Acadêmicas UFF homenageia estudantes, pratas da casa e professoresSerão três prêmios reunidos em uma noite de homenagens No próximo dia 02 de dezembro, a Universidade Federal Fluminense realizará o evento “Premiações Acadêmicas”, que reúne a”Laurea Acadêmica”, o “Prêmio Prata da Casa” e o “Prêmio Excelência em Docência”. A Laurea Acadêmica é uma honraria destinada a estudantes de graduação com o Coeficiente de Rendimento mais elevado, que tenha se destacado durante o seu curso na UFF. Esse ano, serão 116 laureados colados em evidência durante a cerimônia. O Prêmio de Excelência em Docência, este ano em sua oitava edição, foi criado por iniciativa da Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD) em 2012, e tem como objetivo estimular e valorizar as ações no ensino de graduação por meio do reconhecimento dos docentes que a ele se dedicam. Serão premiados este ano: 1º lugar – Marcio Cataldi, da Escola de Engenharia: Docente lotado no Departamento de Engenharia Agrícola e Meio Ambiente. Possui graduação em Meteorologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ (1999), Mestrado em Engenharia Mecânica (2002) e Doutorado em Engenharia Civil também pela UFRJ (2008). Atualmente, é Coordenador do Curso de Engenharia de Recursos Hídricos e do Meio Ambiente da UFF. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Micrometeorologia, Previsão do Tempo e clima, atuando principalmente nos seguintes temas: camada limite, modelagem atmosférica e hidrológica, turbulência, energia, variabilidade e mudança climática, instrumentação de baixo custo e previsão do tempo e clima. 2º lugar – Humberto José Bortolossi, do Instituto de Matemática e Estatística: Docente lotado no Departamento de Matemática Aplicada. Possui graduação em Licenciatura em Matemática pela Universidade Estadual de Maringá, Mestrado em Matemática pelo IMPA e Doutorado em Matemática pela PUC-Rio. Atualmente, é coordenador do núcleo presencial em Matemática no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de iniciação à Docência – PIBID/UFF. Tem se dedicado ao ensino de Matemática e Estatística com o uso de recursos computacionais e à concepção de livros didáticos para o Ensino Médio. 3º lugar – Rosane Santos Mauro Monnerat, do Instituto de Letras: Docente lotada no Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas. Possui Graduação em Letras pela Universidade Federal Fluminense – UFF (1974), Mestrado em Letras também pela UFF (1983), Doutorado em Letras (Letras Vernáculas / Língua Portuguesa) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1998), tendo concluído Pós-Doutorado na Universidade Federal de Minas Gerais (agosto de 2007). Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Língua Portuguesa, atuando principalmente nos seguintes temas: a interface texto / gramática; Linguística Textual; Análise do Discurso; Imaginários sociais; Ideologia; Discurso publicitário.   O Prêmio Prata da Casa homenageia os ex-alunos que se destacaram em suas áreas de atuação. Neste ano, serão evidenciados: Allan Deberton Allan Deberton possui graduação em Ciências Contábeis pela Universidade Estadual do Ceará (2005) e graduação em Comunicação Social - Cinema pela Universidade Federal Fluminense (2010). Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Cinema. Trabalhou com preservação de filmes no Centro Técnico Audiovisual CTAV, Ministério da Cultura (2009-2010). Dirigiu os premiados “Doce de Coco” (2010), “O Melhor Amigo” (2013), “Os Olhos de Arthur” (2016), que juntos participaram de mais de 100 festivais nacionais e internacionais e conquistaram 49 prêmios. Em 2015, produziu o longa documentário “Do Outro Lado do Atlântico”, de Márcio Câmara e Daniele Ellery, com estreia no Festival de Havana. Em 2017, co-produziu para a EBC a série de TV “Lana & Carol”, de Samuel Brasileiro e Natalia Maia; o longa “Se Arrependimento Matasse”, de Lília Moema. Co-produziu com a Globo Filmes o telefilme "Baião de Dois". Sua mais recente obra foi o filme "Pacarrete"; a obra rodada em Russas (165 km de Fortaleza) foi a grande vencedora do 47º Festival de Cinema de Gramado, com um total de oito prêmios, incluindo os principais da competição como "Melhor Filme", “Melhor Direção” (Allan Deberton) e "Melhor Atriz" (Marcélia Cartaxo). Completa a lista gloriosa de "Pacarrete" as vitórias por "Melhor Roteiro" (Allan Deberton, André Araújo, Natália Maia e Samuel Brasileiro), "Melhor Atriz Coadjuvante" (Soia Lira), "Melhor Ator Coadjuvante" (João Miguel), “Melhor Desenho de Som” (Cauê Custódio e Rodrigo Ferrante) e "Júri Popular". Pedro Gemal Lanzieri, Bruno Afonso Lagoeiro Jorge e Eduardo Cardoso de  Moura Médicos, formados pela UFF, empreendedores e fundadores da PEBMED, Bruno Lagoeiro, Eduardo Moura e Pedro Geral são os criadores do Whitebook, o principal aplicativo de conteúdo para a tomada de decisão do médico do Brasil, que já chegou a mais de 8 mil conteúdos de 25 especialidades, impactando um total de 360 mil usuários em todo o país. A cerimônia será realizada no dia 02 de dezembro, no Auditório do Instituto de História , Bloco P – Térreo, às 18h.
Teses de Engenharia da UFF recebem Prêmio Casa FirjanNo último dia 8 de novembro, foi publicado o resultado do Prêmio Casa Firjan e duas teses defendidas na Universidade Federal Fluminense na área de Engenharia foram premiadas na categoria Futuro do Trabalho. O Prêmio Casa Firjan foi criado para reconhecer pesquisas de mestrado e doutorado, aprovadas por instituições de ensino no estado do Rio de Janeiro nos últimos três anos, que abordam o futuro do trabalho e a reinvenção das empresas. Nesse sentido, a premiação aproxima o meio acadêmico com o mundo do trabalho, fomentando a discussão sobre políticas públicas no setor. As duas teses premiadas são de autoria de Simone Metello de Mattos Castro e Adriane Quelhas e são intituladas, respectivamente, “Reflexos do teletrabalho no comprometimento organizacional, intenção de sair, satisfação e exaustão no trabalho” (2019)  e “Modelo para medir a aderência da cultura, clima e comportamento organizacional em uma empresa de construção civil no estado do Rio de Janeiro” (2017). “Esse prêmio significa um reconhecimento da minha dedicação e amor à pesquisa acadêmica. É possível reduzir o abismo que existe hoje no Brasil entre as universidades e as organizações e criar uma nova relação entre teoria e prática na reinvenção das empresas", afirma Adriane. O Prêmio Casa Firjan faz parte do programa “Pensamento”, que provoca o diálogo e a troca com diferentes públicos e ecossistemas. O projeto é uma iniciativa que visa valorizar a pesquisa no nosso estado e estimular estudos nas temáticas relacionadas à inovação e ao futuro do trabalho. Ao total, foram realizadas 117 inscrições de 22 instituições de ensino do estado, sendo 87 dissertações de mestrado e 30 teses de doutorado.
Professor da UFF é finalista do Prêmio Nacional do TurismoO professor da Faculdade de Turismo e Hotelaria e coordenador do Programa de Pós-graduação em Turismo da UFF, Marcello Tomé, foi indicado como finalista na categoria Academia do Prêmio Nacional do Turismo 2019 - Profissionais de Destaque. O objetivo da premiação é identificar, reconhecer e valorizar profissionais que tenham inovado e atuado de forma proativa em benefício do desenvolvimento turístico no país nos últimos 24 meses. Marcello realiza ações de ensino, pesquisa e extensão sobre Turismo e Acessibilidade, com destaque para o projeto Vivências em Acessibilidade. “Os especialistas da área indicaram inicialmente 15 nomes de cada categoria e depois selecionaram cinco finalistas e estou entre os selecionados, sendo o único professor de uma instituição da região sudeste. Fiquei surpreso e feliz com a indicação”, comemora. Além de prestar uma homenagem justa pelo trabalho realizado, o Ministério do Turismo - responsável pela premiação - busca reconhecer e valorizar tais profissionais, estimulando o engajamento e a atuação em benefício do desenvolvimento do Turismo no Brasil. Até o dia 01 de dezembro, está aberta a votação popular para seleção e identificação dos profissionais premiados. Para votar e prestigiar nossa universidade, acesse o link: https://bit.ly/2XoFwEF
UFF divulga resultado do IX Seminário de Iniciação à InovaçãoA Universidade Federal Fluminense por meio de sua Agência de Inovação - AGIR torna público o resultado final do IX Seminário de Iniciação à Inovação: CIÊNCIAS HUMANAS/SOCIAIS/LINGUÍSTICA Os projetos premiados foram: 1º PROJETO: Elaboração de um kit de materiais didáticos inovadores na perspectiva da cegueira para divulgação e ensino da Biotecnologia ORIENTADOR: Lucianne Fragel Madeira BOLSISTA: Maria Emanuelle Argentino da Cunha Neves 2º PROJETO: Cartografia do cooperativismo na Costa Verde: por uma gestão de resíduos socialmente inclusiva e participativa ORIENTADOR: Maria Raquel Passos Lima BOLSISTA: Barbara da Costa Amoras 3º PROJETO: Escritório Modelo de Memes ORIENTADOR: Viktor Henrique Carneiro de Souza Chagas BOLSISTA: Carlos Gabriel Bonifácio Oliveira da Silva CIÊNCIAS BIOLÓGICAS/SAÚDE Os projetos premiados foram: 1º PROJETO: Desenvolvimento de método de diagnóstico molecular “in house” para Staphylococcus aureus resistente a meticilina (MRSA) baseado em metodologia PCR-multiplex ORIENTADOR: Fabio Aguiar Alves BOLSISTA: Amanda Mendes do Valle 2º PROJETO: Abuso de drogas e a escola: como as Neurociências interferem nas regras do jogo? ORIENTADOR: Priscilla Oliveira Silva Bomfim BOLSISTA: Giovanna Vicenta de Oliveira Braga 3º PROJETO: “SMILES 3D. Plataforma eletrônica de serviços para odontologia digital” ORIENTADOR: Luiz Mota Mendes BOLSISTA: Vinícius Chaves Pedrosa CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA/ENGENHARIA/AGRÁRIAS Os projetos premiados foram: 1º PROJETO: Planejamento e Processo de Produção de Selenonaftoquinonas com Potencial Aplicação Farmoquímica ORIENTADOR: Vanessa do Nascimento BOLSISTA: Luana da Silva Gomes 2º PROJETO:  Projeto de Sistema de Medição e Controle da Qualidade do Ar em Ambientes Fechados Utilizando Arduino e Scilab ORIENTADOR: Lizandro de Sousa Santos BOLSISTA: Renzo França Decnop Pereira da Silva 3º PROJETO: Desenvolvimento e aplicação de eletrodos compósitos descartáveis revestidos por bismuto visando determinação de metais em amostras de cosméticos e shampoos mineralizadas ORIENTADOR: Felipe Silva Semaan BOLSISTA: Mariana Celi de Oliveira Gonçalves
PROAES realiza a premiação da VII Semana de Desenvolvimento Acadêmico No dia 25 de outubro, foi realizada a 2º etapa da VII Semana de Desenvolvimento Acadêmico/SDA, os bolsistas apresentaram pela manhã os relatos das pesquisas realizadas durante o primeiro semestre de 2019. Os projetos são divididos em oito áreas de conhecimento do CNPq: Ciências Agrárias; Ciências Biológicas; Letras, Linguística e Artes; Ciências Sociais Aplicadas; Ciências Humanas; Engenharias; Ciências Exatas e da Terra e Ciências da Saúde. A Bolsa de Desenvolvimento Acadêmico é anual e  tem por objetivo integrar ações de apoio socioeconômico ao acadêmico, a fim de contribuir para o pleno desenvolvimento dos estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica e garantir a permanência e conclusão dos estudantes na Educação Superior. Neste ano, houve um aumento de bolsas, totalizando 739 projetos cadastrados, contemplando e contribuindo no conhecimento e aprendizado de mais alunos. Na parte da tarde foi realizada a premiação dos projetos em 1º, 2º e 3º lugar de cada área, com a presença dos professores orientadores. O reitor Antônio Cláudio da Nóbrega esteve presente parabenizando e incentivando aos alunos na continuação no cumprimento das etapas e na realização dos sonhos, lembrando que a recompensa é a própria jornada. “A minha experiência neste projeto visa muito mais do que o aspecto de observar o estudante de Direito como um mero operador. Ele deve ser um conscientizador e um agente social para buscar melhorias na sociedade. Não podemos deixar que a injustiça tome conta da nossa sociedade e muito menos que ela seja consolidada na mente dos novos, somos jovens também, e por isso nós devemos ter esse papel de líderes de uma mudança que não é só para nós, é para eles e para as próximas gerações”, relata Micael Guedes - aluno do curso de Direito do Campus de Macaé. A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis agradece a presença de todos, professores convidados, professores orientadores, alunos e ouvintes que prestigiaram as apresentações e a premiação.
Coordenação de Pesquisa divulga resultado final do XXIX Seminário de IC - Prêmio Vasconcellos TorresA PROPPI por meio da Coordenação de Pesquisa informa os vencedores do XXIX Seminário de Iniciação Científica - Prêmio Vasconcellos Torres. Gostaríamos de parabenizar os bolsistas e orientadores que participaram. Acesse a lista com os 3 primeiros colocados aqui.
Premiados com a Menção Honrosa no XXIX Seminário de Iniciação CientíficaA Coordenação de Pesquisa da PROPPI divulga os premiados com Menção Honrosa do XXIX Seminário de Iniciação Científica. Parabenizamos aos alunos e professores por participarem do evento de Iniciação Científica. Confira os premiados em: http://abre.ai/mencaohonrosa
Professor da UFF é admitido no Hall da Fama da InternetNo último dia 27 de setembro, o professor titular do Instituto de Computação (IC-UFF), Michael Stanton, foi admitido no Hall da Fama da Internet por sua contribuição para o desenvolvimento da internet global. A cerimônia foi realizada em San José, na Costa Rica. Michael, que também é cientista de redes e ex-diretor de pesquisa e desenvolvimento da organização social Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), recebeu a premiação junto com outras dez pessoas do mundo todo, por seus papéis extraordinários na conceptualização, construção e expansão da Internet em escala global. “Esse prêmio reconhece as contribuições que fiz ao longo da minha carreira para o desenvolvimento da Internet. De 1986, quando primeiro me interessei pelo tema, até o momento, passei 20 anos como professor ativo da UFF e, neste período, estive muito focado em atividades ligadas à Internet. Fui o primeiro docente a abordar o tema nas aulas da graduação e pós-graduação, além de ter orientado pesquisas na área”, relata o professor. O Hall da Fama da Sociedade da Internet foi lançado em 2012 e também funciona como um museu virtual que tem como objetivo celebrar a história viva da Internet. Michael, considerado um dos responsáveis pela chegada da Internet ao Brasil em 1992, também participou do projeto e construção da rede interna da instituição em Niterói entre 1997 e 2000, quando foram instaladas conexões em fibra óptica a mais de 50 prédios em 12 campi da universidade, sendo estes campi interconectados por 12 km de cabos ópticos pertencentes à UFF suspensos dos postes de energia elétrica da cidade. A abordagem própria de infraestrutura óptica foi pioneira nas redes acadêmicas no Brasil e serviu de modelo, a partir de 2004, a outros projetos semelhantes para a construção de redes metropolitanas pela RNP (projeto Redecomep) em mais de 40 cidades no país inteiro, entre as quais Rio de Janeiro, Petrópolis e Niterói. "A grande vantagem do uso de infraestrutura própria de fibras ópticas é a facilidade da atualização da capacidade das conexões, requerendo apenas a substituição das interfaces ópticas dos equipamentos de conexão à rede. Isto facilita modernizar o funcionamento das redes, sem grandes gastos”, explica. A partir dessas realizações, Michael contribuiu significativamente para a implantação de redes ópticas escaláveis na América do Sul e suas conexões intercontinentais com os EUA, a África e a Europa, o que culminou em seu reconhecimento internacional. Ao total, foram admitidos ao Hall da Fama da Internet 115 membros. Do Brasil, além do professor Michael Stanton também foram premiados Demi Getschko (2014), atualmente presidente do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR, e Tadao Takahashi (2017), primeiro coordenador do projeto RNP do CNPq, entre 1989 e 1996. “Estou muito feliz por ter sido admitido ao Hall da Fama por minhas contribuições a esse coletivo de realização”, conclui.  
Professor da UFF recebe prêmio Troféu Frotas & Fretes verdes 2019Na última segunda-feira (16/09), Aurélio Lamare Soares Murta, professor do curso de Administração da Universidade Federal Fluminense (UFF), foi contemplado com o prêmio “Troféu Frotas & Fretes verdes 2019”. Este prêmio é concedido ao pesquisador cientista que mais se destacou por suas publicações e contribuições para a ciência logística no ano de 2019. Acontece por meio de uma votação nos quais participam cientistas, empresários, membros da administração direta, membros do Executivo Federal, membros de associações relacionadas ao tema e o público em geral. A cerimônia de premiação será em Dezembro e contará com a presença do ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações astronauta Marcos Pontes e demais personalidades do setor de logística e transporte do Brasil.
Professora da UFF ganha prêmio internacional com pesquisa anti-tuberculoseO Relatório Mundial da Tuberculose 2018 divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) identificou poucas alternativas de tratamentos em potencial para infecções resistentes a antibióticos, sendo uma dessas ameaças a chamada tuberculose multidroga resistente (TB-MDR), que mata a cada ano mais de um milhão de pessoas. Grande parte dos medicamentos produzidos para o tratamento da tuberculose que se encontram em etapa de desenvolvimento são modificações de antibióticos já existentes, sendo assim, são meramente soluções a curto prazo. Com foco nessa realidade, a equipe de alunos coordenados pela professora Vanessa do Nascimento, do Laboratório SupraSelen, localizado no Instituto de Química da Universidade Federal Fluminense, reuniu esforços com outros dois docentes do Departamento de Química Orgânica, Marcela Cristina de Moraes e Fernando de Carvalho da Silva; e um do Departamento de Tecnologia Farmacêutica, Vitor Francisco Ferreira, para o desenvolvimento  de uma pesquisa que testou moléculas derivadas da vitamina K contendo selênio — mineral que entre seus principais benefícios combate o envelhecimento celular — para verificar sua atividade contra a tuberculose. O estudo realizado desde 2016 comprovou a eficiência do material testado no combate à doença. Segundo a idealizadora do SupraSelen e professora do Departamento de Química Orgânica, Vanessa do Nascimento, o trabalho mantém uma promessa de progresso adicional na descoberta de novos antibióticos contra a doença resistente a medicamentos que são oferecidos pela indústria farmacêutica atualmente. “No presente momento, estamos finalizando os testes de toxicidade. A pesquisa é bastante promissora; sendo assim, esperamos que tenha alto impacto não só para a comunidade científica como para a sociedade em geral”, ressalta. Uma das linhas de pesquisa desenvolvidas na pesquisa premiada apresenta caráter único e inédito para a ciência brasileira: a química supramolecular. De acordo com a professora, tal vertente visa estudar as características básicas das interações que ocorrem em casos de quando um suporte para organismos vivos, conhecido como substrato, se liga a uma proteína que dinamiza reações químicas (chamada enzima); e em casos de quando uma droga se adere ao seu alvo ou quando são propagados sinais entre células. A química supramolecular também pode ser implementada em sistemas mais complexos, assim como auxiliar na elaboração de sensores moleculares, nanomateriais (substâncias químicas inovadoras até 10 mil vezes menores que o diâmetro de um fio de cabelo humano), e também colabora no encapsulamento de drogas. “Para atrair os alunos no início, já que era um laboratório que ainda estava começando, nós trabalhamos a partir do encantamento: tentei passar para eles o que eu vejo da ciência e os encorajei a vestir a camisa e lutar comigo”, Vanessa do Nascimento. O estudo, denominado “Design and synthesis of selenium-containing naphthoquinone derivatives as antitubercular leads against clinical multidrug resistant isolates of Mycobacterium tuberculosis” foi apresentado no 8º Workshop da Rede Científica Internacional Selênio Enxofre e Catálise Redox (WSeS-8), ocorrido em junho deste ano na Itália, evento que reuniu centenas de cientistas de mais de 40 diferentes instituições de ensino espalhadas pelo mundo, tais como a Universidade de Copenhagen e a Universidade de Montevidéu. Na ocasião, a professora recebeu o prêmio PeerJ Award, e em função da premiação, foi concedido a Vanessa do Nascimento um espaço para publicação gratuita na revista inglesa de divulgação científica PeerJ Life & Environment, além de conceder uma entrevista para a versão online sobre o trabalho desenvolvido por ela no Laboratório SupraSelen. Novas alternativas Conhecida como o “mal do século” que assolou o mundo no século XIX, a tuberculose é vista como uma enfermidade do passado. Entretanto, só em 2017, provocou ao redor do mundo 1,3 bilhão de mortes, de acordo com a OMS. Causada pela bactéria Mycobacterium tuberculosis, a doença geralmente atinge os pulmões – podendo também afetar outras partes do corpo. Porém, apesar do alto número de infectados, um dos maiores obstáculos em relação ao tratamento provém da resistência das bactérias aos medicamentos fornecidos pelo mercado farmacêutico. A partir dessa constatação emergencial, a pesquisadora Vanessa criou em 2016 o Laboratório SupraSelen, especializado na obtenção de moléculas de selênio, que podem posteriormente serem utilizadas na composição de antioxidantes e anti-inflamatórios, por exemplo. Os estudos com o selênio orientam a equipe na criação de novos produtos para o tratamento da tuberculose e outras doenças negligenciadas. “Sintetizamos moléculas que facilitam processos já utilizados pela indústria farmacêutica, tornando os medicamentos mais baratos ou melhor fabricados”, explica a pesquisadora. “Fazemos compostos que podem virar fármacos, um tipo de molécula que facilita a produção dos já existentes ou potencializamos sua atividade no organismo humano; também conseguimos minimizar efeitos colaterais provocados pelas drogas”, ressalta. Dividindo o espaço físico do laboratório com os docentes Sérgio Pinheiro, Carlos Magno Rocha Ribeiro e Florence Moellman, cada qual trabalhando com seus alunos individualmente, Vanessa encontrou desafios na criação e posterior continuidade do SupraSelen. O capital encontrado para a manutenção do laboratório veio do auxílio do Programa de Fomento à Pesquisa da UFF (FOPESQ) e de um auxílio do Programa de Pós-graduação em Química aos docentes. Segundo ela, “para atrair os alunos no início, já que era um laboratório que ainda estava começando, nós trabalhamos a partir do encantamento: tentei passar para eles o que eu vejo da ciência e os encorajei a vestir a camisa e lutar comigo.” Atualmente, a docente da UFF orienta uma estudante de mestrado, dois de doutorado e quatro de iniciação científica, além de co-orientar uma doutoranda. A aluna de doutorado e orientanda no SupraSelen, Ingrid Cavalcanti, relata que essa conquista trouxe esperança para o trabalho desempenhado com poucos recursos. “Nós sonhamos alto e conseguimos aos trancos e barrancos. Temos que ser bastante focados. Tudo o que produzimos serve de base pra mim, que pretendo seguir a carreira acadêmica. Temos dificuldades em relação à aquisição de material ou a burocracias, equipamentos caros; mas a universidade em si incentiva muito as pesquisas”. A participação dos discentes em projetos fornecem um retorno à sociedade — no caso, a produção de novos fármacos para um tratamento mais eficaz contra a tuberculose —,  reafirmando um desempenho e compromisso ímpares da comunidade acadêmica da UFF, assim como das outras universidades do país. Ainda há muito trabalho pela frente. “A curto e médio prazo desejamos a publicação de artigos referentes às pesquisas e reconhecimento por parte da academia científica”, relata a pesquisadora. “A longo prazo, por que não, buscamos despertar o interesse de alguma indústria farmacêutica e sermos detentores da criação de um novo medicamento, produzido industrialmente, sendo capaz de ajudar a população, principalmente a de baixa renda”, conclui.  
Alunos da Engenharia de Produção de Petrópolis têm projeto premiado em congresso na TunísiaUma equipe de alunos de Engenharia de Produção da UFF de Petrópolis recebeu mais uma premiação internacional para a universidade com um projeto sobre aprimoramento de descartes e redução de desperdício pensado para uma empresa na área de soldagem. Os graduandos de Engenharia de Produção alcançaram a terceira colocação na categoria de estudantes em um congresso voltado para a inovação na área de aprendizagem ativa em Engenharia, conhecido como PAEE/ALE, que foi realizado na Tunísia no mês de junho. O evento contou com a presença de renomados pesquisadores e alunos de diversos países de todo o mundo. O projeto da equipe foi desenvolvido a partir de uma disciplina da graduação, “Projetos de Sistemas de Produção I”, na qual os graduandos, através de parcerias, prestam atendimentos a companhias interessadas. Nesse caso, as orientações foram direcionadas à alemã “Abicor Binzel Brasil”, que solicitou instruções na área de sustentabilidade - especificamente sobre gestão de resíduos sólidos - com o objetivo de aprimorar os descartes e zerar o desperdício. O trabalho realizado junto à Abicor se intitula “Gestão de resíduos sólidos em uma empresa de tecnologia de soldagem” e foi implementado por quatro estudantes petropolitanos: João Pedro Araújo, Fernanda da Rocha, Joel Alves Meira e Rennan Barros, orientados pelo professor Moacyr Figueiredo. “Mapeamos todo o sistema deles, desde a produção até a administração, identificando gerações de resíduos. Após essa fase, analisamos os problemas relacionados ao tema, agrupando-os em ‘famílias’, e levantamos suas causas. Por fim, propusemos grupos de soluções adequadas aos princípios de sustentabilidade. Em suma, indicamos o destino de cada material descartado na produção”, explicou João Pedro. A empresa, que atua na área de soldagem, usa primordialmente o latão como matéria-prima. Dez toneladas desse material são utilizadas anualmente e 10% do total é descartado. Com a coleta seletiva proposta pelos alunos da UFF, uma parte dessa sobra passou a ser revendida e agora está gerando receita extra para a empresa. Já os resíduos que não podem ser reutilizados, como caixa de papelão, plásticos e outros, agora estão sendo descartados corretamente. Com foco em zerar o desperdício, os alunos sugeriram o uso de bacias de contenção para o óleo utilizado nas máquinas, aumentando a eficiência da coleta. “O resíduo desse material que era desperdiçado ao cair no chão e limpado com um pano ou serragem, passou a ser reutilizado pela máquina”, exemplificou o aluno. A ação da equipe teve início durante o primeiro semestre de 2018, e segundo eles, na prática, a companhia teve resultados muito significativos. “Após um ano de aplicação das medidas propostas pelo grupo, calcula-se uma melhora de 60% na eficiência da gestão de resíduos da corporação. Além disso, a intervenção também garantiu a adequação da instituição às normas e legislações ambientais, e fez com que seus colaboradores se tornassem mais proativos e conscientes sobre esta questão”, ressaltou o aluno. O orientador do trabalho, professor Moacyr Figueiredo, destacou que a elaboração de projetos como este ajudam a UFF a se consolidar como uma instituição de excelência. “A universidade faz ensino, pesquisa e extensão e a aprendizagem baseada em projetos permite que se trabalhe nessas três frentes ao mesmo tempo. No ensino porque está inserido no projeto pedagógico do curso de graduação, na pesquisa porque se gera conhecimento e extensão porque estamos ajudando essas empresas a melhorar seu ambiente de trabalho e resolver os problemas, contribuindo também para a redução do impacto ambiental”.   Com o desempenho obtido no congresso, a equipe já garantiu a inscrição automática e gratuita para a próxima edição do evento, em 2020, na Tailândia. “Ainda não temos um projeto definido. Foi uma surpresa para nós, mas já estamos focados em elaborar outro trabalho. Com o que aprendemos, buscaremos o pódio novamente ano que vem”, declarou Joel Alves. A experiência Neste ano, apenas dois integrantes do time conseguiram ir à Tunísia representar a UFF na competição. O curto espaço de tempo entre a aprovação do projeto e a realização do simpósio impossibilitou a arrecadação da quantia necessária para arcar com as despesas de todos os participantes. Joel Alves foi escolhido por dominar o inglês - fator essencial para realizar a apresentação - e João Pedro por ter sido o gerente-geral do projeto. Para conseguir o valor necessário para a viagem, os estudantes abriram uma vaquinha virtual e também contaram com a ajuda da Proaes (Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis) e de algumas empresas da região, como a própria Abicor Binzel. O valor arrecadado custeou as passagens, inscrição, alimentação e deslocamento. O evento reuniu - entre graduandos, mestrandos e doutorandos -, 30 estudantes de diferentes nações. Também competiram na esfera estudantil universitários de renomados centros acadêmicos internacionais, como a Universidade do Minho, de Portugal, a Universidade de Aalborg, da Dinamarca e a Escola Superior Privada de Engenharia e Tecnologia (ESPRIT), da Tunísia. Segundo Joel, “o contato com pessoas de diversos países e faculdades reconhecidas mundialmente, foi uma experiência incrível. Algo diferente de tudo que já havíamos vivido. Pudemos enxergar o valor da nossa instituição. A metodologia que usamos se provou excelente, garantindo a disputa com universidades renomadas do mundo inteiro. Tenho certeza de que vamos nos formar como ótimos profissionais”.
1° lugar no Prêmio Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá – CRC MGO curso de Ciências Contábeis de Volta Redonda foi premiado pelo Conselho Regional de Contabilidade de Minas Gerais com o Prêmio Internacional de Produção Contábil Técnico-Científica Prof. Dr. Antônio Lopes de Sá. Essa premiação tem como objetivo incentivar, estimular e disseminar a produção de pesquisas na área da Ciência Contábil nos âmbitos nacional e internacional. O trabalho denominado “Escolhas Contábeis: um estudo nas empresas listadas na B3”, conquistou o 1° lugar na categoria Iniciação Científica, e tem como autores os alunos Railainy Maria da Silva Felix e Gabriel de Oliveira, e a docente Mariana Pereira Bonfim. O trabalho premiado é fruto do Programa de Bolsas de Desenvolvimento Acadêmico promovido pela UFF e que tem por objetivo integrar ações de apoio socioeconômico ao acadêmico, a fim de contribuir para o pleno desenvolvimento dos estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica e garantir a permanência e conclusão dos estudantes na Educação Superior. A premiação ocorreu no dia 06 de junho de 2019 durante a XII Convenção de Contabilidade de Minas Gerais, na cidade de Belo Horizonte. O Departamento de Contabilidade de Volta Redonda parabeniza a todos os autores pelo destaque e reconhecimento que se consolida junto à comunidade acadêmica por meio desta premiação tão importante à classe contábil.
UFF garante a vitória dos Jogos Integrados de EngenhariaNo último Domingo (23), a UFF conquistou, pela primeira vez, o título geral do INTERENG (Jogos Integrados de Engenharia), que aconteceu em Volta Redonda, nos dias 20, 21, 22 e 23. Acabando com a hegemonia da UFRJ, a Associação Atlética Acadêmica Pio Orlando trouxe para Niterói não só o título geral como também o prêmio de melhor torcida conquistado pela "Dragões da UFF" pela sexta vez. Íris Pessoa, presidente da atlética, conta o que esta vitória representou: "A ficha ainda não caiu. Toda a nossa diretoria ainda está assimilando, aos poucos, tudo o que isso representa. Ficamos felizes porque valeu a pena cada passo que demos, como a preparação em Teresópolis para o campeonato. Nesse INTERENG, nós colhemos tudo o que plantamos, não só nessa gestão, mas em todas as anteriores. Levar o esporte a sério e construir isso tudo dentro de uma universidade não é só um trabalho de uma única gestão (...) A expectativa era muito alta, e o sentimento de todos era de que ia dar tudo certo... e deu."
Egresso da UFF ganha prêmio de startups na SuéciaO jovem empresário João Bentes, mestre em Ciência da Computação pela Universidade Federal Fluminense, é um dos integrantes da VectorizeMove, startup de tecnologia. A empresa venceu três dos seis prêmios da etapa regional oeste da competição Venture Cup Startup 2019, que ocorreu na cidade de Gotemburgo, na Suécia, no último dia 21 de Maio. A Venture Cup Startup é uma competição sueca realizada anualmente desde 1998. O evento premia empresas que tenham ideias de negócios escaláveis com grande potencial de impacto na sociedade – as chamadas startups. Este ano, a disputa teve mais de 300 inscritos. A VectorizeMove foi premiada no âmbito regional nas seguintes categorias: JCE Accelerator Award, Best Traction Award e Publikens Pris. João Bentes foi aluno do Instituto de Computação da UFF entre 2012 e 2015 e, atualmente, é co-fundador da VectorizeMove. Ele explica que a startup faz uso de sensores vestíveis, dispositivos móveis e algoritmos robustos que oferecem um serviço de análise de marcha ou caminhada. “O principal valor que a VectorizeMove pretende trazer para o mercado é a possibilidade de detectar precocemente doenças de mobilidade, como Parkinson por exemplo. Através do nosso sistema, existe a possibilidade de identificar de forma simples e prematura as alterações de mobilidade e assim verificar o efeito do tratamento e acompanhar a recuperação a nível clínico”, afirma. A startup irá participar, no dia 24 de Setembro, da final nacional da Venture Cup Startup 2019, que também será realizada em Gotemburgo, na Suécia.
Pesquisadores da UFF são contemplados pelo Serrapilheira em sua 2ª Chamada Pública de Pesquisa CientíficaNicolás Stríkis, professor na área de Geociências da UFF, e Gonçalo Oliveira, professor do Departamento de Matemática Aplicada da universidade, foram premiados com apoio financeiro para investir em suas pesquisas pelo Serrapilheira. Além do auxílio, poderão participar de treinamentos, workshops e eventos de integração. O Instituto Serrapilheira é uma organização privada de apoio à ciência, sem fins lucrativos, cujo objetivo é reunir pessoas de todo o Brasil com interesse por novas formas de comunicar a ciência, em um ambiente criativo e estimulante, promovendo o contato de divulgadores com referências internacionais de variadas áreas. Com um projeto que retrata a reconstituição do campo geomagnético a partir de espeleotemas (depósitos minerais que se desenvolvem no interior de cavernas), o estudo de Nicolás Misailidis Stríkis é focado no comportamento da Anomalia do Atlântico Sul. Para o professor, a intensidade dessa anomalia tem crescido nos últimos tempos e levanta um vigoroso debate sobre o que, de fato, ela representa. Gonçalo Marques Fernandes de Oliveira estuda, em seu projeto, a maneira com que a Física pode ser útil para explicar problemas puramente matemáticos, particularmente os de Geometria. Sua pesquisa usa equações inspiradas na Física e modela uma espécie de campo eletromagnético não linear que, de acordo com ele, também pode ser pensado como fluido. Da mesma forma, tenta entender quais propriedades físicas desses campos são puramente resultantes da geometria na qual se propagam.
Professor da UFF receberá condecoração da Sociedade Brasileira de QuímicaO professor Vitor Francisco Ferreira, do Departamento de Tecnologia Farmacêutica da UFF, receberá a mais alta condecoração da Sociedade Brasileira de Química (SBQ), a Medalha Simão Matias. O título será concedido durante a 42ª Reunião Anual da SBQ, que ocorrerá entre os dias 27 e 30 de maio de 2019. Na ocasião, o professor Vitor também realizará a conferência de abertura, com foco nos aspectos sintéticos e biológicos da naftoquinonas. A Medalha Simão Matias foi instituída pela SBQ em 1997 para reconhecer personalidades que tenham realizado contribuições expressivas à Química no Brasil e à SBQ. Simão Mathias (1908-1191) foi membro da primeira turma do curso de Química da USP (inaugurada em 1935) e o primeiro a obter o doutorado em ciências nessa universidade. Construiu o primeiro laboratório de físico-química do Brasil e ajudou a desenvolver diversas sociedades científicas, entre as quais a SBQ, que presidiu entre 1977, ano de fundação, e 1980. Para mais informações, acesse: http://boletim.sbq.org.br/noticias/2019/n3350.php
Prêmio de Excelência Científica da UFF destaca pesquisas de sua comunidadeComo forma de estimular a busca pela excelência na pós-graduação, reconhecer o mérito científico dos membros da comunidade acadêmica e os melhores projetos de inovação, a Universidade Federal Fluminense, por meio de sua Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), realizará sua tradicional cerimônia para entrega dos Prêmios de Excelência 2018, no dia 06 de novembro de 2018, às 10h, no auditório do Núcleo de Estudos em Biomassa e Gerenciamento de Águas - NAB/UFF. Divididas nas categorias de Teses, Dissertações e Monografias, Excelência Científica e Inovação, as premiações, concedidas anualmente, se estendem aos três colégios do conhecimento: Ciências da Vida, Ciências Exatas e Tecnológicas, e Ciências Sociais e Humanas. O doutorando Érick Oliveira Rodrigues, por exemplo, foi um dos contemplados, levando o prêmio de melhor tese na categoria de Exatas e Tecnológicas por um trabalho que culminou na criação de uma subárea dentro da Computação. Com outros prêmios no currículo, como o de melhor dissertação, também na mesma categoria, e uma menção honrosa da Capes, conferindo ao seu trabalho um destaque nacional, Érick conta como seu interesse pela área teve início: “Comecei a programar lá pelos 12 anos de idade por um motivo bem incomum. Na época, Tibia era um jogo bastante famoso e, como todo garoto, era bastante viciado em jogos. Pela vontade de estar envolvido no jogo de alguma forma, mesmo quando não podia usar a Internet, comecei a programar utilitários para o jogo, inicialmente em Visual Basic. Foi o começo de tudo. Fiz muitos sites, e tive o segundo maior site de Tibia do Brasil. Hoje sou professor adjunto de uma universidade federal”. Outro trabalho premiado, na categoria Ciências da Vida, foi o de Camille Nigri Cursino. Com orientação da professora Sabrina Calil Elias, a monografia de conclusão do programa de residência em farmácia realizou o acompanhamento farmacoterapêutico dos pacientes submetidos a medicações incorporadas pelo Ministério da Saúde para o tratamento da hepatite C crônica em 2015. Segundo ela, com essa pós-graduação foi realizada uma pesquisa científica que gerou um retorno aplicado à sociedade, com a implantação do serviço de cuidado farmacêutico. Camille destacou a importância do prêmio no reconhecimento do trabalho realizado pelo farmacêutico, cujas ações no “âmbito da atenção à saúde são importantes ferramentas para o alcance do uso racional dos medicamentos, garantindo a qualidade do tratamento e permitindo gerar material para a atualização dos protocolos”. Na categoria de Excelência Científica, também na área de Ciências da Vida, quem recebeu a premiação foi a professora Etel Rodrigues Pereira Gimba, que destacou estar imensamente grata à instituição por todo o apoio às iniciativas acadêmicas e na atividade de pesquisa. Docente da universidade há dez anos, ela foi responsável por montar ao longo desse período o primeiro Laboratório de Biologia Molecular de Doenças Neoplásicas do Norte do Estado do Rio de Janeiro. Segundo a professora, através de estreita colaboração técnico-científica com o Programa de Oncobiologia Celular e Molecular do Instituto Nacional de Câncer (INCa), os últimos anos foram marcados por uma forte atuação “na descrição de biomarcadores neoplásicos e potenciais novos alvos para o tratamento de câncer, incluindo tumores sólidos e não sólidos. A descrição destas moléculas pode vir a contribuir no diagnóstico precoce de tumores, bem como no desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas que venham a sobrepujar atuais limitações do tratamento, tais como a resistência à quimioterapia e à radioterapia”. Já na área de Ciências Sociais e Humanas, foi premiada a monografia de Marta Maria de Andrade Gomes, desenvolvida na Especialização em Políticas Públicas de Justiça Criminal e Segurança Pública, e com orientação da professora Ana Paula Mendes de Miranda. A pesquisa, de acordo com Ana Paula, “analisa as dificuldades que as mulheres negras enfrentam para atuar num espaço convencionado como predominantemente masculino, e também a forma como as mulheres se posicionam frente às situações de discriminação racial e de gênero em seu cotidiano profissional na Diretoria de Assistência Social da Polícia Militar do Rio de Janeiro”. Além de ser premiada como orientadora da monografia, Ana Paula Mendes de Miranda também recebeu uma homenagem na categoria Inovação. Seu projeto, realizado em conjunto com um grupo de pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento, totalizando quarenta e seis profissionais formados e em formação, e em parceria com a empresa privada Enel, foi elaborado para a “análise das áreas de risco e situações de risco no diagnóstico de perdas não técnicas de energia elétrica, conhecidas popularmente como os ‘gatos’ de luz, nos municípios de São Gonçalo e Duque de Caxias (RJ)”. Nesse trabalho, explicou a professora, “foi possível agregar, de forma articulada, o conhecimento desenvolvido pelo grupo de pesquisa na área de segurança pública em uma parceria com uma empresa privada, como parte de um diagnóstico de um problema estratégico para o desenvolvimento sustentável do país, que é o furto de energia elétrica, bem como sobre os problemas enfrentados pelos trabalhadores da empresa para a realização de suas tarefas em contextos de violência”. Também na área de Ciências Sociais e Humanas, outro destaque foi o trabalho de Ricardo Ferreira Lopes, do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo. Com orientação da professora Leila Mendes de Vasconcellos, Ricardo desenvolveu uma pesquisa voltada para a busca de caminhos estratégicos no ensino da Arquitetura frente às tecnologias digitais. Para ele, o prêmio “será muito importante na carreira, em especial a docente, como um grande reconhecimento de que é possível nos dias atuais se dedicar ao ensino do desenho, de forma aberta, livre de preconceitos, com qualidade e inclusão social”. Confira os vencedores: Monografia Ciências da Vida - Camille Nigri Cursino e MENÇÃO HONROSA João Marcos da Silva Barbosa Ciências Exatas e Tecnológicas - Daiane Ferreira Dias Ciências Sociais e Humanas - Marta Maria de Andrade Gomes Dissertação Ciências da Vida - Pâmela de Oliveira Ornellas Ciências Exatas e Tecnológicas - Bruno Martins Pimentel Ciências Sociais e Humanas - Wandilson Guimarães Junior Tese Ciências da Vida - Carlos Mourão Ciências Exatas e Tecnológicas - Érick Oliveira Rodrigues Ciências Sociais e Humanas - Ricardo Ferreira Lopes Excelência Científica Ciências da Vida - Etel Rodrigues Pereira Gimba Ciências Exatas e Tecnológicas - Ricardo Jorgensen Cassella Ciências Sociais e Humanas - Roberto Kant de Lima Inovação Desenvolvimento Social - Ana Paula Mendes de Miranda e Roberto Kant de Lima Desenvolvimento Mercadológico - Felipe Silva Semaan, Ana Luisa da Silva, Grasielli Correa de Oliveira e Eduardo Ariel Ponzio
Alunos do curso de Economia da UFF/Campos conquistam as três primeiras colocações no Prêmio de Monografia Celso FurtadoApós a morte do Economista Celso Furtado, em 20 de novembro de 2004, o CORECON-RJ, a partir do ano de 2005, decidiu homenageá-lo, intitulando o certame de Prêmio de Monografia Economista Celso Furtado. A primeira premiação foi realizada em 1990 e completa 28 anos em 2018. Durante esse tempo, cerca de 425 monografias foram analisadas, 83 premiações foram entregues e 36 monografias receberam o título de Menção Honrosa. Os Trabalhos Monográficos dos alunos do curso de Ciências Econômicas da UFF Campos (ESR) conquistaram o 1º, 2º e 3º lugares no  XXVIII Prêmio de Monografia Economista Celso Furtado de 2018, promovido pelo CORECON-RJ. O primeiro lugar foi dividido por alunos da UFRRJ-Três Rios, UFRRJ-Seropédica e UFF-Campos. O trabalho premiado em primeiro lugar, da UFF-Campos, foi o do aluno Ozias Santos da Conceição Oliveira, orientado pelo professor Leonardo Magalhães Leite, e intitulado “Teoria Marxista do valor e mercado mundial: uma contribuição aos estudos sobre os mecanismos de funcionamento do capitalismo global“. O segundo lugar foi conquistado pela monografia da aluna da UFF-Campos, Lívia Mara Mattos Pinto Salgado, orientada pelo professor Roni Barbosa Moreira, e intitulado “Determinantes da criminalidade: uma análise sobre as regiões norte e noroeste fluminense e baixadas litorâneas“. O terceiro lugar também foi conquistado pela aluna da UFF-Campos, Dayane Ferreira Quintanilha, orientada pelas professoras Graciela Aparecida Profeta e Simone Manhães Arêas Mérida, e intitulado “O regime geral da previdência social no Brasil - uma análise empírica do período de 2002 a 2014”. A entrega dos prêmios será no dia 23 de agosto de 2018, quinta-feira, a partir das 18h30, no auditório do CORECON-RJ, localizado na Av. Rio Branco, nº 109, 19º andar. Vale destacar que, no ano de 2018, segundo informações do CORECON-RJ, instituições públicas e privadas que possuem cursos de graduação em Economia já consolidados, à exemplo da UFRJ, UERJ, Estácio, PUC Rio, FGV, UFF Nitéroi, IBMEC, dentre outras, selecionaram suas melhores monografias para disputarem a premiação. No histórico do prêmio Celso furtado, o feito realizado pelos alunos da UFF Campos, de conquista das três primeiras colocações em um único evento, é algo inédito e de grande relevância. A Professora Graciela Profeta, ex-Coordenadora Acadêmica do Curso de Economia da UFF/Campos, considera que, como fruto do projeto REUNI, o curso é ainda jovem. A primeira turma teve início em junho de 2009 e os primeiros alunos se formaram no ano 2013. O curso avança em seu processo de consolidação. Em nove anos de existência, formou 139 alunos. Professora Graciela atribui os resultados conquistados à qualidade do seu jovem corpo docente, à competência dos técnicos administrativos, ao zelo e dedicação dos gestores do curso (chefes e subchefes, coordenadores e vice-coordenadores, tanto os atuais como os que já ocuparam tal posição) e da própria gestão do ESR ao longo dessa caminhada. Sabemos que os desafios são crescentes, mas primamos pela educação de qualidade e pública, acrescentou a professora Profeta. Professora Vanuza Ney, outra ex-Coordenadora do curso de Economia da UFF/Campos, ressalta que não é a primeira vez que o curso é reconhecido com o prêmio Celso Furtado. No ano de 2014, obteve a 1ª colocação com a monografia intitulada “Evolução da densidade industrial dos estados do Sudeste brasileiro: pode-se falar em desindustrialização?”, do aluno Vinicius Toledo, orientado pelo Professor Roberto Cezar Rosendo. No mesmo ano, o referido trabalho foi agraciado como a 2ª melhor monografia a nível nacional, em premiação do COFECON. Em 2015, com a monografia intitulada “Agrupamento e Hierarquização dos municípios do estado do Rio de Janeiro: uma análise de cluster e de turnover”, da aluna Kamila Campos, orientada pelo professor Alan Arêdes, obteve o 4º lugar (menção honrosa). De acordo com a atual Coordenadora do Curso de Economia de Campos, professora Patrícia Abrita, além das premiações supracitadas, o curso é reconhecido pelo MEC com conceito 4, obteve nota 3 no ENADE de 2015 e obteve 4 estrelas na avaliação do guia do estudante de 2017. A professora Patricia Abrita destacou a pesquisa realizada em 2018, intitulada “Avaliação de egressos do curso de Economia da Universidade Federal Fluminense-Unidade de Campos dos Goytacazes”, realizada sob a coordenação da profa. Graciela Profeta. A pesquisa abarcou uma amostra de 35 egressos, oriundos de uma população de 90 alunos, formados no período de 2013 a 2017/01. Dos entrevistados, 97% avaliaram que o corpo docente do curso é considerado bom a excelente; 83% disseram que o conteúdo ministrado em sala de aula é também bom a excelente; 91% afirmaram que recomendariam o curso a outras pessoas e a nota média atribuída, em uma escala de 1 a 10, foi de 8,2. Ademais, 75% disseram que iniciaram a vida profissional em até 6 meses após a formatura. Também há de se notar que a pesquisa revelou que, dos alunos formados pelo curso, a maior parte que optou por seguir a carreira acadêmica conseguiu ingressar em programas de pós-graduação (mestrado e doutorado) na área de Economia, em instituições reconhecidas nacionalmente. Para o professor Roberto Rosendo, atual Diretor da UFF Campos e também ex-Coordenador do curso de Economia, os bons resultados obtidos, em apenas 9 anos de existência do curso, podem ser atribuídos, respectivamente, ao apoio dos Diretores do ESR desde a implantação do REUNI; ao importante suporte do bacharelado de Ciências Econômicas da UFF/Niterói, no início de sua estruturação; e, ainda, a princípios cultivados deste a sua fundação: respeito à pluralidade de pensamento, estímulo ao diálogo, gestão participativa, desenvolvimento de atividades de apoio a seus estudantes e permanente incentivo à dedicação de seu corpo docente, discente e técnico-administrativo. Apesar de estar no interior do Estado do Rio de Janeiro, dos poucos anos de existência e das restrições, envolvendo infraestruturas acadêmicas, o curso de Ciências Econômicas da UFF Campos tem caminhado no sentido de proporcionar aos seus discentes uma formação de excelência, no mesmo nível dos melhores cursos de Economia do Rio de Janeiro e do Brasil. “Uma alegria para a Universidade Federal Fluminense e para a UFF/Campos”, destacou o professor Rosendo. Parabéns aos alunos e docentes pela conquista que tanto nos orgulha!
Alunos da UFF são contemplados em Prêmio Capes de TesesA Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) divulgou o resultado do Prêmio Capes de Teses 2017 concedido às melhores teses de doutorado defendidas em 2016. A premiação consiste em diploma, medalha e bolsa de pós-doutorado nacional de até doze meses para os pesquisadores premiados. A cerimônia de entrega dos prêmios acontece no dia 07 de dezembro de 2017, em Brasília. Na edição deste ano, três alunos da UFF foram premiados e receberam menções honrosas, que são Allan Sandes, da Geociências; Flavia Medeiros, da Antropologia; e Ludmila Gama, da História. O vice-reitor da UFF, Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, enfatiza que a conquista destes prêmios pelos alunos da UFF representa não somente o mérito intrínseco dos trabalhos, mas também um universo crescente em toda a universidade de pesquisas de alto nível científico e com impacto social. Essa qualificação da pesquisa e da pós-graduação da UFF é resultado do talento e dedicação da comunidade acadêmica aliada a uma política institucional de apoio e incentivo ao trabalho qualificado.” Segundo o pró-reitor de pesquisa, Vitor Francisco Ferreira, ao longo dos últimos anos, o prêmio se tornou um importante reconhecimento aos trabalhos produzidos nos programas de pós-graduação. Além da medalha, valorização dos currículos do discente e do docente, do apoio financeiro dado ao aluno sob a forma de bolsa e o auxílio concedido ao orientador, há reconhecimento pelos Comitês de Área durante a avaliação quadrienal, pois receber uma deferência desta é uma honraria.  “As universidades também são reconhecidas com esse prêmio, pois demonstra a qualidade do ensino e da pesquisa na instituição. A Proppi tem incentivado que todos os nossos Programas de Pós-Graduação façam as suas seleções internas e submetam suas melhores teses à CAPES, como forma de prestigiar essa nobre iniciativa”, ressalta. O aluno do Programa de Pós-graduação em Dinâmicas dos Oceanos e da Terra (PGDOT), Allan Sandes recebeu o Prêmio Capes Teses na área de geociências pelo trabalho “Paleoclimate/paleoceanographic reconstructions of the Tropical South America", em que ele analisa a reconstrução climática da região equatorial da América do Sul, feita a partir de registros sedimentares marinhos retirados na Margem Equatorial Brasileira. Para Allan, que atualmente é aluno de pós-doutorado, o prêmio funciona como um elemento motivador, sobretudo neste período de cortes significativos no investimento em ciência e tecnologia, abrindo uma perspectiva pessoal interessante no meio acadêmico, pelo reconhecimento nacional de seu trabalho. “É um retorno extremamente positivo, não apenas pelos quatro anos investidos em um projeto de pesquisa científica, culminando com a tese de doutorado, mas, principalmente, por toda a minha trajetória acadêmica”, afirma. O estudante ressalta que a possibilidade de parceria com a universidade americana Duke (EUA), através do Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior, foi de extrema importância para elaboração da tese, tanto no aspecto intelectual quanto prático. “Além de todo o esforço pessoal, o prêmio é resultado de políticas institucionais, através da universidade e dos órgãos de fomento à pesquisa, que permitiram o avanço da pós-graduação, projetando a ciência brasileira no cenário internacional”, declara Allan. Para o professor do  PGDOT que orientou a tese, Cleverson Silva, este prêmio demonstra que o programa desenvolve pesquisas de alto nível. “Esta pesquisa resulta do intercâmbio entre pesquisadores da UFF e da Universidade de Duke  (EUA), que foi iniciado com a vinda do navio americano de pesquisas Knorr ao Brasil, em 2008, para coleta de amostras do fundo submarino na região da margem continental do Amazonas. Esperamos que o prêmio ajude a divulgar ainda mais nosso Programa de Pós-Graduação e que seja um elemento positivo para nossa avaliação junto à Capes”, explica. A tese da aluna Flavia Medeiros, intitulada “‘Linhas de investigação’: uma etnografia das técnicas e moralidades sobre homicídios na Polícia Civil da Região Metropolitana do Rio de Janeiro”, recebeu a Menção Honrosa na área de Antropologia. O trabalho faz uma descrição etnográfica densa dos diferentes fluxos pelos quais sujeitos e coisas - documentos, armas, viaturas, objetos, etc. - que circulavam nos processos de gestão e administração institucional de mortes cometidas intencionalmente. “Minha questão inicial era compreender, desde a rotina de uma instituição policial dedicada exclusivamente para a investigação de mortes intencionalmente cometidas, como era a gestão pelo Estado, considerando o contexto brasileiro, onde há o maior número absoluto de mortes no mundo, cerca de 60 mil por ano.”, disserta. Segundo Flavia, a tese tem um tema cada vez mais relevante socialmente, considerando os homicídios como um problema social, e que merece ser discutido, especialmente pelas vítimas primordiais desses crimes: jovens, negros, moradores de favelas e periferias. O assunto, porém, é complexo e de difícil abordagem. “A menção honrosa demonstra que o investimento que temos realizado deu retorno, desde o trabalho em instituições de segurança pública e justiça criminal e até as interlocuções através das pesquisas, cursos ou em outras atividades acadêmicas. A abordagem da antropologia contribui por se preocupar com as especificidades locais e com a diversidade, na compreensão e reflexão de temas variados”, justifica. Para o coordenador do Instituto de Estudos Comparados em Administração de Conflitos (Ineac) e orientador, Roberto Kant, a tese de Flávia tem vários méritos. “É uma excelente etnografia, uma descrição de práticas e representações dos atores que entraram em interlocução com a pesquisadora e que tiveram seus pontos de vista incorporados ao da observadora, enfrenta preconceitos que existem, reciprocamente, entre o mundo acadêmico e o mundo policial e amplia o conhecimento e a reflexão necessários sobre esse campo da administração de conflitos e da segurança pública”, ressalta. Já a tese “Nenhuma ilha da liberdade: Vigilância, Controle e Repressão na Universidade Federal Fluminense (1964-1985)", defendida pela aluna Ludmila Gama, tem o objetivo de demonstrar como se deu o processo de investigação, controle, repressão e censura na universidade durante a ditadura empresarial militar no Brasil. A estudante trabalhou principalmente com o acervo do arquivo permanente da instituição, que, além de conter documentações acerca da Comissão Sumária criada na universidade para julgar opositores ao golpe de 1964, também guardou as fontes relativas à Assessoria de Segurança e Informações da UFF (ASI/UFF), órgão criado em 1971 como parte do Serviço Nacional de Informações. A estudante acredita que a menção honrosa mostra a relevância social da pesquisa e também remete à importância das questões que envolvem acesso à informação de órgãos e instituições públicas no Brasil na época da ditadura e na contemporaneidade. “Para mim, o trabalho tem valor por ter lidado com um conjunto de documentos extenso e por apontar as graves práticas realizadas no ambiente universitário durante a ditadura empresarial-militar. A tese trouxe uma lista preliminar de perseguidos políticos na universidade e acho que ela é um pontapé inicial para pesquisas futuras sobre o tema”, destaca Ludmila. Para o professor do Programa de Pós-graduação em História (PPGH) e orientador de Ludmila Gama, Marcelo Badaró, a tese de sua orientanda foi premiada porque combina de maneira exemplar uma extensa pesquisa empírica em fontes documentais, na sua maioria inéditas, com o rigor no debate da bibliografia acadêmica especializada e o uso adequado de um referencial teórico-metodológico pertinente. “Trata-se de um esforço fundamental para resgatar a história de práticas deletérias de perseguição política - às vezes com consequências fatais - no interior dessas instituições; práticas essas muitas vezes negadas ou silenciadas pela memória oficial das universidades e do país. Acima de tudo, porém, acredito que a atribuição dessa menção honrosa deva-se à relevância social do objeto do trabalho”, conclui.
Rio Paraíba do Sul é tema de documentário premiado da UFF Volta RedondaAs questões ambientais que envolvem o rio Paraíba do Sul, que banha os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, despertaram o interesse de alunos e professores da Faculdade de Direito da UFF de Volta Redonda. O trabalho rendeu uma pesquisa e a produção de um documentário premiado pelo Canal Futura. A iniciativa teve a parceria do grupo de pesquisa Direitos Humanos, Comunicação e Mídia (DHC Mídia), da TV Universitária de Volta Redonda (TVR) e do Grupo de Estudos em Meio Ambiente e Direito (Gemadi). Com 14 minutos de duração, “Nas Águas do Rio Paraíba do Sul” foi produzido pelo então estudante de Direito Alexandre Ferreira Valente, sob a orientação da professora Ana Alice Di Carli. O vídeo foi uma das 20 produções selecionadas na terceira edição do Projeto Curtas Universitários, parceria do Canal Futura com a Associação Brasileira de Televisão Universitária (ABTU), que contou com o apoio do projeto Globo Universidade da TV Globo. O evento reuniu audiovisuais de todo o país. O chefe do Departamento de Direito da UFF e coordenador da TV Universitária de Volta Redonda (TVR), professor Marcus Wagner de Seixas, explica que o documentário continua chamando a atenção para os problemas enfrentados pela maior bacia hidrográfica do Estado do Rio de Janeiro. A produção ouviu técnicos ambientais, trabalhadores que tiram seu sustento das águas do rio e a população ribeirinha. O objetivo foi alertar para os problemas que o rio Paraíba do Sul vem enfrentando, como a poluição, a destruição da mata ciliar, o assoreamento e a diminuição dos níveis de suas águas (...)”, destaca Alexandre Valente. “O documentário abriu as portas para todos os alunos de graduação da UFF em fase de redação dos Trabalhos de Conclusão de Curso (TCC) para a produção de obras audiovisuais de curta-metragem. Foi uma oportunidade incrível de levar o debate de determinadas questões sociais com viés jurídico para milhões de brasileiros”, revela Marcus Seixas. “Foi uma pesquisa importante porque chamou a atenção para um tema de grande relevância para o país”, destaca Alexandre Valente. Segundo ele, foram seis meses de muito trabalho até conseguir o certificado da Agência Nacional do Cinema (Ancine) para ser exibido. “Pesquisei e estudei muito, mas ao mesmo tempo tive a sorte de encontrar bons personagens e contar com a colaboração de algumas pessoas”, ressalta. Para Marcus Seixas, a produção do curta representou um grande desafio, sobretudo por ter sido proposto na época por um estudante de Direito e não de Comunicação. Mesmo com as dificuldades encontradas durante a produção, houve muito empenho e aprendizado, aliando as duas áreas e abordando a temática ambiental. Grupo de pesquisa De acordo com o professor Marcus Seixas, o grupo DHC Mídia, criado há seis anos, surgiu justamente para pesquisar, entre outros temas, a relação entre o Direito e as novas mídias, com o objetivo de discutir assuntos relacionados aos direitos humanos de forma mais abrangente possível. O meio ambiente, inserido nessa temática, também motivou a criação do grupo de pesquisa, que até então não tinha conhecimento dos editais de curta-metragem. Decidido a pesquisar e trabalhar com comunicação e suas interrelações, o grupo obteve recursos externos à UFF para, dois anos depois, montar o Laboratório da TV Universitária de Volta Redonda, criando um estúdio nas dependências do Instituto de Ciências Humanas e Sociais da UFF (ICHS) e adquirindo equipamentos audiovisuais de ponta. O laboratório transformou-se num programa de extensão, trabalhando em conjunto com o DHC Mídia e as atividades de ensino, especialmente com as videoaulas, em parceria com o curso semipresencial em Administração Pública. A professora Ana Alice vem pesquisando a temática da água já há alguns anos. Segundo ela, Alexandre sempre demonstrou interesse em assuntos ligados ao meio ambiente, como também associar a educação ambiental à tecnologia, fato que a levou a orientar seu TCC. O aluno, inclusive, foi um dos integrantes do grupo de estudos Gemadi, liderado por ela e pelo professor Pedro Curvello Avazaradel. Quando o professor Marcus Seixas informou sobre o edital do Canal Futura, Alexandre abraçou a ideia de desenvolver um projeto de documentário sobre o Rio Paraíba do Sul. A seguir, um pouco mais sobre a pesquisa e o vídeo. O que motivou o estudante a pesquisar o Rio Paraíba do Sul? Alexandre Valente: Quando surgiu a oportunidade no edital do Canal Futura, a orientadora Ana Alice e eu enxergamos a possibilidade de promover e divulgar as questões ambientais em rede nacional, falando sobre a importância vital da água e utilizando o Rio Paraíba do Sul como personagem central, devido a sua importância na região Sudeste. Dessa forma, a grande motivação para mim, na época no 8º período de Direito, foi exatamente a oportunidade de abordar e difundir o tema para a sociedade, alertando a todos, num sentido mais amplo, sobre o valor da água e de se proteger os nossos rios. Como surgiu a parceria com o Canal Futura? Marcus Seixas: Foi justamente em 2013 que iniciamos os diálogos com o pessoal do Canal Futura, que culminaram com a assinatura de um convênio em 2014, e renovado no início de 2016. Portanto, foi com muita satisfação que tivemos conhecimento do resultado da seleção do edital Curtas Universitários, com o projeto da professora Ana Alice, em conjunto com seu orientando e nosso ex-bolsista de extensão, Alexandre Valente. Importante registrar que o aluno integrou dois grupos de pesquisa, como pode ser observado no diretório do CNPq. A pesquisa foi solicitada pela professora Ana Alice com que objetivo? Alexandre Valente: A sugestão da temática para a produção do vídeo foi sugerida pela professora Ana Alice, em decorrência do tema que escolhi para o meu TCC se adequar às exigências do edital do Canal Futura. O objetivo foi alertar para os problemas que o rio Paraíba do Sul vem enfrentando, como a poluição, a destruição da mata ciliar, o assoreamento e a diminuição dos níveis de suas águas, com a finalidade de sensibilizar a população para a preservação e proteção dos nossos recursos naturais, sobretudo a água, em rede nacional. A pesquisa abordou que aspectos do Paraíba do Sul? Alexandre Valente: Em virtude desse rio cortar três grandes estados de importância nacional - Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais - foram explorados no documentário os aspectos históricos, econômicos, sociais e, principalmente, ambientais. O documentário teve instituições parceiras e patrocinadoras aliadas à pesquisa? Marcus Seixas: A TV Universitária possui um técnico-administrativo e tem somente alunos na sua parte técnica (captação audiovisual e edição). Alguns desses, receberam bolsa de extensão, como o próprio Alexandre Valente (por três anos consecutivos). Portanto, considero que a primeira “patrocinadora” foi a própria UFF por intermédio da Pró-Reitoria de Extensão (Proex), além de recursos provenientes do Proext. Já os grupos de pesquisa Gemadi e DHC Mídia têm trabalhado em conjunto, na medida do possível, em várias vertentes, especialmente nos eventos acadêmicos desenvolvidos no espaço do ICHS. Além dos R$ 6 mil disponibilizados diretamente a Alexandre pelo Canal Futura, que possibilitou o pagamento de gasolina para deslocamento às locações externas, alimentação e custos de registro da obra na Ancine, o DHC Mídia comprou com recursos próprios um gravador profissional (Zoom H5), conforme especificações fornecidas pela emissora. Também merece destaque a parceria com a produtora PRO Filmes, que colaborou gratuitamente na captação, edição e pós-edição das imagens, especialmente as tomadas aéreas, pois a TVR não possui Drone.   A pesquisa e a produção do vídeo duraram quanto tempo?  Alexandre Valente: A pesquisa inicial durou aproximadamente dois meses. Nesse período criei o roteiro final do documentário, entrei em contato com os entrevistados, confirmando e agendando a participação no trabalho, e fiz o planejamento financeiro e logístico necessários. A fase de produção, com captação de imagens, sons e entrevistas, ocorreu em aproximadamente três meses. Por fim, a edição final se deu em cerca de um mês. No total, a produção levou de seis a sete meses, incluindo todas as etapas: pré-produção, produção e pós-produção. Quantos alunos estiveram envolvidos com a pesquisa em si e a produção do documentário? Alexandre Valente: Na época, eu e mais dois alunos estivemos envolvidos diretamente na produção do documentário, todos do curso de Direito da UFF de Volta Redonda. Ana Patrícia Rodrigues, na época no 6º período, e também membro do Gemadi, e Douglas de Mello, assim como eu, também pertencente ao grupo DHC Mídia. As imagens foram captadas por qual câmera? Alexandre Valente: As imagens foram captadas por uma câmera NX5N, emprestada pela TVR e por uma Canon 60D, da produtora “contratada” por mim para auxiliar na produção. Também foram utilizados os microfones de lapela da Sony e o boom da TVR; além do Drone da ProFilmes, para as tomadas aéreas e uma câmera GoPro para as gravações subaquáticas. O edital de seleção do Canal Futura era direcionado a estudantes de cursos ligados às quais áreas? Alexandre Valente: Apesar de estar relacionado diretamente às áreas que envolvem o produto audiovisual (jornalismo, cinema, produção de vídeo, etc.), o edital Curtas Universitários do Canal Futura, não era direcionado para algum curso específico. Qualquer aluno que estivesse próximo de concluir a graduação, poderia participar. A única exigência do edital era que o tema do TCC do estudante se comunicasse diretamente com o seu projeto de documentário. Vale destacar que dos 20 selecionados nesse edital, apenas eu era de um curso que tecnicamente não tem nenhuma relação direta com o meio audiovisual. Qual a importância do documentário para a UFF e para a sociedade? Alexandre Valente: Para a UFF, o importante é a visibilidade nacional que o documentário pode atingir. Além disso, acho que pode ser um estímulo para que outros estudantes participem de futuros editais como esse. Quanto à sociedade, os benefícios e resultados do vídeo são bem mais amplos, uma vez que se trata de um tema de importância vital. A grande ideia do documentário é tentar educar e alertar as pessoas para que despertem a consciência ecológica e passem a ter mais respeito aos nossos recursos naturais, contribuindo, assim, para a tutela de nossas águas. Ao fazer isso, todos somos automaticamente beneficiados, pois nossas águas são nossa fonte de vida. Atualmente, o Canal Futura conta com a participação de 31 universidades de diferentes regiões do Brasil em sua programação. Desde o ano passado, o documentário “Nas Águas do Rio Paraíba do Sul” pode ser assistido no site do Canal Futura, no site Globo Universidade e, também, no YouTube.
Crise da Petrobras é tema de artigo premiado na UFF MacaéO curso de Ciências Contábeis da Universidade Federal Fluminense em Macaé recebeu pela primeira vez o prêmio Contador Américo Matheus Florentino 2016. O concurso, criado há cinco anos pelo Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro, em sua sexta edição, concedeu à UFF o primeiro lugar com o artigo produzido por uma graduada na instituição. O objetivo da premiação é despertar o interesse pela pesquisa entre os alunos e professores do curso de graduação e pós-graduação em Ciências Contábeis das instituições de ensino superior do Estado do Rio de Janeiro. A autora do artigo é a ex-aluna do curso de Ciências Contábeis, Emanuelle Souza. Segundo ela, o trabalho foi uma adaptação de sua monografia de conclusão de curso, intitulada os “Impactos da operação Lava-Jato e da crise internacional do petróleo nos retornos anormais e indicadores contábeis da Petrobras 2012-2015”. A ideia de transformar a monografia em artigo para ser submetido ao prêmio foi de seu orientador, o professor e vice-chefe de departamento do curso de Ciências Contábeis em Macaé, Maycon Peter da Rosa. “A princípio, eu analisaria a empresa na qual trabalhava, mas como saí de lá, meu orientador e eu optamos pela mudança do objeto inicial. Nesse momento, meu orientador sugeriu o tema com o qual fui premiada”, explica Emanuelle. O prêmio mudou minha visão e hoje admito que estou disposta a investir em pesquisa", declara Emanuelle Souza. A graduada revela que o artigo aborda a existência de variações significativas em todos os índices financeiros dentro do recorte de tempo escolhido para a pesquisa, principalmente entre o terceiro e quarto trimestres de 2014, período de deflagração da Operação Lava-jato. “A liquidez geral tem mostrado a tendência de queda. Os índices de endividamento têm subido e são  afetados principalmente pela contratação de empréstimos a longo prazo, na intenção de melhorar a liquidez de curto prazo da empresa. O retorno do investimento para os sócios, payback, ficou negativo”, esclarece. “Se não houver mudança no cenário apresentado, o futuro da Companhia é incerto, já que a perda em desvios totalizou 6,194 bilhões”, ressalta. Apesar da crise em que se encontra a Petrobras, Emanuelle destaca também que de acordo com as pesquisas realizadas, a empresa vem tendo lucro operacional constante até o momento atual. “Com a perspectiva do aumento do preço do barril para os próximos anos e com a mudança ocorrida na estatal para uma gestão de recursos com menos participação de capital de terceiros, a estatal possui boas perspectivas de retomada de crescimento”. Estímulo e visibilidade De acordo com o professor Maycon da Rosa, o tema escolhido está relacionado à realidade de Macaé, que é vista como a cidade do petróleo. “A ideia de focar na Petrobras, analisando as curvas de suas ações entre 2012 e 2015 teve como objetivo explorar um assunto mais abrangente, mais relevante e que está relacionado intrinsecamente à realidade de Macaé”, declara. Rosa ressalta que o prêmio deu visibilidade à unidade, já que, segundo ele, a sede em Niterói sempre se destaca por conta de uma estrutura mais completa. “Não só estamos divulgando o nome da UFF, como mostramos que o interior tem capacidade de obter prêmios importantes e expandir seus horizontes”. Já na visão do professor Márcio Marvilla Pimenta, co-orientador do trabalho vencedor, o prêmio, que em edições anteriores foi liderado pela UFRJ e Uerj, veio como um incentivo para o corpo discente, como uma forma de impulsioná-los para a produção de trabalhos mais relevantes para a sociedade. Para ele, a premiação contribui para despertar nos alunos um interesse maior em participar de projetos de pesquisa, produção de artigos e estarem mais engajados nessa área. “As monografias do curso de Ciências Contábeis são geralmente voltadas para análises financeiras das empresas em que os alunos trabalham”, esclarece o docente. Pimenta ressalta o cuidado do departamento em proporcionar uma formação ampla aos alunos, que não se limite a conhecimentos técnicos. “Existe uma preocupação de nós professores do curso em aperfeiçoar o ensino e desenvolver o senso crítico dos alunos, para que isso gere frutos, como foi o caso da conquista do prêmio oferecido pelo Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro”. Pesquisa em foco “Mais importante que a premiação foi o incentivo à pesquisa, que até então eu não encarava como uma opção de carreira”, relata Emanuelle, que também admitiu que por falta de conhecimento das atividades praticadas pelos pesquisadores, acreditava que eram inacessíveis para a maioria e só eram praticadas por um nicho muito restrito de alunos. “O prêmio mudou minha visão e hoje admito que estou disposta a investir em pesquisa. Atualmente, é uma realidade bem mais próxima”, analisa. Emanuelle acrescenta que a procura pela área cresceu após o destaque no concurso. “A maioria dos estudantes em Macaé está no mercado de trabalho e não se interessava em se dedicar ao universo científico. Mas, com certeza, hoje o número de graduandos do curso que cogita este caminho é maior”, conclui. Depois de despertado o interesse em seguir na área acadêmica, a graduada revela que já está trabalhando no próximo artigo. “Minha intenção é abordar o impacto do impeachment sobre as ações da Petrobras, mas ainda estamos no processo de obtenção de dados mais completos e detalhados”. Atualmente, a UFF Macaé oferece graduação em Administração, Ciências Contábeis e Direito.
Estudante da UFF é um dos vencedores do Prêmio Destaque na Iniciação CientíficaA Universidade Federal Fluminense continua se destacando nas áreas de ciência, tecnologia e inovação. A instituição acaba de ter um aluno contemplado no 13º Prêmio de Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica, referente ao ano de 2015. O estudante do curso de Estudos de Mídia, Luan Souza Dutra foi vencedor na categoria de bolsista de Iniciação Tecnológica em Ciências Humanas e Sociais, Letras e Artes, com o projeto Jogos de Cooperação: dinâmica de cooperação, conflito, negociação e materiais educativos para jovens em idade universitária. A pesquisa abordou o desenvolvimento de um jogo com tabuleiros, cartas e fichas, com uma narrativa que envolve questões de ética, solidariedade, política e sociedade. O trabalho visa compreender as interações sociais, como as pessoas se organizam cooperativamente e porque elas se comportam de determinadas maneiras. Anteriormente, com o mesmo projeto, Luan Dutra conquistou o primeiro lugar geral no Prêmio da Semana de Inovação, promovido pela universidade em 2014. Na ocasião o estudante concorreu com bolsistas Pibit de todas as áreas da universidade.  “Aqui na UFF houve muita disputa. Participaram candidatos dos cursos de Biomedicina e Engenharia com um projeto na área de tecnologia alimentar. É um prêmio de tecnologia que vem para área de comunicação. Isso me deixa orgulhoso, até porque foi minha primeira experiência com a iniciação científica”, relembra, ainda surpreso com a premiação. O aluno é bolsista do programa de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação  (Pibiti), do CNPq. O coordenador do curso de Estudos de Mídia, Viktor Chagas, orientador da pesquisa, acredita que o prêmio comprova que as Ciências Humanas e Sociais são capazes de desenvolver tecnologias inovadoras. “Esse reconhecimento aponta para a importância de se valorizar projetos em seu aspecto social, e em setores normalmente pouco explorados no ambiente acadêmico, como os jogos”, declara. Esse prêmio nos ajudará a colocar em evidência o progresso que emergiu na última década" - Thiago Renault Segundo o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), Roberto Kant de Lima, o estudante Luan obteve excelente desempenho durante os primeiros anos da pesquisa, não apenas no processo de mapeamento e levantamento de casos, como também no desenvolvimento de uma identidade visual dos componentes dos jogos e mesmo na formulação das narrativas e mecânicas de jogo para cada material. “Sua colaboração foi recompensada já com o primeiro lugar geral no Prêmio da Semana de Inovação da UFF em 2014, e agora, merecidamente, com o Prêmio Destaque à Inovação 2015 do CNPq. Como aluno brilhante e com ótima iniciativa e capacidade empreendedora, não tenho dúvidas de que o prêmio está em ótimas mãos”, destaca. Na visão do diretor da Agência de Inovação (Agir) Thiago Renault, o resultado é muito significativo para a universidade. Segundo ele, a premiação deste projeto é um reflexo do alto nível de pesquisa aplicada desenvolvida pela UFF nos últimos anos. “A universidade passou por uma enorme expansão, dobrou o seu número de alunos de graduação e o número de programas de pós-graduação. Essa ampliação ainda é pouco conhecida e esse prêmio nos ajudará a colocar em evidência o progresso que emergiu na última década”, conclui. Os vencedores também estarão presentes na 68ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), entre os dias 3 e 9 de julho, em Porto Seguro, Bahia. No evento os alunos premiados receberão o valor de sete mil reias, bolsas de mestrado, passagens aéreas e hospedagem para participação no evento. Participaram dessa edição 167 instituições de ensino e pesquisa, sendo 127 universidades e 40 institutos de pesquisa. Foram encaminhados ao comitê julgador 467 relatórios dos bolsistas, sendo 192 de ciências exatas, da terra e engenharias; 156 de ciências da vida; e 119 de ciências humanas e sociais, letras e artes. O Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica é atribuído anualmente e tem como objetivo contemplar bolsistas de iniciação científica e tecnológica do CNPq que se destacaram durante o ano sob os aspectos de relevância e qualidade do seu relatório final, bem como as instituições participantes do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (Pibic), que contribuíram de forma relevante para o alcance dos objetivos do programa.
Relação dos premiados no XIII Prêmio Josué de Castro 20ª Semana de Extensão UFF 2015   Relação dos premiados no XIII Prêmio Josué de Castro   Relação dos Premiados: Confira aqui
"Estranhas catedrais", da Eduff, ganha Prêmio Jabuti   Vencedor do Prêmio Jabuti 2015, divulgado nesta quinta-feira, 19 de novembro, o livro "Estranhas Catedrais: as empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar, 1964-1988", da Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff), ganha nova tiragem, que chegará às livrarias nos próximos dias. Primeiro colocado na categoria "Economia, Administração, Negócios, Turismo, Hotelaria e Lazer", o livro discute as relações entre empreiteiros, governos e estados. O autor Pedro Henrique Pedreira Campos se utiliza do instrumental teórico do socialista Antonio Gramsci para chegar a camadas profundas da presença das empresas brasileiras de construção pesada na arquitetura do regime ditatorial vigente entre 1964 e 1988. "Essa é uma conquista coletiva na construção do texto que virou livro. Devo a qualidade do trabalho também aos meus colegas. Por outro lado, fico satisfeito que esse tema tenha sido contemplado. Temos que aproveitar para discutir a situação dessas empresas e suas responsabilidades inclusive pelo período da ditadura militar", disse Pedro Henrique Campos. Historiador e professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Campos analisa as maneiras como esse segmento industrial brasileiro se organizou, articulou-se no interior da sociedade civil e se inseriu em setores do aparelho de Estado para melhor atuar na promoção de seus interesses. No período pesquisado, as empresas de construção civil obtiveram condições para um expressivo desenvolvimento. Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, Norberto Odebrecht e Mendes Júnior são algumas das que se tornaram gigantes no setor. --> Leia entrevista com o autor. De JK a Lula - O governo Juscelino Kubitschek foi um momento fundamental na consolidação de um mercado nacional de obras públicas. Durante a ditadura, o nível de atividades do setor chegou a um patamar ainda superior e inédito na história nacional, com a realização de grandes projetos em áreas como transporte e energia. "Estranhas Catedrais" captura um aspecto fundamental da modernização capitalista que a ditadura propiciou: a combinação entre o movimento rumo à monopolização doméstica e o início da internacionalização de empresas brasileiras. Nos últimos dez anos, ocorreu a retomada de vários projetos encetados no período ditatorial, além de empreendimentos novos que reproduzem certas características daquele modelo de desenvolvimento. A retomada da construção da hidrelétrica de Belo Monte, as usinas do rio Madeira, as tentativas de implantação do trem-bala entre Rio e São Paulo-Campinas, a ferrovia Norte-Sul, a transposição do rio São Francisco e usina de Angra 3 são alguns exemplos. Apesar de não fazer tábua rasa entre os dois períodos políticos, o autor aponta que tais projetos não evidenciam apenas a inspiração e a admiração dos líderes atuais ao modelo de desenvolvimento posto em prática naqueles tempos. Eles também revelam um determinado arranjo político que guarda elementos de semelhança com a sustentação do regime dos anos 1970, com a projeção dos grandes grupos privados nacionais de engenharia e todos os seus interesses, projetos e valores.  Confira todos os premiados em todas as categorias do Jabuti em premiojabuti.com.br/resultados-jabuti-2015. Como comprar: Na nossa Livraria Icaraí, Reitoria, Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói, ou consulte-nos pelo formulário de e-mail em www.editora.uff.br/index.php?option=com_contact&view=contact&id=1&Itemid=24.  
Terapia Expressiva no HUAP, um Programa premiado pelo MECA Terapia Expressiva é a modalidade de cuidado que utiliza práticas diversas como pintura, desenho, costura, colagem, teatro, música, literatura e afins com finalidades terapêuticas. As atividades com os pacientes se dirigem à promoção da auto-estima, conexão com a fé e a criatividade, que geralmente são abaladas perante enfermidades graves.A equipe é formada pela idealizadora, supervisora e ministrante do Programa Denise Vianna, e a coordenadora do mesmo, Anna Alice Schroeder, ambas tem  sua experiência prática no Núcleo de Atenção Oncológica do HUAP, na ação “Infusão de vida” e também participam do projeto arteterapeutas voluntárias qualificadas pelos Cursos de Extensão em Arteterapia da UFF, coordenado por Denise Vianna, e bolsistas estudantes de Medicina do terceiro período. O Programa compreende várias ações, cuja principal é o curso de Extensão-PROEX “Curso Cuidar de Si com Arte”, que teve início em março de 2011. “Terapia Expressiva como veículo de Cuidado Integral no Hospital Universitário Antonio Pedro”, o TECI-HUAP, inserido no Departamento de Saúde da Sociedade da UFF, foi um dos Programas de Saúde premiados pelo MEC a nível nacional no PROEXT-2011. Seus 30 alunos são em sua maioria multiprofissionais da área de saúde do HUAP, e tem como objetivos oferecer ao profissional um espaço para cuidar de si,  adquirindo melhores condições para cuidar do outro, conexão com o ideal de sua profissão e a promoção da integralidade da atividade profissional e do hospital na reconstituição da noção da equipe voltada para o cuidado comum, buscando soluções para os problemas dos pacientes, como a perda da dignidade e autonomia sob os protocolos diagnósticos e terapêuticos. A inclusão do ensino ao profissional de saúde no Hospital Geral da prática do cuidado por meio do material expressivo como contingente terapêutico é atitude pioneira no HUAP. “Pensamos que esta proposta poderá ser um modelo passível de ser implantado futuramente no currículo multiprofissional” declarou Denise Vianna. O programa tem como proposta a integralidade, com o intuito de estender o olhar à família, profissional de saúde e sociedade. Além disso,  a terapia expressiva promove uma  ação com o mesmo intuito e bem dinâmica é  “O HUAP vai dançar!”, a roda de danças circulares realizada todas as quintas-feiras, às 17 horas, no saguão do HUAP pela professora Luciana Ostetto, onde todos podem relaxar, se divertir e participar de uma atividade meditativa.
Aluna de Enfermagem de Rio das Ostras é premiada em Primeiro lugar em Semana CientíficaO Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da aluna de Enfermagem do Departamento de Enfermagem do Campus UFF de Rio das Ostras, Dielly Natannara Chagas da Silva, intitulado: "Episiotomia e suas implicações na saúde sexual"  foi premiado em 1º lugar , no dia 12 de maio, durante a 2ª Semana Científica do Instituto Fernandes Figueira/IFF/ Fiocruz. O TCC  foi realizado no âmbito  do Grupo de Pesquisa do Laboratório de Estudos sobre Mulheres e Enfermagem/Leme/REN, sob a orientação da professora Jane Baptista Quitete e como relator do projeto o discente Diego de Jesus França.
Gepegenf/UFF Rio das Ostras recebeu o primeiro lugar do Prêmio Nalva Pereira CaldasTrabalho desenvolvido pelos integrantes do Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação, Gerência e Ética em Enfermagem, da Universidade Federal Fluminense (Gepegenf/UFF-Campus Rio das Ostras) foi premiado no 22º Pesquisando em Enfermagem, 18ª Jornada Nacional de História da Enfermagem e 15º Encontro Nacional de Fundamentos do Cuidado em Enfermagem, evento realizado pela Escola de Enfermagem Anna Nery (EEAN) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), no período de 18 a 21 de maio de 2015. O trabalho premiado é intitulado: “Estratégias Pedagógicas para Disciplinas de Ética e Legislação de Enfermagem: Potencializando a Assimilação Discente”, relatado pela bolsista PIBIC/CNPq Carolina Galdino Amorim sob a coordenação das professoras Claudia de Carvalho Dantas e Fernanda de Carvalho Dantas. Este trabalho obteve o primeiro lugar do prêmio "Nalva Pereira Caldas".  A premiação foi  patrocinada pelo Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro -Coren-RJ, oferecido aos melhores trabalhos sobre a temática Legislação do Exercício Profissional da Enfermagem apresentados durante o evento "Pesquisando em Enfermagem|", promovido pelo Departamento de Enfermagem Fundamental da Escola de Enfermagem Anna Nery da Universidade Federal do Rio de Janeiro, por ocasião da Semana de Enfermagem organizada pela Associação Brasileira de Enfermagem. Este Prêmio é constituído de Placa na cor Dourada e Diploma de Premiação para o primeiro lugar. O Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação, Gerência e Ética em Enfermagem é liderado pela Professora Pós-Doutora Claudia de Carvalho Dantas, do Curso de Graduação em Enfermagem do Instituto de Humanidades e Saúde do Campus UFF de Rio das Ostras. O Gepegenf tem a finalidade de gerar e disseminar conhecimento a partir do processo de gerenciar,cuidar e ensinar que se desenvolve entre o aluno/profissional de enfermagem e os diversos sujeitos com quem se relaciona, seja na universidade, no ambiente de trabalho ou junto à comunidade. É um grupo certificado pela UFF em 2011, possui 4 linhas de pesquisa e, desde então, já teve outros trabalhos premiados em eventos internos e externos a UFF, além de publicação de livros, capítulos de livros em parcerias com renomados pesquisadores, artigos, dentre outras publicações.
Alunos da UFF recebem premiação em cerimônia do CreaA Universidade Federal Fluminense foi premiada com 7 trabalhos acadêmicos na cerimônia de entrega do IV Prêmio Crea-RJ Oscar Niemeyer de Trabalhos Científicos e Tecnológicos, promovido pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea). A premiação destacou os melhores trabalhos de conclusão de curso em 2013 nas áreas de engenharia, agronomia, geografia, geologia e meteorologia, nas seguintes categorias: graduação, nível médio e médio técnico, mestrado e doutorado.  O evento, realizado dia 2 de janeiro, no Rio Othon Palace, reuniu 800 pessoas e consagrou 107 trabalhos, de 180 autores e 21 instituições de ensino. Dentre os sete estudantes da UFF premiados, um deles, Octavio Sanz dos Santos Thomé, é do mestrado de Engenharia de Produção. Os outros seis são da graduação: Marcus Vinicius Lopes Balla (Engenharia de Produção), Davi Gripp Tavares (Engenharia Civil), Hugo Santarém de Araújo e Bruno Polycarpo Palmerim Dias (Engenharia de Recursos Hídricos e do Meio Ambiente), Henrique Pereira Góes e Rafael Sanches Rangel (Engenharia Mecânica), e Lucas Nobrega Canelas Costa Guimarães (Engenharia Elétrica).  Os trabalhos premiados podem ser acessados pelo link www.crea-rj.org.br/premiocrearjniemeyer/premiados2014/uff/.  Outras informações em www.crea-rj.org.br/blog/iv-premio-oscar-niemeyer-reune-mais-de-800-pessoas-em-edicao-de-sucesso/. 
Trabalho do Instituto de Humanidades e Saúde é premiadoO trabalho "Dificuldades vivenciadas pelo portador de HIV/Aids, sob a ótica de seus familiares" foi premiado em 1º lugar, pela terceira vez consecutiva, no 5º Macaenf, evento realizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ocorrido de 4 a 6 de novembro. O projeto foi desenvolvido pelos integrantes do Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação, Gerência e Ética em Enfermagem da UFF (Gepegen/UFF), e foi coordenado pelas professoras Cláudia Dantas e Fernanda Dantas, do curso de Enfermagem do Instituto de Humanidades e Saúde do Campus de Rio das Ostras.  Escrito pela bolsista Pibic/CNPq Carolina Amorim, o trabalho obteve o Prêmio Professor Aluisio Teixeira. A premiação é destinada a trabalhos científicos concluídos de pesquisa e/ou extensão que apresentem como características substanciais a interdisciplinaridade, a integração acadêmica institucional e/ou interinstitucional e o impacto para a sociedade.  Segundo a professora Cláudia Dantas, o Gepegen/UFF tem a finalidade de gerar e disseminar conhecimento a partir do processo de gerenciar, cuidar e ensinar que se desenvolve entre o aluno ou profissional de enfermagem e os diversos sujeitos com quem se relaciona, seja na universidade, no ambiente de trabalho ou junto à comunidade. "É um grupo certificado pela UFF em 2011, possui quatro linhas de pesquisa e, desde então, já teve seis trabalhos premiados em eventos internos e externos à UFF, além de publicação de livros, capítulos de livros em parcerias com renomados pesquisadores, artigos, dentre outras publicaçõe", informou.