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Coletânea reúne estudos sobre a paisagem na literatura luso-brasileiraOrganizada pela professora Ida Alves, “Páginas paisagens Luso-brasileiras: estudos literários” reúne estudos teórico-críticos sobre a paisagem como estrutura de sentido na literatura de língua portuguesa, sob a perspectiva da crítica temática contemporânea. A obra traz artigos que pensam a paisagem como uma construção cultural e reflete a relação entre espaço, visualidade e subjetividade, escrita, cultura e identidades. Com um diálogo entre letras, história e turismo, o objetivo é também discutir a percepção da paisagem como a percepção sobre o estar no mundo e o estar na escrita, que seriam “lugares de habitação e reflexão cultural, social e estética” a partir de experiências individuais ou coletivas. Sobre a organizadora Ida Alves é professora titular de Literatura Portuguesa do Instituto de Letras da Universidade Federal Fluminense. Concluiu o doutorado em Letras na Universidade Federal do Rio de Janeiro e realizou o Pós-Doutorado na PUC-MG. Lidera, com a Profa. Dra. Celia Pedrosa, o grupo de pesquisa “Poesia e Contemporaneidade”, na UFF, e o grupo de pesquisa “Estudos de Paisagem nas literaturas de língua Portuguesa”. Saiba como comprar.   
Livraria Icaraí recebe lançamento de “Racismo, capitalismo e subjetividade”A partir do diálogo com a psicanálise e outras áreas, os autores refletem sobre a problemática do racismo no Brasil, na coletânea “Racismo, capitalismo e subjetividade”, recém-publicada pela Eduff. Organizada pelos professores Marília Etienne, Marcelo Coelho e Sandra Cabral, a obra traz na capa a foto "Pés”, de Sebastião Salgado.  
Lançamento da Eduff propõe novo recorte sobre o conceito de subjetividade Organizada pelos psicólogos Rogerio Quintella, Leonardo Almeida e Crisóstomo Nascimento, a coletânea “Subjetividade” (Eduff, 2017) propõe uma interface entre a psicologia e outros campos do saber. Com a crescente investigação sobre a subjetividade humana, os 12 textos e o post-scriptum presentes na obra fazem uma reflexão teórica, crítica, metodológica, clínica e política em torno do tema. No livro, os autores relacionam a subjetividade com tópicos da Psicologia, Filosofia, Psicanálise e Política. E, por levar conhecimentos de outras áreas de estudos, propõem um novo recorte epistêmico sobre as indagações humanas. A discusão é feita valorizando tanto os pontos teóricos, como práticos. E, por isso, evita estigmas inerentes de quando a abordagem é dominada pela chamada “neutralidade científica”. Segundo os organizadores, o lançamento da Eduff traz algumas reflexões-chaves, como “a de que pensar a subjetividade exige um exercício de pesquisa que implica a participação do pesquisador nas conclusões alcançadas, para além das premissas clássicas do purismo positivista da relação sujeito-objeto”. Além disso, por pensar também na relação da subjetividade com questões relacionadas à contemporaneidade e à forma com qual a sociedade lida com algumas dinâmicas atuais - como sistema capitalista, movimentos políticos, etc – o livro pode interessar pessoas dos campos de Psicologia, Filosofia e áreas afins. Saiba como comprar.     
Lançamento da Eduff propõe um novo recorte sobre o conceito de subjetividade Organizada pelos psicólogos Rogerio Quintella, Leonardo Almeida e Crisóstomo Nascimento, a coletânea “Subjetividade” propõe uma interface entre a psicologia e outros campos do saber. Com a crescente investigação sobre a subjetividade humana, os 12 textos e o post-scriptum presentes na obra fazem uma reflexão teórica, crítica, metodológica, clínica e política em torno do tema. No livro, os autores relacionam a subjetividade com tópicos da Psicologia, Filosofia, Psicanálise e Política. E, por levar conhecimentos de outras áreas de estudos, propõem um novo recorte epistêmico sobre as indagações humanas. A discusão é feita valorizando tanto os pontos teóricos, como práticos. E, por isso, evita estigmas inerentes de quando a abordagem é dominada pela chamada “neutralidade científica”. Segundo os organizadores, o lançamento da Eduff traz algumas reflexões-chaves, como “a de que pensar a subjetividade exige um exercício de pesquisa que implica a participação do pesquisador nas conclusões alcançadas, para além das premissas clássicas do purismo positivista da relação sujeito-objeto”. Além disso, por pensar também na relação da subjetividade com questões relacionadas à contemporaneidade e à forma com qual a sociedade lida com algumas dinâmicas atuais - como sistema capitalista, movimentos políticos, etc – o livro pode interessar pessoas dos campos de Psicologia, Filosofia e áreas afins.