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Projeto de extensão UFF nas Ruas conversa sobre "O papel da Universidade em tempos de crise.".#ProexEmAção divulga que o projeto de extensão "UFF nas Ruas" inicia suas atividades no dia 02/04 às 13h com uma programação especial de quarentena para acabar com o tédio do isolamento e a saudade do nosso país UFF. .Os coordenadores Lenin Pires e Juliana Vinuto propõem um espaço de reflexão e conversa sobre "O papel da Universidade em tempos de crise.". . Vocês não podem perder! #uffnasruas #universidadefederalfluminense #Ambulantes #extensão #extensãouniversitaria #pesquisa #university #universidade #universidadepublica #Proexuff #proex #PovosdeTerreiro #privacaodeliberdade #crise #live #Comunicação #informacao #RiodeJaneiro #Niteroi #lgbt #uffianos .
Universidade das Ideias: Conversas Espirais é o novo tema do programa para a webO Centro de Artes UFF abre espaço para reflexões filosóficas com uma nova série de programas do Universidade das Ideias: Conversas Espirais. O projeto Universidade das Ideias, realizado pelo Centro de Artes UFF, se constitui de uma série de programas gravados para a web e veiculados pelo canal do YouTube do Centro de Artes UFF - https://www.youtube.com/channel/UCwQ-vcD2vtSKA5RtxJ0emKA. É um espaço para discussão de temas variados, tendo como convidados especialistas nos temas abordados nos encontros. O primeiro programa desta nova temporada será gravado com plateia ao vivo no Teatro da UFF, no dia 24 de setembro, às 17 horas, com o tema “Tupi or not Tupi - O papel vital da universidade: Zonas de confluências abertas Artes, Ciências e Sociedade”. A gravação é aberta ao público, com entrada franca. O debate será mediado por Luiz Guilherme Vergara, professor do Programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes da UFF, coordenador do Curso de Graduação em Artes da UFF e co-Fundador Instituto MESA (www.institutomesa.org). Como debatedores, estarão presentes Tatiana Roque e Rodrigo Nunes. Tatiana Roque é professora da UFRJ, matemática e filósofa. Escreveu o livro História da Matemática: uma visão crítica, desfazendo mitos e lendas (Zahar, 2012). Foi candidata a deputada federal em 2018 e é vice-presidente da Rede Brasileira da Renda Básica. Rodrigo Nunes é professor do departamento de Filosofia da PUC-Rio, autor do livro Organisation of the Organisationless: Collective Action After Networks (2014) e de diversos artigos em publicações nacionais e estrangeiras. Seu novo livro, Beyond the Horizontal: Rethinking the Question of Organisation, será publicado em breve pela editora inglesa Verso. O Universidade das Ideias também prevê a participação de outros convidados. “Este encontro propõe abordar como forma-conteúdo as re-configurações emergentes para uma unidade tripartida entre Ética, Estética e Política. O formato de conversas espirais traz em si a abertura de uma plataforma de fala-escuta geradora de atravessamentos de múltiplas perspectivas”, avalia o professor Vergara, mediador do encontro. O programa aponta para indagações diretas sobre a sobrevida do fazer universitário, artístico, científico e filosófico num cenário de crise. Diante todas as crises e golpes que atingem as instituições públicas de ensino, pesquisa, extensão e sua produção de conhecimento, hoje, cabem as perguntas: “Como se defende a universidade pública?”; “Como se defende a educação pública?”; “Como defender o papel vital da Arte, Ciência e Filosofia na universidade pela democracia, da diversidade e direitos humanos?”; “Como pensar a descolonização da produção de conhecimento em todas as áreas?”. A inspiração para o nome “Conversas Espirais” vem do deslocamento de uma geometria-matemática dos triângulos sublimes, formando zonas espirais, sendo tomado como ponto de partida para o exercício experimental de confluências livres entre Artes, Ciências e Sociedade. O objetivo é reforçar o papel vital da universidade para a sociedade diante dos riscos e ameaças que atingem todas as instâncias e instituições públicas representantes da democracia e dos direitos humanos.   Universidade das Ideias Conversas Espirais programa para a web gravado com plateia ao vivo Tema: Tupi or not Tupi - O papel vital da universidade: Zonas de confluências abertas Artes, Ciências e Sociedade 24 de setembro de 2019 Terça | 17h Teatro da UFF Rua Miguel de Frias, 9 - Icaraí, Niterói Entrada franca
PROEX e CODIM promovem debates sobre violência na universidadeEm 19 de março, a Pró-Reitoria de Extensão em parceria com a Coordenadoria de Direitos das Mulheres (CODIM) realizou, por meio do “Coletivo de Professoras, Técnicas da UFF & Pós-Graduandas Pró-Equidade de Gênero e Raça”, o debate: Vamos falar de violência na Universidade? O evento, que integra a Agenda do mês da mulher, aconteceu no auditório do Bloco P, campus de Gragoatá, Niterói-RJ. Pela manhã, a atividade contou com participação da conferencista Prof.ª Hildete de Mello (Núcleo Transdisciplinar de Estudos de gêneros da UFF) que discorreu sobre sua trajetória pessoal na luta das causas feministas iniciadas em meados dos anos 70. Em seguida, a houve a mesa-redonda “Enfrentamento da violência contra a mulher: cenário e políticas”, com a coordenadora de defesa dos direitos da mulher da Defensoria Pública (RJ), Dr.ª Flávia Brasil Barbosa do Nascimento, e com a Prof.ª Dr.ª Ana Flávia Pires Lucas d ‘Oliveira (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo -FMUSP) e da Rede Não cala USP. Na parte da tarde, houve relato de experiência com a Prof.ª Hilda da Silva Gomes (FIOCRUZ) do Colegiado do Comitê Pró-Equidade de Gênero e Raça. Também houve apresentação de ações extensionistas que tratam sobre as questões de violência, gênero e racismo na universidade: “Por que também temos que falar de violência?”, “Dar voz”, “UFF Mulher” e “SOS Mulher”, este último considerado serviço de referência do Hospital Universitário Antonio Pedro (HUAP) para o atendimento a mulher que sofre violência sexual. Foi aberto, posteriormente, espaço para estudantes de medicina do “Coletivo Nise da Silveira” e “Coletivo NegreX” discutirem sobre a temática do evento sob a perspectiva discente. Por fim, aconteceu a “Batalha de versos” entre as poetisas Joana Gabriela e Nathalia D’lira.
UFF assume protagonismo em ações de acessibilidade com o Mestrado Profissional em Diversidade e InclusãoData de 11 de maio de 2016 a Portaria Normativa do Ministério da Educação que destinou algumas vagas nos programas de pós-graduação do país para pessoas com deficiência. Antes disso, em 2013, a UFF já inaugurava seu Mestrado Profissional em Diversidade e Inclusão (CMPDI), com uma proposta de vanguarda: fazer ciência não somente para a pessoa com deficiência, mas junto com ela. Em outros termos, “fazer com que a pessoa com deficiência não fosse vista simplesmente como ‘objeto de estudo’, mas como pesquisadora”, explica a professora Ediclea Mascarenhas. Hoje, com pouco mais de cinco anos, o programa é reconhecido dentro e fora do país e acaba de alcançar um marco importante, com a conclusão de sua 170ª dissertação. Desde o momento em que o CMPDI foi inaugurado, estudantes com deficiência ocupam as salas de aula do mestrado, como surdos, deficientes físicos, autistas e cegos. “Há algum tempo atrás só tínhamos em nosso estado uma pessoa surda com mestrado”, destaca a professora. Hoje, segundo ela, o CMPDI já formou aproximadamente trinta mestres surdos: “temos estudantes egressos trabalhando em universidades públicas do Rio de Janeiro, na Amazônia e no Recôncavo Baiano. Alunos com autismo que passaram pelo CMPDI e já concluíram doutorado, alunos com deficiência visual e também física”. (...) É necessário continuar acreditando que apenas o conhecimento é capaz de neutralizar esse medo do diferente", Diana Cavalcanti. Agora o programa se prepara para mais uma conquista. Segundo Ediclea, “é chegada a hora de receber os primeiros jovens com deficiência intelectual. Essa tem sido uma tendência mundial: pessoas com deficiência cada vez chegam mais ao ensino superior, são microempreendedores. Na Espanha, temos uma vereadora com Síndrome de Down. No Brasil e em outros países, já temos pessoas com Síndrome de Down que concluíram o ensino superior”. Um exemplo é Flávia Carvalho, recém-graduada em Pedagogia - a primeira pessoa com Síndrome de Down a concluir o ensino superior no estado do Rio de Janeiro. A pedagoga, que já pensa em participar da seleção de mestrado do CMPDI, teve seu primeiro contato com o programa há alguns anos, através de Ediclea: “conheci sua história quando, em 2016, participei como palestrante do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, na Universidade de Barra Mansa. Neste dia, soube que uma aluna com Síndrome de Down cursava Licenciatura em Pedagogia, o que me deixou muito feliz”, comemora. O encontro foi tão mobilizador que, em 2017, na ocasião do I Simpósio de Deficiência Intelectual e Desenvolvimento Humano do CMPDI, a professora chamou Flávia para participar de uma mesa redonda. Segundo a docente, o evento foi um sucesso absoluto: “neste dia, a convidei para ingressar no meu grupo de pesquisa e se preparar para o mestrado assim que terminasse a faculdade, o que a deixou extremamente entusiasmada”, ressalta Ediclea. “Recebi o convite e fiquei muito contente. Falei pra todo mundo. Em minha opinião, é muito importante dar oportunidade a pessoas com Síndrome de Down como eu e também a outros com deficiência, e também para dar continuidade aos estudos”, enfatiza Flávia. Segundo ela, os planos agora são de continuar a estudar, fazer mestrado e “não parar”. Além disso, ela quer investir no trabalho com educação infantil, seu sonho desde pequena. Às portas do mestrado, a pedagoga tem hoje muitos motivos para comemorar, mas chegar até aí demandou um grande esforço de sua parte e também de sua família, que sempre esbarrou nas limitações do sistema educacional no acolhimento de pessoas com Síndrome de Down. O primeiro desafio, de acordo com ela, foi entrar na faculdade: “se não fosse a minha mãe ir lá e conversar, eu não teria entrado", destaca.  Além disso, segundo ela, "foi difícil a aceitação por parte de alguns professores. Penso que nunca tiveram uma aluna com a síndrome e não sabiam como trabalhar. Era diferente e isso assusta, eu acho. Mas felizmente eram poucos. No começo, fiquei muito ansiosa, porque era tudo novo, mas fui me adaptando, estudando muito e cheguei ao último período que, para mim, foi o mais marcante. Gabaritei a prova de Estatística sem ela ser adaptada. A professora acreditou que eu era capaz de realizá-la igual a todos os meus colegas. Essa foi uma grande conquista para mim. Sou muito capaz”. Pioneiro no Brasil e com uma proposta ousada, fazendo jus ao protagonismo alcançado pela UFF no que diz respeito à acessibilidade, o CMPDI foi concebido também como uma resposta à problemática apresentada por Flávia. De acordo com a coordenadora do mestrado, Diana Cavalcanti, “no curso, propomos um embasamento teórico-prático para que recursos humanos sejam capacitados para atuar na área. Além de buscar soluções para garantir igualdade de condições para o acesso e permanência dos profissionais que tenham interesse em se aprimorar em suas respectivas formações”. “Nos tempos atuais, em que episódios de intolerância e preconceito têm sido frequentes, é necessário continuar acreditando que apenas o conhecimento é capaz de neutralizar esse medo do diferente. Ao ter que conviver com alguém com deficiência, por exemplo, a reação das pessoas é o medo de não saber o que fazer. A busca de conhecimento é a vacina contra isso”, enfatiza Diana. Na contramão de toda a sorte de preconceitos, e de braços dados com o ideal de sociedade que a universidade pública deseja poder construir, Flávia, com postura firme e esbanjando alegria, brada a quem quiser ouvir: “quero ser exemplo para todos aqueles que achavam impossível uma pessoa com Síndrome de Down estar na faculdade. Tudo bem ter medo, porque todo esse processo é difícil, mas é também possível. Se eu consegui, muitos outros também podem conseguir”.  
Mapeamento de TAEs e Setores da SaúdePara consolidação do Centro de Suporte Acadêmico, a Pró-Reitoria de Graduação está buscando, neste primeiro momento, parcerias com os técnicos em assuntos educacionais e setores/ servidores de saúde da Universidade Federal Fluminense. Com esse objetivo, lançamos dois formulários para preenchimento dos profissionais relacionados a essas áreas. Contamos com seu apoio! Link 1 - TAEs - https://goo.gl/forms/tL2JfWTaLur89r8D3 Link 2 - Servidor da área da saúde - https://goo.gl/forms/cOEyJxLJRnzXhMXg2   Para mais informações a respeito do CSA, acesse: http://www.centrodesuporteacademico.sites.uff.br E curta http://www.facebook.com/csauff Ou entre em contato com a Coordenação do CSA através do e-mail: centrodesuporteacademico@gmail.com
Centro de Memória da PROEX participa de evento internacionalO Centro de Memória da Extensão Universitária (CEMEX) da Pró-Reitoria de Extensão (PROEX) participou do I Congreso Iberoamericano de Museos Universitarios y II Encuentro de Archivos Universitarios, realizado nos dias 22, 23 e 24 de maio, na Cidade de La Plata, Argentina. O Evento, promovido pela Rede de Museus e Arquivos Universitários da Universidade  Nacional de La Plata (UNLP), pela Secretaria de Arte e Cultura e pela Presidência da Universidade Nacional de La Plata, foi realizado na Faculdade de Ciências Agrárias e Florestal da UNLP. O Congresso contou com diversas autoridades nacionais e estrangeiras especialistas na área do patrimônio cultural universitário, com destaque para a Dra. Marta Lourenço, atual presidente do Comitê Internacional para os Museus e as Coleções Universitária, que, em sua fala, reforçou a importância desses acervos e convidou os ouvintes e suas instituições a participarem do Comitê, como forma de fortalecimento e reconhecimento da área.  Comunicações e pôsteres foram apresentados por diversos profissionais argentinos, brasileiros, espanhóis e uruguaios. O CEMEX teve duas comunicações aprovadas e apresentadas, sendo elas: A Criação da Rede de Memória de Extensão Universitária: Promovendo e Integrando Acervos  de Extensão da  Universidade Federal Fluminense (CEMEX-PROEX-UFF) Niterói - Rio de Janeiro, Brasil Autoras: Eloisa Ramos Sousa - Museóloga / Museu da Vida – FIOCRUZ – eloisamuseudavida@gmail.com Ellen Cortez Contreiras - Profª Dra. Coordenadora Acadêmica do CEMEX-PROEX-UFF- ellen@globo.com Lucia Helena Marchon Leão Ramalho –  Psicóloga / Coordenadora Técnica do CEMEX-PROEX- UFF - luciaramalhouff@gmail.com Eixo Temático: Politicas para la gestión de los museos universitários A musealização da coleção científica do Instituto Biomédico -  o início do processo de preservação da memória universitária da Universidade Federal Fluminense Instituição: Universidade Federal Fluminense Eixo temático: Politicas para la gestión de los museos universitarios Modalidade de apresentação: Comunicação Autoras: Eloisa Ramos Sousa - Museóloga / Museu da Vida – FIOCRUZ – eloisamuseudavida@gmail.com Ellen Cortez Contreiras - Profª Dra. Coordenadora Acadêmica do CEMEX-PROEX-UFF- ellen@globo.com Lucia Helena Marchon Leão Ramalho –  Psicóloga / Coordenadora Técnica do CEMEX-PROEX-UFF - luciaramalhouff@gmail.com O evento contou com uma audiência bastante interessada e engajadas nos debates, mostrando o comprometimento e a grande preocupação com os acervos culturais universitários. Foi possível também mostrar e conhecer outras realidades e experiências, e estabelecer novos contatos que certamente serão de grande ajuda para a reflexão sobre os espaços de memória e seus acervos. A equipe do CEMEX que participou do congresso esteve no Instituto de Investigação em Biomedicina de Buenos Aires - CONICET/Instituto Partner da Sociedade Max Plank, por convite do diretor, Dr. Eduardo Arzt. Na oportunidade, a equipe conheceu o novo Museu de  Ciência e Tecnologia de Palermo, um projeto desenvolvido por diversas instituições voltadas para a popularização científica.  
Universidade Sustentável – Coleta de óleo de cozinhaA preocupação com o meio ambiente deve ser demonstrada por meio de modelos, posturas e ações que possam refletir condutas corretas do cidadão para com o meio ambiente. Pensando em ações sustentáveis que contribuam de diferentes maneiras para a construção de uma Universidade voltada para as novas exigências de uma sociedade cada vez mais sensibilizada acerca dos problemas ambientais é que o Programa Ações Sustentáveis na UFF/Projeto Gestão de Resíduos Sólidos, da Pró-reitoria de Extensão, coletou 227 litros de óleo de cozinha, no período de fevereiro a julho de 2017. O óleo coletado é direcionado à Cooperativa COOPERIOLEO que o repassa para a Empresa SOS Óleo Vegetal, que separa as impurezas e o transforma em biodiesel, sabão e outros produtos de limpeza.  A  adesão da comunidade interna da UFF ao Projeto vem a cada dia crescendo, depositando o óleo de cozinha em garrafa Pet fechada na bombona localizada ao lado da guarita do Campus  do Valonguinho, contribuindo para a diminuição da contaminação do meio ambiente. –– A PROEX pretende estender outros pontos de coleta aos diversos campi e às unidades isoladas da UFF.
49º FORPROEX Sudeste será sediado no RJ em setembro de 2017A Pró-Reitoria de Extensão informa a realização do 49º FORPROEX Sudeste que ocorrerá de 27 a 29/09/2017, na Universidade Federal do Rio de Janeiro, campus Praia Vermelha-RJ (Casa da Ciência). O evento está sendo organizado por uma comissão composta por representantes das Instituições Públicas de Educação Superior do Estado do Rio de Janeiro. Paralelamente ao evento acontecerão, também, atividades direcionadas aos extensionistas. O Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras (FORPROEX) é uma entidade voltada para a articulação e definição de políticas acadêmicas de extensão, comprometida com a transformação social para o pleno exercício da cidadania e o fortalecimento da democracia. Semestralmente, o FORPROEX Nacional e o FORPROEX Sudeste se reúnem para debates, proposições de políticas e articulações interinstitucionais. Em breve será divulgada a programação para que os interessados possam se inscrever no Fórum.  
I Encontro Mulheres de Axé e Universidade   Atualmente, os estudos de gênero ganharam espaços na academia e não se pode negar a importância dos movimentos feministas nessa interlocução. A discussão trazida pelo movimento negro – e de mulheres negras – também ganha importância e traz para a academia as falas de outros sujeitos. As religiões de matriz africana possuem práticas e tradições que, a partir da noção de acolhimento intervém tanto no espaço da saúde física dos indivíduos, quanto em sua sociabilidade, criando redes, formas de organização e resistência apesar das dificuldades advindas de relações históricas de dominação no contexto da sociedade brasileira.    Assim, o “I Encontro Mulheres de Axé e Universidade: protagonismos e produção de conhecimentos” destina-se a discutir o protagonismo das mulheres negras de axé e sua interlocução com a academia.    O evento nasceu do encontro entre professoras e professores da UFF, UERJ e UFBa, a intenção é que esse Encontro se desdobre em outros, a serem realizados na UERJ e na UFBa, garantindo assim a diversidade de espaços. Essa ação é uma organização da PROEX, por meio dos Núcleos de Direitos Humanos e Cidadania (NUDHESC) e de Pesquisa Histórica sobre Proteção Social (NPHPS) – ambos da UFF – e do Programa de Estudos e Debates dos Povos Africanos e Afroamericanos (PROAFRO) da UERJ.