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O olhar do artista sobre o meio ambiente, XV edição, 3ª exposiçãoO projeto O olhar do artista sobre o meio ambiente é uma iniciativa do Laboratório Horto-Viveiro da Universidade Federal Fluminense, que consiste em uma exposição itinerante de artes visuais, composta por obras de artistas, sobretudo fluminenses, reunindo arte, cultura e educação. Anualmente, percorre 3 a 5 municípios do Estado do Rio de Janeiro, com objetivo de utilizar a arte como instrumento de Educação Ambiental. Neste ano, a exposição percorre Rio Bonito, Niterói e São Gonçalo, atuando de forma multidisciplinar com pessoas de diferentes áreas e em parceria com os setores e agentes locais. Cada exposição permanece em média quinze dias nos espaços culturais dos municípios e recebe principalmente crianças de escolas da rede pública de ensino. Isso pode resultar em discussões sobre os temas em salas de aula e também nas comunidades na temática relacionada ao assunto central do projeto - educação ambiental. Esses alunos, por sua vez, atuam como agentes multiplicadores, estendendo esses conceitos aos seus familiares e amigos. Em 2019, o tema é Fauna Brasileira e busca abordar a arte como um meio de despertar a reflexão e sensibilizar a comunidade sobre assuntos ligados a questões socioambientais. Durante os 14 anos contínuos de sua realização, O Olhar do Artista expôs mais de 1200 obras e recebeu 22.814 visitantes.
Exposição 3: O Olhar do Artista sobre o Meio Ambiente 2018A 3ª exposição da XIV Edição do Olhar do Artista Sobre o Meio Ambiente chegará dia 17 de setembro em Niterói, no Laboratório Horto-Viveiro. A abertura ocorrerá às 18 horas, no endereço Av. Litorânea, s/n. Boa Viagem, Niterói/RJ. A exposição fica até o dia 20 de setembro. • ABERTURA: 17/09, 18h • VISITAÇÃO: segunda à quinta, 9h - 18h • ENDEREÇO: UFF Campus da Praia Vermelha. Av. Litorânea s/n. Boa Viagem, Niterói/RJ. Contamos com a presença de vocês! ___________________________________________ SOBRE O PROJETO O projeto é uma iniciativa do Laboratório Horto-Viveiro da Universidade Federal Fluminense, constituindo-se de uma exposição itinerante de artes visuais, composta por obras de artistas, sobretudo fluminenses, reunindo arte, cultura e educação. Anualmente ele percorre 3 a 5 municípios do Estado do Rio de Janeiro, com objetivo de utilizar a arte como instrumento de Educação Ambiental. Nesse ano, a exposição percorre Iguaba Grande, São Gonçalo e Niterói, atuando de forma multidisciplinar com pessoas de diferentes áreas e em parceria com os setores e agentes locais Cada exposição fica em torno de 15 dias nos espaços culturais dos municípios e recebe principalmente crianças de escolas da rede pública de ensino, podendo levar os temas tratados para sala de aula e para dentro da comunidade onde vivem por meio de discussões relacionadas ao assunto central do projeto - educação ambiental, que por sua vez funcionam como agentes multiplicadores estendendo esses conceitos aos seus familiares e amigos. Em 2018 o tema é Biodiversidade, que aborda a arte como um meio de despertar a reflexão e sensibilizar a comunidade sobre assuntos ligados a questões socioambientais. Durante os 14 anos contínuos de sua realização, O Olhar do Artista recebeu 21.054 visitantes e mais de 1135 obras expostas. Toda a programação é gratuita e aberta ao público, que consiste em pessoas de diferentes classes sociais, graus de instrução e diferentes faixas etárias. Venha participar dessa exposição e ajude-nos a ampliar essa rede de comunicação.
Exposição 1: O olhar do artista sobre o meio ambiente 2018A 1ª exposição da XIV Edição do Olhar do Artista Sobre o Meio Ambiente chegará dia 03 de agosto em Iguaba Grande, no Salão de Artes Zé Trindade. A abertura ocorrerá às 19h, no endereço Rodovia Amaral Peixoto, km 102, n°3399, Cidade Nova - Iguaba Grande/RJ, no 2º piso da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. A exposição fica até o dia 29 de agosto, com visitação das 8h às 17h. • ABERTURA: 03/08, 19h • VISITAÇÃO: segunda à sexta, 8h às 17h • ENDEREÇO: Rodovia Amaral Peixoto, km 102, n°3399, Cidade Nova - Iguaba Grande/RJ, no 2º piso da Secretaria Municipal de Educação e Cultura Contamos com a presença de vocês! ___________________________________________ SOBRE O PROJETO O projeto é uma iniciativa do Laboratório Horto-Viveiro da Universidade Federal Fluminense, constituindo-se de uma exposição itinerante de artes visuais, composta por obras de artistas, sobretudo fluminenses, reunindo arte, cultura e educação. Anualmente ele percorre 4 a 5 municípios do Estado do Rio de Janeiro, com objetivo de utilizar a arte como instrumento de Educação Ambiental. Nesse ano exposição percorre Iguaba Grande, São Gonçalo e Niterói, atuando de forma multidisciplinar com pessoas de diferentes áreas e em parceria com os setores e agentes locais Cada exposição fica em torno de 15 dias nos espaços culturais dos municípios e recebe principalmente crianças de escolas da rede pública de ensino, podendo levar os temas tratados para sala de aula e para dentro da comunidade onde vivem por meio de discussões relacionadas ao assunto central do projeto - educação ambiental, que por sua vez funcionam como agentes multiplicadores podendo estender esses conceitos aos seus familiares e amigos. Em 2018 o tema é Biodiversidade, que aborda a arte como um meio de despertar a reflexão e sensibilizar a comunidade sobre assuntos ligados a questões socioambientais. Durante os 14 anos contínuos de sua realização, O Olhar do Artista recebeu 21.054 visitantes e mais de 1135 obras expostas. Toda a programação é gratuita e aberta ao público, que consiste em pessoas de diferentes classes sociais, graus de instrução e diferentes faixas etárias. Venha participar dessa exposição e ajude-nos a ampliar essa rede de comunicação.
Exposição Itinerante Cotidiano Sem Muros: o olhar do invisívelA equipe do Projeto Turismo Social UFF convida a todos para a exposição itinerante “Cotidiano Sem Muros: o olhar do invisível”, que será realizada entre os dias 4 e 15 de junho. A exposição apresenta o desdobramento dos passeios turísticos realizados pelo nosso projeto em parceria com o Centro Pop Niterói, Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua. O evento contará com reproduções fotográficas registradas pelos participantes dos passeios, emolduradas por material reciclado do lixo, trabalho também realizado por eles. Outras ações como apresentações de teatro, discotecagem e sarau de poesias integram a programação da exposição. A abertura da exposição na UFF acontecerá no dia 11/06 às 14 horas no Bloco H, no campus do Gragoatá e contará com a performance da Escola Oficina Social de Niterói. No dia 12/06 as fotografias estarão expostas no Bloco E. A Biblioteca Central do Gragoatá receberá a exposição a partir do dia 13/06. Atualmente a exposição está disponível no Macquinho, em Niterói.  
Inscrição online para oficinas do SIMUPE (Simpósio de Música e Pesquisa da Orquestra Sinfônica Nacional da UFF)   II SIMUPE: OFICINAS De 02/04/2018 a 07/04/2018 De 2 a 7 de abril de 2018, o Centro de Artes UFF realizará a segunda edição do SIMPÓSIO DE MÚSICA E PESQUISA DA ORQUESTRA SINFÔNICA NACIONAL UFF (SIMUPE).O simpósio inclui palestras, oficinas, mesas de discussão, conferências, recitais e outras apresentações. Como parte da programação, serão oferecidas 3 OFICINAS com inscrição online. Saiba mais sobre cada uma delas: ◾Oficina 1 - "Orquestra de Garrafas" A Oficina "Orquestra de Garrafas" será realizada no dia 04/04/2018, às 14 h, no Teatro da UFF, e será ministrada pelo Prof. Dr. Rodrigo Serapião Batalha. A oficina envolve a prática musical com instrumentos alternativos (garrafas), com ênfase em jogos musicais de escuta e de criação musical. - Público alvo: leigo e músico iniciante a profissional. - Quantidade de vagas: até 50 (as inscrições se encerrarão quando as vagas previstas forem preenchidas) - Tempo de duração: 1:30h  (estimativa)   ◾Oficina 2 - "Performance em jogo" A Oficina "Performance em jogo" será realizada no dia 04/04/2018, às 15:30 h, no Teatro da UFF, e será ministrada pela Profª. Drª. Isadora Scheer Casari. Através da realização de jogos em grupos ou em duplas o participante experimentará o "ser performer" a partir de outra perspectiva que não a musical. O objetivo é convidar o participante a vivenciar e a refletir em grupo sobre a manutenção de uma presença ativa, concentrada e de troca com os co-jogadores e com o espectador. A ideia é que frente a uma situação nova de performance o músico participante possa voltar sua percepção para seu próprio corpo, para seus pensamentos, emoções e ansiedades que surjam no decorrer das atividades e, com isso, contribuir para os processos de tomada de consciência na performance musical. A oficina vai explorar sobretudo jogos de espelho, de atenção e de escuta muito difundidos em práticas teatrais, além de danças circulares presentes na cultura afro-brasileira. Ao final das atividades realizaremos uma síntese coletiva da oficina com o objetivo de compartilhar estratégias e saberes relativos a manutenção da atenção em relação a si-mesmo e ao outro durante a performance. - Quantidade de vagas: até 30 participantes (as inscrições se encerrarão quando as vagas forem preenchidas) - Duração: 2 horas (estimativa) - Público alvo: músicos a partir de 15 anos de idade e professores de música . - Orientação complementar:  é recomendável o uso de roupa confortável que possibilite livre realização de movimentos   ◾Oficina 3  - "Os implantados cocleares estão chegando: reflexos na educação acústica, musical e instrumental" A Oficina "Os implantados cocleares estão chegando: reflexos na educação acústica, musical e instrumental" será realizada no dia 07/04/2018, às 9 h, no Cinema da UFF, e será ministrada pelo Prof. Dr. Leonardo Fucks. Um grupo considerável de jovens com implante coclear e idades a partir de 17 anos comece a ingressar em instituições de ensino superior no ano de 2018. Considerando-se que um indivíduo de cóclea implantada tenha amplas condições de desenvolvimento musical e  mesmo de realizar um curso superior nesta área, devemos esperar que as instituições universitárias estejam preparadas para esta nova e desafiadora realidade. Este fato levanta questões relevantes, a serem trabalhados de forma específica com estes estudantes, sobre aspectos conceituais acerca da natureza do som, da constituição física dos instrumentos, da percepção de sons naturais, musicais e daqueles mediados por processamento digital e da própria prática musical nestas condições. Por outro lado, esta condição especial abre oportunidades de trocas de experiências e conhecimentos entres indivíduos, seus docentes e colegas nas instituições de ensino musical, enriquecendo inquestionavelmente a educação em música. Nesta oficina, pretendemos apresentar e discutir algumas estratégias para a construção e uso de instrumentos e dispositivos que auxiliem neste processo pedagógico e dialógico. - Quantidade de vagas: até 30 participantes (as inscrições se encerrarão quando as vagas forem preenchidas) - Duração: 60 minutos (estimativa)  
Territórios da Arte: cartografia brasileira de arte e cultura chega à UFFUm mapa afetivo das regiões do Brasil, constituído a partir de perspectivas locais. A descrição do projeto Territórios da Arte, resultado de parceria entre a Universidade Federal Fluminense e a Fundação Nacional de Artes (Funarte), resume a riqueza cultural que chega a Niterói, Rio das Ostras e Campos dos Goytacazes, a partir do dia 02 de outubro. A iniciativa tem como objetivo compreender as dimensões artísticas e culturais do país por meio de um mapeamento cartográfico da arte e da cultura popular brasileiras. Desde maio, o projeto percorreu os territórios de Cuiabá (MT - Centro-Oeste), Florianópolis (SC - Sul), Belém (PA - Norte) e Recife (PE - Nordeste), conhecendo as regiões. O projeto realizou prospecções do cenário cultural e artístico e encontros locais, elaborando uma visão coletiva sobre o panorama da arte e da cultura de cada localidade. Para o vice-reitor, Antonio Claudio da Nóbrega, as múltiplas inserções da UFF no ambiente cultural já são marca tradicional da instituição. “Agora, com o Territórios da Arte, avançamos para além de produzir e difundir arte e cultura, agregamos a competência e a missão da universidade de conhecer e fazer conhecer a arte dos diferentes territórios brasileiros”, destaca. Na Região Sudeste, a UFF sedia o evento. “A Funarte, como nossa parceira, abarcou essa ideia de trazer o projeto para o coração da universidade, numa perspectiva intercampi. Estamos colocando o público das cidades e da própria universidade em contato com essa vitalidade. É um retrato 3 por 4 do país, com as suas várias caras. Um Brasil que está aí, vivo e diverso em suas múltiplas regionalidades”, afirma o gestor do projeto, Leonardo Guelman. Guelman, que é professor do Instituto de Artes e Comunicação Social e superintendente do Centro de Artes UFF, conta que nos encontros realizados nas regiões foram elaborados os chamados mapas afetivos, um instrumento de fortalecimento dos agentes culturais criadores dos territórios, para a formação de uma nova articulação nas cidades, criando laços e trazendo as pessoas para o protagonismo. “Na contemporaneidade, essas expressões estão ancoradas em lutas, com muita potência e resistência, e diversos agentes estão inseridos em um contexto de militância. As questões ligadas a direitos, negritude e ao genocídio da população negra, feminismo, classes, e à própria pauta da emancipação da cultura estão efervescentes nesses territórios. Essa é a dimensão política que estamos demonstrando. A cultura, por si só, não é capaz de mudar o mundo, mas é um ativo importantíssimo para a transformação”, acredita o coordenador. Professor do curso de Produção Cultural em Niterói e curador da exposição que pode ser vista no campus da Reitoria da UFF de 2 a 28 de outubro, Pierre Crapez conta que o mapeamento cartográfico afetivo feito nos territórios sugere metáforas para cada cidade visitada: a cidade-árvore para Cuiabá, a cidade-rede em Florianópolis, a cidade-rio em Belém, a cidade-ponte para Recife e a cidade-paisagem para Niterói. Ao longo das vivências e rodas de conversas do projeto, emergiram tensões e angústias que hoje paralisam as ações culturais nestes respectivos lugares, mas também expressam desejos, indagações, sonhos e buscam recuperar o sentido imaginativo da alma dos lugares o que foi concebido como um dispositivo sensorial no qual o público percorre na exposição, seja pelas obras de artistas, fragmentos de textos ou fotografias colhidas. “O Territórios da Arte dá voz aos representantes da cultura e da arte locais”, reforça a diretora do Centro de Programas Integrados da Funarte e coordenadora geral do projeto, Maristela Rangel, que acredita que “os resultados já se mostram concretamente depois do percurso pelas regiões”. Como conclusão, o projeto vai consolidar as ações, discussões e apresentações dos grupos culturais na página www.territoriosdaarte.com.br, bem como produzirá um livro impresso, a fim de gerar um repositório e manter a memória do Territórios da Arte. Editais deram o tom da participação da comunidade nos eventos Em Niterói, o Territórios da Arte se une ao Festival Interculturalidades, vinculado ao Centro de Artes UFF, que virou uma tradição anual no calendário da cidade, onde a universidade possui o maior número de cursos e de estudantes. No evento, a produção se mostra por meio de debates, oficinas, shows, exposições e apresentações de coletivos artísticos compostos por alunos da própria instituição. Há discussões sobre direitos da cultura, Amazônia, arte e tecnologias de emancipação, matrizes e ancestralidade. Segundo Antonio Claudio, o objetivo da UFF, com esse projeto, é dar visibilidade e voz a toda a rede de pessoas e culturas que são parte integral da nossa identidade nacional. “A participação ativa da nossa comunidade, não somente de Niterói, mas também de Rio das Ostras e Campos dos Goytacazes, fortalece nossa característica como universidade multicampi e integrada a todo o Estado do Rio de Janeiro”, conclui o vice-reitor. Para a participação no “Territórios da Arte” em Niterói, a produção do projeto abriu dois editais: um voltado especificamente para estudantes da UFF organizados em 30 coletivos e integrados à programação; outro para uma feira aberta a expositores de Niterói e municípios vizinhos que tenham como mote a produção artesanal ou colaborativa, em segmentos como artes gráficas, decoração, moda, produtos naturais e alimentação. Essas e outras atividades, com entrada franca, ficam abertas ao público conforme a programação disponível nas páginas do Facebook do projeto  https://www.facebook.com/territoriosdaarte/ e Centro de Artes UFF https://www.facebook.com/centrodeartesuff/. De 3 a 6 de outubro, o Territórios da Arte estará no Campus do Gragoatá, já nos dias 2, 7 e 8 do mesmo mês, as atividades ocorrem no Centro de Artes UFF, na Reitoria. Em Rio das Ostras, nos dias 9 e 10 de outubro, o Territórios se integra ao Encontro de Tambores, que reunirá grupos e coletivos que atuam na cena cultural local e nacional a partir de uma perspectiva afro-brasileira. Além das trocas de saberes, experiências culturais e vivências, ressalta-se o caráter de reafirmação de uma cultura dessa matriz, que tem nos territórios tradicionais seu lócus privilegiado de resistência. Em Rio das Ostras, a organização é feita por professores e alunos dos cursos de Serviço Social, Produção Cultural e Psicologia do Instituto de Humanidades e Saúde (IHS), pelo Núcleo de Estudos Afrobrasileiros do Campus de Rio das Ostras (NEAB/UFF) e pela Fundação de Cultura da cidade. No Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional de Campos dos Goytacazes, a articulação do projeto se dá com o coletivo Deu na Telha e os gestores do Galpão Cultural Goytacá, um espaço que era utilizado para armazenamento de açúcar da Estação do Saco. O galpão está sendo revitalizado e ressignificado pela própria comunidade acadêmica da UFF de Campos, como um espaço que integrará ações de ensino, pesquisa e extensão conjugando as dinâmicas coletivas da universidade e os movimentos sociais. Integrado ao Territórios da Arte, nos dias 11, 12 e 13 de outubro, o Festival Deu na Telha é um encontro de arte e cultura que contempla expressões em efervescência na região. O objetivo é fortalecer laços afetivos e a vivência cotidiana da cidade, movimentando a economia criativa da cidade e expressando a arte local.
Sarau das Artes - Edição de setembro   O nosso Sarau tem como objetivo fornecer um amplo painel, com múltiplas expressões artísticas em torno da Poesia: falada, escrita, imagética, performatizada, cantada, dançada.   A oportunidade possibilita ao público a experiência de ficar imerso nas sensações que a Poesia estimula, como momentos de evasão, de reflexão e de afeto. "A Poesia é uma cornucópia de criativa provocação: sempre há o que nos revelar. São mares a desbravar, mundos a descobrir. Poesia não é só palavra: é mergulho e voo." Nesse caminho, a cada edição do Sarau, abordaremos um tema específico; na edição passada o tema escolhido foi "Exílio". O tema escolhido para esta edição foi "Tempo":O tempo corre, o tempo flui, o tempo morre e renasce. Passado, Presente e Futuro: até os verbos que comunicam ações se conjugam no tempo. Todavia, o tempo não se conta nos ponteiros do relógio, nas folhas do calendário, mas no compasso de cada batida de nosso coração que anseia, mesmo neste ocaso das utopias, com uma nova aurora. O tempo escorre nas veias da poesia. Curadoria: Gilberto Gouma, Pierre Crapez, Thereza Rocque da Motta e Wanda Monteiro. Patrono: Mário Quintana (in memoriam) Homenageada: WANDA MONTEIRO Artistas Convidados:      -Alexandre Guarnieri -Aurea Domenech -Gilberto Gouma -Jorge Piri -Laffayete Alvares Jr. -Liana Vasconcelos & Mateus Ceccato -Lucrécia Marques -Maria Helena Latini -Pedro Zamith -Pierre Crapez -Raphael Henrique  -Regina Luna & Ernani Maldonado  -Ricardo Sili  -Wanda Monteiro & Samuel Hamilton  -Zé Neto   Entrada franca 26 de setembro Terça | 18h às 20h Varanda do Centro de Artes UFF  
Festival de Monólogos Solos Em Cena O Centro de Artes UFF realizará, entre os dias 14 e 20 de agosto de 2017, o SOLOS EM CENA, festival de monólogos que entra em sua quarta edição. Criado em 2006 e reativado no ano passado, o SOLOS EM CENA reúne alguns dos artistas e espetáculos que têm se destacado no panorama teatral, dentro desse formato de monólogo. Neste ano, as apresentações serão consecutivas ao longo de uma única semana, de segunda a domingo, sempre às 20h, apresentando seis espetáculos diferentes, cujos serviços e sinopses são detalhados abaixo. Dia 14/8/2017 - segunda-feira – CÁRCERE Em turnê mundial, o solo de Vinícius Piedade propõe uma reflexão sobre a liberdade por meio dos olhos de um pianista encarcerado. A peça dialoga tanto com a atual crise presidiária quanto com as prisões individuais que nos cerceiam. Texto: Saulo Ribeiro e Vinícius Piedade Atuação, direção e iluminação: Vinicius Piedade Trilha sonora: Manuel Pessôa Classificação Indicativa: 14 anos Dia 15/8/2017 – terça-feira – VENDO MEMÓRIAS Vinte e oito pessoas venderam suas memórias. Momentos marcantes de suas vidas que foram cortados, rasgados, divididos, emendados, remendados, colados, justapostos e aglutinados. E agora colocados, novamente, à venda.  Borrando os limites entre ficção e realidade, o espetáculo com autoria e atuação de André Valim também apaga os limites entre performance e encenação, numa contação de história de memórias reais. É a chance de comprar boas memórias em excelente estado. Texto e atuação: André Valim Direção: Renata Sampaio Classificação Indicativa: a partir de 12 anos Dia 16/8/2017 – quarta-feira –UM ATO!  Uma peça-poema, uma performance poética, um solo de indignação e esperança. Considerando o teatro como o foro das discussões sobre o homem, seus sentimentos, suas angústias, sonhos, a atriz Marcia do Valle, no seu primeiro solo em 30 anos de carreira, reuniu 22 escritos, entre poemas e textos de autores-poetas consagrados, com vasta obra reconhecida há décadas. Textos: Affonso Romano de Sant’anna, Eduardo Galeano, Paulo Leminski, Mario Quintana, Viviane Mosé e Wislawa Szymborska Atuação: Marcia do Valle Direção: Gaby Haviaras e Renato Farias Classificação Indicativa: a partir de 12 anos Dia 17/8/2017 – quinta-feira - ESCRAVOS – Tendo como fio condutor o conto Pai contra mãe, de Machado de Assis, o monólogo traz o debate sobre a escravidão e o preconceito racial, através de uma encenação da obra na íntegra, sem adaptações, possibilitando uma leitura fiel das abordagens do autor sobre o tema. Texto (conto): Machado de Assis Atuação: Alexandre Mofati Direção: Augusto Madeira Classificação Indicativa: a partir de 12 anos Dia 18/8/2017 – sexta-feira – O INCANSÁVEL DOM QUIXOTE Espetáculo de histórias fantásticas deste famoso cavaleiro errante que sai de casa com o desenfreado desejo de transformar o mundo num lugar melhor. Ao lado de seu fiel escudeiro, Sancho Pança, sua incrível jornada é recheada de humor, lirismo e provas de obstinação. Neste premiado solo narrativo, o ator tem que permanecer num constante estado de atenção e presença para criar uma relação de troca com os espectadores. Tudo se resume a uma mala, um ator, a plateia e o jogo. Texto e atuação: Maksin Oliveira Direção: Reinaldo Dutra Classificação Indicativa: a partir de 12 anos Dias 19 e 20/8/2017 – sábado e domingo – INSTABILIDADE PERPÉTUA Com delicadeza e contundência, a atriz Soraya Ravenle, em seu primeiro solo teatral, instiga o público com aspectos filosóficos da existência humana em sociedade, a partir do livro homônimo do filósofo e poeta paulistano Juliano Garcia Pessanha. A encenação despojada é o resultado de um processo colaborativo que contou com quatro diretoras, reunindo filosofia, poesia, ficção, música e dança, num trabalho sutil e minimalista que borra as fronteiras entre essas áreas. Texto original: Juliano Garcia Pessanha Concepção e atuação: Soraya Ravenle Direções: Daniella Visco, Georgette Fadel, Julia Bernat e Stella Rabello Classificação Indicativa: a partir de 14 anos   14 a 20 de agosto de 2017 Segunda a domingo | 20h Ingressos: R$50 (inteira); R$25 (meia-entrada para estudantes, pessoas acima de 60 anos e servidores da UFF); e R$80 pelo PASSAPORTE TEATRAL (com venda antecipada e preço único, dando direito a um ingresso para quatro peças diferentes a escolher) Classificação indicativa: varia de 12 a 14 anos, conforme a peça  
Enxergar a vida como uma obra de arte é proposta de livro da EduffO doutorando em Psicologia Gabriel Alvarenga lança o livro “Vida e arte: criação na borda, no balanço paradoxal” (Eduff, 2017). A partir da vivência como estudante, o autor propõe uma nova utilização da dimensão estética no cotidiano, considerando a criação como ponto revolucionário. O questionamento central, como exposto pelo professor Luciano Bedin na orelha do livro é “onde é possível o desafio de uma vida como obra de arte? Que arte é essa que acessamos?”. Neste sentido, a psicologia é colocada em um posto privilegiado, assim como a filosofia e a própria literatura. Assim, o desejo, “não mais como falta ou metáfora, passa a ser o exercício da liberdade prática diante das forças, velocidades e anestesias que nos beiram”. Suas ideias são apresentadas em um texto repleto de entradas e saídas, a partir de um pensamento nômade, sem fixação em um único lugar, que pode ser conectado a tudo que aumenta a capacidade de ação das pessoas.  Saiba como comprar
Parceria entre UFF e Funarte propõe cartografia cultural do BrasilMapear a cartografia da arte e da cultura popular brasileira, com o objetivo de contribuir para um maior entendimento cultural e artístico nacional, é a proposta do projeto Territórios da Arte. A iniciativa da Universidade Federal Fluminense tem parceria com a Fundação Nacional de Artes (Funarte) e começa nesta quinta-feira, 18 de maio, na cidade de Cuiabá, Mato Grosso. A cartografia teve origem a partir dos aprendizados adquiridos com o projeto Territórios Criativos - parceria da UFF com o Ministério da Cultura -, que atuou no estado do Rio de Janeiro em três locais: Madureira, bairro do Rio, quilombo de Machadinha, em Quissamã, e Paraty. Inicialmente, o foco era a potencialização econômica das atividades de cultura locais. No entanto, com o intuito de ampliar a visão cultural, incluindo a produção e suas interfaces, teve origem o Territórios da Arte, partindo da ideia de que onde há pessoas, há criatividade. Segundo o gestor do projeto, professor Leonardo Guelman, do Instituto de Arte e Comunicação Social da UFF, “os territórios não são somente dimensões físicas, mas expressões de memória, de pertencimento e de gênero. Entendendo o território como panorama do todo, é possível mapear as ações culturais e artísticas, transformando os agentes culturais, que hoje são singulares, isolados, micros, em uma rede macro, que se transforme em uma inteligência social e coletiva”. A ideia central é trazer estes agentes da cultura para o protagonismo, fortalecendo-os. É uma aposta na inteligência social e coletiva”, ressalta Leonardo Guelman. O projeto percorrerá outras quatro cidades ao longo de 2017: Florianópolis (SC), Belém (PA), Recife (PE) e Rio de Janeiro (RJ), cobrindo, desta forma, todas as regiões brasileiras. Para Guelman, os locais são representativos de cada região e intencionalmente promovem um certo deslocamento dos municípios que operam o eixo econômico e político do país. A ideia é criar a partir daí a integração das regiões como um todo, pensando numa perspectiva nacional. O trabalho de campo se iniciou com a prospecção de artistas, fazedores de cultura, produtores culturais, pesquisadores de arte, grupos e coletivos artísticos atuantes e representativos da cultura de cada região, estabelecendo contatos e relações interinstitucionais, de forma a suprir as necessidades técnicas da realização do evento e de suas atividades. “Nossos critérios principais para a escolha dos participantes foram a representatividade e a qualidade dos trabalhos e experiências implementadas por artistas, grupos ou coletivos artísticos, além de procurarmos refletir a diversidade local, com bons exemplos dos segmentos mais consagrados e também de práticas culturais populares, urbanas, rurais e de periferia”, explica Guelman. Para Maristela Rangel, Diretora do Centro de Programas Integrados da Fundação Nacional de Artes, “o projeto Territórios da Arte pretende mapear o campo cultural e artístico das cinco regiões brasileiras, com destaque para as cidades de Cuiabá, Florianópolis, Recife, Belém e Rio de Janeiro, todas com grande potencial artístico e cultural no Brasil. Nossa parceria vem fortalecer o incentivo à produção, o desenvolvimento da pesquisa e a preservação da memória, a partir do referencial dos coletivos artísticos e das expressões culturais das cidades aqui escolhidas, visando à implementação de políticas públicas no campo da cultura”. Um retrato do Brasil a partir de suas interseções Na primeira etapa do projeto, que acontece de 18 e 20 de maio, no Cine Teatro Cuiabá, haverá uma série de seminários e atividades gratuitas, que permitirão a reflexão sobre memórias, direitos autorais, construção de identidade, entre outros temas. Além de promover o diálogo, o encontro também servirá para construir um mapa que funcionará como instrumento de política cultural, como cartografia social e como registro. A cidade e suas interseções com as demais localidades serão o primeiro grande conjunto de conhecimento cultural e artístico do Territórios da Arte. Entre os representantes locais, destacam-se como articuladores Maria Thereza Azevedo, do Coletivo À Deriva, cineasta, artista plástica e professora da UFMP; Carolina Barros, música e produtora cultural; Naine Terena, que traz a visão das etnias e cenários indígenas; Carlos Ferreira, dramaturgo, ator e ativista de cultura popular; Jeff Rosa, do grupo Flor Ribeirinha, que contribui com a visão sobre a cultura popular; Seu Toti, mestre e Rei da dança do Congo, representando os quilombolas; Maria Irigaray, que trabalha com a preservação do centro histórico; o encontro de artistas O Levante, que contribui com o cenário das artes cênicas; e André Eduardo de Andrade, do Movimento Rota, que traz o universo da arte de rua e seu direito à cidade. Além destes, haverá representantes da UFF, da Funarte e especialistas nas áreas temáticas do seminário. A expectativa de Leonardo Guelman é que a partir do resultado desse mapeamento, haja uma transformação e então se possa refletir sobre políticas culturais em outra perspectiva. “A ideia central é trazer estes agentes da cultura para o protagonismo, fortalecendo-os. É uma aposta na inteligência social e coletiva. Esperamos que o projeto possa se desdobrar em ações concretas voltadas para essas trocas culturais”, conclui.
Avaliação qualitativa da rede de formação de artistas Avaliação qualitativa da rede de formação de artistas no Brasil.