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Encerramento da disciplina Empreendedorismo e Inovação para CientistasÉ com muita satisfação que encaminhamos o convite para o  evento de encerramento da disciplina Empreendedorismo e Inovação para Cientistas. Disciplina ministrada pelo Professor Robson Cunha e pela Professora Sandra Mariano. Esta é a primeira edição da disciplina na pós-graduação stricto sensu. Trata-se de uma iniciativa envolvendo mais de 60 cientistas da UFF (mesclando mestrandos, doutorandos e docentes), de mais de 20 diferentes programas de pós-graduação.  A disciplina surgiu de uma articulação entre o Departamento de Empreendedorismo e Gestão, o Programa de Pós-graduação em Administração de Volta Redonda (PPGA), a Agência de Inovação (AGIR) e a Pró-reitoria (PROPPI). Criamos um formulário para a confirmação das presenças. Segue link: bit.ly/2mrOEdf  Será uma honra contar com sua presença!
Curso Minor em Empreendedorismo e Inovação com inscrições abertas até o dia 3 de outubroEstudantes de todas as áreas de graduação da UFF podem se inscrever até às 12h do dia 3 de outubro de 2019 para o curso Minor em Empreendedorismo e Inovação, que se inicia em março de 2020. O curso e o material didático são gratuitos. A taxa de inscrição é de R$ 70,00. O processo seletivo será conduzido pela Coordenação de Seleção Acadêmica (COSEAC).   Mais informações sobre o processo seletivo podem ser obtidas pelo link a seguir: http://www.coseac.uff.br/concursos/sei/2020 No que consiste o curso? Trata-se de um curso gratuito de complementação de estudos, cujo objetivo é oferecer um acréscimo à formação principal do estudante, ampliando seus conhecimentos e as oportunidades de atuação por meio do aprendizado de diversas ferramentas voltadas para a temática do Empreendedorismo. Qual a dinâmica de funcionamento? O curso utiliza uma metodologia semipresencial, combinando encontros presenciais quinzenais, aos sábados (pela manhã), com atividades a distância, realizadas por meio de um ambiente virtual de aprendizagem. Qual a duração e carga horária do curso? A duração é de um (1) ano. Os alunos passam por sete disciplinas, que juntas somam 270 horas. O concluinte recebe algum tipo de certificado? Sim. O concluinte receberá certificado de conclusão do Curso de Complementação de Estudos em Empreendedorismo & Inovação, expedido pela UFF, por meio da Pró-Reitoria de Graduação. Quais serão os principais assuntos da edição 2020 do Minor? – Conceitos fundamentais de Empreendedorismo e Inovação. – Formação de equipes (dicas para montar o seu time antes de iniciar um projeto empreendedor). – Startups e spin-offs. – Caminhos para empreender dentro da universidade. – Modelo de negócios. – Planejamento de novos empreendimentos e de projetos empreendedores. – Validação de propostas de empreendimento por meio da interação com possíveis clientes. – Apresentação de projetos empreendedores (dicas de como realizar apresentações para obtenção de apoiadores, parceiros e/ou investidores). Quem pode realizar o curso? Estudantes da UFF regularmente matriculados e servidores da UFF (técnicos administrativos e docentes). Qual é o perfil das turmas? As turmas são formadas por 60 alunos de graduação e 6 servidores. Para que se tenha uma ideia da diversidade das turmas, vale mencionar que na edição de 2019, reunimos alunos de 32 diferentes cursos de graduação. Inscrições: O processo seletivo será conduzido pela Coordenação de Seleção Acadêmica (Coseac). Para mais informações basta acessar o link a seguir e conferir o edital: http://www.coseac.uff.br/concursos/sei/2020 As inscrições vão até às 12 horas do dia 3 de outubro de 2019.
Cursos gratuitos de planejamento financeiro e estratégia na UFFO professor do Departamento de Empreendedorismo e Gestão da UFF Eduardo Picanço vai oferecer cursos gratuitos no Espaço Aberto de Aprendizagem em Gestão - programa coordenado pelo próprio professor que visa apresentar à sociedade temas atuais relacionados à gestão de negócios, bem como interconectar pessoas que pretendem empreender, ou que já tem negócios próprios. As vagas são limitadas a 50 pessoas e podem ser reservadas no site: http://mbaexecutivo.sites.uff.br/espaco-aberto/ Serão oferecidos os cursos: - “Validando as decisões racionais”, dia 25/07 às 19h; - “Planejamento Financeiro de novos negócios”, dia 08/08 às 19h; e - “Oportunidade de negócios para empreendedores imigrantes”, dia 15/08, às 19h. Esse último será transmitido, ao vivo, para brasileiros residentes no exterior. Todos os cursos serão ministrados na sala 604 do prédio 1 da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis da UFF, no Campus do Valonguinho – Centro – Niterói. Maiores informações podem ser obtidas na secretaria do MBA Executivo em Gestão da UFF, telefone (21) 3674-7796.
Arena EmpreendedoraOntem, dia 27 de junho de 2019, foi inaugurado na UFF o Espaço Aberto de Aprendizagem em Gestão, programa de extensão do Departamento de Empreendedorismo e Gestão que oferece diversos cursos e projetos – todos gratuitos – envolvendo temas relacionados ao empreendedorismo, negócios e gestão. O professor Eduardo Picanço, coordenador do programa, apresentou a proposta para mais de 40 participantes (alunos de graduação, pós graduação, empresários e demais interessados). Em seguida, Rafael Honorato, empresário da Lidero – escola de competências – apresentou a “Arena Empreendedora”, evento que irá reunir empreendedores mensalmente para apresentar suas histórias, debater e fortalecer a rede de empresários da cidade de Niterói. O evento de ontem contou também com a brilhante apresentação do empresário Sebastiao Raphael, especializado em Gestão de Processos Criativos nas áreas de Arte, Moda e Design com objetivos focados em Artes Visuais, Comunicação Estratégica e Visual Merchandising. Na próxima quinta-feira (dia 04/07) o Espaço Aberto apresentará o curso Inteligência Emocional para vida pessoal e carreira, também ministrado por Rafael Honorato. Neste primeiro momento os cursos serão sempre na Faculdade de Administração e Ciências Contábeis da UFF, no centro de Niterói, mas as parcerias devem levar o projeto, em breve, para o Rio de Janeiro e interior do Estado. As inscrições para os próximos  estão disponíveis para inscrição no site http://mbaexecutivo.sites.uff.br/espaco-aberto/ou na secretaria do MBA Executivo em Gestão Empreendedora da UFF (21) 3674-7796.
UFF auxilia o trabalhador autônomo em sua inserção no mercado de trabalho De acordo com os dados do Portal do Empreendedor, o número de microempreendedores individuais (MEIs) brasileiros ultrapassou a marca de 8 milhões em 2019. Esse perfil profissional atua de modo independente e se legaliza como pequeno empresário. Atualmente, em meio à crise do mercado de trabalho formal e o consequente aumento dos negócios “por conta própria” tornou o MEI uma opção de ocupação temporária em ascensão no país. Somente entre fevereiro e maio deste ano, 399 mil novos MEIs já foram registrados. Atenta a esse cenário, a Universidade Federal Fluminense inaugurou oficialmente em maio o Escritório de Atendimento ao Empreendedor (EAE), projeto proposto pelo Departamento de Empreendedorismo e Gestão. Financiado por meio de emenda parlamentar, o EAE consiste num serviço gratuito de atendimento presencial e online ao microempreendedor individual, assim como um laboratório para a realização de treinamentos para a inclusão digital do MEI, com a assistência de alunos bolsistas da instituição. A iniciativa é o piloto do chamado Centro de Empreendedorismo, ou Entrepreneurship Center - serviço já realizado por universidades europeias e norte-americanas. Instituições públicas de ensino brasileiras, como a Universidade Federal de Goiás, também aderiram à iniciativa; porém, com suporte a grandes empresas. Na UFF, os clientes variam desde microempreendedores, como mototaxistas, pequenos salões de beleza e proprietários de pensões no entorno da universidade que recebem estudantes de todo o país, até startups de médio e grande porte. "[...] nosso site já pode ser considerado o principal desenvolvedor de conteúdo customizado e simplificado para o MEI no país", Gabriel Marcuzzo Um dos clientes do escritório buscou ajuda através do Ajuda MEI para planejamento do seu próprio empreendimento no setor de moda. “Mostramos a ele o processo de registro da marca e apresentamos um modelo de negócios simples, chamado Lean Canvas, que consideramos adequado para quem está iniciando um negócio”, exemplificou João Victor Oliveira, aluno de Processos Gerenciais e parte da equipe do EAE. Segundo Gabriel Marcuzzo, professor da Faculdade de Administração e Ciências Contábeis da UFF e coordenador do programa, as redes sociais são os principais meios de divulgação, atingindo a marca de mil curtidas em menos de um mês. “Os conteúdos produzidos por nossos bolsistas nas instalações do departamento vêm atingindo milhares de visualizações por microempreendedores de todas as regiões do Brasil”, afirma. “Por esse aspecto, nosso site já pode ser considerado o principal desenvolvedor de conteúdo customizado e simplificado para o MEI no país”. São inúmeros os perfis encontrados nessa nova configuração profissional. Entretanto, com a busca da formalização do trabalho, muitos deles desconhecem certas questões burocráticas para ser um MEI, como por exemplo a identificação de custos para se vender um produto ou serviço. Laura Meroto, estudante de Processos Gerenciais e bolsista do EAE, menciona uma dessas dificuldades: “Já tivemos aqui casos de pessoas oferecendo serviços e amargando prejuízos financeiros em função de cálculos mal formulados em relação aos altos custos de produção e aos preços cobrados”. A Lei Complementar nº 128, publicada em 2008, facilitou a legalização dos microempreendedores individuais, com registro no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ), enquadramento no Simples Nacional e isenção dos impostos federais, como o imposto de renda e o PIS. O EAE não só oferece suporte para esses trabalhadores cumprirem as obrigações associadas à legislação do MEI, mas também reforça a profissionalização através de orientações para modelagem do negócio, gestão financeira, registro da marca e pesquisa de mercado. O escritório também beneficia tanto os estudantes da universidade que já possuem seu próprio negócio, como os que gostariam de se tornar um MEI ou conhecem um microempreendedor. “Tivemos um episódio com uma aluna de contabilidade da UFF. Ela viu um anúncio do escritório afixado na instituição e nos procurou para ajudar uma amiga que tinha dúvidas sobre o que é o MEI e como é nosso trabalho”, relembrou João. Para a graduanda Laura, o projeto se destaca por ser algo pioneiro entre as diversas iniciações científicas oferecidas na UFF, e a interação com o público externo auxilia para uma maior compreensão a respeito das necessidades encontradas pelo mercado: “além de favorecer a população local, nosso trabalho é convertido em pesquisa acadêmica, contribuindo para a produção de conhecimento embasado dentro da universidade”. De acordo com Marcuzzo, a criação do EAE se justifica também pela necessidade cada vez maior de interlocução entre a UFF e a sociedade. “Através da criação de um escritório de atendimento para suporte ao microempreendedor individual, podemos incentivar sua inserção no mercado de trabalho, visto que muitos deles têm dificuldade, por exemplo, em atender às exigências administrativas decorrentes da obtenção de um CNPJ”, explica. A interface digital do projeto é composta pelo portal Ajuda MEI, com atendimento gratuito e agendado no próprio site ou em sua página do Facebook. Consultas presenciais podem ser realizadas das 9 às 17 horas, de segunda a sexta, sala 601, prédio do curso de Administração, campus do Valonguinho.
Empreendedorismo: alunos da UFF são destaque na Revista ForbesCom um mercado de médicos no Brasil girando em torno de 650 mil, entre profissionais formados e estudantes, três egressos do curso de Medicina da UFF, que também participavam do programa “Minor em Empreendedorismo e Inovação”, ganharam destaque na edição de janeiro da Revista Forbes. O periódico publicou artigos sobre os empreendedores brasileiros mais influentes com idade abaixo de 30 anos. Os ex-alunos Pedro Gemal Lanzieri, Bruno Lagoeiro e Eduardo Moura criaram o Whitebook, uma plataforma de apoio à tomada de decisão médica. O motivo do destaque do aplicativo, criado pela empresa PEBmed se deve ao fato de ele não só ter se tornado uma ferramenta amplamente utilizada em todo país, como também em diversos países da Europa, África e América Latina. De acordo com Pedro - aluno da edição 2017 do Minor -, a ideia surgiu da necessidade que os médicos tinham de acessar textos técnicos da área - que permitem ao profissional aplicar um determinado procedimento ou identificar o tratamento ou a cura de uma doença - durante as aulas de Semiologia do curso de graduação em Medicina da UFF. Segundo o professor e coordenador do curso de Empreendedorismo e Inovação Gabriel Marcuzzo do Canto Cavalheiro, a PEBmed já existia antes da participação do Pedro Lanzieri no Minor, um curso gratuito de formação complementar semipresencial, com duração de um ano, que serviu para complementar a formação do novo empresário com um conjunto de ferramentas de gestão que apoiaram a estruturação do novo negócio. Marcuzzo ressalta que, além de disponibilizar um ferramental de gestão alinhado às melhores práticas internacionais para a estruturação de novos negócios, a iniciativa também oferece um ambiente interdisciplinar, no qual alunos de diversas graduações e campi da UFF interagem em grupos para a realização de um plano de negócios dirigido a um novo empreendimento. Durante as sete disciplinas do curso, os estudantes incorporam novos elementos ao plano de negócios que será apresentado para uma banca externa na formatura do programa. “O acesso ao programa é realizado por meio de processo seletivo organizado pela Coordenação de Seleção Acadêmica (Coseac) ao final do segundo semestre”, esclarece. Estímulo aos novos alunos Para o coordenador, a sociedade passa por um processo de transformação digital com profundos impactos em diversas dimensões. “Nesse período é possível observar que grandes empresas de base digital vêm surgindo, criando e agregando muito valor. Dessa forma, esse fenômeno iniciado no Vale do Silício, Califórnia, se tornou mundial”, enfatiza. Esse processo, segundo ele, criou as condições para a criação da PEBmed, assim como outras startups que surgiram do ecossistema empreendedor da UFF, em Niterói, tais como a Edools (vencedora do Startup Awards e considerada a melhor startup brasileira de 2018), Displace, Cuponeria, Wpensar, entre outras. Nesse contexto, essas novas empresas poderão ter um impacto similar às gigantes da tecnologia do Estados Unidos, como a Google, Apple e Facebook, pois despertam o senso de urgência para o empreendedorismo e fornecem referenciais de crescimento para alunos brasileiros. Para Marcuzzo, o município de Niterói - por contar com a UFF e outras universidades - é um dos locais do Brasil mais propícios para a criação de startups.   Geração de empregos e royalties e o Observatório Digital O Departamento de Empreendedorismo e Gestão também oferece uma graduação em Processos Gerenciais com ênfase em Empreendedorismo, assim como um MBA em Gestão Empreendedora, e empregam diversos egressos da UFF. Seus eventos são frequentados por fundadores das startups brasileiras, alunos de graduação e estagiários. Além disso, vale destacar que nos últimos anos diversos docentes da universidade depositaram pedidos de patentes por meio da Incubadora de Empresas da UFF (Agir) e, futuramente, poderão gerar royalties para a instituição através do licenciamento de novas tecnologias. Somando-se às iniciativas acima, Marcuzzo ressalta a criação de um grupo de pesquisa dedicado a questões relacionadas ao impacto da transformação digital sobre novos negócios, com foco especial no ecossistema empreendedor da UFF, o Observatório Digital. “ Eu sou o coordenador do grupo que também inclui outros docentes do departamento de empreendedorismo, professores externos e empreendedores digitais. O objetivo do Observatório Digital é produzir pesquisa de alto impacto na área em âmbito internacional”, explica. Atendimento ao público O departamento está em fase de implantação do Escritório de Atendimento ao Empreendedor (EAE). O projeto - financiado por Emenda Parlamentar da bancada de Deputados Federais do Rio de Janeiro - tem por objetivo implementar uma nova interface entre a UFF e a sociedade através da criação de um escritório de atendimento para suporte ao microempreendedor individual (MEI) no Campus do Valonguinho. A iniciativa é motivada pela crescente dificuldade encontrada pelos pequenos empresários para atender às exigências administrativas decorrentes da obtenção de um CNPJ.  Segundo o coordenador, o projeto, que deve iniciar seus serviços em abril de 2019, poderá ser um piloto para algo já bastante comum em universidades dos EUA e Europa, chamado Centro de Empreendedorismo ou Entrepreneurship Center, onde os próprios estudantes de graduação prestam atendimento ao MEI. Na entrevista a seguir, o ex-aluno da UFF Bruno Lagoeiro, CEO e cofundador da PEBMed divide sua experiência com aqueles que  pensam em abrir o seu próprio negócio: A PEBMED surgiu antes de vocês concluírem o curso de empreendedorismo, mas no que ele realmente pode auxiliar no posterior desenvolvimento da empresa ou do produto criado? O curso de empreendedorismo foi uma oportunidade que surgiu após a criação do produto e da empresa, mas que colaborou para aplicação das melhores práticas de gestão de pessoas e recursos, bem como para propagação dos conceitos de ágil, design thinking (uma forma de pensar que ajuda a resolver diversos problemas de todos os tipos e pode ser usado para qualquer área) e metodologias lean (criada pela Toyota para melhorar a eficiência e combater o desperdício) no desenvolvimento de um produto. Havia a necessidade da classe médica e de outros profissionais de saúde acessarem informações técnicas com mais agilidade e confiabilidade. Essa foi a principal razão para o criação do Whitebook? O profissional de saúde (médico ou estudante de medicina), durante sua rotina diária, precisa tomar decisões, diagnósticas ou terapêutica, sobre a conduta de um paciente que não dependem unicamente do conhecimento teórico. Este é um dos momentos mais críticos do seu dia a dia e um ponto fundamental para a ideia se criar o aplicativo. Muitas vezes, a insegurança, a variedade de apresentações clínicas, ou mesmo os contextos de estrutura hospitalar disponíveis exercem influência sobre as decisões. O Whitebook é o assistente que apóia essa tomada de decisão, trazendo informações, conteúdos, ferramentas, que auxiliam e impactam na qualidade do tratamento. Nosso propósito é melhorar a saúde do Brasil através do apoio  nas decisões médicas. Melhores decisões, melhores condutas. Entre tantos jovens empresários aqui e no mundo, como a Revista Forbes descobriu vocês? Sempre valorizamos a rede de apoio e a construção de sólido networking com outros empreendedores e empresas, com as quais possamos sempre trocar experiências e aprendizados. Em geral esse networking nos leva até esses destaques. Estamos trabalhando também com uma assessoria de imprensa, que nos ajudou na conexão com o repórter e a levar a nossa história para se tornar pauta de interesse público. A boa aceitação do Whitebook está possibilitando bons negócios para a PEBMed? O Whitebook é um dos nossos produtos. O outro é o Portal PEBMed (pebmed.com.br) também com grande destaque. O Whitebook se destaca pela inserção e relevância para a classe no momento de tomada de decisões. Já o Portal PEBMED, por ser uma referência em atualizações. Trabalhamos a cada dia com objetivos audaciosos e que nos levem sempre a um novo patamar. Nessa trajetória, contamos com parcerias de pessoas e empresas que nos auxiliam a chegarmos a essas metas.
Empreendedorismo: alunos da UFF criam aplicativo de viagem para mochileirosImagine poder viajar com uma plataforma mostrando o seu perfil de viagem em função de seus gostos e interesses, com informações sobre os principais pontos turísticos, hotéis e bares da cidade, sempre com dicas que cabem no seu bolso? Essa é a proposta do Local Cave, um planejador de viagens desenvolvido pelos alunos de Engenharia de Produção da UFF, Pedro Franklin, Rodrigo Tagliari e Vinicius Cezar Souza. No aplicativo, o usuário participa de um quiz inicial para descobrir o seu perfil de viajante, para, em seguida, poder montar o seu próprio roteiro de viagem. O app, ainda em fase inicial, abrange por enquanto apenas a cidade do Rio, mas, segundo um de seus idealizadores, Pedro Franklin, o próximo passo é expandir o serviço para cidades adjacentes que estejam na rota dos mochileiros, como Ilha Grande, Arraial do Cabo, Búzios, Petrópolis e Paraty. “Temos o objetivo de até o fim do ano chegar a essas outras cidades e a partir disso fechar toda a principal rota mochileira do país”, afirma Franklin. Pedro também conta que a inspiração para o projeto surgiu da própria experiência dos três sócios em viagens como mochileiros. “Tivemos a oportunidade de viajar pela América Latina, Europa, Oceania e Ásia, sempre estando em contato com gente de todo o mundo, e onde quer que fôssemos sentíamos falta de informação certa do que fazer”, revela. No início, os alunos criaram um blog para disseminar a cultura mochileira, mas conforme o tempo passou e a possibilidade de aprimorar a ideia surgiu, eles resolveram criar o planejador de viagens. No site, o usuário não precisa se cadastrar para ter acesso ao seu roteiro temático, basta seguir 4 passos: fazer o quiz do viajante; escolher o destino de viagem; montar a sua própria viagem e gerar o roteiro personalizado. Para o docente da Engenharia de Produção da UFF, Fernando Araujo, orientador do Rodrigo Tagliari, a universidade é um lugar privilegiado para o desenvolvimento de ideias capazes de suportar as demandas sociais por meio dos negócios, com ou sem finalidade lucrativa. “A atividade empreendedora é fundamental aos alunos, na medida em que eles passam a refletir soluções interdisciplinares para a resolução de questões reais, não previamente modeladas pelo ambiente acadêmico”, explica. Além disso, o professor conta que tem ajudado os alunos no projeto. “Com muita alegria, fui convidado pelos alunos-empreendedores para uma mentoria da iniciativa. Tenho tentado apoiá-los na reflexão estratégica, na ampliação da qualidade e diversidade da rede, participação em editais de fomento, além de tentar refletir conjuntamente ações orientadas ao empoderamento do negócio”, explica. Atualmente, o Local Cave participa de eventos da Startup Rio, uma iniciativa público-privada que visa fomentar a cultura de empreendedorismo no Rio, em parceria com a Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado e de órgãos como a Faperj. Em abril deste ano, eles se classificaram para um período de 3 meses de convivência no programa ao ficarem em segundo lugar no prêmio Hackatour, uma maratona de programação focada em desenvolver soluções para o turismo do Estado, promovida pelo Sebrae. “Na Startup, trabalhamos compartilhando o espaço com outros projetos da cidade que foram selecionados pelo governo para desenvolverem seus planos. Estamos usufruindo do espaço e construindo uma rede de contatos com outras startups”, contam os alunos. Sonhamos em tornar digital a maneira analógica como se viaja hoje na América Latina”, Pedro Franklin. O professor de MBA da UFF em Gestão e Serviços e diretor-executivo da Startup Rio, Leonardo Campos, afirma que ações empreendedoras podem gerar um turismo mais rentável e dinâmico, mas, para isso, elas precisam estar alinhadas com a inovação e tecnologia, a fim de promover um turismo inteligente e sustentável. “O programa começou em 2014 e já está na sua terceira turma, pré-acelerando 27 empresas atualmente. Mais de 90 empresas que passaram pelo programa já receberam ou estão recebendo investimentos para desenvolver seus próprios modelos de negócio”, revela o diretor. Leonardo ainda ressalta a importância de se estimular a mentalidade empreendedora, colaborativa e gestora, através de um conhecimento multidisciplinar. Nesse sentido, ele cita as práticas existentes na UFF de estímulo a essas ações. “Uma iniciativa muito interessante é o Seminário Internacional de Tecnologia e Turismo (TecTur) realizado pelo núcleo de projetos da Faculdade de Turismo. Pode-se mencionar também as iniciativas de Deep Learning e Realidade Virtual do Instituto de Computação, a Incubadora da UFF e empresas juniores da universidade”, afirma o professor. TecTur: unindo turismo e tecnologia O TecTur é um evento criado em 2014 pelo professor da Faculdade de Turismo e Hotelaria (FTH), Eduardo Vilela, que ocorre anualmente com uma edição temática, tendo sempre como eixo principal a relação entre turismo e tecnologia. O atual coordenador do projeto e também docente da FTH, Carlos Alberto Lidizia, conta um pouco mais sobre os objetivos dessa iniciativa. “Tivemos a ideia de resgatar a temática para a academia, discutindo e fornecendo aos alunos novas técnicas e metodologias relacionadas ao Turismo, através de redes sociais, aplicativos, inteligência de negócios, big data, marketing, drones, etc”. Este ano, o TecTur terá como temática central “A Viagem do Futuro” e a expectativa é que ocorra no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro”, explica. Carlos Alberto revela também que o evento tem sido importante por incluir tecnologia de ponta na formação dos alunos. “Participam pesquisadores da Inglaterra, Espanha e Portugal, promovendo essa interação acadêmica internacional a partir de palestras, workshops e oficinas”. Segundo ele, o projeto também contribui para a integração dos graduandos com o mercado de trabalho e entre os diferentes cursos da UFF. “Firmamos parcerias com docentes do Instituto da Computação e com o curso de Sistemas de Informação. Isso possibilitou uma alavancagem muito grande dos estudantes na perspectiva empreendedora, com o desenvolvimento de aplicativos, sites e blogs”, destaca. Já sobre o Local Cave, Carlos destaca: “O aplicativo dos estudantes da engenharia funciona bem, fornecendo informações básicas. Está impecável do ponto de vista tecnológico e a navegabilidade está boa. Em termos de base de conteúdo, eles ainda podem desenvolver um pouco mais e profissionais do turismo podem ajudar muito”, conclui o professor. O país precisa muito desses projetos”, Eduardo Vilela. Para Eduardo Vilela, o Rio de Janeiro é carente de projetos empreendedores desse tipo e, por isso, eles devem ser estimulados. “Na Faculdade de Turismo puxamos essa discussão a partir do lançamento do Seminário TecTur, entendendo que a tecnologia é uma questão fundamental para a área turística e no receptivo das cidades. Os visitantes precisam ter um referencial tecnológico em mãos”. Além disso, ele também avalia o aplicativo Local Cave. “Pelo que observei, é um software que busca nichos de mercado e objetiva estabelecer atrativos relacionados a uma visão demográfica da população, idade, sexo e nível cultural. Tudo isso o algoritmo rapidamente pode fornecer e a partir da análise de dados identificar o perfil dos atrativos que possam melhor se adequar à possibilidade de sua utilização”. Ele conclui reafirmando o caráter indispensável desse tipo de iniciativa empreendedora. “Eu diria que esse não é nem o futuro, é o presente, e o país precisa muito desses projetos”. O Local Cave O nome “Local Cave” vem do Mito da Caverna de Platão, promovendo a alusão à saída das cavernas a partir de uma experiência genuína de viagens. O “Local”, de acordo com eles, tem o propósito de fazer com que as pessoas se sintam em casa em qualquer lugar do mundo utilizando o serviço da plataforma. “Partimos da ideia de que as viagens fazem as pessoas saírem de suas próprias “cavernas”, expandindo as suas noções de possibilidades e sonhos através da troca cultural, por isso o nome traz a analogia da saída das cavernas a partir de uma experiência genuína de viagens”, explica Pedro. Assim, o aplicativo enfrenta o desafio de transformar o modo analógico de como se viaja para a América Latina em digital. Para Rodrigo Tagliari, isso se deve em função da ampliação das informações propiciadas pela internet. “Agora, com cada vez mais dados sendo criados e armazenados, as empresas podem melhorar a experiência dos turistas. Através da análise de dados, é possível identificar o comportamento dos viajantes e suas preferências, de modo que seja possível traçar o seu perfil e oferecer serviços personalizados”. Além disso, o aluno conta que da mesma maneira que o Youtube recomenda vídeos para os usuários, de acordo com seus interesses, as empresas poderão utilizar esses conhecimentos de algoritmos em viagens. “O que nos propomos a fazer é criar um sistema de recomendação tanto para a hospedagem quanto para as atividades a partir da coleta de dados do check-in do hóspede. Ou seja, o viajante não vai precisar gastar horas procurando algo do seu gosto, essa é a forma analógica de viagem”, ressalta. Seu parceiro no projeto, Pedro Franklin ainda completa: “Hoje o planejamento de viagens é totalmente analógico. Sonhamos em tornar digital o modo de como se viaja para toda a América Latina”. A alma mochileira já foi tema de muitos filmes e obras literárias, mas segue a inspirar novos viajantes pelo mundo. Isso, para os alunos do projeto, também serve de motivação para seguir investindo esforços no planejador de viagem. “O mochileiro é um cara que não se importa com luxo, com o conforto de um hotel cinco estrelas. O coração mochileiro é o que quer ter experiência cultural, viajar para entrar em contato com outras culturas, conhecer pessoas, fazer amizades, se divertir e ao mesmo tempo descobrir o mundo. Pensando em proporcionar a esses viajantes a melhor experiência possível, surgiu a ideia do Local Cave”, conclui Pedro.
Inovação: Projetos em uma Universidade EmpreendedoraNo próximo dia 30 de novembro a Universidade Federal Fluminense realiza, através da Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação e da AGIR - Agência de Inovação, a palestra "Inovação: desenvolvimento de projetos em uma Universidade Empreendedora", às 13h45 no Auditório do Núcleo de Estudos em Biomassa e Gerenciamento de Águas - Campus da Praia Vermelha. O evento contará com 2 painéis totalizando um total de  dez palestrantes. O painel "Desafios e Oportunidades" apresentará e discutirá os desafios e oportunidades para desenvolvimento de Projetos de Inovação na visão de profissionais de importantes entidades atuantes nesse tema. Serão descritas as experiências e atuação em inovação de um dos institutos de tecnologia mais tradicionais do país, o INT, e também da principal agência atuante em pesquisa e inovação no Estado do Rio de Janeiro, a FAPERJ. Serão ainda abordadas as dificuldades das indústrias do Estado em inovar e as oportunidades de financiamento para Projetos de Inovação oferecidas pela FINEP. Já no painel "Casos de sucesso", serão apresentados e discutidos quatro casos de sucesso em diferentes vertentes de Projetos de Inovação. Serão descritas as experiências e atuação de um dos principais Parques Tecnológicos do país, o de São José dos Campos; os desafios enfrentados por uma microempreendedora fundadora de duas empresas inovadoras; o sucesso de projetos de inovação entre empresas e universidades, com dois exemplos: entre a CSN e a  UFSCAR e UNESP na área de refratários e entre a Petrobrás e a UFF através do Núcleo de Estudos em Biomassa e Gerenciamento de Aguas (NAB). Acesse o formulário de inscrições: https://goo.gl/JPYm48 Confira a programação: 13:45 - Abertura 14:00 -  Painel Projetos de Inovação: Desafios e Oportunidades Prof. Fernando Rizzo, Diretor do Instituto Nacional de Tecnologia Profª. Eliete Bouskela, Diretora de Tecnologia e Inovação da FAPERJ Carla Santos de Souza Giordano, Gerente de Inovação da Firjan Prof. Luiz Antônio Coelho Lopes, Professor da UFF e Analista da Finep Ada Gonçalves, Analista da Finep, Especialista em Financiamento e Gestão da Inovação 15:50 - Intervalo 16:10 - Painel Projetos de Inovação: Casos de Sucesso Elso Alberti Junior, Diretor Técnico e de Operações do Parque Tecnológico de São José dos Campos Maria Beatriz Matos, empresária, Diretora da Ambipetro Prof Elson Longo da Silva, Professor da UFSCAR e da UNESP Dr. Sidiney Nascimento e Silva, Gerente Geral de Desenvolvimento de Produtos da CSN Prof. Raimundo Damasceno, Coordenador do Núcleo de Estudos em Biomassa e Gerenciamento de Águas-UFF 18:15 - Encerramento  
I Semana de Empreendedorismo e Inovação da UFF [I SEI - Inscrições Abertas!] Vem ai a I SEI - Semana de Empreendedorismo e Inovação da UFF de Rio das Ostras. Nosso objetivo é Instruir, estimular, capacitar e incentivar práticas empreendedoras na universidade e comunidade local e ainda promover o engajamento social dos estudantes. A SEI que é organizada por professores e alunos e está aberta à toda comunidade afim de aumentar a integração UFF/Sociedade. Serão oferecidas palestras que abordarão diferentes áreas de empreendimento bem como cursos, com duração total de 15 horas, oferecidos em parceria com o Sebrae. Local: Auditório do ICT (UFF - Rio das Ostras) Entrada: um quilo de alimento não perecível que será doado para a Fundação Joanna de Ângelis (https://www.facebook.com/Funda%C3%A7%C3%A3o-Joanna-de-%C3%82ngelis-357599317610222/?fref=mentions) Inscrição: https://iseiuff.typeform.com/to/UhQdjk Contato: iseiuff@gmail.com Facebook: https://www.facebook.com/seidauff/?pnref=story#  https://www.instagram.com/seidauff
Orientações sobre Simples Nacional, EIRELI, EI e MEISerá realizada palestra, no dia 01 de junho de 2017, às 18h, com duração de 2 horas, nas dependências do ICM/UFF, com objetivo de apresentar informações básicas sobre os temas Simples Nacional, EIRELI, EI e MEI. Esses assuntos são pertinentes aos futuros e atuais empreendedores e contadores, pois se referem às primeiras decisões na abertura de um negócio, ou seja, a escolha de sua organização societária e seu enquadramento tributário. Esta palestra é uma ação do Projeto de Extensão “Atividades de apoio à orientação sobre aspectos tributários aos atuais e futuros empreendedores individuais de Macaé”. Portanto, essa palestra é importante para dar suporte aos pequenos empresários e profissionais contábeis auxiliando no conhecimento para que possam melhorar a viabilidade e qualidade dos novos negócios originados em Macaé e regiões circunvizinhas. Para atividades complementares a palestra valerá até 6 horas.
Intercâmbio inspira estudante da UFF a escrever romance sobre viagensDezoito meses de intercâmbio no exterior inspiraram o aluno do curso de Engenharia de Produção da UFF Pedro Franklin, 24 anos, a escrever um livro para motivar outros viajantes. Ele estudou na Austrália nos anos de 2015 e 2016 pelo Programa Ciência sem Fronteiras e, na ocasião, conheceu países como China, Japão, Camboja, Nova Zelândia e Vietnã. O livro eletrônico “The Man Who Wanted to Travel: The Journey Is More Important Than The Destination” é um dos best-sellers do portal de vendas Amazon. O e-book, escrito em inglês, está nesta segunda-feira, 23 de janeiro, na versão brasileira do portal, como o primeiro colocado nas categorias “Empreendimento”, “Turismo” e “Aventura” e está entre os cinco mais baixados em categorias como “Administração, Negócios e Economia”. O ranking da Amazon é atualizado de hora em hora. Com 132 páginas, o romance apresenta o personagem Ted, um velho e sábio viajante que, com o sobrinho Pete, conduz ensinamentos de vida a partir de suas experiências de viagem. “Depois de muito estudo, trabalho e viagens, voltei com muita história legal para contar. Espero que a trama motive as pessoas de todo o mundo a repensarem as próprias decisões na vida, a maneira de encarar suas rotinas e a forma de priorizar o que realmente importa na nossa passagem por esse mundo”, explica Franklin, dizendo que se inspirou em livros de autoajuda como “O Monge e o Executivo” e “Pai Rico, Pai Pobre”, nos quais uma teoria geral é apresentada por meio de uma narrativa ficcional. As táticas e estratégias são aplicáveis para o mochileiro, aventureiro, que quer ser um desbravador de culturas", afirma Pedro Franklin. Franklin, que já visitou 25 países, conta que lançou a publicação também com o propósito de compartilhar as estratégias que aprendeu na organização de suas viagens. “Viajando só ou em grupo, sempre fiz questão de planejar os detalhes mais minuciosos de cada 'trip': roteiro, finanças, hospedagem e logística de deslocamento, compra de passagens aéreas e tudo o mais. Por tentativas e erros, peguei as manhas aos poucos, assim consegui otimizar os resultados, minimizar os custos, maximizando a diversão e a experiência da viagem”. O estudante indica o livro àqueles que desejam praticar o chamado turismo de experiência, no qual o viajante busca conhecer e absorver a atmosfera do local em que está. “Acredito que essas táticas e estratégias sejam aplicáveis para o mochileiro, aventureiro, que quer ser um desbravador de culturas, tem a vontade de conhecer gente do mundo todo e acredita que uma viagem vai muito além de ficar em resort ou em um grande hotel”. O autor afirma que escreveu “The Man Who Wanted to Travel” em inglês com o objetivo de alcançar um público maior, mas não descarta fazer uma versão em português quando obtiver o reconhecimento necessário para ser convidado por uma editora. “Em um 'podcast', ouvi sobre o mundo dos e-books e como esse mercado está em franca expansão pelos quatro cantos do planeta. Essa é a plataforma ideal para escritores independentes, que ainda não possuem nenhum tipo de contato ou certificado importante, pois os algoritmos da Amazon são programados para ranquear os livros com os melhores conteúdos. Ao pesquisar as estatísticas do mercado por idiomas, vi que o inglês possui centenas de milhões de leitores, enquanto as outras línguas seguem muito atrás”, avalia Franklin, destacando que nessa plataforma o e-book está disponível para 13 países em quatro continentes. Para baixar gratuitamente o livro de Pedro Franklin, clique aqui.
Encontros UFF Inovação: Ecossistemas de InovaçãoNo dia 09 de dezembro, a Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação, atravéz da Agência de Inovação- AGIR, promoverá o evento "Encontros UFF Inovação: Ecossistemas de Inovação. Acontecerá no NAB, campus da Praia Vermelha, com início às 09:30h. Contamos com a participação de todos. Para efetuar sua inscrição entre no link https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfrhRCjqsAOYY6QaHZBUQguLk3eAK7n6hXLj6RNWrqVQ5WNZg/viewform Veja a programação abaixo. Data: 09 de dezembro de 2016 Local: NAB - campus da Praia Vermelha Horário: 09:30h Programação: 09:30h Credenciamento 10h       Mesa de Abertura 10:30h  Palestra “ Novos mecanismos e espaços de geração de empreendimentos inovadores” Palestrante: José Alberto Sampaio Aranha (ANPROTEC) Vice-Presidente da ANPROTEC, é Engenheiro Químico pela UFRRJ com pós-graduação em Administração pela PUC-Rio, em Comércio Exterior pela Funcex, do Rio de Janeiro e em empreendedorismo pela Southeastern University (Fort Lauderdale, Estados Unidos). Foi diretor e fundador do Instituto Gênesis da PUC-Rio e leciona como professor convidado em empreendedorismo e inovação do MBA de Gestão do Conhecimento do CRIE/Coppe UFRJ. É consultor Ad Hoc da UNESCO e participa do conselho da BRAIN Ventures, do conselho empresarial de Tecnologia da FIRJAN, de Tecnologia da ACRJ, do Fórum Brasileiro de Economia Criativa e da Câmara Setorial de Economia Criativa da ALERJ. Foi diretor da Anprotec de 2000 a 2007, diretor de novos empreendimentos da Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro de 2011 a 2012, além de membro dos Conselhos do Instituto Endeavor Brasil, do Instituto Educacional da BM&FBOVESPA, Rede de Incubadoras do Rio de Janeiro (REINC) e ANITEC. É autor do livro “InterFaces: a chave para compreender as pessoas e suas relações em um ambiente de inovação”, lançado em 2009 pela editora Saraiva. 11:30h  Debate        
Formatura do MBA Gestão EmpreendedoraNos dias 03 e 04 de novembro de 2016, das 13h às 17h, no 3º andar do Prédio da FIRJAN, na Avenida Graça Aranha 1, no Centro do Rio de Janeiro, um grupo de 345 gestores de educação do estado do Rio de Janeiro apresentarão seus trabalhos de conclusão do curso (TCC) de especialização do MBA Gestão Empreendedora, com ênfase em Educação, da Universidade Federal Fluminense. O MBA Gestão Empreendedora – Educação é resultado de uma parceria entre a Universidade Federal Fluminense, a Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro e o Sistema FIRJAN. O TCC é apresentado na forma de um plano de empreendimento, onde cada participante apresenta uma proposta de intervenção para melhoria da qualidade da educação na sua escola. Concluíram o curso 112 diretores de escola, 66 diretores adjuntos, 66 Agentes de Acompanhamento da Gestão Escolar (AAGEs) e 101 profissionais da carreira do magistério que ocupavam cargos de gestão quando ingressaram no curso. O ambiente escolar é por natureza complexo. A equipe responsável pela direção da escola tem um cotidiano repleto de problemas e lida com questões das mais diversas. Num mar de problemas, o que tratar primeiro? Como liderar um corpo docente e discente desmotivado? Como fazer com que os pais participem mais da vida escolar dos filhos? Como envolver a comunidade para que ela se torne parceira da escola? Como tornar educador o ambiente do entorno da escola? E do bairro? Estes são temas tratados nas diversas disciplinas no curso, à luz dos constructos da gestão, que foram tratados nas propostas apresentadas como Planos de Empreendimento (PLEM). A apresentação do plano de empreendimento é a culminância do curso, pois apresenta um projeto concreto de melhoria da qualidade da aprendizagem da escola. O plano de empreendimento ilumina, também, as grandes questões que preocupam os dirigentes escolares do Rio de Janeiro, hoje. Após análise dos problemas levantados e das ações propostas para melhorar a qualidade do ensino na escola, ficou evidenciado que os participantes entendem que é papel da gestão da escola desenvolver entre seus docentes a compreensão de que a escola é um campo de aprendizagem não só para o aluno, mas para o professor, também, e onde a atuação competente de cada professor é valorizada com espaços dignos destinados ao compartilhamento de experiências exitosas entre pares de sua escola e de outras unidades escolares. Isso motiva os melhores professores e estimula os que precisam melhorar. A cultura escolar, embora seja constituída por um conjunto de fatores intrínsecos e extrínsecos à própria escola, de fato, traduz mais diretamente a cultura dos docentes que aí trabalham. Isto significa que, ao influenciar a natureza das interações entre os professores, a cultura docente é de vital importância na determinação da qualidade dos processos educativos.  O destaque nesta análise dos temas que mais preocupam os gestores escolares participantes são as ações voltadas para a necessidade de mudanças nos processos de organização da escola e a na prática docente, que vão além das mudanças que, ainda, precisam ser alcançados nas condições de trabalho do professor, na carreira, no salário etc. A falta de metodologias e práticas de gestão mais efetivas e o despreparo do corpo docente para enfrentar a grande questão evidenciada nas avaliações, ou seja, a qualidade da educação oferecida dominam os temas dos Planos. Isto pode ser constatado quando grande parte das ações propostas diz respeito à necessidade de o professor preparar aulas mais atraentes e diversificar da metodologia de ensino com formas diferentes de tratar os conteúdos, usar mais os objetos/jogos de aprendizagem disponíveis e dominar as técnicas de construção para elaborar novos objetos. Os 345 formandos estão lotados nas diretorias regionais metropolitanas (172), Serranas I e II (32), Baixadas Litorâneas (30), Norte e Noroeste Fluminense (27), Centro Sul (23), Médio Paraíba (20) em escolas do Rio de Janeiro (85), São Gonçalo (38), Nova Iguaçu (27) e Duque de Caxias (23). Site do curso: http://empreendedorismouff.net.br
I Seminário Rede de Educação Empreendedora da UFFA Pró- Reitoria de Graduação, A Faculdade de Administração e o departamento de Emprrendedorismo e Gestão convidam docentes interessados no tema, Empreemdorismo e inovação para o lançamento RedUFF- Rede Empreendedora da UFF.  
Empresas juniores ganham espaço na UFF e criam oportunidades para estudantesO aluno de Administração Matheus Dassie tem apenas 20 anos. Érica Costa, que cursa Ciências Atuariais, tem 21. Juntos, ocupam os cargos mais altos de uma empresa: presidência e vice-presidência, respectivamente. É provável que esses dois jovens não estivessem à frente de uma organização, caso não se tratasse de uma empresa júnior. Os dois graduandos da Universidade Federal Fluminense fazem parte da Pacto Consultoria, uma empresa júnior de Gestão de Negócios, que abrange os cursos de Administração, Ciências Contábeis, Ciências Atuariais e Processos Gerenciais. Fundado em 1995, o projeto completará 20 anos de atuação neste mês, e está em constante crescimento. A maior missão da empresa júnior é melhorar a capacidade do graduando", Matheus Dassie Empresas juniores são geridas e constituídas por alunos. Apesar de poderem contar com a orientação de professores e profissionais especializados, todas as decisões são tomadas por estudantes. “A maior missão da empresa júnior é melhorar a capacidade do graduando, oferecendo uma experiência que ele não vai ter em sala de aula ou estágios”, disse Matheus. A prestação de serviços e desenvolvimento de projetos para empresas, entidades e sociedade são vertentes seguidas por inúmeras instituições com áreas de aplicação distintas. As juniores caminham dessa mesma forma, mas contam com um importante diferencial: preço de custo. Assim, a contratação destas ocorre com 10% ou menos do valor cobrado por uma empresa sênior, resultando em um trabalho de qualidade por preço acessível. A Pacto Consultoria, que tem sede no Campus do Valonguinho, Centro de Niterói, aposta no auxílio a pequenos e microempreendedores, que buscam expandir, aprimorar ou até mesmo dar início a um negócio. Dividida em seis áreas — presidência, vice-presidência, marketing, projetos, gestão de pessoas e financeira —, a Pacto conta com 31 participantes ativos, escolhidos a partir de processo seletivo e separados por equipes. Iniciado no Acolhimento Estudantil do segundo semestre da UFF, o Águia, processo seletivo da Pacto Consultoria, está com as inscrições em andamento. Qualquer estudante dos quatro cursos que formam a empresa podem se inscrever pelo site oficial até o início do mês de dezembro. O Águia é dividido em duas partes: Processo Seletivo e Águia Trainee. A primeira é constituída por quatro fases: painel de personalidade, dinâmica de grupo, entrevistas individuais e painel com os gestores da empresa. Sendo aprovado, o candidato segue para a segunda parte, o Trainee, onde passa por uma série de capacitações e treinamentos que o preparam para gerenciar projetos. A assessora de Networking da Pacto e estudante do curso de Ciências Atuariais, Layssa Viana, 19 anos, ressalta a importância da inscrição também para a Open For Business, evento realizado pela empresa júnior. Caminhando agora para sua terceira edição com o tema “Abrindo as Portas para o Seu Desenvolvimento”, será realizada nos dias 1º, 2 e 3 de dezembro, e as inscrições começam nesta segunda-feira, 23 de novembro. “Contaremos com um ciclo de palestras visando fazer com que os congressistas pensem ‘fora da caixa’ e se inspirem para imaginar o impacto que querem causar na sociedade”, explicou Layssa, que também é coordenadora de conteúdo da Open. Érica Costa, que participa da Pacto há mais de dois anos, acredita que trabalhar em uma empresa júnior é uma experiência engrandecedora e auxilia diretamente, tanto na formação de um aluno quanto de um profissional melhor. “Estudantes que fazem parte desses projetos conseguem ter um debate muito mais rico com professores em sala de aula, porque não apenas tiveram contato com a teoria ensinada, mas puderam colocá-la em prática”, afirmou. Experiência em empresa júnior motiva estudante a iniciar negócio próprio O aprendizado adquirido por graduandos ao fazerem parte de empresas juniores é imensurável. Além de enriquecer os currículos dos estudantes, quem participa desses projetos desenvolve capacidade de liderança, trabalho em equipe, oratória e negociação. É comum que a experiência também motive o jovem a tentar algo novo, como iniciar seu próprio negócio. Natália Cantarino, 22 anos, se prepara para cursar o último período de Administração na UFF. Em 2012, foi presidente da Pacto Consultoria, experiência que a estudante considera como a melhor que teve na faculdade e uma das mais marcantes em sua vida. Hoje, Natália é proprietária e fundadora da Catavento, que confecciona produtos manufaturados exclusivos para escritórios. “O que vivi na Pacto me deixou com muita vontade de empreender, já que tive a experiência de ser responsável pelo meu trabalho. Isso me fez saber que poderia gerenciar um negócio próprio e confiar em mim mesma”, ressaltou a graduanda. “Quando você é responsável por uma organização, é obrigado a desenvolver um senso de responsabilidade que dificilmente um estudante terá ao estagiar dentro de alguma corporação”, explica Natália, que acredita ter crescido muito no aspecto pessoal, profissional e acadêmico com a oportunidade de gerenciar e representar a Pacto com clientes, estudantes e a universidade. Movimento Empresa Júnior é cada vez mais forte no Brasil e conta com parceria importante no Rio de Janeiro Iniciado na França, o Movimento Empresa Júnior (MEJ) surgiu, na década de 1960, como um projeto do governo para combater a recessão. Chegou ao Brasil em 1988, introduzido pela Câmara de Comércio e Indústria Franco-Brasileira, e a primeira empresa foi a da Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo. O Brasil é, na atualidade, o país com o maior número de empresas juniores do mundo. São cerca de 1,2 mil organizações que contam com mais de 27 mil universitários envolvidos. A Confederação Brasileira de Empresas Juniores (Brasil Júnior) é a instância que as representa, proporcionando vivência empresarial e legitimidade social. Já a Federação das Empresas Juniores do Estado do Rio de Janeiro (RioJunior) tem a finalidade de representar essas organizações do estado. Com a função de auxiliar na qualificação e desenvolvimento das entidades geridas por estudantes, a federação promove o fortalecimento do MEJ. “Trabalhamos auxiliando as empresas juniores a se regulamentarem e se desenvolverem, expandindo o movimento em todo o Rio de Janeiro, integrando e alinhando os empresários juniores e representando-os perante o estado”, explicou o presidente da RioJunior, Henri de Paiva Souza. Atualmente, a RioJunior tem 25 empresas juniores federadas, com sete delas da UFF (Agrha, Focus, Meta, Opção, P&Q, Pacto e Pulso). A maioria presta consultoria nos cursos de Administração e Engenharia, mas também são comuns projetos que englobam Direito e Economia.