Categoria
Aprendizagem remota - Tema 2: Avaliação de aprendizagem: o desafio no uso das tecnologias digitaisPrezados, a Escola de Engenharia, dentro da sua política de apoio e suporte ao seu Corpo Docente para o desenvolvimento das Atividades Acadêmicas mediadas por Tecnologia Digitais, tem o prazer de apresentar o projeto Roda de Conversa - Aprendizagem Remota: novos caminhos No dia 27/08/2020 às 20h abordaremos o TEMA 2: "Avaliação de aprendizagem: o desafio no uso das tecnologias digitais". Os convidados Anderson Castanha - UFJF e Cíntia Boll - UFGRS estarão presente no Canal Conexão Engenharia UFF abordando o tema e tirando dúvidas que possam estar criando incertezas e incompreensões sobre como melhor atuar no desenvolvimento das Atividades Acadêmicas mediadas por Tecnologia Digitais sob a responsabilidade dos nossos Docentes. Gostou do tema? Quer assistir? Fique ligado no Canal Conexão Engenharia UFF e participe!! Nos vemos lá!
III Seminário Anual de Avaliação - TEAR UFF#ProexEmAção divulga o “Seminário Anual de Avaliação do Programa Transdisciplinar de Educação Integral e Fortalecimento de Políticas Públicas” (Tear UFF Educação) é uma das ações de extensão desenvolvidas no âmbito do Termo de Cooperação Técnica entre a Universidade Federal Fluminense (UFF) Pró-reitoria de Extensão (PROEX), e o Município de Niterói/Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia (SEMECT) / Fundação Municipal de Educação de Niterói (FME). Palestrante: Melissa de Miranda Natividade, Marcio Cataldi, Maria Lucia Gonçalves, Sonia Berger, José Henrique Antunes, alunos extensionistas.
Nota PROAES sobre análise socioeconômica das bolsas de assistência estudantilInformamos a comunidade acadêmica os critérios utilizados na análise sócioeconômica, conforme documentação apresentada pelo estudante, levando em consideração os indicadores, descritos a seguir, e por meio de instrumentos pertinentes a atuação do Serviço Social. 1- Renda per capta:candidatos com renda familiar bruta per capita igual ou inferior a 1,5 salários mínimos; 2- Composição familiar; 3- Instituição em que cursou o Ensino Médio; 4- Situação de Moradia do Estudante; 5-Território: localização do núcleo familiar; 6- Ocupação do Responsável pela família; 7- Bens; 8- Agravantes (exemplo: doenças crônicas,com laudo comprobatório e CID; 9- É facultado ao estudante a inscrição em outros Programas; 10- Todas as informações fornecidas pelo estudante estarão sujeitas à verificação a qualquer tempo. A inveracidade das informações prestadas pelo estudante implicará na eliminação do processo seletivo.. OBS: Os indicadores descritos estão presente em todos os editais 2019. ITEM : DA SELEÇÂO. Em caso de permanecer dúvida procurar a Coordenação de Apoio Social para os devidos esclarecimentos, através de contato com os Assistentes Sociais. E-mail -  dps.cas.proaes@id.uff.br Telefone (21) 2629-2711 ou (21) 3674-7299
Inep seleciona elaboradores e revisores de questões para as próximas provas do EnadeO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) está selecionando, até o dia 24 de maio, colaboradores para auxiliar na elaboração e revisão de questões para compor as provas do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2019. Podem concorrer profissionais das áreas de Ciências Agrárias, Ciências da Saúde, Tecnologias e do Componente de Formação Geral. O edital com as regras foi publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 6 de maio. Os candidatos que cumprirem todos os requisitos atuarão no Banco Nacional de Itens (BNI), que tem como objetivo armazenar itens com qualidade técnica para a montagem das provas e questionários do Inep. O trabalho é remunerado por Auxílio de Avaliação Educacional (AAE). Podem participar docentes das áreas de Agronomia, Biomedicina, Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Medicina, Medicina Veterinária, Nutrição, Odontologia e Zootecnia; e nas áreas de tecnologia em Agronegócio, Estética e Cosmética, Gestão Ambiental, Gestão Hospitalar, Radiologia e Segurança no Trabalho. As inscrições são feitas exclusivamente pela internet, no Sistema BNI. Banco Nacional de Itens – As questões dos exames e avaliações do Inep compõem o Banco Nacional de Itens (BNI). O acervo assegura a disponibilidade de questões de qualidade, elaboradas e revisadas para cada prova ou questionário. Todos os colaboradores participam de capacitações e oficinas de elaboração e revisão. Edital de Chamada Pública Sistema Banco Nacional de Itens   Fonte: INEP <http://portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/id/6407491>
Aberta a seleção do INEP para avaliadores de cursos de graduação e instituições de educação superiorEstá aberto mais um processo seletivo para composição do Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (BASis). As vagas são para avaliadores de cursos de graduação e instituições de educação superior (IES). Os docentes que cumprirem todos os critérios exigidos pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) poderão se inscrever até o próximo dia 17, pela internet, no Sistema e-MEC. O resultado da seleção será divulgado a partir de 30 de maio. As áreas de atuação das vagas e os critérios estão listados no edital publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira, 7 de maio. Os docentes selecionados poderão integrar as comissões de avaliação externa in loco para avaliar cursos de graduação. O trabalho é remunerado por meio de Auxílio de Avaliação Educacional (AAE) e as comissões são convocadas de acordo com as necessidades do Inep. Para atuar no BASis, os docentes também precisam conseguir a nota mínima exigida no curso de capacitação. BASis – O Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (BASis) é um cadastro nacional e único dos docentes responsáveis pela avaliação in loco dos cursos de graduação e das instituições de educação superior. O Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) é responsável pela avaliação das instituições e dos cursos, feita a partir da avaliação in loco, e do desempenho dos estudantes, por meio do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade). O objetivo é melhorar a qualidade da educação superior brasileira e orientar a expansão da oferta de vagas. Edital de Chamada Pública Sistema e-MEC   Fonte: INEP <http://portal.inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/id/6407561>
PROEX realiza I Seminário Anual de AvaliaçãoO “I Seminário Anual de Avaliação” promovido pelo Programa Transdisciplinar de Educação Integral e Fortalecimento de Políticas Públicas (Tear UFF Educação) é uma das ações de extensão desenvolvida no âmbito do Termo de Cooperação Técnica entre a Universidade Federal Fluminense/Pró-Reitoria de Extensão e o município de Niterói/Secretaria municipal de Educação, Ciência e Tecnologia (SEMECT). O seminário objetiva apresentar as principais ações extensionistas relacionadas à parceria UFF-SEMECT, com vistas a divulgar, debater, avaliar e implementar o “Programa Transdisciplinar de Educação Integral e Fortalecimento de Políticas Públicas”, frente aos novos cenários e desafios cotidianos enfrentados por todos que buscam garantir uma educação pública, gratuita e de qualidade. As inscrições podem ser feitas até o dia 07 de dezembro, pelo link: www.extensao.uff.br/inscricao, com direito à certificação de 10 horas. O público-alvo são direções da Rede Municipal de Educação de Niterói e extensionistas da UFF.
UFF se destaca em avaliação da Capes com nove cursos de nível internacionalCriada em 11 de julho de 1951, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal Nacional de Nível Superior (Capes) tem como objetivo expandir e consolidar os programas de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado) em todo o Brasil. A avaliação, realizada pela agência a cada quatro anos, é uma ferramenta para que a comunidade universitária mantenha um padrão de excelência acadêmica para os programas de pós-graduação e seu resultado serve como base para a formulação de políticas para a pós-graduação e para as ações de incentivo a bolsas de estudo, auxílios e apoio acadêmico. Segundo o vice-reitor Antonio Claudio da Nóbrega, ao todo, 17 programas da UFF tiveram elevação dos seus conceitos na avaliação, sendo que aumentaram em mais de 2,5 vezes o número de programas nível seis. “Este avanço não é obra do acaso, mas resultado de planejamento institucional com base no apoio aos programas na forma de melhoria da infra-estrutura e atividades acadêmicas, mas principalmente da dedicação e excelência do trabalho do corpo docente, discentes e servidores tecnico-administrativos. A UFF é hoje uma instituição madura do ponto-de-vista da sua pós-graduação, mas temos convicção de que o fortalecimento desse trabalho, mesmo diante das grandes restrições orçamentárias do governo, produzirá avanços ainda mais robustos”, ressalta. Na escala de avaliação utilizada pela Capes, os cursos que recebem seis e sete - que contam com mestrado e doutorado - são considerados no mesmo nível de seus pares internacionais. Este ano, oito programas de pós-graduação da UFF receberam nota seis - Economia, Física, Geoquímica, Geografia, Computação, Comunicação, Estudos de Literatura e Química -, e o curso de História recebeu, mais uma vez, o conceito máximo, sete. Isso significa que a UFF conseguiu um desempenho superior à avaliação anterior, mesmo com o atual cenário brasileiro de austeridade, com cortes profundos no orçamento destinado à pesquisa e à pós-graduação. Em relação à última avaliação, houve um aumento expressivo no número de programas da UFF com conceitos seis e sete - de quatro para nove. Isso significa que mais alunos da instituição serão beneficiados com as vantagens que uma boa avaliação pela Capes traz. Dentre elas, estão a elevação do status do programa dentro da universidade, a valorização acadêmica imediata dos diplomas de mestrado e doutorado, aumento no número de bolsas e acesso a editais e projetos restritos aos programas com avaliação seis e sete. Para o coordenador do Programa de Pós-graduação em Física (PPG-Física), Marcelo Sarandy, a pesquisa no país tem evoluído em seus aspectos quantitativos e qualitativos. Nesse contexto, é bastante relevante para os programas o destaque no cenário nacional, o que favorece a obtenção de recursos e o desenvolvimento contínuo da pesquisa na universidade. “Para o PPGF, esse conceito seis demonstra mais uma vez, a qualidade do nosso trabalho. Temos alto índice de produtividade em pesquisa, tanto de docentes quanto de discentes, espectro amplo de linhas de atuação e boa infraestrutura para as atividades acadêmicas”, afirma. O Programa de Pós-graduação em Computação (PGC) possui um corpo docente bastante produtivo e já formou cerca de 120 doutores e 480 mestres. Recentemente, o Instituto de Computação da UFF ampliou sua infraestrutura, contando com um prédio com área de 5 mil metros quadrados dedicados exclusivamente a laboratórios temáticos de pesquisa nas áreas de Algoritmos e Otimização, Computação Científica e Sistemas de Potência, Computação Visual, Engenharia de Sistemas e Informação e de Sistemas de Computação, que já estão em pleno funcionamento. “Esta avaliação promoveu o programa ao nível seis e o coloca entre os dez melhores do Brasil”, declara o coordenador do PGC, Célio Vinicius Albuquerque. Já o Programa de Pós-graduação em Economia (PPGE) conseguiu elevar sua nota de cinco para seis e foi o primeiro colocado nacional na pontuação por docente permanente - aquele que pesquisa, orienta e ministra aulas, tanto na graduação, como na pós-graduação. Além disso, o corpo de professores conseguiu ocupar as primeiras posições em rankings nacionais de publicações. Para o coordenador, Fábio Waltenberg, o objetivo é manter essa avaliação no próximo quadriênio. “Estamos introduzindo ações afirmativas nos processos seletivos, a começar já este ano no mestrado. Para os próximos quatro anos, nosso programa terá um dos maiores corpos discentes entre os programas de economia no país”, certifica o professor. O diferencial do Programa de Pós-graduação em Geografia (PPGEO), segundo o seu coordenador, Marcio Piñon, é a produção intelectual qualificada, além de sua inserção internacional, em especial em países da América Latina e Europa, mas também da África, Sudeste Asiático e Austrália. Diversos docentes já participaram como professores visitantes em instituições estrangeiras e têm atuação em movimentos sociais em nível internacional. Além disso, já receberam estudantes de diversos países, especialmente latino-americanos. “Para o quadriênio em curso, esperamos adequar as nossas metas, otimizar os nossos esforços coletivamente e traçar estratégias, com o apoio da Proppi, para melhorar ainda mais os nossos resultados. Para isso, é fundamental que a Capes continue destinando recursos e bolsas em um nível satisfatório, capaz de atender à enorme demanda”, explica. Já para o coordenador do Programa de Pós-graduação em Química (PPGQ), Ricardo Cassella, alguns pontos são relevantes para destacar o programa, como a decisão de credenciar imediatamente os jovens pesquisadores que chegam à universidade e a grande variedade de linhas de pesquisa oferecidas, que permite que os estudantes possam realizar trabalhos em praticamente qualquer campo da química. “O PPGQ está, neste momento, trabalhando em várias frentes, discutindo questões importantes como as estratégias para aumento da produção científica, a modernização do quadro de disciplinas oferecidas, entre outros pontos”, destaca. De acordo com o coordenador do Programa de Pós-graduação em Comunicação (PPGCOM), Marco Antônio Roxo, o curso se  destaca no cenário nacional pela qualidade da produção intelectual dos seus docentes, conta com um corpo discente muito engajado, produtivo e apresenta uma ousada política de internacionalização, na qual se destaca a sua participação no convênio Erasmus Mundus e, em particular, no consórcio internacional Interzones.  “O PPGCOM conta com uma ativa política de intercâmbio em duas vias, isto é, viabiliza tanto o acesso de seus pesquisadores a outros centros de pesquisa relevantes, situados fora do país, como recebe alunos e pesquisadores estrangeiros, interessados em aperfeiçoar a sua formação”, declara. Para o aluno de doutorado do PPGCOM, Marcelo Alves, o relatório mostra a excelência acadêmica do programa e da universidade como um todo. “Entrei como mestrando em 2014 e fiquei para o doutorado em 2016. Este processo de aprendizado está sendo imensurável, pois pude entrar em contato com um corpo de professores altamente qualificado e atualizado com o estado da arte internacional de minha área. É um grande orgulho fazer parte deste programa da UFF", reconhece. Segundo o coordenador do Programa de Pós-graduação em Estudo de Literatura (PPGEL), José Luis Jobim, a avaliação colocou o curso no patamar dos 13% melhores do país. No Estado do Rio de Janeiro, há apenas dois cursos com nota seis e nenhum com nota sete nas áreas de Linguística e Literatura. Para a ex-aluna do mestrado, Clarissa Marinho, o corpo docente é qualificado, engajado em atividades de extensão, colóquios, eventos e etc., e o programa é bastante organizado e articulado entre as linhas de pesquisa e projetos. “Concluí o mestrado em junho de 2016 e durante o período do curso executei minha pesquisa com uma orientação de excelência”, assegura. O coordenador do Programa de Pós-graduação em Geociências (PPGG), Emmanoel Vieira ressalta que o excelente quadro de pessoal docente, técnico-administrativo e de laboratório; a forte inserção internacional com projetos desenvolvidos em parceria com diversos países, como França, Alemanha, EUA e Argentina; além de uma ótima biblioteca setorial, são os diferenciais que fizeram o programa atingir o ótimo conceito. Para ele, a nota seis representa um selo de qualidade do curso, que dá aos alunos melhores condições não só de realização de seus estudos quanto valoriza o título que recebem. “Com toda certeza a formação adquirida pelos estudantes os qualifica melhor para os desafios de um mercado de trabalho mais exigente e competitivo”, garante. Para a ex-coordenadora do Programa de Pós-graduação em História (PPGH),  Ana Mauad, a nota sete na avaliação da Capes reafirma a excelência do PPGH como um coletivo de docentes, discentes e  funcionários, e confirma a autonomia do programa na gestão dos recursos financeiros concedidos pela Capes. “A renovação da nota sete pela terceira vez sucessiva, nos projeta no cenário nacional e internacional com a certificação de excelência acadêmica. Atualmente, isso implica na confirmação das redes de pesquisa dentro e fora do país que, nos últimos anos, foram fomentadas, bem como na garantia aos nossos alunos e alunas do acesso a uma formação diferenciada na área de história”, conclui. A ex-aluna do mestrado em história, Nathália Nicolau, afirma que o diferencial do PPGH é a sua ampla produção em diversos eixos da história, por trazer alunos de diversos lugares do país com temas de pesquisas variados, o que torna o intercâmbio de conhecimento mais rico. “Minha experiência com o programa foi impecável. Os professores foram solícitos em me ajudar, sanar dúvidas, dando suporte para minha pesquisa tomar forma. Consegui terminar no tempo planejado e tive ajuda financeira da Capes”, finaliza.
Matemática (Bacharelado) da UFF em Volta Redonda obtém conceito máximo na avaliação do MECO INEP, após visita da comissão de avaliação ao campus Aterrado, em Volta Redonda, nos dias 20 a 23 de agosto, concedeu ao curso de Bacharelado em Matemática daquele campus nota máxima (5). Merece destaque especial o fato de o curso ter obtido nota igual ou superior a 4,5 em todas as três dimensões (projeto pedagógico, corpo docente e infraestrutura), caracterizando o nível de excelência do curso, a despeito das dificuldades orçamentárias enfrentadas pelas Instituições Federais de Ensino Superior nos últimos anos. O Bacharelado em Matemática de Volta Redonda, entretanto, não foi o único caso de curso com conceito 5 na avaliação in loco este ano. A avaliação do curso de Letras EAD da UFF também resultou no mesmo conceito. O aumento da frequência de conceitos 5 nas avaliações in loco nos últimos anos reflete a contínua melhora na qualidade de oferta dos cursos, e também o comprometimento da comunidade acadêmica com os processos de avaliação no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES). Parabenizamos todos os envolvidos no referido processo de renovação de reconhecimento do curso por mais esta conquista da UFF!
Enade: um compromisso de todos com a educação pública e gratuitaO Exame Nacional de Avaliação do Desempenho dos Estudantes (Enade) é o instrumento que o governo federal utiliza para avaliar o ensino superior e garantir a qualidade e eficiência da educação nos âmbitos público e privado. Ele tem como objetivo analisar o rendimento dos alunos matriculados em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares dos cursos de graduação. Além disso, também são observadas as habilidades e as competências necessárias para a compreensão de temas exteriores ao campo específico de sua profissão, ligados à realidade nacional e a demais áreas de conhecimento. As provas são realizadas anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep) com os estudantes concluintes das áreas selecionadas, que são definidas por meio de portarias e avaliam cada curso de três em três anos. “Para o ENADE deste ano, são considerados concluintes aqueles com expectativa de conclusão do curso até julho de 2018 ou os alunos que tenham integralizado 80% para licenciaturas e bacharelados, 75% para Cursos Superiores de Tecnologia (CST) ou mais da carga horária mínima do currículo do curso até 25 de agosto”, explica o diretor da Divisão de Avaliação da UFF, Marcelo Linhares. Nas Instituições Federais de Educação Superior (Ifes) como a UFF, os bons resultados obtidos no Enade, se refletem na média dos conceitos dos cursos. Essa média tem grande representatividade no Conceito Institucional no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), que no caso da UFF, responde por cerca de 40% do Índice Geral de Cursos (IGC), fator que representa um acréscimo de até 20% no orçamento institucional. A boa avaliação no Enade é um elemento importante para que a sociedade tome partido da universidade pública e atue na construção de um argumento contrário à privatização”, afirma o pró-reitor de graduação da UFF. Bons resultados no Enade tendem, portanto, a aumentar significativamente os recursos repassados pelo Ministério da Educação (MEC) às universidades federais para serem empregados em mais e melhores programas acadêmicos, moradias estudantis, restaurantes universitários e instalações físicas em geral. “Quanto maiores os conceitos obtidos no exame por cada curso, mais recursos a universidade federal obterá para garantir, oferecer e sustentar a qualidade dos serviços prestados à comunidade”, analisa Marcelo. Já para o pró-reitor de Graduação José Rodrigues de Farias Filho, a obtenção de boas notas no Enade envolve aspectos que vão desde a atração de novos estudantes até a sinalização de ajustes necessários à melhoria dos projetos pedagógicos dos cursos e da formação acadêmica. Ele destaca, ainda, a valorização do diploma e, consequentemente, o aumento da visibilidade do curso e das possibilidades de empregabilidade dos estudantes de um curso com bom conceito. O Enade também é a base de cálculo do Conceito Preliminar de Curso (CPC), utilizado como parâmetro para diversos fins, dentre eles, a renovação de reconhecimento de cursos de graduação pelo MEC. Todos esses dados são públicos e abertos à sociedade, que por meio deles avalia a qualidade dos cursos oferecidos por uma Instituição de ensino superior pública ou privada. Os resultados adquiridos no exame são usados como parâmetro de avaliação das instituições e cursos de graduação superior no país. E, no caso das universidades públicas de ensino superior, podem ainda verificar a eficiência da aplicação dos recursos provenientes dos impostos. Segundo José Rodrigues: “A boa avaliação da UFF no Enade consolida e fortalece a ideia de uma universidade pública de qualidade. É um elemento importante para que a sociedade tome partido da universidade pública e atue na construção de um argumento contrário à privatização”. Entre os cursos da UFF habilitados ao Enade 2017 estão: O Enade não é apenas uma medida de avaliação externa. A prova é também um mecanismo de “feedback" das condições de formação dos estudantes egressos dos cursos avaliados. Com ele, as instituições de ensino podem avaliar seus projetos pedagógicos, a pertinência das suas matrizes curriculares e, inclusive, através da análise das respostas ao Questionário do Estudante, a percepção destes quanto a diversos aspectos da vida acadêmica. Com isso, o diretor da Divisão de Avaliação da UFF destaca a importância de realizar a prova de maneira responsável. “Responder adequadamente aos questionamentos - especificamente a avaliação contida no Questionário do Estudante - é uma forma de garantir, manter e sustentar uma universidade pública integralmente financiada com recursos públicos e até melhorar o perfil de nosso orçamento e, por conseguinte, dos serviços prestados a comunidade”, garante Linhares. Dessa forma, os “boicotes”, que são ações políticas organizadas pelos estudantes, têm grande impacto negativo para as instituições. “Se os resultados individuais são ruins, seja por incapacidade ou ação política dos estudantes, o curso e a instituições de ensino tendem a ser penalizados administrativamente pelo MEC e principalmente estigmatizados pela sociedade como maus cursos de graduação. No caso de cursos em universidades públicas, passam a ser vistos como um mau investimento, que eventualmente deve ser revisto. Há, portanto, nesse caso um dano de longo prazo, que pode até ser irreversível”, alerta o diretor. Para Linhares, esse tipo de ação diminui o conceito Enade e, por conseguinte, o Indicador de Diferença dentre os Desempenhos Observado e Esperado (IDD), o Conceito Preliminar de Curso (CPC) e o Índice Geral de Cursos (IGC), interferindo na composição da matriz orçamentária. Assim, a instituição deixa de contar com mais recursos que poderiam ser investidos em melhorias de programas acadêmicos, infraestrutura e outros fatores. A prova do Enade 2017 será realizada no dia 26 de novembro e, além disso, os estudantes concluintes precisam acessar o site do Inep para completar o cadastro e responder ao Questionário do Estudante. Para evitar dúvidas, a Pró-Reitoria de Graduação disponibilizou no site da UFF uma seção dedicada ao Enade, inclusive com diversas perguntas frequentemente elaboradas por toda a comunidade.
Avaliação qualitativa da rede de formação de artistas Avaliação qualitativa da rede de formação de artistas no Brasil.
Avaliação de Cursos de GraduaçãoA Avaliação externa de cursos de graduação, juntamente com a avaliação institucional externa, a autoavaliação institucional e o ENADE, são procedimentos específicos que articulam-se intimamente na composição da espinha dorsal da Lei do SINAES. A avaliação no âmbito do SINAES é também ferramenta subsidiária aos processos de regulação estabelecidos pelo Ministério da Educação para todo o Sistema Federal de Educação Superior, assim entendido as Instituições Públicas Federais e as Privadas. A avaliação externa de cursos de graduação é realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP a partir da nomeação de comissões de docentes “ad hoc”, selecionados na base de dados do Sistema e-MEC, entre professores não relacionados com a Instituição avaliada, sendo formada por dois elementos vinculados à área de ensino a ser avaliada. Tais comissões têm como tarefa, a partir de um objetivo essencialmente formativo, aferir as condições de oferta dos cursos de graduação oferecidos por instituições vinculadas ao Sistema Federal em todo o país. Para efeito de avaliação é utilizado um instrumento de avaliação de cursos de graduação elaborado pela Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior – CONAES que busca observar diversos indicadores distribuídos em três dimensões avaliativas estabelecidas na própria lei do SINAES: Dimensão 1: Organização Didático-pedagógica; Dimensão 2: Corpo docente e tutorial Dimensão 3: Infraestrutura física. Cada indicador é escalonado em cinco níveis ou graus que podem ser entendidos genericamente da seguinte forma: a) grau 1(um) = Insuficiente, não existe, não atende; b) grau 2 (dois) = Insuficiente, existe mas não atende ou não está implementado; c) grau 3 (três) = Suficiente, existe e atende ou está minimamente implementado; d) grau 4 (quatro) = Bom, existe e atende bem,  está bom ou bem implementado; 5) grau 5 (cinco) = Muito bom, existe e atende muito bem ou está muito bem implementado – conceito de excelência. A partir dos graus atribuídos aos indicadores de cada dimensão é obtida a média aritmética simples da nota de cada dimensão e que darão origem ao conceito final ou Conceito de Curso – CC, a partir da média ponderada das notas das dimensões avaliadas. O Conceito de Curso obedece a mesma escala de graus, sendo os seus conceitos atribuídos, portanto, de 1, o menor CC possível, a 5, o CC máximo. Compõe, ainda, o relatório de avaliação elaborado pelos avaliadores externos de curso, um relato contextual sobre cada um dos indicadores onde deve justificar seu juízo. Pode nesse momento, também, apresentar criticas e sugestões, sempre com orientação formativa e objetivando oferecer recursos ao desenvolvimento do curso avaliado. Também existe na avaliação uma dimensão de caráter meramente aferidor, onde o instrumento de avaliação busca exprimir através da observação simples do avaliador se são cumpridos os requisitos legais de oferecimento e funcionamento de cursos de graduação no Brasil. Esses requisitos legais não integram o conjunto da avaliação e não tem graduação de juízo. São questionamento diretos a serem respondidos pelo avaliador como sim/não. A partir dos resultados da avaliação a Secretaria de Regulação da Educação Superior executa a regulação dos cursos superiores no Brasil, através da expedição dos respectivos atos autorizativos de Autorização, Reconhecimento e Renovação de Reconhecimento de Cursos. A avaliação externa de cursos não somente atende às demandas legais por regulação. É também importante instrumento de “feedback” para a gestão de cursos e da Instituição como um todo, pois possibilita através da visão de pares e a partir de um instrumento padronizado, observar e refletir sobre as deficiências e potencialidades observadas. Dessa forma pode a gestão responsável concentrar esforços nos pontos frágeis e melhorar a exploração das potencialidades.
Importância do ENADE Para a Instituição, seus cursos e para os estudantes Muito se questiona sobre a utilização do ENADE como medida ou ferramenta válida para avaliar cursos de graduação ou ainda o método de sua aplicação. Todavia o ENADE tem enorme importância na avaliação das IES pelo SINAES, principalmente pelo peso relativo que tem no cômputo dos conceitos avaliativos dos cursos e da própria IES. Ele é um componente da avaliação que sozinho corresponde a cerca de 55% do CPC – Conceito Preliminar de Curso – uma das modalidades de avaliação do SINAES. Nas Instituições Federais de Educação Superior como a UFF, os bons resultados obtidos no ENADE, refletem na média dos conceitos dos cursos, essa média tem grande representatividade no Conceito Institucional no SINAES (o, no caso da UFF, responde por cerca de 40% do IGC – Índice Geral de Cursos). E o ICG representa hoje um acréscimo de até 20% no orçamento institucional. Bons resultados no ENADE, tendem, portanto, a aumentar significativamente os recursos repassados pelo MEC para serem empregados em mais e melhores programas acadêmicos, mais e melhores moradias estudantis, mais e melhores restaurantes universitários e instalações físicas em geral. Quanto maior os conceitos ENADE obtidos por cada curso, mais recursos a universidade federal obterá para garantir, oferecer e sustentar a qualidade dos serviços prestados à comunidade. A importância do ENADE ganha significado também na visibilidade do curso pela sociedade, tendo em vista a forma como a mídia tem dado destaque aos seus resultados desde sua implantação e, principalmente, que a sociedade já assimilou os resultados do ENADE como principal parâmetro de avaliação das instituições e cursos de graduação superior no país. Diferentemente do que nos acostumamos a pensar a educação superior brasileira não é gratuita. Ela custa caro e é integralmente financiada pela sociedade através dos impostos pagos. Bons resultados no ENADE passam uma mensagem positiva e reconfortante a sociedade brasileira que financia a educação superior pública através de uma carga tributária significativa. Outro aspecto importante relacionado ao ENADE, é que este exame é a base de cálculo do Conceito Preliminar de Curso (CPC), utilizado como parâmetro para diversos fins, dentre eles a Renovação de Reconhecimento de cursos de graduação. Todos esses dados são públicos, abertos a sociedade que por meio deles avalia a qualidade dos cursos oferecidos por uma Instituição de Ensino Superior pública ou privada. E no caso das instituições públicas de ensino superior podem verificar de modo relativo a eficiência da aplicação dos recursos provenientes dos impostos que a financiam. Mas o ENADE não é apenas uma medida de avaliação externa. É um importante, porém não exclusivo, mecanismo de "feedback" das condições de formação dos estudantes egressos dos cursos avaliados. Com ele as IES podem avaliar relativamente às demais IES os seus Projetos Pedagógicos de Curso, a pertinência das suas matrizes curriculares e, inclusive, através da análise das respostas ao Questionário do Estudante, a percepção destes quanto a diversos aspectos da vida acadêmica. Particularmente, para o estudante, o ENADE tem importância quanto a pronta emissão e ao "valor" de seu diploma no mercado de trabalho. Outro aspecto não menos importante para o estudante e relacionado com tudo que dissemos é a responsabilidade social que a avaliação pelo ENADE se reveste. Participar do ENADE; fazer aprova diligente e responsavelmente; responder adequadamente aos questionamentos; especificamente a avaliação contida no Questionário do Estudante são formas de garantir, manter e sustentar uma Universidade Pública integralmente financiada com recursos públicos e até melhorar o perfil de nosso orçamento e, por conseguinte, dos serviços prestados a comunidade. Apresentar a qualidade do trabalho aqui realizado à sociedade, garantir que nossos irmãos, filhos e netos poderão desfrutar de uma universidade gratuita, que não obstante todas as dificuldades e fragilidades, consegue formar egressos de alto nível. No entanto, para que tudo funcione a contento é necessário que todos cumpram rigorosa e criteriosamente suas responsabilidades no ENADE.
Responsabilidades no ENADEAs responsabilidades inerentes ao ENADE se distribuem por: Coordenações de Curso: Tomar conhecimetno da Portaria Normativa e do Edital do ENADE do ano respectivo ao seu curso e efetuar a correta inscrição dos alunos dentro dos parâmetros da amostra estabelecida pelo INEP, observando os alunos em condições de realizar o exame de varios modos a seu dispor, atentando para as exceções dos diversos casos particularizados que possam colocar o aluno dentro do universo amostral. Supervisionar o cumprimento das etapas pelos estudantes, nos termos do edital do ENADE. Estudantes: Participando ativamente do processo de avaliação pelo ENADE, cuidando de: Tomar conhecimeto da Portaria Normativa e do Edital do ENADE respectivo ao ano de avaliação do curso, cumprindo o que lhe couber conforme regulamento. Informar-se das condições gerais de realização e participação no ENADE junto a coordenação de curso, a Instituição ou o INEP; Verificar sua condição quanto a integralização da carga horária e habilitação do curso para o ENADE realizado no ano; Completar o cadastro de sua inscrição no site do ENADE/INEP (http://enade.inep.gov.br) Responder ao Questionário do Estudante, disponibilizado previamente à prova com espírito de contribuição à melhoria do ensino na instituição; Tomar conhecimento e familiarizar-se antecipadamente, se possível, das provas e do Questionário do Estudante aplicados em anos anteriores a seu curso. Empenhar-se em comparecer pontualmente às provas, cuidando de realiza-las diligentemente e com responsabilidade; Instituição: Divulgar o ENADE na comunidade acadêmica, propiciando apoio adequado ao processo às Coordenações de Curso e Estudantes.
Exame Nacional de Avaliação do Desempenho dos Estudantes - ENADE  Instituído pela Lei 10.861/2004 – Lei do SINAES, o Exame Nacional de Avaliação do Desempenho dos Estudantes foi criado com o objetivo de aferir o desempenho dos estudantes da educação superior em relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares do respectivo curso de graduação, bem como suas habilidades de ajustamento  às demandas decorrentes da evolução do conhecimento e as competências necessárias para compreensão de temas exteriores ao campo específico de sua profissão, ligados a realidade nacional e a demais áreas do conhecimento. O ENADE é, portanto, uma ferramenta que busca avaliar os cursos de graduação a partir das habilidades agregadas  e competências adquiridas pelos estudantes desses cursos, observados a partir de uma prova elaborada tendo em vista exprimir às habilidades e competências esperadas conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais de cada curso. A realização do exame é efetuada pelo INEP anualmente a estudantes das áreas selecionadas, definidos através de portarias sendo de aplicação trienal para os estudantes do primeiro e do último ano de cada curso avaliado, garantida uma nova aplicação em tais áreas em um prazo máximo de três anos. Os estudantes são alocados para efeito do exame como INGRESSANTES ou CONCLUINTES tendo em vista a carga horária integralizada. São considerados INGRESSANTES os alunos do primeiro ano e matriculados no ano da avaliação; são considerados CONCLUINTES aqueles estudantes do último ano que tenham integralizado mais de oitenta por cento (80%) para baharelados e licenciaturas ou mais de setenta e cinco por cento (75%) nos cursos superiores em tecnologia (CST) da carga horária total do curso. Além da prova, a Lei do SINAES estabelece a aplicação aos estudantes de “instrumento destinado a levantar o perfil dos estudantes, relevante para a compreensão de seus resultados”, ou seja, um questionário de preenchimento pelo estudante que busca levantar suas informações socioeconômicas e acadêmicas; e outro específico, coletado nos quinze dias subseqüentes à prova via Internet, a ser preenchido pelo Coordenador do Curso que tem por objetivo reunir informações que contribuam para a definição do perfil do curso. Também é estabelecida em lei a necessidade de se considerar a realização do exame como componente curricular obrigatório, sendo inscrita no histórico escolar apenas sua situação regular com relação a obrigação de participar do exame, atestada pela sua efetiva participação ou dispensa pelo MEC, se for o caso. A prova do ENADE é, desde 2011, aplicada apenas aos estudantes concluintes. Os ingressantes, não precisão fazer o exame, embora precisem ser devidamente inscritos para que o INEP possa utilizar os resultados do ENEM para efeito de comparação estatística. As provas são elaboradas pelas Comissões Assessoras de Área, cuja atribuição principal é definir as competências, conhecimentos, saberes e habilidades a serem avaliadas e todas as especificações necessárias à elaboração da prova a ser aplicada no ENADE, sendo compostas por professores de IES públicas e privadas oriundas das diversas regiões do país. A nota do ENADE é resultado dos valores padronizados das médias das provas: componente geral e componente específico. A Lei do SINAES estabelece que o desempenho dos alunos de cada curso no ENADE deve ser expressa por meio de conceitos em escala de 5 níveis. Saiba mais!
ENADE Perguntas mais frequentes para alunos e coordenadores de curso   Exame Nacional de Avaliação do Desempenho dos Estudantes - ENADE Importância do ENADE para Estudantes, IES e Sociedade Responsabilidades no ENADE Informações sobre o ENADE 2019 Consulta situação de regularidade dos estudantes em edições até 2016 Consulta situação de regularidade dos estudantes em edições a partir de 2017 Provas e gabaritos de anos anteriores