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Eduff seleciona estagiários em diversas áreasA Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff) oferece quatro vagas de estágio para estudantes dos cursos de graduação em Desenho Industrial, Estudos de Mídia, Jornalismo, Biblioteconomia e Documentação e Publicidade da UFF. A oportunidade faz parte do Programa de Estágio Interno promovido pela Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Divisão de Estágio Interno.   Alunos do curso de Biblioteconomia e Documentação da universidade podem se inscrever até 18 de março para se candidatar à vaga na Seção de Editoração e Produção. As inscrições serão aceitas pelo e-mail estagio_editoracao@eduff.uff.br. Os interessados em concorrer às duas vagas destinadas a alunos de Estudos de Mídia, Jornalismo e Publicidade deverão acessar o edital da Seção de Comunicação e Eventos e se inscrever até 24 de março pelo e-mail comunicacaoeduff@gmail.com. Estudantes de Desenho Industrial e Publicidade podem concorrer à vaga oferecida pela Seção de Editoração e Produção da Eduff. As inscrições serão aceitas até 21 de março e pelo email thomascavalcanti@id.uff.br.   Confira os editais de estágio interno da Eduff - Seção de Comunicação e Eventos Edital para as vagas de Jornalismo e Estudos e Mídia, Jornalismo e Publicidade   - Seção de Editoração e Produção da Eduff Edital para vaga de Biblioteconomia e Documentação   Edital para vaga de Desenho Industrial e Publicidade
Clube do Vinil: UFF reúne alunos e comunidade para ouvir e debater músicaA música divide opiniões. Alguns gostam dela dentro de uma arena lotada de gente; outros, tocando no rádio da cozinha; com pouco ou muito volume; no gênero rock, funk ou sertanejo; estando sozinho ou a dois. Mas uma coisa é certa: todos a amam. É nesse clima de amor que acontecem os encontros do Clube do Vinil, projeto de extensão coordenado pela professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da UFF, Simone Pereira de Sá, em parceria com doutorandos e mestrandos do programa. Com cerca de três eventos abertos ao público em cada semestre, o clube reúne amantes da música para ouvir discos e conversar sobre eles com especialistas, de forma descontraída e também muito informativa. Apesar de o nome ser sugestivo, o projeto não reúne colecionadores de vinil, mas promove a escuta comentada de álbuns – clássicos ou atuais – nesse formato e também nas plataformas digitais. De acordo com a coordenadora: “Não temos um olhar nostálgico para o passado, mas buscamos compreendê-lo em diálogo com o presente. O vinil é utilizado para despertar um conjunto de discussões sobre a cadeia produtiva da música de maneira mais ampla. As discussões abordam os aspectos históricos, socioculturais e econômicos da indústria fonográfica, pensando a música como um importante produto cultural e midiático”. O Clube do Vinil é legal demais pra ser uma aula, mas, no fim das contas, acaba sendo", Paulo Vitor Soares. O evento, que possui uma característica inclusiva, buscando ampliar o contato da universidade com a comunidade, ocorre em uma sala de aula decorada tematicamente e, enquanto houver espaço, é permitido entrar! Na época da Copa do Mundo, por exemplo, a sala foi transformada em miniestádio, onde aconteceu a escuta com o tema "Músicas para eventos esportivos". Segundo Simone de Sá, desde a versão inaugural do projeto, em 2012, foram muitas as situações marcantes: “tivemos momentos incríveis como uma performance de uma drag queen na escuta do vinil da Lady Gaga. Outro momento inesquecível foi o da sala lotada durante a escuta do Secos e Molhados e das fotos feitas a partir de uma cenografia que reproduziu a capa do álbum fielmente, com as cabeças dos integrantes ‘servidas’ numa bandeja”. Grande parte dessas ideias é proposta e desenvolvida pelos alunos de graduação do curso de Estudos de Mídia, que têm participação ativa em todas as etapas do projeto. São eles, por exemplo, que escolhem os álbuns e fazem pesquisas em torno das temáticas de cada edição do evento. Segundo Simone de Sá, “o grupo funciona de maneira horizontal” e os graduandos têm centralidade no processo. O doutorando e também coordenador do projeto, Jonas Pilz, complementa dizendo que sua experiência com o trabalho tem sido a melhor possível, sobretudo “pelas trocas com estudantes, suas ideias e as soluções que apresentam para o desenvolvimento das atividades do clube”. Paulo Vitor Soares, um dos alunos de graduação que participa do projeto, conheceu o clube antes mesmo de entrar para o curso: “eu fazia Relações Internacionais e fui a uma escuta do álbum ‘Beyoncé’. Na época, estava cogitando mudar de curso e aquela atividade foi uma das que mais me animou a fazer a transição”. O aluno relata com empolgação alguns dos encontros de que fez parte: “no início do ano fizemos a escuta de ‘Ney Matogrosso versus Johnny Hooker’ com o objetivo de, além de discutir a trajetória, os distanciamentos e convergências do discurso de cada um, propor um debate mais amplo sobre a ‘nova’ e ‘velha’ MPB, deixando aos alunos o debate sobre a tensão entre essas ideias”. Para Simone de Sá, o curso de Estudos de Mídia da UFF, pioneiro na América Latina, surgiu “no contexto de reconfiguração da comunicação a partir da cultura digital, buscando oferecer aos alunos uma formação multidisciplinar privilegiando a compreensão ampla do cenário midiático atual. Inaugurado em 2003, ele é organizado em eixos temáticos, dentre os quais se destacam a indústria e a cultura da música e do audiovisual – incluindo aqui documentários e videoclipes sobre música. Dessa maneira, o Clube do Vinil desdobra discussões desenvolvidas em disciplinas como: Cultura Pop, Teoria dos Gêneros Musicais, Teoria do Rock e Economia Política da Música, dentre muitas outras. Além disso, ele dialoga também com outros projetos de extensão, outros ‘clubes’ do curso, tais como o Game Clube, o Meme Clube e o Série Clube, todos criados para oferecer espaços de reflexão extraclasse aos estudantes”, explica. De acordo com a professora, são muitos os aprendizados para quem participa dos projetos desenvolvidos em Estudos de Mídia. No caso do Clube do Vinil, além de discutir a contextualização da música nos dias de hoje e entender essas novas práticas de escuta, explica ela, os alunos podem “desenvolver habilidades necessárias à comunicação atual, que poderá ser útil como experiência quando forem em busca de estágio, aprendendo sobre mídias digitais, assessoria de imprensa e produção de eventos”. Segundo Jonas, que corrobora a ideia, o projeto tem uma “contribuição importante para a formação profissional de quem participa, sendo tanto uma oportunidade de aprendizado quanto de colocar em prática algumas expertises”. Que o diga a mestranda Tatyane Larrubia, uma das coordenadoras, que entrou para o clube quando ainda era estudante da graduação de Estudos de Mídia: “além de discutir sobre música, contextualização e importância de gêneros e artistas na sociedade, também havia o objetivo de ‘colocar a mão na massa’ e aprender sobre produção de eventos, divulgação, pós-produção etc. Na época, ajudei criando algumas artes para divulgação, planejando sorteios para os eventos, pensando nas escolhas das próximas escutas e também na assessoria de imprensa. Neste ano de 2018, passei para o mestrado e entrei para a coordenação do clube, mais especificamente na área de assessoria de imprensa. Por já ter estado ‘do outro lado’, me empenho em fazer com que os graduandos da minha equipe aprendam o ofício de assessorar um cliente, para que, quando forem buscar estágios, possuam essa primeira experiência no currículo, que muitas vezes pode ser o diferencial para conquistar uma vaga. É muito gratificante poder colaborar novamente – e até com uma responsabilidade maior – com um projeto que muito ajudou na minha formação”. Segundo Paulo, o projeto combina de forma única diversão e informação: “o clube é uma forma ‘descolada’ de discutir temas que a academia aborda e que muitas vezes as pessoas não olham como um objeto de estudo, por ser algo tão lúdico. E é exatamente nesse ponto que está a graça do Clube do Vinil, porque ele é legal demais pra ser uma aula, mas, no fim das contas, acaba sendo”. Para acompanhar a programação, é só acessar: www.facebook/clubedoviniluff www.instagram/clubedoviniluff
Comunicação Eduff: resultado da seleção de estagiários após recursoA Seção de Comunicação e Eventos da Eduff divulga o resultado, pós-recurso, referente ao processo seletivo destinado ao preenchimento de duas vagas de estágio interno não obrigatório para estudantes dos cursos de Estudos de Mídia, Jornalismo e Publicidade da UFF. Os candidatos aprovados serão convocados, via email, para comparecer à Eduff para celebração do termo de compromisso, no dia 3 de abril, conforme consta no edital. Confira a relação final de candidatos aprovados, por ordem de classificação.    
Comunicação da Eduff: resultado da segunda etapa da seleção de estagiáriosA Seção de Comunicação e Eventos da Eduff divulga a relação dos estudantes aprovados na entrevista, segunda etapa do processo seletivo de estágio interno não obrigatório. Os candidatos aprovados serão convocados por email para realização das provas nos dias 21 e 22 de março, na Eduff. Conforme edital publicado pele setor, todas as etapas do processo são eliminatórias e classificatórias. Relação de candidatos aprovados na segunda etapa da seleção: Júlia Lima Sestero Moreira Gomes Luísa Silveira de Araújo Paula Lemos Victoria Rohan Sarmento Lopes  
Comunicação da Eduff: resultado da primeira etapa da seleção de estagiáriosA Seção de Comunicação e Eventos da Eduff divulga a relação dos estudantes aprovados na primeira etapa do processo seletivo de estágio interno não obrigatório, destinado ao preenchimento de duas vagas para alunos dos cursos de Estudos de Mídia, Jornalismo e Publicidade.  Os candidatos aprovados serão convocados por email para realização de entrevista e prova nos dias 20, 21 e 22 de março. Conforme edital, todas as etapas do processo são eliminatórias e classificatórias. Relação de candidatos aprovados na primeira etapa da seleção: Beatriz de Moraes Esteves Emanuelly da Silva Araújo Júlia Lima Sestero Moreira Gomes Luísa Silveira de Araújo Paula Lemos Victoria Rohan Sarmento Lopes    
Eduff seleciona estagiários de diferentes áreasA Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff) oferece quatro vagas de estágio para estudantes dos cursos de graduação em Estudos de Mídia, Jornalismo, Letras, Biblioteconomia e Documentação e Publicidade da UFF. A oportunidade faz parte do Programa de Estágio Interno promovido pela Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Divisão de Estágio Interno.  Os interessados em concorrer às duas vagas destinadas a alunos de Estudos de Mídia, Jornalismo e Publicidade deverão acessar o edital da Seção de Comunicação e Eventos e se inscrever entre os dias 8 e 16 de março pelo e-mail comunicacaoeduff@gmail.com.   Alunos do curso de Biblioteconomia e Documentação da universidade podem se inscrever até 15 de março para se candidatar à vaga do edital do Setor de Editoração da Eduff. As inscrições serão aceitas pelo e-mail estagio_editoracao@eduff.uff.br. O Setor de Revisão da Eduff oferece uma vaga voltada a graduandos dos cursos de Letras ou Jornalismo. Os interessados terão de 12 a 13 de março para enviares suas inscrições para email revisao.estagio@eduff.uff.br.    Confira o edital da Seção de Comunicação e Eventos   Confira o edital de seleção Setor de Editoração   Confira o edital de seleção do Setor de Revisão  
Vídeo de apresentação do Curso de Estudos de Mídia
Comunicação da Eduff abre vaga de estágio para Estudos de MídiaA Seção de Comunicação e Eventos da Eduff está com inscrições abertas para uma vaga de estágio voltada a estudantes da graduação em Estudos de Mídia.  Os interessados têm até o dia 5 de setembro para enviar a documentação exigida no edital para o email estagio_sce@eduff.uff.br. A bolsa-estágio oferecida é de R$364, acrescido de R$132 de auxílio-transporte, no total de R$496 por mês, para uma jornada de 20 horas semanais, no período de 18 de setembro a 31 de dezembro de 2017. Podem participar da seleção estudantes regulamente matriculados entre o 3º e 6º período do curso de graduação em Estudos de Mídia da UFF, que tenham conhecimentos de pacote Office, de Photoshop e Illustrator e de mídias digitais. Também são desejáveis conhecimentos de Adobe Premiere ou Filmora. A seleção será composta por três etapas: análise do currículo e da carta de apresentação (eliminatória); entrevista presencial (eliminatória/classificatória) e prova (eliminatória/classificatória). O resultado será divulgado no dia 13 de setembro, na página da Eduff, no Facebook da Editora e por e-mail ao candidato aprovado e classificado. Leia atentamente o edital para mais informações.
UFF inaugura primeiro Museu de Memes do BrasilA Universidade Federal Fluminense, através do Departamento de Estudos Culturais e Mídia, surpreendeu com sua criatividade ao inaugurar um museu virtual que, além de fornecer amplo acervo, propõe o estudo dos memes - fenômeno cultural típico da internet - como objeto de pesquisa. Quem pensa que memes são apenas uma nova forma de gerar humor nas redes sociais, pode segurar esse forninho. Com o intuito de explicar a origem e o contexto desse tipo de publicação, o #MUSEUdeMEMES se constitui como plataforma de divulgação científica voltada ao grande público e base de referências acadêmicas sobre o tema, congregando diferentes pesquisadores de todo o país. O projeto, criado e coordenado pelo professor de Estudos de Mídia, Viktor Chagas, reúne estudantes e docentes do curso e alunos da pós-graduação em Comunicação da UERJ. Apresentando seu atual formato desde junho de 2015, quando foi lançado o website que o abriga, o acervo funciona como segmento virtual de um conjunto de atividades que são desenvolvidas pela equipe do projeto desde meados de 2011, tais como reuniões do grupo de pesquisa coLAB, (meta)laboratório de comunicação, culturas políticas e economia da colaboração e eventos abertos ao público. Apelidados de #memeclubes, os encontros periódicos são compostos de projeções de memes – semelhantes a cineclubes –, seguidas de debates. Ao longo dos anos, temas como a cultura LGBT, as pessoas que se transformam em celebridades do dia para a noite por causa de memes, eleições, olimpíadas e muitos outros já foram apresentados nos eventos, que com o tempo se transformaram em uma pequena exposição temática, que deu origem, então, à criação do #MUSEU. Mas, afinal, o que são memes? Criado na década de 1970, o conceito de meme surgiu ainda muito antes da internet, através do biólogo Richard Dawkins, em seu livro “The Selfish Gene”. Dawkins utilizou a palavra fazendo um paralelo com o termo “gene”, para expressar a ideia de replicação e evolucionismo cultural. Com o tempo, muitos outros pesquisadores de campos tão diversos quanto a Psicologia, a Filosofia e a Sociologia estudaram o tema, mas só em fins da década de 1990, com a popularização da internet, algumas comunidades virtuais se apropriaram do termo, que passou então a ser compreendido como um conteúdo que circula pelas redes digitais. A ressignificação da palavra meme motivou o crescimento dessa nova forma de cultura digital, fazendo com que pesquisadores da Comunicação e da Ciência da Informação também se interessassem pelo tema, criando uma comunidade efervescente de produção de conhecimento em todo o mundo. Não há, entretanto, uma fórmula precisa para o surgimento dos memes e nem para a sua popularização, afinal, a espontaneidade é uma de suas principais características. Propondo conexões entre os mais diversos conteúdos, os memes são complexos informacionais que só significam em conjunto, ou seja, são contextuais, como explica a pesquisadora da área, Limor Shifman. Importância social Consenso entre pesquisadores de todo o mundo, os memes são um novo gênero midiático nativo da internet e compõem um nicho comunicativo inédito, sendo necessário, portanto, seu estudo científico. Com diversas camadas semânticas sobrepostas, além de muita intertextualidade envolvida, trazer o debate da internet para a academia é importante para entender como e por que as pessoas pensam e se comunicam da forma atual. Os memes exigem uma experiência de letramento completamente diferente da habitual, pois é preciso saber ler as referências culturais ali embutidas. As gerações atuais, que já nascem imersas na internet e nas redes sociais, possuem domínio não só da compreensão, mas também da criação dessas mídias, que são inseridas nos mais diversos contextos comunicativos. Com temáticas que vão do entretenimento à política, essas novas publicações já servem de base para informação, mesmo que de forma superficial. Com isso, além de permitir que notícias circulem e alcancem novos públicos, há um favorecimento da disseminação de informações de modo raso, que pode prejudicar o aprofundamento e contribuir para radicalismos. O meme como objeto de estudo científico Pioneiro em toda América Latina, o curso de Estudos de Mídia é um bacharelado oferecido pela UFF com o objetivo de formar profissionais com visão abrangente e integrada acerca dos meios de comunicação. A proposta é que ao final da graduação, o aluno seja capaz de entender o complexo sistema midiático como um todo, acompanhando as transformações e atuando na produção, distribuição e análise de conteúdos. Interagindo com a proposta do curso, o #MUSEUdeMEMES surgiu de um interesse em discutir o fenômeno de forma aprofundada, promovendo, além disso, reflexões sobre o tema. Segundo Viktor Chagas, é essencial acompanharmos as mudanças na comunicação, principalmente na era da internet, na qual a rapidez e a variedade são características marcantes. “Conjugando pesquisa e extensão no âmbito da universidade, a proposta é ser também uma provocação sobre o lugar da cultura popular de internet, um questionamento sobre o papel dos museus e da memória popular e, claro, uma plataforma lúdica”, explica o professor que também desenvolve pesquisas nas áreas de Mídia e Política, Economia Política da Informação e Sociologia da Cooperação. Olha ela, a diferentona que fez um TCC sobre memes! Graduada em Estudos de Mídia pela UFF, Tsai Yi Jing, realizou em 2011 um trabalho de conclusão de curso (TCC) abordando a temática dos memes. A pesquisa buscou analisar essa forma de cultura participativa na internet – em especial do meme LOLcat –, e entender as motivações pelas quais um usuário se engaja criando e compartilhando esses conteúdos. Motivada pela carência de estudos na área e pela curiosidade em torno do sucesso destes materiais, a estudante constatou que os memes não são usados apenas para divertir, mas são também formas de integração entre os usuários. “Por mais irrelevantes que alguns conteúdos possam parecer, há um grande potencial de transmitir uma mensagem e também de socializar”, afirma Tsai. Estas novas práticas de comunicação, como memes, GIFs e emojis, são novos campos para pesquisa e podem ajudar a entender como a cultura da internet está influenciando o modo como nos comunicamos. Análises mais aprofundadas, inclusive, são úteis não só para fins acadêmicos, mas também de marketing, no que diz respeito à comunicação e interações com clientes na internet e de transmissão de mensagens que chamam atenção a causas sociais e políticas, por exemplo, como ferramenta de persuasão. E no que depender do #MUSEUdeMEMES, essa área de pesquisa tende a crescer. “No futuro, pensamos que podemos transformar a experiência virtual do #MUSEU em uma exposição física num centro cultural. Do lado da pesquisa, temos recebido cada vez mais novos interessados em se unir ao projeto, jovens pesquisadores, mestrandos e doutorandos. A ideia é expandir nossas linhas de atuação para outros universos temáticos relacionados ao fenômeno dos memes de internet”, planeja com entusiasmo o criador do projeto.    
Comunicação da Eduff divulga resultado da seleção de estagiáriosA Seção de Comunicação e Eventos da Eduff divulga a relação dos estudantes aprovados no processo seletivo para estagiários de Estudos de Mídia, Jornalismo e Produção Cultural. O período para apresentação de recurso tem início em 18 de março até 21 do mesmo mês. A lista a seguir segue a ordem de classificação dos candidatos. Estudos de Mídia 1º - Bia Póvoa do Canto 2º - Carolina Brandão Regis Moraes Jornalismo 1º - Eduarda Pereira Garcia 2º - Luísa Silveira de Araújo 3º - Mateus de Araújo Machado 4º - Juliana Soares Carrano 5º - Mayara Ramos Barcellos 6º - Fernanda Bastos Queiroz 7º - Maria Cristina Silva Ramos Produção Cultural Não houve candidatos aprovados. Atenção: Após o prazo para recurso, será divulgado um novo edital para seleção de estagiário de Produção Cultural.      
Estudos de Mídia desenvolve primeira incubadora cultural do BrasilCom o objetivo de conectar organizações de redes culturais para gerar parcerias e novos negócios no setor musical, surgiu na UFF a primeira incubadora cultural do Brasil: Nós de Rede. Criado pelos alunos do projeto de extensão “Estação de Empreendedorismo Cultural” do curso de Estudos de Mídia, o projeto realiza encontros, ações de capacitação e rodadas de negócios que possibilitam aos participantes o contato com programadores de festivais, representantes de gravadoras, radialistas e outros gestores do mercado musical. Fruto da união entre a Ponte Plural, o Laboratório de Pesquisa em Cultura e Tecnologias da Comunicação (LabCult) e o P3 - Polo de Produção e Pesquisa Aplicada em Jogos Eletrônicos e Redes Colaborativas, a primeira ação do projeto de extensão foi o Mapa Musical RJ, lançado em 2015. Com o intuito de identificar cursos de música, lojas de instrumentos, estúdios de ensaio e de gravação, festivais, casas de show, festas populares, coletivos culturais, secretarias municipais de cultura e empresas de sonorização, foi criada uma plataforma de mapeamento colaborativo de empresas e eventos do setor musical de todo o estado do Rio de Janeiro. A partir desse mapeamento, notou-se a necessidade de promover a articulação entre os agentes do setor musical do estado. Surgiu daí a ideia do Nós de Rede para colaborar com a organização e conexão de redes culturais e estimular parcerias e novos negócios na área da cultura, ajudando a dinamizar as atividades desse âmbito. Com as transformações na indústria a partir do surgimento das novas mídias digitais, houve um crescimento do empreendedorismo de nicho de mercado, do direcionamento da indústria para um publico previamente definido. Diante dessa identificação, a Ponte Plural teve diversos encontros com consultoras que a direcionaram para funcionar como uma incubadora de redes culturais durante sua participação no projeto Rio Criativo - centro de inovação que estimula o fortalecimento e a sustentabilidade dos empreendimentos da economia criativa do estado do Rio de Janeiro e o seu desenvolvimento econômico e social através da cultura. As incubadoras funcionam como plataformas para impulsionar os novos negócios, fornecendo benefícios, tais como investimento financeiro, espaço para o desenvolvimento de atividades e capacitação técnica. Nesse sentido, o Nós de Rede busca desenvolver competências criativas e empreendedoras para artistas, produtores e agentes culturais incentivando a troca de experiências e a qualificação profissional, a fim de criar novos arranjos criativos locais conectados em redes. A ligação [da incubadora] com a Universidade possibilitou a abertura do espaço para atividades gratuitas (...), permitindo a conexão entre o meio acadêmico e o mercado musical, ampliando o campo de atuação e estimulando trocas”, explica a coordenadora do projeto, Luiza Bittencourt. Suas ações incluem a realização de encontros quinzenais, atividades de capacitação, como palestras, cursos e workshops, consultorias, e rodadas de negócios para possibilitar que os participantes entrem em contato com programadores de festivais, representantes de gravadoras, radialistas e outros gestores do mercado musical. ”A estimativa é abrir no próximo ano um edital de incubação para empreendimentos do setor com propostas idealizadas por alunos da graduação de Estudos de Mídia”, destaca a mestre e doutoranda em Comunicação Social pela UFF e coordenadora do projeto, Luiza Bittencourt. A metodologia de gestão cultural coletiva para tecer redes criativas aplicada no Nós de Rede foi criada pela Ponte Plural durante o workshop “Músico Plural”, realizado em dez cidades do interior do Rio de Janeiro, entre 2010 e 2014. A iniciativa contribuiu para a formação de mais de 400 empreendedores culturais que originaram casos bem sucedidos de atuação local. Através dessa dinâmica, foi possível identificar quais agentes culturais e negócios podem se entrelaçar e ficar mais fortes atuando juntos, formando um “nó de rede”. É o somatório desses “nós” e suas possibilidades de negócios em conjunto que fazem com que os participantes se tornem transformadores culturais de suas regiões e empreendedores em rede. Em abril de 2016, foi realizada a primeira reunião aberta do Nós de Rede com agentes do setor musical e, desde então, são realizados encontros semanais na Universidade Federal Fluminense. “A partir das demandas identificadas, foi realizado um planejamento colaborativo para definir os temas das atividades, que incluem eventos itinerantes, ações de capacitação, consultorias, rodadas de negócios e também uma metodologia própria para a conexão desses participantes, de modo a estimular novos negócios na área da cultura e dinamizar as atividades do setor na região”, explica Luiza. O projeto conta com a parceria da UFF e diversos patrocínios. O Mapa Musical RJ foi custeado pelo Governo do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura, Ministério da Cultura, CNPq, Faperj e pela empresa de telefonia Claro, além do apoio do Instituto Embratel Claro. Já o Nós de Rede é contemplado com os editais da Faperj de Apoio a projetos de Extensão e Pesquisa, à Produção e Divulgação das Artes no Estado do Rio de Janeiro e o de Eventos, para a realização de um encontro de incubadoras musicais, que ocorrerá no final de 2016. Segundo a coordenadora, “a ligação com a Universidade possibilitou a abertura do espaço para atividades gratuitas que abrangem alunos e a comunidade externa, permitindo a conexão entre o meio acadêmico e o mercado musical, ampliando o campo de atuação e estimulando trocas”. Luiza Bittencourt relata que a resposta das pessoas ao projeto tem sido muito positiva. “Já é possível ver o nascimento de parcerias entre os agentes participantes do Nós de Rede. Além disso, novos participantes começam a entrar em contato através das oficinas e dos encontros abertos”. O Mapa Musical RJ conta com bolsistas da graduação e da pós-graduação, com o patrocínio do CNPq e Ministério da Cultura. Para o Nós de Rede, será aberta uma seleção de voluntários no segundo semestre deste ano e de bolsistas a partir de 2017. Já a equipe atual conta com o mestre em Comunicação Social pela UFF e programador musical Rafael Lage, a assessora de imprensa e sócia da Ciranda Comunicação Suzana Ribeiro e os profissionais de marketing digital Marina Damin, mestranda em Memória Social pela UniRIO e Lucas Waltenberg, doutorando em Comunicação Social pela UFF, além da coordenadora Luiza Bittencourt. Em junho deste ano, o Nós de Rede participou de uma mesa de debate sobre a experiência de incubadoras musicais no Festival Primavera Sound, em Barcelona, com representantes da Incubadora DoSol de Natal (RN) e da Circula Incubadora de Brasília (DF). Já em agosto, ocorreu uma reunião aberta do Nós de Rede com as câmaras setoriais de música, audiovisual e equipamentos culturais do Conselho Municipal de Cultura de Niterói para sua divulgação à comunidade. Agenda Dia 01 (14h) - Oficina Synth Gênero Dia 05 (19h) - Reunião Aberta do Nós de Rede, com a presença de agentes do setor musical Dia 12 (19h) - Workshop da Rodada Plural e Oportunidades Dia 19 (18h) - Rodada Plural de Oportunidades O evento Ponte Plural de Oportunidades contará com uma mesa-redonda sobre negócios, incluindo programadores de festivais no Brasil e no exterior, que terão contato com músicos e produtores locais. O principal objetivo dessa atividade é colaborar na circulação e internacionalização da produção musical brasileira. Todas as atividades são gratuitas e ocorrem na UFF, na Sala 405, do Bloco A, Campus do Gragoatá, em São Domingos.
Alunos da UFF se destacam na Maratona de Negócios da Campus PartyDois projetos apresentados por alunos e egressos da UFF se destacaram na Maratona de Negócios da oitava edição da Campus Party Brasil (CPBR-8), realizada em São Paulo na semana passada. Apresentado pelos egressos Guilherme Lopes (minor em Empreendedorismo), Priscila Mana Vaz (Estudos de Mídia) e Bruno Souza (Economia), o projeto Aprenda e Empreenda conquistou o primeiro lugar geral e na Maratona de Empreendimento Social. Além disso, o projeto PinkDollar, apresentado por Janderson Pereira Toth (Estudos de Mídia e minor em Empreendedorismo) e Mateus William (Artes), foi um dos cinco classificados para a fase final do concurso na Maratona de E-commerce. A Maratona de Negócios é realizada pela Campus Party Brasil desde sua sexta edição. Neste ano, foram apresentados 250 projetos, divididos em cinco categorias. Desses, 110 foram selecionados para a CPBR-8 e 25 (cinco por categoria) para a fase final. O evento é patrocinado pelo Sebrae e avalia as iniciativas com base no seu valor de inovação e na sua aplicabilidade concreta. A proposta de "Aprenda e Empreenda" é estimular atitudes empreendedoras entre os adolescentes. Para isso, combina dois tipos de conteúdos: material audiovisual disponibilizado gratuitamente no YouTube e cursos on-line pagos, cujo acesso é vendido às escolas. Mais do que um projeto, é uma iniciativa em andamento e já atinge um público de cerca de 90 mil pessoas na internet, com entrevistas com empreendedores e vídeos sobre atitudes empreendedoras. A premiação deu novo fôlego ao trabalho: o prêmio de R$ 10 mil será investido na veiculação de cursos on-line. “Nosso projeto tem uma grande capacidade de impactar a vida de muitos adolescentes, e isso nos deixa muito motivados a seguir em frente”, disse Guilherme Lopes. Já a ideia por trás do projeto PinkDollar é elaborar um e-commerce voltado para o consumidor LGBT. Janderson Toth explica que o mercado do e-commerce para esse público é um dos que mais cresce no mundo, e o Brasil apresenta, a esse respeito, um enorme potencial de crescimento, mas para explorá-lo é preciso ir além do foco nos produtos e entender este público. Para Toth, criar um e-commerce LGBT não é uma questão de mix de produtos e, sim, a compreensão de um estilo de vida. “A aprendizagem e o resultado que alcançamos só nos motivou ainda mais a colocar a startup no ar o mais rápido possível.” Ao lado da garra e da perseverança, fundamentais para quem quer começar o seu negócio, Priscila destaca a formação sólida oferecida pelos cursos da UFF como um elemento central para o sucesso do seu grupo. Essa formação é reforçada pelo curso minor em Empreendedorismo e pela Incubadora de Empresas da UFF. Mantida pela Agência de Inovação da UFF, a incubadora tem como objetivo criar condições para que o conhecimento adquirido na universidade possa servir de base a uma atitude empreendedora por parte dos alunos. “Acreditamos que trabalhar para os outros não é, nem deve ser, o único caminho para os universitários. Queremos criar oportunidades para que nossos alunos possam abrir seu próprio negócio”, explicou o diretor da Incubadora, Francisco Batista.