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Perdidos & Achados – Ateliê de Tradução e CriaçãoO Núcleo de Tradução e Criação (NTC) do Instituto de Letras da UFF, campus Gragoatá, convida para o primeiro encontro de 2018 do Perdidos & Achados – Ateliê de Tradução e Criação. Vai ser nesta sexta-feira (13/4), a partir das 14h, na sala 414 do Bloco B. Neste dia, vamos conversar com o professor da UFRJ e tradutor Marcelo Jacques de Moraes sobre o seu livro recém-publicado "Língua contra língua" ­­(7Letras, 2017), que reúne textos seus dedicados à reflexão sobre a tradução, partindo sempre de sua experiência como tradutor literário e pesquisador da literatura francesa. Debatedores: Beethoven Alvarez e Carolina Paganine (UFF), Masé Lemos (UNIRIO). Não é necessário se inscrever. Damos certificados de horas para as atividades complementares.
Perdidos & Achados: ateliê de tradução e criação - mais um encontroO Núcleo de Tradução e Criação (NTC) do Instituto de Letras da UFF, campus Gragoatá, convida para o segundo encontro do Ateliê Perdidos & Achados. Vai ser nesta sexta-feira (08/12), a partir das 14h30, na sala 218 C. A ideia é conversar sobre tradução, criação e adaptação a partir das propostas apresentadas por docentes e alunos. Uma experiência colaborativa de tradução: apresentaremos a nossa tradução do verbete “Retranslation”/ “Retradução” (2010) de Kaisa Koskinen and Outi Paloposki e conversaremos sobre algumas dificuldades relacionadas ao processo de traduzir um texto teórico. (profa. Carolina Paganine, monitores Matheus Curi e Ricardo Ferreira Filho, UFF) Um recorte poliglota das retraduções de Joyce: Esta apresentação visa mostrar e comentar algumas passagens selecionadas de traduções de obras de James Joyce para o português (do Brasil e de Portugal), o espanhol (da Espanha e da América Latina) e o francês (França). Serão selecionados trechos especialmente de Dubliners (1914) e A Portrait of the Artist as a Young Man (1916). A apresentação pretende, também, lançar um olhar crítico sobre o conceito de retradução. (prof. Vitor Alevato do Amaral, UFRJ) Práticas artísticas contemporâneas: dos documentos poéticos à estética do banco de dados:  Vamos mapear práticas artísticas contemporâneas que vinculamos às noções de "documentos poéticos", cunhada por Frank Leibovici, e "estética do banco de dados", proposta por Lev Manovich. Trata-se de observar procedimentos de criação artística e literária que mobilizam materiais concretos existentes no mundo – documentos, obras, dados armazenados –, criando novas intensidades para um material linguístico e visual adormecido ou desgastado. (profa. Masé Lemos e profa, Carla Miguelote, UNIRIO)
Perdidos & Achados: ateliê de tradução e criaçãoO Núcleo de Tradução e Criação (NTC) do Instituto de Letras da UFF, campus Gragoatá, convida para o primeiro encontro do Ateliê Perdidos & Achados. Vai ser nesta sexta-feira (10/11), a partir das 14h30, na sala 414 do Bloco B. A ideia é conversar sobre tradução, criação e adaptação a partir das propostas apresentadas por docentes e pós-graduandos. Nesta sexta, a conversa a gente já sabe como começa, mas como acaba... Dois sóis, duas luas: estudos de adaptação "A invenção de Morel", romance do argentino Adolfo Bioy Casares (1914-1999), foi mote para o filme "O ano passado em Marienbad" (1961), de Alain Resnais. Em 2006, Jean-Pierre Mourey adaptou-o para HQ, apresentando em seu posfácio chaves de leitura que são de grande ajuda. Vamos tentar a construção coletiva de conhecimento a partir desse estudo de caso. (Profa. Renata Cazarini) Traduzindo e (sub)vertendo o pentâmetro iâmbico inglês: tentativas e lágrimas A ideia é apresentar tentativas jubilosas de tradução do pentâmetro iâmbico inglês de William Blake (1757-1827) e Robert Frost (1874-1963) para o decassílabo português. E ainda uma versão chorosa dos decassílabos de Luís Delfino (1834-1910) para o pentâmetro inglês. Muito prática, a apresentação tende a discutir as perdas e ganhos em termos de ritmo. (Prof. Beethoven Alvarez) Tradução da poesia de Emily Dickinson A partir da experiência de traduzir a poesia completa de Emily Dickinson (1830-1886),  vamos conversar sobre o processo de tradução e as diferentes traduções dessa poesia. (Prof. Adalberto Müller)