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ComunicaMorfo UFF: Divulgação Científica em Morfologia.O Instagram @comunicamorfo_uff é uma nova rede social da UFF que conta com a participação de docentes da área de Morfologia de Niterói e Nova Friburgo, e de seus estudantes. O ComunicaMorfo traz informações e novidades sobre a área de Morfologia que abrange as disciplinas de Anatomia, Histologia e Embriologia, em uma linguagem simples e de fácil acesso a todos e todas. Além disso, estamos com séries de publicações que envolvem a relação das três disciplinas com a COVID-19. Curtam a rede social e fiquem por dentro!
UFF anuncia Hackathon Online para criar tecnologias no enfrentamento dos desafios da COVID-19O Núcleo de Estudos sobre Saúde e Etnia Negra (NESEN/UFF), coordenado pela Profa. Dra. Isabel Cruz, titular da UFF, submeteu um desafio: APP PREPARO PARA O PARTO NATURAL com a justificativa de que com o risco de infecção pelo SARS-CoV-2 e a crise da pandemia no setor saúde, as gestantes e familiares têm o cuidado pré-natal restrito à consulta médica, perdendo a chance de aprendizado nos grupos de gestantes sobre o trabalho de parto, parto, aleitamento, bem como sobre o cuidado do bebê, entre outras informações e habilidades.  Este aplicativo, se desenvolvido, tem o potencial de beneficiar as comunidades adstritas à Estratégia de Saúde da Família, focando as populações socialmente vulneráveis (quilombolas, pescadoras artesanais, entre outras) e grupos de risco (mulheres negras). Os desafios do setor Saúde aceitos constam aqui.  Uma vez que o desafio do NESEN/UFF foi escolhido, a Profa. Dra. Isabel Cruz tornou-se, conforme a metodologia do Hackcovid uma Ativadora, isto é, irá trabalhará com diversos times de hackers e mentores(as) para resolver o problema proposto pelo Núcleo. Este trabalho deverá acontecer entre 15 a 17 de maio de 2020 e os resultados, até 31 de maio. A torcida deve ser pelas gestantes e pelos(as) profissionais do SUS que podem ganhar mais um recurso de tecnologia remota e monitoramento para manter a saúde muito além desta pandemia.
A Agenda Acadêmica está chegando: ciência, arte e cultura vão agitar a UFF!De 21 a 27 de outubro, a UFF estará de portas abertas reunindo em um só evento alguns de seus diversos projetos de ensino, pesquisa e extensão: é a Agenda Acadêmica 2019, que integra a 16ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) com o tema “Bioeconomia: Diversidade e Riqueza para o Desenvolvimento Sustentável”. A abertura da agenda será realizada no dia 20 de outubro (domingo), às 18h, na Cúpula do Caminho Niemeyer e a programação da semana contará com diversas atrações que vão muito além do âmbito acadêmico, não deixe de conferir e de se inscrever nas atividades! Alguns dos destaques são a Tenda da Sustentabilidade, reunindo projetos, oficinas e demonstrações artísticas e culturais, além do evento musical Breaktime Sessions, uma parceria com a Red Bull que promete seguir revelando talentos, entre estudantes e funcionários da universidade e acontecerá no dia 24 de outubro, na quadra do Instituto de Educação Física. Outro destaque fica por conta do UFF nas Praças, que movimentará Niterói com diversas ações e prestações de serviço para a população em pontos urbanos estratégicos. Nesta edição, o UFF nas Praças será realizado no dia 26 de outubro, das 09h às 14h, na Praça Getúlio Vargas e nos jardins da Reitoria, em Icaraí, com a participação do Grupo de Música Antiga da UFF. Não fique de fora de mais essa oportunidade de celebrar a universidade pública e apoiar o desenvolvimento científico no Brasil!
UFF lança projeto de Divulgação CientíficaA Universidade Federal Fluminense lançou nesse mês de abril a Iniciativa Institucional de Divulgação Científica. O projeto elaborado pela Superintendência de Comunicação Social tem o objetivo de dar ampla comunicação a resultados de pesquisas científicas produzidas pelo corpo docente e discente da universidade. Diversas ações compõem o projeto, como: relacionamento com a imprensa, dicas para entrevistas, sistema de busca de especialistas para jornalistas, vídeos de bolsistas PIBIC e Faperj nas mídias sociais, entre outras. A Iniciativa de Divulgação Científica foi criada para aumentar o acesso dos produtos científicos da UFF para a sociedade em geral. Isso será realizado por meio de diversas ações de mídia para apresentar resultados de pesquisas em linguagem acessível, interessante e facilmente compartilhável pelas plataformas digitais. O projeto agrega produtos que visam a atender diferentes públicos, desde o leitor de jornais até públicos mais jovens que seguem nossos canais oficiais nas mídias sociais. De acordo com o reitor da UFF, Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, a comunicação é peça chave para as universidades públicas. “Todos na instituição precisamos conhecer o poder da comunicação de nossas atividades de pesquisa no mundo contemporâneo. É fundamental mostrar para a sociedade o retorno de nossos projetos de pesquisa, inovação e extensão”. Relacionamento com a imprensa Uma das ações da iniciativa é a aproximação com a imprensa geral e especializada por meio relacionamento pró-ativo e do envio de releases sobre as pesquisas. A equipe de assessoria de imprensa, em conjunto com a Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, mapeia projetos que se encaixem em critérios de noticiabilidade jornalísticos e prepara reportagens ou sugestões de pautas para serem replicadas e aprofundadas pelos jornais. “Estamos intensificando de forma muito proativa nosso relacionamento com os jornalistas dos meios de comunicação do Rio de Janeiro e do Brasil. Só nesses primeiros meses do ano, emplacamos matérias sobre a UFF na TV Record, TV Brasil, Jornal do Brasil, O Globo, O Dia, BandNews FM, Agência EBC e muitos outros veículos”, explica o superintendente de Comunicação Social, João Fanara. Outra iniciativa foi o lançamento do site Pesquisadores UFF. A proposta do portal é oferecer um canal de busca de especialistas para ser consultado por jornalistas e pela sociedade em geral. “É muito comum nossa assessoria de imprensa receber pedidos para professores sobre temas muito específicos, como inteligência artificial. O site pesquisadores UFF é um canal para buscas fáceis e rápidas sobre quem pesquisa qual tema na universidade, assuntos relacionados, publicações”, detalha o superintendente. O site pode ser acessado pelo endereço: http://pesquisadores.uff.br Qualificar e orientar os professores sobre a rotina de trabalho dos jornalistas e técnicas de como dar entrevistas também figuram no projeto. A SCS preparou vídeos com dicas para divulgação científica que serão enviados por email para todos os professores. Audiovisual e mídias sociais Além disso, a Superintendência de Comunicação Social apresenta outros produtos para a comunidade interna. Ciente das oportunidades de comunicação ágil e lúdica das mídias sociais, criamos campanhas audiovisuais em que os docentes e estudantes podem explicar suas pesquisas ou conceitos que trabalham em quadros de um minuto para circulação no Instagram, Youtube e outros meios oficiais da UFF. “Esse foco audiovisual pretende potencializar o capital acadêmico da UFF, que é um de seus maiores ativos, para produzir conteúdo de qualidade sobre temas de relevância pública. O formato ideal são vídeos curtos em que os responsáveis podem apresentar ideias de forma breve e concisa, além de deixar contatos para materiais mais aprofundados e detalhados”. As ações podem ser consultadas em detalhes no espaço de serviços do site da UFF em: http://www.uff.br/?q=grupo/comunicacao Sugestões de pautas e agendamento de entrevistas para gravação podem ser feitos em: http://www.uff.br/?q=servico/divulgacao-cientifica
Divulgação científica: dicas para a entrevistaEste vídeo faz parte de um conjunto de iniciativas da Superintendência de Comunicação da UFF para a elaboração de uma comunicação mais clara para a sociedade.
Casa da Descoberta da UFF aproxima o conhecimento científico do públicoPara muitos estudantes, disciplinas como Física, Química e Matemática representam uma verdadeira fonte de angústia. Pensando em levar a ciência de forma divertida e acessível ao maior número possível de pessoas, foi fundada em 2000 a Casa da Descoberta da UFF. Localizada no prédio do Instituto de Física da UFF, o projeto conta com atividades interativas e palestras voltadas à comunidade científica, o local recebe desde crianças até idosos do Programa de Educação de Jovens e Adultos (EJA), além de visitantes não agendados. Segundo a coordenadora do Clube de Astronomia da Casa da Descoberta e professora do Instituto do Noroeste Fluminense de Educação Superior (Infes), Érica Cristina Nogueira, o público tem aumentado graças ao trabalho de divulgação nas redes sociais. No último ano, por exemplo, o espaço recebeu cerca de 12 mil visitantes. O projeto da Casa da Descoberta teve início através da iniciativa de alguns professores, que realizavam atividades voltadas para a comunidade durante a organização do aniversário do IF, em 2000. O projeto piloto chamado “Palácio das Descobertas”, foi realizado no ano anterior, em sua sede provisória, localizada no Palácio Nilo Peçanha, no Ingá. O local recebeu mais de 7 mil visitas no período de 8 de junho a 11 de julho de 1999. Hoje o espaço possui múltiplos projetos que buscam aproximar o público da ciência. Além da tradicional visita guiada pelo ambiente, os visitantes ainda podem fazer a Trilha Ecológica nos jardins do Instituto. Com essa atividade, o participante aprenderá a identificar várias espécies botânicas, além de conhecer fatos curiosos e histórias sobre elas. Já o Clube de Astronomia promove a observação astronômica com os telescópios, diversas oficinas - onde, por exemplo, é possível aprender o conteúdo científico por trás da construção dos equipamentos - e sessões do planetário inflável. Ainda há a Tenda de Física com equipamentos de energia, como o Girotec, um simulador de antigravidade, que permite ao visitante experimentar a sensação de gravidade 0, através de um giro de 360º. Entre bolsistas e voluntários, cerca de 30 estudantes de diversas graduações trabalham como monitores numa equipe multidisciplinar, além de docentes dos Institutos de Física, Biologia, Química, da Escola de Arquitetura e Urbanismo e a professora Érica Cristina, que vêm do Instituto do Noroeste Fluminense de Educação Superior (Infes).  “No total, temos 8 professores que coordenam vários projetos de extensão e, no início do ano, publicamos editais para bolsistas e voluntários. Os alunos inscritos recebem, durante 15 dias, um treinamento teórico sobre os equipamentos utilizados, assim, alguém da biologia estará capacitado para explicar um experimento de física, por exemplo. Então, eles passam um tempo recebendo o público e depois fazem uma prova escrita. Assim nós percebemos quem realmente possui perfil para o trabalho de divulgação científica que realizamos”, explica a docente. Exposições Graduando em Engenharia Química, o monitor Rafael Rodrigues Ferreira relembra de algumas exposições que aconteceram na Tenda da Física. “Ano passado, tivemos duas exposições: uma sobre o Projeto Sá, que retrata a Baía de Guanabara; depois, a Exposição Labirinto das Estrelas, realizada no Clube de Astronomia, onde falamos um pouquinho sobre o Universo e os cosmos. O público foi incrível”, conta. A professora Érica explica que os recursos da Casa da Descoberta, como a Tenda e alguns de seus monitores, não ficam restritos somente ao espaço da Casa. Eles também são cedidos a exposições externas. Projetos “invisíveis” A casa também é palco de atividades invisíveis aos olhos do grande público como o projeto de manutenção do professor do Instituto de Física, Cary Cassiano Cavalcanti Filho, que tornou mais rápido o conserto de equipamentos, capacitando alguns monitores para essa tarefa. O estudante Rafael exemplifica “se o Gerador de Van de Graaff para de funcionar no meio da visita de um colégio, um monitor da manutenção consegue identificar o problema, e se for possível, resolver imediatamente. Antigamente, num caso desses, uma parte do colégio interagiria com o equipamento e a outra não.” Além dos projetos de divulgação científica, também são oferecidas aulas de reforço de Física aos alunos do 2ª ano do ensino médio do Colégio Estadual Aurelino Leal. Dessa forma, os estudantes têm acesso aos mesmos equipamentos usados na graduação nos laboratórios do IF. Aqueles que se destacam durante essas atividades, passam a atuar como monitores na Casa da Descoberta no último ano do ensino médio, recebendo uma bolsa de Jovens Talentos da Faperj. Divulgação Científica Para Érica Cristina, é importante que os alunos tenham contato com a ciência desde muito jovens “Existe uma ideia de que a área é só pra quem é muito inteligente. Com o trabalho de divulgação científica, você aproxima o pesquisador da comunidade, quebra o estereótipo do rapaz com alto nível de inteligência, com os cabelos despenteados, jaleco e óculos fundo de garrafa e mostra que ‘se uma pessoa tão parecida comigo pode, então eu também posso ser cientista’”. A professora conta que algumas crianças visitam a Casa com tanta frequência que já são reconhecidas pelo nome e têm data de aniversário marcada. “Quando elas vêm pra colônia de férias, querem passar a explicação dos equipamentos para os colegas, porque elas realmente gostam”. Além disso, muitos dos alunos que participam do projeto de reforço escolar prestam vestibular para a UFF, se tornam monitores da Casa da Descoberta e alguns até seguem o caminho da docência. Os visitantes, que são atraídos pela divulgação do projeto, conseguem ter um bom aproveitamento dessa experiência. Érica destaca, por exemplo, que a projeção da parte elétrica da Tenda da Descoberta foi feita a partir de um projeto de mestrado de Wagner de Anchieta Marques, aluno bolsista dos Jovens Talentos. Posteriormente, o estudante ingressou na universidade, tornou-se monitor do espaço e atualmente colabora com o projeto de extensão “Expandindo a Casa da Descoberta: Nova área Física, Novos Experimentos”. O monitor Rafael Ferreira ressalta que “como aluno, quando chegamos aqui, vemos no dia a dia o que aprendemos em sala de aula, e isso é um incentivo enorme para nossa graduação. Na Casa, você pega os conceitos que aprendeu, os edifica, e o conhecimento se torna tão sólido que fica simples, de forma que você pode conversar até com uma criança de 6 anos e a faz compreender o assunto. Pra mim, quando você consegue passar um conceito para qualquer tipo de público significa que você compreendeu de verdade”. O estudante também ressalta que a oratória melhora devido ao contato com o público em geral, em razão das escolhas de locais externos para os eventos de divulgação, geralmente realizados em espaços acessíveis a todos, como a estação das Barcas. Inclusão Em 2017, foi elaborada a iniciativa “Um museu para todos: adaptação do acervo da Casa da Descoberta para a inclusão da pessoa com necessidades especiais” sob a orientação da coordenadora Érica, com o apoio da Proex e do Pibic. “Em outubro, começamos a realizar visitas guiadas em Libras na Casa da Descoberta. O objetivo é que pessoas com locomoção reduzida, cegos, surdos e pessoas com qualquer tipo de limitação consigam ter acesso às atividades do local”, explicou a professora. Para atingir essa meta, a equipe tem adaptado as atividades para que o visitante com alguma deficiência visual, por exemplo, possa ter as mesmas experiências que os demais. Além da promoção de visitas guiadas, o projeto conta com três mediadoras, sendo que duas são fluentes em Português/Libras, que coordenam as sessões do planetário para este público.  Segundo a coordenadora, apesar do projeto ser recente e estar em fase de aprimoramento, ele já possui excelentes resultados. O aumento das visitas inclusivas, a apresentação de trabalhos em congressos que une as áreas de inclusão e de museologia e, recentemente, a divulgação pela TV INES demonstram os êxitos dessa proposta.  No mesmo ano de criação, ela também conquistou o prêmio de melhor trabalho apresentado no Congresso Internacional do Instituto Nacional de Educação de Surdos (Coines). Além disso, a Casa foi batizada com um sinal próprio em Libras - a soma de dois sinais (casa + descoberta) - como forma de identidade, mostrando o reconhecimento da iniciativa perante a comunidade surda. Funcionamento Com o objetivo de ser um espaço de diálogo entre a comunidade acadêmica e a sociedade para promoção do interesse da cultura científica, a Casa da Descoberta funciona na Av. Milton Tavares de Souza, s/nº - Boa Viagem, Niterói - RJ, de janeiro a dezembro. Os horários de funcionamento são de segunda a sexta das 09:00 às 12:00, e das 14:00 às 17:00, exceto às quartas (das 18:00 às 21:00) com o Clube de Astronomia. As atividades inclusivas acontecem às quartas-feiras, das 14:00 às 17:00, mediante agendamento prévio. Além disso, abre quinzenalmente, aos sábados, das 10:00 às 15:00. Suas atividades são suspensas somente durante o recesso de final de ano, seguindo o calendário administrativo da UFF. Para outras informações, ligue para (21) 2629-5809.
1ª Mostra UFF Cine Ciências com inscrições abertas!A “1ª Mostra UFF Cine Ciências: produção, integração e socialização de conhecimentos científicos por meio de filmes educativos” está com as inscrições abertas. A Mostra organizada pelo Labaciências com apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), ocorrerá no dia 4 de setembro de 2018, no Núcleo de Estudos em Biomassa e Gerenciamento de Águas (NAB/UFF), campus da Praia Vermelha. Estão abertas inscrições de filmes produzidos na Universidade Federal Fluminense que promovam conteúdo educativo e de divulgação científica, além de inscrições para uma oficina de cinema com vagas limitadas. Há também inscrições para o público em geral. Confira abaixo a programação e os links para as inscrições. Programação: 9h - Abertura (Vitor Ferreira/Proppi e Luiz Andrade/Labaciências); 9h10 -  Divulgação científica na era digital: da TV para o Youtube (Thaiane Moreira de Oliveira, Proppi, PPGCOM/UFF); 9h30 - O real científico e as narrativas imaginárias do cinema (Tunico Amâncio, PGCine/UFF); 9h50 - Ciência, Cinema, Ensino (Edson Pereira da Silva, PGBiomar/UFF); 10h10  às 10h20 - Intervalo; 10h20 - História oral, narrativas públicas e cinema (Juniele Rabêlo de Almeida, PGH/UFF); 10h40 - Formação em Cinema e Audiovisual (João Luiz Leocádio, Coordenador da Licenciatura em Cinema); 11h - Luz, Câmera, História (Rodrigo de Almeida Ferreira, Faculdade de Educação); 11h20 – Socialização de conhecimentos científicos e o filme educativo (Luiz Andrade, Coordenador do Laboratório de Audiovisual Científico, CMPDI/UFF);  11h40 – 12h30 - Conversa aberta sobre cinema; 12h30 – 13h50 - Intervalo para almoço; Sala 1 - 14h às 17h - Da ideia de Cinema à produção do filme educativo (oficina para 20 participantes indicados e selecionados, a ser ministrada pelos cinegrafistas Felipe Xavier Neto e Marcelo Paes de Carvalho); Auditório - 14h – 19h - Filmes produzidos na UFF, a serem selecionados; Sala 3 - Série Projeto Fauna Brasil – UFF (Sávio Freire Bruno, PGEB/UFF) e “Quem foi que disse” (Luiz Andrade, CMPDI/UFF). Inscrições: Inscrições abertas ao público: http://bit.ly/UFFCineCiencias Inscrições da Oficina de Cinema: http://bit.ly/CineCienciasOficina Inscrições de filmes (Até 20/08) http://bit.ly/UFFCineCienciasFilmes   Maiores informações: labandrade@gmail.com
Pint of Science: UFF leva ciência aos bares de NiteróiO Pint of Science é um evento mundial que tem a proposta de democratizar o conhecimento científico de um modo no mínimo curioso: levando a ciência para a mesa do bar. Proposto e idealizado por dois pesquisadores do Imperial College London, Michael Motskin e Praveen Paul, o festival  teve sua primeira edição no Brasil em 2015 e em 2018 já conta com a participação de 21 países. Nos dias 14, 15 e 16 de maio, o evento chega pela primeira vez à Niterói, com a presença de uma equipe formada por seis membros da UFF. São Carlos foi a primeira cidade em toda a América Latina a fazer parte do Pint of Science, através do Instituto de Ciências Matemáticas e Computação (ICMC) da USP, motivado pelo interesse de tirar os cientistas das universidades, levando-os para conversar diretamente com o público em cafés, restaurantes e bares. No evento, houve palestras com os temas tecnologia na educação, economia solidária, robótica, entre outros. A ideia de trazer o festival para Niterói ocorreu na mesma linha. De acordo com a coordenadora científica do evento e professora do departamento de Comunicação Social da UFF, Thaiane Oliveira, a cidade é um palco ideal para receber esse tipo de ação. “A UFF é uma das maiores universidades do Brasil e sua pesquisa é extremamente relevante para muitas áreas. Além disso, Niterói é um importante polo cultural e gastronômico do estado, com diversos bares e restaurantes com vida noturna ativa. Então, por que não juntarmos esses dois valores locais: ciência e cultura gastronômica?”, indaga. A organização ocorre em níveis local, regional e nacional. Os coordenadores locais identificam pesquisadores e estabelecimentos interessados em participar e, em parceria com as coordenações regionais, montam os três dias de programação. Já a coordenação nacional, comandada pela pesquisadora do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, Natalia Pasternak Taschner, responde pelo contato com os idealizadores do evento na Europa e pela relação com patrocinadores. Tanto os coordenadores quanto os cientistas participantes não recebem remuneração – a ideia é mesmo compartilhar e debater o conhecimento de forma voluntária. Além disso, a entrada é gratuita e o público só paga o que consumir nos locais. A edição de 2018 em Niterói terá em pauta discussões sobre segurança pública, física, esportes, games e altruísmo. O objetivo dessa diversificação é atingir um público mais amplo. “O crescimento de movimentos que deslegitimam a ciência, como o anti-vacina e terraplanismo, são exemplos que ilustram como as ideias científicas estão se distanciando da sociedade. Se conseguirmos nos aproximar mais um pouco e mostrar que a ciência está em seu dia a dia e o que fazemos dentro das universidades é impactante, acho que já será um grande evento”, garante Thaiane. O importante é estreitar esse diálogo e mostrar que estamos juntos pelo desenvolvimento científico, tecnológico e social do nosso país. E se puder ser divertido, como esperamos que seja, melhor ainda!”, Thaiane Oliveira. Para participar dos encontros do Pint of Science, não é necessário fazer inscrição, basta escolher entre os assuntos da programação e se dirigir aos lugares que sediarão as palestras. Os restaurantes serão o TioCotó, Bar Itália e Benetto, e a programação completa está no site do evento. No total, seis componentes da equipe de Niterói são da comunidade da UFF. Além de Thaiane, coordenadora de Comunicação Científica, o docente Pedro Paulo Soares, do departamento de Fisiologia, é o Coordenador Geral do evento. Thiago Oliveira, da Física, e Letícia Oliveira das Ciências Biomédicas, também professores, fazem parte do Comitê Científico. Já as outras participantes são a ex-aluna do curso de Letras, Monique Feder, membro da Coordenação de Comunicação e a aluna de pós-graduação em Comunicação Social, Lumárya Souza, da Assessoria de Imprensa. Para Monique, o evento é um marco na história da universidade. “A participação da UFF e a inclusão de Niterói no mapa do festival representam a crescente expansão das atividades extramuros da nossa instituição e o potencial de articular parcerias locais engajadas em promover a socialização dos conhecimentos científicos”, destaca. Além deles, muitos outros professores da instituição também participarão do festival. Palestrante do dia 14, a professora do curso de Antropologia, Ana Paula Miranda, falará sobre o tema da Segurança Pública. “A ideia de participar de um debate em um bar é muito interessante porque dá nova dimensão a uma atividade cotidiana de um local, no qual é comum que estudantes, docentes e servidores se reúnam com outros moradores da cidade”, explica. Na UFF, este tema é objeto de pesquisa há mais de 30 anos, possuindo os cursos de Bacharelado em Segurança Pública, reconhecido com nota máxima pelo MEC, e o de especialização em Segurança Pública, o primeiro em Niterói e o outro em Campos dos Goytacazes. Ana destaca ainda o papel do pesquisador nesse processo e a importância desse debate. “Nossa tarefa é difundir as pesquisas à sociedade, buscando interagir com um público que nem sempre domina a linguagem científica. O assunto é de muita relevância na vida de todos, porque diz respeito a elementos fundamentais: vida, liberdade, medo”, ressalta. Já no dia 16, é a vez do professor do Departamento de Ciência da Computação, Esteban Walter Gonzalez, ministrar a palestra “O futuro através dos games”. Para ele, a experiência será importante porque o modelo de “quase bate-papo” atuará quebrando a barreira da formalidade presente em outros tipos de palestras. Ele ainda dá uma prévia do que está por vir no dia: “Os games estão sempre levando adiante o mercado da tecnologia da informação, sendo uma das áreas que mais gera receita no público final. Vou falar bastante sobre os seguintes temas: inteligência artificial, realidade virtual e aumentada e cloud computing”, destaca. A equipe também espera repetir em outubro o Dose de Ciência, outro evento voltado para a democratização do conhecimento científico. Sendo assim, as atividades não terminam esse mês, com o Pint of Science. Muito pelo contrário, para eles a ideia é tentar fazer cada vez mais encontros como esses, brindando à ciência com um cardápio variado, para todos os gostos. “Não importa se forem 50 ou 300 pessoas. O importante é estreitar esse diálogo e mostrar que estamos juntos pelo desenvolvimento científico, tecnológico e social do nosso país. E se puder ser divertido, como esperamos que seja, melhor ainda!”, conclui Thaiane Oliveira.
Pós-Graduação da UFF leva ciência da universidade às escolas de NiteróiO Programa de Pós-graduação em Microbiologia e Parasitologia Aplicadas do Instituto Biomédico (PPGMPA) da UFF desenvolve a linha de pesquisa sobre paleoparasitologia, uma ciência pouco conhecida pela população, mas que possui grande potencial de despertar vocações científicas, inclusive na infância. Com o intuito de levar esse e outros tópicos às escolas, a professora do Instituto Biomédico e coordenadora do projeto de extensão “Paleoparasitologia para todos”, Daniela Leles, propõe a integração de alunos da educação infantil e dos ensinos fundamental e médio através de oficinas de divulgação científica. Segundo a professora, o objetivo dessa iniciativa é aproximar as escolas do que é produzido nas instituições de pesquisa, despertando vocações científicas. A primeira oficina foi oferecida no final de 2016 na Unidade Municipal de Educação Infantil (Umei) Rosalda Paim. A pedagoga da unidade, Lilian Simões Garcia, e Daniela decidiram adequar as atividades para a faixa etária de cinco anos. Neste primeiro semestre de 2017, a oficina foi oferecida também para a Umei Maria Vitória Ayres Neves. A expectativa é expandir a atividade a outras escolas da rede pública de Niterói. “Até o momento, 60 alunos participaram da oficina. Com o projeto de extensão aprovado e com a chegada de novos integrantes, pretendemos ampliar esse número. No segundo semestre de 2017, a oficina será oferecida para o ensino médio e para, pelo menos, três unidades de educação infantil já acordadas com a secretaria de educação de Niterói. Nossa perspectiva é atender uma escola por mês nos próximos anos”, explica Daniela. O interesse de Daniela em divulgar a ciência para o público infantil surgiu quando ela conheceu a estudante de biologia, Fernanda Guimarães - coautora do livro - e se interessou pela paleoparasitologia e faz o seu trabalho de conclusão de curso sobre o tema. A irmã de Fernanda, Leila Guimarães, graduanda em arquitetura pela UFRJ, também colabora no projeto de extensão como voluntária. A docente escreveu uma história para apresentar a paleoparasitologia às crianças, que deu origem ao livro “A vida dos nossos tá-tá-tá… tataravós”, com coautoria de Fernanda e ilustrações de Leila. A obra está disponível para download gratuito no site do Repositório Institucional da UFF (Riuff). Uma cartilha com atividades e jogos utilizados nas oficinas também foi produzida pela equipe. Atualmente, o projeto de extensão sobre paleoparasitologia conta com colaboradores da UFF e de fora da universidade, além de um aluno bolsista de ensino médio, Bruno César Bernardes. “Temos grande expectativa com a chegada do Bruno, porque, além da sua participação na oficina para as crianças, ele poderá nos trazer contribuições valiosas com o projeto que pretendemos realizar no ensino médio. Com o crescimento da ideia e oferecimento para outras faixas etárias, alunos que queiram participar do projeto serão bem-vindos também”, relata Daniela. Abaixo, a professora fala um pouco mais sobre o projeto: O que é estudado na linha de pesquisa sobre Paleoparasitologia do Programa de Pós-graduação em Microbiologia e Parasitologia Aplicadas da UFF (PPGMPA-UFF)? O programa PPGMPA-UFF para o mestrado e doutorado conta hoje com cinco áreas de pesquisa principais: bacteriologia, virologia, micologia, parasitologia e paleoparasitologia. A paleoparasitologia estuda os parasitas em material antigo datado de milhares de anos ou de períodos mais recentes. Usamos como fonte de estudo materiais arqueológicos e paleontológicos, como, por exemplo, coprólitos, que são fezes antigas, múmias, ossos dos nossos ancestrais humanos e de animais, até mesmo aqueles extintos, como os dinossauros. Normalmente, esses materiais ficam depositados em coleções com as quais mantemos contato, como a parceria com os pesquisadores da Fiocruz, de onde surgiu essa linha de pesquisa em nosso país. Existem vários métodos diagnósticos capazes de identificar quais são as parasitoses que circulavam no passado, onde surgiram e como se dispersaram pelo mundo, sendo que grande parte dos parasitos e microorganismos já identificados ainda estão presentes nos dias atuais e ainda causam agravos à saúde humana e animal. Com pouco material já é possível fazer os estudos, minimizando os danos à peça ou às coleções. Como e quando surgiu a ideia de integrar a linha de pesquisa sobre paleoparasitologia à oportunidade de desenvolver atividades com crianças? Inicialmente, esse projeto começou como uma contrapartida de uma bolsa “Jovem Cientista” que possuo até o final de 2018 e é financiada pela Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj). Assim, quando submeti o projeto para a Faperj em 2015, eu já vinha amadurecendo a ideia de oferecer oficinas para divulgação científica nas escolas, foi quando conheci a Fernanda Guimarães, que se interessou pela linha de pesquisa e pelas ideias prévias que eu tinha para a realização das atividades. Na época, eu havia escrito uma história infantil para ser usada como fio condutor para apresentar a paleoparasitologia às crianças, e, para minha surpresa, ela disse que sua irmã, Leila Guimarães, poderia ilustrar a história. Foi quando surgiu a ideia de, além de contar a história com as ilustrações que a Leila havia feito, escrever o livro e publicá-lo. Mas, para nós, era fundamental que o livro pudesse ser de acesso aberto, pois sabíamos que não teríamos livros suficientes para serem doados para todas as crianças. O projeto cresceu e, além do livro de história, fizemos também um livro “passatempo”, com atividades sobre a paleoparasitologia com a coautoria da Fernanda Guimarães, que funciona também como um elemento catalisador da imaginação das crianças, e que elas podem levar para fazer em casa, e trocar informações com os pais, amigos e familiares. Conte-nos mais sobre a metodologia usada nas oficinas. A oficina para as crianças tem início com a história “A vida dos nossos tá-tá-tá...tataravós”, onde trabalhamos os elementos para compreensão da paleoparasitologia. Contamos uma história que envolve o “cocô muito muito antigo”, que é o coprólito, o arqueólogo, o paleoparasitologista, o “paleoíndio”, um indiozinho criança, e os animais extintos. Depois disso, as crianças passam por um circuito de atividades, com jogo da memória e quebra-cabeça, que reforçam o que acabaram de ouvir. Como duas atividades principais, temos a miniescavação, em que as crianças têm a oportunidade de “descobrir” os coprólitos, os ossos e também a entrada em um ambiente escuro com uma lanterna. A ideia é mimetizar uma caverna, elas iluminam e vêem as pinturas rupestres nas paredes. No final, elas recebem dois livros, o da história contada no início da oficina e o de atividades, intitulado “Quem estuda as doenças dos nossos tá-tá-tá...tataravós?”. A metodologia usada será a mesma em todos os segmentos da educação básica, como educação infantil, ensino fundamental e médio? Se não, explique a diferença. A metodologia não será mesma para todos os segmentos. Para o ensino médio, faremos uma apresentação inicial com as principais descobertas na área e depois acontecerá um jogo interativo com a turma, o “PaleoQuiz”, que, em médio prazo, gostaríamos que se transformasse em um aplicativo para celular, também para ser baixado gratuitamente. Para a atividade para o Fundamental II, já elaboramos algumas ideias, em que pretendemos integrar melhor a parte da pesquisa com a divulgação desses resultados. Como avalia os resultados obtidos nas oficinas? Os resultados são avaliados tanto pelas conversas que temos com os profissionais das escolas, como entre nós que fomos até a escola oferecer a oficina. Mas, em uma delas, tivemos a oportunidade de pedir para as crianças fazerem desenhos sobre a oficina, onde foi possível perceber que ao menos naquele momento elas conseguiram expressar o que tinham acabado de vivenciar, foi muito recorrente o coprólito e a caverna, que faziam parte das atividades mais interativas, além dos personagens da história. Como as crianças recebem a oficina? Qual a reação delas? A primeira reação ao “cocô muito muito antigo”  é o “eca!” mas depois que a história vai sendo contada, todos eles querem ser o arqueólogo e entram na imaginação da história. Se tem um assunto que desperta o interesse das crianças é o espaço ou os Dinossauros e eu logo digo “Olha, o dinossauro também fazia cocô, você sabia? Dá para saber o que ele comia, quais doenças tinha, e um montão de outras coisas que vocês nem imaginam!”. É divertido, porque as crianças são muito genuínas. Tenho a impressão de que algumas dessas crianças serão meus colegas de profissão, espero que eu esteja trabalhando na área até lá. Acho que temos vários arqueólogos, paleontólogos e paleoparasitologistas por aí. Nós, pesquisadores, que precisamos dedicar grande parte do nosso tempo lendo, escrevendo, trabalhando em experimentos e em uma vida tão corrida, percebemos que essas experiências fazem com que retomemos a aqueles momentos especiais da infância que nos fizeram optar por nossa profissão e reavivam aqueles bons sentimentos. Caso alguma escola tenha interesse em receber a oficina, basta enviar e-mail para: dleles@id.uff.br.
I Simpósio de Altas Habilidades ou Superdotação da UFF: Mitos e DesafiosO evento visa promover o debate e a divulgação de experiências concretas envolvendo mitos e desafios relacionados ao tema Altas Habilidades ou Superdotação, pesquisas científicas em processo ou concluídas.   Mais informações e Inscrições:  https://docs.google.com/forms/d/1sD5rMqU8q2CVuSkd4pVEiCAK-UGCFoRNEWYyqXJHYI4/viewform  
Casa da Descoberta busca parcerias para formar rede de Divulgação CientíficaA Casa da Descoberta, vinculada à Pró-Reitoria de Extensão, busca estabelecer parcerias a fim de formar uma rede de Divulgação Científica. A equipe está em contato com coordenadores e coordenadoras de projetos do CNPq e da FAPERJ e organizará ainda este ano um Seminário sobre o tema na UFF. Se você trabalha ou conhece um colega que atua na área de Divulgação Científica, entre em contato com a Casa da Descoberta pelo e-mail descubra@if.uff.br.