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Autor revisita edição buarquiana da coleção História geral da civilização brasileiraCom o primeiro volume publicado em 1960, a coleção “História geral da civilização brasileira” (HGCB) comemora seus 60 anos em 2020 e ainda é uma referência na historiografia contemporânea nacional. Em “As edições do cânone…”, lançado pela Eduff em 2016, o historiador André Furtado percorre a trajetória intelectual de Sérgio Buarque de Holanda, dando ênfase ao período em que o escritor esteve à frente da coleção, que vai de 1960 a 1972. Embora mais lembrado por "Raízes do Brasil", foi pela realização da "HGCB" que Buarque concretizou seu clamor por uma escrita histórica brasileira com a contribuição de especialistas em cada um de seus 11 volumes publicados. Para além dos projetos editoriais e da produção escrita pelo historiador, o livro percorre também as homenagens prestadas logo após a sua morte, em 1982. Para a pesquisa, André Furtado se valeu não somente de textos escritos por Sérgio Buarque e por seus críticos, mas também de registros documentais depositados em diferentes arquivos, a exemplo do acervo Sérgio Buarque de Holanda, sediado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Como quem une as peças de um quebra-cabeça, o autor, por meio dos fragmentos encontrados, dá visibilidade a um Sérgio Buarque em sua complexidade, raramente visto em estudos anteriores. Para adquirir esse e outros livros da Eduff, acesse www.eduff.uff.br.
Coleção Biblioteca Básica UFF: inscrições abertas para seleção de originaisNovos tempos exigem ações capazes de suprir os anseios da sociedade, sem perder de vista os desafios futuros. Pensando nisso, a Universidade Federal Fluminense (UFF), por meio de sua Editora, a Eduff, lançou o edital da Coleção Biblioteca Básica UFF, que tem por objetivo a publicação de e-books voltados para a formação de alunos de graduação. Além de abarcar diversas disciplinas, os volumes da nova coleção serão disponibilizados gratuitamente, contribuindo para o acesso democrático ao conhecimento. “A Coleção Biblioteca Básica UFF pretende incentivar a produção de obras que aliem rigor e excelência, no intuito de garantir sobretudo aos alunos de graduação o acesso a materiais de ponta nas mais diferentes áreas do conhecimento humano. Essa é uma iniciativa da Reitoria e da Eduff, que envolve os docentes da UFF, mas deve se constituir em um patrimônio aberto a todos os estudantes do país”, explica Renato Franco, diretor da Eduff. Para participar do processo seletivo, os autores devem ter título de doutor e pertencer ao quadro docente da UFF. Em se tratando de obras em coautoria, poderá haver autor(res) com, pelo menos, título de mestre, sem necessariamente estar vinculado à Universidade. As propostas serão aceitas até 20 de dezembro, pelo e-mail editaiseduff@gmail.com. Serão selecionadas até 20 originais para publicação, nos formatos de ePub e PDF. As obras inscritas deverão ser inéditas e de caráter formativo, como manuais, obras de referência, trabalhos sobre o “estado da arte” e livros-textos que apresentem sínteses sobre determinada temática do campo científico. Serão aceitas propostas de todas as áreas do conhecimento. Confira o edital completo e o formulário de inscrição.
Eduff participa de feira virtual de saúde pública da AbeuEntre os dias 22 e 24 de julho, a Eduff participa da Feira Virtual da ABEU: Saúde Pública, que ocorre no site www.feirabeu.com.br. Com descontos em livros físicos e e-books para download gratuito, o evento conta com títulos nas áreas como  Medicina, Enfermagem, Saúde Coletiva, dentre outras. A feira ocorre em paralelo ao I Simpósio pela Saúde Pública, organizado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Para este evento, a Eduff selecionou títulos que abarcam temas relativos à saúde pública e áreas correlatas. Os descontos variam de 50% a 86%, em livros físicos, como “Formação SUStentada: educação odontológica para e pelo Sistema Único de Saúde” e “Carlos Chagas: um homem, uma doença, uma história”. A editora também disponibilizou dois e-books gratuitos: “As razões da terapêutica: racionalismo e empirismo na medicina” e “O poder nos tempos da peste - Portugal - Séculos XIV/XVI”.   Como funciona a feira   O site irá atuar como uma vitrine digital para as editoras anunciarem as obras que estão comercializando. Ao selecionar um livro, o leitor será direcionado ao site da editora ou livraria que vende o título, para poder finalizar a compra. Em outras palavras, o site da Feira funciona como um hub para que o consumidor entre em contato com as obras oferecidas pelas associadas da ABEU. Para a ocasião, teremos livros com até 50% de desconto, além de e-books para compra e download gratuito.   Sobre o simpósio de Saúde Pública O I Simpósio pela Saúde Pública será realizado on-line, pela plataforma do YouTube, com emissão de certificado de 15 horas para os participantes inscritos. Cada tema será abordado pelos respectivos palestrantes responsáveis e por um mediador da reflexão por 30 minutos, além de um momento para apresentação das dúvidas e interações com os participantes, com o objetivo de construir aprendizados e conhecimento coletivamente. O evento contará com a exposição de um QR Code durante as mesas do Simpósio para arrecadação de bens para o projeto "Mães da Favela", uma iniciativa da Central Única das Favelas (CUFA). Além da ABEU, o Simpósio contará com a parceria de outras editoras, por meio da disponibilização de livros, ou outros produtos, que serão sorteados na página do Instagram do evento (www.instagram.com/lamfacuerj). Confira a seleção de livros da Eduff.
UFF lança edital para seleção de e-books voltados para graduaçãoA Editora da Universidade Federal Fluminense e a Reitoria da UFF lançam novo edital para seleção de originais que irão integrar a Coleção Biblioteca Básica UFF, voltada para obras em formato digital (e-books), destinadas à formação de estudantes de graduação, nas diversas áreas do conhecimento. Os interessados têm até 20 de dezembro para encaminhar as propostas para editaiseduff@gmail.com, conforme as orientações do edital. Para participar do processo seletivo, o(s) autor(es) devem ter título de doutor e pertencer ao quadro docente da UFF. Em se tratando de obras em coautoria, poderá haver autor(res) com, pelo menos, título de mestre. Serão selecionados até 20 originais para publicação. Todos os trabalhos publicados serão disponibilizados de forma gratuita pela Eduff. Confira: - Edital Biblioteca Básica UFF - Formulário de inscrição
ATENÇÃO! UFF lança edital para seleção de e-books voltados para graduaçãoA Editora da Universidade Federal Fluminense e a Reitoria da UFF lançam novo edital para seleção de originais que irão integrar a Coleção Biblioteca Básica UFF, voltada para obras em formato digital (e-books), destinadas à formação de estudantes de graduação, nas diversas áreas do conhecimento. Os interessados têm até 20 de dezembro para encaminhar as propostas para editaiseduff@gmail.com, conforme as orientações do edital. Para participar do processo seletivo, o(s) autor(es) devem ter título de doutor e pertencer ao quadro docente da UFF. Em se tratando de obras em coautoria, poderá haver autor(res) com, pelo menos, título de mestre. Serão selecionados até 20 originais para publicação. Todos os trabalhos publicados serão disponibilizados de forma gratuita pela Eduff. Confira o edital completo e o formulário de inscrição.
Último dia da feira virtual de livros da AbeuTermina nesta sexta-feira, 10 de julho, a 1ª Feira virtual das editoras universitárias, promovida pela Abeu. O evento, que ocorre no site www.feirabeu.com.br, reúne editoras de todo o Brasil e um acervo de livros das mais diversas áreas do conhecimento, com descontos de até 50%, além de e-books para download gratuito.  Eduff na feira A Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff) integra a iniciativa com 30 títulos impressos, todos vendidos pela metade do preço. Entre as obras selecionadas estão clássicos da editora, como o vencedor do Jabuti 2015, "Estranhas Catedrais: as empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar, 1964-1988"; e  alguns dos últimos lançamentos, como  “Breve história do zumbi” e “Cidades narradas”. Além dos livros físico, a Eduff também disponibilizou 20 e-books para download gratuito. Em PDF e/ou Epub, os títulos digitais escolhidos para o evento também podem ser baixados diretamente no site www.eduff.uff.br, na seção Biblioteca Livre. Confira a programação do evento e aproveite as últimas horas das promoções, no site www.feirabeu.com.br.
Feira virtual de livros é prorrogada. Títulos com até 50% de desconto!Com promoções que chegam a 50% de desconto em livros das mais diversas áreas do conhecimento, além de centenas de e-books gratuitos, a Feira das editoras universitárias foi prorrogada até a próxima sexta-feira, 10 de julho. O evento ocorre no site www.feirabeu.com.br e é uma iniciativa da Associação das Editoras Universitárias (Abeu), com a participação de 60 associadas. A Eduff está na feire com 30 títulos impressos de diversas áreas do conhecimento, vendidos com 50% de desconto. Entre as obras selecionadas estão clássicos da editora, como o vencedor do Jabuti 2015, "Estranhas Catedrais: as empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar, 1964-1988"; e  alguns dos últimos lançamentos, como  “Breve história do zumbi” e “Cidades narradas”. Além dos livros físico, a Eduff também disponibilizou 20 e-books para download gratuito. Em PDF e/ou Epub, os títulos digitais escolhidos para o evento também podem ser baixados diretamente no site www.eduff.uff.br, na seção Biblioteca Livre. Como funciona a feira virtual: Ao selecionar um livro, o leitor será direcionado ao site da editora ou livraria que vende o título, para poder finalizar a compra. Em outras palavras, o site da Feira funcionará como um hub para que o consumidor entre em contato com as obras oferecidas pelas associadas da ABEU. Para a ocasião da Feira, teremos livros com até 50% de desconto, além de e-books para compra e download gratuito. Aproveite os descontos e fique por dentro da programação da feira, no site www.feirabeu.com.br.
GRÁTIS - Editoras universitárias disponibilizam centenas de e-books para download gratuitoMais de 600 títulos, de diversas áreas do conhecimento, estão disponíveis para download gratuito durante a 1ª Feira virtual das editoras universitárias, promovida pela Abeu, até 8 de julho. Durante os dias de evento, que ocorre no site www.feirabeu.com.br, outras centenas de livros estão sendo vendidos com descontos que variam de 30% a 50%. E a Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff), que também participa dessa iniciativa, selecionou 30 títulos impressos, pela metade do preço, e 20 e-books para serem baixados gratuitamente. Confira o espaço da Eduff no evento, clicando aqui. Fique por dentro das promoções e da programação da feira no site www.feirabeu.com.br.
Milton Hatoum participa de live durante a 1ª Feira Virtual das Editoras UniversitáriasA partir das 10h desta quarta-feira, 1 de julho, o escritor amazonense Milton Hatoum conversa com a pesquisadora Marisa Lajolo durante uma live que será transmitida pelo Facebook e pelo YouTube da Associação das Editoras Universitárias (Abeu). Com o tema “Livros e leituras num mundo em transformação”, a iniciativa integra a programação da 1ª Feira virtual das editoras universitária, que ocorre até o dia 8 de julho, no site www.feirabeu.com.br. O evento, que reúne 60 expositores, conta também com a participação da Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff). Ao todo, a Eduff vai expor 50 títulos durante a feira, sendo 30 impressos (com descontos de 50%) e 20 e-books para download gratuito. Faça suas compras e acompanhe a programação completa do evento em www.feirabeu.com.br.
1ª Feira virtual das editoras universitárias reúne 60 expositores com descontos de até 50%A 1ª Feira Virtual das Editoras Universitárias vai levar a experiência de uma feira literária para dentro da casa dos leitores, em um momento que o setor editorial sente os impactos econômicos da crise gerada pela pandemia do Covid-19. Promovido pela Associação das Editoras Universitárias (Abeu), o evento vai vai ser realizado no site www.feirabeu.com.br, uma verdadeira vitrine digital, com títulos com descontos de até 50% e e-books para download gratuito.  A Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff) fará parte da da iniciativa com 30 títulos impressos de diversas áreas do conhecimento, vendidos com 50% de desconto. Entre as obras selecionadas estão clássicos da editora, como o vencedor do Jabuti 2015, "Estranhas Catedrais: as empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar, 1964-1988"; e  alguns dos últimos lançamentos, como  “Breve história do zumbi” e “Cidades narradas”. Além dos livros impressos, a Eduff também disponibilizará 20 e-books para download gratuito. Em PDF e/ou Epub, os títulos digitais escolhidos para o evento também podem ser baixados diretamente no site www.eduff.uff.br, na seção Biblioteca Livre. Além da venda de livros, a Feira conta com uma agenda cultual variada, com debates sobre temas atuais do mundo editorial em meio à pandemia da Covid-19, confira a programação completa clicando aqui. Como funciona a feira virtual: Ao todo, 60 editoras vão expor os títulos selecionados para o evento no site www.feirabeu.com.br. Ao selecionar um livro, o leitor será direcionado ao site da editora ou livraria que vende o título, para poder finalizar a compra. Em outras palavras, o site da Feira funcionará como um hub para que o consumidor entre em contato com as obras oferecidas pelas associadas da Abeu.  
Eduff participa da 1ª Feira Virtual das Editoras UniversitáriasEntre os dias 1° e 8 de julho, a Eduff vai participar da 1ª Feira Virtual das Editoras Universitárias. O evento, promovido pela Associação Brasileira das Editoras Universitárias (Abeu), será realizado por meio do site www.feirabeu.com.br, onde serão comercializados livros físicos e em formato digital, além de versões gratuitas para download. A Eduff participará da iniciativa com 30 títulos impressos de diversas áreas do conhecimento, vendidos com 50% de desconto. Entre as obras selecionadas estão clássicos da editora, como o vencedor do Jabuti 2015, "Estranhas Catedrais: as empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar, 1964-1988"; e  alguns dos últimos lançamentos, como  “Breve história do zumbi” e “Cidades narradas”. Além dos livros impressos, a Eduff também disponibilizará 20 e-books para download gratuito. Em PDF e/ou Epub, os títulos digitais escolhidos para o evento também podem ser baixados diretamente no site www.eduff.uff.br, na seção Biblioteca Livre. Conheça mais sobre a feira e confira a relação das editoras participantes em  www.feirabeu.com.br.
Coletânea da Eduff reúne trabalhos sobre educação ambiental e sustentabilidadeOrganizado por José Rodrigues de Faria Filho, Patricia Almeida Ashley e Mônica Marella Corrêa, o e-book “Educação ambiental, sustentabilidade e desenvolvimento sustentável: contribuições para o ensino de graduação” (Eduff, 2019) está disponível gratuitamente para download no site da Eduff. A obra é fruto do projeto Redes de Educação, desenvolvido na Pró-Reitoria de Graduação da Universidade Federal Fluminense (Prograd/UFF), entre 2015 a 2018, cujo objetivo principal objetivo era (re)construir na instituição a noção de coletividade e pertencimento. Por meio de diálogos entre a comunidade acadêmica e a partir de encontros virtuais e presenciais, o projeto contou com participação de estudantes, professores e técnicos que apostaram em uma universidade mais inclusiva, sustentável e engajada socialmente. Durante os encontros, foram criadas redes e estabelecidas parcerias com profissionais dentro e fora da universidade. Faça o download gratuito deste e de outros e-books no site www.eduff.uff.br.  
E-book grátis: Ana Maria Mauad reflete sobre fotografia e história em “Poses e flagrantes”Por meio de ensaios autônomos reunidos, a professora e historiadora Ana Maria Mauad  explora a história da fotografia no Brasil a partir de um deslocamento importante para a historiografia da imagem. Ao invés de tratar a fotografia como o retrato do fato, em “Poses e flagrantes” (Eduff, 2008), a autora coloca a foto como fonte de análise social da história. O livro, disponível para download gratuito no site da Eduff, vai além da história centrada na evolução técnica. A imagem fotográfica é o fio condutor da narrativa, mas a história das técnicas e dos autores é subsidiária de uma reflexão que interroga a sociedade no seu tempo. A fotografia se define, então, como matéria de historicidade definida por modos de ver e olhar. No desenvolvimento da pesquisa, o leitor acompanha como a imagem pode se definir expressão íntima da sociedade nos álbuns de família, mas igualmente como mensagem de circulação de massa na imprensa. Leia esse e outros e-books gratuitamente no site www.eduff.uff.br.  
Livro de poesias da Eduff, “A passagem dos sinais” pode ser baixado gratuitamenteEm tempos difíceis e de grandes incertezas, a poesia pode ser aliada para os momentos e inquietude e reflexão, como também podem acalmar a alma e renovar as esperanças. Em “A passagem dos sinais”, publicado pela Eduff, Iza Quelhas traz uma série de poemas divididos em três partes: "O nosso olhar sobre os bichos", "Os sinais de passagem" e "Os vestígios de tudo".  Para o romancista, crítico e professor Ronaldo Lima Lins, que assina a  apresentação do livro, Iza Quelhas "experimenta, leve, com doçura, o seu voo. Quer levar na ponta dos dedos, pela sensibilidade, as sinuosidades do que encontra. Neste sentido, segue o exemplo dos pássaros, um dos seus objetos de anotação, ou, na sua passagem, os sinais do que fica". “A passagem dos sinais” e outros e-books da Eduff estão disponíveis gratuitamente para download, no site www.eduff.uff.br.  
Conheça a Coleção Empreendedorismo e Gestão e faça o download gratuitamenteEditada pela Eduff, a Coleção Empreendedorismo e Gestão foi elaborada por professores da UFF e de outras universidades, como a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), para levar suas experiências teóricas e práticas a estudantes e pessoas interessadas no tema. Com uma linguagem acessível e didática, os quatro volumes da coleção  dialogam de forma coloquial com o leitor, aproximando a teoria da prática de mercado por meio de exemplos empresariais brasileiros e internacionais que demonstram as questões abordadas em cada capítulo. Os primeiros quatro volumes apresentados tratam de temas relevantes para as organizações e são disciplinas obrigatórias nos cursos de bacharelado em Administração e nas graduações tecnológicas em Processos Gerenciais, Gestão Pública, Gestão de Logística, entre outras. Conheça cada volume da coleção e faça o download gratuito: Ética e responsabilidade social (volume 1) - Aborda o conceito de ética (pensamentos grego, cristão, moderno, monistas e dualistas); a moral na contemporaneidade; capitalismo e ética; o papel das lideranças em relação à cultura, aos valores e à ética; características de um líder; origens do código de ética; e princípios éticos na relação com clientes, concorrência, fornecedores, empregados, governo e sociedade em geral. Estratégia e marketing (volume 2) - Contempla os conteúdos clássicos da área, abordando o marketing digital e suas estratégias. Dentre outros tópicos, traz conceitos fundamentais, escolas de pensamento estratégico, componentes da estratégia empresarial, etapas do planejamento, ferramentas do diagnóstico ambiental, principais estratégias competitivas de negócios segundo Porter, segmentação de mercado e escolha de público-alvo. Gestão de pessoas (volume 3) - Apresenta os papéis da gestão de pessoas, comportamento empreendedor, coaching e mentoring, liderança, planejamento de recursos humanos e recrutamento, elaboração de plano salarial, métodos e técnicas de avaliação, treinamento, acidente de trabalho e outros tópicos. Introdução a finanças para empreendedores (volume 4) - Aborda o que é gestão financeira e sua relevância, regimes de capitalização, o início de um negócio, diagramas de fluxo de caixa, sistemas de amortização, planejamento e financiamento de um novo empreendimento, viabilidade, valor presente líquido (VPL) e taxa interna de retorno, armadilhas da informalidade, tipos de empresa, dentre outros assuntos relacionados.   A Coleção Empreendedorismo e Gestão e outros e-books da Eduff estão disponíveis para download gratuito no site www.eduff.uff.br.
Leituras infantojuvenis na quarentena: conheça os e-books da Eduff para a garotadaAlém de fonte de conhecimento, a leitura é também um lazer que pode ser somado a outras atividades das crianças neste período de isolamento social. E a Eduff tem algumas opções de e-books gratuitos que cumprem, simultaneamente, a missão de informar e entreter a garotada. Dividida em três volumes, a série “As aventuras de Seba”, escrita por Susana Alicia Planas, trata da importância de se discutir as diferenças e compreender as diversidades. Nos três livros, as narrativas se dão por meio da vivência do protagonista, o jovem Seba, e de suas interações com a família e o mundo que o cerca. Com o uso de fantasia e realidade, a autora mostra de forma muito sensível que convivência com as diferenças é o caminho para o sucesso de um projeto efetivo de inclusão. Para os pequenos que gostam de desenhar e colorir, uma escolha acertada é “Thomas Edison, o gênio da lâmpada”, que conta a história do inventor da lâmpada elétrica e, de quebra, ainda traz figuras para imprimir e colorir. Além de aproximar a criança do mundo científico sem abrir mão da diversão, a obra é indicada para crianças em processo de alfabetização, a partir do primeiro ano do ensino fundamental. Esses e muitos outros e-books da Eduff estão disponíveis para download gratuito no site www.eduff.uff.br ou nos links a seguir: As aventuras de Seba - Vol.1 As aventuras de Seba - Vol. 2 As aventuras de Seba: descobrindo a luz - Vol. 3 Thomas Edison, o gênio da lâmpada  
Eduff disponibiliza 100 e-books para download gratuitoPara não deixar ninguém sem livros na quarentena, a Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff) acaba de disponibilizar 100 títulos para download gratuito em seu site. E há opções para todos os gostos: de livros infantojuvenis, passando por estudos de antropologia, história, educação, letras, matemática etc., o acervo da Eduff reúne trabalhos de pesquisadores das diversas áreas do conhecimento. A seleção inclui, ainda, obras que já estão esgotadas na versão impressa, como “O poder nos tempos da peste - Portugal - Séculos XIV/XVI”, de Mário Jorge da Motta Bastos, que trata da produção do discurso régio, durante a epidemia da Peste Negra, que penetrou como elemento integrante de um processo de longo percurso, interferindo no campo da saúde pública nacional sob sua ingerência. Os e-books selecionados serão disponibilizados em formato PDF ou/e Epub, na seção Biblioteca Livre, no site www.eduff.uff.br. Confira a relação completa e tenha uma boa leitura!   Leia também as primeiras páginas dos lançamentos e dos clássicos Eduff A Eduff também disponibiliza uma amostra das primeiras páginas dos últimos lançamentos e de outros clássicos da editora, em sua página do ISSUU. Desta forma, o leitor pode conhecer as publicações, sem sair de casa. Acesse https://issuu.com/eduff_editora e conheça mais o catálogo da Eduff.         
Comunicação da Eduff suspende processo de seleção de estagiário de jornalismoSeguindo a orientação da Divisão de Estágio Interno da Pró-Reitoria de Graduação da UFF, e tendo em vista a  Instrução de Serviço PROGEPE Nº 004/2020, fica suspenso, temporariamente, o processo seletivo de estagiário de Jornalismo da Divisão Editorial da Eduff. Com isso, também está suspenso o cronograma divulgado em 16 de março de 2020, conforme errata publicada no site de editais da UFF. O novo cronograma da seleção de estagiário será divulgado oportunamente, e os candidatos inscritos serão informados por email.
Comunicação da Eduff altera cronograma de seleção de estagiárioEm função do estado de emergência em saúde pública decorrente da pandemia mundial do Covid-19, o cronograma do Edital de Estágio Interno da Divisão Editorial da Eduff, voltado para o preenchimento de uma vaga para estudantes de Jornalismo, foi suspenso, a contar de 16 de março de 2020. Confira o novo cronograma da seleção de estagiário, no site de editais da UFF.  
Eduff suspende temporariamente atendimento ao públicoConsiderando o estado de pandemia mundial decretado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e seguindo as orientações das autoridades Brasileiras em relação à emergência de saúde pública decorrente do coronavírus (Covid-19), a Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff) suspende, temporariamente, o atendimento ao público, incluindo as atividades da Livraria Icaraí. Com o objetivo de reduzir a circulação de pessoas, os servidores da Eduff executarão trabalho remoto. O atendimento presencial será substituído por meio eletrônico: demandas relacionadas à Divisão Editorial poderão ser enviadas para faleconosco.eduff@id.uff.br; demandas internas da UFF poderão ser encaminhadas para saa.eduff@id.uff.br. O prazo para normalização das atividades será divulgado, oportunamente, após reavaliação da direção da editora, que levará em conta as orientações das autoridades sanitárias.
Eduff divulga resultado final dos originais aprovados no Edital 2019Os originais aprovados para publicação, por meio do Edital 2019 da Eduff são: “Análise de discurso, uma introdução”, de Silmara Cristina Dela da Silva; “Mestiça cientificidade”, de Giselle Martins Venâncio; “Atlas histórico-econômico do Brasil no século XIX”, de Luiz Fernando Saraiva; e “Futebol na sala de aula”, de Lívia Gonçalves Magalhães.    
Eduff dedica última Quinzena Temática de 2019 a livros da área de ArquiteturaDando continuidade à série promocional “Quinzenas temáticas”, a Eduff apresenta a última quinzena do ano. Com tema de Arquitetura, a promoção conta com cinco livros da área que poderão ser comprados individualmente a R$5 ou o combo dos cinco por R$15. A promoção é válida até 31 de dezembro,  para compras feitas no site  da Editora e na Livraria Icaraí (Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói). As obras selecionadas para o combo da Quinzena de Arquitetura são: "Sementes urbanas 1", “Sementes urbanas 2", "Sementes urbanas 3", "Barbante, ripas e luta: ocupações organizadas de terras urbanas no Rio de Janeiro, 1983-1993" e "Quando a rua vira casa - A apropriação de espaços de uso coletivo em um centro de bairro".
Eduff lança coleções de figurinhas literárias para grupos de bate-papoPara animar as conversas nos grupos dos amigos e da família, a, a Eduff acaba de lançar uma coleção de figurinhas literárias com temáticas voltadas para os livros da Editora. Os primeiros pacotes lançados já estão disponíveis gratuitamente para download. Para fazer o download das das figurinhas, basta acessar o site www.eduff.uff.br/figurinhas.
UFF doa mais de 30 mil livros para acervos de todo o BrasilCom foco na sua missão institucional de divulgar a produção acadêmica e democratizar o acesso ao conhecimento, a Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff) doou mais de 30 mil livros do seu acervo, no último ano. Mais de 20 instituições, cursos de pós-graduação e departamentos de ensino de diferentes estados brasileiros foram contemplados com títulos de diversas áreas. A mais recente doação foi para a Rede de Bibliotecas Integradas do Exército (Rede BIE), que recebeu 670 livros. De acordo com o reitor da Universidade Federal Fluminense, Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, a ação é um exemplo da relação da universidade com a sociedade e com outras instituições de ensino. “É um volume considerável que vai enriquecer as bibliotecas municipais, estaduais e federais com livros de alta qualidade publicados pela Eduff. Com isso, a UFF contribui com a divulgação científica e com a facilitação do acesso ao saber acadêmico”, afirmou. Entre o segundo semestre de 2018 até setembro deste ano, a Eduff contribuiu para o acervo de bibliotecas como as da Defensoria Pública do Rio de Janeiro, do Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia, e do Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Também receberam títulos da Eduff as Bibliotecas Populares de Niterói, o Centro Universitário Geraldo di Biase e o Museu Nacional. Com mais de 400 títulos em seu catálogo, a Eduff reúne obras de pesquisadores brasileiros e estrangeiros de diferentes áreas e acumula o reconhecimento no meio editorial. Em 2018, o livro "O arquivo e o lugar", de Margareth da Silva foi vencedor do Prêmio Abeu, na categoria "Ciências Sociais Aplicadas". Também neste ano, a editora foi indicada novamente ao prêmio Jabuti, com o livro "...como se fosse um deles: almirante Aragão - Memórias, silêncios e ressentimentos em tempos de ditadura e democracia" (Eduff, 2017), de Anderson Almeida, na categoria de "Biografia". As conquistas da Eduff não param por aí. Em 2015, a editora recebeu o Prêmio Jabuti na categoria "Economia, Administração, Negócios, Turismo, Hotelaria e Lazer", com o best-seller "Estranhas catedrais: as empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar, 1964-1988", de Pedro Henrique Campos. Além disso, a editora teve mais dois livros indicados ao Prêmio Jabuti: "Palavras e Brados – José do Patrocínio e a Imprensa Abolicionista do Rio de Janeiro", de Humberto Fernandes Machado, concorreu na categoria "Comunicação, em 2015; e "A morte midiatizada: como as redes sociais atualizam a experiência do fim da vida", de Renata Rezende Ribeiro, na categoria "Comunicação", em 2016. Para saber mais sobre a Eduff, acesse o site (www.uff.br) e acompanhe os perfis da editora no Instagram (@eduff.editora), no Facebook (@editorauff) e no ISSUU (https://issuu.com/eduff_editora).
Quinzenas temáticas da Eduff terão combos de livros a R$15Em outubro, as “Quinzenas temáticas” da Eduff trazem como novidade os combos promocionais. Agora, além de poder comprar cada livro selecionado por R$5, os leitores terão a oportunidade de levar todos os cinco para a casa, por apenas R$15. A promoção, que teve início em setembro, é válida para comprar no site da Eduff e na Livraria Icaraí (Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói). A primeira quinzena de outubro terá como temática a campanha de conscientização para prevenção do câncer de mama. Os livros escolhidos são “Tenho mioma, o que fazer?”, “Saúde da mulher na atenção básica”, “Gravidez e maternidade” e “Do lugar das mulheres e das mulheres fora de lugar”.   Confira a seguir a relação dos temas e livros que farão parte das Quinzenas temáticas em 2019: 1 a 15 de outubro – Quinzena Rosa Tenho mioma, o que fazer? Saúde da mulher na atenção básica: compilando informações que apoiam o ensino-aprendizagem na graduação de enfermagem Gravidez e maternidade - Uma abordagem médica do milagre da vida Ginecologia Do lugar das mulheres e das mulheres fora de lugar - Um estudo das relações de gênero na empresa 16 a 30 de outubro – Quinzena da Educação Formação humana no ciberespaço: os sentidos da presença na educação a distância Lutas por educação no Brasil recente: o movimento docente da educação superior Francês e educação: institucionalização de uma língua estrangeira em discursividade Educação superior e relações raciais Lições finlandesas: o que o mundo pode aprender com a mudança educacional na Finlândia? 1 a 15 de novembro – Quinzena do Cinema Cinema, infância e religiosidade na Espanha franquista Realidade lacrimosa Miragens e estilhaços Dos homens e das pedras - O ciclo do cinema documentário paraibano Um discreto olhar - Seis cineastas baianos - 1950/1980 15 a 30 de novembro – Quinzena da Consciência Conflitos sociais no espaço urbano Tambor dos pretos Racismo, capitalismo e subjetividade Violência e racismo no Rio de Janeiro Educação, violência e contemporaneidade 2 a 16 de dezembro – Quinzena da justiça Direito do consumidor ...remediado está. Direito ambiental e sua atual problemática Entre direitos fundamentais e democracia - Superando a dicotomia no direito brasileiro Sensibilidades jurídicas e sentidos de justiça na contemporaneidade: interlocução entre antropologia e direito 17 a 31 de dezembro  - Quinzena da Arquitetura Sementes urbanas 1 Sementes urbanas 2 Sementes urbanas 3 Barbante, ripas e luta: ocupações organizadas de terras urbanas no Rio de Janeiro, 1983-1993 Quando a rua vira casa - A apropriação de espaços de uso coletivo em um centro de bairro   Saiba como comprar esses e outros livros no site da Eduff.        
Eduff lança promoção “Quinzenas temáticas”A partir da próxima semana, a Eduff inicia a nova série promocional “Quinzenas temáticas”. A cada quinze dias, serão selecionados cinco títulos da Editora com temas afins para serem vendidos a preços especiais, durante duas semanas, no site da Eduff e na Livraria Icaraí (Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói). Na promoção, cada livro selecionado poderá ser comprado a R$ 5. Com tema “Acessibilidade”, a primeira quinzena promocional da Eduff começa na próxima segunda-feira, 16 de setembro. Os livros escolhidos são: “Narrativas do não ver: (re)criações do corpo e do cegar”; “Por uma política da narratividade: pensando a escrita no trabalho de pesquisa”; “Encontros entre surdos e ouvintes na escola regular - Desafiando fronteiras”; “As aventuras de Seba - Vol.1”  e “As aventuras de Seba - Vol. 2”. Acesse a página da promção e garanta seu exemplar.    Confira a seguir a relação dos temas e livros que farão parte da promoção em 2019: 16 a 30 de setembro - Quinzena da Acessibilidade Narrativas do não ver: (re)criações do corpo e do cegar Por uma política da narratividade: pensando a escrita no trabalho de pesquisa Encontros entre surdos e ouvintes na escola regular - Desafiando fronteiras As aventuras de Seba - Vol.1 As aventuras de Seba - Vol.2 1 a 15 de outubro – Quinzena Rosa Tenho mioma, o que fazer? Saúde da mulher na atenção básica: compilando informações que apoiam o ensino-aprendizagem na graduação de enfermagem Gravidez e maternidade - Uma abordagem médica do milagre da vida Ginecologia Do lugar das mulheres e das mulheres fora de lugar - Um estudo das relações de gênero na empresa 16 a 30 de outubro – Quinzena da Educação  Formação humana no ciberespaço: os sentidos da presença na educação a distância Lutas por educação no Brasil recente: o movimento docente da educação superior Francês e educação: institucionalização de uma língua estrangeira em discursividade Educação superior e relações raciais Lições finlandesas: o que o mundo pode aprender com a mudança educacional na Finlândia? 1 a 15 de novembro – Quinzena do Cinema Cinema, infância e religiosidade na Espanha franquista Realidade lacrimosa Miragens e estilhaços Dos homens e das pedras - O ciclo do cinema documentário paraibano Um discreto olhar - Seis cineastas baianos - 1950/1980 15 a 30 de novembro – Quinzena da Consciência Antropologia e direitos humanos Tambor dos pretos Racismo, capitalismo e subjetividade Violência e racismo no Rio de Janeiro Educação, violência e contemporaneidade 2 a 16 de dezembro – Quinzena da Justiça Direito do consumidor ...remediado está. Implicações do processo de significação da greve na relação Legislativo-Judiciário pós-1988 Direito ambiental e sua atual problemática Entre direitos fundamentais e democracia - Superando a dicotomia no direito brasileiro Sensibilidades jurídicas e sentidos de justiça na contemporaneidade: interlocução entre antropologia e direito 17 a 31 de dezembro  - Quinzena da Arquitetura Sementes urbanas 1 Sementes urbanas 2 Sementes urbanas 3 Barbante, ripas e luta: ocupações organizadas de terras urbanas no Rio de Janeiro, 1983-1993 Quando a rua vira casa - A apropriação de espaços de uso coletivo em um centro de bairro   Saiba como comprar esses e outros livros no site da Eduff.   
Eduff distribui livros durante recepção de calouros da UFFA Eduff distribuiu 1.900 livros durante o Acolhimento Estudantil, realizado no dia 15 de agosto. Ao todo, mais de duzentos estudantes foram contemplados com obras da editora, das mais diversas áreas de conhecimento, como Letras, Educação, História, Biologia e Literatura Infantojuvenil. Os estudantes puderam escolher até cinco exemplares da Eduff para levar para casa e, além dessa cota, os calouros também puderam levar os livros infantis publicados pela Editora e a obra “Apresentação de trabalhos monográficos de conclusão de curso”. No primeiro semestre deste ano, a Eduff também participou do Acolhimento Estudantil. Foram distribuídos cerca de 8.500 livros das mais diversas áreas para estudantes da UFF, como Letras, História, Saúde, Ciências Exatas e Ciências Sociais Aplicadas.  
PROMOÇÂO EDUFF: 180 anos de Machado de Assis, 180 livros com superdescontoConsiderado um dos maiores nomes da literatura brasileira, Machado de Assis completaria 180 anos neste 21 de junho. Para comemorar a data, a Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff) está com 180 títulos do seu catálogo com 75% de desconto, no site e na Livraria Icaraí, em Niterói. Livros de várias áreas, incluindo “O Diálogo Europa-Brasil na obra de Machado de Assis”, de José Luís Jobim, Maria Elizabeth Chaves de Mello e Olinda Kleiman (orgs.), e “O romance "Dom Casmurro" de Machado de Assis - Edição crítica e comentada”, de Maximiano de Carvalho e Silva, poderão ser comprados online, no site da Eduff, nos dias 21 e 22 de junho, ou diretamente no balcão da Livraria Icaraí, nos dias 24 e 25 deste mês.  A Livraria Icaraí funciona das 9h às 17h e fica na Reitoria da UFF, na Rua Miguel de Frias, 9, anexo, Icaraí, Niterói. Conheça o catálogo da Eduff e faça suas compras online. Lembrando que, para compras realizadas pelo site, o prazo de entrega é de até 15 dias úteis.  
Ana Flávia Torbey e Claudete Cardoso lançam “Rotinas de pediatria” na Livraria IcaraíA coletânea “Rotinas de pediatria” (Eduff, 2019), organizada pelas médicas Ana Flávia Malheiros Torbey e Claudete Aparecida Araújo Cardoso, será lançada durante noite de autógrafos, na Livraria Icaraí, em Niterói. A obra se propõe a ser uma ferramenta para auxiliar alunos do Internato de Medicina, residentes de Pediatria, médicos generalistas e pediatras de forma prática e objetiva em suas decisões. Em “Rotinas de pediatria”, as autoras trazem as principais etiologias, formas de diagnóstico, diagnósticos diferenciais, exames complementares e tratamento por etapas, para que o leitor acompanhe passo a passo o manejo de cada doença. Ficou interessado? Leias as primeiras páginas do livro no perfil da Eduff, no ISSUU. Saiba como comprar.  
Promoção prorrogada: 80% de desconto nos títulos da EduffA Eduff prorrogou até esta sexta, 17 de maio, os descontos de 80% nos livros da editora comprados na Livraria Icaraí, em Niterói. A iniciativa integra o movimento nacional em defesa das universidades públicas. A promoção abrange últimos lançamentos e os títulos campeões de venda da Eduff, como o vencedor do Prêmio Jabuti 2015, "Estranhas Catedrais”, de Pedro Henrique Campos; “A vida social das coisas”, de Arjun Appadurai; “Sementes Urbanas (vols. 1, 2 e 3)”, de Carlos Nelson Ferreira dos Santos; “Lições finlandesas”, de Pasi Sahlberg; e “As políticas públicas”, de Pierre Muller. A Livraria Icaraí fica no campus da Reitoria, na Rua Miguel de Frias, 9, anexo, Icaraí, Niterói. Conheça os títulos da Eduff!
#EuDefendoaUFF - Eduff dá 80% de desconto nos principais títulos da editoraNos próximos dias, os principais livros da Eduff estarão com 80% de desconto no site da editora (www.eduff.uff.br) e na Livraria Icaraí, em Niterói. A iniciativa integra o movimento nacional em defesa das universidades públicas. Os descontos serão válidos para compras realizadas no site da Eduff, no dia 15 de maio, e para livros comprados na Livraria Icaraí, no dia 16 de maio. A promoção abrange 80 livros da Eduff, incluindo os últimos lançamentos e os títulos campeões de venda, como o vencedor do Prêmio Jabuti 2015, "Estranhas Catedrais”, de Pedro Henrique Campos; “A vida social das coisas”, de Arjun Appadurai; “Sementes Urbanas (vols. 1, 2 e 3)”, de Carlos Nelson Ferreira dos Santos; “Lições finlandesas”, de Pasi Sahlberg; e “As políticas públicas”, de Pierre Muller. Atenção! Livro gratuito para estudantes da UFF e de outras universidades públicas: No dia 16 de maio, os estudantes da UFF e de outras universidades públicas que comparecerem à Livraria Icaraí poderão levar, gratuitamente, um exemplar do livro “Apresentação de trabalhos monográficos de conclusão de curso", de Estela dos Santos Abreu e José Carlos Abreu Teixeira. A retirada do livro será feita enquanto durarem os estoques e mediante apresentação da carteirinha de estudante. A Livraria Icaraí fica no campus da Reitoria, na Rua Miguel de Frias, 9, Niterói.  Saiba como comprar os livros da Eduff.   
Luís Falcão lança livro sobre Algernon Sidney pela EduffO professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da UFF Luís Falcão vai lançar o livro “Algernon Sidney: um pensador republicano do século XVII” (Eduff, 2019), no dia 25 de abril, às 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói. Pouco conhecido no Brasil, Algernon Sidney foi um pensador republicano inglês do século XVII, cujo pensamento uniu duas fontes teóricas opostas: do direito natural moderno, retirou as bases da natureza humana; da lei da natureza e do contratualismo, de Maquiavel, a virtude, as formas de governo, o conflito e a expansão. Em “Algernon Sidney: um pensador republicano do século XVII” (Eduff, 2019)”, Falcão traça o perfil intelectual do autor e apresenta em quais elementos do direito natural e o maquiavelismo o republicanismo de Sidney se sustenta. Saiba como comprar.  
Comunicação da Eduff abre nova seleção para estagiário de mídias sociaisA Seção de Comunicação e Eventos da Eduff está com inscrições abertas até 11 de abril para seleção de estagiário de mídias sociais. Para participar da seleção, o candidato deve ser estudante da UFF, dos cursos de Estudos de Mídia, Jornalismo ou Publicidade e Propaganda. Os interessados devem ler atentamente o edital e encaminhar a documentação solicitada para comunicacaoeduff@gmail.com. Confira o edital completo.  
Seção de Editoração e Produção da Eduff: resultado final da seleção para estagiárioA Seção de Editoração e Produção da Eduff divulga a relação dos candidatos aprovados na seleção para estágio interno, após o período de recurso. Confira a lista de classificados.
Seção de Editoração e Produção da Eduff: resultado da última etapa da seleção para estágioA Seção de Editoração e Produção da Eduff divulga a relação das candidatas aprovadas, por ordem de classificação, no processo seletivo para estágio interno. O prazo para apresentação de recursos tem início em 28 de março e vai até 30 de março, conforme edital.  Candidatas aprovadas por ordem de classificação: 1º lugar: Luiza Saraiva Egger 2º lugar: Beatriz de Moraes Esteves 3º lugar:Thainá Matos Vaneli de Mendonça
Comunicação da Eduff divulga aprovados na primeira etapa da seleção de estagiárioA Seção de Comunicação e Eventos da Eduff divulga a relação dos aprovados na primeira fase do processo seletivo para estágio interno. Os candidatos habilitados para as próximas etapas serão enviados por email. Confira os aprovados.
Eduff distribuirá kits de livros para calouros durante o Acolhimento EstudantilA Eduff preparou dois mil kits com livros de diversas áreas do conhecimento para presentear os novos estudantes da UFF, durante o Acolhimento Estudantil, na próxima quinta, 21 de março, no Campus do Gragoatá, em Niterói. Ao todo serão doados mais 10 mil exemplares da Editora, separados nas seguintes categorias: biológica, ciências sociais aplicadas, educação, exatas, história, humanas letras, literatura infantojuvenil e saúde. Para retirar o kit, o calouro deverá apresentar um documento com foto e informar o número de matrícula e/ou o CPF. Compareça ao Acolhimento e garanta o seu!  
Eduff divulga edital para seleção de originais de todo o BrasilEstão abertas as inscrições para o Edital Eduff 2019, voltado para a seleção de até dez originais inéditos de caráter formativo, destinados a estudantes de graduação das diversas áreas do conhecimento. Para concorrer, os autores devem ter título de doutor e estar vinculados a quaisquer instituições brasileiras de ensino superior. Os interessados têm até 10 de junho para encaminhar o formulário de inscrição e o arquivo em PDF contendo a versão final da obra, para o email editaleduff2019@gmail.com.  Não serão aceitos trabalhos resultantes de pesquisas de pós-graduação (teses de doutorado e dissertação de mestrado), originais resultantes de congressos e eventos acadêmicos, livros incompletos ou em versão preliminar e obras literárias. O edital completo e o formulário de inscrição estão disponíveis na página de editais da UFF.
Eduff divulga resultado final do Edital de 2017O Conselho Editorial da Eduff divulga a relação de originais aprovados para publicação, referente ao Edital de Seleção de Originais para Publicação 2017. Ao todo, foram aprovadas seis obras, nas áreas de Medicina, História, Relações Internacionais e Antropologia. Os candidatos que não tiveram suas obras selecionadas poderão recolher o material de inscrição em até 45 dias, na sede da Eduff (Rua Miguel de Frias, 9, anexo, sobreloja, Icaraí, Niterói). Confira a relação final das obras aprovadas.
Livraria Icaraí recebe lançamento de “Racismo, capitalismo e subjetividade”A partir do diálogo com a psicanálise e outras áreas, os autores refletem sobre a problemática do racismo no Brasil, na coletânea “Racismo, capitalismo e subjetividade”, recém-publicada pela Eduff. Organizada pelos professores Marília Etienne, Marcelo Coelho e Sandra Cabral, a obra traz na capa a foto "Pés”, de Sebastião Salgado.  
Black Friday pra quê? Na Eduff, agora o outlet é o ano todoA Eduff acaba de lançar seu primeiro outlet. Agora, você pode adquirir mais de 300 títulos com até 80% de desconto durante o ano todo, no site da Editora. O outlet tem obras de diversas áreas, como Antropologia, Literatura, Medicina, Veterinária, livros infantis e muito mais. Todos os livros estão em perfeito estado, com preços a partir de R$5,00. Confira todos os títulos em promoção no site da Eduff.  
Promoção “Mente sã em corpo são” dá 50% de desconto em livros da EduffComeça nesta terça, 28 de agosto, e vai até 3 de setembro, a promoção “Mente sã em corpo são”, que dá 50% de desconto e frete grátis em 14 títulos de Psicologia e Nutrição da Eduff, comprados no site da editora. Confira a relação dos livros com desconto no site da Eduff.    
Renato Franco toma posse como diretor da EduffO diretor da Eduff, Renato Franco, tomará posse no dia 30 de julho, durante solenidade realizada, às 16h, no Auditório do Núcleo de Estudos em Biomassa e Gerenciamento de Água (NAB/UFF). Participarão do evento o ex-diretor da Editora, Aníbal Bragança, o reitor da UFF, Sidney Melo, o vice-reitor, Antonio Claudio da Nóbrega, além de outras autoridades, funcionários e alunos da universidade. Sobre o novo diretor da Eduff Graduado em História pela Universidade Federal de Minas Gerais, Franco é mestre em História pela UFF e doutor em História Social pela Universidade de São Paulo. Além da docência, o novo diretor da Eduff acumula experiência também na área de editoração. Na Editora FGV, participou da elaboração de livros didáticos e foi coordenador da Coleção FGV de Bolso. Foi também vice-editor da revista Tempo, uma publicação do Departamento de História da UFF. A nomeação de Franco foi assinada pelo atual vice-reitor e futuro reitor da UFF, Antonio Claudio da Nóbrega, com efeitos a partir de 1 de julho, por meio da Portaria nº 61.584, de 26 de junho 2018, publicada em 29 de junho do mesmo ano, no Diário Oficial da União.
Eduff “esquece” livros para serem encontrados em NiteróiQuem andar por Niterói nesta quarta, 25 de julho, poderá se deparar com um dos mais de 20 exemplares deixados pela Eduff em vários pontos da cidade. É que, neste ano, a editora aderiu ao movimento “Esqueça um livro e espalhe conhecimento” e “esqueceu” livros infantis, de História, Literatura, Ecologia e outras áreas, em praças, paradas de ônibus, repartições e centros comerciais.  Cada livro encontrado traz uma cartinha divulgando a iniciativa e estimulando a sua continuação. A ideia é fomentar a leitura entre a população e estimular os leitores a compartilhar entre si os livros que já foram lidos. Que tal você também participar dessa campanha e deixar, em algum ponto da cidade, aquele livro que já leu, para que outra pessoa possa também se divertir e aprender com ele? E se você econtrou um livro da Eduff por aí, poste uma foto no Instagram ou no Facebook com a hashtag #acheieduff para ser compartilhada nas redes sociais da editora.  Conheça mais sobre a Eduff e seus títulos.
Alunos, professores e técnicos da UFF têm 50% de desconto nos livros da EduffCom o objetivo ampliar o acesso da comunidade acadêmica à produção editorial da Eduff, a partir de agora, estudantes, professores e técnico-administrativos da UFF terão desconto de 50% em todos os livros da editora comprados na Livraria Icaraí. Para adquirir os títulos pela metade do preço, os interessados deverão apresentar, na hora da compra, carteirinha de estudante, crachá ou contracheque. A Livraria Icaraí fica na Reitoria da UFF, na Rua Miguel de Frias, 9, anexo, Icaraí, Niterói. Acesse o site da Eduff e conheça o catálogo completo.  
Comunicação Eduff: resultado da seleção de estagiários após recursoA Seção de Comunicação e Eventos da Eduff divulga o resultado, pós-recurso, referente ao processo seletivo destinado ao preenchimento de duas vagas de estágio interno não obrigatório para estudantes dos cursos de Estudos de Mídia, Jornalismo e Publicidade da UFF. Os candidatos aprovados serão convocados, via email, para comparecer à Eduff para celebração do termo de compromisso, no dia 3 de abril, conforme consta no edital. Confira a relação final de candidatos aprovados, por ordem de classificação.    
Setor de Revisão da Eduff: resultado final da seleção de estagiárioO Setor de Revisão da Eduff divulga o resultado final da seleção para vaga de estágio interno não obrigatório voltada para estudantes de Jornalismo e Letras da UFF.  As orientações sobre assinatura do termo de compromisso e início das atividades serão comunicadas ao candidato aprovado por e-mail, no dia 2 de abril. Confira a relação dos candidatos aprovados: 1. Layza Menezes Marques 2. Thainá da Silva C. Carungaba 3. Thaís Alessandra Souza Cardoso 4. Júlia dos Reis Rodrigues 5. Frederico Oliveira de Carvalho 6. Matheus de Castro Ramos Fialho 7. Flávio Vita de Carvalho
Setor de Revisão da Eduff divulga resultado da seleção de estagiárioO Setor de Revisão da Eduff divulga o resultado da seleção para estágio interno não obrigatório destinado à seleção de estudante dos cursos de Jornalismo e Letras da UFF. O prazo para apresentação de recurso começa nesta sexta-feira, 23 de março, e vai até o dia 27 do mesmo mês. Confira a relação dos candidatos aprovados: 1.Layza Menezes Marques 2.Thainá da Silva C. Carungaba 3.Thaís Alessandra Souza Cardoso 4.Júlia dos Reis Rodrigues 5.Frederico Oliveira de Carvalho 6.Matheus de Castro Ramos Fialho 7.Flávio Vita de Carvalho
Setor de Editoração da Eduff divulga resultado da seleção de estagiárioO Setor de Editoração da Eduff divulga o resultado da seleção para estágio interno não obrigatório destinado à seleção de estudante do curso de Biblioteconomia e Documentação da UFF. Conforme prevê o edital divulgado pelo setor, o prazo para recurso tem início em 22 de março e vai até o dia 26 do mesmo mês. O resultado do recurso está previsto para o dia 27 de março. O candidato aprovado deverá assinar o termo de compromisso no dia 28 de março e iniciar suas atividades no dia 2 de abril. Resultado final: 1º HUGO FIGUEIREDO MAFRA 2º MARCELLY RAMOS COSTA 3º GISELA VASCONCELOS CUNHA MELO 4º NATASHA COUTINHO REVOREDO RIBEIRO 5º RAQUEL FERNANDES DA SILVA 6º YASMIM DINIZ DIAS ANDRADE 7º SARA MENDONÇA POUBEL DE OLIVEIRA 8º NATHALY RIBEIRO DVORANINOVIER 9º SOFIA FRAHLICH CAVALLEIRO 10º DIEGO RODRIGUES FIGUEIREDO 11º ANNA BEATRIZ MARQUES 12º LUDMILLA DE SOUZA BIANCARDI    
Lançamento coletivo marca fim de ano na EduffA Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff) reunirá autores e organizadores de 13 títulos recém-publicados das mais diversas áreas do conhecimento em um lançamento coletivo que  marca o fim do ano de atividades da editora, ao longo do qual foram lançados quarenta títulos de temáticas variadas, incluindo a reedição de clássicos como "Gente das areias", de Marco Antonio da Silva Mello e Arno Vogel; "Quando a rua vira casa", de Arno Vogel, Marco Antonio da Silva Mello e Orlando Mollica  e "Pontes", de Luiz Carlos Mendes. Dentre as publicações que serão lançadas, está a coletânea "Sementes urbanas", organizada por Maria de Lourdes Pinto Machado e Maria Laís Pereira da Silva. Dividida em três volumes, a obra reúne 57 textos do arquiteto e urbanista Carlos Nelson Ferreira dos Santos (1943-1989) que foram publicados em revistas e periódicos e abordam desde a questão habitacional em favelas e na periferia até questões mais amplas sobre a cidade. Outro destaque fica por conta do livro “O Rio de Janeiro dos fados, minhotos e alfacinhas - O antilusitanismo na Primeira República”, em que a professora Gladys Sabina Ribeiro abre espaço para um tema pouco frequentado na historiografia brasileira: o estudo da imigração portuguesa e das relações entre Brasil e Portugal. Ao tratar do antilusitanismo na Primeira República, a autora amplia a discussão para além de um sentimento alimentado contra o ex-colonizador e aborda como os portugueses travavam diariamente uma árdua luta pela subsistência. A noite de autógrafos contará, ainda, com a presença do historiador Anderson da Silva Almeida que irá lançar “...como se fosse um deles: Almirante Aragão”. No livro, o autor resgata a história de Cândido da Costa Aragão, almirante da Marinha brasileira comprometido com a democracia e ciente das condições sub-humanas que os marinheiros ainda enfrentavam na segunda metade do século XX.. Os ivros que particparão do lançamento coletivo são: “...como se fosse um deles. Almirante Aragão: memórias, silêncios e ressentimentos em tempos de ditadura e democracia", de Anderson da Silva Almeida “Análises de um mundo significado: a visão semiolinguística do discurso", de Autoras: Beatriz Feres e Rosane Monnerat (Orgs.) “Economia, história e memórias – A trajetória da Faculdade de Economia da UFF”, de Hildete Pereira de Melo e Ruth Helena Dweck “Histórias de detetive para crianças: Ganymédes José e a série 'Inspetora' (1974-1988)”, de Leonardo Nahoum Pache de Faria “O Rio de Janeiro dos fados, minhotos e alfacinhas - O antilusitanismo na Primeira República”, de Gladys Sabina Ribeiro “Pontes”, de Luiz Carlos Mendes “Sementes Urbanas” 3 v., Maria de Lourdes Pinto Machado e Maria Laís Pereira da Silva (Orgs.) “Trabalho e trabalhadores no Brasil: experiências, deslocamentos, modalidades e resistências”, de Cristiana Costa e Norberto O. Ferreras (Orgs.) “Vassouras: comunidade escrava, conflitos e sociabilidade (1850-1888)”, de Fábio Pereira de Carvalho "Indizível, imperceptível e ininteligível: o sujeito contemporâneo e seus arquivos", de Bethania Mariani, Carla Barbosa Moreira, Juciele Pereira Dias e Maurício Beck (Orgs.) "Funcionalismo linguístico: diálogos e vertentes", de Mariangela Rios de Oliveira e Maria Maura Cezario (Orgs.) "Lutas por educação no Brasil recente: o movimento docente da educação superior", de Kênia Miranda "Experiências e narrativas em educação", de Carmem Lúcia Vidal Pérez (Org.)  
Eduff encerra 2017 com lançamento coletivoA Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff) reunirá autores e organizadores de 13 títulos recém-publicados das mais diversas áreas do conhecimento, na próxima quinta-feira, 7 de dezembro, a partir das 18h, no  no Centro de Artes da UFF.O evento marca o fim do ano de atividades da editora, ao longo do qual foram lançados quarenta títulos de temáticas variadas, incluindo a reedição de clássicos como "Gente das areias", de Marco Antonio da Silva Mello e Arno Vogel; "Quando a rua vira casa", de Arno Vogel, Marco Antonio da Silva Mello e Orlando Mollica  e "Pontes", de Luiz Carlos Mendes. Dentre as publicações que serão lançadas, está a coletânea "Sementes urbanas", organizada por Maria de Lourdes Pinto Machado e Maria Laís Pereira da Silva. Dividida em três volumes, a obra reúne 57 textos do arquiteto e urbanista Carlos Nelson Ferreira dos Santos (1943-1989) que foram publicados em revistas e periódicos e abordam desde a questão habitacional em favelas e na periferia até questões mais amplas sobre a cidade. Outro destaque fica por conta do livro “O Rio de Janeiro dos fados, minhotos e alfacinhas - O antilusitanismo na Primeira República”, em que a professora Gladys Sabina Ribeiro abre espaço para um tema pouco frequentado na historiografia brasileira: o estudo da imigração portuguesa e das relações entre Brasil e Portugal. Ao tratar do antilusitanismo na Primeira República, a autora amplia a discussão para além de um sentimento alimentado contra o ex-colonizador e aborda como os portugueses travavam diariamente uma árdua luta pela subsistência. A noite de autógrafos contará, ainda, com a presença do historiador Anderson da Silva Almeida que irá lançar “...como se fosse um deles: Almirante Aragão”. No livro, o autor resgata a história de Cândido da Costa Aragão, almirante da Marinha brasileira comprometido com a democracia e ciente das condições sub-humanas que os marinheiros ainda enfrentavam na segunda metade do século XX. Para o diretor da Eduff, Aníbal Bragança”, o lançamento conjunto é uma oportunidade de mostrar à comunidade a produção editorial da editora. “Nosso objetivo é chamar a nossa comunidade para conhecer a força da produção acadêmica publicada pela Eduff, com obras de alta qualidade gráfico-editorial, em várias áreas, visando tornar a nossa editora cada vez mais presente dentro e fora da UFF, oferecendo aos leitores livros relevantes com preços acessíveis”, afirma. Atualmente, a Eduff conta com 440 em seu catálogo, que podem ser consultados e adquiridos no site http://www.eduff.uff.br/index.php e na Livraria Icaraí, em Niterói (Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí).   Confira os livros que particparão do lançamento coletivo: “...como se fosse um deles. Almirante Aragão: memórias, silêncios e ressentimentos em tempos de ditadura e democracia", de Anderson da Silva Almeida “Análises de um mundo significado: a visão semiolinguística do discurso", de Autoras: Beatriz Feres e Rosane Monnerat (Orgs.) “Economia, história e memórias – A trajetória da Faculdade de Economia da UFF”, de Hildete Pereira de Melo e Ruth Helena Dweck “Histórias de detetive para crianças: Ganymédes José e a série 'Inspetora' (1974-1988)”, de Leonardo Nahoum Pache de Faria “O Rio de Janeiro dos fados, minhotos e alfacinhas - O antilusitanismo na Primeira República”, de Gladys Sabina Ribeiro “Pontes”, de Luiz Carlos Mendes “Sementes Urbanas” 3 v., Maria de Lourdes Pinto Machado e Maria Laís Pereira da Silva (Orgs.) “Trabalho e trabalhadores no Brasil: experiências, deslocamentos, modalidades e resistências”, de Cristiana Costa e Norberto O. Ferreras (Orgs.) “Vassouras: comunidade escrava, conflitos e sociabilidade (1850-1888)”, de Fábio Pereira de Carvalho "Indizível, imperceptível e ininteligível: o sujeito contemporâneo e seus arquivos", de Bethania Mariani, Carla Barbosa Moreira, Juciele Pereira Dias e Maurício Beck (Orgs.) "Funcionalismo linguístico: diálogos e vertentes", de Mariangela Rios de Oliveira e Maria Maura Cezario (Orgs.) "Lutas por educação no Brasil recente: o movimento docente da educação superior", de Kênia Miranda "Experiências e narrativas em educação", de Carmem Lúcia Vidal Pérez (Org.)  
Eduff encerra 2017 com lançamento coletivoA Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff) reunirá autores e organizadores de 13 títulos recém-publicados das mais diversas áreas do conhecimento, na próxima quinta-feira, 7 de dezembro, a partir das 18h, no  no Centro de Artes da UFF.O evento marca o fim do ano de atividades da editora, ao longo do qual foram lançados quarenta títulos de temáticas variadas, incluindo a reedição de clássicos como "Gente das areias", de Marco Antonio da Silva Mello e Arno Vogel; "Quando a rua vira casa", de Arno Vogel, Marco Antonio da Silva Mello e Orlando Mollica  e "Pontes", de Luiz Carlos Mendes. Dentre as publicações que serão lançadas, está a coletânea "Sementes urbanas", organizada por Maria de Lourdes Pinto Machado e Maria Laís Pereira da Silva. Dividida em três volumes, a obra reúne 57 textos do arquiteto e urbanista Carlos Nelson Ferreira dos Santos (1943-1989) que foram publicados em revistas e periódicos e abordam desde a questão habitacional em favelas e na periferia até questões mais amplas sobre a cidade. Outro destaque fica por conta do livro “O Rio de Janeiro dos fados, minhotos e alfacinhas - O antilusitanismo na Primeira República”, em que a professora Gladys Sabina Ribeiro abre espaço para um tema pouco frequentado na historiografia brasileira: o estudo da imigração portuguesa e das relações entre Brasil e Portugal. Ao tratar do antilusitanismo na Primeira República, a autora amplia a discussão para além de um sentimento alimentado contra o ex-colonizador e aborda como os portugueses travavam diariamente uma árdua luta pela subsistência. A noite de autógrafos contará, ainda, com a presença do historiador Anderson da Silva Almeida que irá lançar “...como se fosse um deles: Almirante Aragão”. No livro, o autor resgata a história de Cândido da Costa Aragão, almirante da Marinha brasileira comprometido com a democracia e ciente das condições sub-humanas que os marinheiros ainda enfrentavam na segunda metade do século XX. Para o diretor da Eduff, Aníbal Bragança”, o lançamento conjunto é uma oportunidade de mostrar à comunidade a produção editorial da editora. “Nosso objetivo é chamar a nossa comunidade para conhecer a força da produção acadêmica publicada pela Eduff, com obras de alta qualidade gráfico-editorial, em várias áreas, visando tornar a nossa editora cada vez mais presente dentro e fora da UFF, oferecendo aos leitores livros relevantes com preços acessíveis”, afirma. Atualmente, a Eduff conta com 440 em seu catálogo, que podem ser consultados e adquiridos no site http://www.eduff.uff.br/index.php e na Livraria Icaraí, em Niterói (Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí).   Confira os livros que particparão do lançamento coletivo: “...como se fosse um deles. Almirante Aragão: memórias, silêncios e ressentimentos em tempos de ditadura e democracia", de Anderson da Silva Almeida “Análises de um mundo significado: a visão semiolinguística do discurso", de Autoras: Beatriz Feres e Rosane Monnerat (Orgs.) “Economia, história e memórias – A trajetória da Faculdade de Economia da UFF”, de Hildete Pereira de Melo e Ruth Helena Dweck “Histórias de detetive para crianças: Ganymédes José e a série 'Inspetora' (1974-1988)”, de Leonardo Nahoum Pache de Faria “O Rio de Janeiro dos fados, minhotos e alfacinhas - O antilusitanismo na Primeira República”, de Gladys Sabina Ribeiro “Pontes”, de Luiz Carlos Mendes “Sementes Urbanas” 3 v., Maria de Lourdes Pinto Machado e Maria Laís Pereira da Silva (Orgs.) “Trabalho e trabalhadores no Brasil: experiências, deslocamentos, modalidades e resistências”, de Cristiana Costa e Norberto O. Ferreras (Orgs.) “Vassouras: comunidade escrava, conflitos e sociabilidade (1850-1888)”, de Fábio Pereira de Carvalho "Indizível, imperceptível e ininteligível: o sujeito contemporâneo e seus arquivos", de Bethania Mariani, Carla Barbosa Moreira, Juciele Pereira Dias e Maurício Beck (Orgs.) "Funcionalismo linguístico: diálogos e vertentes", de Mariangela Rios de Oliveira e Maria Maura Cezario (Orgs.) "Lutas por educação no Brasil recente: o movimento docente da educação superior", de Kênia Miranda "Experiências e narrativas em educação", de Carmem Lúcia Vidal Pérez (Org.)  
Eduff e Superintendência de Documentação selam novo modelo de parceria   A doação de 444 exemplares da Eduff marcou o início do novo modelo de parceria entre a editora e a Superintendência de Documentação (SDC) da UFF, durante encontro realizado na manhã desta quarta-feira, 8 de novembro, entre o diretor da Eduff, Aníbal Bragança, e a superintendente de Documentação, Déborah Ambinder, na Livraria Icaraí. Os exemplares entregues à SDC são referentes a 98 títulos, que incluem lançamentos recentes e livros que já integravam o catálogo da editora. Com o novo modelo de parceria, a equipe de bibliotecários do sistema de bibliotecas da universidade fará uma pesquisa prévia no site da Eduff para selecionar os títulos que interessam a cada área do conhecimento e a cada unidade. Até então, os livros doados para a SDC eram selecionados e encaminhados pela Eduff sem uma seleção prévia específica para cada unidade do sitema de bibliotecas. A partir de agora, a superintendente de Documentação, Déborah Ambinder, acredita que a nova ação vai permitir o enriquecimento das coleções das bibliotecas de acordo com o escopo das áreas e cursos atendidos por cada uma delas. “Esse novo modelo de parceria atinge um público muito maior, reflete e amplia a visibilidade da produção intelectual da universidade, sem contar que também amplia a qualidade do ensino, da pesquisa e da extensão”, afirma. Na ocasião, o diretor da Eduff, Aníbal Bragança, adiantou que há, ainda, um interesse de formalizar um acordo de cooperação entre a editora e a SDC para que haja uma continuidade na parceria entre os dois setores da universidade. A Superintendência de Documentação é responsável pela coordenação e gerenciamento do Sistema de Bibliotecas e Arquivos da UFF, que conta atualmente com 35 unidades, incluindo 30 bibliotecas localizadas em Niterói e nos municípios de Campos dos Goytacazes, Rio das Ostras, Macaé, Nova Friburgo, Volta Redonda, Angra dos Reis, Santo Antônio de Pádua e Petrópolis. Também esteve presente na reunião a bibliotecária Márcia Silvestre, chefe da Seção de Planejamento e Desenvolvimento de Coleções, responsável pela parte de compras e doações.    
Promoção: 40% de desconto em 40 livros da EduffEm comemoração do Dia Nacional da Cultura, celebrado em 5 de novembro, a Eduff oferece 40% de desconto em 40 exemplares que poderão ser adquiridos na Livraria Icaraí, em Niterói, ou pelo site da editora. A promoção, que vai até 10 de novembro, traz títulos das mais variadas áreas do conhecimento, como “A face oculta do ouro negro” (de R$ 73 por R$ 43,80), “Violência e racismo no Rio de Janeiro” (de R$ 50 por R$ 30) e “Miragens e estilhaços da guerra – os filmes contemporâneos de ficção sobre a Guerra do Iraque” (de R$ 20 por apenas R$ 12). Também integram a seleção “Lima Barreto e Dostoiévski: vozes dissonantes” (de R$ 32 por R$ 19,20), “Ginecologia”, (de R$ 150 por R$ 90), “Patrimônios de influência portuguesa: modos de olhar” (de R$ 95 por R$ 57) e “A morte midiatizada” (de R$ 47 por R$ 28,20). Esta promoção não é cumulativa com outras já praticadas pela Eduff .   Saiba como comprar: Livraria Icaraí: Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói (RJ) http://www.eduff.uff.br/index.php/promocoes/696-cultura
Livraria Icaraí recebe lançamento da nova edição de "Quando a rua vira casa"Os professores Arno Vogel e Marco Antonio Mello lançarão a nova edição, revista e ampliada, do livro "Quando a rua vira casa" (Eduff, 2017), um clássico da área da Antropologia Urbana. Aliando conhecimentos de diferentes áreas, os autores analisam as maneiras pelas quais as pessoas se apropriam dos espaços coletivos. Na obra, dois espaços são usados para comparação: o bairro do Catumbi, com seu tradicional centro comercial, e a Selva de Pedra, no atual bairro carioca do Leblon. Considerado obsoleto, o Catumbi foi construído no século XIX e recebeu imigrantes portugueses, italianos e ciganos. Já a planejada localidade de Selva de Pedra, na Zona Sul do Rio, surgiu no começo da década de 1970 e ocupou o lugar de uma antiga favela da região. Os autores buscam explicar o caráter próprio e diferencial do uso desses espaços, quando voltados para o lazer. Por fim, são avaliadas as sugestões das políticas de inspiração racionalista, dentro dos planejamentos urbanos. A nova edição pela Eduff conta, ainda, com uma apresentação dos pesquisadores do Laboratório de Etnografia Metropolitana (LeMetro/IFCS-UFRJ) Felipe Berocan Veiga e Soraya Silveira Simões. Saiba como comprar.      
Estágio em produção cultural na Eduff: resultado após recursoA Seção de Comunicação e Eventos da Eduff divulga o resultado final do processo seletivo (uma vaga) para estagiários do curso de Produção Cultural, após recurso. Abaixo, segue a lista por ordem de classificação. O candidato selecionado receberá a convocação pelo e-mail. 1º Matheus da Silva Valadão 2º Giulia D’Aiuto Barreto 3º Daphne Chaves Trigueiro dos Santos
E-book com acesso livre: 'Apresentação de trabalhos monográficos de conclusão de curso'A Eduff lançou em arquivo PDF o e-book de "Apresentação de trabalhos monográficos de conclusão de curso", em sua 10ª edição, revisada e atualizada. O livro é uma orientação sobre os critérios para a confecção e apresentação de monografias segundo a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Nesta edição, o manual inclui as quatro últimas normas do órgão, publicadas em 2011 e 2012. A monografia é um gênero de trabalho do qual o ensaio, a tese, a dissertação e o TCC são espécies que se caracterizam, de acordo com o grau a ser alcançado, pela atualização bibliográfica, domínio do assunto, capacidade de pesquisa, sistematização e criatividade. A versão em e-book está disponível para acesso livre no site da Eduff: www.eduff.uff.br/index.php/livros/565-apresentacao-de-trabalhos-monograficos-de-conclusao-de-curso-e-book. No mesmo endereço também pode ser acessado o link para adquirir a versão impressa, que custa R$ 20,00.  
Setor de Revisão da Eduff divulga resultado final da seleção de estagiárioO Setor de Revisão da Eduff divulga o resultado final, após o prazo de recurso, do processo seletivo para estagiário de Letras. Os estudantes aprovados, mas não classificados para a vaga atual, ficarão no cadastro de reserva para futuras oportunidades, até o fim do período do Programa de Estágio Interno 2017.   Resultado final: Ewerton Maciel Fagundes - desclassificado Mariana Moura Santos - aprovada e classificada Geovanny Luz dos Anjos Santos - aprovado Débora de Freitas Dias - aprovada Raquel Monteiro de Rezende - aprovada Hector Garcia de Andrade - aprovado Jessica Carla Carvalho David - aprovada        
Edir Augusto Pereira lança "Ensaios de Amazônia" na Livraria IcaraíA partir da seleção dos ensaios do carioca Euclides da Cunha e dos paraenses José Veríssimo, Leandro Tocantins e Eidorfe Moreira, o professor e geógrafo Edir Augusto Dias Pereira aborda o papel do ensaio brasileiro na construção do espaço amazônico em "Ensaios de Amazônia", que será lançado nesta quinta-feira, 30 de março, a partir das 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói. Na obra, o autor pinçou os estudos que considera mais representativos de cada autor sobre a região. De José Veríssimo, escolheu "Estudos amazônicos", livro editado em 1970 e que reúne os ensaios publicados em jornais e revistas do Pará e do Rio de Janeiro, entre 1898 e 1915. De Euclides da Cunha, o livro "À margem da História", lançado após a morte do autor, em 1909. "O rio 23 comanda a vida", a obra mais conhecida de Leandro Tocantins, também está entre os ensaios analisados por Pereira, ao lado do livro "Amazônia: conceito e paisagem", de Eidorfe Moreira, publicado em 1960 pela Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia (SPVEA). Marcados pelo paradigma determinista e contemporâneos, os escritores José Veríssimo e Euclides da Cunha se enquadram no primeiro momento do ensaísmo brasileiro de representação espacial da Amazônia, com obras que vão do fim do século XIX até os anos de 1930, período das grandes transformações promovidas pela economia da borracha. Juntos, os dois autores representam um dos grupos mais importantes para a cristalização da ideia de nação no Brasil e, por isso mesmo, suas são pautadas pela busca da brasilidade no "interior". Já num segundo momento estão Leandro Tocantins e Eidorfe Moreira, a partir da década de 1950. Com influência das ciências sociais, seus ensaios se desenham a partir do paradigma da ciência moderna em processo de institucionalização no Brasil e na Amazônia por meio das universidades. É o período em que o Estado começa a pensar nas primeiras políticas para a região e na sua primeira definição e delimitação oficial. E é nesse momento que se apresenta um forte regionalismo definido a partir e dentro de discursos, práticas e políticas defendidas por intelectuais da região. Sobre o autor Doutor em Geografia, Edir Augusto Dias Pereira é diretor da Faculdade de Educação do Campus Universitário do Tocantins/Cametá, da Universidade Federal do Pará (UFPA). Natural de Tocantins, Edir Pereira desenvolve pesquisa na área de estudos da Amazônia, Cultura, Território, Territorialidade e Resistência, com ênfase em Comunidades Ribeirinhas da Amazônia. O autor também integra o Grupo de Pesquisa de Estudo, Pesquisa e Extensão da Região Tocantina (GEPECART) e o Núcleo de Estudos Territoriais, Ação Coletiva e Justiça (NETAJ - UFF), além de coordenar o Grupo de Estudo em Cultura, Território e Resistência da Amazônia Tocantina - SÍTIO. --> Como comprar  
Setor de Editoração da Eduff divulga resultado da seleção de estagiárioO Setor de Editoração da Editora da Universidade Federal Fluminense divulga o resultado final do processo seletivo para estagiário de Biblioteconomia e Documentação. A lista abaixo obedece à ordem de classificação dos candidatos. Resultado final 1º Marcelly Ramos Costa 2º Sara Mendonça Poubel de Oliveira 3º Carolina Fonseca Rosa 4º Marcella Begnon dos Santos Neto 5º Breno de Souza Miguel
Violência e racismo: uma relação calcada em problemas estruturais“O racismo tem forte presença tanto na violência do Rio de Janeiro quanto nas formas como o Estado a enfrenta”. Assim o cientista político Jorge da Silva sintetiza a relação entre os dois pontos principais do seu livro “Violência e Racismo”. A Editora da UFF (Eduff) acaba de lançar a terceira edição da obra, originalmente publicada em 1998 e que recebeu uma segunda edição em 2008.  Referência nos estudos sobre segurança pública, o trabalho é fruto da dissertação de mestrado defendida por Jorge da Silva no Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da UFF, sob a orientação do professor Roberto Kant de Lima. A experiência pessoal do autor, criado no hoje chamado Complexo do Alemão, serviu de referência para incorporar, de forma inovadora, a temática da discriminação racial ao estudo da violência. Afinal, o autor se debruçou sobre essa relação no momento em que diversos pesquisadores ignoravam a conexão entre os dois temas. Como capitão da Polícia Militar do Rio de Janeiro, realizou um curso nos Estados Unidos que o aproximou dos estudos sobre ação afirmativa e lhe permitiu uma comparação entre Brasil e EUA: “percebi que não havia muita diferença entre os lugares reservados aos negros, lá e aqui”, afirma. A incursão nas políticas afirmativas daquele país resultou numa monografia apresentada em 1988, ano do centenário da abolição da escravatura, que foi vencedora do concurso promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ) no mesmo ano. Dez anos mais tarde, o trabalho foi publicado com o título “20 anos de Abolição: 1988-2008”. O cientista político também lançou os livros “Guia de luta contra a intolerância religiosa e o racismo”, “Criminologia crítica: segurança e polícia”, “Direitos civis e relações raciais no Brasil” e “Controle da criminalidade e segurança pública”. Doutor em Ciências Sociais pela Uerj e também mestre em Letras pela UFF, Silva é professor convidado e conteudista do curso de Tecnólogo em Segurança Pública da UFF, além de professor adjunto da Uerj.  É ex-secretário de Estado de Direitos Humanos do Rio de Janeiro e na Polícia Militar, dentre outras funções, foi chefe do Estado-Maior Geral. Bastante atual até hoje, o livro “Violência e Racismo” inspira a produção de diversos trabalhos, discussões e reflexões, como a entrevista com Jorge da Silva, a seguir. O que o motivou a escrever a primeira edição de “Violência e Racismo”, em 1998? A abordagem que cruza violência com racismo me apareceu quando comecei a fazer o mestrado, há 20 anos. E por minha identidade social, eu era morador do Complexo do Alemão, achava que essa relação tinha a ver. Nos estudos que fiz para a dissertação, concluí que os dois fatores conversavam entre si de forma muito importante. A pesquisa me mostrou que o racismo tem forte presença não só na prática da violência no Rio de Janeiro, mas também nas formas como o poder público resolve enfrentá-la, pois, na aplicação de políticas contra a violência criminal o próprio Estado tem um viés fortemente racista, o que é facilmente observável. Quando escrevi o livro, em virtude da minha experiência como policial, achava extremamente complicado haver grandes estudos sobre a violência no Brasil e no Rio de Janeiro, muitos teóricos explicando a criminalidade, mas era como se, para esses estudiosos, não houvesse uma questão racial no país, porque sequer tocavam no assunto. Isso me incomodava. Procurei algum estudo anterior nesse sentido, mas não encontrei. Pelo que eu me lembro, foi a primeira vez que alguém fez esse cruzamento. E essa relação permanece até hoje, pelo que o senhor percebe? De 18 anos para cá, o que mudou? Um detalhe importante nisso tudo é que, no Brasil, as elites intelectuais brasileiras do final do século XIX e início do século XX produziram uma explicação que deixava de fora a questão racial. O país, segundo essa crença, tinha conseguido construir uma sociedade racialmente democrática. O mito da nossa democracia racial estimulou a Unesco a patrocinar pesquisas nesse sentido, porque ela queria demonstrar para o mundo que era possível haver uma convivência racial, dando o Brasil como exemplo. Mas aí fizeram a pesquisa e concluíram exatamente o contrário: que o Brasil talvez tivesse problemas até mais graves do que os de outras sociedades nas quais se reconhecia o racismo. Hoje esse mito se perdeu, foi derrubado, mas retomar o assunto, quase 20 anos atrás, ainda era uma contradição, era como pecar contra a castidade. O grande historiador Joel Rufino dos Santos (1941-2015) falava sobre isso no livro com o seguinte título, “O que podem os intelectuais fazer pelos pobres?”.  Ele dizia que os intelectuais tinham pena de pobre. Quando começam a ocorrer as políticas de ação afirmativa, muitos intelectuais passam a ter raiva de pobre. Passa-se da pena à raiva. É a grande diferença de lá pra cá.  Dentre os fatos históricos que o senhor aponta no seu livro, como atualização do debate sobre as questões raciais, estão as várias leis visando à implementação de cotas raciais. Qual é a importância das cotas, na sua avaliação? Com as políticas de ações afirmativas, dentro das quais temos as cotas, começamos a perceber que, mesmo com muita resistência conservadora e reacionária, tais políticas vão se desenvolvendo gradualmente, no Rio de Janeiro, aqui e ali. Tanto é que hoje temos algumas dezenas de universidades, públicas e privadas, com políticas dessa natureza, programas de governos, etc. Então a coisa se expandiu e houve muita mudança, apesar da resistência. Falar em cotas no Brasil há um tempo era um disparate. Isso porque o racismo era coisa de americano, mas quando viajei para lá vi que não havia grande diferença entre Brasil e EUA nesse aspecto, nem entre os lugares reservados aos negros lá e aqui. Prevalecia – e ainda prevalece – em muitas cabeças a ideia de que o mérito é igual para todo mundo. Quer dizer, são pessoas que não compreendem que ao final da abolição da escravatura havia um contingente imenso de ex-escravos e seus descendentes, que não tinham os mesmos direitos que os descendentes dos ex-senhores de escravos. Ainda hoje, temos pessoas no Brasil dizendo que o importante é o mérito, não interessa se o garoto nasceu em berço de ouro, foi fazer curso de inglês no exterior porque os pais bancaram, estuda em um colégio de alto nível e depois vai concorrer à universidade com um garoto de uma favela. Quer dizer, segundo essa ideia, os dois teriam o mesmo mérito. O presidente [Michel] Temer, por exemplo, assume um governo e não coloca nem uma mulher, nem um negro no primeiro escalão. E há quem diga ‘ah, mas foi coincidência’, ‘foram escolhidos pelo mérito’. Quando as pessoas dão essas desculpas, supõe-se que as mulheres não têm mérito, nem os negros. Isso é um exemplo de racismo e machismo. As pessoas precisam parar com esse discurso. Falar em mérito numa sociedade assim, como a nossa, é complicado. Temos  uma sociedade extremamente racista do ponto de vista estrutural." Os poucos espaços dos negros na universidade são conseguidos principalmente devido às políticas de ação afirmativa. Aquelas argumentações de ‘o ensino vai cair’, ‘eles não vão conseguir acompanhar’, tudo isso caiu por terra. Na Uerj, que foi a primeira universidade a implantar as cotas no Brasil, todos os estudos feitos depois demonstraram que o desempenho dos cotistas não é inferior ao dos não cotistas. Pelo contrário, em alguns casos, é superior. A repetência praticamente inexiste e a evasão é menor, embora ainda hoje se ouça um ou outro desinformado falar o contrário. Temos um dos parlamentos mais conservadores, quiçá o mais conservador, do período democrático, além de muitos casos de racistas explicitando seu preconceito. Como temas progressistas podem continuar a ser discutidos na sociedade, no sentido de combater a discriminação? A introdução de políticas de ações afirmativas e cotas no Brasil provocou que racismos enrustidos viessem à tona e os racistas começaram a se posicionar de forma muito raivosa. Essas políticas acenderam o pavio da raiva nos conservadores. E, de fato, temos um parlamento muito conservador. Mas quem é conservador na nossa sociedade? Quem ocupa as maiores agências discursivas, como diz [o crítico e professor indiano] Homi Bhabha? Quem ocupa a literatura, as editoras, os meios de comunicação convencionais, as chamadas artes clássicas, o parlamento? Ainda que os conservadores ocupem um percentual pequeno desses espaços, são grupos, ao mesmo tempo, muito fortes, porque têm poder e voz. Então isso reflete na literatura, no cinema, na televisão, na propaganda, na divulgação de informações. Qual a relação que o senhor identifica entre o contexto do conservadorismo, da violência na cidade e, por outro lado, das manifestações sociais de 2013? Nós brasileiros ainda vamos sofrer muito, porque o que está acontecendo é uma reivindicação de cidadania e participação, e a nossa história sempre negou isso. Há sempre um grupo que se arvora à capacidade de dizer o que é bom para todo mundo, mulheres, pobres, negros. E quando dizem o que é bom para você, no fundo, estão dizendo o que é bom para eles. Esperam que você se comporte como eles acham. O que aconteceu nas manifestações em 2013 é uma mistura de tudo isso. Houve uma ação da cidadania e uma reação de setores conservadores, muita participação de setores conservadores querendo jogar a culpa naqueles que queriam avanços mais democráticos. No Brasil há esquerda e direita, tudo bem, mas se observarmos bem, como diriam Gaetano Mosca e Vilfredo Pareto [pesquisadores italianos que formularam a Teoria das Elites], temos uma circulação das elites ‘no andar de cima’. Quando há uma coisa que afeta esse ‘andar de cima’, direita e esquerda se unem. O senhor acha que a união das elites se dá em prol de quê, nesse contexto? Manter o status quo e impedir o avanço democrático. Porque aqueles movimentos estavam reivindicando avanços democráticos. E com isso era preciso abrir espaços de cidadania para os grupos que se consideram discriminados. Os conservadores se colocaram na posição de tentar conter na base da força, como sempre foi na história do país. O que me surpreendeu mesmo foi um governo dito de esquerda embarcar nessa maneira de tentar conter os movimentos sociais pela força. Por exemplo, uma coisa que acho muito estranha é a edição de leis criminalizando movimentos sociais. Houve essa legislação e o governo embarcou. Até hoje não consegui entender isso.  Quando há na sociedade uma estrutura de segurança pública que vê determinados grupos sociais como inimigos, esses componentes – vitória, território, inimigo – são indicadores de uma doutrina militar de guerra, que não cabe para as polícias." No livro, o senhor trabalha conceitos como racismo, preconceito, discriminação, injúria racial. Por que é tão difícil identificar que somos uma sociedade racista e punir pelo racismo? Porque você está lidando com subjetividades. Há grande dificuldade de tipificar o racismo explícito, na forma da ‘Lei Caó’, porque ninguém vai dizer, por exemplo, para alguém não entrar em determinado lugar porque é negro ou não ingressar num trabalho por ser negro. Simplesmente vão dizer ‘está cheio, não há mais vagas’. Mesmo que você veja a mesa vazia, vão dizer ‘está reservada’. Como provar o contrário? É difícil. Aí veio a ‘Lei Paim’, criada por um senador negro [Paulo Paim], que acrescentou ao crime de injúria no Código Penal a conotação racial. Com a tipificação racial, a injúria tem a pena aumentada. Infelizmente, quando as leis são editadas, isso não é feito pelos grupos discriminados, mas por grupos que detêm o poder e fazem parte desse núcleo político, o que eu chamo de ‘establishment’. O ‘establishment’ de uma sociedade é composto por quem detém o poder político, econômico, empresarial e midiático. Alguns setores do movimento negro não compreenderam isso, na época. Outro problema é a forte resistência de setores do próprio judiciário. Com isso, fica claro que temos realmente uma sociedade extremamente racista do ponto de vista estrutural. O maior problema, a meu ver, é o racismo estrutural, que é diferente do racismo individual. O racismo aberto ou individual é aquele que discrimina um negro individualmente, mesmo que não se diga abertamente isso. O racismo estrutural diz respeito à estrutura da sociedade brasileira e discrimina um grupo social inteiro. É aquilo que o [ativista negro] Stokely Carmichael chamava de racismo institucional, mas prefiro chamar de estrutural, porque se relaciona com a estrutura da sociedade, estabelece onde se pode estar e que lugares se pode ocupar na sociedade. Até no mundo do crime temos uma estrutura social forte, já que na maioria dos crimes envolvendo milhões em dinheiro quase não há negros. É como se dissessem ‘negro aqui não, se quiser roubar pegue um revólver e vá assaltar’ ou que ‘o homem negro é destinado ao trabalho pesado e a mulher negra ao trabalho doméstico’. Um tema polêmico é a questão do combate às drogas no país. Há um recorte racial nesse combate? E como isso interfere na ação da polícia? Com o fim da escravidão, foi preciso construir uma identidade nacional brasileira. E como se fez para manter a representação ufanista? Na base da força. Então não temos uma polícia violenta isoladamente, temos uma sociedade violenta, um Estado violento. E se o Estado é violento, como a polícia não seria? O discurso dos governantes, dos secretários de segurança, dos responsáveis pela segurança pública é militarista. Se eles são militaristas, como a polícia não seria? E militarismo é diferente de espírito militar. Por exemplo, as Forças Armadas têm espírito militar, mas não necessariamente são militaristas. Ser militarista é usar o poder militar para oprimir. Quando há na sociedade uma estrutura de segurança pública que vê determinados grupos sociais como inimigos, no qual é preciso tomar o território e obter uma vitória contra o crime, esses componentes – vitória, território, inimigo – são indicadores de uma doutrina militar de guerra, que não cabe para as polícias. A acusação de que a polícia é violenta serve para livrar as elites. Quer dizer, nossas elites são pacíficas, pregam os direitos humanos, mas têm uma polícia que não se enquadra nas políticas dos governantes, que é refratária ao ideal humanístico da elite? Isso é uma mentira. Com relação às drogas, há uma tendência em falar na descriminalização do consumo privado da maconha como se fosse uma unanimidade, principalmente nas camadas mais altas. Mas enquanto descriminalizam o uso, aumentam a pena para o tráfico. Penso que a ideia com isso é criar um atalho para chegar aos grupos que se quer controlar. A proibição penal, criminal e policial às drogas nada mais é do que um atalho para oprimir. A política de guerra às drogas não é guerra às drogas coisa nenhuma, é ataque a determinados grupos sociais. É um atalho criado pelo poder mundial e adotado por muitos países para atingir determinadas populações em determinados lugares. Porque ao acabar com o combate às drogas, como fica, por exemplo, a indústria das armas? Há muitos setores para os quais isso é importante, o setor de armamentos é um deles. Mas a mídia convencional não se interessa em saber que armas são usadas, qual a sua procedência ou como um criminoso, que não compra as armas em lojas, tem uma arma fabricada no Brasil. A questão não pode continuar sob o controle do submundo. As drogas, lícitas ou ilícitas, são uma questão social importante, logo, o Estado não pode mandar a polícia resolver, porque questões sociais não são resolvidas pela polícia. É necessária a regulamentação para que haja o controle do Estado. Se houver um controle estatal é possível controlar mais do que hoje. A vitória contra o crime não vai acontecer, nunca vai deixar de haver traficantes enquanto houver usuários, principalmente enquanto a venda estiver nas mãos do submundo. Segundo uma pesquisa feita recentemente pela Organização Mundial de Saúde, o Brasil é o campeão mundial de homicídios, em números absolutos*. A Índia, com 1,2 bilhão de habitantes, tem menos homicídios que o Brasil. A alternativa é a sociedade compreender que esse modelo não é ruim só para os negros, não só para os discriminados, mas para toda a sociedade, independentemente de cor, sexo, classe, renda. É um modelo ruim para todo mundo. No dia em que as nossas elites políticas, intelectuais e econômicas entenderem isso, vão ver que estamos produzindo uma sociedade extremamente violenta por causa desse tipo de intolerância com o diferente, vide o que acontece com terreiros, centros espíritas e outras religiões de matrizes negra e africana. *O Brasil registrou 59.627 homicídios em 2014, o maior número já registrado em território nacional e uma estatística que coloca o país no primeiro lugar no ranking mundial desse tipo de crime. Os dados são do Atlas da Violência, divulgado em março de 2016. A pesquisa foi feita em parceria entre o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), com base no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde: Confira a pesquisa na íntegra aqui.  
Flip homenageia Ana Cristina Cesar, e Eduff faz descontos de até 50% em conexão com o eventoA Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) de 2016, de 29 de junho a 3 de julho, escolheu como homenageada a poeta carioca Ana Cristina Cesar, ou Ana C., como costumava assinar suas obras e cartas. Ela é a segunda mulher escolhida desde a criação do festival, que até hoje só contou com Clarice Lispector como homenageada, em 2005. Em sua Conexão Flip-Niterói, de 29 de junho a 5 de julho - dois dias a mais que a Flip -, a Eduff fará promoção com descontos de até 50% em livros da editora na Livraria Icaraí. Grande fã da autora de "A hora da estrela", Ana será tema de duas mesas, uma delas com Benjamin Moser, biógrafo de Lispector no exterior. Nesta, Heloisa Buarque de Hollanda, grande amiga da autora, estará presente e trará pareceres da sua relação com a poeta e sua obra. O reconhecimento que a Flip dará a Ana C. traz certa revolução para o cenário literário brasileiro. Em uma entrevista ao Segundo Caderno do jornal O Globo, Heloisa garantiu que a escritora era "feminista, sempre muito preocupada com a questão do gênero na literatura". A academia literária brasileira, tomada por nomes masculinos e de idade avançada, precisará de flexibilidade para aceitar o que grandes nomes do seu público de leitores já aceitaram há décadas: a obra de Ana C. é única, intimista, especial e grandiosa. Estudar e inserir as obras de mulheres escritoras no mundo da literatura, com o reconhecimento que se é dado a grandes artistas, foi e é uma luta que atravessa gerações. A própria Clarice, Virginia Woolf, Jane Austen e outras foram conhecidas por, além da qualidade de suas obras, desafiarem os cânones literários de suas épocas, dominados por ideais machistas e tradicionais. As obras de escritoras como Ana C. e Sylvia Plath, bastante subjetivas, estavam dentro desse grupo de autoras femininas que defendiam a maior inserção das mulheres no mundo literário. "Experiência do limite: Ana Cristina Cesar e Sylvia Plath entre escritos e vividos" Com essa ideia em mente, Anélia Pietrani se dedicou a estudar as duas últimas em seu livro "Experiência do limite", publicado pela Eduff, levando em consideração que Ana C. e Plath tinham em comum a exposição do íntimo em seus trabalhos, muitos construídos em estados de espírito conflituosos que as levaram ao suicídio. Em sua obra, Pietrani explora as possibilidades de limites entre o eu lírico e o real, estratégias de escrever a vida e a relação entre a maneira de escrita com a morte. O livro traz um ensaio de Pietrani mesclado a cartas, passagens e anotações das duas escritoras. --> Confira o início do livro. --> Como comprar.
Professor analisa a base curricular do ensino matemáticoO apelo para a formalidade e os métodos puramente dedutivos não correspondem mais às necessidades atuais do ensino matemático. Essa carência é tema do livro "Tendências em educação matemática: percursos curriculares brasileiros e paraguaios" (Editora Appris), do professor Marcelo Dias, que será lançado no dia 5 de maio, às 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói.  Resultado de uma pesquisa sobre educação da matemática nos documentos oficiais e nos currículos prescritos no Brasil e no Paraguai, o livro discute a organização curricular e as competências matemáticas do ensino. Para o autor, é necessário refletir sobre as novas diretrizes para a formação inicial e continuada de professores para o magistério na educação básica, bem como sobre a necessidade de uma base nacional comum entre os currículos.   "Tendências em Educação Matemática: percursos curriculares brasileiros e paraguaios" Autor: Marcelo Dias ISBN: 978-85-473-0044-9 Editora Appris Preço promocional de lançamento: R$ 60,00 Como comprar: Na Livraria Icaraí, Reitoria, Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói, ou consulte-nos pelo e-mail livrariavirtual@eduff.uff.br.
Marcelo Dias lança livro sobre base curricular do ensino matemáticoO apelo para a formalidade e os métodos puramente dedutivos não correspondem mais às necessidades atuais do ensino matemático. Essa carência é tema do livro "Tendências em educação matemática: percursos curriculares brasileiros e paraguaios" (Editora Appris), do professor Marcelo Dias, que será lançado no dia 5 de maio, às 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói.  Resultado de uma pesquisa sobre educação da matemática nos documentos oficiais e nos currículos prescritos no Brasil e no Paraguai, o livro discute a organização curricular e as competências matemáticas do ensino. Para o autor, é necessário refletir sobre as novas diretrizes para a formação inicial e continuada de professores para o magistério na educação básica, bem como sobre a necessidade de uma base nacional comum entre os currículos.   "Tendências em Educação Matemática: percursos curriculares brasileiros e paraguaios" Autor: Marcelo Dias ISBN: 978-85-473-0044-9 Editora Appris Preço promocional de lançamento: R$ 60,00
Livraria Icaraí recebe lançamento do livro "A menina e a avó da menina"Seja de personalidade ou de fantasias, a infância é uma fase de construção, de brincadeiras cotidianas que se tornam grandes histórias contadas, anos depois, em forma de memórias e saudade. Por isso, a professora Magnólia Nascimento volta-se para um de seus papeis mais emocionantes, o de avó da Beatriz, para contar os momentos únicos e divertidos que passa ao lado da neta, no livro "A Menina e a Avó da Menina", que será lançado em 28 de abril, às 18h, na Livraria Icaraí. Para acompanhar a escrita, o livro conta com as ilustrações feitas por Bia, a neta, de 5 anos. As imagens, cheias de cor, conduzem o leitor por um caminho de sensibilidade em cada situação contada, sempre acompanhando o bom humor que envolve reações inesperadas. O olhar inocente da Menina e a visão atenta da Avó dão o tom de originalidade à obra, rica de afeto e cumplicidade. O livro estará à venda no dia do lançamento, e o dinheiro arrecadado será todo doado à Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa (CACCST). Livro: “A menina e a avó da menina” Autora: Magnólia Brasil Barbosa do Nascimento R$ 30,00 ISBN: 978-85-7807-132-5
Eduff tem promoção e sorteio de livros de 11 a 22 de abrilTodos os livros da Eduff estão com 50% de desconto para estudantes e professores da UFF até 22 de abril. E mais: dez calouros serão sorteados para ganhar um livro cada. Para participar, os matriculados em seu primeiro semestre devem preencher o formulário no link abaixo e enviá-lo até o dia 22 de abril. --> Acesse o formulário do sorteio. Os livros do sorteio são: - "A face oculta do ouro negro" - "Estranhas catedrais: as empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar, 1964-1988" - "A belle époque italiana no Rio de Janeiro - Aspectos e histórias da emigração meridional na modernidade carioca" - "Pato-mergulhão (ensaio)" - "Patrimônios de influência portuguesa: modos de olhar" - "Introdução ao R" - "O romance 'Dom Casmurro' de Machado de Assis - Edição crítica e comentada" - "A morte midiatizada" - "Pelé - Complexo de vira-latas" - "1808: a corte no Brasil" Os ganhadores serão comunicados por e-mail e a relação completa estará disponível no site da Eduff e na página da editora no Facebook. Os livros da Eduff podem ser adquiridos na Livraria Icaraí, Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói, ou pelo e-mail livrariavirtual@eduff.uff.br.
Clube de Leitura Icaraí discute livro de Harper LeeA edição de abril do Clube de Leitura Icaraí traz um romance ganhador do prêmio Pulitzer de literatura: "O sol é para todos", de Harper Lee. Lançado pela primeira vez em 1960, o livro deu origem ao filme homônimo, ganhador do Oscar de melhor roteiro adaptado. O debate literário será no dia 8 de abril, a partir das 16h, na Livraria Icaraí (Rua Miguel de Frias, 9, em Niterói), com entrada franca. Considerado um dos melhores romances do século XX, o livro trata de temas atemporais, como racismo, tolerância e justiça. A história se passa em 1930, quando, nos Estados Unidos, um advogado sofre represálias sociais por defender um homem negro acusado de estuprar uma mulher branca. O enredo é narrado pelos olhos de um menino, filho do advogado de defesa. Criado em 1998, o Clube de Leitura de Icaraí se reúne toda segunda sexta-feira do mês para debates e troca de ideias sobre um livro previamente definido nos encontros. No dia 14 de maio, o clube vai discutir “A rainha Ginga”, de José Eduardo Agualusa.
Eduff divulga resultado do Edital 2015 para publicação de 25 livrosA Eduff divulgou nesta quarta-feira, 30, o resultado da seleção de originais para publicação de livros pelos editais das séries Nova Biblioteca, Memória e Identidade e Ciência, Cultura e Inovação. Foram selecionados 25 originais. --> Consulte o resultado.
GinecologiaDestinado a médicos ginecologistas e alunos – de graduação ou pós-graduação – em formação, este livro é produto da atividade docente e da prática diária de um grupo de profissionais desta especialidade, integrantes do Serviço de Ginecologia do Hospital Universitário Antônio Pedro (Huap), da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense. A coletânea está sedimentada por conhecimento adquirido ao longo de anos, desde a anatomopatologia, fisiologia, propedêutica, até a terapêutica. Tudo isso, sem perder um importante foco: a manutenção e a melhoria da qualidade de vida da cliente e de seus familiares. "Ginecologia" Autor: Renato de Souza Bravo (Org.) Ano de publicação: 2014 Idioma: Português Preço: R$ 150,00 Como comprar: Na nossa Livraria Icaraí, Reitoria, Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói, ou consulte-nos pelo formulário de e-mail em www.editora.uff.br/index.php?option=com_contact&view=contact&id=1&Itemid=24.
Lançamento do livro "Patrimônios de influência portuguesa: modos de olhar"Editado primeiro em Portugal e agora no Brasil pela Eduff, "Patrimônios de influência portuguesa: modos de olhar", organizado por Walter Rossa e Margarida Calafate Ribeiro, será lançado nos dias 25 de janeiro, às 18h, na Livraria Icaraí, e 26 de janeiro, às 19h, na Livraria da Travessa de Botafogo. A obra reúne 18 artigos de autores de diferentes áreas de conhecimento que se debruçam sobre as muitas formas de se sentir e pensar o patrimônio. Seja na arquitetura, no cinema ou na fotografia, o objetivo é encontrar o ponto de interseção entre as mais variadas manifestações culturais e sociais de influência portuguesa. Do Brasil a Portugal, passando por Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné Bissau e São Tomé e Príncipe, a presença portuguesa deixou rastos na paisagem, nos costumes e mesmo no modo de sentir, que constituem um conjunto de percepções que se chama patrimônio. Fruto do trabalho de pesquisadores e colaboradores do doutorado Patrimônios de Influência Portuguesa da Universidade de Coimbra, a obra é uma construção coletiva da qual participaram como autores os professores da UFF Ana Maria Mauad, José Pessôa, Maria Fernanda Bicalho e Sílvio Renato Jorge.
Lançamento do livro "Patrimônios de influência portuguesa: modos de olhar"Editado primeiro em Portugal e agora no Brasil pela Eduff, "Patrimônios de influência portuguesa: modos de olhar", organizado por Walter Rossa e Margarida Calafate Ribeiro, será lançado nos dias 25 de janeiro, às 18h, na Livraria Icaraí, e 26 de janeiro, às 19h, na Livraria da Travessa de Botafogo. A obra reúne 18 artigos de autores de diferentes áreas de conhecimento que se debruçam sobre as muitas formas de se sentir e pensar o patrimônio. Seja na arquitetura, no cinema ou na fotografia, o objetivo é encontrar o ponto de interseção entre as mais variadas manifestações culturais e sociais de influência portuguesa. Do Brasil a Portugal, passando por Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné Bissau e São Tomé e Príncipe, a presença portuguesa deixou rastos na paisagem, nos costumes e mesmo no modo de sentir, que constituem um conjunto de percepções que se chama patrimônio. Fruto do trabalho de pesquisadores e colaboradores do doutorado Patrimônios de Influência Portuguesa da Universidade de Coimbra, a obra é uma construção coletiva da qual participaram como autores os professores da UFF Ana Maria Mauad, José Pessôa, Maria Fernanda Bicalho e Sílvio Renato Jorge.
Patrimônios de influência portuguesa são tema de novo livro da EduffEditado primeiro em Portugal e agora no Brasil pela Eduff, "Patrimônios de influência portuguesa: modos de olhar", organizado por Walter Rossa e Margarida Calafate Ribeiro, será lançado nos dias 25 de janeiro, às 18h, na Livraria Icaraí, e 26 de janeiro, às 19h, na Livraria da Travessa de Botafogo. A obra reúne 18 artigos de autores de diferentes áreas de conhecimento que se debruçam sobre as muitas formas de se sentir e pensar o patrimônio. Seja na arquitetura, no cinema ou na fotografia, o objetivo é encontrar o ponto de interseção entre as mais variadas manifestações culturais e sociais de influência portuguesa. Do Brasil a Portugal, passando por Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné Bissau e São Tomé e Príncipe, a presença portuguesa deixou rastros na paisagem, nos costumes e mesmo no modo de sentir, que constituem um conjunto de percepções que se chama patrimônio.  Fruto do trabalho de pesquisadores e colaboradores do doutorado Patrimônios de Influência Portuguesa da Universidade de Coimbra, a obra é uma construção coletiva da qual participaram como autores os professores da UFF Ana Maria Mauad, José Pessôa, Maria Fernanda Bicalho e Sílvio Renato Jorge. Lançamentos: 25 de janeiro, às 18h Livraria Icaraí Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói 26 de janeiro, às 19h Livraria da Travessa Rua Voluntários da Pátria, 97, Botafogo, Rio de Janeiro
Entrevista com autor de “Estranhas catedrais”, vencedor do Jabuti 2015 Reprodução Vencedor do Prêmio Jabuti 2015, com o livro "Estranhas catedrais: as empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar, 1964-1988" (Eduff, 2014), o historiador Pedro Henrique Pedreira Campos falou à Eduff sobre a importância da premiação, seus projetos futuros e a necessidade de se discutir a proximidade entre as grandes empreiteiras brasileiras e o Estado, ampliada vertiginosamente com a ditadura militar. Nos próximos dias, chega às livrarias uma nova tiragem do livro, que conquistou o primeiro lugar na categoria "Economia, Administração, Negócios, Turismo, Hotelaria e Lazer". Na obra, o autor se vale do instrumental teórico do socialista Antonio Gramsci para chegar a camadas profundas da presença das empresas brasileiras de construção pesada na arquitetura do regime ditatorial vigente entre 1964 e 1988.   Eduff - O senhor acaba de ganhar o Prêmio Jabuti, provavelmente a mais popular e importante premiação literária do Brasil. Como recebeu a notícia do primeiro lugar na categoria "Economia, Administração, Negócios, Turismo, Hotelaria e Lazer"? O senhor esperava ser premiado? Pedro Henrique Campos - Fiquei muito satisfeito com a honraria. Apesar de ter ficado pessoalmente muito feliz com a premiação, é importante pontuar que o trabalho de pesquisa que deu origem ao livro não foi exclusivo meu. Tratou-se de um esforço coletivo, com auxílio de vários colegas que me ajudaram na redação dessa tese de doutorado que se tornou livro. Assim, devo reconhecer a importância de várias pessoas que foram decisivas na construção das qualidades e pontos altos do livro. É importante lembrar a minha orientadora durante a pesquisa de doutorado, a professora Virgínia Fontes (PPGH/UFF), que tantas vezes corrigiu os rumos do meu estudo. Além disso, foram fundamentais os professores e colegas de laboratórios, da UFF, da UFRRJ e nos eventos científicos que eu pude frequentar. Sem todas as críticas, sugestões e ponderações realizadas por essas pessoas, o livro não teria chegado até aqui. Por outro lado, é muito satisfatório que tenha sido premiado um livro que teve como origem uma tese de doutorado defendida em um programa de pós-graduação de uma universidade pública. Nesse momento em que ventos políticos vindos de Brasília ameaçam o caráter público da universidade e o ajuste fiscal do governo federal atinge justamente as áreas mais frágeis do orçamento, como saúde, educação e pesquisa, é um alento que uma tese tenha recebido o prêmio Jabuti. Há de se destacar que outros professores de universidades públicas ganharam premiações em outras categorias do Jabuti. Esperamos que isso sirva para sinalizar o bom trabalho que vem sendo realizado na academia brasileira e como ela deve ser preservada e até incentivada em seu caráter público, gratuito e de qualidade.   Eduff - Em "Estranhas catedrais", o senhor afirma que a proximidade entre as grandes empreiteiras e o governo brasileiro remonta à ditadura militar. O que mudou para que viesse à tona o escândalo revelado pela operação da Polícia Federal? Pedro Henrique Campos - O poder das empreiteiras brasileiras remonta a um período anterior ao golpe de Estado de 1964. Já na década de 1950, em especial nos anos Kubitschek (1956-1961), esses empresários eram poderosos e organizados, atuando de forma coletiva e política junto ao Estado e à sociedade. O que ocorre é que durante a ditadura o poder econômico e político desses empresários foi impulsionado de forma inédita e exponencial, fazendo com que eles controlassem grandes conglomerados extremamente poderosos. Esperamos que, com a divulgação do livro e a sua premiação, haja um alento sobre novas pesquisas envolvendo empresários e o Estado brasileiro, em especial no período da ditadura. Da mesma forma, esperamos que haja um esclarecimento da população brasileira, em especial em alguns setores, sobre como foram obscuros aqueles tempos de regime civil-militar, quando a tortura era política oficial do Estado brasileiro, que reprimia setores da sociedade com elevada violência. Muitos agentes parecem ter mantido práticas que derivam daquele período. Assim, esses empresários continuam realizando mecanismos como cartéis, pagamento de propinas e outras ilegalidades, o que não são novidades ou práticas recentes nesse setor, mas que remetem à ditadura e períodos anteriores da nossa história.   Eduff - De que maneira o Golpe de 1964 foi decisivo para o estabelecimento ou mesmo fortalecimento das relações promíscuas entre as empresas de construção civil brasileiras e o Estado? Pedro Henrique Campos - O golpe civil-militar de 1964 teve intensa participação empresarial, ao lado das ações de certo oficialato militar. Dentre os diversos setores empresariais, os empreiteiros de obras públicas tiveram uma atuação notável, tendo participação ativa na consecução dos fatos que deu fim ao regime democrático. Com o golpe e o gradual fechamento do regime, os empreiteiros e outros empresários passaram a ter cada vez mais acesso ao Estado e aos centros de poder, sendo agentes extremamente favorecidos pelas políticas estatais postas em prática ao longo da ditadura.   Eduff - De que modo essas empresas alteraram seus planos e estratégias de atuação para se manter próximas aos governos, mesmo após o processo de redemocratização? Pedro Henrique Campos - As empreiteiras de obras públicas alcançaram um poder econômico e político impressionante ao longo do regime ditatorial. O setor cresceu muito ao longo do chamado "milagre" econômico e em toda a década de 1970. Ao final do regime, os grupos controlados por famílias como Mendes Júnior, Camargo (da Camargo Corrêa), Andrade e Gutierrez e Odebrecht não se restringiam a empreiteiras, sendo, porém, conglomerados econômicos, com atuação em diversos setores, além de desenvolverem obras no exterior, atuando como multinacionais. Assim, para manter esse porte e nível de desenvolvimento, as empresas do setor se adaptaram às novas condicionantes do regime pós-ditatorial, tendo atenções voltadas para as eleições, a dinâmica do parlamento e da imprensa, e não só às agências do poder Executivo, como era o costumeiro no auge do regime ditatorial.   Eduff - Deflagrada há quase dois anos, a Operação Lava-jato revelou o envolvimento de figuras importantes da política e das empreiteiras brasileiras no esquema de corrupção na Petrobras. A Lava-jato pode ser considerada um novo capítulo na história da relação entre empreiteiras e o Estado brasileiro? Pedro Henrique Campos - A Operação Lava-jato realizou algo que eu nunca pensei que veria após estudar anos a fio o setor. Ela não só prendeu altos quadros dessas empresas, dadas como algumas das mais poderosas do Brasil, como também colocou atrás das grades os donos desses grandes grupos, como membros das famílias Odebrecht, Queiroz Galvão e outros. Assim, há um alto grau de ineditismo nos fatos ocorridos desde o início das investigações e da operação. No entanto, acho ainda prematuro apontar uma ruptura na relação estrutural entre empreiteiras e Estado no Brasil. O poder das empreiteiras no nosso país deve muito a como se dá a dinâmica política na nossa sociedade, como são financiadas as eleições, como se dá a dinâmica dos partidos na montagem dos governos de coalização, dentre outros fatores. Para que houvesse uma mudança nessa relação, seria necessária uma transformação radical na forma como se faz política no Brasil. Dessa forma, a decadência ou mesmo quebra das empresas mais poderosas hoje do setor e a sua substituição por empresas de menor porte ou estrangeiras não necessariamente porá fim a essa lógica. Seriam necessárias alterações de fundo e legais, como a revisão da Lei de Licitações, a proibição do financiamento de empresas nas eleições, um novo modelo para realização de obras públicas no país, dentre outras medidas e políticas.   Eduff - O senhor pretende escrever uma reedição atualizada de "Estranhas catedrais"? Pedro Henrique Campos - Neste momento, estou engajado em dois projetos de pesquisa principais. Um primeiro é um esforço coletivo, coordenado por outros colegas e por mim, com o objetivo de analisar a trajetória das principais famílias da história do capitalismo brasileiro. Espero que esse projeto já esteja pronto no ano que vem e ele incluirá uma análise das famílias das grandes construtoras brasileiras. Além disso, outro projeto de pesquisa que eu hoje desenvolvo e que também pretendo transformar em livro é continuação da pesquisa que deu origem ao livro "Estranhas catedrais". Trata-se de um estudo sobre as atividades internacionais dessas empresas, desde o período da ditadura até os dias atuais. Esse projeto opera como uma continuação da pesquisa que deu origem ao livro "Estranhas catedrais".   Sobre o autor: Pedro Henrique Pedrosa Campos é professor de Política Externa Brasileira, na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ). Sua formação acadêmica está intimamente ligada à Universidade Federal Fluminense (UFF), onde concluiu a graduação em História (2004), o mestrado em História Social (2007) e doutorado em História (2012), além de ser membro do Laboratório de História Econômico-social da UFF. Além de "Estranhas catedrais", Campos também é autor de "Ensaios de História Econômico-social: séculos XIX e XX", pela Eduff, e "Nos caminhos da acumulação: negócios e poder no abastecimento de carnes verdes para a cidade do Rio de Janeiro (1808-1835)”, pela editora Alameda.   Serviço "Estranhas Catedrais: as empreiteiras brasileias e a ditadura civil-militar, 1964-1988" Autor: Pedro Henrique Pedreira Campos Eduff, 2014 (Reimpressão 2015) R$ 58,00 Pág. 444 ISBN: 978-85-228-0984-4  
"Estranhas catedrais", da Eduff, ganha Prêmio Jabuti   Vencedor do Prêmio Jabuti 2015, divulgado nesta quinta-feira, 19 de novembro, o livro "Estranhas Catedrais: as empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar, 1964-1988", da Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff), ganha nova tiragem, que chegará às livrarias nos próximos dias. Primeiro colocado na categoria "Economia, Administração, Negócios, Turismo, Hotelaria e Lazer", o livro discute as relações entre empreiteiros, governos e estados. O autor Pedro Henrique Pedreira Campos se utiliza do instrumental teórico do socialista Antonio Gramsci para chegar a camadas profundas da presença das empresas brasileiras de construção pesada na arquitetura do regime ditatorial vigente entre 1964 e 1988. "Essa é uma conquista coletiva na construção do texto que virou livro. Devo a qualidade do trabalho também aos meus colegas. Por outro lado, fico satisfeito que esse tema tenha sido contemplado. Temos que aproveitar para discutir a situação dessas empresas e suas responsabilidades inclusive pelo período da ditadura militar", disse Pedro Henrique Campos. Historiador e professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Campos analisa as maneiras como esse segmento industrial brasileiro se organizou, articulou-se no interior da sociedade civil e se inseriu em setores do aparelho de Estado para melhor atuar na promoção de seus interesses. No período pesquisado, as empresas de construção civil obtiveram condições para um expressivo desenvolvimento. Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Queiroz Galvão, Norberto Odebrecht e Mendes Júnior são algumas das que se tornaram gigantes no setor. --> Leia entrevista com o autor. De JK a Lula - O governo Juscelino Kubitschek foi um momento fundamental na consolidação de um mercado nacional de obras públicas. Durante a ditadura, o nível de atividades do setor chegou a um patamar ainda superior e inédito na história nacional, com a realização de grandes projetos em áreas como transporte e energia. "Estranhas Catedrais" captura um aspecto fundamental da modernização capitalista que a ditadura propiciou: a combinação entre o movimento rumo à monopolização doméstica e o início da internacionalização de empresas brasileiras. Nos últimos dez anos, ocorreu a retomada de vários projetos encetados no período ditatorial, além de empreendimentos novos que reproduzem certas características daquele modelo de desenvolvimento. A retomada da construção da hidrelétrica de Belo Monte, as usinas do rio Madeira, as tentativas de implantação do trem-bala entre Rio e São Paulo-Campinas, a ferrovia Norte-Sul, a transposição do rio São Francisco e usina de Angra 3 são alguns exemplos. Apesar de não fazer tábua rasa entre os dois períodos políticos, o autor aponta que tais projetos não evidenciam apenas a inspiração e a admiração dos líderes atuais ao modelo de desenvolvimento posto em prática naqueles tempos. Eles também revelam um determinado arranjo político que guarda elementos de semelhança com a sustentação do regime dos anos 1970, com a projeção dos grandes grupos privados nacionais de engenharia e todos os seus interesses, projetos e valores.  Confira todos os premiados em todas as categorias do Jabuti em premiojabuti.com.br/resultados-jabuti-2015. Como comprar: Na nossa Livraria Icaraí, Reitoria, Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói, ou consulte-nos pelo formulário de e-mail em www.editora.uff.br/index.php?option=com_contact&view=contact&id=1&Itemid=24.  
Livros da Eduff são finalistas do Prêmio Jabuti 2015 Os livros “Estranhas Catedrais – as empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar” e “Palavras e brados – José do Patrocínio e a imprensa abolicionista do Rio de Janeiro” concorrem à 57ª edição do Prêmio Jabuti, o mais tradicional prêmio literário brasileiro. Os finalistas foram selecionados entre 2.575 obras inscritas nas 27 categorias da premiação de 2015. “Estranhas Catedrais – as empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar” concorre na categoria Economia, Administração, Negócios, Turismo, Hotelaria e Lazer. O livro, de Pedro Henrique Pedreira Campos, historiador e professor de História da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), foi publicado em 2014 e ganhará uma segunda edição em breve. A obra aborda o crescimento de grandes empreiteiras no período da ditadura civil-militar no Brasil e sua relação com o Estado. Já “Palavras e brados – José do Patrocínio e a imprensa abolicionista do Rio de Janeiro” é finalista na categoria Comunicação. A obra é de Humberto Fernandes Machado, historiador e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF). Publicado em 2014, o livro apresenta a vida de José do Patrocínio, jornalista negro e figura-chave da luta antiescravista. A apuração da segunda fase do prêmio será no dia 19 de novembro, quando os finalistas serão avaliados e as três obras com maior pontuação ganharão o prêmio de primeiro, segundo e terceiro lugares. O autor do primeiro lugar, além do troféu Jabuti, receberá um prêmio de R$ 3,5 mil. A cerimônia de entrega aos vencedores será no dia 3 de dezembro, no Auditório Ibirapuera, em São Paulo. Serviço: “Estranhas Catedrais – as empreiteiras brasileiras e a ditadura civil-militar” Autor: Pedro Henrique Pedreira Campos Editora: Eduff Ano de Lançamento: 2014 Preço: R$ 58 “Palavras e brados – José do Patrocínio e a imprensa abolicionista do Rio de Janeiro” Autor: Humberto Fernandes Machado Editora: Eduff Ano de Lançamento: 2014 Preço: R$ 47 Veja a repercussão dos indicados na mídia: Empreiteira que soube usar a corrupção cresceu mais, diz historiador “Pagamento de propina na Petrobras transcende o PT e o PSDB” Relação promíscua entre empreiteiras e governo começou na ditadura militar Livro analisa proximidade entre construtoras e regime militar O historiador Pedro Campos, autor do livro "Estranhas Catedrais"