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Seleção Curso Pré-Universitário Social da UFF Rede Educativa#ProexEmAção em parceria com a Coordenação do Programa de Extensão Pré-Universitário Social da UFF Rede Educativa, informa a abertura da seleção de candidatos com o objetivo de fazer o preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM em 2020. O Pré-Universitário Social é 100% GRATUITO com aulas somente ao sábado.   https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf2vu18VFPynzcC4pRjMc1KEWxyn1io-qBqjX0z56fXXj2kiw/viewform?fbclid=IwAR2e3OxzeqfegRxxJmCEg9mh-UPtdsOmFCJ3B6B--pIClXcSSUkkVx1c6uw
Lançamento da Eduff analisa representações sociais da escola e dos alunosEm “A escola no espelho - As representações do aluno”, Walcéa Barreto Alves e Mary Rangel investigam como o aluno é imaginado e se imagina nos espaços, tempos e contextos da escola. A partir da interface entre educação e psicologia, a obra se propõe a compreender como as representações que permeiam a construção da imagem da escola interferem na construção subjetiva da identidade do estudante. Com resultados relevantes na área da educação e no estudo das representações sociais, “A escola no espelho” é uma importante ferramenta de pesquisa e contribui para a compreensão e ressignificação do papel da escola na nossa sociedade. Saiba como comprar.  
UFF nas escolasNa quinta-feira, 28 de novembro, estudantes, técnicos e professores da Universidade Federal Fluminense visitaram o Colégio Estadual Guilherme Briggs, em Santa Rosa, município de Niterói. A atividade é parte da “UFF nas escolas”, uma proposta de extensão inspirada em “UFF nas praças”, que tem por objetivo mostrar à comunidade o trabalho desenvolvido pela Universidade Federal Fluminense, fortalecendo o vínculo da Universidade com as escolas de ensino básico.   “UFF nas escolas” é organizada pela Faculdade de Educação e conta com o apoio da Associação dos Docentes da Universidade Federal Fluminense.   Foto: Luiz Fernando Nabuco/Aduff-SSind
III Seminário Anual do Programa de Extensão Tear UFF Educação - parceria UFF e SEMECT.#ProexEmAção divulga que foi realizado no dia 27 de novembro o III Seminário Anual do Programa de Extensão Tear UFF Educação - parceria UFF e SEMECT. O evento contou com avaliação, apresentação de experiências extensionistas na rede municipal de educação de Niterói. O destaque do III Seminário, foi o relato das vivências vividas pelas alunas extensionistas de diferentes cursos de graduação da UFF. Novas ações são esperadas para 2020, a universidade e a Prefeitura de Niterói assinam cooperação com investimento de R$ 30 milhões em pesquisa, extensão e inovação.
Projeto Esporte da Escola no Coluni: Problematizando a CompetiçãoO Colégio Universitário Geraldo Reis (Coluni-UFF) é uma unidade acadêmica vinculada à Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), a instituição  atende estudantes da Educação Infantil à Educação Básica em horário integral. Desde o seu projeto de criação tem como objetivo que a instituição funcione como um ambiente para a prática de ensino, por meio de estágio supervisionado, e desenvolvimento de projetos de Iniciação à Docência. O funcionamento integral permite que sejam desenvolvidas práticas e ações que atendam às demandas dos estudantes, qualificando as ações pedagógicas. O espaço escolar do Coluni/UFF é marcado pela pluralidade  e se configura como ambiente propício à execução de práticas multiculturais. Assim, o projeto Esporte da Escola no Coluni: problematizando a competição, coordenado pela professora Poliane Gaspar de Cerqueira, é realizado como atividade extracurricular e inclui os seguintes esportes: voleibol, handebol, futsal feminino e masculino e basquete, para estudantes de 8 a 18 anos. O projeto surgiu como um resultado da integração dos estudantes do Coluni UFF, que através da prática esportiva fora do horário formaram uma equipe para os Jogos Escolares de Niterói. Após a participação nas competições, surgiram diálogos que ressaltaram a importância da coletividade, do trabalho em equipe e do sentimento de fazer parte de algo ao representar o colégio. Os esportes, assim como os jogos, as danças, as lutas e a ginástica são conteúdos da Educação Física escolar, que são apresentados aos alunos dentro de uma proposta pedagógica que busca problematizar, analisar, relacionar e interpretar essas práticas corporais enquanto manifestações da cultura corporal. Através do esporte da escola, cria-se espaços de socialização e integração entre alunos de diferentes anos de escolaridade, incentivo e resgate de valores que privilegiam o coletivo sobre o individual, o respeito, a solidariedade e a inclusão de todos os alunos. Assim, o Coluni-UFF, através de seus projetos, vem se construindo e mantendo como referência de qualidade em educação não apenas em Niterói, mas também para os municípios vizinhos.
Professor de Angra dos Reis lança livro sobre jovens em situação de privação de liberdadeEm novembro desse ano, o professor do Instituto de Educação de Angra dos Reis, Elionaldo Fernandes Julião, lançou pela editora Paco o livro Trajetórias de vida de jovens em situação de privação de liberdade: um estudo sobre a delinquência juvenil no estado do Rio de Janeiro. A partir de distintas reflexões teóricas sobre trajetórias juvenis, a obra visa contribuir para a compreensão do fenômeno da delinquência juvenil debatendo vínculo social, autocontrole, estilo de vida/atividades rotineiras, delinquência em grupo (pares ou gangues), experiências de vitimização no contexto escolar, familiar e do entorno de vivência destes jovens que estão privados de liberdade. “A obra é fruto das últimas pesquisas que venho coordenando sobre vulnerabilidade de jovens à violência e foi lançado com recursos da Faperj”, explica o professor. O livro está nas livrarias e para venda on-line através do link: https://bit.ly/2QrVRqx
Educação e Direitos Humanos no Brasil em DebateO evento tem por objetivo trazer o debate sobre a educação pública no Brasil, que vem há algum tempo sendo sucateada e ameaçada por projetos privatistas, num processo de contrarreforma neoliberal implementada pelo Estado brasileiro e que, mais recentemente, de forma contundente, vem propondo a subordinação da educação ao mercado. A Educação, como direito humano fundamental inscrito na Constituição Federal, será debatida por profissionais que em sua luta cotidiana, no seu universo de atuação, resistem e buscam estratégias - teóricas, políticas e coletivas - no enfrentamento destes tempos de retrocessos.
Programa de extensão Ciências Sob Tendas #ProexEmAção divulga o evento realizado pelo programa de extensão Ciências Sob Tendas coordenado pela professora Lucianna Fragel. A ação extensionista foi feita na Praça Garcia na cidade de Paraíba do Sul no último dia 23 de outubro, durante a 16ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, a cidade recebeu pela primeira vez o Ciências Sob Tendas, um centro de ciências itinerante que realiza a exposição de diversos trabalhos científicos nas áreas de Químicas, Física, Biologia, Arte e Inclusão, desenvolvidos por pesquisadores, alunos de graduação e pós-graduação da UFF e de outras universidades. O programa também abriu espaço para a exposição de trabalhos científicos desenvolvidos por alunos da Rede Municipal de Ensino de Paraíba do Sul. A vinda do Ciências Sob Tendas à Paraíba do Sul foi uma parceria da Secretaria Municipal de Educação e da Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia com a Universidade Federal Fluminense. Segundo estimativa de visitação feita pela equipe do programa, entre 800 a 1000 pessoas passaram pelas tendas durante todo o dia. De acordo com o coordenador de atividades do Ciências Sob Tendas, professor Gustavo Alves, o programa visa contribuir para a alfabetização científica, principalmente dos jovens, e busca aumentar o interesse da população em geral pelo desenvolvimento da Ciência e Tecnologia no Brasil, desmistificando o papel do pesquisador na produção de conhecimento através da divulgação científica. A secretária municipal de educação, Neila Bouzada, elogiou o programa desenvolvido pela equipe da UFF. “O Ciências Sob Tendas é inovador porque traz a universidade para locais públicos, dividindo as pesquisas científicas com a população. O programa mostra aos nossos alunos as possibilidades de crescimento através do conhecimento, e que eles podem ingressar nesse mundo, fomentando o cientista que existe dentro de cada estudante” – disse Neila.
UFF é contemplada com R$ 25 milhões de reais para conclusão de prédio em Campos dos GoytacazesEmenda Parlamentar de Bancada do Estado do Rio de Janeiro é dedicada ao Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional em Campos dos Goytacazes   A Universidade Federal Fluminense foi contemplada com R$ 32 milhões de reais em recursos capitados de emenda parlamentar da Bancada do Estado do Rio de Janeiro. Desse montante total, R$ 25 milhões serão destinados para a conclusão do prédio do Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional em Campos dos Goytacazes; e outros R$ 7 milhões de reais são verbas suplementares para a finalização da obra da Faculdade de Medicina. A retomada da obra do prédio da UFF Campos ocorrerá em 2020, após homologado o processo licitatório, e atenderá a todo o Norte Fluminense, contemplando um sonho de mais de uma década da UFF Campos. A emenda foi articulada por meio de um esforço suprapartidário de coleta de assinaturas de deputados federais do Estado do Rio de Janeiro. Essa iniciativa foi organizada pelo deputado Wladimir Garotinho, com participação importante do Gabinete do Reitor, comunidade e a direção da unidade da UFF em Campos. A captação desses recursos contou com o apoio essencial dos deputados Chico D'Ângelo, Talíria Petrone e Hugo Leal, além de mais onze parlamentares de diferentes partidos. Recursos para Campos De acordo com o reitor da UFF, Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, a aprovação do recurso foi resultado de intensa negociação durante os últimos meses, envolvendo órgãos técnicos da instituição e parlamentares do Rio de Janeiro. “Foi um processo conduzido de forma institucional e republicana com o objetivo de liberar verbas para a conclusão de um sonho de mais de uma década da comunidade da UFF Campos. Toda a articulação contou com nosso envolvimento pessoal e a dedicação do deputado Wladimir Garotinho, bem como o apoio decisivo dos Deputados Chico d`Angelo e Talíria Petrone. Agradecemos também o envolvimento do deputado Hugo Leal e de todos os demais parlamentares que reconheceram a importância da UFF para a região norte fluminense.  Estamos muito satisfeitos com o desfecho positivo”, afirma o reitor. As obras do prédio do Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional em Campos dos Goytacazes estão paralisadas desde 2012 por falta de investimento. Desde então, as aulas têm sido realizadas em estruturas metálicas modulares adaptadas, o que gera alto gasto mensal de aluguel e desconforto. “Resolveremos um problema fundamental das instalações da UFF Campos, oferecendo condições ideais para o ensino, pesquisa e extensão no Norte Fluminense. Ao mesmo tempo, teremos uma economia considerável de recursos de custeio. É uma vitória nos dois aspectos”, explica o reitor. Verba complementar para Faculdade de Medicina Além dos R$ 25 milhões de reais para Campos, a Bancada Parlamentar também direcionou mais R$ 7 milhões como recurso suplementar para a obra da Faculdade de Medicina. Essa verba atende demanda de fortificação da infraestrutura da construção para finalização do prédio. “Fizemos estudos quando da retomada das construções e a equipe de engenharia identificou essa necessidade”, detalhou o reitor da UFF. O Reitor destaca que a estratégia de gestão patrimonial imóvel construída identifica oportunidades e define métodos de atuação e articulação para viabilizar os recursos: “Nesse momento de recursos escassos, não recebemos nenhuma verba no nosso orçamento para continuidade de quaisquer obras e conclusão de prédios. Portanto, buscamos e criamos oportunidades como verba de prefeituras locais em articulação com o planejamento estratégico dos próprios municípios, como é o caso do IACS, a ser finalizado pela Prefeitura de Niterói e o bloco D da cidade universitária de Macaé a ser entregue pela Prefeitura do município. De forma semelhante, as emendas de bancada são disputadas entre muitos outros projetos e devem naturalmente atender a base política dos parlamentares. Em paralelo, estamos trabalhando via direção da unidade e ANP/Petrobrás para encerar também o prédio da Química e prospectando oportunidades para concluir o prédio da Farmácia. Na sequência, o plano diretor deverá ser atualizado para planejarmos edificações para as unidades que ainda não tiveram oportunidade de expandir”. A emenda da Bancada Parlamentar do Estado do Rio de Janeiro foi assinada pelos seguintes deputados federais: Wladmir Garotinho Talíria Petrone Chico d’Ângelo Clarissa Garotinho Alessandro Molon Benedita da Silva Jandira Feghali Marcelo Freixo Paulo Ramos Christino Aureo Flordelis dos Santos de Souza Glauber Rocha João Carlos Soares Gurgel Márcio Labre
Programa de extensão UFF Espaço Avançado-Trabalho social com Idosos: Processos Participativos na Construção da CidadaniaO Programa de extensão  UFF - Epaço Avançado coordenado pela professora Paula dos Santos Kropf da Escola de Serviço Social da UFF. O programa caracteriza-se por uma proposta extensionista e interdisciplinar, envolvendo ensino, pesquisa e extensão. Aberto aos trabalhadores aposentados ou idosos moradores de Niterói e seu entorno, organiza suas atividades em diversas oficinas, visitas culturais, cursos e conferências em vários campos da prática social, educacional, artística, cultural e de lazer. A meta é possibilitar processos participativos, construídos dialogicamente, de reflexão e ação nas questões sociais e do cotidiano relacionadas ao processo de envelhecimento humano, promovendo uma melhoria no desempenho individual e coletivo dos participantes. Nesta perspectiva, colabora-se na organização social e política dos idosos, promovendo o conhecimento dos direitos sociais. Além disso, busca-se facilitar aprendizados, capacitação e trocas de experiências entre os participantes e a equipe multiprofissional, envolvendo professores, técnicos, alunos de graduação e pós-graduação.
II Roda de Conversa NESED - Saúde, Educação e Diversidade no Cotidiano Escolar Brasileiro.Palestrantes: Profª Analu Steffen - Pedro II / RJ Profª Giovana Ciampi - SEDUC / Juíz de Fora Prof. Leandro Chasse Pinheiro - FAETC/RJ A II Roda de Conversa NESED - Saúde, Educação e Diversidade no Cotidiano Escolar Brasileiro  é uma oportunidade para a troca de conhecimento e compreensão da dinâmica entre as interfaces da Saúde, Educação e  a Diversidade, considerando os aspectos sociais e políticos com ênfase nas Políticas Públicas desses campos em questão, por meio de debates e apresentações de pesquisas e ações realizadas por profissionais mestrandos e doutorandos dos Programas CMPDI e PGCTIn da Universidade Federal Fluminense e do EBS do Instituto Oswaldo Cruz / IOC / Fiocruz. As pesquisas em debate são desenvolvidas no Núcleo de Estudo Saúde, Educação e Diversidade - NESED, certificado pelo CNPQ / UFF e sob a liderança do Prof. Dr. Paulo Pires de Queiroz. O objetivo da II roda de Conversa NESED é debater e divulgar as dissertações e teses que estão sendo orientadas nesse grupo de pesquisa. Espera-se que esse evento possa colaborar na elaboração dos diversos estudos e pesquisas em andamento e acredita-se, efetivamente, que todas as discussões e problematizações desenhadas durante o encontro possam favorecer na elucidação do fenômenos que estão sendo investigados pelos mestrandos e doutorandos.
Dispositivos clínico-políticos em psicanálise e educaçãoMesa-redonda para debater acerca do tema dispositivos clínico-políticos em psicanálise e educação
Dislexia e educação: entendimentos, práticas e desdobramentos pedagógicosMinicurso Dislexia e Educação: entendimentos, práticas e desdobramentos pedagógicos Local: Sala Paulo Freire, Bloco D, 318. Campus Gragoatá – UFF / Dia: 05/11/19 Horário: 9h às 12h Resumo: A dislexia é um transtorno específico de aprendizagem resultante de um déficit no componente fonológico da linguagem (Frank, 2003). Por essa razão, pessoas com esse distúrbio apresentam, dentre outros quadros, dificuldade para ler e para escrever, ações fundamentais não apenas para o desenvolvimento acadêmico do indivíduo, mas também para a condição social do sujeito portador. A escola, um local em que níveis de letramento mais avançados são cada vez mais exigidos para todos os alunos, tem se tornado, segundo Pedro (2010), um lugar de repulsa e de aversão para discentes com esse diagnóstico. Muitas vezes, nesses espaços, há ausência de informação sobre a questão e, consequentemente, há presença de conflitos, de sobrecarga ou de apagamentos entre professores, alunos, orientadores e famílias. Assim, este minicurso, tem como objetivos: (1) democratizar conhecimentos acerca da dislexia; (2) proporcionar reflexões sobre práticas pedagógicas no contexto escolar; (3) discutir possíveis desdobramentos acarretados por posturas docentes diante do quadro. A relevância desta atividade acadêmica consiste na possibilidade de construção, junto aos participantes, de inteligibilidades sobre o processo educacional em que estão inseridos estudantes com transtornos de aprendizagem, seus respectivos educadores, seus colegas de classe, entre outros. Público-alvo: Professores, Orientadores Educacionais, Estudantes de Graduação (na área de licenciatura), Gestores Escolares, Estudantes com dislexia, entre outros. Talita Rosetti Doutoranda e Mestre em Estudos de Linguagem pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Pós-graduada em Língua Portuguesa e Graduada em Letras Português/Literaturas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Membro do grupo de pesquisa Linguagem, Cultura e Trabalho. Pesquisadora financiada pela CAPES e finalista ao Prêmio Pesquisa de Excelência pela Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN) em 2019.  Contato Eletrônico: talita.rosetti@gmail.com  
I Roda de Conversa do NESED - Núcleo de Estudos em Saúde, Educação e Diversidade I Roda de Conversa NESED acontecerá na Sala 305 , da Faculdade de Educação, na Universidade Federal Fluminense. Palestrantes: Profª Maria da Conceição Vicente de almeida - Colégio Pedro II / Fiocruz Profª Rosane Barreto - FAETC / Fiocruz  Prof. Leonardo Chermont - Colégio Pedro II Moderador: Prof. Paulo Pires de Queiroz - UFF / Fiocruz O objetivo do evento é problematizar questões nas interfaces dos campos da Saúde, Educação e Diversidade. A finalidade do Encontro é possibilitar reflexões a respeito de algumas questões de partidas referentes às pesquisas de mestrado e doutorado desenvolvidas no NESED. Espera-se que esse evento possa contribuir na elucidação de algumas questões de pesquisas em andamento na universidade.  
Universidade das Ideias: Conversas Espirais é o novo tema do programa para a webO Centro de Artes UFF abre espaço para reflexões filosóficas com uma nova série de programas do Universidade das Ideias: Conversas Espirais. O projeto Universidade das Ideias, realizado pelo Centro de Artes UFF, se constitui de uma série de programas gravados para a web e veiculados pelo canal do YouTube do Centro de Artes UFF - https://www.youtube.com/channel/UCwQ-vcD2vtSKA5RtxJ0emKA. É um espaço para discussão de temas variados, tendo como convidados especialistas nos temas abordados nos encontros. O primeiro programa desta nova temporada será gravado com plateia ao vivo no Teatro da UFF, no dia 24 de setembro, às 17 horas, com o tema “Tupi or not Tupi - O papel vital da universidade: Zonas de confluências abertas Artes, Ciências e Sociedade”. A gravação é aberta ao público, com entrada franca. O debate será mediado por Luiz Guilherme Vergara, professor do Programa de Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes da UFF, coordenador do Curso de Graduação em Artes da UFF e co-Fundador Instituto MESA (www.institutomesa.org). Como debatedores, estarão presentes Tatiana Roque e Rodrigo Nunes. Tatiana Roque é professora da UFRJ, matemática e filósofa. Escreveu o livro História da Matemática: uma visão crítica, desfazendo mitos e lendas (Zahar, 2012). Foi candidata a deputada federal em 2018 e é vice-presidente da Rede Brasileira da Renda Básica. Rodrigo Nunes é professor do departamento de Filosofia da PUC-Rio, autor do livro Organisation of the Organisationless: Collective Action After Networks (2014) e de diversos artigos em publicações nacionais e estrangeiras. Seu novo livro, Beyond the Horizontal: Rethinking the Question of Organisation, será publicado em breve pela editora inglesa Verso. O Universidade das Ideias também prevê a participação de outros convidados. “Este encontro propõe abordar como forma-conteúdo as re-configurações emergentes para uma unidade tripartida entre Ética, Estética e Política. O formato de conversas espirais traz em si a abertura de uma plataforma de fala-escuta geradora de atravessamentos de múltiplas perspectivas”, avalia o professor Vergara, mediador do encontro. O programa aponta para indagações diretas sobre a sobrevida do fazer universitário, artístico, científico e filosófico num cenário de crise. Diante todas as crises e golpes que atingem as instituições públicas de ensino, pesquisa, extensão e sua produção de conhecimento, hoje, cabem as perguntas: “Como se defende a universidade pública?”; “Como se defende a educação pública?”; “Como defender o papel vital da Arte, Ciência e Filosofia na universidade pela democracia, da diversidade e direitos humanos?”; “Como pensar a descolonização da produção de conhecimento em todas as áreas?”. A inspiração para o nome “Conversas Espirais” vem do deslocamento de uma geometria-matemática dos triângulos sublimes, formando zonas espirais, sendo tomado como ponto de partida para o exercício experimental de confluências livres entre Artes, Ciências e Sociedade. O objetivo é reforçar o papel vital da universidade para a sociedade diante dos riscos e ameaças que atingem todas as instâncias e instituições públicas representantes da democracia e dos direitos humanos.   Universidade das Ideias Conversas Espirais programa para a web gravado com plateia ao vivo Tema: Tupi or not Tupi - O papel vital da universidade: Zonas de confluências abertas Artes, Ciências e Sociedade 24 de setembro de 2019 Terça | 17h Teatro da UFF Rua Miguel de Frias, 9 - Icaraí, Niterói Entrada franca
Ensino da UFF sobe 100 posições em ranking universitário internacionalResultado leva em consideração dados de 2017 avaliados pela Times Higher Education, pesquisa que considera um seleto grupo de instituições de ensino superior de ponta no mundo A Universidade Federal Fluminense obteve melhora significativa nos fatores de maior peso no ranking universitário internacional elaborado pela Times Higher Education. Dados da pesquisa recém-publicada mostram avanço nos quesitos Ensino, Pesquisa, Citações e Retorno à Indústria. O resultado contempla índices analisados sobre o ano de 2017 e reforçam a tendência de melhora acadêmica, a despeito do cenário de restrições orçamentárias. Destaque para a avaliação da qualidade de ensino da UFF, que subiu 100 posições no ranking global. O Times Higher Education é um ranking universitário internacional que avalia um seleto grupo de 1.396 instituições, entre cerca de 17 mil, que cumprem os seguintes critérios: oferecer cursos de graduação, ter publicado ao menos mil artigos relevantes entre 2014 e 2018 e ao menos 150 em cada um desses anos, e não concentrar mais de 80% da pesquisa em uma única área. De acordo com o reitor da UFF, Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, a pesquisa chega num momento importante e ressalta a qualidade do ensino superior público brasileiro. Vem aumentando o número de universidades brasileiras presentes no ranking, que passou de 32 em 2018 para 36 em 2019, e para 46 na edição 2020. “Tal ampliação do espaço das instituições brasileiras ocorre apesar das dificuldades orçamentárias. É um resultado a ser celebrado pelo sistema de educação superior brasileiro, que tem conseguido honrar sua responsabilidade social, mesmo em meio a incertezas e dificuldades”, afirma. A comparação com resultados das universidades latino-americanas mostra que das 101 ranqueadas, 46 são brasileiras. O Brasil é o país com mais instituições indexadas, seguido pelo Chile, com 18. A Argentina possui somente 4 universidades no ranking. Quanto aos resultados da UFF, deve-se destacar primeiro a subida de mais de 100 posições no quesito Ensino entre o THE 2019 (com dados de 2016) e THE 2020 (com dados de 2017). Vale lembrar que neste período a Universidade já enfrentava dificuldades orçamentárias, e, ainda assim, subiu na comparação internacional. “Isso se deve a uma combinação de melhoria na reputação da universidade, maior eficácia e também maior eficiência no uso de recursos – tendo sido capaz de formar mais recursos humanos de nível superior com menos recursos”, explica o reitor. Nos três fatores de maior peso no ranking (Ensino, Pesquisa e Citações), a UFF apresenta resultados melhores na pesquisa recém-divulgada do que nas duas edições anteriores do mesmo ranking. Na análise das métricas, a Educação passou de 16,7 para 20; Pesquisa de 9,6 para 11,3; Citações de 11 para 14,8 e Retorno para a Indústria de 34,3 para 35,2.
PROEX articula parceria com a Subsecretaria de Projetos EspeciaisA PROEX realizou reunião com o Programa TEAR UFF e a equipe da Subsecretaria de Projetos Especiais do município de Niterói. Participaram o Subsecretário de Projetos Especiais, Professor José Henrique Antunes, a Assessora da Educação Especial, Professora Andréa Pierre, a Coordenadora das Bibliotecas Populares Municipais, Bibliotecária Maria Lúcia Gonçalves, o Coordenador do Programa TEAR UFF, Professor Antonio Lyra e a Coordenadora de Difusão e Fomento à Extensão (CDFEX), Professora Lucíola de Luca. O objetivo da reunião foi fortalecer e propor novas ações de extensão por meio do Programa TEAR UFF, além de reunir as demandas da Subsecretaria de Projetos Especiais.
PROEX entrevista o Prefeito de Niterói Rodrigo NevesA PROEX realizou entrevista com prefeito de Niterói Rodrigo Neves, que declarou: "A prefeitura não vai medir esforços para apoiar a Universidade." Segundo o Prefeito, "as universidades [...] são determinantes para a soberania [...] e para o desenvolvimento sustentável" das nações. Ainda segundo Rodrigo Neves, "quem ataca a universidade não tem compromisso com o Brasil, com a soberania do país e com o povo brasileiro." Em breve, entrevista na íntegra no JORNAL EXTENSÃO EM FOCO
Programa de Extensão Ciência sob TendasA PROEX divulga a realização da parceria com o programa de extensão Ciência Sob Tendas, coordenado pela professora Lucienne Fragel. O programa Ciência Sob Tendas é um centro de ciência itinerante que tem como objetivo contribuir para a alfabetização científica de crianças e jovens, propiciando a conscientização e compreensão pública da ciência e tecnologia através da realização de atividades lúdicas, criativas e interativas. A parceria visa a produção de vídeos institucionais de divulgação das ações extensionistas desenvolvidas pelo programa.
Educação das Relações Étnico-Raciais em Jogo: Diálogos e AfetosProjeto de Extensão Educação das Relações Étnico-Raciais em Jogo: Diálogos e Afetos A PROEX divulga o projeto de extensão Educação das Relações Étnico-Raciais em Jogo: Diálogos e Afetos, que contará com oficina de jogos indígenas. Esse evento será realizado no dia 13/06/19 às 16h no Instituto de Educação Física da UFF.  
UFF nas Praças - ação de divulgação dos projetos da UFFA Universidade Federal Fluminense integrará, no mês de maio, uma série de ações em prol da universidade pública gratuita, inclusiva e de alta qualidade. Há uma ampla corrente de manifestação de solidariedade que envolve a comunidade interna e familiares, bem como a sociedade em geral, entidades civis, jornalistas, artistas e personalidades. Neste mês de maio, é hora de mostrar para a sociedade o impacto e o valor das atividades desenvolvidas nas universidades públicas. Para isso, contamos com a participação de todos! Começa dia 08 com atos convocados pelos estudantes e entidades. No dia 15, haverá ampla agenda de mobilização nacional. Na sequência, a administração da Universidade Federal Fluminense organizará o “UFF nas Praças” nos dias 22 e 25 de maio. Essa atividade busca levar os serviços de atendimento gratuito, ações extensionistas e de divulgação científica e tecnológica para locais de grande circulação de pessoas. A ideia é mostrar os benefícios sociais diretos da universidade pública, enfatizando seu caráter transformador tanto das histórias pessoais quanto do desenvolvimento nacional. É hora de mostrar a universidade aberta, vibrante, com muita vida e disposição. Educação é um investimento. A atuação da Universidade Federal Fluminense traz ganhos que vão muito além da formação de profissionais de alta qualidade. Isso se dá por meio de diversas ações que, em primeiro lugar, desoneram o Estado da prestação de serviços à população e, em segundo, contribuem com pesquisas para a produção de patentes, políticas públicas e geração de valor em diversas áreas. A UFF é uma instituição gigante, composta por pessoas que se congregam na pluralidade. Por isso, um evento como este se caracteriza pela coletividade dos projetos. Convocamos diretores, pró-reitorias, técnico-administrativos, estudantes e professores a colaborarem com a organização do evento e com a participação de projetos de pesquisa, extensão, inovação e inserção no mercado. Fazemos um apelo especial para a comunidade acadêmica dos campi de expansão da UFF para ampliar o evento para além de Niterói. Você integra um projeto interessante vinculado à UFF e quer participar desta ação? Preencha esse formulário para manifestar interesse em participar do UFF nas Praças. As inscrições vão até dia 15 de maio. Em caso de dúvidas, entre em contato com a professora Geralda Marques através do email geraldafmarques@yahoo.com.br Serviço UFF nas Praças Dia 22 de maio, quarta-feira, Praça Arariboia Dia 25 de maio, sábado, Campo de São Bento Entre 22 e 25 de maio, ações multicampi   Prof. Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, Reitor Prof. Fabio Passos, Vice-Reitor   Em caso de dúvidas, entre em contato com a professora Geralda Marques através do email geraldafmarques@yahoo.com.br  
Impactos dos projetos e serviços da UFF na sociedadeO Ministério da Educação confirmou na noite de ontem o bloqueio global de 30% do orçamento de custeio das universidades federais. Caso se concretize, essa medida produzirá um impacto negativo profundo e duradouro na sociedade brasileira, em razão da contribuição fundamental das universidades para o desenvolvimento do país. A Universidade Federal Fluminense tem como preceitos básicos a excelência acadêmica, o impacto social, a inovação e a transferência de conhecimento para a sociedade. Nesse contexto, é imperativo não somente reverter agora os bloqueios anunciados dos investimentos nas universidades federais, mas ir além e consolidar políticas públicas que fomentem as universidades como força motora do desenvolvimento científico, tecnológico e social do Brasil. Em momentos de crise, a melhor saída para a recuperação econômica e fortalecimento da autonomia sustentável do país é investir em educação, ciência, tecnologia e inovação, assim como tem sido feito em países como a China e Coréia do Sul. A UFF está elaborando um cronograma de ações em defesa da universidade pública, gratuita, de alta qualidade e inclusiva. Serão atividades abertas ao público de conscientização e de divulgação dos projetos de ensino, pesquisa e extensão. Estão previstas ações sociais nas praças, estandes acadêmicos, abrir as portas dos laboratórios, bibliotecas e muito mais. Anunciaremos em breve a agenda completa de atividades, que se concentrarão nos dias 22 e 25 de maio. Contamos com a participação de nossa comunidade e de toda a população. Quem é a UFF? A UFF é atualmente a maior universidade federal do Brasil em número de estudantes matriculados. Há unidades de ensino em 9 municípios do Rio de Janeiro, ocupando todas as mesorregiões do Estado, além do município de Oriximiná no Pará. A UFF movimenta mais de 43 mil alunos em 130 cursos de graduação, 8 mil de pós-graduação, mais de 3300 docentes, dos quais 85% são doutores, e mais de 2600 servidores técnicos e administrativos. Estamos entre as melhores universidades do país segundo todos os rankings nacionais e internacionais. Somos destaque como universidade plena, atuando em todas as áreas do conhecimento e que tem experimentado forte crescimento quantitativo e qualitativo. Por exemplo, somos conceito máximo (5) na qualificação institucional do MEC, nosso índice geral de cursos (IGC) de graduação, que mede a eficiência na formação de profissionais, sobe a cada ano. Temos acordo de cooperação com mais de 330 instituições estrangeiras e líderamos do Grupo de Tordesilhas de universidades brasileiras, portuguesas e espanholas. Além disso, dobramos a proporção de cursos de pós-graduação de excelência nível 6 e 7 na CAPES. Estamos entre o seleto grupo de 36 universidades que tiveram projeto aprovado de internacionalização no programa Print da CAPES.  Portanto, a UFF é uma instituição fundamental para o aperfeiçoamento de capital humano e tecnológico, com capacidade de capilarização sem igual no Estado do Rio de Janeiro. Assim, contribuindo de forma estruturante para o avanço do país. Impacto científico A comunidade interna da UFF fez recentemente uma opção por uma gestão de perfil marcadamente científico e técnico. Ciente da sua responsabilidade social através da sua ação transformadora da vida dos indivíduos e da comunidade onde se inserem, a Universidade Federal Fluminense se posiciona como uma liderança acadêmica que participa ativamente na formulação e execução das políticas públicas para desenvolvimento do Brasil. Isso se reflete no perfil de sua administração, liderada pelo reitor e médico Antonio Claudio Lucas da Nobrega e vice-reitor e engenheiro químico Fabio Passos. Antonio e Fabio possuem toda sua trajetória ligada a projetos científicos e aulas de graduação e pós-graduação, bem como a construção de grupos colaborativos de pesquisa e formação de dezenas profissionais acadêmicos e de mercado. Ambos, reitor e vice-reitor, são pesquisadores de produtividade nível 1 do CNPq, com doutoramento nos Estados Unidos e grande produção de artigos científicos nacionais e internacionais de impacto em suas áreas. Esse perfil acadêmico da UFF vem sendo consolidado a partir dos seus avanços quantitativos e qualitativos. Considerem a produção científica da UFF: crescemos 84% desde 2008, ou seja, quase dobramos em 10 anos! São inúmeros os projetos de destaque e valor científico e tecnológico e que envolvem todos os segmentos da comunidade e da sociedade em geral. Por exemplo, a Escola de Engenharia foi selecionada para participar de uma competição da NASA que incentiva jovens de todo o mundo a criar, construir e testar tecnologias. O Projeto Reach, de Medicina, Computação, Engenharia e de Telecomunicações da UFF, criou próteses robóticas de baixo custo. Alunos e professores de Medicina e Engenharia da UFF, em parceria com as Forças Armadas Brasileiras, desenvolveram tecnologia de telemedicina para prestar apoio aos atendimentos clínicos à distância, beneficiando populações da região Norte do Brasil. Metodologia essa que pode ser chave frente à escassez de profissionais de saúde em locais de difícil acesso. Professores de Química da UFF integram grupo de pesquisadores que vem obtendo avanços importantes em soluções para o combate ao câncer. Os exemplos são incontáveis nas mais diversas áreas do conhecimento, de projetos desde a ciência fundamental, passando pela construção de políticas públicas até a inovação aplicada à indústria. A UFF tem, ainda, grande tradição nas áreas de humanidades, ciências sociais, artes e cultura. É fundamental compreender o ser humano, nossa história e a sociedade como base para nossa evolução; e criar, promover e difundir arte e cutura para o enriquecimento humano. Impacto social Para além do impacto fundamental da ciência na sociedade de um modo geral, a UFF também tem exercido um papel essencial em projetos de impacto social imediato. São muitos exemplos em todos os campi. O Centro de Assistência Jurídica da UFF Macaé presta atendimento e consultoria gratuitos para a população em casos na área cível, penal, trabalhista e de família. A UFF Nova Friburgo atende surdos na Clínica-Escola de Fonoaudiologia. A Faculdade de Odontologia beneficia Niterói e contribui com o desenvolvimento de novos produtos como implantes dentários, substitutos ósseos e membranas sintéticas - e de novas técnicas em odontologia; esse projeto possui, ainda, iniciativa de referência na atenção saúde bucal de pessoas com deficiência, também com oferta gratuita. O Hospital Universitário Antonio Pedro (HUAP) presta atendimento de média e alta complexidade a todo leste fluminense, além de formar centenas de profissionais ao ano e produzir conhecimento de alto nível. O Serviços de Psicologia Aplicada (SPA) em Niterói, Volta Redonda e Campos atendem a população e formam profissionais em saúde mental. Nosso Hospital Veterinário trata dos pets da população por preços populares e possui ações gratuitas como o Projeto Castração. Ciências Contábeis e de Ciências Atuariais prestam orientações sem custos para o preenchimento do Imposto de Renda. Cursos de Turismo e Segurança Pública realizam ações de treinamento e conscientização de policiais militares do Rio de Janeiro. Nossos professores são referência em atendimento de idosos com o Mal de Alzheimer, atendendo gratuitamente há mais de 20 anos pelo Centro de Referência de Atenção à Saúde do Idoso de Niterói. Pesquisadores do Instituto de Biologia da UFF descobriram substâncias promissoras para o tratamento da doença de Chagas. Novamente, são incontáveis ações de impacto social imediato que a UFF oferece a sociedade de forma ampla e inclusiva. Impacto ambiental A UFF construiu um Plano de Logística Sustentável arrojado que está sendo cumprido com gerenciamento dedicado. Nesse contexto, a UFF possui projetos de Engenharia, Arquitetura e Mobilidade Urbana dedicados a aumentar a resiliência das cidades contra o impacto das chuvas. A Engenharia Civil desenvolveu soluções de concreto permeável para o escoamento pluvial das cidades. O curso de Geociências possui um radar de ponta que monitora a poluição da Baía de Guanabara. Além disso, a UFF realiza pesquisas de perfuração profunda dos oceanos em busca de novas riquezas por meio do International Ocean Drilling Program (IODP). Desenho Industrial desenvolve protótipo sustentáveis de bicicletas urbanas. A Engenharia Ambiental produz material para impressoras 3D utilizando plástico reciclado. O Instituto de Biologia, Engenharia Agrícola e Ambiental e Educação de Pádua são atuantes recuperam regiões florestais e urbanas degradas em todo o Estado do Rio de Janeiro. O Meio-Ambiente também sofrerá com o bloqueio das verbas. Impacto na inovação e mercado de trabalho A UFF é fundamental na formação de capital humano qualificado para o mercado de trabalho do Estado do Rio de Janeiro. O planejamento estratégico para o desenvolvimento da educação no país se beneficia fundamentalmente da visão integrada entre ensino básico e superior. Não se trata meramente de tirar recursos de uma área e passar para a outra. Afinal, as universidades federais são os centros de formação da maior parte dos professores dos ensinos básicos do Brasil. A UFF possui 33 graduações de licenciatura de professores em diversos campi pelo Estado do Rio de Janeiro em Português, Matemática, História, Pedagogia, Química, Ciências Sociais, Ciências Naturais, Cinema, Computação, Educação Física, Filosofia, Física, Química e Geografia. Forma-se um ciclo virtuoso onde a Universidade forma o profissional de ensino básico que precisa das pesquisas sobre educação para aperfeiçoar seus modelos e alcançar níveis melhores de formação educacional para toda a população. Os estudantes mais pobres de ensino básico também sentirão as consequências dos cortes nas universidades federais. A Inovação para a economia é um ponto forte da UFF. Tanto é que alunos de Medicina e do “Minor em Empreendedorismo e Inovação “da UFF foram destaque na Revista Forbes pela criação de aplicativo médico utilizado em todo país, como também em diversos países da Europa, África e América Latina. Além disso, nossa Agência de Inovação possui diversas startups incubadas com projetos revolucionários em diversas áreas. Impacto para as famílias e estudantes de baixa renda A UFF é uma universidade plural, que possui em suas cadeiras estudantes naturais de todos os estados brasileiros. O perfil socioeconômico e cultural dos estudantes sofreu uma reviravolta na última década. Dados da Andifes mostram que mais de 51% dos alunos possuem renda familiar de menos de três salários mínimos, percentual que atinge mais de 64% entre aqueles vindos da região Norte do Brasil. Não se faz um sistema de ensino de qualidade e que inclua os mais pobres com corte em repasses. Pelo contrário, a Universidade Federal Fluminense apresenta ao Ministério da Educação e à sociedade seu impacto para o crescimento do Estado do Rio de Janeiro e do Brasil não somente para a restituição de seu orçamento total, como também investimentos suplementares para a finalização das obras e recomposição da verba de custeio que vem sofrendo reduções nos últimos cinco anos. Sustentabilidade Financeira Para isso, a UFF vem fazendo sua lição de casa em busca da sustentabilidade financeira. A administração cortou totalmente os celulares institucionais e vem estudando a racionalização do transporte administrativo e operacional. Além disso, houve grande esforço de revisão e readequação dos contratos de serviços terceirizados. A renegociação de preços deve produzir uma redução de cerca de R$ 30 milhões de reais anuais na verba discricionária, dando fôlego para a adequação dos pagamentos e regularização dos serviços. Nos preparamos para dialogar com o Ministério da Educação e para mostrar para a sociedade civil o papel de liderança científica, tecnológica e de inovação da UFF no Estado do Rio de Janeiro e do Brasil. A UFF vem obtendo destaque nos índices de formação de alunos. É fundamental continuar avançando. Para isso, necessitamos ampliar a rede de assistência estudantil, sobretudo em nossos campi do interior, com a construção e manutenção de restaurantes universitários e moradias em Pádua, Volta Redonda, Rio das Ostras, Macaé, Campos, Petrópolis, Angra dos Reis e Nova Friburgo, com vistas a oferecer condições ideais de permanência para nossos alunos se tornarem profissionais qualificados no futuro. A Universidade Federal Fluminense se coloca como agente ativo no desenvolvimento do Estado do Rio de Janeiro e do Brasil. As universidades federais não são o problema, mas a solução para uma nação altiva e soberana. Este avanço se construirá com gestão responsável e eficiente, apoiada por um robusto e permanente  financiamento público, possibilitando que a universidade cumpra seu papel na sociedade brasileira.  Temos muito orgulho de ser UFF!  Prof. Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, Reitor Prof. Fabio Passos, Vice-Reitor
Autoridade: dimensões clínicas, políticas e educacionaisO evento é voltado para pesquisadores, estudantes, profissionais de diversas áreas como psicologia, psicanálise, filosofia, educação, saúde coletiva, ciências políticas, dentre outras áreas afins. As palestras e debates visam elucidar esse importante conceito da "autoridade" de modo a desmistificar lógicas distorcidas tando do ponto de vista político, como clínico e educacional. Por que chegamos ao ponto que chegamos? Por que a autoridade pode ser confundida com o autoritarismo? Qual a lógica da autoridade no plano familiar? E no plano psíquico? Por que o "autoritarismo", sintoma da autoridade, vem sendo elevado ao plano de "solução" para todos os problemas humanos e sociais? Essas questões serão abordadas por professores-doutores-pesquisadores de importantes universidades públicas do Brasil e da França. A entrada é gratuita, limitada ao número de vagas do auditório, sem necessidade de inscrição prévia e dará direito a atestado de participação.
UFF assume protagonismo em ações de acessibilidade com o Mestrado Profissional em Diversidade e InclusãoData de 11 de maio de 2016 a Portaria Normativa do Ministério da Educação que destinou algumas vagas nos programas de pós-graduação do país para pessoas com deficiência. Antes disso, em 2013, a UFF já inaugurava seu Mestrado Profissional em Diversidade e Inclusão (CMPDI), com uma proposta de vanguarda: fazer ciência não somente para a pessoa com deficiência, mas junto com ela. Em outros termos, “fazer com que a pessoa com deficiência não fosse vista simplesmente como ‘objeto de estudo’, mas como pesquisadora”, explica a professora Ediclea Mascarenhas. Hoje, com pouco mais de cinco anos, o programa é reconhecido dentro e fora do país e acaba de alcançar um marco importante, com a conclusão de sua 170ª dissertação. Desde o momento em que o CMPDI foi inaugurado, estudantes com deficiência ocupam as salas de aula do mestrado, como surdos, deficientes físicos, autistas e cegos. “Há algum tempo atrás só tínhamos em nosso estado uma pessoa surda com mestrado”, destaca a professora. Hoje, segundo ela, o CMPDI já formou aproximadamente trinta mestres surdos: “temos estudantes egressos trabalhando em universidades públicas do Rio de Janeiro, na Amazônia e no Recôncavo Baiano. Alunos com autismo que passaram pelo CMPDI e já concluíram doutorado, alunos com deficiência visual e também física”. (...) É necessário continuar acreditando que apenas o conhecimento é capaz de neutralizar esse medo do diferente", Diana Cavalcanti. Agora o programa se prepara para mais uma conquista. Segundo Ediclea, “é chegada a hora de receber os primeiros jovens com deficiência intelectual. Essa tem sido uma tendência mundial: pessoas com deficiência cada vez chegam mais ao ensino superior, são microempreendedores. Na Espanha, temos uma vereadora com Síndrome de Down. No Brasil e em outros países, já temos pessoas com Síndrome de Down que concluíram o ensino superior”. Um exemplo é Flávia Carvalho, recém-graduada em Pedagogia - a primeira pessoa com Síndrome de Down a concluir o ensino superior no estado do Rio de Janeiro. A pedagoga, que já pensa em participar da seleção de mestrado do CMPDI, teve seu primeiro contato com o programa há alguns anos, através de Ediclea: “conheci sua história quando, em 2016, participei como palestrante do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, na Universidade de Barra Mansa. Neste dia, soube que uma aluna com Síndrome de Down cursava Licenciatura em Pedagogia, o que me deixou muito feliz”, comemora. O encontro foi tão mobilizador que, em 2017, na ocasião do I Simpósio de Deficiência Intelectual e Desenvolvimento Humano do CMPDI, a professora chamou Flávia para participar de uma mesa redonda. Segundo a docente, o evento foi um sucesso absoluto: “neste dia, a convidei para ingressar no meu grupo de pesquisa e se preparar para o mestrado assim que terminasse a faculdade, o que a deixou extremamente entusiasmada”, ressalta Ediclea. “Recebi o convite e fiquei muito contente. Falei pra todo mundo. Em minha opinião, é muito importante dar oportunidade a pessoas com Síndrome de Down como eu e também a outros com deficiência, e também para dar continuidade aos estudos”, enfatiza Flávia. Segundo ela, os planos agora são de continuar a estudar, fazer mestrado e “não parar”. Além disso, ela quer investir no trabalho com educação infantil, seu sonho desde pequena. Às portas do mestrado, a pedagoga tem hoje muitos motivos para comemorar, mas chegar até aí demandou um grande esforço de sua parte e também de sua família, que sempre esbarrou nas limitações do sistema educacional no acolhimento de pessoas com Síndrome de Down. O primeiro desafio, de acordo com ela, foi entrar na faculdade: “se não fosse a minha mãe ir lá e conversar, eu não teria entrado", destaca.  Além disso, segundo ela, "foi difícil a aceitação por parte de alguns professores. Penso que nunca tiveram uma aluna com a síndrome e não sabiam como trabalhar. Era diferente e isso assusta, eu acho. Mas felizmente eram poucos. No começo, fiquei muito ansiosa, porque era tudo novo, mas fui me adaptando, estudando muito e cheguei ao último período que, para mim, foi o mais marcante. Gabaritei a prova de Estatística sem ela ser adaptada. A professora acreditou que eu era capaz de realizá-la igual a todos os meus colegas. Essa foi uma grande conquista para mim. Sou muito capaz”. Pioneiro no Brasil e com uma proposta ousada, fazendo jus ao protagonismo alcançado pela UFF no que diz respeito à acessibilidade, o CMPDI foi concebido também como uma resposta à problemática apresentada por Flávia. De acordo com a coordenadora do mestrado, Diana Cavalcanti, “no curso, propomos um embasamento teórico-prático para que recursos humanos sejam capacitados para atuar na área. Além de buscar soluções para garantir igualdade de condições para o acesso e permanência dos profissionais que tenham interesse em se aprimorar em suas respectivas formações”. “Nos tempos atuais, em que episódios de intolerância e preconceito têm sido frequentes, é necessário continuar acreditando que apenas o conhecimento é capaz de neutralizar esse medo do diferente. Ao ter que conviver com alguém com deficiência, por exemplo, a reação das pessoas é o medo de não saber o que fazer. A busca de conhecimento é a vacina contra isso”, enfatiza Diana. Na contramão de toda a sorte de preconceitos, e de braços dados com o ideal de sociedade que a universidade pública deseja poder construir, Flávia, com postura firme e esbanjando alegria, brada a quem quiser ouvir: “quero ser exemplo para todos aqueles que achavam impossível uma pessoa com Síndrome de Down estar na faculdade. Tudo bem ter medo, porque todo esse processo é difícil, mas é também possível. Se eu consegui, muitos outros também podem conseguir”.  
Neurocine: “Se enlouquecer não se apaixone” seguido de debateNo dia 11 de março, foi realizado o Neurocine que tem como objetivo promover a exibição de um filme, seguido de discussão com profissionais de diferentes áreas. Esse evento é vinculado à Semana Internacional do Cérebro (Brain Awareness Week), coordenada internacionalmente pela Instituição Dana Foundation. A atividade foi organizada pelo Núcleo de Pesquisa, Ensino, Divulgação e Extensão em Neurociências (NuPEDEN) da UFF com o apoio do  INCT-NIM/CNPq,  PPG em Neurociências da UFF,  OCC/UFRJ e PROEX/UFF e aconteceu no auditório da Faculdade de Economia da UFF. Em razão do tema escolhido para a X Semana do Cérebro “Neurociências e Educação“, foi exibido o filme "Se enlouquecer não se apaixone" (Universal Pictures-2010), o qual aborda a história do adolescente Craig (Keir Gilchrist),  estressado com as demandas da adolescência (medos, ansiedades, escolha da carreira profissional, o primeiro amor, dentre outras) e assustado com sua tendência suicida, decide buscar ajuda em um hospital psiquiátrico, onde fica internado por uma semana. O protagonista é acolhido por Bobby (Zach Galifianakis), que se torna seu mentor, e se encanta com Noelle (Emma Roberts). Após a exibição do longa-metragem, houve uma mesa redonda multidisciplinar para discussão das temáticas abordadas no filme, que contou com a participação de Fátima Erthal (UFRJ), pesquisadora especialista em comportamento humano, Terezinha Resende (Clínica Arte Ser), psicóloga clínica; e Helena Pereira (UFF), professora/pesquisadora e especialista em divulgação da ciência. As palestrantes responderam aos questionamentos da platéia, composta por estudantes do ensino médio, professores, coordenadores pedagógicos de cinco escolas públicas e uma, particular.
Neurocine debate o filme Se enlouquecer não se apaixoneEm consonância com o tema escolhido para a X Semana do Cérebro "Neurociências e Educação", será exibido o filme "Se enlouquecer não se apaixone" que aborda a temática de um adolescente, Craig Gilner, que decide se internar em uma clínica de saúde mental. Em seguida, será realizado o debate sobre o filme com diferentes profissionais da área: Helena de Souza Pereira- Pesquisadora/UFF, Fátima Erthal – Pesquisadora/UFRJ, Ricardo Krause – Médico Psiquiatra e Terezinha Resende – Psicóloga clínica e orientadora vocacional. O projeto de Extensão Neurocine tem como objetivo promover a exibição de um filme, seguido de discussão com profissionais de diferentes áreas, em tom  multidisciplinar, sobre a temática do filme. A ação é organizada pelo Núcleo de Pesquisa, Ensino, Divulgação e Extensão em Neurociências da UFF (NuPEDEN).
UFF sediará um dos maiores encontros de Educação do BrasilA Pró-Reitora de Graduação esteve presente na reunião de planejamento da 39ª Reunião da Associação de Pesquisa e Pós-Graduação em Educação-  ANPEd No dia 06 de fevereiro aconteceu, na Faculdade de Educação da UFF, a reunião de planejamento para a 39ª Reunião da Anped. O encontro contou com a presença do Profº Jorge Najjar, Coordenador do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFF; de representantes da diretoria da ANPEd; da comissão local organizadora da UFF; representantes docentes e discentes; além de representação da Prefeitura de Niterói. O evento, um dos maiores na área de educação, será realizado de 20 a 24 de outubro deste ano e terá como público estimado cerca de 5.000 pessoas. Na reunião foi discutida a importância da participação dos diferentes segmentos no apoio e divulgação do evento. Para a Professora Alexandra Anastacio, Pró Reitora de Graduação, “O evento traz a oportunidade de discutir os desafios da educação brasileira no tocante à inclusão, uso de metodologias ativas de ensino, formação docente e o constante diálogo com a sociedade contemporânea”. A ANPEd comemora, em 2019, 40 anos de existência promovendo debates que possibilitam gerar avanços na Educação brasileira. Os anais de todas as reuniões científicas nacionais e notícias sobre o evento deste ano podem ser consultados em: http://www.anped.org.br/
Eduff lança “Cultura Negra”, uma coletânea em dois volumesA diversidade das experiências negras no campo cultural, da festa, da música, do teatro, da educação, da luta política, em diferentes épocas da história do Brasil, está presente em “Cultura Negra”, uma coletânea em dois volumes publicada pela Eduff. Organizada por Martha Abreu, Giovana Xavier, Lívia Monteiro e Eric Brasil, a obra reúne 27 artigos. No Volume 1, o destaque é para as instituições e associações culturais e políticas negras, como escolas de samba, congados, jongos, bois e maracatus, nos tempos da escravidão, em especial, nos tempos do pós-Abolição. O Volume 2 se volta para os sujeitos sociais que, na prática, criaram novos sentidos de cultura e festas. São homens e mulheres frequentemente esquecidos, mas cujas trajetórias e ação intelectual demonstram o combate ao racismo e a contraposição às relações de dominação, reconstruídas no pós-Abolição. As ações desses sujeitos nos campos musical, teatral e educacional promoverem importantes debates sobre afirmação de direitos e discussão das identidades negras e, principalmente, para o entendimento de uma outra história do Brasil republicano e suas lutas pela cidadania. Saiba como comprar.
ISC- UFF e Secretaria de Educação de Niterói promovem 2º seminário sobre educação e políticas públicasAline Bonifácio Estarão abertas a partir de 22 de novembro as inscrições para o "2° Seminário Anual de Avaliação do Programa Transdiciplinar de Educação Integral e Fortalecimento de Políticas Públicas". O evento faz parte das ações desenvolvidas pelo programa de extensão Tear UFF Educação e será realizado em 30 de novembro, na Casa do Conhecimento, em Niterói. O objetivo do seminário é discutir e ampliar as principais ações de extensão realizadas pela parceria do Instituto de Saúde Coletiva, da Universidade Federal Fluminense (UFF), com a Secretaria Municipal de Educação, Ciência e Tecnologia de Niterói. Tendo por base a identificação das principais demandas da área da educação no município, o evento trará para o debate coletivo especialistas em educação e casos de experiências bem-sucedidas geradas pela parceria. Há 110 vagas disponíveis e os interessados devem realizar a inscrição pelo site www.extensao.uff.br/inscricao  
Contribuições da Educação Aberta e à Distância para uma educação superior de qualidade: presente e futuroSIEAD 2018 BRASIL - PORTUGAL - ESPANHA - INGLATERRA Contribuições da Educação Aberta e à Distância para uma educação superior de qualidade: presente e futuro 22 de outubro de 2018 09 horas (Brasil) Evento online, aberto e gratuito* *Este evento será disponibilizado totalmente online, em tempo real via internet através do site cujo link será enviado para o e-mail de todos que fizerem inscrição clicando no botão REALIZAR INSCRIÇÃO abaixo. Estaremos enviando no dia 21 de outubro as 20 horas o link para acessar o evento no dia seguinte, através do e-mail cadastrado. Bastará você clicar no link para ter acesso direto e imediato ao evento. **Se você mora no Rio de Janeiro e região e deseja participar presencialmente você é bem vindo. Basta se dirigir ao endereço abaixo: R. Edmundo March, s/n - Campus da Praia Vermelha, Niterói-RJ, 24210-310 ***Serão emitidos certificados tanto aos participantes que comparecerem ao evento presencialmente, quanto àqueles que acompanharem o evento através do link disponibilizado. Palestrantes: Dr. Celso Costa (UFF) - Brasil Dra. Lina Morgado (UAb) - Portugal Dra. Ángeles Sánchez-Elvira (UNED) - Espanha Dr. Jon Rosewell (Open University) - Inglarerra Debatedores: Dr. Herbert Gomes Martins (ABED) - Brasil Dr. Carlos Henrique Medeiros de Souza (UENF) - Brasil Realização: Universidade Federal Fluminense Organização: LE@D; UFF, UENF, ABED, UAB, UAb, UNED; Open University Apoio: PROEX-UFF, PROGRAD-UFF, CEAD-UFF, UFF-Campos Coordenação: Flavio Lemos de Souza (UFF) & Celso Costa (UFF) O Seminário conta com a presença de 4 palestrantes, 2 debatedores e um Moderador. Serão 3 palestrantes estrangeiros, além de 1 brasileiro: 1 de Portugal, 1 da Espanha, 1 da Inglaterra. 1) Palestrante brasileiro: Prof. Celso Costa - UAB-UFF BRASIL; 2) Palestrante português: Lina Morgado da Universidade Aberta de Portugal; 3) Palestrante inglês: Jon Rosewell - OPEN UNIVERSITY UK; 4) Palestrante espanhol: Ángeles Sánchez-Elvira - UNED ESPANHA. Os palestrantes estarão presentes virtualmente para o debate com os debatedores convidados e com o público. O palestrante brasileiro estará presente fisicamente no local do evento na UFF. Assim como estarão fisicamente presentes os debatedores. Os debatedores convidados são: 1) Dr. Herbert Gomes Martins (ABED(; e 2) Dr. Carlos Henrique Medeiros de Souza (UENF).
Livro analisa o ensino de língua estrangeira no BrasilQuando estudamos um idioma estrangeiro, entramos em contato com diferentes culturas e histórias. A escolha do idioma e a forma como ele é ensinado diz muito sobre as relações entre língua, história e cultura, na construção de uma sociedade, e sobre os efeitos de nacionalidade. E é esse o objeto de estudo do novo livro da Eduff, “Francês e Educação”, do professor Felipe Dezerto. No livro, o autor acompanha a construção do campo disciplinar da língua francesa, tendo como referência o Colégio Pedro II, onde é professor e coordenador pedagógico. Em sua pesquisa, utiliza-se de conceitos teóricos da História das Ideias Linguistícas e da Análise do Discurso, campo fundado pelo filósofo e linguista Michel Pêcheux. Como Pêcheux afirma, o ato de falar é uma prática política, inserido em disputas e lutas pelo poder. E o ensino de uma língua não é diferente. Ao estudar o ensino do francês no Brasil, Dezerto analisa, também, comportamentos e pensamentos da nação sobre diversos tópicos da sociedade, como colonialismo, diálogos com outras culturas, atitudes subservientes, entre outros. Também é necessário compreender os mecanismos políticos acadêmicos que influenciaram na transmissão da língua francesa como um saber superior, usado como projeto civilizatório da nação brasileira. Saiba como comprar.  
"Quer que eu leia com você?" é lançado na Creche da UFFDebater os hábitos e incentivos de leitura para o público infantil e sobre as bibliotecas destinadas a ele é um dos objetivos do livro “Quer que eu leia com você?”, lançãdo pela Eduff. A obra conta com um artigo de Ninfa Parreiras e três palestras de Luciana Esmeralda Ostetto, Maria Clara Cavalcanti de Albuquerque e Rachel Polycarpo da Silva, realizadas em 2012 e 2013, durante a mesa-redonda sobre Bibliotecas Infantis, evento anual da Biblioteca Flor de Papel. Os textos abordam temas, como a linguagem dos bebês, a escolha dos livros, o que torna uma biblioteca adequada para crianças e até mesmo uma trajetória pessoal de Cavalcanti como leitora, com seus aspectos afetivos, simbólicos e culturais. Além de debater o tema central sob diversas perspectivas, a obra pretende construir uma memória para a Biblioteca Flor de Papel, parte da Unidade de Educação Infantil do Colégio Universitário Geraldo Reis – a antiga Creche da UFF. Inaugurada em 1999, a biblioteca já realizou diversas mesas-redondas, com debates sobre educação e leitura para crianças. Ao contrário de outras universidades, a UFF desenvolve trabalhos multidisciplinares com os alunos de Letras, Pedagogia e Biblioteconomia, o que faz com que a Flor de Papel seja um espaço de formação acadêmica e aprendizado, principalmente no que se refere ao auxílio e contato com as crianças. Além disso, pais, avós e outros formadores sociais interessados podem aprender mais, graças a essas mesas-redondas, sobre a introdução dos pequenos no mundo da leitura. “Quer que eu leia com você?” enriquece imensamente ao debate, ainda escasso, sobre a leitura nos primeiros anos de vida, além de destacar a importância das bibliotecas na divulgação de conhecimento para crianças e na formação de futuros cidadãos mais conscientes. Saiba como comprar.
Exposição 1: O olhar do artista sobre o meio ambiente 2018A 1ª exposição da XIV Edição do Olhar do Artista Sobre o Meio Ambiente chegará dia 03 de agosto em Iguaba Grande, no Salão de Artes Zé Trindade. A abertura ocorrerá às 19h, no endereço Rodovia Amaral Peixoto, km 102, n°3399, Cidade Nova - Iguaba Grande/RJ, no 2º piso da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. A exposição fica até o dia 29 de agosto, com visitação das 8h às 17h. • ABERTURA: 03/08, 19h • VISITAÇÃO: segunda à sexta, 8h às 17h • ENDEREÇO: Rodovia Amaral Peixoto, km 102, n°3399, Cidade Nova - Iguaba Grande/RJ, no 2º piso da Secretaria Municipal de Educação e Cultura Contamos com a presença de vocês! ___________________________________________ SOBRE O PROJETO O projeto é uma iniciativa do Laboratório Horto-Viveiro da Universidade Federal Fluminense, constituindo-se de uma exposição itinerante de artes visuais, composta por obras de artistas, sobretudo fluminenses, reunindo arte, cultura e educação. Anualmente ele percorre 4 a 5 municípios do Estado do Rio de Janeiro, com objetivo de utilizar a arte como instrumento de Educação Ambiental. Nesse ano exposição percorre Iguaba Grande, São Gonçalo e Niterói, atuando de forma multidisciplinar com pessoas de diferentes áreas e em parceria com os setores e agentes locais Cada exposição fica em torno de 15 dias nos espaços culturais dos municípios e recebe principalmente crianças de escolas da rede pública de ensino, podendo levar os temas tratados para sala de aula e para dentro da comunidade onde vivem por meio de discussões relacionadas ao assunto central do projeto - educação ambiental, que por sua vez funcionam como agentes multiplicadores podendo estender esses conceitos aos seus familiares e amigos. Em 2018 o tema é Biodiversidade, que aborda a arte como um meio de despertar a reflexão e sensibilizar a comunidade sobre assuntos ligados a questões socioambientais. Durante os 14 anos contínuos de sua realização, O Olhar do Artista recebeu 21.054 visitantes e mais de 1135 obras expostas. Toda a programação é gratuita e aberta ao público, que consiste em pessoas de diferentes classes sociais, graus de instrução e diferentes faixas etárias. Venha participar dessa exposição e ajude-nos a ampliar essa rede de comunicação.
Autora resignifica o conceito de analfabetismo no BrasilSegundo o IBGE de 2017, o Brasil tem cerca de 11,8 milhões de analfabetos. Esse número equivale a 7,2% da população, sendo a região do Nordeste a mais afetada pela questão. Em “Analfabeto: problema social e desonra pessoal” (Eduff, 2018), a antropóloga Tatiana Cipiniuk resignifica o conceito de analfabetismo e o destaca como um “problema social”. Como metodologia, a autora registrou experiências de indivíduos que frequentam aulas públicas de alfabetização, no período noturno, em Copacabana, e reflete sobre como esse aprendizado considerado “tardio” é, também, uma forma de se “libertar da discriminação” inerente ao título. A obra analisa a produção desse padrão de alteridade entre letrados e analfabetos e como a formação de um “caminho a ser seguido”, no caso dominar a comunicação escrita, faz com que os demais indivíduos sejam colocados em uma posição inferior, de vergonha e desonra. Além disso, o analfabetismo muitas vezes é associado à ignorância total, ignorando e desprezando, assim, todas as outras formas de inteligências e conhecimentos que pessoas que não dominam a escrita podem ter. Em um cenário no qual é exigido cada vez mais o conhecimento da linguagem escrita, além de domínio de línguas estrangeiras e linguagem informática, a autora coloca em questão os dramas sociais tão silenciados e vividos por indivíduos analfabetos ou pouco alfabetizados. Reflete, assim, sobre as condições, atributos e esforços desses indivíduos para que possam conquistar o lugar de “letrado” na sociedade. Saiba como comprar.  
V Colóquio Internacional Educação, Cidadania e ExclusãoÉ com muita satisfação que a FEUFF recebe, em sua sede, o V Colóquio Internacional Educação, Cidadania e Exclusão (V CEDUCE), nos dias 28, 29 e 30 de junho de 2018. Os temas inseridos na programação do Colóquio contemplam amplamente demandas contemporâneas de  debate sobre a docência em seus diversos aspectos, assim como as políticas educacionais e outras questões atuais. Na organização do V CEDUCE estão as professoras Walcéa Barreto, Sandra Maciel e Monica Vasconcellos. O evento, conta, ainda com parcerias interinstitucionais com a UERJ, UFRJ e UEPB. Para saber mais, clique aqui.
Pesquisa da UFF de Pádua incentiva ensino da história africana nas escolasDesconstruir estereótipos e destacar o passado glorioso das rainhas e reis africanos são os grandes desafios do professor de História Contemporânea da UFF, Júlio César Medeiros Pereira, do Departamento de Ciências Humanas de Santo Antônio de Pádua. Outro objetivo do pesquisador é garantir a aplicação da Lei 10.639/03, que trata da obrigatoriedade do ensino da história da África, da luta dos negros no Brasil e da cultura afro-brasileira na formação da sociedade nacional nas escolas de ensino fundamental e médio, públicas e privadas, do país. A ideia, segundo ele, é que os professores possam ensinar às crianças uma história na qual elas se vejam representadas não como oriundas de pessoas escravizadas, ou em posição desprestigiada, mas como descendentes de um povo vencedor, guerreiro e portador de um vasto conhecimento milenar. Além disso, o foco do trabalho é a produção de conhecimento relacionado à temática negra e que esse conteúdo chegue à sociedade como um todo. No Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos (IPN), os pesquisadores vêm lutando para guardar a memória de milhares de africanos escravizados que foram trazidos para o Brasil e sepultados sem nenhum paramento religioso. Trata-se do maior cemitério de escravos das Américas e fica na Gamboa, zona portuária do Rio de Janeiro. Este assunto foi tema do primeiro livro de Júlio César “À flor da terra: o Cemitério dos Pretos Novos no Rio de Janeiro”. Na obra, ele discute os mecanismos simbólicos da morte na visão africana e os motivos que fizeram que, pelo menos 60 mil indivíduos recém-chegados, os chamados pretos novos, nunca tivessem sido devidamente enterrados e nem recebessem quaisquer paramentos fúnebres e respeito. No continente africano, as famílias eram matrilineares, ou seja, cabia à mulher um papel social muito além do trabalho doméstico e da educação dos filhos", Júlio César Medeiros. Concomitantemente, Júlio César também realiza uma pesquisa denominada “Saúde e Adoecimento de populações quilombolas no Rio de Janeiro” junto a um grupo de estudantes. O trabalho tem como foco os diversos grupos remanescentes de povos tradicionais e é desenvolvido no curso de Licenciatura Especial de Educação do Campo, no campus de Santo Antônio de Pádua. “As pesquisas que temos realizado nessa área têm relação com os meus trabalhos de mestrado e doutorado sobre saúde dos escravos, publicado no meu livro intitulado “A sociabilidade escrava na Imperial Fazenda de Santa Cruz”, baseado em minha tese de doutorado em História da Ciência e da Saúde pela Fiocruz”, informou o professor. Segundo o pesquisador, no departamento em que atua em Pádua, há um número expressivo de professores negros e negras, também interessados pela temática. “Por esse motivo, criamos o Núcleo de Estudos e Pesquisa Sankofa, onde trabalho com os colegas Silvio Lima e Claudio Honorato, o africanista Tomba Justus Axel, do Congo, mestrando da UFRJ, estudantes de pedagogia e educação do campo e, ainda, colaboradores do IPN, que também se interessam pelo assunto”, acrescentou o pesquisador. O professor explica que o curso em que leciona na graduação tem sua grade curricular voltada à questão étnico-racial. “Temos disciplinas obrigatórias, como Educação e Relações Étnico-raciais, História e Cultura dos Povos Indígenas, História Afro-brasileira, Cultura popular e Patrimônio imaterial, todas no sentido de construir uma formação de docentes preparados para a inclusão e diversidade”, informou. Na opinião de Júlio, a abordagem do tema para a comunidade acadêmica e para a sociedade em geral é essencial, pois há séculos essas informações foram sonegadas dos brasileiros, que, por isso, têm em sua maioria uma visão segregacionista e limitada da população negra residente no país. As pesquisas sobre a África e a Diáspora que são conduzidas pelo grupo, assim como os trabalhos sobre o ensino destes temas em sala de aula são fundamentais para a universidade. “A UFF é uma das principais universidades públicas do Brasil, mas a sua produção e ações nesta área são muito reduzidas se comparadas a outras instituições de ensino superior”, ressaltou.  Já quanto à temática das rainhas africanas, Júlio César afirma que se trata de uma nova abordagem, ainda em processo de construção, e que a ideia surgiu com as pesquisas no IPN. Lá os arqueólogos encontraram a primeira ossada completa de uma mulher vinda da África, batizada por eles de “Bakita”, que significa “abençoada”, em homenagem a uma santa católica que dedicou a vida na luta pela libertação dos escravos na África. Na entrevista a seguir, Júlio César Medeiros amplia o nosso conhecimento sobre a história e a cultura do povo africano: Como o senhor avalia o ensino da história e da cultura africanas no Brasil após a lei 10639/03? Significou um grande avanço para o conhecimento acerca do nosso passado, uma vez que não se pode entender o Brasil sem se compreender a África. A implementação dela, e depois seu acréscimo pela lei 11.645/8, que incluiu o ensino da cultura indígena, produziu um grande impacto no ambiente escolar uma vez que trouxe à tona questões relacionadas à noção de pertencimento e reconhecimento do negro e do indígena como sujeitos históricos do nosso país. Quais medidas o senhor acredita que ajudariam no processo de difusão desses conteúdos no Brasil? As medidas ainda precisam de ajustes, mas já é um grande passo em direção à tentativa de diminuição do preconceito racial. Acho também que a lei pode ser considerada um marco da luta histórica da população negra para se ver retratada com o mesmo valor dos outros povos. Em 1878, o missionário Alexander Mackey chegou à Uganda, à tribo do Rei Mutesa, levando uma forja para fabricar ferramentas agrícolas. Poderia explicar o domínio da forja no continente africano? Em primeiro lugar, há de se relativizar esta informação de Alexander Mackey, pois pressupõe uma África homogênea no sentido de inovações tecnológicas. Na verdade, grupos bantos já dominavam a técnica da forja muito antes do século XVIII. Há diversos artefatos que foram encontrados em sítios arqueológicos na região de Taruga, na Nigéria central, que datam dos séculos V e VII a.C e, no Vale do Níger, foram descobertos milhares de artefatos de ferro, que ao serem expostos ao processo de datação por carbono 1, demonstram ser do século II a.C. Tudo isto comprova que os africanos do tronco linguístico banto já produziam utensílios de ferro muito antes dos europeus ou mesmo dos mesopotâmios. Assim ao longo de pelo menos um milênio, três grandes levas de grupos bantófones deixaram a região da zona equatorial e se expandiram para o sul dominando e se aculturando com os grupos autóctones da região até o que é hoje a África do Sul. E qual o papel das rainhas na sociedade africana? O destaque de rainhas africanas está relacionado ao fato de se tratar de uma sociedade regida por uma lógica completamente diferente da organização social europeia, pois na África as famílias eram matrilineares, ou seja, cabia à mulher um papel social muito além do trabalho doméstico e da educação dos filhos. Eram elas que resolviam as disputas, negociavam na vizinhança, etc. Além disso, apenas a linhagem materna tinha importância, fazendo com que a mulher, a mãe e filha assumissem um papel preponderante no grupo social, o que, por sua vez, possibilitou o surgimento de verdadeiros matriarcados, como por exemplo, o da famosa rainha de Sabá, chamada de Malikat (Makeda, para os etíopes), que ficou imortalizada por sua visita ao rei Salomão, em Israel em cerca de 600 a.C., e por ter sido registrada no Antigo Testamento. Ela era oriunda do reino de Sabá, atual Etiópia e, segundo a tradição etíope, tiveram um filho chamado Menelik I que viria a ser o primeiro imperador da Etiópia. Houve outras rainhas importantes no continente africano? Em Axum, perto do delta do Nilo, se desenvolveu a sociedade egípcia, cujo solo presenciou rainhas como Amósis Nefertari e depois com a rainha Shanakdakhete (por volta de -170 a -160), dando início a uma sucessão de “rainhas mães”. Mas não foi somente na antiguidade africana que as mulheres estiveram no poder, ainda poderíamos citar a rainha ga Mbandi (1581 - 1663), figura feminina da resistência africana contra o colonialismo. A rainha Nzinga marcou a história de Angola do século XVII. Ela foi uma grande estrategista e hábil negociadora, defendeu o seu povo até à sua morte, em 1663, com 82 anos. Nzinga foi a rainha das tribos Ndongo e Matamba, tornando-se um notável exemplo de governo feminino. Enfim, todos estes fatos comprovam não apenas o destaque do papel da mulher naquela sociedade, mas também o grande avanço tecnológico produzido. É isto o que queremos mostrar. Como ocorreu a evolução das tribos africanas e quais as consequências dessa história para a formação do povo brasileiro? A África, berço da humanidade, tem um papel mundial que ultrapassa em muito o seu passado de exploração e sofrimento. Nosso desejo é que nós brasileiros, portadores desta cultura, uma vez que estamos no país que recebeu o maior número de africanos na Diáspora Atlântica – seis milhões de africanos – possamos nos orgulhar de nossas origens ao entramos em contato com a nossa raiz, nos compreendamos melhor, e assim possamos avançar em direção a um futuro de progresso e respeito às diferenças. Qual é a importância de se falar sobre cultura africana com o público infantil? A importância de se ensinar a história e a cultura afro-brasileira às nossas crianças está em poder romper com um tipo de postura pedagógica que não reconhece as diferenças resultantes do nosso processo de formação nacional, a fim de que elas criem laços de identidade e de representatividade com a sua história.  
Eduff lança versão em português de “Lições finlandesas”O que o Brasil e o mundo podem aprender com a mudança educacional da Finlândia? É a essa pergunta que o professor e educador finlandês Pasi Sahlberg se propõe a responder em “Lições finlandesas”, que acaba de ser lançado, em português, pela Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff). Sempre disputando as primeiras colocações nas avaliações internacionais de educação, a Finlândia se destaca dos outros países que lideram o ranking mundial, como China e Japão, devido às diferenças dos métodos aplicados nas escolas e, principalmente, ao papel do professor no sistema se ensino. Iniciada ainda na década de 1970, a revolução finlandesa na educação foi marcada pela criação de um sistema único de ensino obrigatório e público, com o mesmo currículo em todo o país, o que democratizou o acesso ao ensino de qualidade para todos os cidadãos. Sem querer servir de um modelo pronto para ser aplicado a outras sociedades, o exemplo da Finlândia pode servir de inspiração para outras nações que pretendem atingir uma educação de qualidade. Em breve, à venda.  
Mapeamento de TAEs e Setores da SaúdePara consolidação do Centro de Suporte Acadêmico, a Pró-Reitoria de Graduação está buscando, neste primeiro momento, parcerias com os técnicos em assuntos educacionais e setores/ servidores de saúde da Universidade Federal Fluminense. Com esse objetivo, lançamos dois formulários para preenchimento dos profissionais relacionados a essas áreas. Contamos com seu apoio! Link 1 - TAEs - https://goo.gl/forms/tL2JfWTaLur89r8D3 Link 2 - Servidor da área da saúde - https://goo.gl/forms/cOEyJxLJRnzXhMXg2   Para mais informações a respeito do CSA, acesse: http://www.centrodesuporteacademico.sites.uff.br E curta http://www.facebook.com/csauff Ou entre em contato com a Coordenação do CSA através do e-mail: centrodesuporteacademico@gmail.com
UFF/PROEX e Município de Niterói debatem EducaçãoO “I Seminário Anual de Avaliação”, promovido pelo Programa Transdisciplinar de Educação Integral e Fortalecimento de Políticas Públicas (Tear UFF Educação), foi realizado no dia 08/12/17, na Casa do Conhecimento, localizada no Caminho Niemeyer. O Tear UFF Educação é um Programa de Extensão, coordenado pela Prof.ª Sônia Maria Dantas Berger, do Instituto de Saúde Coletiva da UFF, que atualmente conta com a participação de outras unidades acadêmicas (Faculdade de Nutrição, Faculdade de Educação, Instituto de Psicologia, Instituto do Noroeste Fluminense de Educação Superior, Escola de Enfermagem, Escola de Serviço Social, Faculdade de Administração e Ciências Contábeis), para desenvolver suas atividades junto à rede municipal de educação de Niterói. O evento de extensão foi realizado pela PROEX/UFF em parceria com o Município de Niterói. Trata-se de uma das ações desenvolvida no âmbito do Termo de Cooperação Técnica entre a Universidade Federal Fluminense/Pró-Reitoria de Extensão e o Município de Niterói/Secretaria municipal de Educação, Ciência e Tecnologia (SEMECT). A coordenação do Seminário foi da técnica da PROEX Carla Valério Cardoso. O encontro debateu a relevância da parceria, o seu potencial para a formação acadêmica e o desenvolvimento de políticas públicas. Na ocasião os extensionistas da UFF e demais participantes tiveram a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a rede municipal de educação e suas múltiplas possibilidades de articulação com a UFF. Além dos debates, o Grupo de Teatro Experimental “UFFanistas” apresentou esquetes com base nos assuntos explorados no Evento. O público, cerca de 140 participantes, foi composto por docentes, técnicos e alunos da UFF, gestores e educadores da rede municipal de educação de Niterói e outros interessados. O público participou ativamente dos debates, os quais foram bastante produtivos quanto às propostas para atuação da UFF, via extensão, junto ao município no próximo ano.  
Karla Godoy lança “Formação humana no ciberespaço" Professora do Departamento de Turismo da UFF Karla Godoy reflete sobre as diversas formas de se “estar presente” no mundo contemporâneo em “Formação humana no ciberespaço: os sentidos da presença na educação a distância”, novo livro da Eduff, que será lançado na próxima quarta, 13 de dezembro, na Livraria Icaraí, em Niterói. O estudo parte da análise da educação a distância (EAD) na configuração de um “novo paradigma educacional” e abrange a relação entre formação humana e produção da presença. Dividido em seis capítulos, o livro investiga dois conceitos principais: o de modos de presença e modos de ação. Ao estabelecer a necessidade de se evitar noções etnocêntricas de indivíduo, pessoa, sujeito, interioridade e exterioridade, Godoy se propõe a usar as análises antropológicas para compreender os modos pelos quais as diversas culturas forjam suas formas de humanidade por meio dos modos de ação e presença. Além disso, ao compreender o homem novo e as suas formas de significar, a obra considera também as problemáticas da EAD como objeto de análise, ao apresentar carências tecnológicas (dificuldade de acesso, ambientes virtuais deficientes) e abrir discussões da ordem da relação professor-aluno e metodologia de ensino. Saiba como comprar.  
Processo Seletivo 2018 – Pré-Vestibular Curso MotivAÇÃOPré-Vestibular Curso MotivAÇÃO – Inscrições para o processo seletivo 2018 Inscrições: 04 a 08/12/17 e 08 a 10/01/18 - PRESENCIAL PROVA: 15 e 16 de Janeiro de 2018 Local onde ocorrem todas as etapas e o Curso: Prédio da Biologia (Antigo Prédio da Física), Sala 7 Rua Visconde do Rio Branco, n.º 47 Campus do Valonguinho – Centro – Niterói/RJ  
Práticas socioambientais em Enfermagem é tema de lançamento da EduffDiante das questões contemporâneas socioambientais, a coletânea “Práticas comunicativas socioambientais” (Eduff, 2017), organizada Marcela de Abreu Moniz, Vera Maria Sabóia, Donizete V. Daher e Rodrigo Leite Pereira, oferece reflexões sobre demandas urgentes relativas à formação pedagógica do enfermeiro para atuação como educador em saúde ambiental. A obra visa contribuir na prática, no ensino e na pesquisa em enfermagem e saúde pública, ao refletir sobre conceitos de cidadania, percepção, comunicação e responsabilidade do profissional frente aos riscos ambientais e seus impactos na saúde. O conjunto de textos permite ao leitor uma incursão a aspectos conceituais e metodológicos de práticas pedagógicas e conteúdos curriculares. “Práticas comunicativas socioambientais” pretende estimular o interesse de docentes, pesquisadores e estudantes na busca da melhoria das condições ambientais e de saúde de indivíduos e grupos assistidos em contextos de vulnerabilidade socioambiental. Saiba como comprar.         
Processo Seletivo 2018 – Pré Universitário Popular PRAXISEstão abertas as inscrições para o processo seletivo 2018 do Curso Pré-Universitário Social da UFF – PRAXIS. Número de vagas: 150 Inscrições: 13 de novembro a 01 de dezembro de 2017 – Online: https://sites.google.com/view/praxis-2018/ Entrevistas: 22 a 26 de janeiro de 2018 Prova: 30 de janeiro de 2018. Local onde ocorrem todas as etapas e o Curso: Instituto de Biologia (antigo prédio da Física) Campus do Valonguinho – Ao lado do prédio do DCE / Próximo ao Plaza Shopping Centro – Niterói/RJ  
Pré-Universitários Sociais da UFF abrirão vagas para refugiadosFoi realizada na tarde da quinta-feira, dia 09/11/2017, na Pró-Reitoria de Extensão, a primeira reunião entre a Coordenação do GT Refugiados, representantes da PROEX e dos Cursos Pré-Universitários Sociais da UFF. A UFF, por meio do GT-Refugiados, busca a inserção formal dos refugiados na sociedade e uma das formas de inclusão é o acesso ao ensino superior, dentre outras ações. Os Cursos Pré-Universitários Sociais oferecidos por meio de ações de extensão na Universidade Federal Fluminense têm por objetivo ampliar essas condições de acesso, preparando o aluno para concursos vestibulares e ENEM. Desta forma, o objetivo é desenvolver uma ação conjunta a fim de facilitar a integração local e a inserção de solicitantes de refúgio e refugiados na Universidade e no mercado de trabalho. Na reunião ficou acordado que os Pré-Universitários Sociais Reação, Práxis e Motivação acolherão 10 refugiados cada no ano de 2018. GT-Refugiados – Escola de Serviço Social UFF/Niterói: avasconcelos@id.uff.br
I Simpósio sobre deficiência intelectual e desenvolvimento humanohttps://nediduff.wixsite.com/i-simposio-2017   SOBRE   NEEI-UERJ (Núcleo de Educação Especial e Inclusiva da UERJ) e NEDIDH-UFF (Núcleo de Estudo em  Deficiência Intelectual e desenvolvimento Humano da UFF), promovem a realização do I Simpósio sobre   Deficiência Intelectual e Desenvolvimento Humano, através do Curso de Mestrado Profissional em   Diversidade e Inclusão (CMPDI), do Instituto de Biologia da Universidade Federal Fluminense-UFF,  Niterói-RJ, com o apoio da Associação Brasileira de Diversidade-ABDIn. O I Simpósio sobre Deficiência Intelectual e Desenvolvimento Humano traz o recorte dos estudos   científicos   da Deficiência Intelectual na perspectiva da ecologia, funcionalidade, capacidades   adaptativas e   tecnologias  educacionais, intitulado: “Da Deficiência à Funcionalidade: novos paradigmas e implicações para inclusão de pessoas com deficiência intelectual”. Objetivo Geral ​ Promover encontros, diálogos, socialização, intercâmbio, possibilidades e sentidos nos estudos científicos, práticas e movimentos populares para a emancipação da pessoa com deficiência intelectual, nas dimensões acadêmica, sociais e humanas, através do conhecimento interdisciplinar, para o fortalecimento da autonomia, funcionalidade e cidadania. Objetivos Específicos ​ Socializar os resultados das pesquisas dos docentes e dos discentes dos Programas de Graduação em Licenciaturas, Pós-Graduação lato sensu e strictu sensu interdisciplinar em diversidade e inclusão; ​ Refletir individual e coletivamente aos referenciais teóricos e metodológicos relacionados transversais às temáticas de pesquisas contempladas nos trabalhos: mesas de diálogos, apresentações orais e exposições de pôsteres, na abordagem interdisciplinar aos eixos temáticos eleitos; ​​ Articular construções históricas dos paradigmas em suporte a pessoa com deficiência intelectual, em âmbito acadêmico-social-humano na perspectiva da educação inclusiva, através de políticas públicas, escolarização, trabalho, planos de desenvolvimento individualizado e de transição ao mundo adulto.
Encontro “Educação e Mídia: reflexões sobre a formação de crianças e adolescentes”A Pró-Reitoria de Extensão, por meio do Programa UFF Mulher, realizará o Encontro “Educação e Mídia: reflexões sobre a formação de crianças e adolescentes” nos dias 10 e 11 de outubro de 2017, no auditório da Faculdade de Economia – Campus do Gragoatá, em Niterói - RJ. A atividade é gratuita e oferecerá certificação aos participantes. As inscrições deverão ser feitas pelo link: http://www.extensao.uff.br/uffmulher. O Encontro tem como objetivos principais: dialogar sobre a estreita relação entre mídia, educação, representações e a importância de envolver e comprometer a universidade na discussão sobre a cultura do consumo que subjetiva as pessoas de diferentes formas; provocar reflexões sobre o quanto a mídia e, principalmente, a publicidade voltada para crianças e adolescentes contribuem na construção das identidades desses sujeitos em pleno desenvolvimento, o que torna necessário promover o debate nas salas de aula sobre um consumo mais ético/consciente; discutir de forma interseccional gênero, raça e classe, pensando na representatividade das imagens inseridas na mídia e suas contribuições na construção de discursos ligados a determinados grupos sociais. O Programa de Extensão UFF Mulher busca promover o diálogo e a troca de saberes entre a Universidade e a sociedade, por meio de diferentes atividades relacionadas às áreas de gênero, direitos humanos, saúde, cultura, educação e qualidade de vida.  
Experiência de professores em sala de aula é tema de novo livro da EduffA professora e pedagoga Carmem Lúcia Pérez acaba de lançar a coletânea “Experiências e narrativas em Educação” pela Editora da Universidade Fluminense (Eduff). O livro conta com onze artigos produzidos por pesquisadores de Brasil, Argentina e Portugal e que defendem a discussão sobre a prática docente a partir dos relatos de professores em cursos de formação inicial e continuada. Segundo o professor Elizeu Clementino de Souza, que assina o prefácio do livro, a prática de registrar os relatos sobre o cotidiano escolar é importante porque apresenta a rotina dessas instituições como “territórios complexos”, que devem ser analisados sob diferentes perspectivas, revelando novas possibilidades de atuação por parte de professores e estudantes. “Experiências e narrativas em Educação” é dividido em quatro grandes eixos. O primeiro eixo reúne textos que dialogam conceitos de narrativas, culturas e cotidiano escolar para que os autores comentem suas experiências de vida e formação. Já o segundo dialoga sobre narrativas e atores sociais no espaço escolar e contempla os relatos de crianças sobre o mundo à sua volta. Ao tratar sobre o refeitório e o cotidiano escolar, o terceiro eixo traz a discussão sobre tempo, espaços e narrativas. Por fim, o último eixo aprofunda questões metodológicas ao tratar de aspectos da documentação narrativa de experiências pedagógicas como uma das grandes contribuições da obra para pesquisadores, estudantes e professores. Sobre a autora Carmen Lúcia Pérez é professora da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da UFF. É bolsista Capes, pesquisadora da Faperj e do CNPq e coordena, o Grupo de Estudos e Pesquisas Escola, Memória e Cotidiano, na UFF. Saiba como comprar.  
1ª aula do Curso de Extensão para Profissionais de EducaçãoFoi realizada hoje, 02 de agosto, a primeira aula do Curso de Extensão/Formação Continuada para Profissionais da Rede Municipal de Educação de Niterói, ministrada pelo Prof. Dr. Jairo Werner Junior (Faculdade de Medicina da UFF/Departamento Materno-Infantil), com o tema “Avaliação dos processos afetivos-cognitivos do aluno”. Vinculado ao Programa de Extensão UFF SOS Comunidade, o curso faz parte do “Programa Transdisciplinar de Educação Integral e Fortalecimento das Políticas Públicas”,  coordenado pela Prof.a Sônia Maria Dantas Berger (Instituto de Saúde Coletiva /UFF), e é resultado da parceria entre a Universidade, por meio da Escola de Extensão, e a Secretaria Municipal de Educação, que prevê ações voltadas para os profissionais e alunos da Rede. A aula foi dividida em duas turmas: uma no turno da manhã, com 240 participantes, e outra no turno da tarde, com 210 participantes, totalizando 450. Embora o curso tenha sido ofertado para um público específico, profissionais de educação de outros municípios também participaram do curso, tendo em vista o interesse pela temática abordada, o que fez com que o número de vagas ofertadas fosse aumentado. As aulas foram bastante dinâmicas, com exposição de slides e vídeos, o que motivou os participantes a interagirem realizando perguntas. O curso terá, ainda, mais duas aulas (teórica e prática) sobre primeiros-socorros e prevenção e combate a incêndio, previstas para acontecerem em setembro e outubro.  
Seminário "A Lei 10.639 e o Combate à Intolerância Religiosa"A Universidade Federal Fluminense, por meio da Pró-Reitoria de Extensão, realizará o Seminário “A Lei 10.639 e o Combate à Intolerância Religiosa”, que visa discutir os desafios do ensino da história e das religiões afro-brasileiras e africanas na educação nacional. O evento é vinculado ao projeto de extensão “Promoção e Defesa da Liberdade Religiosa". A Mesa será composta pelos professores Sérgio Gonçalves de Lima (UERJ), Carlos Alberto Lima de Almeida (UNESA) e Waldeck Carneiro (UFF) e representantes do CEPLIR (CENTRO DE PROMOÇÃO DA LIBERDADE RELIGIOSA & DIREITOS HUMANOS). Data: 11 de julho de 2017, das 14h às 17 h. Local: Auditório Moacyr de Carvalho Gama Rua Alexandre Moura, 8 - Campus do Gragoatá, Bloco F – São Domingos – Niterói/RJ As inscrições poderão ser feitas no link abaixo e também no dia do evento: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdp1c2h_VFBY2PpxfkMO85oj4fc9hOs6wH9sZi_ZHqHcExnsg/viewform Universidade Federal Fluminense Pró-Reitoria de Extensão Coordenação de Integração Acadêmica CIAC/PROEX Telefone: 2629-5197/5198 E-mail: ciaex@proex.uff.br  
Lançamento do Edital Redes de EducaçãoAmanhã, dia 27/6, às 14h, no CEAD, o Pró-Reitor de Graduação, professor José Rodrigues, irá anunciar o lançamento do edital para a publicação da Coleção Redes de Educação, uma parceria da Editora da UFF e da Prograd. A publicação da coletânea dialoga com os objetivos e ideais do Projeto Redes de Educação, no sentido de que, a partir dos textos selecionados, será realizado, também, um diagnóstico de práticas que contribuam, significativamente, para a melhoria do ensino de graduação e que atendam às necessidades das universidades públicas, em especial da Universidade Federal Fluminense, foco desta empreitada. Para dar início a essa coletânea, elegeu-se a Rede de Sustentabilidade, coordenada pela profa. Patricia Almeida Ashley (Departamento de Análise Geoambiental/Instituto de Geociências/ UFF), que irá explicar alguns detalhes do edital em uma transmissão ao vivo, acompanhada de sua orientanda, Monica Marella (Graduada em Ciência Ambiental).  Os usuários poderão acessar o canal do Youtube, no qual poderão acompanhar, ao vivo, a transmissão do evento e fazer perguntas a respeito do edital ou das Redes de Educação, para serem respondidas em tempo real, a partir deste link: http://www.youtube.com/channel/UCJxNyMiMdipfLSDFofTVCxQ   Para saber mais sobre as Redes de Educação, acesse nossa página: http://www.uff.br/redes-de-educacao Também estamos nas Redes Sociais: http://www.facebook.com/redeseducacao  
49º FORPROEX Sudeste será sediado no RJ em setembro de 2017A Pró-Reitoria de Extensão informa a realização do 49º FORPROEX Sudeste que ocorrerá de 27 a 29/09/2017, na Universidade Federal do Rio de Janeiro, campus Praia Vermelha-RJ (Casa da Ciência). O evento está sendo organizado por uma comissão composta por representantes das Instituições Públicas de Educação Superior do Estado do Rio de Janeiro. Paralelamente ao evento acontecerão, também, atividades direcionadas aos extensionistas. O Fórum de Pró-Reitores de Extensão das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras (FORPROEX) é uma entidade voltada para a articulação e definição de políticas acadêmicas de extensão, comprometida com a transformação social para o pleno exercício da cidadania e o fortalecimento da democracia. Semestralmente, o FORPROEX Nacional e o FORPROEX Sudeste se reúnem para debates, proposições de políticas e articulações interinstitucionais. Em breve será divulgada a programação para que os interessados possam se inscrever no Fórum.  
Cinema e educação: projeto da UFF aproxima Brasil e América LatinaPropor metodologias de ensino que vão além do tradicional é um desafio. Pensando nisso, pesquisadores do curso de cinema da Universidade Federal Fluminense criaram, em 2013, o projeto “Inventar com a diferença - cinema, educação e direitos humanos”. Reunido no espaço do Laboratório Kumã, o grupo propõe outras metodologias de ensino por meio de processos artísticos e direitos humanos que possam ser aplicadas pelos espaços educacionais sem que seja necessário o conhecimento das técnicas cinematográficas e da linguagem audiovisual. O foco central do projeto é na formação continuada de professores, buscando compartilhar saberes e práticas que unam o cinema à educação. Atualmente, o trabalho conta com, pelo menos, 16 integrantes, entre docentes, pós-graduandos, alunos bolsistas e ex-alunos e já foi aplicado em todos os estados brasileiros. Ao todo, mais de 4 mil alunos de escolas públicas já participaram das propostas do grupo. O coordenador do Laboratório Kumã e do Inventar com a Diferença, Cezar Migliorin, afirma que trabalhou por muitos anos em uma escola de cinema em Nova Iguaçu, a Escola Livre de Cinema e, em 2013, a Secretaria de Direitos Humanos do Ministério de Justiça e Cidadania entrou em contato com a equipe do projeto para propor uma parceria. Além disso, em 2016, um grupo de ex-alunos de licenciatura venceu um edital nacional e está montando uma escola de cinema no Colégio Universitário Geraldo Reis (Coluni-UFF). “Temos um engajamento com educação há muito tempo, bem antes da licenciatura, a relação com temas educacionais sempre foi muito forte”, declara. Cezar reforça que os professores não precisam ter uma formação profissional em cinema para trabalhar com essas metodologias. “Não trabalhamos com montagem, fotografia, roteiro e outras técnicas do cinema profissional, mas com jogos expositivos, com uma forma muito lúdica de lidar com o cinema na escola, pautado por uma experiência que parte do trabalho da pesquisa há muito tempo, que é ligado ao cinema documental. A metodologia que desenvolvemos envolve uma organização de trabalhos, possibilidades, dispositivos e formas de acompanhamento para que os professores possam trabalhar com cinema e direitos humanos”, descreve. De acordo com o pesquisador, o engajamento do curso de licenciatura em cinema com o Inventar com a Diferença proporcionou o contato com a secretaria de direitos humanos e foi proposto um projeto nacional de cinema e direitos humanos vinculado às escolas. “Em 2013 propusemos esse trabalho, que acontecia em pelo menos uma cidade de cada estado. Chegamos a ter 40 bolsistas da UFF e mais de 50 pessoas contratadas pelo projeto. Hoje em dia trabalhamos com o Inventar com a Diferença em 23 estados e 13 universidades”. O professor afirma que o objetivo do projeto atualmente é ensinar de maneira prática e partindo da experiência da imagem, diferente das oficinas mais tradicionais, em que os processos são feitos em etapas - primeiro é feito um roteiro, depois a escolha dos planos de filmagem, montagem e, por fim, a filmagem em si. “Desde o princípio queríamos que os professores e alunos pudessem ter uma experiência direta com a imagem, entrando em contato com pessoas, com comunidades e com o entorno das escolas”, justifica. Em 2014, o projeto Inventar com a Diferença ofereceu formação e acompanhamento a 459 educadores e 3859 estudantes de 257 escolas públicas do Brasil. Nesse contexto, foi produzido por uma equipe de quatro estudantes universitários de Cinema e Audiovisual o documentário “Pelas Janelas”, resultado do acompanhamento de parte dos processos e experiências em sete cidades ao longo de três meses. Oficina na Bolívia Em maio de 2017, Cezar Migliorin e o doutorando Isaac Pipano, também idealizador do Inventar com a Diferença, estiveram na Bolívia representando o projeto da UFF. Ambos ministraram um curso de cinema, educação e direitos humanos. A oficina foi oferecida em parceria com o Ministério da Educação da Bolívia, através da equipe de Formação Artística de Direção Geral de Educação Superior Técnica, Tecnológica, Linguística e Artística, em cooperação com a Embaixada Brasileira. Segundo Cezar, essa oportunidade surgiu quando alguns colegas bolivianos, chilenos e argentinos começaram a demonstrar interesse pela metodologia brasileira. A palestra foi direcionada a alunos e professores de ensino superior, já a oficina foi organizada nos moldes em que é feita no Brasil, de formação de docentes. “Na oficina da Bolívia, metade do público era de educadores da rede pública, de diversas áreas de ensino, e metade era de estudantes de licenciatura interessados na formação em cinema”, explica. O professor destaca a relevância de se produzir tecnologias e propor metodologias que unam cinema e educação em uma universidade brasileira. Ele avalia que para a UFF é muito interessante que outros países latino-americanos demonstrem interesse por uma iniciativa desse tipo realizada em um laboratório da instituição. “É um projeto que há alguns anos tem o apoio do Governo Federal, já ganhou editais da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), já trabalhou com dezenas de alunos da graduação e bolsistas. Precisamos romper barreiras, o que UFF faz deve ser levado a outros setores da sociedade”, esclarece. O próximo país da América Latina a receber o projeto é a Argentina, a partir de agosto.  Além disso, segundo Cezar, o projeto voltará à Bolívia pela terceira vez até o final do ano. “Já existe um grupo de educadores bolivianos aplicando de forma independente a metodologia do nosso projeto, pois conheceram o trabalho através de uma ação que fizemos no Acre e reconheceram seu valor”, acrescenta. O professor defende o papel fundamental do Brasil na América Latina, pois somos vistos como uma grande referência no campo dos estudos de cinema, por exemplo, e o curso da UFF tem grande responsabilidade nesse contexto. “Sou presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Cinema e Audiovisual (Socine), que é formada por quase mil pesquisadores. A Bolívia é um país muito pequeno da América Latina, talvez seja um dos mais pobres, e lá não há nenhuma graduação em cinema. A Argentina é maior, mas, mesmo assim, ainda tem um campo pequeno se comparado ao Brasil”, argumenta. Migiorin afirma que historicamente o Brasil não se envolve tão diretamente nas questões da América Latina, diferente do olhar dos outros países latinos em relação ao nosso país. “Eles sabem exatamente o que está acontecendo aqui e sabem a importância que temos na área da educação e das artes. Não é à toa que se interessaram e nos convidaram a estreitar os laços, levando nosso projeto até eles”, defende. Direitos Humanos na Educação Para o pesquisador, no tema dos direitos humanitários, o princípio da igualdade é um dos principais pilares. “Nossa relação com os direitos humanos não é temática, segmentada e verticalizada. Nós não chegamos na escola definindo os tópicos sobre os quais vamos tratar, pois é fundamental reconhecer a importância dos saberes de alunos e professores igualmente”, esclarece. Migliorin acredita que, depois de um tempo nesse projeto, os educadores, escolas e estudantes que passam por ele saem mobilizados. A relação entre cinema, educação e direitos humanos promove o engajamento dos participantes com o entorno, com a comunidade. “Em agosto, estaremos encerrando as atividades em muitos estados e estamos dando grande ênfase ao trabalho em centros socioeducativos, em que os jovens estão privados de liberdade. Estamos trabalhando em seis unidades socioeducativas, em Recife, Belo Horizonte e Vitória, que vão até o final do ano”, observa. No trabalho com os centros socioeducativos de reabilitação de jovens, o cinema e o audiovisual permitem novas experiências na relação com o espaço, com os direitos e com a construção da identidade dessa população. O exercício do cinema permite uma reconfiguração dos sentidos, já que a violência é colocada como algo dado antes mesmo da experiência do mundo por esses adolescentes. No caso dos jovens privados de liberdade, há também uma restrição à reprodução de suas imagens, pois seus rostos não podem aparecer enquanto estiverem cumprindo sua penalidade. Desta forma, os exercícios proporcionam outra vivência da liberdade. Para ele, a centralidade da escrita e da matemática na escola carece de um terceiro pilar, que seria a ampliação da relação com o sensorial e estético através da imagem. “Eu diria que o projeto atingiu o sucesso no que ele se propõe. Porém, precisamos ir além, somente o engajamento de professores e alunos, com a aproximação da dimensão estética das imagens, pode transformar a educação mundial”, reconhece. Cezar avalia a experiência como incrível, apesar das dificuldades encontradas. O que os motiva a continuar são relatos de sucesso. “Hoje, a função da UFF é dar suporte às pessoas, grupos, ONGs, universidades e escolas que têm interesse em aplicar a metodologia. O que fazemos é dar um suporte, ajudando nas oficinas de formação de professores, mandando alunos para auxiliar em uma questão mais técnica. Fizemos uma publicação, o Cadernos de Inventar, que contém sugestões de atividades para as oficinas a serem ministradas nas escolas. Ela é distribuída gratuitamente em português e espanhol para todos os espaços que têm interesse”, finaliza.
I Fórum Virtual das Redes de Educação INFORMAÇÕES ATUALIZADAS! AS INSCRIÇÕES PARA PALESTRANTES ESTÃO ABERTAS**!   O que é o Projeto Redes de Educação? O Projeto Redes de Educação é uma iniciativa da Pró-Reitoria de Graduação da UFF (Prograd) e visa, sobretudo, a diagnosticar metodologias ativas para melhoria do ensino superior. Para isso, foram estabelecidas cinco redes de educação, cujos objetivos estão diretamente associados à práticas de ensino-aprendizagem que fortaleçam a ligação do aluno com a universidade e a sociedade, visando à diminuição de problemas como a evasão e a retenção dos estudantes. Tais redes são as seguintes: a) Rede de Sustentabilidade; b) Rede de Empreendedorismo e Inovação; c) Rede de Tecnologia e Ludicidade; d) Rede de Tecnologia Assistiva; e) Rede de Engajamento Social. Para saber mais, acesse: http://www.facebook.com/redeseducacao   I Fórum Virtual das Redes de Educação Para dar conta desses objetivos, contamos com a participação de uma equipe de trabalho, formada por bolsistas da Prograd e por docentes da UFF, para buscar novas práticas que possam ser aplicadas, transversalmente, à matriz curricular dos cursos de graduação da UFF. Nesse contexto, o I Fórum Virtual de Redes de Educação visa a promover a interação entre os participantes das Redes de Educação e demais docentes que desejem se engajar nessa empreitada da Prograd e divulgar seu trabalho na universidade. É importante, por isso, que as propostas apresentadas sejam inovadoras e possuam metodologias centradas no aluno! Assista o vídeo do Pró-Reitor de Graduação: https://youtu.be/vfRUOTUVMUk   Público-alvo O público-alvo do evento são os docentes da UFF. Porém, se os alunos tiverem trabalhos em coautoria com professores e relacionados às temáticas abordadas nas Redes de Educação, descritas nos editais do evento, também poderão se inscrever no evento, para apresentação, como participantes. Em caso de grupos, todos deverão ser inscrever, mantendo as mesmas características no título, palavras-chave e resumo, já que se trata de um mesmo trabalho. Os alunos e professores não vinculados às Redes de Educação e que optarem por não apresentar trabalhos, poderão atuar como ouvintes/ comentaristas no evento! Se ainda não conhecia o Projeto Redes de Educação e deseja participar, encaminhe um e-mail para redeseducacao@gmail.com e apresente sua proposta! Calendário 16/05/2017 - I Fórum de Educação e Sustentabilidade 19/05/2017 - I Fórum de Educação e Empreendedorismo 19/05/2017 - I Fórum de Educação e Tecnologia 22/05/2017 - I Fórum de Educação e Inclusão Social 22/05/2017 - I Fórum de Educação e Engajamento Social   Local do evento O evento será realizado unicamente por meio virtual, na Plataforma Moodle.   Inscrições para PALESTRANTES: https://goo.gl/forms/tRZxtouT4yUi9tgJ3 [ENCERRADO] Inscrições para OUVINTES: https://goo.gl/forms/F1MYv1bAoLcFVRKp1   ATENÇÃO:  *Alunos e professores (não vinculados às redes) também poderão se inscrever como ouvintes, para comentar e interagir com os demais participantes! **O prazo para submissão de material, referente ao I Fórum de Educação e Sustentabilidade, foi prorrogado. Os palestrantes poderão encaminhar, até dois dias antes do evento, o material para apresentação (vídeo ou ppt. roteirizado), ao e-mail: redeseducacao@gmail.com   Acesse, nos links em anexo, os editais do evento para ter acesso ao tema e aos objetivos de cada um!    Página oficial: http://www.uff.br/redes-de-educacao Facebook: http://www.facebook.com/redeseducacao
Redes de Educação  As Redes de Educação fazem parte do "Projeto 23 - Ações transversais à matriz curricular", do PDI, em execução pela Pró-Reitoria de Graduação da UFF. Este projeto visa a incorporar novas práticas de ensino-aprendizagem à universidade, a fim de melhorar, gradativamente, o ensino de graduação. Para atender aos anseios da comunidade acadêmica e da sociedade foram estabelecidas cinco redes: Rede de Tecnologia Assistiva Rede de Sustentabilidade Rede de Engajamento Social Rede de Tecnologia e Ludicidade  Rede de Empreendedorismo e Inovação O objetivo principal das redes é tornar o aluno o foco central das discussões acadêmicas, de forma a incentivar o desenvolvimento de ações institucionais que promovam a solução ou minimização dos problemas enfrentados pelos docentes e discentes. Dessa forma, o público-alvo desse projeto são os docentes e discentes da UFF. Neste vídeo, o idealizador do Projeto Redes de Educação, o Pró-Reitor de Graduação, prof. José Rodrigues, apresenta a proposta da Prograd: https://www.youtube.com/watch?v=OvSAKwQJ1qw Para mais informações, entre em contato conosco pelo e-mail: redeseducacao@gmail.com Ou acesse nossa página nas redes sociais: http://www.facebook.com/redeseducacao   Atenção: Estão abertas inscrições para envio de propostas de capítulos para a Coletânea da Rede de Educação e Sustentabilidade, cujo temática irá versar sobre "Educação ambiental, sustentabilidade e desenvolvimento sustentável: contribuições para o ensino de Graduação" até o dia 30 de setembro! Para mais informações, acesse http://www.editais.uff.br/2139 Ou consulte nossa playlist e tenha acesso à explicação da profa. Patricia Almeida Ashley sobre a submissão das propostas: https://www.youtube.com/watch?v=EFSOY1HDtqA&list=PL1yvccyO76UbN40-tKT5wFIUovMhIoMGb   Em breve, mais novidades e mais editais!    
Domingos Nobre lança "Entre a escola e a casa de reza" pela EduffCom a chegada das escolas não indígenas às aldeias, a infância guarani sofreu alterações. Devido a esse encontro cultural, foi necessário não só avaliar os impactos da escolarização, mas também pensar na formação curricular dos docentes. Esse é o ponto central debatido por Domingos Nobre em "Entre a escola e a casa de reza", que será lançado no dia 4 de maio, às 19h, na Livraria da Travessa, em Botafogo. Tradicionalmente caracterizada pela oralidade e pelo respeito aos mais velhos, a educação guarani incentiva o esforço pessoal, a curiosidade e a experiência. Os adultos não interferem na vivência das crianças: a eles, cabe aconselhá-las, conversar e acompanhar o cotidiano. Essa concepção difere do projeto normativo geralmente aplicado nas escolas ocidentais, o que motiva a adaptação entre as duas culturas. "Enxergar a escola como um espaço para realização de um 'diálogo intercultural' tem sido uma das estratégias para a correção dos 'erros' cometidos nas relações de contato feitas anteriormente", afirma Nobre. Sobre o autor Domingos Nobre é professor adjunto e vice-diretor do Instituto de Educação de Angra dos Reis, Universidade Federal Fluminense (UFF), com graduação em pedagogia pela Universidade Federal do Estado de Minas Gerais e especialização em alfabetização pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Mestre e doutor em educação pela UFF, realizou pós-doutorado no Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas.   --> Como comprar     
UFF intensifica intercâmbio cultural com a ÁfricaA missão de cooperação internacional entre a UFF e a Universidade de São Tomé e Príncipe (USTP), com parceria da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), resultou na publicação da obra “São Tomé e Príncipe Plural”. O livro, lançado no último dia 29 de março, no Centro de Artes UFF (Ceart), apresenta as perspectivas de diálogo e vivências oriundas da inserção de professores, estudantes e técnicos brasileiros na realidade local e da capacitação nas áreas de educação, comunicação e cultura, com amplo envolvimento de sua comunidade. A colaboração, iniciada em 2012, por meio do Instituto de Artes e Comunicação Social (Iacs), originou a criação de inúmeros produtos com um alto impacto para o desenvolvimento das emissoras de televisão e rádio locais. Para orientar as atividades a serem desenvolvidas, o projeto engloba cinco áreas de atuação: Rádio; TV e Audiovisual; Publicidade, Propaganda e Marketing; Internet e Mediação Cultural. Com o objetivo de estreitar os laços entre as duas ex-colônias portuguesas, as ações programáticas nas áreas de comunicação e cultura da iniciativa STP Plural levaram o país africano a soluções inovadoras, voltadas à capacitação. A implantação do Núcleo de Comunicação e Cultura na USTP, se dividiu em três frentes: definição de modelos de gestão para os sistemas de rádio e TV do arquipélago africano, capacitação técnica de profissionais são-tomenses na área de audiovisual e instrumentalização para a difusão cultural de São Tomé e Príncipe. O coordenador do STP Plural e diretor do Ceart, Leonardo Guelman, destacou o envolvimento de alunos, professores e técnicos da UFF nessa experiência profissional e no fortalecimento da comunicação e cultura de um país. “Capacitamos pessoas nas áreas em que trabalhamos – fotografia, arte, patrimônio cultural, comunicação e TV. Ao lidar com uma realidade distinta da nossa, os bolsistas e professores enriqueceram sua formação”, ressaltou. Atual diretor do Iacs, o professor Kleber Mendonça recordou o momento em que esteve em São Tomé e Príncipe para promover uma capacitação no país por 15 dias. “A experiência foi transformadora, tivemos um ganho imaterial enorme, como podem também testemunhar os alunos, professores e técnicos que lá estiveram. Pudemos contribuir com conteúdos e ensinamentos que desenvolvemos com excelência na nossa UFF, mas também aprendemos muito com outros saberes, igualmente necessários e legítimos para a formação dos estudantes, do corpo técnico e dos docentes”, avaliou. O lançamento da publicação contou com a presença do reitor da USTP, Aires Bruzaca, que manifestou o interesse em ampliar a parceria entre as instituições, valendo-se do fortalecimento na área de comunicação e cultura para a expansão de um setor essencial para a economia de São Tomé e Príncipe – o turismo. Na ocasião, o reitor da UFF, Sidney Mello, entusiasmado com os impactos positivos gerados, revelou também sua intenção de estender a experiência de sucesso a Cabo Verde. UFF estreita colaboração com países de língua portuguesa O gestor da única universidade pública do país, fundada há três anos, Aires Bruzaca, ressaltou a importância de se promover o intercâmbio entre as nações de língua portuguesa em desenvolvimento, principalmente no hemisfério sul. Brasil e São Tomé e Príncipe têm uma história comum e uma relação consanguínea, visto que, além dos movimentos de migração compulsória dos escravizados, alguns deles, quando livres, retornaram para seus países africanos de origem – como foi o caso dos próprios ancestrais de Bruzaca. “Esta parceria com o Brasil é o que de melhor pode haver, pois temos laços históricos, culturais e familiares. Mesmo depois de séculos, não deixamos de ter esta relação umbilical convosco. E precisamos conhecer a trajetória desse processo histórico que se inicia no século XV, com a colonização, mas também compreender o que se passa no presente para construirmos o futuro”. Já o reitor da UFF, Sidney Mello, destacou em seu discurso a importância dessa aproximação para ambas as nações. “A Universidade Federal Fluminense caminha a passos largos na cooperação internacional, sobretudo com países lusófonos. Temos colaboração ativa com eles e isso só demonstra o quanto temos a contribuir. É um projeto de mão dupla, porque também aprendemos muito com São Tome e Príncipe. A amizade é o que une os países, a nossa língua e a nossa base cultural. Fico satisfeito de ver um resultado dessa magnitude, porque sublinha as nossas relações com África, com São Tomé e Príncipe e com a Associação Brasileira de Cooperação”, afirmou Mello. Presente ao encontro, a diretora-adjunta da ABC, ministra Andrea Watson, destacou a mudança do papel brasileiro junto às nações estrangeiras ao longo de 30 anos de existência da associação. “Começamos como um país mais pobre, periférico e não tão pujante. Nesse contexto, a agência surgiu com o objetivo de receber cooperação, que vinha como uma receita pronta, com as nações mais desenvolvidas nos dizendo o que fazer. Ao longo dos anos, passamos a prestar colaboração, em vez de apenas receber. À medida que o Brasil adquiria mais conhecimentos em educação, agricultura, gestão pública, a área de cooperação foi crescendo e hoje somos uma equipe de aproximadamente 200 pessoas. Atualmente, mais do que sermos ativos na colaboração bilateral, como uma via de mão dupla, somos procurados para promover cooperação trilateral. Ou seja, os países mais ricos nos ajudam com os recursos e nós promovemos as ações, nos adequando às necessidades demandadas”, contou a ministra, pontuando que a ABC apoia mais de 600 projetos de cooperação, principalmente na América Latina e África. O evento No último dia 26, o Ceart também exibiu o documentário “Dois Irmãos”, produzido para o projeto STP Plural, que acompanha a jornada dos são-tomenses Gueva e Zawa ao Rio de Janeiro e Niterói. Ao conhecer o território daqueles que antes os visitaram, a dupla de contadores de histórias fala de alegria, amizade, tolerância e colaboração, sentimentos que balizaram o projeto. Na ocasião foi lançado o livro “Territórios Criativos: Cariri, Quilombo Machadinha, Madureira e Paraty”, fruto do projeto Prospecção e Capacitação em Territórios Criativos. Trata-se de uma parceria da UFF com o Ministério da Cultura para mapeamento de agentes dos territórios, capacitações e encontros para a consolidação de redes com a presença de grupos e movimentos locais. “Consideramos as matrizes culturais de cada lugar, as expressões e o patrimônio imaterial que serviram de base para as quatro regiões em que trabalhamos”, explicou Leonardo Guelman. Após o lançamento, houve uma apresentação do jongo Tambores da Machadinha, do município fluminense de Quissamã, e uma edição do tradicional UFF Debate Brasil abordando a temática do racismo. Com a mediação de Leonardo Guelman, o encontro teve participação dos debatedores Aires Bruzaca, reitor da USTP, Júlio César Tavares, docente do Departamento de Antropologia da UFF, e Maria Raimunda Soares, docente do campus de Rio das Ostras e coordenadora do projeto Território Criativo Quilombo da Machadinha. Especialistas em relações étnico-raciais e cultura afro-brasileira, durante o debate, Júlio e Raimunda fizeram uma análise sobre o impacto do racismo em nossa sociedade, da escravidão aos dias de hoje, relacionando às vivências dos povos quilombolas na luta por reconhecimento e respeito. Apresentando o que chamou de uma visão “micro” – em complemento à visão “macro” socioeconômica presente na fala de Júlio Tavares – Bruzaca narrou um pouco sobre a história da colonização de São Tomé e Príncipe e do histórico de resistência ao poderio europeu, que fez do pequeno arquipélago um entreposto para o comércio de escravos nos séculos XV e XVI. Neste ponto, “o país guarda com o Brasil muito mais semelhanças do que se imagina”, concluiu o reitor são-tomense.
Seleção Pública para Propostas de Patrocínios Banco do BrasilA Fundação Banco do Brasil (FBB) está com seleção pública aberta, até o dia 23 de fevereiro de 2017, para definição de eventos a serem patrocinados ao longo do presente ano. As seguintes áreas terão prioridades: água, agroecologia, agroindústria, educação, resíduos sólidos e Tecnologia Social. Para maiores informações, acesse o site da Fundação Banco do Brasil
UFF Promove 9° LiTRE SaúdeA Liga de Trauma, Reanimação e Emergência da Universidade Federal Fluminense (LiTRE-UFF) convida toda a comunidade para participar do “9º LiTRE Saúde”. O LiTRE Saúde é uma atividade de extensão universitária realizada anualmente na Praia de Icaraí. No evento os transeuntes têm a oportunidade de aprender sobre suporte básico de vida (BLS), reanimação cardiopulmonar (RCP), sinais para reconhecimento de acidente vascular encefálico (AVE) e do infarto agudo do miocárdio (IAM). Ao longo de mais de 8 anos de projeto, estima-se que mais de 3500 pessoas tenham recebido as informações fundamentais para o rápido reconhecimento destas situações de emergência e o acionamento do serviço médico. O pedido rápido de ajuda tem significativo impacto sobre a sobrevida e a qualidade de vida da vítima. Para mais informações, acesse http://litremeduff.wix.com/litreuff e https://www.facebook.com/uff.litre/
Educador analisa currículo docente e educação guaraniCom a chegada das escolas não indígenas às aldeias, a infância guarani sofreu alterações. Devido a esse encontro cultural, foi necessário não só avaliar os impactos da escolarização, mas também pensar na formação curricular dos docentes. Esse é o ponto central debatido por Domingos Nobre em "Entre a escola e a casa de reza", lançamento da Eduff. Tradicionalmente caracterizada pela oralidade e pelo respeito aos mais velhos, a educação guarani incentiva o esforço pessoal, a curiosidade e a experiência. Os adultos não interferem na vivência das crianças: a eles, cabe aconselhá-las, conversar e acompanhar o cotidiano. Essa concepção difere do projeto normativo geralmente aplicado nas escolas ocidentais, o que motiva a adaptação entre as duas culturas. "Enxergar a escola como um espaço para realização de um 'diálogo intercultural' tem sido uma das estratégias para a correção dos 'erros' cometidos nas relações de contato feitas anteriormente", afirma Nobre. Sobre o autor Domingos Nobre é professor adjunto e vice-diretor do Instituto de Educação de Angra dos Reis, Universidade Federal Fluminense (UFF), com graduação em Pedagogia pela Universidade Federal do Estado de Minas Gerais e especialização em alfabetização pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Mestre e doutor em educação pela UFF, realizou pós-doutorado no Instituto de Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Campinas.   --> Como comprar    
Presença Negra na EJA, na Diversidade e Inclusão SocialPresença Negra na Educação de Jovens e Adultos, na Diversidade e Inclusão Social.
Lançamento de livrosLançamento de dois livros: - Educação e Relações Raciais I e II - O Negro da História da Educação Brasileira
Programa Educação Patrimonial em Oriximiná: saberes locais em destaqueEm seu oitavo ano de existência, o programa de extensão Educação Patrimonial em Oriximiná celebra um feito: a criação do primeiro curso de pós-graduação lato sensu em Etnoeducação da UFF. O programa é vinculado ao Departamento de Artes e Estudos Culturais (IHS/Puro), no Campus de Rio das Ostras, e ao Departamento de Psicologia (ICHF), em Niterói. As principais ações ocorrem na Unidade Avançada José Veríssimo (UAJV), no Pará, e nas comunidades locais. A etnoeducação é um campo de estudos que tem inspiração na etnografia e pensa as relações de ensino-aprendizagem pelo protagonismo e autonomia dos atores sociais, articulando memória e identidade, patrimônio cultural, comunicação e educação, com valorização dos saberes tradicionais. As aulas da pós são realizadas à distância e o primeiro módulo começa no final deste mês. Haverá dois encontros presenciais na UAJV, um no início e outro no fim do semestre letivo. “A pós-graduação foi uma demanda que os educadores de Oriximiná nos fizeram desde 2014 e, ao longo de 2015, concebemos um curso fortemente extensionista. A proposta e o planejamento das disciplinas são realizados de forma compartilhada na equipe. O material de apoio, ‘Cadernos de Estudos em Etnoeducação’, foi preparado a muitas mãos, entre docentes, bolsistas e estudantes”, explicou Adriana Russi, coordenadora do programa. “Ainda neste semestre enviaremos a campo 20 estudantes da UFF de diferentes cursos, como psicologia, antropologia, comunicação, produção cultural, serviço social, entre outros, para um importante trabalho de visitas de campo. Os alunos extensionistas acompanharão o trabalho dos cursistas, que são educadores e profissionais da cultura na região”. A professora Adriana divide a coordenação com o professor Johnny Alvarez, do curso de Psicologia em Niterói. O grupo conta com diversas instituições parceiras, como a Associação dos Povos Indígenas do Mapuera, a Associação indígena Katxuyana, Tunayana e Kahyana, a Associação das Comunidades Remanescentes de Quilombos do Município de Oriximiná, a escola Missão São Pedro (São Pedro da Aldeia/RJ), a Prefeitura Municipal de Oriximiná e a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), com a qual mantém um acordo de cooperação técnica. Programa faz pesquisa, ensino e extensão em estreita parceria local O curso de pós-graduação em Etnoeducação é apenas uma das ações que o programa extensionista desenvolve atualmente. Sua atuação se constitui em projetos de pesquisa e intervenção nas escolas e nos grupos locais, com o acompanhamento de professores, etnoeducadores, alunos e membros comunitários em escolas de regiões quilombolas, indígenas e urbanas de Oriximiná, sob uma perspectiva extensionista construída pelos próprios envolvidos. “A concepção dos temas dos projetos de cada escola, quem vai participar, como cada um fará sua parte, enfim, todos os aspectos que envolvem os projetos em etnoedcuação são decididos de forma coletiva”, acrescentou a coordenadora. Ela destaca que o principal benefício desse contato é aprender com eles a partir da noção de comunidade e da valorização dos saberes que em geral não são reconhecidos pela academia. “Para o povo indígena katxuyana da aldeia Santidade – que foi meu campo de pesquisa do doutorado – é importante enaltecer o que é ser katxuyana, em particular para a geração mais velha. Para isso, eles aproveitaram a oportunidade de participar do nosso programa da UFF e, a cada ano, rapazes e moças da comunidade escolhem diferentes temas para desenvolver seus projetos, focando, por exemplo, em pintura corporal, caça e pesca, construção de canoas ou artesanato”, explicou. A distância em linha reta entre Oriximiná e Rio das Ostras é de 2754 km. Embora a distância seja grande, a coordenadora afirma que o grupo não abre mão dos encontros presenciais nas mais diferentes comunidades que constituem o município que fica no oeste do estado do Pará – ribeirinhos, população rural de terra firme, quilombolas, indígenas e do centro urbano do quarto maior município brasileiro em extensão territorial, o segundo do estado. Na UFF, a equipe se encontra semanalmente; as viagens a Oriximiná ocorrem de três a quatro vezes ao ano, seja para discutir as propostas daquele ano, para o trabalho de campo ou para as avaliações e construção das propostas dos anos seguintes. Expedição em Oriximiná deu origem às ações do programa A origem do trabalho em 2008 se deu a partir de uma investigação sobre patrimônio e educação realizada em Oriximiná por Adriana Russi e três alunos do curso de Produção Cultural. “Na ocasião, fizemos um workshop voltado a educadores, lideranças comunitárias, artistas, artesãos e outros profissionais da área da cultura. Em diálogo com os participantes, fomos surpreendidos com a notícia de que o município, em 2004, havia sido contemplado pelo Ministério do Turismo para uma ação sobre Educação Patrimonial, por meio de um projeto da Universidade Federal de Santa Maria, mas que havia sido abruptamente interrompido com a morte de sua coordenadora. Diante disso, percebemos a pertinência de nossa proposta de extensão e, a partir dali, fomos construindo o projeto de forma compartilhada entre a UFF e a comunidade”, recordou Adriana. Em 2009 os estudantes foram organizados em equipes para visitarem as comunidades, com observação da produção artesanal. Entre 2010 e 2011, o grupo fez o Inventário do Artesanato Tradicional. “Todo o aspecto metodológico da pesquisa do artesanato de viés antropológico está descrito na publicação impressa que resultou desta pesquisa. Também fizemos um documentário mostrando como foi este trabalho de campo”. A partir de 2012, o programa se voltou para o aprofundamento das questões da educação e do patrimônio, mediante o trabalho com seis escolas em projetos pilotos. De 2013 a 2015, estudantes e docentes, novamente em equipes de campo, foram às escolas acompanhar o desenvolvimento desses projetos. Nos últimos anos, o trabalho tem foco nos processos de valorização dos saberes locais nas escolas. Um breve relato das experiências nas comunidades participantes do programa Educação Patrimonial está nos Cadernos de Cultura e Educação para o Patrimônio. “A seleção dos temas apresentados resulta de uma escolha sobre aspectos que consideramos relevantes para o trabalho com o patrimônio cultural no cotidiano escolar”, ressaltou Adriana. A publicação impressa e digital, que já conta com quatro volumes, é distribuída nas escolas de Oriximiná e estará disponível para download gratuito no site www.patrimoniocultural.uff.br.
Exposição Fotográfica 'ARTE E CENÁRIO DO ESPAÇO URBANO'A Exposição “ARTE E CENÁRIO DO ESPAÇO URBANO” será apresentada no Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS/UFF), na antessala do Espaço Interartes, a partir do dia 18 de julho, às 17 horas. Ficará exposta até o dia 04 de agosto. Endereço: Rua Professor Lara Vilela, 126 - São Domingos, Niterói. Entrada Gratuita. A Exposição é composta por cinco Ensaios Fotográficos, realizados coletivamente, que retrata alguns dos temas urbanos: Mobilidade, Saúde, Educação, Movimento Social Ocupa Escola e Patrimônio Cultural.  Os autores dos ensaios fotográficos são alunos do Curso de Produção Cultural do Departamento de Arte da UFF. Serão apresentados textos e fotografias de André Campos, Beatriz Cabral, Bruno Avellar, Jefferson Santos, Julia Camacho, Julia Musso, Pedro MacPherson, Renan Nazzos, Vanessa Felix, Victor Hugo e Yasmin Lucchesi. Além de autores, eles também são responsáveis pela produção cultural da Exposição, sob a curadoria da Fotógrafa e Professora Maria Alice Costa. A revelação dessa Exposição Fotográfica é o SER URBANO.  O trabalho mostra como olhamos, vivemos e somos cada um de nós na cidade. Ao caminhar e ao nos movimentarmos pela cidade somos capazes de nos surpreender, de sofrer, de interagir e de estabelecer alteridade com o outro, igual ou diferente de nós. É nessa ambivalência de sentimentos que construímos a nossa cultura urbana. As cidades, desde a modernidade, foram equacionadas nas suas dimensões estéticas e simbólicas e, assim, erigidas, em si mesmas, à condição de obra de arte. As cidades nos proporcionam um conjunto de intuições e uma série de elementos de contraste que se revelam preciosos para a compreensão dos atuais processos de reconfiguração objetiva e subjetiva das cidades. Desta forma, a produção cultural contemporânea nas cidades nos permite relativizar sobre as sinergias atualmente estabelecidas entre cultura, artes e dinâmicas urbanas, um terreno que se vem impondo como incontornável tanto do ponto de vista sociológico, como político. É a partir dessas nuances, que a Exposição Fotográfica “ARTE E CENÁRIO DO ESPAÇO URBANO” convida a todos a interagir com a estética cultural do Estar e do Ser Urbano.
Inclusão é tema de lançamentos da EduffA discussão de políticas e práticas de inclusão une os três novos livros publicados pela Eduff. "Narrativas do nao ver", "Encontros entre surdos e ouvintes na escola regular: desafiando fronteiras" e "Por uma política da narratividade: pensando a escrita no trabalho de pesquisa", das psicólogas Carolina Manso, Luiza Teles e Luciana Franco, respectivamente, serão lançados no dia 15 de junho, às 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói.    
Lançamento dos livros "Psicologia e Educação: interfaces" e "Resiliência: como tirar leite de pedra"A Eduff - Editora da Universidade Federal Fluminense lança o livro "Psicologia e Educação: interfaces", na próxima quarta-feira, 9 de dezembro, às 18h, na Livraria Icaraí. Organizada por Luciana Coutinho e Lúcia Lehmann, a coletânea aborda os caminhos para se aplicar a Psicologia na área da Educação, com foco na formação docente. A obra, que integra a Série Práxis Educativa, reúne artigos de professores e pesquisadores que atuam nas duas áreas do conhecimento e trazem múltiplas abordagens da Psicologia, além de diferentes formas de conceber a educação, o saber, o aprender e o ensinar. No mesmo dia, Sandra Baron, autora do artigo "Subjetividade e negritude: reflexões na formação universitária" de "Psicologia e Educação: interfaces", lança "Resiliência: como tirar leite de pedra" (Casa do Psicólogo – Pearson, 2015), em parceria com Boris Cyrulnik. O trabalho foca o processo de resiliência, associado à superação de adversidades e à transformação do futuro, e aborda os fatores que o auxiliam, como cultura, esporte, amigos, familiares e profissionais de saúde.  
Pré II Encontro Nacional de Políticas PúblicasO evento proposto terá por objetivo central ampliar e aprofundar o debate acerca da referida temática, promovendo ampla reflexão acerca da elaboração de políticas públicas no Brasil, privilegiando o enfoque em trabalhos que tenham como tema de análise central ações que se relacionem a construção e implementação de políticas públicas de caráter social.O Pré II ENPP será realizado nos dias 15, 16 e 17 de setembro de 2015, em Angra dos Reis. O evento, dividido em dois turnos, terá suas atividades -apresentações de trabalho e Conferências - realizadas no salão nobre do Iate Clube de Angra dos Reis (Aquidabã). No I ENPP contamos com a presença de mais de 500 pessoas, incluindo docentes e discentes de Instituições de Ensino Superior de todo o Brasil (tais como UFABC, UFRGS, UNILA, UFRB, etc.), além de representantes do governo local, de sindicatos, da sociedade civil, entre outros. Contamos também com a participação de docentes, pesquisadores e profissionais da área de todo o Brasil.