I Ciclo de Palestras (online) Em Ciências e Tecnologia de Alimentos#ProexEmAção divulga o I Ciclo de Palestras (online) Em Ciências e Tecnologia de Alimentos coordenado pela professora Juliana Vilar, nos dias 06, 07, 08 e 09/07 às 18h:30. Inscrições no link: htt://bit/3hZx97z
Curso de atualização para as ações regulatórias do SIE-RJTeve início, no dia 17 de junho de 2020, e terá continuidade de 01 a 22 de julho, o curso de atualização para as ações regulatórias do Serviço de Inspeção Estadual  para a  Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento do estado do  Rio de Janeiro. O curso, oferecido pelos professores do Departamento de Tecnologia de Alimentos da Faculdade de Veterinária da UFF, tem por objetivo atualizar os servidores da SEAPA-RJ e colaborar na implantação de novas práticas para a inspeção de Produtos de Origem Animal que constituem modernos mecanismos de prevenção, controle, vigilância e fiscalização de atividades que visam à produção de alimentos nutritivos e saudáveis, garantindo a saúde e qualidade de vida da população. O Serviço de Inspeção Estadual do Rio de Janeiro (SIE-RJ), ao se integrar recentemente ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (SISBI-POA), do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), possibilitará oportunidade para que os cerca de 500 estabelecimentos registrados possam se integrar ao SISBI-POA, permitindo atender novos mercados de consumo.
Live do Laboratório de Higiene e Microbiologia de Alimentos (LHIMA) MBO - Coronavírus e Alimentos: o que sabemos? Esta Live  faz parte  do projeto ^ Ações sobre Higiene e Microbiologia de Alimentos em tempos da Pandemia de COVID-19: contribuindo com a sociedade^, elaborado pelas professoras  Adriene Lima, Alice Gonzalez e Luciana Esper do Departamento de Bromatologia da Faculdade de Farmácia da  Universidade Federal Fluminense (UFF). É notório que há muita desinformação sobre o assunto producao de alimentos e COVID 19, portanto, nós como comunidade científica, temos o dever de divulgar informações confiáveis e acessíveis e assim contribuir com a promoção da segurança da população
Fácil acesso e alto teor nutritivo: projeto da UFF valoriza o uso de plantas alimentícias não convencionaisEm todo o planeta, o número de plantas consumidas pelo homem caiu de 10 mil para 170 nos últimos cem anos, segundo dados da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO). No Brasil, apesar da sua riqueza em ingredientes facilmente encontrados na natureza, a demanda do mercado se concentra em algumas dezenas de itens, enquanto milhares de espécies são esquecidas e, consequentemente, acabam por ser extintas. Sendo assim, com o objetivo de levar à sociedade informações sobre plantas de fácil acesso e alto teor nutritivo, um grupo do Departamento de Biologia da Universidade Federal Fluminense participa do projeto Pancs UFF, que busca oferecer alternativas à monotonia alimentar e valorização da flora local brasileira. Idealizado em 2013 pela professora Odara Boscolo, o Pancs UFF trabalha a partir da divulgação do uso de plantas alimentícias não convencionais em escolas, comunidades, feiras e para o público geral, ressaltando a importância nutricional, ecológica e econômica que o consumo destas pode oferecer. Além dos alunos do próprio departamento, a iniciativa conta também com a colaboração de uma aluna voluntária de Artes e um aluno de Ciência da Computação. O projeto possui forte presença nas redes sociais, com páginas no Facebook e Instagram voltadas para a divulgação de pesquisas. As plantas alimentícias não convencionais (de onde se origina o termo pancs) - que muitas vezes são consideradas unicamente como matos ou ervas daninhas, devido a seu crescimento espontâneo em diversos locais -, podem ser uma fonte de alimento abundante e saudável. Odara explica que o consumo das pancs “privilegia famílias de baixa renda, por serem plantas espontâneas e, portanto, com baixo ou nenhum custo. Também podem ser vistas como ferramentas de valorização da biodiversidade local, auxiliando na fixação do homem ao campo e contribuindo para a saúde de ecossistemas naturais – caso sejam colhidas para uso alimentício ao invés de eliminadas por herbicidas nas áreas cultiváveis”, explica a professora. Como exemplos de pancs, podemos citar: o hibisco (popular no uso de ornamentação), que possui folhas ricas em ferro e pétalas ricas em antioxidantes; a beldroega (oriunda da Ásia), que apresenta grandes quantidades de fósforo, vitamina A, C, B1 e B2, cálcio e ferro; e a capuchinha (flor cuja tonalidade transita entre o amarelo-claro e o vermelho intenso), que além de rica em vitamina C e sais minerais, apresenta propriedades diuréticas, purificantes, analgésicas, anti-glicêmicas e anti-hemorrágicas. A equipe do Pancs UFF produziu mais de 50 estudos acerca de espécies vegetais, incluindo um breve histórico de cada planta, características morfológicas essenciais para sua identificação, modo de propagação, usos alimentícios e medicinais atrelados, além de curiosidades e uma receita com cada espécie. Essas informações são inseridas em cartilhas distribuídas gratuitamente nos diversos eventos em que o projeto participa. Também foram criados jogos didáticos interativos para aproximar o público a uma alimentação mais diversificada e nutritiva. O Pancs UFF participou em maio deste ano do programa UFF nas Praças, coordenado pela universidade, além de eventos no Colégio Pedro II e no Colégio Salesiano Santa Rosa. Maria Eduarda Rodrigues, graduanda em Ciências Biológicas, se interessou pelo projeto em 2018 após uma divulgação feita por seus integrantes, no final de uma aula de botânica. A estudante desde então faz parte do Pancs UFF. “A partir dessa ocasião, expandi meu olhar sobre minha possibilidade de atuação como bióloga e entendi o valor da etnobotânica, que é o estudo sobre as interações entre comunidades humanas e plantas como sistemas dinâmicos”, afirma. “O programa permitiu que eu me descobrisse em tal área, entendendo não somente o mundo das plantas, que sempre foi minha primeira vontade, mas também a relação delas com nossa sociedade, seus usos, consumos e maneiras de lidar com elas ao longo da nossa história”, complementa. Divulgação é essencial A produção de aplicativo e site para a divulgação do conteúdo produzido pelas pesquisas em torno das pancs são objetivos futuros do projeto. O aplicativo estava sendo projetado a partir de uma bolsa oferecida pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (PIBITI), que não foi renovada. Atualmente, são recursos próprios dos integrantes que auxiliam em sua confecção. “É essencial que a população tenha acesso às informações necessárias para que o consumo de plantas ainda desconhecidas, mas com grande potencial nutricional, se torne viável. Quanto maior for nossa presença em plataformas digitais, maior o público alcançado”, insiste Odara. Há muitas demandas relacionadas à falta de verbas para a impressão das cartilhas e confecção de jogos, folders e insumos para as receitas voltadas ao público. A pesquisadora Odara ressalta: “todo o custo do projeto está saindo do nosso bolso. Aproveito para reiterar que somos um programa de extensão com muitas carências e atualmente contamos apenas com uma bolsa. Até o ano passado tínhamos duas; o programa é grande e precisamos de mais recursos para continuar”, afirma. “Sem essa divulgação sobre as pancs, muitos não saberiam sequer que elas são comestíveis, muito menos as informações sobre formas de identificação, consumo, propriedades e ocorrência”, garante a graduanda Maria Eduarda. Cada planta estudada pelo programa apresenta uma forma diferente em seu preparo. Algumas podem ser consumidas in natura, na forma de sucos ou saladas. Outras podem ser cozidas ou refogadas, e também há aquelas que precisam passar pelo processo de cozimento antes da ingestão. “Devemos valorizar tais conhecimentos tradicionais, a fim de preservar as diversidades alimentar e nutricional humanas”, conclui a aluna.  
Biossegurança/Saúde Trabalhador – Sustentabilidade, Água e AlimentosAtividade de Extensão do “Projeto Debatendo a Biossegurança Social com Foco na Saúde do Trabalhador”, que promove debates acerca de questões relacionadas às condições que envolvem os processos de trabalho e afetam diretamente à saúde dos trabalhadores. O Projeto é coordenado pelo prof. Antonio Fernando Lyra da Silva, do Departamento de Planejamento em Saúde (Instituto de Saúde Coletiva). Desta vez o enfoque será sobre a sustentabilidade, o uso da água e o aproveitamento integral dos alimentos. Participantes: estudantes e trabalhadores da área da saúde e público interessado. Inscrições: http://www.extensao.uff.br/inscricao/
Eduff lança guia voltado para profissionais e estudantes de NutriçãoOrganizado pela professora de Nutrição da UFF Gabrielle Rocha, “Guia para o atendimento nutricional de pacientes hospitalizados e ambulatoriais” (Eduff, 2018) é um manual de apoio voltado para estudantes e profissionais da área. Escrito por seis professores de Dietoterapia e de Avaliação Nutricional, a obra reúne as informações mais relevantes discutidas ao longo do curso de Nutrição. Em suas 180 páginas, o guia pretende sanar as principais dúvidas dos alunos sobre atividades práticas da área. Além disso, profissionais de saúde também poderão utilizá-lo como ferramenta de auxílio em seus atendimentos, seja ambulatorial, hospitalar ou domiciliar. Ao passar por diversas temáticas da Nutrição, o livro aborda as principais questões sobre antropometria, composição corporal, exames laboratoriais, semiologia nutricional e muito mais. Saiba como comprar.