Exposição Emmanuel de Macedo Soares: Historiador de NiteróiEmmanuel Bragança de Macedo Soares (1945-2017) , jornalista e historiador, dedicou sua vida a história fluminense, em especial, a história de Niterói. Além dos mais de 20 livros publicados , Emmanuel deixou para o Centro de Memória Fluminense (UFF/SDC/CEMEF) todo o seu acervo de fichas, artigos, anotações, manuscritos e fotos . Um material riquíssimo a ser explorado pelos historiadores e aos entusiastas da nossa história. Esta exposição celebra sua vida e sua obra!!  
Exposição "Manoel Barretto Netto: Contemporâneo do Futuro"A Proex divulga a inauguração da Exposição Manoel Barreto Netto no dia 10 de setembro às 10h, no hall da Reitoria (R. Miguel de Frias, 9 - Icaraí).
UFF recebe Jaider Esbell no Encontro com ArtistasNa terça-feira, dia 28/05, às 16h, o Centro de Artes UFF realiza o Encontro com Artistas! Haverá um debate com o artista visual Jaider Esbell e os curadores Denilson Baniwa e Pedro Gradella. O encontro é aberto ao público, com entrada gratuita, e é realizado na Galeria de Artes UFF Leuna Guimarães dos Santos, na Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, dentro do campus da Reitoria da UFF. O que acontece quando os indígenas tomam as artes contemporâneas, digitais e de rua para si? Na exposição “Reantropofagia”, a série It Was Amazon! (Era uma vez a Amazônia), do artista Jaider Esbell, apresenta 16 obras em preto e branco que retratam os usos e abusos da natureza na região da Pan-Amazônia - termo utilizado para identificar a floresta amazônica nos diferentes países que ela abrange: Brasil, Suriname, Guianas, Bolívia, Equador, Venezuela, Colômbia e Peru. A exploração da pessoa, o alto impacto na vida selvagem, os contrabandos e desmandos na floresta são os temas abordados em suas obras. Jaider Esbell é indígena da etnia Makuxi e nasceu na Terra Indígena Raposa, em Normandia, no estado de Roraima. Ele foi vencedor do Prêmio Pipa 2016, considerado uma das principais premiações de arte contemporânea do país, voltado a novos artistas. Encontro com Artistas é um evento que tem como objetivo aproximar os espectadores dos realizadores, captando as impressões do público acerca das exposições do Centro de Artes UFF. Criadores e curadores contam um pouco sobre a proposta curatorial e o processo criativo. O objetivo é que a troca de diversidade de olhares presentes estimule, inquiete e proporcione observações reflexivas e críticas sobre as narrativas visuais.
Exposição 43 anos do GTAR: "Ainda" em busca de um espaço43 anos do GTAR: 'ainda' em busca de um espaço na Biblioteca Central do Gragoatá/UFF A memória de lutas, ideias, resistências, amizades, dores e família que juntas constituem a força de um dos primeiros movimentos negros universitários do Brasil é apresentada na exposição "43 anos do GTAR: 'ainda' em busca de um espaço", aberta ao público na Biblioteca Central do Gragoatá da Universidade Federal Fluminense. A mostra segue até o dia 16 de abril e integra o conjunto de ações comemorativas dos 25 anos da BCG/UFF, inaugurada em 25 de abril de 1994. De acordo com a bibliotecária Angela Albuquerque, esta exposição pode ser considerada como um marco na história da BCG/UFF, por apresentar o pensamento social brasileiro a partir do negro: ele como sujeito da própria história. A mostra foi inaugurada em 3 de outubro passado, quando Angela assinava pela chefia da biblioteca. E, segundo ela, tem chamado bastante atenção pelo protagonismo do negro, em especial, o movimento feito no espaço acadêmico em um momento de altas complexidades. A atividade faz parte de um projeto que busca visibilizar a existência do primeiro grupo de trabalho, no espaço acadêmico, sobre pesquisas e estudos dos negros brasileiros, surgidos na UFF, na década de 1970, sob a orientação da historiadora Beatriz Nascimento e apoio do sociólogo Eduardo Oliveira e Oliveira. Durante todo o período da exposição até sua finalização em 16 de abril, professores, pesquisadores, estudantes e demais interessados podem agendar suas visitas com o guiamento dos curadores João Alipio Cunha, doutorando em Antropologia (Museu Nacional/UFRJ) e Sandra Martins, jornalista e mestra em História Comparada (IH/UFRJ). Ao fim da visitação, pode-se assistir, ainda, trechos do filme "Ôrí", de Raquel Gerber e roteiro e narração de Beatriz Nascimento. O documentário relata a atuação dos movimentos negros, no Brasil, entre os anos 1970 e 1980, encerrando a atividade com uma roda de conversa. O agendamento pode ser feito através do e-mail: expo43anosgtar@gmail.com. O GTAR foi uma das vertentes do Movimento Negro do Rio de Janeiro que construiu um espaço de reflexões e ações em uma universidade pública em pleno período da ditadura militar, nas décadas de 1970/1980. Intelectuais como Marlene de Oliveira Cunha, Andrelino Campos, Maria Maia de Oliveira Berriel, Carlos Hasenbelg, são alguns dos personagens que lançaram, construíram, apoiaram e incentivaram jovens negras e negros a constituir aquele espaço/tempo quilombola. Busca-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense. O Cultne - Acervo da Cultura Negra - registrou os dois dias do seminário de lançamento da exposição nos dias 3 e 4 de outubro de 2018, a visitação guiada e disponibilizou os 22 (vinte e dois) vídeos em: http://www.cultne.com.br/. Visite também a página da exposição "43 anos do GTAR: 'ainda' em busca de um espaço" no facebook.com/exposicaogtar. Serviço O que?"43 anos do GTAR: 'ainda' em busca de um espaço" Quando? Até 16 de abril de 2019 Horário? 8h30 às 21h (de 18/03 a 16/04) Agendamento de grupos: expo43anosgtar@gmail.com Facebook: facebook.com/exposicaogtar
Exposição 3: O Olhar do Artista sobre o Meio Ambiente 2018A 3ª exposição da XIV Edição do Olhar do Artista Sobre o Meio Ambiente chegará dia 17 de setembro em Niterói, no Laboratório Horto-Viveiro. A abertura ocorrerá às 18 horas, no endereço Av. Litorânea, s/n. Boa Viagem, Niterói/RJ. A exposição fica até o dia 20 de setembro. • ABERTURA: 17/09, 18h • VISITAÇÃO: segunda à quinta, 9h - 18h • ENDEREÇO: UFF Campus da Praia Vermelha. Av. Litorânea s/n. Boa Viagem, Niterói/RJ. Contamos com a presença de vocês! ___________________________________________ SOBRE O PROJETO O projeto é uma iniciativa do Laboratório Horto-Viveiro da Universidade Federal Fluminense, constituindo-se de uma exposição itinerante de artes visuais, composta por obras de artistas, sobretudo fluminenses, reunindo arte, cultura e educação. Anualmente ele percorre 3 a 5 municípios do Estado do Rio de Janeiro, com objetivo de utilizar a arte como instrumento de Educação Ambiental. Nesse ano, a exposição percorre Iguaba Grande, São Gonçalo e Niterói, atuando de forma multidisciplinar com pessoas de diferentes áreas e em parceria com os setores e agentes locais Cada exposição fica em torno de 15 dias nos espaços culturais dos municípios e recebe principalmente crianças de escolas da rede pública de ensino, podendo levar os temas tratados para sala de aula e para dentro da comunidade onde vivem por meio de discussões relacionadas ao assunto central do projeto - educação ambiental, que por sua vez funcionam como agentes multiplicadores estendendo esses conceitos aos seus familiares e amigos. Em 2018 o tema é Biodiversidade, que aborda a arte como um meio de despertar a reflexão e sensibilizar a comunidade sobre assuntos ligados a questões socioambientais. Durante os 14 anos contínuos de sua realização, O Olhar do Artista recebeu 21.054 visitantes e mais de 1135 obras expostas. Toda a programação é gratuita e aberta ao público, que consiste em pessoas de diferentes classes sociais, graus de instrução e diferentes faixas etárias. Venha participar dessa exposição e ajude-nos a ampliar essa rede de comunicação.
IACS, Cine Arte UFF e graduação em Cinema da UFF celebram 50 anos com um tributo a Nelson Pereira dos Santos50 Anos: Cine Arte UFF, Instituto de Arte e Comunicação Social e curso de Cinema da UFF Mostras, sessões de filmes restaurados, pré-estreias e vários eventos especiais. De 5 a 30 de setembro de 2018, em diversos horários Locais: Centro de Artes UFF - Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói - RJ Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS) - Rua Lara Vilela, 126, São Domingos, Niterói-RJ As comemorações do cinquentenário começam no dia 5 de setembro, quarta-feira, às 18 horas, no Cine Arte UFF, com uma cerimônia na qual serão homenageados artistas, cineastas, ex-alunos e professores que marcaram essas cinco décadas, a começar pelo próprio Nelson. Nesta data, a sala de cinema, localizada no prédio da Reitoria, passará a se chamar Cine Arte UFF Nelson Pereira dos Santos. O aniversário de 50 anos terá na programação quase 20 eventos até o dia 30 de setembro. Estão previstas no Instituto, entre outras atividades, a Semana de Diversidade do IACS e uma homenagem a funcionários, estudantes e professores; além de música, dança e poesia ao vivo. Na programação do Centro de Artes, mostras cinematográficas, uma exposição de cartazes históricos; uma sessão do UFF Debate Brasil discutindo cinema brasileiro hoje; o lançamento do filme “A Música do Tempo - do Sonho do Império ao Império do Sonho”, e a exibição de Metrópolis (filme mudo de 1927) projetado na fachada da Reitoria com acompanhamento da Orquestra Sinfônica Nacional UFF. Tudo com preços populares ou entrada gratuita. É o presente da UFF para sua comunidade e o público, marcando o cinquentenário desses espaços de resistência, criatividade e valorização da arte e da cultura, nas suas mais diferentes manifestações. A programação completa pode ser acessada pelos sites http://www.centrodeartes.uff.br e http://iacs.sites.uff.br. Histórico No ano de 1968, o então reitor da Universidade Federal Fluminense, Manoel Barreto Netto, promoveu uma grande reestruturação, criando diversas unidades de ensino, o que contribuiu de forma decisiva para tornar a UFF a universidade que é hoje. Ali, o cineasta e professor Nelson Pereira dos Santos, recém-chegado da Universidade de Brasília, encontrou suporte para suas ideias de criação de uma escola de cinema nos moldes daquela da capital federal. Em maio do mesmo ano, Nelson foi designado responsável pelo setor de arte cinematográfica da UFF e, junto com outros professores, recebeu a tarefa de estudar as diretrizes para o funcionamento do Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS). Fundado em 15 de março de 1968, o IACS imediatamente incorporou o curso de Biblioteconomia e Documentação, já existente. Graças à disponibilização de uma sala de exibição do antigo Cassino Icaraí, pertencente à universidade, um grupo de cineastas, críticos e amantes do cinema criou o Cine Arte UFF. Além do próprio Nelson Pereira dos Santos, Fabiano Canosa, Luiz Alberto Sanz, Roberto Duarte, Cosme Alves Neto e o então reitor Manoel Barretto Netto formaram esse grupo pioneiro e visionário. No momento da fundação do Cine Arte UFF, em 12 de setembro de 1968, Nelson anunciava, em seu discurso, o embrião da nova graduação da universidade. O curso fundado em 25 de setembro de 1968 e então denominado Comunicação Social, começou com a habilitação em Cinema e, em seguida, ganhou as habilitações em Jornalismo e Publicidade. Hoje, localizado no bairro de São Domingos, o IACS é uma das maiores unidades da UFF, contando com cinco departamentos, nove cursos de graduação e sete de pós-graduação, além de muitas histórias para contar. O pontapé inicial para a criação do novo curso se dá com a inauguração do Cine Arte UFF, cuja sessão de abertura foi a estreia brasileira de “Samson”, do cineasta polonês Andrzej Wajda. Assim, iniciam-se também suas atividades de extensão. Seminários, ciclos de debate, mostras e aulas abertas à comunidade externa, sobre estética, história de linguagem cinematográfica, entre outros, surgiram com o objetivo de oferecer ao público opções diferentes das exibidas comercialmente. Interrompida em função do acirramento da ditadura militar, essa linha de programação foi retomada em 1982, quando o professor João Luiz Vieira e alunos do curso de Cinema da UFF tomaram a frente do espaço. Pouco depois, o Cine Arte UFF se tornou parte do Departamento de Difusão Cultural (DDC), o complexo cultural que viria a ser o Centro de Artes UFF, com galeria e teatro. O cinema, localizado em frente à Praia de Icaraí, no prédio da Reitoria, em Niterói, continua privilegiando filmes com pouca visibilidade no circuito comercial e cuja temática estimule a reflexão e o pensamento crítico, por meio de sessões regulares, mostras temáticas, festivais, cine-debates e cineclubes, bem como parcerias interinstitucionais. Sobre Nelson Pereira dos Santos Nelson Pereira dos Santos, nascido em São Paulo em 22 de outubro de 1928 e falecido no Rio de Janeiro em 21 de abril de 2018, foi diretor de cinema, produtor, roteirista, montador, ator, professor e bacharel em Direito. Iniciou sua carreira na imprensa, em 1946, como redator e revisor, e no teatro, em 1947, integrando o grupo Os Artistas Amadores, do qual faziam parte atores como Paulo Autran (1922-2007). Realizou seu primeiro média-metragem, Juventude, em 1950, um documentário de 45 minutos sobre os jovens trabalhadores da cidade de São Paulo. Depois de exercer a função de assistente de direção em algumas produções, lança o inesquecível Rio, 40 Graus, seu primeiro longa-metragem, de 1955, com trilha de Zé Keti. Inédito em termos de conteúdo e forma de produção, Rio, 40 Graus transforma os representantes das camadas populares do Rio de Janeiro em protagonistas da narrativa, o que faz do filme um marco do cinema brasileiro moderno. Entre outras obras, é diretor de Vidas Secas (1963) e Memórias do Cárcere (1984), duas importantes adaptações de títulos do escritor Graciliano Ramos para o cinema. Seus últimos longas, A Música Segundo Tom Jobim (2012) e A Luz do Tom (2013), foram documentários dedicados ao grande compositor da MPB Antonio Carlos Jobim. Alguns dos sucessos de Nelson não ficam de fora do Cine Arte, e serão exibidos entre 7 e 11 de setembro.
Exposição 1: O olhar do artista sobre o meio ambiente 2018A 1ª exposição da XIV Edição do Olhar do Artista Sobre o Meio Ambiente chegará dia 03 de agosto em Iguaba Grande, no Salão de Artes Zé Trindade. A abertura ocorrerá às 19h, no endereço Rodovia Amaral Peixoto, km 102, n°3399, Cidade Nova - Iguaba Grande/RJ, no 2º piso da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. A exposição fica até o dia 29 de agosto, com visitação das 8h às 17h. • ABERTURA: 03/08, 19h • VISITAÇÃO: segunda à sexta, 8h às 17h • ENDEREÇO: Rodovia Amaral Peixoto, km 102, n°3399, Cidade Nova - Iguaba Grande/RJ, no 2º piso da Secretaria Municipal de Educação e Cultura Contamos com a presença de vocês! ___________________________________________ SOBRE O PROJETO O projeto é uma iniciativa do Laboratório Horto-Viveiro da Universidade Federal Fluminense, constituindo-se de uma exposição itinerante de artes visuais, composta por obras de artistas, sobretudo fluminenses, reunindo arte, cultura e educação. Anualmente ele percorre 4 a 5 municípios do Estado do Rio de Janeiro, com objetivo de utilizar a arte como instrumento de Educação Ambiental. Nesse ano exposição percorre Iguaba Grande, São Gonçalo e Niterói, atuando de forma multidisciplinar com pessoas de diferentes áreas e em parceria com os setores e agentes locais Cada exposição fica em torno de 15 dias nos espaços culturais dos municípios e recebe principalmente crianças de escolas da rede pública de ensino, podendo levar os temas tratados para sala de aula e para dentro da comunidade onde vivem por meio de discussões relacionadas ao assunto central do projeto - educação ambiental, que por sua vez funcionam como agentes multiplicadores podendo estender esses conceitos aos seus familiares e amigos. Em 2018 o tema é Biodiversidade, que aborda a arte como um meio de despertar a reflexão e sensibilizar a comunidade sobre assuntos ligados a questões socioambientais. Durante os 14 anos contínuos de sua realização, O Olhar do Artista recebeu 21.054 visitantes e mais de 1135 obras expostas. Toda a programação é gratuita e aberta ao público, que consiste em pessoas de diferentes classes sociais, graus de instrução e diferentes faixas etárias. Venha participar dessa exposição e ajude-nos a ampliar essa rede de comunicação.
Profusão de arte tomará conta do Centro de Artes UFF no dia 20 de junhoO Centro de Artes UFF inaugurará, no dia 20, duas exposições 'Era uma vez' e ' Quem semeia vento, colhe lindas tardes de amor' e uma instalação 'Se não fosse o vento, as miragens me alcançariam'. Para enriquecer ainda mais o evento e integrar outras formas de manifestações artísticas, o setor de Artes Visuais promove ainda, no dia da inauguração, uma apresentação musical e uma Feira de Artes Gráficas. A apresentação musical e a feira de artes gráficas acontecerão na área externa do Centro de Artes - a Varanda Cultural, às 17h, no mesmo dia da inauguração das exposições. Os trabalhos da Feira variam entre ilustrações, cadernos artesanais, gravuras, publicações independentes, encadernações artesanais, carimbos entre outros. Instalação reúne três esculturas espelhadas que permitem interação com o público A instalação 'Se não fosse o vento, as miragens me alcançariam' foi desenvolvida especialmente para o Jardim da Reitoria e, assim como as duas mostras, da Galeria e do Espaço UFF de Fotografia, ficará em exposição até o dia 22 de julho. A instalação resgata a atmosfera mágica dos reflexos e imagens capturadas por superfícies espelhadas, especialmente nos chamados garden gazing balls, do período renascentista e utilizado nos jardins da era vitoriana. São imagens e reflexos obtidos por meio de superfícies esféricas perfeitas. No caso, são três esculturas espelhadas que visam captar a figura humana e o entorno, convidando o espectador a interagir com a obra. 'Quem semeia vento, colhe lindas tardes de amor' reúne desde artistas dos anos 1980 até os novíssimos, que trabalham com '3D' A mostra coletiva 'Quem semeia vento, colhe lindas tardes de amor' vai reunir, num mesmo espaço físico e cronológico, artistas de várias gerações. Serão 17 artistas dos anos 1980 até hoje, expondo instalações, pinturas e objetos que dialogam entre si e com o tempo que os cerca. Entre eles, artistas já consolidados, nacional e internacionalmente, ao lado de outros nascidos já nos anos 2000, que participam desta como sua primeira mostra. O traço percorrido pela 'pintura' está fortemente presente. Artistas da novíssima geração, com intensa relação de afeto e confronto com tal meio, como bandeira para reconstrução de um mundo. Objetos que situam-se numa espécie de fronteira entre os meios de expressão também são significativos na mostra: um diálogo entre pintura e escultura, vídeos, fotografias e bordados, entre outros, utilizando-se, muitas vezes, de elementos do cotidiano como panos de chão, brochas ou bambolês. Ao mesmo tempo, participam também da exposição artistas que lidam diretamente com o '3D', em modelagens e narrativas com forte proximidade de uma tradição escultórica que vai de Rodin a Tunga. O título da mostra 'Quem semeia vento colhe lindas tardes de amor' refere-se às possibilidade da arte como elemento de transformação, em direção a um mundo de maior plenitude individual e, por consequência, maior bem estar social. Ao se debruçar sobre seu trabalho, o artista semeia vento para colher, sempre em finas camadas e pacientemente, esta transformação que, na linguagem da possível utopia, chama-se lindas tardes de amor. Curador: Edmilson Nunes Galeria de Arte UFF Leuna Guimarães dos Santos Inauguração 20 de junho | 19h às 21h Visitação até 22 de julho de 2018 Entrada Franca Segunda a 6ª feira, das 10h às 21h Sábados e Domingos das 13h às 21h Era uma vez... apresenta um mundo encantado, de conto de fadas A exposição  “Era Uma Vez”, com curadoria de Luciano Vinhosa, abarca a mais recente série fotográfica desenvolvida por Felipe Ferreira de Almeida, chamada 'Cotidiano', que reúne 20 trabalhos, sendo dezoito fotografias e dois vídeos. O artista utiliza as particularidades da linguagem fotográfica para construir paisagens e situações onde o selvagem, em sua forma artificial,  passa a habitar o espaço doméstico, misturando real e onírico. Assim, são construídas imagens que se relacionam com a obra homônima da artista mineira Wilma Martins (a série Cotidiano foi desenvolvida entre 1975 a 1984, em pintura, desenho e gravura),  mas que, ao mesmo tempo, possuem poética e dinâmicas próprias, passeando por diversas referências como documentários e programas de TV sobre a vida selvagem, canções de música pop, arte barroca, imagens religiosas, dentre outras. Frequentemente essas miniaturas e brinquedos acabam simulando situações de caça e cenas de violência ou que flutuam na iminência da predação. Os vídeos, a partir de narrativas sintéticas, remetem à simulação da natureza, estado que o artista define como sendo o de uma natureza domesticada, povoada de animais e plantas artificiais que decoram nossos lares. O título da exposição de Felipe Ferreira já nos faz antever aquilo que nos será apresentado: um mundo encantado, fabuloso e fabulado, dos contos de fada. Suas fotografias e vídeos estão todos referenciados nas ilustrações religiosas, nas imagens da cultura televisiva, nas programações infanto-juvenis das telas de cinema. As imagens – quase pinturas de Felipe Ferreira – ao adotar como estratégia o título sugestivo Era uma vez.. são elaboradas com o requinte de uma super produção cinematográfica. Seus personagens e cenários ora dourados, ora vermelhos incandescentes e sanguíneos, ora aveludados e macios e, em outros momentos, translúcidos, frios e azulados nos fazem mergulhar nesse universo encantado, de algum modo familiar, do cinema de animação, já prescrito nas receitas dos estúdios de Walt Disney. De Felipe Ferreira de Almeida Curador: Luciano Vinhosa Espaço UFF de Fotografia Inauguração 20 de junho | 19h às 21h Visitação até 22 de julho de 2018 Entrada Franca Segunda a 6ª feira, das 10h às 21h Sábados e Domingos das 13h às 21h
Exposição Itinerante Cotidiano Sem Muros: o olhar do invisívelA equipe do Projeto Turismo Social UFF convida a todos para a exposição itinerante “Cotidiano Sem Muros: o olhar do invisível”, que será realizada entre os dias 4 e 15 de junho. A exposição apresenta o desdobramento dos passeios turísticos realizados pelo nosso projeto em parceria com o Centro Pop Niterói, Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua. O evento contará com reproduções fotográficas registradas pelos participantes dos passeios, emolduradas por material reciclado do lixo, trabalho também realizado por eles. Outras ações como apresentações de teatro, discotecagem e sarau de poesias integram a programação da exposição. A abertura da exposição na UFF acontecerá no dia 11/06 às 14 horas no Bloco H, no campus do Gragoatá e contará com a performance da Escola Oficina Social de Niterói. No dia 12/06 as fotografias estarão expostas no Bloco E. A Biblioteca Central do Gragoatá receberá a exposição a partir do dia 13/06. Atualmente a exposição está disponível no Macquinho, em Niterói.  
Centro de Artes UFF inaugura duas exposições no mês de maioO  que é real e o que é virtual em uma fotografia No Espaço UFF de Fotografia, a mostra pretende expandir a noção do conceito de 'Topografias', dialogando com toda a subjetividade que ele nos propicia, como explica o curador Marco Antonio Portela. Dos três artistas, diz ele, uma propõe, simultaneamente, um olhar para a representação da paisagem e o rebatimento virtual da mesma, em uma sobreposição visual através de um retrovisor, o que nos deixa frente à discussão do que é real e virtual em uma fotografia, já que esses dois conceitos são abstrações técnicas e espaciais. Em outro trabalho, temos o corpo como paisagem, numa confusão visual que sugere a manipulação eletrônica da imagem, mas que nada mais é que o contato e o embaraçamento de pessoas, produzindo, pela lente do artista, uma paisagem inventada. Inventadas, também, são as imagens que remetem a um deleite sidéreo, onde situações quase infantis nos deslocam para uma ideia de vácuo e espacialidade, curiosamente brincando, até, com a ideia de feminino. O que esta mostra propõe, com as obras de Bella Scorzelli, Carlos Formiga e Milla, diz o curador, é um delírio poético e estético, expandindo um conceito aparentemente bem estruturado, que é a noção de paisagem. " Topografias nos convida, primeiramente, à apreciação das imagens pelo belo e, depois, a aprofundar uma reflexão sobre o que seria aquilo que estamos vendo, e se tal remete, ou não, a outro campo do conhecimento humano" Como habitar o Desenho reúne 14 artistas/pesquisadores ligados à Unicamp A exposição coletiva Como habitar o desenho é constituída por trabalhos do grupo de pesquisa Estratégias Expositivas do Desenho em Arte Contemporânea, vinculado ao Instituto de Artes da Unicamp (Campinas, SP). Os trabalhos do grupo de 14 artistas registram a diversidade de possibilidades e modalidades gráficas. O grupo investiga o Desenho contemporâneo a partir de algumas chaves de acesso, que podem passar pelo ato de escrever, ler, registrar, apagar, acumular, mapear, projetar, instalar ou compartilhar. O estudo abrange o processo de criação observado sob os pontos de vista do local expositivo e do material de gaveta, ou seja, da complexidade de estágios de criação, na relação entre o ateliê e a exposição. O grupo de pesquisa é liderado pela professora Lúcia Fonseca, em sua maioria orientados por ela em pesquisas de mestrado e doutorado, além de alguns membros convidados, da Unicamp ou de outras universidades. Nos trabalhos produzidos nesta mostra tem sido possível perceber as nuances poéticas, as intencionalidades, os usos e desusos de técnicas, referências artísticas e conceitos operados no fazer de cada um, diz a curadora Cláudia França, artista e docente da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). São também perceptíveis, diz ela, "as medidas móveis de aproximação e distanciamento do campo do Desenho, nas suas interfaces com outras linguagens da arte contemporânea, como a fotografia, os livros de artista ou performances, gravuras, objetos e instalações". Para a presente exposição, sob a curadoria da artista e professora Cláudia França, a ideia partiu do desejo de apresentar um percurso mais abrangente das pesquisas de cada um dos artistas. Para isso, a curadora adotou uma leitura geral desta categoria como nossa capacidade de reconhecer linhas, texturas e adensamentos das relações entre o preto e o branco ou situações de cores em contraste intenso, em quaisquer situações comuns do cotidiano, traduzindo-as para 'fatos poéticos'. O Desenho aqui é percebido como um espírito – termo usado não em seu sentido religioso, mas como energia de que é tomada nossa consciência – tal como adotado livremente pelo arquiteto Vilanova Artigas e pelo poeta Paul Valéry, ao referirem-se à intimidade do artista com o ato de criação, em uma incessante via de mão dupla entre a ideia e a matéria. Desta exposição fazem parte os artistas Adriana Dias, Daniela Avelar, Del Pilar Salum, Heloísa Angeli, Júnior Suci, Laís D’Oliveira, Lúcia Fonseca, Luciana Valio, Luise Weiss, Merien Rodrigues, Renato Almeida, Valéria Schornaienchi e Yuly Marty, além da própria curadora, Cláudia França. Ambas as exposições, Topografias e Como habitar o Desenho permanecem abertas à visitação até o dia 10 de junho, de domingo a sexta-feira, de 10h a 21h e, aos sábados, de 13h a 21h. Inauguração: 09 de maio de 2018, às 19h30 Visitação: de 10/05 a 10/06 Horários: domingo a sexta, de 10h a 21h e, aos sábados, de 13h a 21h Espaço UFF de Fotografia e Galeria de Arte UFF Entrada franca Rua Miguel de Frias, 09, Icaraí
Projeto "Brasil: A Margem" reúne exposições, sarau, música, debate, feira e mostra de filmes no Centro de ArtesBrasil: A Margem Com uma semana inteira de eventos, a proposta do projeto “BRASIL: A MARGEM ” é sensibilizar o público, por meio da arte e da cultura, para uma constatação: o Brasil da atualidade se coloca diante de situações-limite e de necessidade de superação. O Brasil, dito país do futuro na propaganda dos anos setenta, precisa olhar para a frente e se pensar melhor, mas sua urgência é do tempo presente. Num país à margem de suas possibilidades e com grande parcela de sua população à margem do próprio exercício das sociabilidades, é urgente pensar em tais situações-limite. A metáfora da margem traz à toma um lugar de impasses e indefinições, um campo de possibilidades em que conflitam forças reativas, com seus aparatos de contenção e repressão, e, por outro lado, forças ativas de criação, reação e emancipação. Se antes, nos oitenta,  perguntávamos “Que País é esse?” ou demandávamos “Brasil, mostra a tua cara!”, hoje o país escancara sua própria face, esbanjando dor, exclusão e violência. BRASIL: A MARGEM é a constatação desse estado de coisas, dessa urgência que conclama para muitas frentes. O convite é para que o público possa interagir com as diversas vozes e expressões que perpassam os espaços do Centro de Artes UFF e ecoam por todo o país. Na agenda da semana “BRASIL: A MARGEM” estão exposições, sarau, música, debate, feira e mostra de filmes. Agenda completa: https://bit.ly/2Jaz1g6
Centro de Artes UFF abre duas exposições sobre o Brasil até 29/04Ambas exposições fazem parte do “Brasil: A Margem”   Devotos Na confluência de várias efemérides - Dia do Índio, Descobrimento do Brasil, Tiradentes, São Jorge -, o Centro de Artes UFF propõe rever conceitos, usando a arte e a cultura como ferramentas de reflexão, no projeto “Brasil: A Margem”, entre os dias 17 e 25 de abril. Uma semana inteira repleta de eventos: debates, filmes, exposições, sarau, uma feira alternativa, concertos e shows de música popular. Com essa programação, o projeto aponta para o reconhecimento e a afirmação das margens de um Brasil efervescente e que carece se conhecer melhor. Devotos - Registro de fé e religiosidade na cidade de Niterói, a mostra Devotos faz uma seleção de imagens fotográficas da procissão em devoção a São Jorge, partindo da Igreja de São Jorge e passando pela igreja de Nossa Senhora da Conceição, ambas no Centro da cidade de Niterói. A exposição é composta de fotos de Robson Leitão, atual diretor do Teatro da UFF e, de Paulo Duque Estrada, fotógrafo falecido em 2013 que dá nome ao espaço de fotografia do Centro de Artes UFF. Espaço UFF de Fotografia Paulo Duque Estrada   Terra Brasilis: o agro não é pop! Na confluência de várias efemérides - Dia do Índio, Descobrimento do Brasil, Tiradentes, São Jorge -, o Centro de Artes UFF propõe rever conceitos, usando a arte e a cultura como ferramentas de reflexão, no projeto “Brasil: A Margem”, entre os dias 17 e 25 de abril. Uma semana inteira repleta de eventos: sarau, debates, filmes, exposições, uma feira alternativa, concertos e shows de música popular. Com essa programação, o projeto aponta para o reconhecimento e a afirmação das margens de um Brasil efervescente e que carece se conhecer melhor. Exposição de pinturas acrílicas sobre tecidos do artista plástico Denilson Baniwa que promove, através de sua arte, uma crítica contundente ao crescimento vertiginoso do chamado “agronegócio”, ao mesmo tempo em que celebra o papel daqueles que, em seu entender, são os únicos que resistem à sua expansão: nossos povos originários; nações e atores indígenas que não estão esquecidos em um passado idílico, mas inseridos no mundo contemporâneo e se valendo das estratégias de luta que estão colocadas ao seu alcance. Curadoria Wallace de Deus e Pedro Gradella. Galeria de Arte UFF Leuna Guimarães dos Santos   Inauguração 17 de abril | 19h às 21h Visitação até 29 de abril de 2018 Entrada Franca Domingo a 6ª feira, das 10h às 22h Sábados das 13h às 22h
UFF Mulher inaugura exposição Todas ElasO Programa UFF Mulher, da Pró-Reitoria de Extensão, em parceria com o Núcleo de Pesquisa em Direitos Humanos e Cidadania (NUDHESC/UFF) e o Núcleo de Pesquisa Histórica sobre Proteção Social  (NPHPS/CRD), inaugurou em comemoração ao mês internacional da mulher a exposição Todas Elas cujo objetivo é dar visibilidade a mulher, em especial, as que se destacaram em diversas áreas: história, política, cinema, artes, educação, ciência, medicina, dentre outras. A composição da Mostra foi realizada pelos alunos e alunas bolsistas do programa UFF Mulher, sob a coordenação das professoras Rita de Cássia Santos Freitas e Nívia Valença Barros. A exposição está disponível para o público no período de 12 a 31 de março, nos quatro andares da Escola de Serviço Social da UFF, no horário de 9h as 22h.
UFF/SDC/BCG realiza a Exposição "Desnudando um olhar sobre o feminino", em comemoração ao Dia do Bibliotecário e ao mês da MulherA UFF através da Superintendência de Documentação/Biblioteca Central do Gragoatá, realiza a Exposição "Desnudando um olhar sobre o feminino", em comemoração ao Dia do Bibliotecário e ao mês da Mulher. A exposição da curadora Amanda Almeida aborda nuances do mundo feminino como em um caleidoscópio de cores e formas à tinta óleo. Espera-se do observador a reflexão acerca das questões que envolvem o feminino, principalmente no que tange à relação das mulheres com seus próprios corpos e dos mesmos com o mundo. A exposição ficará no 'Espaço Cultural' da BCG no 1º piso, de 08 de março - Dia Internacional da Mulher - a 30 de maio, de 08h30 às 21h. Este é mais um evento da agenda de comemorações do mês do Bibliotecário!  
Três exposições, show musical e feira de artes gráficas juntos no Centro de Artes UFFDurante o próximo lançamento de exposições, no dia 7 de março, o Centro de Artes UFF contará com uma novidade. O setor de Artes Visuais do Ceart promoverá, simultaneamente, uma apresentação musical e uma feira de artes gráficas, que acontecerão na área externa do Centro de Artes - a Varanda Cultural. O objetivo é enriquecer ainda mais o evento e integrar diferentes formas de manifestações artísticas.  Às 15h, será aberta a Feira de Artes Gráficas, com nove expositores: Fotolab Linaibah, Nano Editora, Lari Arantes, Lulu faz arte, Coletivo de Mães Ilustradoras, Na Ponta do Lápis, Vaca Nanica, Zoopress, Mara Oliveira. E às 19h, show com Nino Vergal, com participação de Alexandre Sá e Daniela Mattos. Às 19h, serão inauguradas as seguintes exposições:  'Lembranças de futuros recentes' é o título da exposição coletiva composta por sete artistas cariocas e fluminenses que têm por interesse e objetivo maior discutir as imbricadas relações temporais dentro de um cenário brasileiro, atravessado por questões filosóficas, pictóricas, escultóricas e políticas. Curadoria Alexandre Sá Barretto e Vitor Ramalho.  'Drømmer om Skov', de Samy Sfoggia, apresentará uma série de nove obras, nas quais técnicas e materiais foram alternados e justapostos. Nesse conjunto de obras, a artista insere sua própria imagem distorcida em ambientes oníricos. 'Janelas da Alma', de Dhéia Ferrari, mostra ao público que a interpretação que o indivíduo faz do mundo ao seu redor reflete muito mais o seu estado de espírito do que o mundo objetivo como realmente é.   Evento totalmente gratuito.
Elke: maravilha de mulher   Projeto “Elke: maravilha de mulher” presta homenagem a Elke Maravilha, no Centro de Artes UFF Produzido por alunos do curso de Produção Cultural da Universidade Federal Fluminense, o projeto “ELKE: MARAVILHA DE MULHER”, presta homenagens à atriz, cantora e ícone Elke Grunnup, mais conhecida no meio artístico como Elke Maravilha, que faleceu em 2016. O projeto abrange exposição de figurinos e bijuterias, desenhados especialmente para Elke, assim como exibição de documentários e filmes em que ela atuou, oficinas de maquiagem e de confecção de bijuterias, e roda de conversa sobre a icônica personagem popular, que contagiava todos com seu jeito expansivo e carismático. Toda a programação, especificada abaixo, acontecerá no Centro de Artes UFF, na cidade de Niterói, dia 20 de setembro de 2017, a partir das 10h, com entrada gratuita. Segundo os organizadores, serão “Doses sem moderação de extravagância e autenticidade que irão transportar o público presente para o universo criado e vivenciado por Elke, essa maravilha de mulher”! Programação detalhada EXPOSIÇÃO “ELKE: MARAVILHA DE MULHER” Esta exposição pretende contar e celebrar a vida de Elke Maravilha, personagem marcante e especial da cultura brasileira, através de fotos, mostra de figurinos e objetos do seu acervo pessoal, cedidos gentilmente, para a mostra, por sua família. Local: Varanda do Centro de Artes UFF (Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói- RJ) 10s às 21h Curadoria: Magali Bragado Entrada franca. Classificação - Livre   OFICINAS - Maquiagem e Produção de Bijuterias Serão duas oficinas, uma de maquiagem, às 14h, e outra de produção de bijuterias, às 15h. A ideia destas oficinas surgiu das técnicas utilizadas pela própria Elke, que pensava a maquiagem como forma de externar aquilo que você realmente é por dentro, em forma de arte no rosto. Já na de produção de bijuterias, ela idealizava e criava peças únicas com uma grande carga de sentimento, assim ela fazia com um de seus colares - que era seu maior amuleto. Inscrições no local, no dia, sujeitas à lotação. Entrada franca Classificação - Livre   RODA DE CONVERSA - A Questão de Gênero, pelos olhos de Elke A proposta para a roda de conversa é mostrar o olhar visionário de Elke Maravilha, em relação à questão de gênero. Ficou notória sua fala sobre não considerar as pessoas como homens ou mulheres, mas sim como “gente”, algo que, atualmente, tem sido colocado em pauta cada vez mais nos debates sobre igualdade de gêneros, identidade e pensamento não-binário. A roda receberá convidados íntimos de Elke, que poderão ilustrar mais os pensamentos da artista e relacioná-los ao tema. Convidados: - Marília, grande amiga e ex-freira - Marcos Ninke, amigo pessoal - Natasha Benzaquen, sobrinha de Elke, que fará a mediação Local : Teatro da UFF (Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói- RJ) 18h30 Entrada franca Classificação - Livre   FILMES E DOCUMENTÁRIOS Duas exibições audiovisuais, umas às 11 horas e outra às 16 horas. Foram escolhidos documentários como meio de apresentar Elke como Elke, não interpretando uma personagem: Sessão das 11h - A noiva da cidade Produção: Embrafilme, CATAVENTO PRODUÇÕES. Direção: Alex Viany. Sinopse: Cansada do modo de vida frenético e fútil das grandes cidades, uma famosa atriz de cinema retorna à pequena cidade de Cataventos, sua cidade natal, como uma maneira de reconectar-se com seu estilo de vida do passado. No entanto, assim que os políticos locais descobrem os planos da atriz de passar uma temporada na cidade, eles buscam capitalizar a presença da estrela na região o máximo possível, como maneira de utilizar a influência dela para defender as causas favoritas de cada um deles. Duração: 2h10min Sessão das 16h - Pixote in Memoriam Documentário lançado em 2007, com 1h20min de duração, sob a direção de Felipe Briso e Gilberto Topczewski, produzido por HB Filmes e Big Bonsai Produções. Este documentário promoveu um reencontro com os personagens de Pixote - A lei do mais fraco, filme dirigido por Hector Babenco e lançado em 1981, com depoimentos de atores, parte da equipe envolvida na produção do longa-metragem, personalidades impactadas pelo filme e familiares do protagonista Fernando Ramos da Silva, já falecido. Sessão das 19h30 - Elke Elke, de 2007, com 41 minutos de duração, sob direção de Julia Rezende e produção de Batoque Filmes. Documentário sobre a artista Elke Maravilha. O curta revela a mulher por trás da personagem a partir da reflexão sobre sua imagem, desconstruindo estereótipos e propiciando um novo olhar sobre Elke.    
Exposição 'Orgânico e Urbano' na BCGA Biblioteca Central do Gragoatá, em comemoração ao seu aniversário de 23 anos, convida para a abertura da exposição 'Orgânico e Urbano' no dia 25 de abril às 19h. Marcelo Melo, artista plástico/urbano e produtor cultural, atuante no leste, baixada e capital fluminense vem apresentar sua exposição individual 'Orgânico e Urbano', com curadoria da geógrafa Renata Baz. São mais de 40 obras, produzidas de 2013 a 2017, elaboradas com técnicas mistas, onde, a partir do seu autodidatismo, receber o convite e expor suas obras na Biblioteca Central do Gragoatá é representativo para sua trajetória. 'Orgânico e Urbano' já passou por São Gonçalo (2014), Niterói (2015/2016), Cachoeiras de Macacu (2016), da mesma forma que o artista gonçalense desterritorializado busca permanentemente, em diferentes espaços, o conhecimento, a experimentação, a interlocução com o público e o desenvolvimento técnico das suas artes. Tendo como conceitos estruturantes de sua vida e suas obras a representação da organicidade da natureza e a vivência nas ruas, a exposição traduz imagens intuídas, percebidas e amadurecidas pelo tempo de sua formação artística. Com satisfação e gratidão, Marcelo Melo vem convidar docentes, discentes, funcionários da UFF e amplo público, para um momento de imersão na sua linguagem artística.
Exposição Autógrafos da Coleção Marco LucchesiConvidamos a todos para a abertura da exposição!!! Marco Americo Lucchesi nasceu no Rio de Janeiro mas é morador de Niterói desde os oito anos de idade.Estudou na UFF - Universidade Federal Fluminense onde se graduou em História. Sétimo ocupante da cadeira nº 15 da Academia Brasileira de Letras. Poeta, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, ensaísta, tradutor.  Publicou, entre outros livros, "O bibliotecário do imperador" , "O dom do crime" , "Poemas Reunidos" , "A flauta e a lua" . Publicou livros em romeno e italiano. Graças ao conhecimento de mais de 20 idiomas, destacam-se suas traduções das obras de Rûmî, Khliebnikov, Rilke, Umberto Eco e Vico. "O CEMEF recebeu mais de dois mil livros, dedicados por seus autores, do Brasil e do mundo, ou simplesmente assinados por mim. Boa parte do conjunto possui um ex libris desenhado por Miguel Coelho e/ou três espécies de carimbos."( Marco Lucchesi)
Ações de Extensão/UFF atuam em parceria com Escola MunicipalNa manhã e tarde desta segunda-feira, 17 de outubro, o Programa de Extensão UFF SOS Comunidade, em parceria com a Escola Municipal Adelino Magalhães e o Laboratório Horto-Viveiro da UFF, levou cerca 40 alunos (divididos em dois turnos) e professores da Escola para a exposição "Um olhar do Artista sobre o Meio Ambiente". A exposição, que está na Câmara Municipal de Niterói, e cujo o tema é "Arte, Meio Ambiente e Inclusão", tem como objetivo utilizar a arte como instrumento de educação ambiental. Desse modo, a proposta da visita foi abordar a temática de preservação do Meio Ambiente, pois é um tema que o Programa de Extensão vem trabalhando em 2016 com aqueles alunos. A proposta da atividade é não só visualizar as obras, mas perceber, com um olhar crítico, o que cada um dos quadros quer passar. A dinâmica começou com uma roda, em que todos os participantes deram as mãos e ouviram sobre a introdução à exposição. A professora Janie Garcia da Silva, coordenadora do Projeto Horto Viveiro/UFF, propôs dinâmicas com os alunos, mostrando na prática o que é interação, meio ambiente e inclusão social. Após essa etapa, cada aluno foi instruído a apreciar as obras e, em seguida, anotar o nome do autor e da obra que mais gostou, depositando o papel em uma urna. Para finalizar, formou-se novamente uma roda, em que os alunos tiveram a oportunidade de falar sobre seus quadros preferidos, o porquê da escolha e contar suas experiências na escola e em casa sobre preservação do meio ambiente. O próximo passo será a implantação de uma horta suspensa na Escola Municipal Adelino Magalhães e, para tanto, contará com a experiência da professora Janie, coodenadora do projeto. A horta será criada pelos alunos e professores da Escola, bem como os discentes da UFF que atuam no Programa de Extensão Horto Viveiro e no Programa de Extensão UFF SOS COMUNIDADE, sob orientação da coordenadora e a supervisão da bibliotecária da UFF, Catarina da Silveira.
"UFF SOS Comunidade vai à Escola" participa de EncontroO projeto de Extensão UFF SOS Comunidade vai à Escola participará, no dia 17 de outubro, do XII Encontro “O olhar do artista sobre o meio ambiente”, evento realizado pelo Laboratório Horto Viveiro (LAHVI), que acontecerá na Câmara Municipal de Niterói, localizada na Av. Ernani do Amaral Peixoto, 625, Centro – Niterói, RJ . A exposição tem como objetivo utilizar a arte como meio para sensibilizar e educar os indivíduos sobre a crescente degradação do meio ambiente. O UFF SOS Comunidade vai à Escola levará para participarem do evento os alunos do 3º e 4º anos do Ensino Fundamental e duas turmas de aceleração da Escola Municipal Adelino Magalhães, localizada no bairro da Engenhoca. Neste ano, o projeto vem realizando atividades voltadas para a Educação Ambiental com os alunos. A participação na exposição visa à articulação do projeto com outras ações da UFF que tratem da mesma temática. O evento acontece, entre 10h e 12h, com as turmas de 3º e 4º anos. E entre 14h e 16h com uma turma do 4º ano e duas turmas de aceleração. Aproximadamente 40 alunos participarão em cada turno, num total de 80.  
Exposição Fotográfica 'ARTE E CENÁRIO DO ESPAÇO URBANO'A Exposição “ARTE E CENÁRIO DO ESPAÇO URBANO” será apresentada no Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS/UFF), na antessala do Espaço Interartes, a partir do dia 18 de julho, às 17 horas. Ficará exposta até o dia 04 de agosto. Endereço: Rua Professor Lara Vilela, 126 - São Domingos, Niterói. Entrada Gratuita. A Exposição é composta por cinco Ensaios Fotográficos, realizados coletivamente, que retrata alguns dos temas urbanos: Mobilidade, Saúde, Educação, Movimento Social Ocupa Escola e Patrimônio Cultural.  Os autores dos ensaios fotográficos são alunos do Curso de Produção Cultural do Departamento de Arte da UFF. Serão apresentados textos e fotografias de André Campos, Beatriz Cabral, Bruno Avellar, Jefferson Santos, Julia Camacho, Julia Musso, Pedro MacPherson, Renan Nazzos, Vanessa Felix, Victor Hugo e Yasmin Lucchesi. Além de autores, eles também são responsáveis pela produção cultural da Exposição, sob a curadoria da Fotógrafa e Professora Maria Alice Costa. A revelação dessa Exposição Fotográfica é o SER URBANO.  O trabalho mostra como olhamos, vivemos e somos cada um de nós na cidade. Ao caminhar e ao nos movimentarmos pela cidade somos capazes de nos surpreender, de sofrer, de interagir e de estabelecer alteridade com o outro, igual ou diferente de nós. É nessa ambivalência de sentimentos que construímos a nossa cultura urbana. As cidades, desde a modernidade, foram equacionadas nas suas dimensões estéticas e simbólicas e, assim, erigidas, em si mesmas, à condição de obra de arte. As cidades nos proporcionam um conjunto de intuições e uma série de elementos de contraste que se revelam preciosos para a compreensão dos atuais processos de reconfiguração objetiva e subjetiva das cidades. Desta forma, a produção cultural contemporânea nas cidades nos permite relativizar sobre as sinergias atualmente estabelecidas entre cultura, artes e dinâmicas urbanas, um terreno que se vem impondo como incontornável tanto do ponto de vista sociológico, como político. É a partir dessas nuances, que a Exposição Fotográfica “ARTE E CENÁRIO DO ESPAÇO URBANO” convida a todos a interagir com a estética cultural do Estar e do Ser Urbano.
SDC promove Exposição "Densidade" na Biblioteca Central do GragoatáA Superintendência de Documentação através da sua Biblioteca Central do Gragoatá divulga mais uma exposição no "Espaço Cultural" da Biblioteca Central do Gragoatá. "Densidade", de Lucas Barros, graduando em Cinema e Audiovisual pela UFF. Densidade é um projeto fotográfico que objetiva explorar a cidade e sua conformidade com o homem. A cidade nunca está em segundo plano, porém, não fala por si só: existe na existência do homem, no movimento de corpos que dão ao espaço significado. A produção fotográfica visa explorar as múltiplas faces do espaço urbano, expressivamente sua capacidade de transformação: a cidade nunca dorme e jamais será estática. Tais características dialogam com a subjetividade do realizador, que vê a si próprio na mutação constante do espaço, na fragmentação de edifícios espelhados ou no reflexo de um ônibus. As imagens pretendem, portanto, evocar temas como memória, efemeridade e transformação. A exposição pode ser visitada de segunda a sexta-feira de 10 às 18h até o dia 22/08 na Biblioteca Central do Gragoatá. Saiba mais sobre as outras duas exposições no Espaço Cultural da BCG em: https://goo.gl/jrcFtw.