Live: diálogos sobre Artes Visuais estreiam no Instagram do Centro de Artes UFFO Centro de Artes UFF estreia a série “Conversatório”, na qual vão ser realizados diálogos online com nomes das artes visuais contemporâneas, nas mais diversas vertentes, sobre questões que estão sendo compartilhadas e discutidas também nas artes. O primeiro bate-papo acontece na terça-feira, dia 7 de julho, às 17h, nas páginas do Instagram do centro (@centrodeartesuff) e do núcleo de Artes Visuais (@artesvisuais.ceartuff). O primeiro capítulo terá o tema “Falar de boca cheia”, nome da obra de Mulambö, artista visual de 25 anos, que em 2019 apresentou duas exposições marcantes: “Tudo nosso”, no Museu de Arte do Rio, e “Reservado para pixador amador”, na Galeria de Arte UFF Leuna Guimarães dos Santos, dentro do próprio Centro de Artes UFF.  Este ano, antes da pandemia, passou pelo Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica com a exposição “Prato de Pedreiro”. Mais recentemente, participou do programa IMS Convida, no perfil do Instagram do Instituto Moreira Salles, além da mobilização que faz com os milhares de seguidores na sua própria página (@mulambo.tu), onde o Conversatório será retransmitido em tempo real. Ainda pouco utilizada no Brasil, a palavra ‘conversatório’ é muito comum nos demais países da América Latina para nomear um debate, uma reunião, uma palestra, um bate-papo ou qualquer momento dedicado a aprender conversando e trocando saberes. Com apresentação de Pedro Gradella, coordenador de Artes do Centro de Artes UFF, o convidado de lançamento da série vai falar um pouco mais de sua trajetória enquanto faz pensar sobre este mundo que acelerou nossas vontades de falar, ouvir, aprender e ensinar. Segundo Mulambö, “falar de boca cheia é um trabalho sobre bater de frente, não ser educado e falar com propriedade e consistência”.
Filmes com Debate: Centro de Artes UFF exibe o longa “O Beijo no Asfalto” e curta dedicado a trabalhadora do Teatro da UFFEm sessão online seguida de debate, Centro de Artes UFF apresenta o longa “O Beijo no Asfalto” e filme dedicado a trabalhadora do Teatro da UFF Com transmissão ao vivo direto do Facebook e do YouTube do Centro de Artes UFF, o Cine Debate UFF traz, nesta quinta, dia 18, a partir das 19h, “O Beijo no Asfalto”, longa-metragem de Murilo Benício, e o micrometragem “Sheila Lucas: A Alma Brasileira”, de Ricardo Lyra Jr, filme em homenagem à personagem real de mesmo nome, que trabalha há décadas nos bastidores do Teatro da UFF. Após os dois filmes, haverá um debate com Pablo Ribeiro, montador de"O Beijo no Asfalto", Augusto Madeira, que no filme interpreta o delegado Cunha, e mediação de Jorge Okada, professor e diretor de teatro. A cadeia produtiva da cultura é repleta de profissionais cuja vida rende um filme. E, no Teatro da UFF, rendeu. Foi no convívio com a maquinista de palco Sheila Lucas, sua colega nas coxias do teatro da universidade, que o ex-iluminador do Centro de Artes UFF Ricardo Lyra Jr. concebeu o filme “Sheila Lucas: A Alma Brasileira” É uma homenagem à história de uma mulher simples que foi trabalhar nesse centro de artes como auxiliar de limpeza e logo começou a prestar serviços como camareira do teatro, onde, por sua intensa dedicação, teve sua vida transformada pelo novo ofício. Mãe, mulher negra e trabalhadora da cultura, Sheila se tornou uma espécie de “mãezona” dos trabalhadores nos bastidores do Teatro da UFF e é muito querida pelos produtores e artistas que passam pelo espaço. Pelo micrometragem, Ricardo, que além de iluminador, é ator, produtor e assistente de direção teatral, recebeu o prêmio de melhor documentário no festival CELUCINE 2019, principal mostra competitiva de filmes na categoria de 30 segundos a 3 minutos, produzidos por meio de fontes de captação digital. “O Beijo no Asfalto” marca a estreia de Murilo Benício na direção. Numa adaptação ousada e diferente, que mescla teatro e cinema em preto e branco, o filme é uma adaptação da peça escrita por Nelson Rodrigues e encenada pela primeira vez nos palcos em 1961, com Fernanda Montenegro no primeiro elenco. O longa de 2018 mostra a história original e, em paralelo, há uma mesa de leitura e discussão sobre o texto sob supervisão do dramaturgo Amir Haddad, da qual Fernanda participa. Baseado no texto de O Beijo no Asfalto, de 1961, o filme narra a história de Arandir (Lázaro Ramos), um homem que, num gesto banal, atende ao pedido de um beijo na boca feito por um sujeito prestes a morrer e que acabara de ser atropelado na avenida Presidentes Vargas. O ato é testemunhado por Amado (Otávio Muller), um repórter sensacionalista que passa a explorar o beijo entre dois homens para vender jornal, além de incitar a polícia a investigar uma suposta ligação entre Arandir e o morto. A obra se centra na discussão sobre o poder da conspiração e na destruição na vida de um homem até então anônimo. Na trama, Arandir é envolvido nas acusações feitas por seu sogro, Aprígio (Stênio Garcia), que insiste na ideia de que presenciou o beijo, quando, na verdade, estava de costas, e pela dúvida que a polícia e o repórter instauram na cabeça de sua mulher, Selminha (Débora Falabella). “O Beijo” ganhou o prêmio de melhor filme na 7ª edição do International Filmmaker Festival of New York, Prêmio de Outstanding Achievement in Acting para Lázaro Ramos e Seleção oficial da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Roteiro, produção e direção de Murilo Benício. A fotografia é de Walter Carvalho.   Cine Debate UFF Curta + Longa Dia 18/06, quinta, 19h Sessão seguida de debate com o ator Augusto Madeira e com o montador audiovisual Pablo Ribeiro. Mediação do professor e diretor de teatro Jorge Okada. Projeto em parceria com a ArtHouse distribuidora. Transmissão ao vivo pelo Facebook e YouTube do Centro de Artes UFF: http://www.fb.com/centrodeartesuff http://youtube.com/centrodeartesuffoficial “Sheila Lucas: A Alma Brasileira” Brasil, 2019, 3´, livre De Ricardo Lyra Jr. Sinopse: A história de uma mulher simples que foi trabalhar como faxineira e camareira de teatro e o trabalho transformou a vida dela. “O Beijo no Asfalto” Brasil, 2018, 98´, 12 anos De Murilo Benício Com Lázaro Ramos, Débora Falabella, Otávio Müller, Augusto Madeira, Stênio Garcia, Fernanda Montenegro e outros. Sinopse: Ao presenciar um atropelamento, o bancário Arandir tenta socorrer a vítima, mas o homem só tem tempo para um último pedido: um beijo. Arandir beija o homem, mas é flagrado por seu sogro e fotografado por um repórter sensacionalista. Baseado na peça homônima escrita por Nelson Rodrigues. Transmissão ao vivo pelas mídias sociais do Centro de Artes UFF: Facebook: http://www.fb.com/centrodeartesuff   YouTube: http://youtube.com/centrodeartesuffoficial
Live: Quartetos de cordas que você precisa conhecerQUARTETOS DE CORDAS QUE VOCÊ PRECISA CONHECER Dia 22/05 (Sex), às 16h Live Quarteto de Cordas da UFF Quartetos de cordas que você precisa conhecer! Com Tomaz Soares Tomaz Soares, primeiro violino do Quarteto de Cordas da UFF, vai conduzir o público no universo dos quartetos de cordas e apresentar um pouco da trajetória de vários grupos nesta formação, como Quarteto Guarneri, Quarteto Amadeus, Quarteto Turtle Island e outros. Quais são esses artistas? Onde eles atuaram e atuam? Quais são suas gravações antológicas? A live vai trazer curiosidades sobre os bastidores desses conjuntos e muito mais. Ao final da live, uma surpresa para o público aproveitar neste momento de quarentena.
Turismo e Covid-19: olhares da História e da Comunicação sobre as pandemias e mobilidadesA Direção, o Departamento e as Coordenações dos Cursos da FTH divulgam Lives  como parte da programação de atividades e ações para o período de distanciamento social. Live organizada pela Faculdade de Turismo e Hotelaria da UFF.      Acesso pelo Instagram  mba_pggs
Programação Trote Cultural UFF 2020.1Em 2001, a Universidade Federal Fluminense assumiu oficialmente uma ação para mudar o perfil do trote universitário e implantou o Projeto Trote Cultural UFF. Com o objetivo de receber os novos universitários e inseri-los no cenário acadêmico, o Trote Cultural estimula e auxilia a realização de atividades socioculturais, voluntárias e educacionais que valorizem a prática da cidadania, do respeito à vida e ao meio ambiente, promovendo a integração entre calouros e veteranos e despertando a conscientização social dos mesmos; além de envolver a comunidade local, a administração superior, os técnico-administrativos e os professores da universidade, que participam ativamente das campanhas e dos eventos organizados pelos alunos. No início de cada período letivo, a equipe responsável pelo Trote Cultural UFF auxilia os Diretórios Acadêmicos, Atléticas, Coordenações de cursos e outras organizações estudantis (interessados em desenvolver atividades socioculturais) na elaboração, realização e execução de suas campanhas, contribuindo com recursos que tornem viáveis as ações planejadas pelos alunos e incentivando, a cada período letivo, uma recepção alternativa e saudável aos novos ingressantes da Universidade Federal  Fluminense. PROGRAMAÇÃO TROTE CULTURAL 2020.1 EM ANEXO
Orquestra Sinfônica Nacional UFF apresenta concerto abrindo as comemorações dos 60 anos da UFFServiço: Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense (OSN UFF) Série Alvorada Lançamento das celebrações dos 60 anos da UFF Dia 18 de dezembro de 2019 (quarta-feira), às 19h30 Regência: Tobias Volkmann Solista: Ludmilla Bauerfeldt (voz - soprano) Local: Cine Arte UFF - Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói-RJ Entrada Franca - distribuição de senhas uma hora antes da apresentação Classificação etária: Livre Duração aproximada: 70 minutos Em 2020, a Universidade Federal Fluminense (UFF) vai completar seis décadas de fundação. No dia 18 de dezembro, às 19h30, no Cine Arte UFF, como lançamento das comemorações destes 60 anos, a Orquestra Sinfônica Nacional UFF fará um concerto com árias de óperas célebres de dois grandes compositores do gênero: o italiano Giuseppe Verdi (1813-1901), de Rigoletto, Nabuco e La Traviatta, e o brasileiro Carlos Gomes (1836-1896), de O Guarani, Condor e Lo Schiavo. O concerto oferece o encontro musical da tradição da ópera italiana figurada na obra de Giuseppe Verdi com o nascimento de identidade nacional brasileira, no qual a expressiva música de Carlos Gomes tem papel fundamental. A apresentação terá a participação da soprano Ludmilla Bauerfeldt, como solista, e a regência do maestro Tobias Volkmann. A sessão reunirá convidados, autoridades, a comunidade acadêmica e o público em geral, e o concerto da OSN UFF terá entrada gratuita, com distribuição de senhas uma hora antes da apresentação. Este será também o concerto de encerramento da Temporada 2019 da OSN e marcará a despedida de Tobias como maestro convidado regular da orquestra, junto da qual ele atua de forma contínua desde 2016. PROGRAMA: Carlos GOMES O Guarani Abertura  9' Gentile di cuore - ária de Ceci  4' Giuseppe VERDI Rigoletto Prelúdio  2'40 Caro nome - ária de Gilda   8' Carlos GOMES Condor Noturno  4' Carlos GOMES Lo Schiavo Inno della libertà - Condessa de Boissy   4' Alvorada 8' Giuseppe VERDI Nabucco Abertura   8' Giuseppe VERDI La traviata Prelúdio do Ato 1 È strano! È strano...Follie! Delirio vano è questo...Sempre libera - grande ária de Violetta   9'30 Sobre o regente: Principal regente convidado da Orquestra Sinfônica Nacional UFF, Tobias Volkmann é um dos grandes destaques recentes da cena musical brasileira e vem também construindo uma sólida carreira internacional. Como maestro titular no Theatro Municipal do Rio de Janeiro entre 2016 a 2018, dedicou-se especialmente ao repertório operístico, coral-sinfônico e de ballet, recebendo reconhecimento de público e crítica, com destaques recentes para a Segunda Sinfonia de Mahler e a ópera Un ballo in maschera de Verdi. Na OSN UFF dedicou especial atenção à música brasileira, com estreias regulares de obras sinfônicas contemporâneas. Sob sua direção musical, a orquestra vem retomando a vocação inicial para o registro fonográfico, tendo gravado três CDs desde 2016. Sobre a solista: Nascida no Rio de Janeiro, formada em atriz pela Escola Técnica de Teatro Martins Pena, Ludmilla Bauerfeldt começou a estudar Técnica Vocal em 2005 no Conservatório Brasileiro de Música do Rio de Janeiro, sob a orientação do professor Sergio Lavor. Em 2008, foi admitida no curso de Bacharelado em Canto pela Unirio na classe da professora Carol McDavit. No projeto “Ópera na Unirio”, apresentou-se em “La Canterina” de Haydn e “The Telephone”, de Menotti. Entre 2011 e 2014 apresentou-se em vários teatros da Europa e EUA e integrou a Academia de Aperfeiçoamento para Cantores Líricos do Teatro Alla Scala em Milão, Itália. É vencedora de prêmios como “Vozes do Brasil” do Theatro Municipal do Rio de Janeiro (2010), e “Concurso Internacional de Canto Bidu Sayão” (2011), Prêmio Etta Limiti – Opera, em Milão, Itália, e Concurso Internacional de Canto Maria Callas, em Atenas, Grécia (2014); Concurso Internacional de Canto Hariclea Darclèe na Romênia, e Concurso Internacional de Belcanto Vincenzo Bellini em Vendôme, na França (2017). Em 2018 participou do “Stars and Rising Stars” Festival em Munique, Alemanha, ao lado do tenor Daniel Behle e do pianista Semion Skigin apresentado árias e duos de Mozart. Sobre a UFF: A Universidade Federal Fluminense foi criada em 1960 com o nome de Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UFERJ). Originou-se da incorporação das Escolas Federais de Farmácia, Odontologia e Direito (1912), Medicina (1926) e Medicina Veterinária (1936); agregou outras cinco, das quais três eram estaduais, a saber: Enfermagem (1944), Serviço Social (1945), Engenharia (1952), e outras duas, particulares, Ciências Econômicas (1942) e Filosofia (1947).  Após serem federalizadas e incorporadas, essa união passou a ser denominada Universidade Federal Fluminense. A missão da UFF é produzir, difundir e aplicar conhecimento e cultura de forma crítica e socialmente referenciada. O prédio da reitoria situa-se na Rua Miguel de Frias, em Niterói-RJ, e há unidades da UFF localizadas em bairros como Centro, São Domingos, Ingá, Santa Rosa e Vital Brasil - em estreita integração com a rotina da cidade e dos moradores. Além de Niterói, a instituição possui unidades acadêmicas em oito municípios do interior do Estado do Rio de Janeiro – Angra dos Reis (Instituto de Educação de Angra dos Reis); Campos dos Goytacazes (Instituto de Ciências da Sociedade e Desenvolvimento Regional); Macaé (Instituto de Ciências da Sociedade); Nova Friburgo (Instituto de Saúde de Nova Friburgo - ISNF); Petrópolis (Escola de Engenharia de Petrópolis); Rio das Ostras (Instituto de Ciência e Tecnologia); Santo Antônio de Pádua (Instituto do Noroeste Fluminense de Educação Superior - INFES), e Volta Redonda, onde se situam o Instituto de Ciências Humanas de Volta Redonda, a Escola de Engenharia Industrial e Metalúrgica (EEIMVR) e o Instituto de Ciências Exatas (ICEx). Além do ensino presencial, a UFF oferece cursos EAD (Educação a Distância) distribuídos em 28 municípios incluindo sua sede em Niterói. A UFF é constituída por 42 Unidades de Ensino, sendo 25 Institutos, 10 Faculdades, 6 Escolas e 1 Colégio de Aplicação. Sobre a OSN UFF: Fundada pelo presidente Juscelino Kubitschek, em 1961, e incorporada à Universidade Federal Fluminense em 1984, a Orquestra Sinfônica Nacional da UFF é a única orquestra profissional pública do país e conta com 57 anos dedicados a concertos e gravações de grandes compositores da música sinfônica nacional, abrindo também espaço para a música brasileira contemporânea. Nos últimos anos, a OSN UFF busca novas possibilidades artísticas através de uma programação coesa e diferenciada, elaborada por uma Comissão Artística formada por músicos da própria Orquestra, inovando o modelo de gestão e permitindo maior participação de seus integrantes na condução dos caminhos artísticos e dos processos decisórios. Com isso, as temporadas, estruturadas em séries, são pautadas na diversidade das vertentes musicais brasileiras e no talento do artista nacional. A intenção da Orquestra Sinfônica Nacional é estreitar a interlocução com o público por intermédio de concertos e ações de formação, cumprindo sua finalidade de preservar e difundir a música sinfônica do país. Nesse contexto, ressalta-se a idealização dos projetos integrados Simpósio de Música e Pesquisa da Orquestra Sinfônica Nacional UFF, Concurso Novos Talentos, Mostra de Música Brasileira da Atualidade e Projeto OSN Didático em parceria com o Colégio Universitário Geraldo Reis - Coluni UFF. Garantindo a difusão da música sinfônica do país, a OSN UFF vem retomando projetos de registro e lançou os CDs OSN UFF Interpreta Composições de Hoje (2016); O Menestrel e o Sertãomundo - Eliomar e OSN (2017); e o CD em homenagem aos 90 anos do compositor Edino Krieger (2018).
Curta “Mulheres da Enxada” estréia dia 5 de dezembro O curta-metragem documental “Mulheres da Enxada” tem sua estréia marcada para o dia 5 de dezembro, às 18horas, no Cine Odeon, onde haverá uma cerimônia de apresentação dos 12 curtas contemplados. O curta-metragem documental “Mulheres da Enxada” foi um projeto idealizado pelo aluno de Produção Cultural do Campus UFF de Rio das Ostras, Patrick Nunes, em parceria com os cursos de Serviço Social e Enfermagem do campus. O projeto foi contemplado pelo edital ELIPSE – Programa Estadual de Fomento ao Curta Universitário. O Programa tem por objetivo contemplar projetos de curta-metragem a serem produzidos por estudantes de universidades fluminenses que estejam cursando Audiovisual, Cinema, Vídeo, Rádio e TV, Estudos de Mídia, Produção Cultural e Comunicação Social. Doze projetos receberam, cada um, o benefício de R$15 mil reais destinados à produção do curta-metragem proposto. A Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e a Fundação Cesgranrio. Esta é a quarta edição do ELIPSE, que tem como patrocinadores a Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro e a Fundação Cesgranrio, que tem como legado a contribuição para a formação audiovisual e para o desenvolvimento de atividades culturais, experimentais e artísticas dos estudantes fluminenses. O curta relata algumas histórias de mulheres que vivem na luta pela terra, através do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), mulheres como a Dona Deliria, Edna, Jovem, entre outras. Com filmagens realizadas no Assentamento Osvaldo de Oliveira, em Macaé (RJ), primeiro assentamento em formato de PDS (Projeto de Desenvolvimento Sustentável) da região sudeste. “Através dos relatos das assentadas, iremos mostrar o cotidiano dessas mulheres, como vivem, trabalham, se articulam dentro de um movimento marginalizado e excluído pela sociedade”, relatou o cineasta. Ficha técnica é composta por alunos e parceiros do curso de produção cultural da UFF CURO. Roteiro Patrick nunes; direção Patrick Nunes; produção Carollina Sardou; produção executiva Patrick Nunes; direção de fotografia Larissa Cunha; direção de arte Viviane Santos; montagem Beatriz Siqueira e Mattheus Gurgel; mixagem Mattheus Gurgel e Marina Nascif; técnico de som Natália Monteiro e Mattheus Gurgel; operação de câmeras Mattheus Gurgel e Marina Nascif; trilha sonora original Carollina Sardou; gravação Raul Colombini; comunicação Beatriz Siqueira e Natália Monteiro. Acompanhem o projeto no instagram @MulheresDaEnxada O Cine Odeon fica na Praça Floriano, Cinelândia, Centro, Rio de Janeiro.
A Cultura e a História de Gana e República Democrática do Congo#ProexEmAção em parceria com o projeto de extensão Educação das Relações Étnico-Raciais em Jogo: Diálogos e Afetos coordenado pela professora Claudia Foganholi, convidam para o evento "A Cultura e a História de Gana e República Democrática do Congo",  a ser realizado no dia 26 de novembro às 16h:00 no Instituto de Educação Física - UFF
Exposição Emmanuel de Macedo Soares: Historiador de NiteróiEmmanuel Bragança de Macedo Soares (1945-2017) , jornalista e historiador, dedicou sua vida a história fluminense, em especial, a história de Niterói. Além dos mais de 20 livros publicados , Emmanuel deixou para o Centro de Memória Fluminense (UFF/SDC/CEMEF) todo o seu acervo de fichas, artigos, anotações, manuscritos e fotos . Um material riquíssimo a ser explorado pelos historiadores e aos entusiastas da nossa história. Esta exposição celebra sua vida e sua obra!!  
Cantor Paulinho Moska se apresenta no Teatro da UFF - servidor paga meiaPaulinho Moska se apresenta com seu show intimista Voz e Violão no Teatro da UFF, um show que acontece desde quando começou sua carreira. A facilidade de viajar pelo mundo com o violão debaixo do braço e cantando o que compunha o seduziu pela relação mais direta entre o artista e seu público. Uma Voz e um Violão. Um show que não precisa de mais nada. Somente do autor com seu cúmplice (o violão), entoando juntos canções profundas e populares que nos acompanham há anos. “As canções ficam mais fiéis às composições originais e ganham a força de expressão do autor, tocando e cantando do mesmo jeito que foram compostas”, afirma Moska. O repertório é composto por Pensando em você, A seta e o alvo, A idade do céu, Lágrimas de diamantes, Último dia, Tudo novo de novo, Namora comigo, Somente nela, Admito que perdi, Relampiano, Quantas vidas você tem?, Sem dizer adeus, Muito pouco, entre outros grandes sucessos, e novas canções criadas pelo artista para seu mais recente álbum de inéditas, chamado Beleza e Medo, lançado em agosto de 2018, pela gravadora DECK. Paulinho Moska nasceu no Rio de Janeiro, em 27 de Agosto de 1967. Quando criança, gostava de colecionar coisas. Tampinhas de garrafa, selos, conchas, latinhas de refrigerante, quadrinhos, figurinhas, discos, pedras, fotografias, chaves. E assim o menino montou, tijolo por tijolo, o mundo em que pretendia viver: costurando informações das áreas mais variadas, colando fragmentos de sons e pedaços de imagens de todos os tipos e origens. O primeiro violão era do irmão mais velho. Os primeiros ídolos foram Caetano Veloso e Gilberto Gil. Na adolescência, Moska foi estudar teatro. Assim que completou o curso da CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), em 1984, começou a atuar no cinema. Participou de filmes como A cor do seu destino (1986), de Jorge Duran, Um trem para as estrelas (1988), de Cacá Diegues, O mistério no Colégio Brasil (1988), de José Frazão, Kuarup (1989), de Ruy Guerra, e O Homem do Ano (2003), de José Henrique Fonseca. Em 2013, voltou às telas em Minutos atrás, de Caio Sóh, contracenando com os atores Vladimir Brichta e Otávio Muller, com a trilha sonora composta especialmente por Moska e André Abujamra. As primeiras gravações profissionais de Moska aconteceram no álbum de estreia do grupo vocal A Garganta Profunda, intitulado A Orquestra de Vozes (1986). Ao lado de outros integrantes do Garganta (Luiz Nicolau e Luis Guilherme), aos 20 anos fundou aquela que seria sua primeira experiência de popularidade no fim dos anos 1980: Os Inimigos do Rei. Com a banda, lançou dois discos (Os Inimigos do Rei, em 1989 e Os Amantes da rainha, em 1991), emplacou nacionalmente os hits Uma barata chamada Kafka e Adelaide, e invadiu rádios e televisões do país em turnê de shows por dois anos seguidos. Após sair do Inimigos, Paulinho Moska começou a construir sua carreira solo a partir de 1993, com o disco Vontade, passando então a produzir uma discografia repleta de canções inspiradas que falam sobretudo, de amor à vida. São 25 anos escrevendo canções em que as letras se destacam tanto quanto a música. A primeira a se tornar nacionalmente conhecida foi O último dia (Moska/Billy Brandão), do seu segundo disco, Pensar é Fazer Música (1995), que trazia a pergunta: “O que você faria se só te restasse um dia?”. Essa canção foi tema do samba enredo do desfile da Mocidade Independente de Padre Miguel no carnaval de 2015. Do disco seguinte, Contrassenso (1997), a canção A seta e o alvo (Moska/Nilo Romero) começou a soar nas rádios do país, seguida de Um móbile no furacão e Sem dizer adeus (1999), Tudo novo de novo (2003) e Pensando em você (2003) e A idade do céu (2003). Essas foram as canções mais conhecidas da sua primeira década de trabalho, além de Relampiano (parceria com Lenine) e Admito que perdi (gravada por Marina Lima).   Dias 12 e 13 de novembro de 2019 Terça e quarta | 20h Teatro da UFF Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói Ingressos - R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia) - estudantes, funcionários técnicos e professores da UFF pagam meia-entrada. Classificação etária: Livre
XXIII Bienal de Música Brasileira Contemporânea celebra o talento e a diversidade de nossos compositoresA Fundação Nacional de Artes e a Universidade Federal Fluminense apresentam a XXIII Bienal de Música Brasileira Contemporânea, reunindo a mais recente produção dos compositores brasileiros. De 10 a 14 de novembro, no Centro de Artes UFF, na Sala Cecília Meireles e no Teatro Dulcina, serão apresentadas 52 obras nos estilos música sinfônica, de câmara e eletroacústica/mista. Este ano, a XXIII Bienal homenageará compositores que se tornaram referência na música brasileira contemporânea, como Ernst Mahle, Edmundo Villani-Côrtes, Kilza Setti, Maria Helena Rosas Fernandes, Sérgio de Vasconcellos Corrêa e Willy Corrêa de Oliveira, além de Edino Krieger, Jocy de Oliveira, Raul do Valle, Marlos Nobre e Ricardo Tacuchian, que tiveram obras convidadas. Com mais 47 obras selecionadas por edital, completam-se 52 obras, proporcionando um maior alcance e diversidade de compositores e suas criações. O ingresso para todos os concertos custará R$ 10,00 (R$5,00 a meia entrada). Domingo, 10 de novembro, 10h30, Centro de Artes UFF R. Miguel de Frias, 9 - Icaraí, Niterói Música Sinfônica Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense Regente: Ricardo Bologna Alexandre Avellar - Levantado do Chão, Quadros para Orquestra Sinfônica (2017) Dimitri Cervo – Concerto para Violino e Orquestra "As Quatro Estações Brasileiras" (2018-19)  II. Inverno Pampeano (Pôr do Sol)           IV. Verão Nordestino (Danças) Solista: Daniel Guedes Fernando Cerqueira - Antigas Rotas, Postlúdio para orquestra sinfônica (2018)        J. Orlando Alves - Concerto para Trompa e Orquestra (2017 – nova versão 2019)      Solista - Philipe Doyle João Guilherme Ripper - Jogos Sinfônicos (2015) Distâncias (1º movimento) Roberto Macedo - Pseudodivertimento para clarineta e orquestra (2016)     Solista: José Batista Junior Marlos Nobre – Sacre du Sacre, opus 118 (2013)  Domingo, 10 de novembro, 17h, Sala Cecília Meireles Rua da Lapa 47 - Centro, Rio de Janeiro Música de Câmara Matheus Bitondi - Gotas de vento e rajadas de aço para flauta, clarinete e violino (2018) Clarinete - Cesar Bonan; flauta - Rômulo Barbosa; violino - Tais Soares Roseane Yampolschi – Candeias para violoncelo solo (2018)            Solista - Lars Hoefs Elodie Bouny - Déjà-Vu (quarteto de violões)      Fábio Adour, Maria Haro, Marco Lima, Luis Carlos Barbieri Raul do Valle – Arapuã (Série Miniaturas Sonoras para Solistas - 2015)                           Ponteio: Versão para Violoncelo Solo       Solista - Lars Hoefs Nikolai Almeida Brucher - Como um índio de casaca para quarteto de cordas (2017) Quarteto Kalimera 1º violino - Luísa de Castro; 2º violino - Tomaz Soares; viola -Jessé Máximo Pereira; violoncelo - Daniel Silva Rodrigo Marconi - Peças Dispersas, violão solo (2016) Solista - Fábio Adour  Vicente Alexim - Clarinet Quintet para clarineta e quarteto de cordas  (2019) Quarteto Kalimera 1º violino - Luísa de Castro; 2º violino - Tomaz Soares; viola -Jessé Máximo Pereira; violoncelo - Daniel Silva Rodrigo Lima - Sopro Diagonal para quinteto de sopros (2017) Quinteto Lorenzo Fernadez  Flauta - Rômulo Barbosa; Oboé – Rodrigo Herculano; Clarinete - Cesar Bonan; Trompa - Alessandro Jeremias; Fagote - Jeferson Souza Segunda-feira, 11 de novembro, 20h, Sala Cecília Meireles Rua da Lapa 47 - Centro, Rio de Janeiro Música Sinfônica Orquestra Sinfônica da UFRJ Regente: Thiago Santos Lucas Pigari - Prelúdio Noturno para Orquestra de Cordas (2019) Tadeu Taffarello – Volare  (2018)           Poemas de Sônia Cintra  Solista - Andrea Adour Luigi Antonio Irlandini - Santuário de Baleias (2016)        Solista - Carlos Gontijo Rubens Russomanno Ricciardi - Trauert, oh Venus und Cupido (2019) Ária da ópera "Die Witwe von Ephesos" (viúva de Éfeso) Solista Joahnnes Grau Rodrigo Cicchelli - A Aurora de róseos dedos Felipe Clark Portinho - (Lipe Portinho - 2017) Concertino Brasileiro para Contrabaixo & Orquestra de Cordas Solista - João Rafael Souza Edino Krieger -Fantasia Concertante para Piano e Orquestra  (2016) Solista - Marina Spoladore Terça-feira, 12 de novembro, 20h, Sala Cecília Meireles Rua da Lapa 47 - Centro, Rio de Janeiro Música de Câmara   Ricardo Tacuchian – Cerâmica (2017)      Solista - Miriam Grosman Eli-Eri Moura - Passionis de Flamma para soprano e piano (2017) Soprano - Gabriella Pace; piano - Katia Balloussier Paulo C. Chagas - Pomona, über-reif para violoncelo e piano (2018)  Violoncelo - Lars Hoefs; piano – Lucia Barrenechea Paulo Costa Lima - Look at the sky, Op. 56, para clarineta e piano (2016)   Clarinete - Igor Carvalho; piano - Katia Balloussier   Carlos dos Santos - Dois momentos para Violino, Clarinete e Piano (2018)   Violino - Nikolay Sapoundjiev; Clarinete - Thiago Tavares; piano - Silas Barbosa Mario Ferraro - Trevo para trompete, violino e piano (2016)      Violino - Taís Soares; Trompete - Nailson Simões; piano - José Wellington Sérgio Rodrigo - Ho/ketu/s para violoncelo e pianoforte (2016) Violoncelo - Elise Pittenger; piano - Luiz Carvalho Liduino Pitombeira - Seresta nº.20, Opus 243, para saxofone alto e piano (2019)  Saxofone - Jonatas Weima; Piano - Maria Di Cavalcanti Wellington Gomes - Serenata conflitante para o luar de Catulo e João (2019)   Ensamble CEPROMUSIC - México Flauta - Diego Morábito; clarinete - Diego Cajas; piano - Gonzalo Gutiérrez; violino - Leonardo Chávez; viola - Alena Stryuchkova; violoncelo - Diego Gutiérrez; contrabaixo - Juan José García; percussão - Juan Gabriel Hernández. Caio Facó - Sopros do Estuário  (2017)                 Ensamble  CEPROMUSIC – México Flauta - Diego Morábito; clarinete - Diego Cajas; violino – Carlos Lot; violoncelo - Roxana Mendoza; piano - Gonzalo Gutiérrez Ivan Eiji Simurra - Racian Miran Reus (2019) ABSTRAI ensemble - Pedro Bittencourt (fundador e diretor artístico) Flauta - Pauxy Gentil-Nunes; Clarinete - Batista Jr; Saxofone - Paulo Vinícius Félix; piano - Marina Spoladore; violino - Mariana Salles; viola - Luis Audi; violoncelo - Pablo de Sá; Contrabaixo - Rodrigo Favaro. Regente Leonardo Labrada Martin Herraiz - Verfall de Vernunft (2019) ABSTRAI ensemble - Pedro Bittencourt (fundador e diretor artístico) Soprano - Doriana Mendes; flauta - Pauxy Gentil-Nunes; clarinete - Batista Jr; piano - Marina Spoladore; violino - Mariana Salles; viola - Luis Audi; violoncelo - Pablo de Sá. Regente - Leonardo Labrada Quarta-feira, 13 de novembro, 20h, Sala Cecília Meireles Rua da Lapa 47 - Centro, Rio de Janeiro Música eletroacústica/mista Jocy de Oliveira – Memória Para quatro vozes femininas e delays  (2000)            Vozes - Gabriela Geluda, Doriana Mendes, Cintia Graton, Claudia Helena Alvarenga Difusão e processamento em tempo real - Marcelo Carneiro João Pedro Oliveira – N’vi’ah (2019)   Difusão: Guilherme Bertissolo           Almeida-Ribeiro - Unruhe  (2018)    Percussão - Ronni Kot Wanzel e Rodrigo Foti Difusão - Marcelo Carneiro Marcelo Carneiro – Litosfera, obra eletroacústica acusmática (2019) Luciano Leite Barbosa - Vanishing Point (2017)  Laura Rónai - Traverso Difusão - Marcelo Carneiro Indioney Rodrigues - Flegetonte (2017) Cron Ensemble Flauta - Lincoln Sena; Clarineta - Marcos dos Passos; Viola - Rúbia Siqueira; Percussão - Pedro Moita Eloy Fritsch – TSP Multipalco (2018) Difusão: Guilherme Bertissolo           César Traldi e Daniel Barreiro – Rastros#1 (2018)     Vibrafone e sons eletroacústicos Tatiana Catanzaro – Palimpseste (2018)            Difusão: Marcelo Carneiro Gustavo Bonin - Famigerado (2015) Cron Ensemble Flauta e Flautim - Lincoln Sena; Clarineta e Clarone - Marcos dos Passos; Vibrafone - Pedro Moita; Violão - Marco Lima Guilherme Bertissolo - Cabelo (Fricotando) 2015     ABSTRAI  ensemble - Pedro Bittencourt (fundador e diretor artístico) Soprano - Doriana Mendes; flauta - Pauxy Gentil-Nunes; clarinete - Batista Jr; bandolim - Paulo Sá; violão -Fábio Adour; violoncelo - Pablo de Sá; percussão - Pedro Moita. Regente Leonardo Labrada Luiz Augusto Rescala (Tim Rescala) – Dodecafunk  (2015)                Soprano - Doriana Mendes; sampler e MC - Tim Rescala; piano - Maria Teresa Madeira; flauta - Sofia Ceccato; fagote - Simon Béchemin Quinta-feira, 14 de novembro, 19h, Teatro Dulcina R. Alcindo Guanabara, 17 - Centro, Rio de Janeiro Música de câmara Alfredo Barros - Vanescens para vibrafone (2014, revisado 2019)  Solista - Leonardo Labrada Sergio Kafejian - Circulares VII  (2019)                   Oboé, Contrabaixo e Percussão Múltipla Oboé - Jorge Postel; contrabaixo - Claudio Alves; Percussão múltipla - Ronni Kot Amaro Borges - Solofonia V para voz (2019)                                             Solista - Gabriela Geluda Francisco Silva – E agora? (2019)                              Clarinete - César Bonan; flauta - Rômulo Barbosa Mauricio Dottori - Taleré Phoné (2015)  ABSTRAI ensemble - Pedro Bittencourt (fundador e diretor artístico) Saxofone - Paulo Vinícius Félix; vibrafone e percussão - Leonardo Labrada Marcílio Onofre - Quarteto de Cordas nº 3 - Oscura noche del alma (2017–2019)    Quarteto Kalimera 1º violino - Luísa de Castro; 2º violino - Tomaz Soares; viola - Jessé Máximo Pereira; violoncelo - Daniel Silva
Semana da ChinaO Confucius Classroom na Universidade Federal Fluminense convida a todos a participar das atividades culturais da Semana da China de 2019. As atividades são gratuitas e acontecerão de 4 a 8 de Novembro, no Campus do Gragoatá da UFF. Confira abaixo a programação:   04/11 (Segunda), das 14h às 16h - Pilotis do Bloco A Oficina de corte de papel Oficina de nó chinês   05/11 (Terça), das 14h às 16h - Bloco A, Sala 406 Palestra sobre Comida e Cultura chinesa   06/11 (Quarta), das 14h às 16h - Pilotis do Bloco A Oficina de escrita de nomes em chinês Oficina de pintura chinesa   07/11 (Quinta), das 14h às 16h - Bloco A, Sala 406 Exibição do documentário "Um Olhar sobre a China" e debate, em parceria com o Diplomacine UFF   08/11 (Sexta), das 14h às 16h - Pilotis do Bloco A Prática de Baduanji Aula prática de Mahjong
Nise da Silveira: 20 anos após sua morte, legado da psiquiatra brasileira inspira o projeto Espiral dos Afetos no Centro de Artes UFFEventos destacam o acolhimento na saúde mental, a arte e a temática dos afetos, de 27 de outubro a 09 de novembro de 2019, em Icaraí, Niterói   O Centro de Artes UFF se inspira no legado da doutora Nise de Silveira para realizar o projeto “Espiral dos Afetos - Poéticas da Desrazão”, de 27 de outubro a 09 de novembro. Com uma série de atividades culturais, o projeto marca os 20 anos de morte de Nise da Silveira (1905-1999), valorizando a relevância da médica psiquiatra brasileira, que foi pioneira em métodos de tratamento que revolucionaram a questão da saúde mental e a terapêutica ocupacional no Brasil, ao investir na arte e no afeto em substituição a técnicas invasivas e de internação em massa. Dois eixos culturais ganham destaque na programação: as artes visuais, na semana de 27 de outubro a 1º de novembro; e as artes cênicas, de 03 a 09 de novembro. Nas atividades de outubro, o foco estará nas artes visuais e em seus processos; no segundo eixo, haverá uma mostra de dança, teatro e performances, com debate após as sessões. Na programação – em sua maior parte gratuita e aberta ao público –, estão incluídos exposições e apresentações de artes cênicas, mesas de debate, oficinas, concertos da Orquestra Sinfônica Nacional UFF e do Quarteto de Cordas da UFF, mostra de filmes no Cine Arte UFF e a Feira dos Afetos. Realizada em dois domingos consecutivos, 27/10 e 03/11, a Feira dos Afetos terá venda de artesanato, artigos de moda, gastronomia, oficinas, feira de vinil e diversas ações culturais e de bem-estar, como ioga e meditação. Para os filmes da mostra de cinema, concertos musicais e peças no Teatro da UFF, haverá cobrança de ingressos. “O projeto ‘Espiral dos Afetos: poéticas da desrazão’ materializa uma aproximação construída entre o Centro de Artes UFF, em Niterói, e o Museu de Imagens do Inconsciente, no Rio de Janeiro. A partir da relação com o Museu, se uniram outros núcleos do Instituto Municipal Nise da Silveira, no bairro do Engenho de Dentro, como o Espaço Travessia (Núcleo de Cultura, Ciência e Saúde), o Ponto de Cultura Bloco carnavalesco Loucura Suburbana e o Centro de Atenção Psicossocial (CAPs) Espaço Aberto ao Tempo”, conta Pedro Gradella, coordenador de pesquisa e articulação institucional da Espiral. Além do bloco Loucura Suburbana, outros grupos artísticos dedicados à promoção da saúde mental participam do projeto. O Espaço Travessia – núcleo cultural onde ocorrem aulas de música, teatro, entre outras formas de expressão, e que recebe artistas para se apresentar para os clientes do instituto – é parceiro do Centro de Artes UFF na curadoria da Mostra de Artes Cênicas e na realização da exposição “Arte em Travessia”. A parceria com o Instituto Municipal Nise da Silveira traz também para o Centro de Artes UFF peças do acervo do Museu de Imagens do Inconsciente e do Espaço Travessia, com a exposição "Museu Vivo - Poéticas da Desrazão", cujo diferencial está nas intervenções que ocorrerão ao longo dos dias. De 29 de outubro a 1º de novembro, a Galeria de Arte UFF se transformará num verdadeiro ateliê vivo, nos moldes do trabalho de Nise da Silveira junto aos clientes do antigo hospital Pedro II, atual instituto que leva o nome da psiquiatra. Para Nise, os internos de hospitais psiquiátricos não deveriam ser chamados de “pacientes”, mas sim "clientes", como uma forma de compreender a psiquiatria e a terapia como serviços a que todos eles têm direito. Pela manhã, os criadores-clientes do Instituto Nise da Silveira visitarão o Centro de Artes UFF e participarão do ateliê-vivo, acompanhados pelos artistas de referência que orientam as atividades. À tarde, o ateliê se abre para oficinas voltadas a um público especializado, preferencialmente profissionais e estudantes envolvidos com os campos das artes e saúde. Algumas das criações das oficinas vão se somar à exposição Museu Vivo, o que valoriza a ideia de um acervo vivo e dinâmico, em constante atualização. Outra obra-processo que está na programação é a imersão artística "Inumeráveis estados", de 04 a 09 de novembro, com Pedro Kosovski e Marco André Nunes, da Aquela Cia. de Teatro. Os diretores vão construir durante a semana um espetáculo com os participantes da imersão, que será apresentado no Teatro da UFF ao fim do processo, em 09 de novembro. Sucessos do cinema nacional que dialogam com os temas da Espiral dos Afetos se somam à agenda entre 26 de outubro e 1º de novembro, além do dia 07/11. Na mostra de filmes, destaque para a pré-estreia de “Pacarrete” (31/10), em sessão seguida de debate com o diretor Allan Deberton, a atriz Marcelia Cartaxo e a psicanalista Elizabeth Araújo; a exibição seguida de debate da trilogia “Imagens do Inconsciente” (01/11); a projeção em 35mm de “Lavoura Arcaica” (07/11) e a reexibição de “Central do Brasil” (26/10) com cópia restaurada em DCP 4k, no ano em que Fernanda Montenegro celebra seus 90 anos.   Criar, viver e amar – mote da Espiral dos Afetos “As manifestações artísticas expressas na programação têm Nise como vórtice dessa espiral, mas dialogam não apenas com a temática da saúde mental. As discussões também buscam a reflexão em meio a um cenário de adoecimento e fragilização emocional das pessoas e do país, buscando discutir a superação das crises profundas com as quais o Brasil se defronta atualmente”, explica Leonardo Guelman, superintendente do Centro de Artes UFF e coordenador-geral da Espiral dos Afetos. Nessa perspectiva de superação, o legado de Nise da Silveira, dentro dos espaços que lidam com a saúde e a cultura de maneira transversal, traz a possibilidade de uma troca afetiva de saberes e experiências. Os realizadores do projeto pretendem aprofundar a cooperação entre as instituições, para além do evento em si. "A ideia é que haja o fortalecimento de uma cidadania pautada pela ética do cuidado, um caminho para que a potência dessas forças afetivas se manifestem, revelando experiências únicas de interpretação e de leitura de mundo”, avalia Guelman. Três autores que eram referência para a psiquiatra inspiraram o projeto: o psiquiatra Carl Gustav Jung, com a abordagem sobre o inconsciente, o filósofo Spinoza, com a temática dos afetos, e o teatrólogo Antonin Artaud, com suas reflexões sobre a loucura. O debate “Criar - Para desadoecer o mundo”, do qual participam o próprio Guelman, além de Maddi Damião Júnior, psicólogo e professor da UFF, Elton Luiz Leite de Souza, filósofo e professor da UniRio, e Ana Kiffer, ensaísta e professora da PUC-Rio, vai explorar este aspecto. Ainda no campo dos debates, o projeto Espiral dos Afetos terá outros três encontros. Em 30 de outubro, haverá a mesa “Mulheres na Ciência - Nise da Silveira”, com Gladys Schincariol, psicóloga-chefe do Ateliê Terapêutico/Museu de Imagens do Inconsciente e Cláudia Henschel, psicóloga, professora da UFF e pesquisadora em psicopatologias contemporâneas, com a mediação de Letícia Oliveira, neurocientista e professora da UFF. No dia 04 de novembro, ocorrerá a conferência “Ideias para adiar o fim do mundo”, com o convidado Ailton Krenak, líder indígena e ambientalista, e moderação de Wallace de Deus, doutor em antropologia pelo Museu Nacional e professor da UFF. No dia 05 de novembro, o UFF Debate Brasil especial recebe Ana Paula Guljor, psiquiatra, coordenadora do LAPS/ENSP Fiocruz, e Thiago Ferreira, psicólogo e trabalhador do CAPS MSS/Rocinha, que discute o tema “A criação no cuidado: democracia na saúde pública”, com mediação de Ana Claudia Monteiro, psicóloga e professora da UFF.
Exposição Poesia em TelasPrimeira exposição realizada pela Universidade Federal Flunimense, por meio da Biblioteca do Campus de Petrópolis/SDC, no campus de Petrópolis. A exposição é baseada em telas do pintor Rodrigo Andrian, feitas exclusivamente para ilustrar as poesias do autor Ken Nakamura. As obras ficarão disponíveis para visitação de 06 a 30 de setembro de 2019 na biblioteca, das 08:00h às 19:00h. A inauguração será sexta-feira (06 de setembro), ás 15 horas.   Conheça um pouco mais sobre Ken Nakamura: Escritor do e-book mudando paradigma, nasceu em Lisboa, filho de diplomata japonês, cresceu sua infância se mudando do Japão ao Brasil a cada 3 anos. Essa vivência em duas culturas diferentes abriu sua forma de pensar. Formou-se em administração, MBA em marketing e em fotografia, sempre em busca do equilíbrio entre a lógica, intuição e espiritualidade. Por amar o Brasil, naturalizou-se brasileiro no ano de 1999 e desde então reside em Petrópolis-RJ. Atualmente se dedica a arte da dança de salão. Contato: ken800132@gmail.com Instagram: 001.ken Conheça um pouco mais sobre Rodrigo Andriàn: Nasceu no Rio de Janeiro, no bairro de Botafogo, formado em Administração de Empresas, História da Arte, e Gestão de Bens Culturais. Desde cedo sempre esteve envolvido com o gestual das linhas e cores, aos poucos desenvolvendo uma linguagem própria e peculiar de representar o mundo. A preservação do meio ambiente, animais em vulnerabilidade, os elementos da natureza, e a condição humana são temáticas revisitadas no seu trabalho artístico. Realizou diversas exposições, no Brasil principalmente em Petrópolis, Rio de Janeiro e São Paulo, e em eventos no exterior, como “Art Takes Times Square”, em Nova York-USA, depois integrando a exposição coletiva “Art to the World”, apresentando sua série “Pássaros Brasileiros”, em Toulouse-França, Berlim-Alemanha, Madrid-Espanha, Porto-Portugal, Milão e Roma-Itália. Seu trabalho foi publicado em revistas e jornais brasileiros, como a “Harper’s Bazaar Brasil” e “Tribuna de Petrópolis”, e internacionais, como “The Visual Art Beat”. Flickr: www.flickr.com/photos/rodrigoandrian Instagram: @rodrigoandrian
Apresentação peça de teatro "Nosso evangelho"Na próxima quarta-feira (04/08), AMANHÃ, às 18h30, o grupo de teatro "Kriadaki" estará conosco na faculdade de educação da UFF.  Eles apresentarão a peça de própria autoria chamada de "Nosso evangelho". O grupo nasceu a partir da privação de liberdade e há muito o que dialogar conosco diante da nossa formação docente, e mais que isso, humana. Não percam!!! Será um encontro de muitos significados! Local: Auditório Florestan Fernandes, bloco D, Campus Gragoatá. Horário: 18h30.
Inscrições para a experiência turística do Turismo Social UFFO Programa de Extensão/Pesquisa Turismo Social UFF está com as inscrições abertas para a experiência turística que acontecerá no dia 28/09 na cidade de Niterói, intitulada "Niterói Cultural". O Programa tem como objetivo proporcionar experiências turísticas de baixo custo aos alunos e trabalhadores da UFF que, por falta de condições, não conhecem os atrativos das cidades próximas à Universidade, realizando visitas mediadas por destinos turísticos, possibilitando a integração e socialização dos participantes fora de seu ambiente habitual. Alunos e funcionários podem se inscrever para participar do processo seletivo preenchendo o formulário disponível no site: http://turismosocialuff.wixsite.com/turismosocialuff. Para acessar o formulário, clique na aba "Participe". Também é possível realizar as inscrições de forma presencial. As datas e locais se encontram disponíveis em nossa página do Facebook: facebook.com/turismosocialuff. As inscrições estarão abertas até o dia 16/09. Em caso de dúvidas, acesse nosso site e clique na aba "Informações" ou envie um e-mail para turismosocialuff@gmail.com.
Teatro da UFF recebe a companhia italiana Zappalà Danza, em sua primeira passagem pelo BrasilO Centro de Artes UFF, em parceria com o Instituto Italiano de Cultura, recebe pela primeira vez no Brasil a companhia italiana Zappalà Danza nos dias 4 e 5 de setembro, no palco do Teatro da UFF. Na agenda do grupo no país, o destaque é o espetáculo de dança “Romeo e Giulietta 1.1 - Desfocamento dos corpos”, realizado sempre às 20h, tem cobrança de ingressos a preços populares, custando R$10 (inteira) e R$5 (meia). Além disso, o grupo realiza outras duas atividades: um debate após o segundo dia de apresentação (dia 5, às 21h) e, mais cedo, das 15h às 17h, um workshop de dança, cujas inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link http://italianorio.com.br/workshop-modem/. MoDem, acrônimo para Movimento Democrático, é a linguagem que o coreógrafo Roberto Zappalà tem desenvolvido em 27 anos de criações e de trabalho contínuo com sua companhia e que baseará o workshop. A linguagem MoDem é inspirada em critérios relacionados a fluxos, controles, explorações articulares e musculares, que o corpo experimenta diariamente. As junções e as várias seções do corpo são isoladas e elaboradas com um trabalho que Zappalà chama de “exegese”, e que tem como objetivo sondar as infinitas possibilidades de articulação que os membros do corpo humano possuem entre eles e no espaço circunstante, e que podem ser exploradas, inventadas ou multiplicadas de dia para dia. Ficha Técnica: Coreografia e direção - Roberto Zappalà Músicas - Pink Floyd, Elvis Presley, Luigi Tenco, José Altafini, Mirageman, John Cage, Sergei Prokofiev Intérpretes - Maud de la Purification e Antoine Roux-Briffaud Textos - Nello Calabrò Iluminação e figurinos - Roberto Zappalà Direção técnica - Sammy Torrisi Produção - Scenario Pubblico/Compagnia Zappalà Danza – Centro di Produzione della DanzaCoprodução - Orizzonti Festival Fondazione (em colaboração com Le Mouvement Mons Festival - Bélgica) Apoio - Ministero dei Beni e delle Attività Culturali Regione Siciliana Ass. to del Turismo, Sport e Spettacolo
Fim de tarde com Música Antiga no Jardim na ReitoriaO Música Antiga da UFF, formado atualmente por Leandro Mendes e Mario Orlando, com participação da convidada Sonia Leal Wegenast, apresenta, no dia 21 de agosto (quarta-feira), às 17h, o concerto “Trovadores, Canções e Danças da França Medieval”, que promete trazer a sonoridade da tradição trovadoresca da música medieval ao Jardim da Reitoria. O repertório conta com composições de Machaut e obras anônimas juntamente com danças do século XIV. O concerto, promovido pelo Centro de Artes UFF, será realizado no Jardim da Reitoria da UFF, na Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí.  A história da música francesa remonta à longínqua Idade Média. Na França no século XII, havia duas áreas principais nas quais as tradições trovadorescas da música medieval se desenvolveram: no norte da França, a cultura musical e poética dos Trouvers que deu origem a própria língua vernácula francesa e no sul, a cultura dos Troubadours na região da Provence. A música secular na França medieval era dominada pela música e poesia dos trovadores, jongleurs e trouveres, que eram poetas e músicos conhecidos por criar formas poético musicais importantes tais como a balada, o lais e o virelai. A França foi pioneira também nas primeiras músicas europeias com vozes múltiplas pois os autores que deram os primeiros passos na música polifônica foram os compositores parisienses da escola de Notre-Dame. No século XIV, uma nova forma de escrita musical surgiu – a Ars Nova e encontrou no músico e compositor Guillaume de Machaut um de seus mais importantes colaboradores. Essa nova escrita possibilitava o registro das músicas polifônicas de forma muito mais racional permitindo ao compositor realizar composições a duas, três e até quatro vozes, como fez Machaut ao compor a sua Missa de Notre Dame a quatro vozes. Nascido em 1300, Machaut foi um dos mais importantes compositores do período. Apesar de ter feito carreira eclesiástica, sendo indicado cônego de várias dioceses, ficou mais conhecido como compositor de peças religiosas e profanas, considerado o maior da França no século XIV, sendo um inovador em diversos campos. O Música Antiga da UFF neste programa aborda as composições de Machaut conjuntamente com danças do período além de composições anônimas. Programa do concerto disponível em http://www.centrodeartes.uff.br/eventos/musica-no-jardim-musica-antiga-da-uff/ 
Turismo Social UFF abre inscrições para alunos, servidores e terceirizados nos campis do interior, o destino será a cidade de Cabo Frio.O Programa Turismo Social para Servidores e Alunos da UFF é um projeto de extensão e de pesquisa da UFF que tem como objetivo oferecer excursões aos membros da comunidade acadêmica, por meio de interações com um ambiente diferente do seu habitual, estimulando a integração e a socialização na busca de gerar bem-estar e qualidade de vida por meio das atividades que constituem a experiência turística. Propõe-se também a ser uma referência na área de turismo social, que movimente a criação de políticas públicas que tornem a atividade turística uma possibilidade de lazer, contemplando pessoas que possuam limitações econômicas, sociais, espaciais, políticas, culturais e físicas na fruição do turismo. Além de servir como campo de reflexões e publicações para alunos de graduação e do Mestrado, movimentando a construção do conhecimento acerca do turismo social. obs: A Equipe do Programa de pesquisa/extensão Turismo Social UFF levará o contemplado para participar da experiência turística “Conheça uma cidade em um dia”. A excursão acontecerá na cidade de Cabo Frio, no dia 29 de junho. Nosso ônibus passará pelos do campus de Macaé (às 08h30) e Rio das Ostras (às 09h30). Pedimos que cheguem meia hora antes para evitarmos atrasos no roteiro. O retorno será a partir das 18:30h.
Biblioteca Central do Gragoatá: Passado. Presente! Futuro?O desenvolvimento desta exposição tem como objetivo o resgate e a preservação da memória institucional da Biblioteca Central do Gragoatá, uma das 29 unidades do Sistema de Bibliotecas da Superintendência de Documentação, que foi criada para alicercear os cursos de Ciências Sociais e Humanas, Letras e Artes da Universidade Federal Fluminense. Ressaltando a importância da BCG nestes 25 anos de história para a comunidade acadêmica em que está inserida, que atualmente atende 105 cursos entre graduação e pós-graduação latu sensu e strictu sensu, além da comunidade externa nacional e internacional.
Exposição 43 anos do GTAR: "Ainda" em busca de um espaço43 anos do GTAR: 'ainda' em busca de um espaço na Biblioteca Central do Gragoatá/UFF A memória de lutas, ideias, resistências, amizades, dores e família que juntas constituem a força de um dos primeiros movimentos negros universitários do Brasil é apresentada na exposição "43 anos do GTAR: 'ainda' em busca de um espaço", aberta ao público na Biblioteca Central do Gragoatá da Universidade Federal Fluminense. A mostra segue até o dia 16 de abril e integra o conjunto de ações comemorativas dos 25 anos da BCG/UFF, inaugurada em 25 de abril de 1994. De acordo com a bibliotecária Angela Albuquerque, esta exposição pode ser considerada como um marco na história da BCG/UFF, por apresentar o pensamento social brasileiro a partir do negro: ele como sujeito da própria história. A mostra foi inaugurada em 3 de outubro passado, quando Angela assinava pela chefia da biblioteca. E, segundo ela, tem chamado bastante atenção pelo protagonismo do negro, em especial, o movimento feito no espaço acadêmico em um momento de altas complexidades. A atividade faz parte de um projeto que busca visibilizar a existência do primeiro grupo de trabalho, no espaço acadêmico, sobre pesquisas e estudos dos negros brasileiros, surgidos na UFF, na década de 1970, sob a orientação da historiadora Beatriz Nascimento e apoio do sociólogo Eduardo Oliveira e Oliveira. Durante todo o período da exposição até sua finalização em 16 de abril, professores, pesquisadores, estudantes e demais interessados podem agendar suas visitas com o guiamento dos curadores João Alipio Cunha, doutorando em Antropologia (Museu Nacional/UFRJ) e Sandra Martins, jornalista e mestra em História Comparada (IH/UFRJ). Ao fim da visitação, pode-se assistir, ainda, trechos do filme "Ôrí", de Raquel Gerber e roteiro e narração de Beatriz Nascimento. O documentário relata a atuação dos movimentos negros, no Brasil, entre os anos 1970 e 1980, encerrando a atividade com uma roda de conversa. O agendamento pode ser feito através do e-mail: expo43anosgtar@gmail.com. O GTAR foi uma das vertentes do Movimento Negro do Rio de Janeiro que construiu um espaço de reflexões e ações em uma universidade pública em pleno período da ditadura militar, nas décadas de 1970/1980. Intelectuais como Marlene de Oliveira Cunha, Andrelino Campos, Maria Maia de Oliveira Berriel, Carlos Hasenbelg, são alguns dos personagens que lançaram, construíram, apoiaram e incentivaram jovens negras e negros a constituir aquele espaço/tempo quilombola. Busca-se relembrar os seus pouco mais de 20 anos de atividades (1975/1995), e seu espraiar por outras trilhas até os atuais 43 anos de lutas, mobilizações, histórias e narrativas que constituem parte de uma história silenciada na Universidade Federal Fluminense. O Cultne - Acervo da Cultura Negra - registrou os dois dias do seminário de lançamento da exposição nos dias 3 e 4 de outubro de 2018, a visitação guiada e disponibilizou os 22 (vinte e dois) vídeos em: http://www.cultne.com.br/. Visite também a página da exposição "43 anos do GTAR: 'ainda' em busca de um espaço" no facebook.com/exposicaogtar. Serviço O que?"43 anos do GTAR: 'ainda' em busca de um espaço" Quando? Até 16 de abril de 2019 Horário? 8h30 às 21h (de 18/03 a 16/04) Agendamento de grupos: expo43anosgtar@gmail.com Facebook: facebook.com/exposicaogtar
Inscrições para o passeio do Turismo Social UFFO Programa Turismo Social UFF informa à comunidade acadêmica que as inscrições para o processo seletivo do passeio do dia 27 de abril estão abertas. O passeio terá como destino a cidade do Rio de Janeiro, com o roteiro turístico "Rio Político". O Programa tem como objetivo proporcionar experiências turísticas de baixo custo aos alunos e trabalhadores da UFF que, por falta de condições, não conhecem os atrativos das cidades próximas à Universidade, realizando visitas mediadas por destinos turísticos, possibilitando a integração e socialização dos participantes fora de seu ambiente habitual.  Alunos e funcionários podem se inscrever para participar do processo seletivo preenchendo o formulário disponível no site: http://turismosocialuff.wixsite.com/turismosocialuff. Para acessar o formulário, clique na aba "Participe". Também é possível realizar as inscrições de forma presencial. As datas e locais se encontram disponíveis em nossa página do Facebook: facebook.com/turismosocialuff. As inscrições estarão abertas até o dia 29/03. Em caso de dúvidas, acesse nosso site e clique na aba "Informações" ou envie um e-mail para turismosocialuff@gmail.com. 
Projeto Trote Cultural UFF - 18 anosO Projeto Trote Cultural UFF completa 18 anos e a festa é para os calouros! O Projeto Trote Cultural UFF, que é institucional, está completando 18 anos e é coordenado pela Pró-Reitoria de Graduação. Neste semestre, conta com a participação de 57 Cursos de Graduação realizando atividades socioculturais com seus calouros. Além disso, a equipe do projeto mobilizou com os estudantes a Campanha Calouro na Veia, para doação de sangue no Hospital Universitário Antônio Pedro. São ao todo 15 cursos que levarão seus calouros para doação de sangue ao longo do mês de março. Veja no anexo a programação completa.
Café Cultural do Departamento de Psiquiatria e Saúde MentalO Café Cultural do Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental surgiu como uma atividade de ensino/extensão inicialmente planejada para nossos alunos do Curso de Pós Graduação em Psiquiatria e da graduação em medicina. A leitura literária nos transporta para o lugar do outro, seja ele o autor ou o personagem; era um modo prático de treinar empatia. A interseção entre literatura e medicina não é nova e encontra-se na característica humanista de ambas. Mas nosso público atual não é só médico; todos são bem-vindos! O Café traz sempre textos de autores clássicos da literatura brasileira apresentados por nossos convidados  e em seguida, discutidos por todos.Venha tomar um café conosco!
Trote Cultural UFF - Recepção de Calouros - Ações Afirmativas - Cotas Ação de recepção dos calouros de Ações Afirmativas - Cotas. Esta ação inicial, que acontecerá durante a matrícula, terá como atração o tradicional “Varal Cultural”, onde os calouros podem expressar a sua alegria em ingressar em uma universidade pública, e a campanha “Abraço Grátis”, uma iniciativa de acolhimento e integração dos novos estudantes ao ambiente universitário. Além disso, os matriculados receberão o “Manual do Calouro”, desenvolvido pela Prograd, com as principais informações que o estudante precisa saber ao ingressar. A iniciativa tem por objetivo nortear o novo estudante sobre oportunidades e onde e como buscar informações que são importantes para a sua vida acadêmica. Também estarão presentes veteranos dos cursos de Turismo, Hotelaria, Artes e Medicina Veterinária, com atividades surpresas para seus calouros. No primeiro dia do evento, 25 de fevereiro, em parceria com a Redbull, será realizado o “Mural de Inspirações”, onde serão distribuídas asas de papel para que os estudantes possam escrever, pintar, personalizar e compartilhar nas redes sociais o seu ingresso na UFF. A equipe do Projeto Sensibiliza UFF também estará presente realizando a “Oficina de Vivência”, onde os participantes terão a oportunidade de vivenciar as dificuldades de deficientes em transitar pelo Campus. O Sensibiliza UFF também fará, na ocasião, o acolhimento dos estudantes com deficiência, realizado por estudantes nas mesmas condições, pertencentes ao Coletivo de Alunos e Alunas com Deficiência da UFF (CAAD UFF). Nos dias 26 e 27, o evento contará com a participação do Programa de Esporte e Lazer da Cidade – Núcleo Faculdade de Direito da UFF (PELC UFF Direito). No dia 26, será realizado um “Aulão de Ginástica”, às 15h, e, no dia 27, às 13:30, um “Aulão de Alongamento”. Além disso, em todos os dias, a equipe PELC UFF Direito, estará presente realizando inscrições e esclarecendo dúvidas sobre o Programa. O PELC UFF Direito oferece oficinas de esporte e lazer gratuitas a toda a comunidade. A saber, são elas: Ginástica, Alongamento, Vôlei, Lutas, Futsal e Cineclube. Além de todas essas atividades, a ação de recepção contará com outras surpresas.
AMescla na Bahia - filme gratuito com debate no Cine Arte UFFAMESCLA NA BAHIA Cine Arte UFF Dia 7/2, quinta, 19h30 Entrada franca. Brasil, 2018, 57’, 12 anos De Bernardo Jardim Trinta dias de desafios, conquistas, descobertas e a imprevisibilidade na rotina de uma dupla de músicos em uma aventura cultural, pessoal e profissional. Esse é o mote do filme 'AMescla na Bahia'. Descubra como os músicos vivem, pensam, sentem, se comportam e “performam” nas ruas, praças e praias baianas. O filme acompanha a viagem dos músicos Rodrigo Lorio e Zinga Lucas pelo litoral da Bahia. Com cenários de tirar o fôlego e encontros inesperados, acompanhe a performance dos músicos em uma viagem que parte do Rio de Janeiro em direção à Caraíva, Trancoso, Arraial D’Ajuda, Itacaré, Barra Grande, Cruz das Almas, Cachoeira, Salvador e, por fim, Praia do Forte. No Cine Arte UFF, será realizado um debate sobre a produção, bastidores e também informações quanto a execução e prestação de contas do projeto via Lei Rouanet. Voltada, principalmente, para estudantes de cinema e apaixonados pela área, o bate-papo contará com a presença da roteirista Maria Clara Pessoa, do diretor cinematográfico Bernardo Jardim, do produtor executivo Pedro Emilio e dos protagonistas Rodrigo Lorio e Zinga (Lucas Costa).  
Quarteto de Cordas da UFF se apresenta no Campus de Pádua No dia 11 de dezembro, o Quarteto de Cordas da UFF se apresenta no Campus da UFF de Pádua, às 18h, com entrada franca. No programa selecionado para o evento será apresentada uma viagem musical, começada no Império Austro-Húngaro de Mozart, passando pela brasilidade de Pixinguinha, Ernst Mahle, Tom Jobim e Vinícius de Moraes até chegar ao compositor e bandoneonista argentino Ástor Piazzolla. A UFF é a única universidade federal brasileira a possuir um quarteto de cordas em seu quadro permanente com a finalidade de oferecer apresentações com uma grande variedade de peças do repertório universal e brasileiro. O quarteto de cordas é formado por dois violinos, uma viola e um violoncelo.
Coro da UFF e Orquestra de Cordas da Grota entram no clima natalino - concerto a R$ 1Apresentação de Natal com entrada a R$1 traz ao Teatro da UFF a Orquestra de Cordas da Grota e o Coro da UFF   No dia 11 de dezembro, o Teatro da UFF recebe, às 18h, um concerto que traz o tema natalino ao palco, além de contar com entradas pelo preço simbólico de R$1. Em uma apresentação pensada especificamente para esta data, o Coro da UFF une suas vozes com a Orquestra de Cordas da Grota. O programa reúne obras tradicionais do repertório internacional assim como peças de compositores brasileiros escritas especificamente para essa data tão festiva. O Coro da UFF foi criado em 2007 e possui 40 integrantes, sendo dirigido por  Marcio Paes Selles. O principal objetivo do Coro é proporcionar um encontro entre a Universidade Federal Fluminense e a comunidade externa, unindo a música renascentista, o clássico e a música brasileira contemporânea em seu eclético repertório. A partir de diversas apresentações, trazem a alegria do canto e do coral em seus espetáculos ao público. A Orquestra de Cordas da Grota foi criada em 1995, a partir do trabalho voluntário de Dona Otávia Selles, que começou a ensinar música para jovens. Nas mãos do seu filho Márcio Selles e sua nora Lenora Mendes, foi dada continuidade ao projeto que hoje oferece à crianças e jovens da Grota do Surucucu uma oportunidade de desenvolvimento humano e social através de formação musical. Não demorou para que o talento e a dedicação dos jovens transformassem o projeto social em um trabalho musical de valor reconhecido. Seus membros encantam plateias seletas, não apenas pela precisão com que executam peças clássicas, mas também pela irreverência com que combinam a música clássica com instrumentos modernos de percussão e cordas, em releituras empolgantes de clássicos da MPB. Coro da UFF Ana Cardenas, Ana Cristina Melo Cardoso, Ana Regina de Azevedo, Ângela Sülzen Brasil, Aurita Braga, Carla Maria Mayrink Ferreira, Cristina M.P. Fanzeres, Elda Storani, Everaldo Domingos da Silva, Gesmar Volga Haddad, Glória Maria Grego, Graça Maria Coelho, Gustavo Rocha, Hagamenon da S. Souza, Heitor Pimentel, Isis Guimarães, José Lázaro de Oliveira, Leila Jotha, Márcia Vieira Damasco, Maria Aparecida Otaviano, Maria Auxiliadora Ivo de Melo, Maria Elisa Katayama, Maria Heloisa Tostes Monteiro, Maria José G. de Miranda, Marilene Tibau, Marta de Oliveira, Neize Santos de Mello Castro, Norma S.F. Nogueira, Paulo Leite, Regina Celia B.G. Dümpel, Regina Helena A. Ribeiro, Rita de Cassia Machado de Brito, Rita Lopes, Rosemary Machado, Silene Maria da Silva Othuki. Sylvia Cristina da Silva Othuki, Tania Medeiros de Souza, Tarcísio J. de Brito Valdevino, Vanda Prado, Vera Hees, Verônica Noronha Santos, Waldeísa Maria M. Faria,  Walter Pimentel Júnior Orquestra de Cordas da Grota violinos: Rafael Almeida, Davi Ribeiro, Estefany, Fernanda Helena, Albert Duarte, Michelle Silva. Diana Pazzini, Giovanna Pelliccione, Luiza Giron, Thiago Monteiro, Vinicius Santana, Caroline Oliveira, Jorge Junior, Leonardo Pinheiro, Karolayny Silva, Mileni Rocha e Fernando Brasil. violas: Andressa Faria, Camila Costa e Ricardo Alves violoncelo: Anderson Reis, Samuel Araujo e Rodrigo Soares contrabaixo: Gabriel Pereira da Silva e Roberto Henrique flautas: Carlos Rodrigues, Mylena Souza e Luisa Mesquita percussão: Larissa Ferreira, Rhenan Coelho e Vagner Alves   Programa Arcangelo Corelli  (1653-1713) - Concerto Grosso fatto per la notte di natale Gustav Holst (1874-1934) - The Planets, 4º movimento Júpiter Anônimo - Adeste Fidelis Anônimo - The first noel Adolphe Adam (1803-1856)  - Cantique de Noël Michael Praetorius (1571-1621) - En natus est Emanuel/Num komm der Heiden Heiland/In dulci Jubilo Ricardo Tacuchian (1939) - Noite de Natal Edino Krieger (1928) - Sinos de Belém Aloysio Alencar Pinto (1911) Queima da Lapinha/ Noite de Festas Regência: Katunga Vidal   Dia 11 de dezembro às 18h Coro da UFF e Orquestra de Cordas da Grota Teatro da UFF – Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói R$1 (preço único) Entrada Franca Classificação Livre
Projeto Sustenta-Vida promove peça teatral em Rio das OstrasO Projeto de extensão Sustenta-Vida, do Instituto de Saúde de Nova Friburgo (ISNF), promove a peça teatral 'O homem da cabeça de papelão'. O evento ocorre, às 18h do dia 28 de outubro, no Teatro Popular de Rio das Ostras. O texto é de João do Rio. A adaptação, a concepção e a direção são do Grupo Apesar. No elenco, estão Amanda Vayssière, Carol Souza e Léo Mendes.
Comemoração dos 80 anos da Biblioteca do Instituto Biomédico | SDCPara comemorar seus 80 anos (1938-2018), a Biblioteca do Instituto Biomédico está com uma programação que inclui atividades oferecidas aos usuários como: Troca-Troca de livros, I Concurso Amador de Fotografia, Oficina de Cuidados Básicos e recuperação de Livros e Cerimônia Comemorativa de Aniversário. A Cerimônia Comemorativa de Aniversário contará com mesa de abertura, palestras, apresentação do vídeo comemorativo, homenagens, apresentação musical, premiação do I Concurso Amador de Fotografia da Biblioteca, sorteio de brindes e bolo de aniversário. Mesa de abertura: "A Biblioteca do Instituto Biomédico: passado e presente, 80 anos de história no ensino, extensão e pesquisa na área da saúde" Palestras: "A importância dos serviços de informação em saúde pela atuação do trabalho em rede na FIOCRUZ"                   "O uso da tecnologia no ensino da saúde" Apresentação: vídeo e banda musical Big Black Shoes  
Inscrições Projeto Turismo Social UFF - Passeio Penedo/ItatiaiaO Projeto Turismo Social UFF informa à comunidade acadêmica que as inscrições para o passeio do dia 24 de novembro com destino à Penedo/Itatiaia estão abertas. O projeto de extensão da Faculdade de Turismo oferece excursões e atividades de lazer a baixo custo para a comunidade acadêmica. A ideia é estimular a integração e socialização da comunidade acadêmica fora do ambiente institucional e, assim, promover o bem-estar e a qualidade de vida durante e após a sua experiência turística. Alunos e funcionários podem se inscrever para participar do processo seletivo preenchendo o formulário disponível no site: http://turismosocialuff.wixsite.com/turismosocialuff. Para acessar o formulário, clique na aba "Participe". As inscrições estarão abertas do dia 22/09 a 26/10. Em caso de dúvidas, acesse nosso site e clique na aba "Informações" ou envie um e-mail para turismosocialuff@gmail.com. Siga a página no Facebook para acompanhar nossas atividades e locais de inscrições presenciais: facebook.com/turismosocialuff.  
Exposição 3: O Olhar do Artista sobre o Meio Ambiente 2018A 3ª exposição da XIV Edição do Olhar do Artista Sobre o Meio Ambiente chegará dia 17 de setembro em Niterói, no Laboratório Horto-Viveiro. A abertura ocorrerá às 18 horas, no endereço Av. Litorânea, s/n. Boa Viagem, Niterói/RJ. A exposição fica até o dia 20 de setembro. • ABERTURA: 17/09, 18h • VISITAÇÃO: segunda à quinta, 9h - 18h • ENDEREÇO: UFF Campus da Praia Vermelha. Av. Litorânea s/n. Boa Viagem, Niterói/RJ. Contamos com a presença de vocês! ___________________________________________ SOBRE O PROJETO O projeto é uma iniciativa do Laboratório Horto-Viveiro da Universidade Federal Fluminense, constituindo-se de uma exposição itinerante de artes visuais, composta por obras de artistas, sobretudo fluminenses, reunindo arte, cultura e educação. Anualmente ele percorre 3 a 5 municípios do Estado do Rio de Janeiro, com objetivo de utilizar a arte como instrumento de Educação Ambiental. Nesse ano, a exposição percorre Iguaba Grande, São Gonçalo e Niterói, atuando de forma multidisciplinar com pessoas de diferentes áreas e em parceria com os setores e agentes locais Cada exposição fica em torno de 15 dias nos espaços culturais dos municípios e recebe principalmente crianças de escolas da rede pública de ensino, podendo levar os temas tratados para sala de aula e para dentro da comunidade onde vivem por meio de discussões relacionadas ao assunto central do projeto - educação ambiental, que por sua vez funcionam como agentes multiplicadores estendendo esses conceitos aos seus familiares e amigos. Em 2018 o tema é Biodiversidade, que aborda a arte como um meio de despertar a reflexão e sensibilizar a comunidade sobre assuntos ligados a questões socioambientais. Durante os 14 anos contínuos de sua realização, O Olhar do Artista recebeu 21.054 visitantes e mais de 1135 obras expostas. Toda a programação é gratuita e aberta ao público, que consiste em pessoas de diferentes classes sociais, graus de instrução e diferentes faixas etárias. Venha participar dessa exposição e ajude-nos a ampliar essa rede de comunicação.
Campus UFF de Rio das Ostras comemora 10 anos do Programa de Educação Patrimonial em OriximináEm comemoração aos 10 anos do Programa de Educação Patrimonial em Oriximiná-PA, acontecerá entre os dias 16 de outubro e 14 de novembro a exposição “Oriximiná: Festas e Celebrações”. A instalação estará aberta a visitação na Casa de Cultura Bento Costa Junior (Rua Bento Costa Júnior, 70 - Centro, Rio das Ostras), e abordará os rituais, as celebrações e as festas vivenciadas, pesquisadas e registradas ao longo destes dez anos de intervenção extensionista. Seja um dos mediadores da ação educativa, participe de uma capacitação com a temática dos saberes e práticas étnico-raciais e suas produções subjetivas e receba certificado de horas complementares! Inscreva-se até dia 13 de setembro pelo link https://goo.gl/forms/OELaTGHaGcasJrY73. As inscrições para os minicursos poderão ser presenciais nos dias 13 e 14 de acordo com a programação. O Curo fica na Rua Recife, s/n, Rio das Ostras.
1º concurso amador de fotografias da biblioteca do Instituto BiomédicoO tema do concurso é “A Biblioteca do Instituto Biomédico: passado e presente - 80 anos de história no ensino, extensão e pesquisa na área de saúde”. Você pode se inscrever no concurso com no máximo duas fotos, até o dia 30 de setembro. Junte seus amigos, capriche na criatividade e abuse da alma de artista que existe em você!!! Serão aceitas as inscrições feitas presencialmente na Biblioteca do Instituto Biomédico, situada na Rua Prof. Hernani Pires de Melo Monteiro, 101, Andar Térreo, São Domingos, Niterói, de 03 a 30 de setembro de 2018. Leia o regulamento do concurso.
IACS, Cine Arte UFF e graduação em Cinema da UFF celebram 50 anos com um tributo a Nelson Pereira dos Santos50 Anos: Cine Arte UFF, Instituto de Arte e Comunicação Social e curso de Cinema da UFF Mostras, sessões de filmes restaurados, pré-estreias e vários eventos especiais. De 5 a 30 de setembro de 2018, em diversos horários Locais: Centro de Artes UFF - Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói - RJ Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS) - Rua Lara Vilela, 126, São Domingos, Niterói-RJ As comemorações do cinquentenário começam no dia 5 de setembro, quarta-feira, às 18 horas, no Cine Arte UFF, com uma cerimônia na qual serão homenageados artistas, cineastas, ex-alunos e professores que marcaram essas cinco décadas, a começar pelo próprio Nelson. Nesta data, a sala de cinema, localizada no prédio da Reitoria, passará a se chamar Cine Arte UFF Nelson Pereira dos Santos. O aniversário de 50 anos terá na programação quase 20 eventos até o dia 30 de setembro. Estão previstas no Instituto, entre outras atividades, a Semana de Diversidade do IACS e uma homenagem a funcionários, estudantes e professores; além de música, dança e poesia ao vivo. Na programação do Centro de Artes, mostras cinematográficas, uma exposição de cartazes históricos; uma sessão do UFF Debate Brasil discutindo cinema brasileiro hoje; o lançamento do filme “A Música do Tempo - do Sonho do Império ao Império do Sonho”, e a exibição de Metrópolis (filme mudo de 1927) projetado na fachada da Reitoria com acompanhamento da Orquestra Sinfônica Nacional UFF. Tudo com preços populares ou entrada gratuita. É o presente da UFF para sua comunidade e o público, marcando o cinquentenário desses espaços de resistência, criatividade e valorização da arte e da cultura, nas suas mais diferentes manifestações. A programação completa pode ser acessada pelos sites http://www.centrodeartes.uff.br e http://iacs.sites.uff.br. Histórico No ano de 1968, o então reitor da Universidade Federal Fluminense, Manoel Barreto Netto, promoveu uma grande reestruturação, criando diversas unidades de ensino, o que contribuiu de forma decisiva para tornar a UFF a universidade que é hoje. Ali, o cineasta e professor Nelson Pereira dos Santos, recém-chegado da Universidade de Brasília, encontrou suporte para suas ideias de criação de uma escola de cinema nos moldes daquela da capital federal. Em maio do mesmo ano, Nelson foi designado responsável pelo setor de arte cinematográfica da UFF e, junto com outros professores, recebeu a tarefa de estudar as diretrizes para o funcionamento do Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS). Fundado em 15 de março de 1968, o IACS imediatamente incorporou o curso de Biblioteconomia e Documentação, já existente. Graças à disponibilização de uma sala de exibição do antigo Cassino Icaraí, pertencente à universidade, um grupo de cineastas, críticos e amantes do cinema criou o Cine Arte UFF. Além do próprio Nelson Pereira dos Santos, Fabiano Canosa, Luiz Alberto Sanz, Roberto Duarte, Cosme Alves Neto e o então reitor Manoel Barretto Netto formaram esse grupo pioneiro e visionário. No momento da fundação do Cine Arte UFF, em 12 de setembro de 1968, Nelson anunciava, em seu discurso, o embrião da nova graduação da universidade. O curso fundado em 25 de setembro de 1968 e então denominado Comunicação Social, começou com a habilitação em Cinema e, em seguida, ganhou as habilitações em Jornalismo e Publicidade. Hoje, localizado no bairro de São Domingos, o IACS é uma das maiores unidades da UFF, contando com cinco departamentos, nove cursos de graduação e sete de pós-graduação, além de muitas histórias para contar. O pontapé inicial para a criação do novo curso se dá com a inauguração do Cine Arte UFF, cuja sessão de abertura foi a estreia brasileira de “Samson”, do cineasta polonês Andrzej Wajda. Assim, iniciam-se também suas atividades de extensão. Seminários, ciclos de debate, mostras e aulas abertas à comunidade externa, sobre estética, história de linguagem cinematográfica, entre outros, surgiram com o objetivo de oferecer ao público opções diferentes das exibidas comercialmente. Interrompida em função do acirramento da ditadura militar, essa linha de programação foi retomada em 1982, quando o professor João Luiz Vieira e alunos do curso de Cinema da UFF tomaram a frente do espaço. Pouco depois, o Cine Arte UFF se tornou parte do Departamento de Difusão Cultural (DDC), o complexo cultural que viria a ser o Centro de Artes UFF, com galeria e teatro. O cinema, localizado em frente à Praia de Icaraí, no prédio da Reitoria, em Niterói, continua privilegiando filmes com pouca visibilidade no circuito comercial e cuja temática estimule a reflexão e o pensamento crítico, por meio de sessões regulares, mostras temáticas, festivais, cine-debates e cineclubes, bem como parcerias interinstitucionais. Sobre Nelson Pereira dos Santos Nelson Pereira dos Santos, nascido em São Paulo em 22 de outubro de 1928 e falecido no Rio de Janeiro em 21 de abril de 2018, foi diretor de cinema, produtor, roteirista, montador, ator, professor e bacharel em Direito. Iniciou sua carreira na imprensa, em 1946, como redator e revisor, e no teatro, em 1947, integrando o grupo Os Artistas Amadores, do qual faziam parte atores como Paulo Autran (1922-2007). Realizou seu primeiro média-metragem, Juventude, em 1950, um documentário de 45 minutos sobre os jovens trabalhadores da cidade de São Paulo. Depois de exercer a função de assistente de direção em algumas produções, lança o inesquecível Rio, 40 Graus, seu primeiro longa-metragem, de 1955, com trilha de Zé Keti. Inédito em termos de conteúdo e forma de produção, Rio, 40 Graus transforma os representantes das camadas populares do Rio de Janeiro em protagonistas da narrativa, o que faz do filme um marco do cinema brasileiro moderno. Entre outras obras, é diretor de Vidas Secas (1963) e Memórias do Cárcere (1984), duas importantes adaptações de títulos do escritor Graciliano Ramos para o cinema. Seus últimos longas, A Música Segundo Tom Jobim (2012) e A Luz do Tom (2013), foram documentários dedicados ao grande compositor da MPB Antonio Carlos Jobim. Alguns dos sucessos de Nelson não ficam de fora do Cine Arte, e serão exibidos entre 7 e 11 de setembro.
Exposição 1: O olhar do artista sobre o meio ambiente 2018A 1ª exposição da XIV Edição do Olhar do Artista Sobre o Meio Ambiente chegará dia 03 de agosto em Iguaba Grande, no Salão de Artes Zé Trindade. A abertura ocorrerá às 19h, no endereço Rodovia Amaral Peixoto, km 102, n°3399, Cidade Nova - Iguaba Grande/RJ, no 2º piso da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. A exposição fica até o dia 29 de agosto, com visitação das 8h às 17h. • ABERTURA: 03/08, 19h • VISITAÇÃO: segunda à sexta, 8h às 17h • ENDEREÇO: Rodovia Amaral Peixoto, km 102, n°3399, Cidade Nova - Iguaba Grande/RJ, no 2º piso da Secretaria Municipal de Educação e Cultura Contamos com a presença de vocês! ___________________________________________ SOBRE O PROJETO O projeto é uma iniciativa do Laboratório Horto-Viveiro da Universidade Federal Fluminense, constituindo-se de uma exposição itinerante de artes visuais, composta por obras de artistas, sobretudo fluminenses, reunindo arte, cultura e educação. Anualmente ele percorre 4 a 5 municípios do Estado do Rio de Janeiro, com objetivo de utilizar a arte como instrumento de Educação Ambiental. Nesse ano exposição percorre Iguaba Grande, São Gonçalo e Niterói, atuando de forma multidisciplinar com pessoas de diferentes áreas e em parceria com os setores e agentes locais Cada exposição fica em torno de 15 dias nos espaços culturais dos municípios e recebe principalmente crianças de escolas da rede pública de ensino, podendo levar os temas tratados para sala de aula e para dentro da comunidade onde vivem por meio de discussões relacionadas ao assunto central do projeto - educação ambiental, que por sua vez funcionam como agentes multiplicadores podendo estender esses conceitos aos seus familiares e amigos. Em 2018 o tema é Biodiversidade, que aborda a arte como um meio de despertar a reflexão e sensibilizar a comunidade sobre assuntos ligados a questões socioambientais. Durante os 14 anos contínuos de sua realização, O Olhar do Artista recebeu 21.054 visitantes e mais de 1135 obras expostas. Toda a programação é gratuita e aberta ao público, que consiste em pessoas de diferentes classes sociais, graus de instrução e diferentes faixas etárias. Venha participar dessa exposição e ajude-nos a ampliar essa rede de comunicação.
Inauguração do Confucius Classroom na UFFA Universidade Federal Fluminense e a Universidade Normal de Hebei convidam você para a inauguração do Confucius Classroom na UFF. — Programação (sujeita a alterações) — – Palavras de abertura Prof. Sidney Mello, reitor da UFF; Prof. Antonio Claudio Nóbrega, vice-reitor da UFF; Prof.ª Livia Reis, superintendente de relações internacionais da UFF; Prof. Jiang Chunlan, reitor da Universidade Normal de Hebei – Painel "Relações Brasil-China", com Prof. Evandro Menezes de Carvalho (UFF/FGV Rio) – Descerramento da Placa do Confucius Classroom na UFF – Programação Cultural Performances musicais e de dança; Atividades de caligrafia chinesa; Exposição de fotografias de Hebei Saiba mais sobre o que é o Confucius Classroom na UFF: http://www.uff.br/?q=confucius-classroom
Alunos de Produção Cultural do Campus UFF de Rio das Ostras promovem “Samba de Saia”“Samba de Saia” é o evento que será realizado no  dia 21 de junho, a partir das 17h, na Av.Ouro Verde, 1.325, Casa 2. Este projeto  é realizado por alunos do curso de Produção Cultural  do Campus UFF de Rio das Ostras (Curo). O evento tem o objetivo de estimular a roda de samba executada por mulheres, enquanto prática sociocultural, no segmento artístico riostrense, quando  haverá apresentações musicais em formato de roda de samba com o grupo “Filhas de Bamba”, de Nova Friburgo, composto por duas intérpretes . Nos intervalos o evento fica por conta  das DJs, Ana Clara (Selecta Dimina) que tocará brasilidades e Naty Monteiro que tocará samba e pagode. Mais informações sobre  o “Samba de Saia” estão no facebook : samba de saia uff.
Comunidades, Arte e Criação: integração com espaços culturais será debatida no Centro de Artes da UFF no dia 20 de junhoVocê acha que os espaços culturais de Niterói são pouco ocupados por grupos de fora de seu entorno? São também pouco ocupados por grupos ligados a projetos artístico-culturais? Pensando nessas questões, nada melhor do que ouvir artistas e produtores que tocam esses projetos para falar sobre suas ações, a falta de integração e suas demandas enquanto agentes culturais. O curso de graduação em Produção Cultural, na disciplina de Projeto II, em parceria com o Centro de Artes UFF, realiza o evento "Comunidades, Arte e Criação", na quarta-feira, dia 20 de junho, das 14h às 18h, no próprio Centro de Artes UFF. O encontro visa contribuir para o fortalecimento das políticas de integração de projetos artísticos e sociais aos equipamentos culturais. "Comunidades, Arte e Criação" contará com a presença dos grupos: - Arame Farpado - Companhia Mãos Calejadas - Macquinho - Motin - Ocupasound - Orquestra da Grota - Teatro da Lage Dia e horário: 20 de junho, 14h Local: Centro de Artes UFF Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói - RJ. Entrada franca Realização: Curso de Produção Cultural da UFF (disciplina Projeto II), em parceria com o Centro de Artes UFF. Link do evento no Facebook: https://www.facebook.com/events/2099950093616318
Profusão de arte tomará conta do Centro de Artes UFF no dia 20 de junhoO Centro de Artes UFF inaugurará, no dia 20, duas exposições 'Era uma vez' e ' Quem semeia vento, colhe lindas tardes de amor' e uma instalação 'Se não fosse o vento, as miragens me alcançariam'. Para enriquecer ainda mais o evento e integrar outras formas de manifestações artísticas, o setor de Artes Visuais promove ainda, no dia da inauguração, uma apresentação musical e uma Feira de Artes Gráficas. A apresentação musical e a feira de artes gráficas acontecerão na área externa do Centro de Artes - a Varanda Cultural, às 17h, no mesmo dia da inauguração das exposições. Os trabalhos da Feira variam entre ilustrações, cadernos artesanais, gravuras, publicações independentes, encadernações artesanais, carimbos entre outros. Instalação reúne três esculturas espelhadas que permitem interação com o público A instalação 'Se não fosse o vento, as miragens me alcançariam' foi desenvolvida especialmente para o Jardim da Reitoria e, assim como as duas mostras, da Galeria e do Espaço UFF de Fotografia, ficará em exposição até o dia 22 de julho. A instalação resgata a atmosfera mágica dos reflexos e imagens capturadas por superfícies espelhadas, especialmente nos chamados garden gazing balls, do período renascentista e utilizado nos jardins da era vitoriana. São imagens e reflexos obtidos por meio de superfícies esféricas perfeitas. No caso, são três esculturas espelhadas que visam captar a figura humana e o entorno, convidando o espectador a interagir com a obra. 'Quem semeia vento, colhe lindas tardes de amor' reúne desde artistas dos anos 1980 até os novíssimos, que trabalham com '3D' A mostra coletiva 'Quem semeia vento, colhe lindas tardes de amor' vai reunir, num mesmo espaço físico e cronológico, artistas de várias gerações. Serão 17 artistas dos anos 1980 até hoje, expondo instalações, pinturas e objetos que dialogam entre si e com o tempo que os cerca. Entre eles, artistas já consolidados, nacional e internacionalmente, ao lado de outros nascidos já nos anos 2000, que participam desta como sua primeira mostra. O traço percorrido pela 'pintura' está fortemente presente. Artistas da novíssima geração, com intensa relação de afeto e confronto com tal meio, como bandeira para reconstrução de um mundo. Objetos que situam-se numa espécie de fronteira entre os meios de expressão também são significativos na mostra: um diálogo entre pintura e escultura, vídeos, fotografias e bordados, entre outros, utilizando-se, muitas vezes, de elementos do cotidiano como panos de chão, brochas ou bambolês. Ao mesmo tempo, participam também da exposição artistas que lidam diretamente com o '3D', em modelagens e narrativas com forte proximidade de uma tradição escultórica que vai de Rodin a Tunga. O título da mostra 'Quem semeia vento colhe lindas tardes de amor' refere-se às possibilidade da arte como elemento de transformação, em direção a um mundo de maior plenitude individual e, por consequência, maior bem estar social. Ao se debruçar sobre seu trabalho, o artista semeia vento para colher, sempre em finas camadas e pacientemente, esta transformação que, na linguagem da possível utopia, chama-se lindas tardes de amor. Curador: Edmilson Nunes Galeria de Arte UFF Leuna Guimarães dos Santos Inauguração 20 de junho | 19h às 21h Visitação até 22 de julho de 2018 Entrada Franca Segunda a 6ª feira, das 10h às 21h Sábados e Domingos das 13h às 21h Era uma vez... apresenta um mundo encantado, de conto de fadas A exposição  “Era Uma Vez”, com curadoria de Luciano Vinhosa, abarca a mais recente série fotográfica desenvolvida por Felipe Ferreira de Almeida, chamada 'Cotidiano', que reúne 20 trabalhos, sendo dezoito fotografias e dois vídeos. O artista utiliza as particularidades da linguagem fotográfica para construir paisagens e situações onde o selvagem, em sua forma artificial,  passa a habitar o espaço doméstico, misturando real e onírico. Assim, são construídas imagens que se relacionam com a obra homônima da artista mineira Wilma Martins (a série Cotidiano foi desenvolvida entre 1975 a 1984, em pintura, desenho e gravura),  mas que, ao mesmo tempo, possuem poética e dinâmicas próprias, passeando por diversas referências como documentários e programas de TV sobre a vida selvagem, canções de música pop, arte barroca, imagens religiosas, dentre outras. Frequentemente essas miniaturas e brinquedos acabam simulando situações de caça e cenas de violência ou que flutuam na iminência da predação. Os vídeos, a partir de narrativas sintéticas, remetem à simulação da natureza, estado que o artista define como sendo o de uma natureza domesticada, povoada de animais e plantas artificiais que decoram nossos lares. O título da exposição de Felipe Ferreira já nos faz antever aquilo que nos será apresentado: um mundo encantado, fabuloso e fabulado, dos contos de fada. Suas fotografias e vídeos estão todos referenciados nas ilustrações religiosas, nas imagens da cultura televisiva, nas programações infanto-juvenis das telas de cinema. As imagens – quase pinturas de Felipe Ferreira – ao adotar como estratégia o título sugestivo Era uma vez.. são elaboradas com o requinte de uma super produção cinematográfica. Seus personagens e cenários ora dourados, ora vermelhos incandescentes e sanguíneos, ora aveludados e macios e, em outros momentos, translúcidos, frios e azulados nos fazem mergulhar nesse universo encantado, de algum modo familiar, do cinema de animação, já prescrito nas receitas dos estúdios de Walt Disney. De Felipe Ferreira de Almeida Curador: Luciano Vinhosa Espaço UFF de Fotografia Inauguração 20 de junho | 19h às 21h Visitação até 22 de julho de 2018 Entrada Franca Segunda a 6ª feira, das 10h às 21h Sábados e Domingos das 13h às 21h
Exposição Itinerante Cotidiano Sem Muros: o olhar do invisívelA equipe do Projeto Turismo Social UFF convida a todos para a exposição itinerante “Cotidiano Sem Muros: o olhar do invisível”, que será realizada entre os dias 4 e 15 de junho. A exposição apresenta o desdobramento dos passeios turísticos realizados pelo nosso projeto em parceria com o Centro Pop Niterói, Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua. O evento contará com reproduções fotográficas registradas pelos participantes dos passeios, emolduradas por material reciclado do lixo, trabalho também realizado por eles. Outras ações como apresentações de teatro, discotecagem e sarau de poesias integram a programação da exposição. A abertura da exposição na UFF acontecerá no dia 11/06 às 14 horas no Bloco H, no campus do Gragoatá e contará com a performance da Escola Oficina Social de Niterói. No dia 12/06 as fotografias estarão expostas no Bloco E. A Biblioteca Central do Gragoatá receberá a exposição a partir do dia 13/06. Atualmente a exposição está disponível no Macquinho, em Niterói.  
Curtas na BMLO Cineclube é realizado as terças na BML para os alunos do COLUNI. No Cineclube são apresentados curtas relacionados com a Literatura. Segue nossa programação para o mês de maio. DIA 15 DE MAIO 9:20 - 9:40 - Turmas: 301, 401 e 501 - O poeta dinamarquês 9:50 - 10:10 - Turmas: 101, 201 - O poeta dinamarquês 10:40 - 11:00 - Turmas: F.2 e Médio - O poeta dinamarquês DIA 22 DE MAIO 9:20 - 9:40 - Turmas: 301, 401 e 501 - Histórias da unha do dedão do pé do fim do mundo 9:50 - 10:10 - Turmas: 101, 201 - Histórias da unha do dedão do pé do fim do mundo 10:40 - 11:00 - Turmas: F.2 e Médio - Felicidade Clandestina
Centro de Artes UFF inaugura duas exposições no mês de maioO  que é real e o que é virtual em uma fotografia No Espaço UFF de Fotografia, a mostra pretende expandir a noção do conceito de 'Topografias', dialogando com toda a subjetividade que ele nos propicia, como explica o curador Marco Antonio Portela. Dos três artistas, diz ele, uma propõe, simultaneamente, um olhar para a representação da paisagem e o rebatimento virtual da mesma, em uma sobreposição visual através de um retrovisor, o que nos deixa frente à discussão do que é real e virtual em uma fotografia, já que esses dois conceitos são abstrações técnicas e espaciais. Em outro trabalho, temos o corpo como paisagem, numa confusão visual que sugere a manipulação eletrônica da imagem, mas que nada mais é que o contato e o embaraçamento de pessoas, produzindo, pela lente do artista, uma paisagem inventada. Inventadas, também, são as imagens que remetem a um deleite sidéreo, onde situações quase infantis nos deslocam para uma ideia de vácuo e espacialidade, curiosamente brincando, até, com a ideia de feminino. O que esta mostra propõe, com as obras de Bella Scorzelli, Carlos Formiga e Milla, diz o curador, é um delírio poético e estético, expandindo um conceito aparentemente bem estruturado, que é a noção de paisagem. " Topografias nos convida, primeiramente, à apreciação das imagens pelo belo e, depois, a aprofundar uma reflexão sobre o que seria aquilo que estamos vendo, e se tal remete, ou não, a outro campo do conhecimento humano" Como habitar o Desenho reúne 14 artistas/pesquisadores ligados à Unicamp A exposição coletiva Como habitar o desenho é constituída por trabalhos do grupo de pesquisa Estratégias Expositivas do Desenho em Arte Contemporânea, vinculado ao Instituto de Artes da Unicamp (Campinas, SP). Os trabalhos do grupo de 14 artistas registram a diversidade de possibilidades e modalidades gráficas. O grupo investiga o Desenho contemporâneo a partir de algumas chaves de acesso, que podem passar pelo ato de escrever, ler, registrar, apagar, acumular, mapear, projetar, instalar ou compartilhar. O estudo abrange o processo de criação observado sob os pontos de vista do local expositivo e do material de gaveta, ou seja, da complexidade de estágios de criação, na relação entre o ateliê e a exposição. O grupo de pesquisa é liderado pela professora Lúcia Fonseca, em sua maioria orientados por ela em pesquisas de mestrado e doutorado, além de alguns membros convidados, da Unicamp ou de outras universidades. Nos trabalhos produzidos nesta mostra tem sido possível perceber as nuances poéticas, as intencionalidades, os usos e desusos de técnicas, referências artísticas e conceitos operados no fazer de cada um, diz a curadora Cláudia França, artista e docente da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). São também perceptíveis, diz ela, "as medidas móveis de aproximação e distanciamento do campo do Desenho, nas suas interfaces com outras linguagens da arte contemporânea, como a fotografia, os livros de artista ou performances, gravuras, objetos e instalações". Para a presente exposição, sob a curadoria da artista e professora Cláudia França, a ideia partiu do desejo de apresentar um percurso mais abrangente das pesquisas de cada um dos artistas. Para isso, a curadora adotou uma leitura geral desta categoria como nossa capacidade de reconhecer linhas, texturas e adensamentos das relações entre o preto e o branco ou situações de cores em contraste intenso, em quaisquer situações comuns do cotidiano, traduzindo-as para 'fatos poéticos'. O Desenho aqui é percebido como um espírito – termo usado não em seu sentido religioso, mas como energia de que é tomada nossa consciência – tal como adotado livremente pelo arquiteto Vilanova Artigas e pelo poeta Paul Valéry, ao referirem-se à intimidade do artista com o ato de criação, em uma incessante via de mão dupla entre a ideia e a matéria. Desta exposição fazem parte os artistas Adriana Dias, Daniela Avelar, Del Pilar Salum, Heloísa Angeli, Júnior Suci, Laís D’Oliveira, Lúcia Fonseca, Luciana Valio, Luise Weiss, Merien Rodrigues, Renato Almeida, Valéria Schornaienchi e Yuly Marty, além da própria curadora, Cláudia França. Ambas as exposições, Topografias e Como habitar o Desenho permanecem abertas à visitação até o dia 10 de junho, de domingo a sexta-feira, de 10h a 21h e, aos sábados, de 13h a 21h. Inauguração: 09 de maio de 2018, às 19h30 Visitação: de 10/05 a 10/06 Horários: domingo a sexta, de 10h a 21h e, aos sábados, de 13h a 21h Espaço UFF de Fotografia e Galeria de Arte UFF Entrada franca Rua Miguel de Frias, 09, Icaraí
Primeiro concerto da OSN Popular é dedicado a Pixinguinha, dia 9, no Teatro da UFFPrimeiro concerto da série OSN Popular faz tributo a Pixinguinha, com arranjos feitos especialmente para a apresentação Para o primeiro concerto de 2018 da Série OSN Popular, a Orquestra Sinfônica Nacional preparou um tributo a um dos maiores músicos brasileiro e um dos principais expoentes do choro brasileiro: Pixinguinha (1897-1973). No concerto, o público poderá apreciar as músicas do compositor carioca por meio de arranjos sinfônicos feitos especialmente para a apresentação, pelo maestro e compositor Anderson Alves. A OSN UFF fará, também, a estreia da Suíte Pixinguinha, de autoria de Anderson Alves. O Concerto apresenta ainda Divagações nº 12, concerto para clarineta e orquestra, do compositor petropolitano Vittor Santos. O solo será do clarinetista Victor Hugo Silva, vencedor do I Concurso OSN UFF Novos Talentos, realizado em 2017. Jovem Regente Anderson Alves é também compositor e pianista O jovem maestro Anderson Alves também é compositor e pianista, tendo se aperfeiçoado em regência orquestral com grandes maestros, entre eles Isaac Karabtchevsky e Kirk Trevor (Inglaterra), tendo sido finalista em concursos de jovens regentes. Como compositor, Anderson Alves tem obras para diversas formações, dentre elas destacam-se: Fantasia para Orquestra Sinfônica (estreada em 2014 pela OSN-UFF); Divertimento para Trio (dedicada ao Trio Capitu e parte do CD “Novos Ventos”) e Concertino para Clarineta e Cordas (dedicada ao prof. José Carlos de Castro). Tem, em seu repertório, obras do Barroco á música contemporânea. Atualmente, é Maestro e Diretor Musical da Orquestra Sinfônica Juvenil Carioca – Programa Orquestra nas Escolas, desenvolvido pela Secretaria de Educação do Rio de Janeiro e é coordenador pedagógico do Projeto Som+Eu e diretor do Circuito Cultural Zona Sul. O solista de clarineta, Victor Hugo, esteve em turnê pela Alemanha com sua irquestra Victor Hugo, o solista de clarineta, iniciou os estudos aos 11 anos e, atualmente, como 1º clarinetista da Orquestra Jovem Paquetá se apresentou nas principais salas e teatros do Rio de Janeiro, inclusive estreando obras de diversos compositores brasileiros. Recentemente, esteve em turnê pela Alemanha, com a Orquestra Jovem Orquestra. Em 2015, foi um dos vencedores do concurso para solistas da ORSEM e, em 2016, venceu o VI Concurso de Música de Câmara do Festival Villa-Lobos, com seu duo Bifonia. Integra o naipe de clarinetas da Orquestra Sinfônica da Cesgranrio. Victor Hugo é bacharel em clarineta pela UFRJ.
O Festival Ópera na Tela apresenta A Favorita no Centro de Artes da UFF, dia 6 de maioA FAVORITA La favorite, Alemanha, 2016, 2h36, 12 anos Ópera em quatro atos de Gaetano Donizetti Libreto de Alphonse Ryoyer, Gustav Vaëz e Eugène Scribe Ópera do Estado da Bavaria | Cantada em italiano Maestro Karel Mark Chichon Direção: Amélie Niermeyer Com Elina Garanca, Matthew Polenzani Mariusz Kwiecien, Mika Kares, Joshua Owen Mills, Elsa Benoit Ingressos Inteira – R$ 14,00 | Meia – R$ 7,00   O Festival Ópera na Tela é uma mostra inédita, totalmente dedicada ao gênero da ópera, com exibição do melhor da temporada europeia recente, realizada em verdadeiros templos da ópera, tornando acessível a atualidade lírica mundial ao público brasileiro. Sobre a obra A Favorita de Donizetti não tinha mais sido apresentada em palco em Munique há cem anos. Essa ópera, que Donizetti tenta fazer como uma grande ópera à francesa, fez parte do repertório da Ópera de Paris desde sua criação em 1840 até 1918, depois desapareceu do palco até 1991. O libreto, composto por Alphonse Royer e Gustave Vaë, originalmente previsto para L’Ange de Nisida, uma ópera que nunca foi representada devido à falência da trupe que devia levá-la ao palco, foi modificado por Eugène Scribe. Há as características da grande ópera com a importância dada aos cenários e efeitos cênicos na representação de uma intriga baseada num evento histórico dramático. A jovem diretora Amélie Niermayer escolheu renunciar aos cenários históricos suntuosos e optar por cenários minimalistas e figurinos contemporâneos, que nos afastam da corte sevilhana do Rei Alfonso X. Niermeyer optou pelo abandono da referência histórica, para favorecer uma abordagem psicosociológica da figura de Léonor (Elīna Garanča), que visa destacar a condição feminina da cortesã e o machismo, tanto dos seus amantes quanto da sociedade. Nem Alphonse (Mariusz Kwiecien) nem Fernand (Matthew Polenzani) veem Léonor como uma pessoa de verdade. O Rei a trata como uma prostituta real, um pedaço de carne que ele reserva para si; Fernand se apaixona loucamente, mas não se comunica com ela e a transforma num objeto de paixão. Niermeyer vem do universo do teatro: a atuação, os sentimentos e as emoções, entre os diferentes personagens são intensos, poderosos e expressivos. Ela volta os projetores para a atuação dos atores e suas interações, solicitando aos cantores qualidades de interpretação teatral. Então, ficamos diante de um grupo de atores e, desse ponto de vista, a noite é um regalo, particularmente com a atuação de Elīna Garanča que faz uma Léonor cenicamente muito madura, que seduz com sua voz quente e sensual de mezzo e dispõe de uma bela extensão e belos graves, com um timbre suntuoso que combina maravilhosamente bem com as nuanças da melancolia. Matthew Polenzani é dotado de uma excelente dicção; ele trabalha com prazer cada frase e convence no papel de Fernand, mesmo que sua forma de terminar seus voos líricos, diminuindo o volume e cantando o agudo com uma voz leve e estridente lá onde se esperava bravura, surpreenda um pouco. A dicção do barítono Mariusz Kwiecien também é impecável e sua participação recebe aplausos francos, sobretudo pela composição do seu personagem. O Balthazar de Mika Kares também é muito apreciado: o cantor finlandês põe sua imponente estatura e seu baixo vibrante e sonoro a serviço do papel surpreendentemente protetor de um superior de convento que dá provas de muito menos rigor do que as ameaças de excomunhão vindas da sua hierarquia. Ouvimos com prazer a voz soprano com uma nitidez cristalina de Elsa Benoit, que agora está na trupe de Bayerische Staatsoper e faz aqui uma excelente Inès. O tenor de Joshua Owen Mills como Don Gaspard participa do mesmo frescor. Karel Mark Chichon rege a Bayerische Staatsorchester dando um tom italiano a uma música que se diz francesa e cuja linguagem orquestral ele destaca bem. Preocupado com uma boa coordenação com o palco, ele oferece uma visão equilibrada da obra, com passagens abruptas de uma música lenta e interiorizada a uma música grandiloquente e intensa. Um espetáculo muito bonito cuja dramatização progressiva resulta nos melhores efeitos nos dois últimos atos. Trailer: www.youtube.com/watch?v=Zwcjo5GG1M
Gaia Trio homenagea grandes compositores franceses em concerto no Centro de Artes dia 8 de maioHomenagem a grandes compositores franceses no concerto do Gaia Trio no Teatro da UFF O nome Gaia, Geia ou Gé (em grego: Γαία, transl.: Gaía), na mitologia grega, é a Mãe-Terra, elemento primordial e latente de uma potencialidade geradora incrível. O nome inspira o trio formado pelas renomadas instrumentistas brasileiras da nova geração Sofia Ceccato (flauta), Janaína Salles (violoncelo) e Erika Ribeiro (piano). As artistas do Gaia Trio celebram a música romântica e impressionista de grandes compositores franceses no dia 8 de maio, às 19h30, no Teatro da UFF. Os ingressos custam R$ 14 e R$ 7 (meia). Dentre os homenageados, Claude Debussy, compositor cuja morte faz 100 anos em 2018. O programa conta ainda com a presença feminina do repertório da compositora Cécile Chaminade (1857-1944), e com peças de Philippe Gaubert, Saint-Saëns e Fauré. Em solos, duos e trios, flauta, piano e violoncelo dialogam com a performance da bailarina clássica Liana Vasconcelos, que adiciona a poesia do movimento à estética da música de câmara. Sobre Cécile Chaminade (1857-1944) Nascida em Paris, Chaminade compunha desde cedo, e quando tinha oito anos, apresentou parte de suas músicas para Georges Bizet, amigo da família, que ficou muito impressionado com seu talento. Ela deu seu primeiro concerto profissional aos dezoito anos e, desde então, seu trabalho como compositora ganhou espaço. Escreveu principalmente peças para piano e canções de salão, que eram muito populares. Realizou várias turnês pela França, Inglaterra e Estados Unidos, onde fez gravações para gramofone e pianola. Chaminade conseguiu publicar, em vida, a maior parte de suas composições, o que também lhe rendeu sucesso financeiro. O compositor Ambroise Thomas disse a respeito dela: "Esta não é uma mulher que compõe, mas um compositor que é uma mulher". Era admirada pela rainha britânica Victoria, a quem muitas vezes se apresentou no Castelo de Windsor. Relegada ao esquecimento durante as últimas décadas de sua vida, suas canções e peças para piano ficaram praticamente ocultas por muito tempo, inclusive sua obra mais popular, o Concertino para Flauta em ré maior, Op. 107, composto para o Concurso de Flauta do Conservatório de Paris, em 1902, que fará parte deste concerto do Gaia Trio. Programa: P. Gaubert (1879-1841) - Piéce Romantique para flauta, violoncelo e piano C. Chaminade (1857-1944) - Concertino op. 107 para flauta C. Saint-Saens (1835-1921) - O Cisne – de “O Carnaval dos Animais” (para violoncelo e piano). Participação Liana Vasconcelos, coreografia M. Fokine. C. Debussy (1862-1918) - L’Isle Joyeuse (piano solo) G. Fauré (1845-1924) - Sicilienne op. 58 (para violoncelo e piano) C. Debussy - Syrinx (1913) flauta solo. Participação Liana Vasconcelos, coreografia Liana Vasconcelos C. Debussy (1862-1918) - Deux Arabesques (piano solo) P. Gaubert - Trois Aquarelles (1915) para flauta, violoncelo e piano Par un clair matin - Soir d´automne - Sérénade. Participação Liana Vasconcelos, coreografia Liana Vasconcelos Gaia Trio 8 de maio, (terça), às 19h30 Teatro da UFF - Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói - RJ Ingressos: R$14,00 (inteira) e R$7,00 (meia-entrada para estudantes, pessoas acima de 60 anos e servidores da UFF) Recomendação etária: Livre
Maitê Proença leva o sucesso A Mulher de Bath para o Teatro da UFF em maioDepois da temporada em São Paulo e no Rio de Janeiro, Maitê Proença leva o sucesso A Mulher de Bath para o Teatro da UFF, dando continuidade às comemorações de seus 40 anos de carreira. “Se não houvesse em toda a Terra imensa, autoridade além da experiência, a mim isso seria suficiente, para fazer um relato contundente, das mazelas da vida de casada”. Assim diz Alice, a mulher da cidade de Bath do título, ao se apresentar para o público. O fato é que ela enterrou cinco maridos e, agora, quer mais um. À beira de uma estrada, em plena Inglaterra medieval, uma mulher de vasta experiência e de ardorosa oratória conta a história de sua vida exemplar, universal e única: seus amores incansáveis, seus rancores, suas paixões e vinganças, suas traições e sua grandeza, seu conhecimento profundo do pecado, da salvação e do espírito humano. E ela o faz sem poupar ninguém, nem a si própria. As coisas são ditas como são, sem enfeites, de forma clara, irreverente e direta. Movida por um humor visceral, Alice sugere que o comando nas mãos da mulher não leva à guerra, ou submissão, mas ao bem estar comum. Alice é uma mulher à frente de sua época. A mulher de Bath é parte dos Contos da Cantuária de Geoffrey Chaucer A mulher de Bath é um dos Contos da Cantuária (Canterbury tales) de Geoffrey Chaucer (1343-1400), publicados pela primeira vez em 1475, e apresenta uma personagem basilar da literatura moderna ocidental. Chega aos palcos brasileiros pela primeira vez, em uma tradução que resgata a eloquência popular de sua fala. A premiada tradução de José Francisco Botelho busca inspiração na poesia popular brasileira, do repente nordestino à trova gaúcha, para reviver entre nós o clima e as vivências da Idade Média. A peça é uma adaptação gestada na já premiada união teatral da atriz Maitê Proença, que completou em janeiro 40 anos de carreira e 60 anos de vida, com o diretor Amir Haddad. O primeiro encontro entre eles aconteceu em 2012 na peça As Meninas - Prêmios APTR de Melhor Autor (Maitê e Luiz Carlos Góes), Melhor Atriz (Patrícia Pinho), Melhor Figurino (Beth Filipecki) - seguido de À Beira Do Abismo Me Cresceram Asas, em 2014 - Prêmio APTR melhor atriz para Clarisse Derziê. A mulher de Bath Dias 05 e 06 (sábado e domingo), 11, 12 e 13 (sexta, sábado e domingo) de maio de 2018, às 20h Teatro da UFF - Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói - RJ Ingressos: R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia-entrada para estudantes, pessoas acima de 60 anos e servidores da UFF) Duração: 60 minutos Recomendação etária: 16 anos
Canções, histórias e brincadeiras musicais de Bia Bedran para crianças de todas as idades em cartaz no Teatro da UFF, de 05 a 20 de maioBia Bedran apresenta um espetáculo musical com histórias e brincadeiras, além de suas canções, algumas inéditas e outras já conhecidas junto às crianças e educadores. Valorizando a presença física dos livros como se estivéssemos dentro de uma grande biblioteca, os contos e os personagens ganham vida numa contínua viagem musical. Durante 75 minutos de espetáculo, Bia e seus músicos, que integram a Banda Cabeça de Vento, contemplam a plateia com uma sonoridade extremamente brasileira e variada em gêneros musicais. Na percussão, Paulão Menezes; na rabeca, no bandolim e vocais, Guilherme Bedran; no acordeon, teclado e vocais, Tadeu Santiago e, no seu inseparável violão, carinhosamente chamado por ela de João Sebastião Benedito de Souza, Bia Bedran. Em cada história escolhida para o show, encontrada em livros ou gravadas em audiovisual em seu canal do youtube ou em seus CDs e DVDs, Bia cria uma performance diferente explorando seu lado de atriz. Bonecos e objetos ganham vida nas mãos de Bia Bedran Com muita ludicidade, utilizando bonecos manipulados e objetos que ganham vida em suas mãos, Bia Bedran criou o espetáculo Canções, Histórias e Brincadeiras Musicais, que oferece às crianças de todas as idades um grande quintal de encantamento e imaginação. Ao longo desses 40 anos de carreira dedicados à infância, Bia Bedran sempre se preocupou em oferecer ao seu público entretenimento, alegria, inteligência, poesia e muitas histórias intercaladas com canções e brincadeiras. Autora de 14 livros infantis, gravou e produziu 10 CDs e dois DVDs. Como pesquisadora, lançou o livro "A arte de cantar e contar histórias: narrativas orais e processos criativos", resultado de sua dissertação de mestrado e considerado "altamente recomendável” pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, em 2013, na categoria Livro Teórico. Seu livro "O mundo dos livros" recebeu o Prêmio Jabuti 2016, na categoria Didático e Paradidático. Em suas viagens pelo Brasil, além de apresentar seus shows musicais para crianças, jovens e adultos, Bia realiza oficinas de formação de contadores de histórias. No repertório do show, estão "É bom cantar", "O trem", "Marinheiro do barco de vapor", "Fazer um bem", "Uma história sem fim", "O pato injuriado", "Barco Benedito", "Mamalu", todas compostas por Bia Bedran, e "O fazendeiro, seu filho e o burro" (fábula de Esopo / adaptação de Bia Bedran), "Boneca de lata" (brincadeira musical), "De abóbora faz melão" (brincadeira musical), "A casa que o Pedro fez" (conto popular/adaptação Bia Bedran), "Caveiras" (brincadeira musical), entre outras. Canções, Histórias e Brincadeiras Musicais com Bia Bedran De 05 a 20 de maio, (sábados e domingos), às 16h Teatro da UFF - Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói - RJ Ingressos: R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia-entrada para estudantes, pessoas acima de 60 anos e servidores da UFF) Duração: 75 minutos Recomendação etária: Livre
Cine Arte UFF recebe sessão da Cineorquestra Soundpainting Rio, com trilha sonora e sonoplastia do filme "A General" no dia 3 de maioIMPORTANTE: DISTRIBUIÇÃO DE SENHAS 1H ANTES, COM CONTROLE DE FILA EUA, 1926, 89’, 12 ano De Buster Keaton e Clyde Bruckman Com Buster Keaton, Marion Mack, Glen Cavender Sinopse: Quando a Guerra Civil americana teve início, o maquinista Johnny Gray, apaixonado pelo seu trem A General, não foi aceito para lutar porque seria mais útil como engenheiro da ferrovia. Assim, sua amada Annabelle começou a pensar nele como covarde. Ao perseguir sozinho um bando de espiões unionistas, que roubaram o trem A General e dentro dele Annabelle Lee, Gray tem a chance de provar sua coragem, mas também sua loucura. Cine Arte UFF recebe sessão da Cineorquestra Soundpainting Rio, com trilha sonora e sonoplastia do filme "A General" No dia 03 de maio, às 20h, com entrada franca, o Cine Arte UFF, em Icaraí, recebe mais uma sessão da Cineorquestra Soundpainting Rio, que realiza ao vivo a trilha sonora e sonoplastia do filme "A General" (1926). O título não apresenta nenhum erro de concordância. 'A General' foi assim denominado pois se refere a uma locomotiva. Esta é a obra-prima de Buster Keaton (1895-1966), um dos maiores comediantes do cinema inventivo. Acrobata perfeito e ligeiramente modesto, apenas co-assinava seus filmes  – perfeitos em termos de posicionamento de câmera, no sentido de extrair um maior efeito humorístico. A história ocorre durante a Guerra da Secessão. Buster quer se engajar nas tropas sulistas, mas, ao invés de trajar um uniforme, continua a conduzir a locomotiva "General" em missões perigosas, logo depois de roubá-la do inimigo. Sempre tirando proveito de sua "cara de pau" (ele era conhecido como "o homem que nunca ri" devido à sua expressão imutável), Buster denuncia com humor o absurdo da guerra e do processo mecânico, enfrentando impassível todos os cataclismas. A trama foi inspirada num caso real de guerra, onde um mecânico sulista realizou um feito parecido. Com imagens esplêndidas, o filme atinge um clímax espetacular, jamais produzido para uma comédia. Sobre o soundpainting Desenvolvida na década de 1970 pelo compositor nova-iorquino Walter Thompson, a linguagem do soundpainting é uma técnica de sinais para comunicação de músicos e outros artistas. Hoje já existe uma comunidade de "falantes" ao redor do mundo utilizando-a para a criação de música, dança, teatro e performance. O Soundpainting Rio, que estará à frente deste concerto, é o primeiro grupo carioca a trabalhar especificamente com o soundpainting desde 2013, sendo coordenado pelo soundpainter Taiyo Omura. Uma orquestra performática, com trinta músicos e convidados especiais, que já realizou mais de 10 cine-concertos.
Dia 3 de maio o Música no Jardim apresenta clássicos na UFF, com Orquestra de Cordas e balé da AndefOrquestra de Cordas da Grota e Companhia de Dança da Andef se reúnem num espetáculo de inclusão pela arte. Na primeira edição da temporada, o projeto Música no Jardim traz uma orquestra de jovens da comunidade e um grupo de balé formado por cadeirantes e não cadeirantes para apresentar o espetáculo "Os clássicos mais populares de todos os tempos". A Orquestra de Cordas da Grota, formada na década de 1990, é uma proposta de intervenção sociocultural na vida dos jovens da comunidade da Grota do Surucucu, por meio da música, como forma de expressão, de formação de vínculos sociais e de fortalecimento da autoestima. De início, a atenção dos jovens foi despertada com aulas de flauta doce, mas à medida que foram tendo contato com a música de Bach, Haendel e Vivaldi, foi surgindo o interesse pelo aprendizado de violino e, depois de alguns meses começaram os ensaios em grupo e, não demorou muito, as primeiras apresentações em público, formando assim a Orquestra de Cordas da Grota. A Companhia de dança inclusiva Corpo em Movimento, criada pela Andef em 1999, participou de diversos eventos expressivos, dentre eles Jogos Paralímpicos de Sidney 2000, Jogos Parapan-americanos Rio 2007, encerramento e intervalo dos Jogos Paralímpicos de Londres 2012, Final da Copa das Confederações 2013, abertura, encerramento e intervalo dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, no Rock in Rio 2017, que resultaram em diversos programas e reportagens. Composto por bailarinos com e sem deficiência, a Companhia tem por objetivo a conscientização social sobre a potencialidade da pessoa com deficiência, contribuindo de forma lúdica e estética para a quebra de estigmas. Essa companhia de dança tem um papel fundamental na política da Andef, de valorização e promoção da inclusão em todos os ambientes. Mozart, Verdi, Rossini em espetáculo de dança e música ao ar livre A Orquestra de Cordas da Grota tem, igualmente, um histórico expressivo de participações, se apresentando com regularidade em escolas, salas de concerto, teatros e igrejas do Rio, Niterói e São Gonçalo. Em 98 e 99, participaram do Festival de Música Antiga e Colonial de Juiz de Fora. Em 2000 participaram do Curso de Férias do Museu Villa-Lobos, onde um grupo de seis alunos foi contemplado com bolsa de estudos da VIDEOFILMES, por um período de três anos. Em 2001 realizaram uma turnê pelo norte de Portugal a convite da professora Maria da Conceição Campos. Em 2006 a orquestra lançou seu primeiro CD, com peças dos períodos barroco (Telemann, Bach, Vivaldi e Händel) e clássico (Haydn), assim como da música popular brasileira (Zequinha de Abreu, Angelino de Oliveira e Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira). Ainda em 2006, a ARTE-TV, uma emissora franco-germânica, gravou um documentário sobre a Orquestra, que foi ao ar na França e Alemanha. Em setembro deste mesmo ano, a orquestra participou do 'Annual Gala' promovido pela Brazil Foundation, em New York, e, em dezembro, ficou entre os cinco finalistas do prêmio Cultura Nota 10, do Estado do Rio de Janeiro. Em 2008 a Orquestra realizou turnê pela América Central a convite do Itamaraty e, em dezembro do mesmo ano, lançou seu segundo CD com canções natalinas. Desde 2010 foi reconhecida como Ponto de Cultura do Estado do Rio de Janeiro e, nesse mesmo ano, gravou o terceiro CD para comemoração dos 15 anos da orquestra. Em 2011 recebeu o prêmio Rio Sociocultural na categoria 'empreendedorismo cultural'. O aprendizado de instrumentos de cordas é feito basicamente com violino, viola, violoncelo, contrabaixo e flauta doce, introduzindo aos poucos outros tipos de instrumentos tais como violão, cavaquinho, flauta transversa, clarineta, harpa, percussão e canto coral. Em mais de vinte anos de trabalho já são mais de 30 alunos formados em universidades, 36 em formação e mais de 50 formados em nível técnico trabalhando com música. Em 2015, ano em que teve o apoio da Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro, a Orquestra lançou dois CDs - 'Bach in Rio' com o pianista Jozef Kapustka e 'Sons da Grota' com o grupo Negros & Vozes, Grupo de Flautas, além da Orquestra. Música no Jardim 03 de maio de 2018 Quinta – 17h30 Jardim da Reitoria Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí – Niterói/RJ Entrada Franca Classificação etária: Livre
Mona Vilardo homenageia Dalva de Oliveira, no Teatro da UFF, dias 2 e 3 de maioNo contexto das comemorações do centenário de nascimento da cantora Dalva de Oliveira (1917-1972), a atriz e também cantora Mona Vilardo homenageia essa que foi uma das Rainhas do Rádio. Nascida em 5 de maio de 1917, Dalva de Oliveira, conhecida como “Rouxinol Brasileiro”, realizou mais de 400 gravações que a elegeram como uma das maiores vozes do Brasil. Sua bela voz está registrada em vários coros dos discos de Carmen Miranda, Orlando Silva e Francisco Alves. Muito homenageada no teatro e na televisão, Dalva de Oliveira teve uma vida pessoal tumultuada, repleta de episódios tristes. Momentos esses que, muitas vezes, parecem ser cantados através de suas interpretações, tais como as de "Folha morta", "Ave Maria do Morro", "Lencinho branco", "As pastorinhas"... Como não se lembrar, se emocionar e cantar junto essas canções interpretadas por Dalva? Dalva de Oliveira começou sua carreira cantando no grupo Trio de Ouro, que formou com Herivelto Martins e Raul Sampaio. Em 'Mona canta Dalva', o Trio de Ouro é, na verdade, um quarteto formado por Mona Vilardo (voz), Marco Lima (violão), Ayres D'Athayde (percussão) e Ricardo Nascimento (trompete). Mona Vilardo é formada em canto lírico pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com larga experiência em teatro musical e canto coral, tendo excursionado pela Europa e Estados Unidos desde o início do seu aprimoramento vocal, aos 8 anos de idade. Participou dos musicais 'Emilinha e Marlene – a Era do Rádio' e de 'Agnaldo Rayol - alma do Brasil'. Enxerga, no repertório cantado por Dalva, a mistura técnica e vocal que está presente também no seu registro vocal e no seu repertório. Marcia do Valle, que faz a supervisão artística, atuou, em sua carreira de atriz, sob a direção de Aderbal Freire Filho, Amir Haddad, André Paes Leme, Antonio Pedro Borges, Paulo Betti, entre outros. Também participou de novelas, minisséries, curta metragem e programas nas TVs Globo e Record. Nos anos 90, atuou, escreveu, dirigiu e produziu espetáculos infanto-juvenis, alguns contemplados com o prêmio Coca-Cola e Mambembe e fez parte do grupo 'Centro de Demolição e Construção do Espetáculo', dirigido por Aderbal Freire-Filho. Foi coordenadora do pioneiro Ciclo de Leituras Dramatizadas da Casa da Gávea, no RJ. Em 2017, reestreou seu solo teatral 'Um Ato!' - peça-poema com roteiro de seis autores-poetas e música de Pedro Gracindo. Atualmente, faz a supervisão artística do espetáculo 'Mona canta Dalva'. 02 a 03 de maio de 2018 Quarta e Quinta - 20h Teatro da UFF Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí - Niterói/RJ Ingressos: R$50,00 | R$25,00 (meia) Classificação etária: Livre Informações: 3674-7512 | a partir de 14h
Sérgio Ricardo apresenta seu show “Cinema na Música” no Teatro da UFF nos dias 28 e 29 de abrilSérgio Ricardo no show “Cinema na Música” O show Cinema na Música apresenta trechos das várias trilhas-sonoras e projeções das principais criações de Sérgio Ricardo para o cinema, com a participação de seus filhos Marina Luft e João Gurgel. O Teatro da UFF será o próximo espaço a receber o espetáculo "Cinema na Música" - show-visual que comemora os 85 anos do cantor, compositor, pintor e cineasta Sérgio Ricardo. Dirigido por Marina Lutfi, sua filha - designer e cantora, que também estará presente no palco -, o show apresenta as principais criações de Sérgio para o cinema, campo em que recebeu inúmeras premiações por trilhas sonoras inesquecíveis, como a de Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e de filmes próprios, como A noite do espantalho. Sérgio Ricardo divide o palco com os filhos Marina Lutfi (voz) e João Gurgel (voz e violão), acompanhados dos feras Alexandre Caldi, nos sopros, e Diego Zangado, na percussão. No repertório, canções que fazem o público reviver e cantar narrativas que marcaram a história do cinema brasileiro, como Barravento, inspirada no filme de Glauber, Esse mundo é meu, com letra de Ruy Guerra, Cantador de cajazeiro (abertura de A noite do espantalho) e, claro, Deus e o Diabo na Terra do Sol. Outros clássicos de Sérgio Ricardo também terão espaço, como Zelão e Calabouço. A apresentação é acompanhada por projeções de trechos dos filmes - a maioria com fotografia de Dib Lutfi, o “homem-grua” do Cinema Novo, que faleceu em outubro de 2016. Dib era o irmão caçula de Sérgio Ricardo. A cuidadosa seleção das imagens foi feita pelo VJ Victor Magrath, editor dos últimos filmes de Sérgio, profundo conhecedor de sua filmografia. Compositor de inúmeras canções e trilhas sonoras, como a do icônico Deus e o Diabo na Terra do Sol, filme de Glauber Rocha, e bom contador de histórias, Sérgio Ricardo se tornou cineasta nos anos 1960. Premiado internacionalmente, realizou três longas metragens - Esse mundo é meu (1964), Juliana do amor perdido (1968) e A noite do espantalho (1973) e mais de dez curtas, entre eles Menino da calça branca (1961) e o mais recente Pé sem chão (2014). Em seus filmes, a música assume um papel potencialmente narrativo, criando uma linha de envolvimento entre os personagens, a história e o público. É mais do que trilha - é praticamente um personagem dentro do enredo. Sérgio criou obras que provocam o público a sentir o cinema, ouvi-lo, cantá-lo, e essa experiência será vivida neste "Cinema na Música", que, em formato maior, tem circulado por todo o país. 28 e 29 de abril de 2018 Sábado e domingo | 20h Com Sérgio Ricardo (voz), Marina Lutfi (voz), João Gurgel (voz e violão), Alexandre Caldi (sopros) e Diego Zangado (percussão) Direção geral - Marina Luft Teatro da UFF - Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói Ingressos - R$50 | R$25 (meia) Classificação etária: 10 anos Informações: 3674-7512 | a partir de 14h
O Projeto Música Livre apresenta El Efecto e Meu Funeral no dia 26 de abril no Teatro da UFF Música Livre - El Efecto & Meu Funeral Um dos principais nomes da cena independente carioca dos anos 2000, El Efecto celebra 16 anos de trajetória independente, lançando seu quinto álbum de estúdio, intitulado Memórias do Fogo. O trabalho evidencia o aprofundamento do projeto da banda e apresenta mais um caldeirão de ritmos onde se misturam a pesquisa musical e o engajamento político. Formada em 2002, na cidade do Rio da Janeiro, El Efecto tem o ecletismo como marca do seu trabalho. As composições são mergulhos nas mais distintas tradições e gêneros musicais, revisitados a partir de uma perspectiva contemporânea. De maneira geral, a estética da banda é a do rock. Mas a utilização de instrumentos como cavaquinho, violão, viola caipira, trompete, clarinete, flautas e percussões sintetiza a tentativa de fugir dos rótulos e caminhos predeterminados. O resultado disso é uma unidade onde se conjugam o lirismo e a contundência, uma mescla de climas onde se destaca a forte presença da música brasileira e latinoamericana. As letras propõem interpretações críticas das atitudes individuais e coletivas, movimentando-se entre a angústia e a esperança, o pessimismo da razão e o otimismo da luta. Não se trata de pensar a arte como um escape para as frustrações de uma vida resignada, mas sim de tomá-la como um estímulo, um ponto de partida para questionamentos e - por que não? - transformações concretas. Essa característica se faz presente em O encontro de Lampião com Eike Batista, faixa de tons épicos, inspirada na literatura de cordel, que viralizou nas redes sociais em 2012, trazendo projeção nacional para a discografia da banda. Em junho de 2013, El Efecto foi indicado como Melhor Grupo de Rock no Prêmio da Música Brasileira. Pedras e sonhos, álbum da faixa viral, foi considerado um dos três melhores discos do gênero. Desde então, a banda vem expandindo seu público em apresentações por todo o país e algumas incursões internacionais no Equador, Argentina, Portugal e Espanha. Após o hiato de um ano, dedicado à produção e gravação do novo álbum, El Efecto lança Memórias do Fogo. Para esse novo ciclo, a banda se amplia, fixando-se no formato de sexteto. O disco é uma coletânea de ritmos, indo do samba ao metal, evocando a potência cultural da música brasileira. Cada canção pretende se tornar uma chama, resgatando memórias para iluminar possíveis caminhos. O álbum, produzido por Patrick Laplan, Tomás Alem e a banda, e masterizado por Robert Carranza (Criolo, The Mars Volta, Ozomatli). Inspirado na trilogia de nome semelhante de Eduardo Galeano, que fala sobre a trajetória da América Latina, o álbum evoca a importância de cultivarmos a chama interior, seja para jamais esquecer que o mundo está pegando fogo, ou até mesmo, para juntos, incendiá-lo em algum sentido. Todas as músicas do El Efecto estão disponibilizadas na internet e podem ser baixadas de forma gratuita, fato que corrobora com o objetivo de ampliar ao máximo a difusão do trabalho, para que a mensagem, ideias e os ideais circulem e o debate continue. Formação da banda - Bruno Danton (voz, violão e viola), Cristine Ariel (guitarra, cavaquinho e voz), Eduardo Baker / Pedro Lima (baixo), Gustavo Loureiro (bateria), Tomás Rosati (voz, cavaquinho e percussão), Tomás Tróia (guitarra e voz) Meu Funeral - formado em Niterói (RJ), por Lucas Araujo (RivoTrio 2mg), Jan Santoro (Facção Caipira) e Matheus Jorell (Filhos do Totem e ex-Lougo Mouro), o Meu Funeral tem como principal característica fazer músicas rápidas, com temáticas diversas abordadas com uma linguagem acessível e direta, sem cair no erro da simplificação de questionamentos complexos. A partir de vivências, leituras e debates, Lucas busca escrever de forma leve e verdadeira sobre temas que acredita que devem ser abordados ou sobre pensamentos e sentimentos que precisa expor. Com músicas velozes, influenciadas principalmente pelo punk rock e hard core, a banda não se limita a rótulos, mesclando influências diversas como reggae, ska e indie rock. Fazendo questão de cantar em português e levantar a bandeira da resistência, em um país onde o número de bandas cantando em língua estrangeira tem crescido e se destacado, Meu Funeral busca o diálogo com seu país de origem e busca fomentar importantes debates, como a respeito da diversidade, da naturalização de condições que devem ser questionadas, da influência da tecnologia em nossas vidas, respeito e valorização da diversidade e o aprendizado que pode vir a partir do diálogo. Após sua formação, a banda vem compondo diversas músicas e dia 20 de abril lança seu primeiro EP com sete músicas que passeiam entre o hard core melódico, o grind core e o ska. O EP foi gravado por Renan Carriço e Jan Santoro no Estudio Quintal. Já as artes são do artista plástico Pedro Varela. 26 de abril de 2018 Quinta – 20h Teatro da UFF Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí – Niterói/RJ Ingressos: R$ 30 | R$ 15 (meia) Classificação etária: 16 anos Informações: 3674-7512 | a partir de 14h
A Presença Imigrante em São GonçaloA UFF/SDC em parceria com a UERJ, Marinha do Brasil e o Museu da Imigração da Ilha das Flores, o Centro de Memória Fluminense da Superintendência de Documentação apresenta a exposição que conta a história da imigração no município de São Gonçalo. A exposição é composta de fotografias, depoimentos e documentos sobre esse processo, além de apresentar livros do acervo da SDC que tratam da história do munícipio vizinho. A inauguração da Exposição acontecerá no dia 16 de abril, às 16 horas, no Centro de Memória Fluminense da UFF.
Inscrição online para oficinas do SIMUPE (Simpósio de Música e Pesquisa da Orquestra Sinfônica Nacional da UFF)   II SIMUPE: OFICINAS De 02/04/2018 a 07/04/2018 De 2 a 7 de abril de 2018, o Centro de Artes UFF realizará a segunda edição do SIMPÓSIO DE MÚSICA E PESQUISA DA ORQUESTRA SINFÔNICA NACIONAL UFF (SIMUPE).O simpósio inclui palestras, oficinas, mesas de discussão, conferências, recitais e outras apresentações. Como parte da programação, serão oferecidas 3 OFICINAS com inscrição online. Saiba mais sobre cada uma delas: ◾Oficina 1 - "Orquestra de Garrafas" A Oficina "Orquestra de Garrafas" será realizada no dia 04/04/2018, às 14 h, no Teatro da UFF, e será ministrada pelo Prof. Dr. Rodrigo Serapião Batalha. A oficina envolve a prática musical com instrumentos alternativos (garrafas), com ênfase em jogos musicais de escuta e de criação musical. - Público alvo: leigo e músico iniciante a profissional. - Quantidade de vagas: até 50 (as inscrições se encerrarão quando as vagas previstas forem preenchidas) - Tempo de duração: 1:30h  (estimativa)   ◾Oficina 2 - "Performance em jogo" A Oficina "Performance em jogo" será realizada no dia 04/04/2018, às 15:30 h, no Teatro da UFF, e será ministrada pela Profª. Drª. Isadora Scheer Casari. Através da realização de jogos em grupos ou em duplas o participante experimentará o "ser performer" a partir de outra perspectiva que não a musical. O objetivo é convidar o participante a vivenciar e a refletir em grupo sobre a manutenção de uma presença ativa, concentrada e de troca com os co-jogadores e com o espectador. A ideia é que frente a uma situação nova de performance o músico participante possa voltar sua percepção para seu próprio corpo, para seus pensamentos, emoções e ansiedades que surjam no decorrer das atividades e, com isso, contribuir para os processos de tomada de consciência na performance musical. A oficina vai explorar sobretudo jogos de espelho, de atenção e de escuta muito difundidos em práticas teatrais, além de danças circulares presentes na cultura afro-brasileira. Ao final das atividades realizaremos uma síntese coletiva da oficina com o objetivo de compartilhar estratégias e saberes relativos a manutenção da atenção em relação a si-mesmo e ao outro durante a performance. - Quantidade de vagas: até 30 participantes (as inscrições se encerrarão quando as vagas forem preenchidas) - Duração: 2 horas (estimativa) - Público alvo: músicos a partir de 15 anos de idade e professores de música . - Orientação complementar:  é recomendável o uso de roupa confortável que possibilite livre realização de movimentos   ◾Oficina 3  - "Os implantados cocleares estão chegando: reflexos na educação acústica, musical e instrumental" A Oficina "Os implantados cocleares estão chegando: reflexos na educação acústica, musical e instrumental" será realizada no dia 07/04/2018, às 9 h, no Cinema da UFF, e será ministrada pelo Prof. Dr. Leonardo Fucks. Um grupo considerável de jovens com implante coclear e idades a partir de 17 anos comece a ingressar em instituições de ensino superior no ano de 2018. Considerando-se que um indivíduo de cóclea implantada tenha amplas condições de desenvolvimento musical e  mesmo de realizar um curso superior nesta área, devemos esperar que as instituições universitárias estejam preparadas para esta nova e desafiadora realidade. Este fato levanta questões relevantes, a serem trabalhados de forma específica com estes estudantes, sobre aspectos conceituais acerca da natureza do som, da constituição física dos instrumentos, da percepção de sons naturais, musicais e daqueles mediados por processamento digital e da própria prática musical nestas condições. Por outro lado, esta condição especial abre oportunidades de trocas de experiências e conhecimentos entres indivíduos, seus docentes e colegas nas instituições de ensino musical, enriquecendo inquestionavelmente a educação em música. Nesta oficina, pretendemos apresentar e discutir algumas estratégias para a construção e uso de instrumentos e dispositivos que auxiliem neste processo pedagógico e dialógico. - Quantidade de vagas: até 30 participantes (as inscrições se encerrarão quando as vagas forem preenchidas) - Duração: 60 minutos (estimativa)  
Centro de Artes UFF lança o livro do projeto Territórios da ArteNoite de lançamento terá apresentações de cordel, rap, poesia e guitarrada paraense Será lançado no dia 26 de março, segunda-feira, o livro que reúne os resultados da cartografia cultural realizada como fruto da parceria entre a Universidade Federal Fluminense e a Fundação Nacional de Artes (Funarte/MinC). A publicação Territórios da Arte destaca a interação dos membros do projeto com os fazedores de arte e cultura locais nas cinco regiões do Brasil, ao longo de 2017. O lançamento ocorrerá a partir das 18h, no Centro de Artes UFF, em Icaraí, Niterói. O livro Territórios da Arte tem artigos de Ludmila Brandão, Giordanna Santos, Larissa Lacerda Menendez, Suzana Guimarães e Milton Guapo (Centro-Oeste); Sandro Ka, Sandra Meyer, Naldo Gonçalves, Juliana Crispe, Francine Goudel, Franciele Fávero, Gilson Maximo (Sul); Nicole Costa, Williams Wilson de Santana, Francisco Ludermir Ferreira, Maria Socorro Liberal Peixoto (Nordeste); Cleiton de Barros Nunes, Elis Miranda, Nani Tavares, Wlad Lima, Auda Piani (Norte); Pierre Crapez, Mariana Silva, Paula Spadari e Wallace Barbosa (Sudeste). A coordenação editorial é de Leonardo Guelman, Marianna Kutassy e Pedro Gradella. Durante o lançamento, representantes dos territórios mapeados estarão juntos na Varanda da Reitoria e no Teatro da UFF para uma noite de celebração: o cordelista Edmilson Santini, os rappers do coletivo UjimaGang e o declamador performático Neneto Sá. O evento inclui ainda um tributo a Mestre Vieira, considerado pai da guitarrada paraense, falecido em fevereiro último. A homenagem será conduzida por Wilson e Waldecir Vieira, tecladista e baterista, respectivamente, que inauguram o projeto musical e memorial “Filhos do Mestre”. Em outubro de 2017, Mestre Vieira se apresentou profissionalmente pela última vez, no Teatro da UFF, com o show “Guitarreiro do Mundo”, encerrando a semana de shows do projeto Interculturalidades/Territórios da Arte, com a participação dos filhos de Vieira.    Sobre o projeto: “O projeto Territórios da Arte trabalhou a convergência das expressões artísticas pela dimensão dos territórios, muito marcados pelo processo de produção coletiva e pela valorização identitária dos grupos, o que representa o presente e o futuro do ato de fazer cultura”, sintetiza Leonardo Guelman, superintendente do Centro de Artes UFF, professor do Instituto de Arte e Comunicação Social da UFF e gestor do projeto. Partindo de prospecções no cenário cultural e artístico local, o Territórios da Arte mapeou diversos pontos do país e percorreu, de maio a outubro, as cidades de Cuiabá (Centro-Oeste), Florianópolis (Sul), Recife (Nordeste), Belém (Norte) e Niterói (Sudeste). A equipe do projeto promoveu rodas de conversas, apresentações artísticas e a construção de um mapa colaborativo, que visou traduzir a visão coletiva sobre o panorama da cultura em cada região. “A parceria da Funarte com a UFF fortalece o incentivo à produção, o desenvolvimento da pesquisa e a preservação da memória, visando à implementação de políticas públicas no campo da cultura”, disse Maristela Rangel, Diretora do Centro de Programas Integrados da Funarte, à época da abertura do projeto.   Sobre os artistas participantes: UjimaGang, coletivo de jovens produtores de cultura Hip Hop na cidade de Niterói que produz, para além de seu conteúdo autoral, o Baile da U.G, uma festa de rua que conta com discotecagem e shows dos artistas e dos coletivos agregados. Apesar de muito influenciados pelo RAP, o baile conversa com o circuito do R&B, Funk, Soul, Trap, e busca difundir gratuitamente a cultura de rua dando visibilidade às novas expressões artísticas da juventude negra e periférica. Ujima é um dos princípios do Kwanzaa (uma celebração afroamericana) e significa trabalho coletivo e responsabilidade, ideais que definem sua essência. Edmilson Santini, pernambucano radicado no Rio de Janeiro, é ator, escritor e mestre cordelista. Idealizador da Cia. de Teatro em Cordel, projeto de cunho educativo com o objetivo de transmitir informações sobre a cultura brasileira de forma dinâmica, “sem esquecer o lado da diversão e do lazer”, através do teatro. Edmilson apresentará uma performance em cordel que vai conduzir o público em todos os sentidos. Neneto Sá, poeta, ator e declamador performático, nasceu em Campo Grande, hoje Mato Grosso do Sul. Batizado Irmar de Arruda e Sá Chaves, é formado em Educação Física pela UFMT. Participou de cursos de teatros e oficinas realizados em Cuiabá e  com Amir Haddad, ator, diretor e teatrólogo, que foi mestre de mais da metade dos atores mato-grossenses. Integrou o grupo Terra, participando da montagem do Gudibai Meu Boizinho, de Luiz Carlos. Em inícios dos anos 2000, numa conversa com a cantora e compositora Zuleika Arruda (Grupo Sarã), idealizou o projeto Poetas Livres nas Praças que, em 2005, publicaram o livro “A primeira antologia dos Poetas Livres nas Praças Cuiabanas”. Filhos do Mestre – Waldecir Vieira (baterista) e seus irmãos Wilson Vieira (teclado) e Waldir Vieira (percussão) lançaram o Projeto Musical e Memorial Filhos do Mestre, que traz à tona a obra de seu pai, o guitarrista Joaquim de Lima Ferreira, internacionalmente conhecido como Mestre Vieira. O projeto Filhos do Mestre mantém sonoridades originais da guitarrada mescladas a releituras e tem como objetivo reconhecer e manter vivo esse legado musical de grande importância para a cultura brasileira. O projeto Filhos do Mestre foi lançado em 9 de março de 2018, na II Feira Livre de Arte e Cultura do Fundação Cultural do Pará (Centur). O grupo, ainda em fase de formação, conta com dois guitarristas da cidade natal de Mestre Vieira, Barcarena: Dhiosy Marques, que aprendeu guitarrada ouvindo Vieira e Seu Conjunto; e Rodrigo Magno, de apenas 16 anos, seguidor do Mestre, com quem teve oportunidade de tocar e aprender muito. O show tem direção musical de Waldecir Vieira, direção artística de Carlos Canhão Brito e produção de Luciana Medeiros. O cenário de telas para projeção com a estética da guitarrada é criação da artista visual Roberta Carvalho e foi produzido para o lançamento do álbum Guitarreiro do Mundo, de 2015. Tal cenografia está de volta à cena para o Tributo a Mestre Vieira, que os Filhos do Mestre pretendem levar a outras cidades brasileiras, com participações especiais. Sobre Mestre Vieira – Joaquim de Lima Vieira (1934-2018) nasceu em Barcarena (PA). Era filho de Dona Sofia Rosa, lavradora, e de Seu Zacarias, mecânico de origem portuguesa, apreciador do bandolim no fado, e que influenciou Vieira a aprender seu segundo instrumento, uma réplica construída por seu irmão. O primeiro instrumento foi um banjo, que o jovem tocava em bailes da sua pequena cidade. Em sua paixão pela guitarra, adaptou-a dentro de suas possibilidades e, com um conjunto de cordas de violão e com um amplificador adaptado a uma bateria de carro, tocou os primeiros acordes do que seria a Guitarrada, hoje considerada gênero musical genuinamente paraense e Patrimônio Musical do Pará. Vieira é conhecido como o criador da guitarrada e da lambada, estilos musicais com fortes elementos da cultura caribenha, da cúmbia, do merengue e do bolero, referências que o acompanharam em sua juventude. Além dessas, o fado, o carimbó do Pará, como também a Jovem Guarda e o foxtrot, foram influências que deram origem a uma forma única de tocar o choro com guitarra elétrica, com uma sonoridade intimamente ligada ao seu território e vivência ribeirinha.
UFF/SDC/BCG realiza a Exposição "Desnudando um olhar sobre o feminino", em comemoração ao Dia do Bibliotecário e ao mês da MulherA UFF através da Superintendência de Documentação/Biblioteca Central do Gragoatá, realiza a Exposição "Desnudando um olhar sobre o feminino", em comemoração ao Dia do Bibliotecário e ao mês da Mulher. A exposição da curadora Amanda Almeida aborda nuances do mundo feminino como em um caleidoscópio de cores e formas à tinta óleo. Espera-se do observador a reflexão acerca das questões que envolvem o feminino, principalmente no que tange à relação das mulheres com seus próprios corpos e dos mesmos com o mundo. A exposição ficará no 'Espaço Cultural' da BCG no 1º piso, de 08 de março - Dia Internacional da Mulher - a 30 de maio, de 08h30 às 21h. Este é mais um evento da agenda de comemorações do mês do Bibliotecário!  
UFF de Macaé promove Programa de ReciclagemDando prosseguimento ao Programa de Coleta e Reciclagem do Instituto de Ciências da Sociedade de Macaé, implementado durante o primeiro semestre letivo de 2017, recebemos dois tambores em doação da Secretaria Adjunta de Infraestrutura da Prefeitura de Macaé, para que sejam alocados os materiais recicláveis. Um dos tambores ficará localizado junto ao almoxarifado do Instituto e o outro próximo à direção da Faculdade Municipal Professor Miguel Ângelo da Silva Santos (FeMASS), instituição parceira do Programa de Reciclagem. Trata-se de uma parceria com a Pilar Assessoria (empresa de assessoria e consultoria em gestão administrativa qualificada e ambientalmente sustentável), com o objetivo de retirar o lixo reciclável das dependências do nosso instituto, contribuindo com a geração de renda para a rede de catadores locais, oportunizando o descarte inteligente e sustentável dos papéis e papelões por nós produzidos. De acordo com Luciana Cunha, coordenadora da Pilar Assessoria, “não faltam informações, falta atitude. Aproximadamente 80% do lixo produzido pela nossa sociedade é reciclável, porém parte desse material acaba não sendo totalmente aproveitado por descarte indevido”. Continuamos contando com o apoio de todos, servidores técnicos, discentes e docentes.  
Semana de Produção Cultural 2017 - Desafios e Realizações no Brasil Contemporâneo Curso de Produção Cultural da UFF celebra 21 anos com atividades gratuitas em museus de Niterói, no Centro de Artes UFF e no próprio instituto Ao completar 21 anos de existência, o curso de graduação em Produção Cultural da Universidade Federal Fluminense (UFF) realiza a Semana de Produção Cultural 2017. Entre os dias 27 e 30 de novembro, professores, estudantes, profissionais e pesquisadores da UFF e de outras instituições se dedicam a debater os Desafios e Realizações no Brasil Contemporâneo. Com entrada franca e classificação livre, o evento percorrerá espaços da cidade de Niterói como o Museu Janete Costa de Arte Popular, o Museu de Arte Contemporânea - MAC (ambos administrados atualmente por ex-alunos de Produção Cultural da UFF), o Centro de Artes UFF e o IACS - Instituto de Arte e Comunicação Social, onde fica a sede do curso. O encontro conta com mostra de curtas, oficinas, workshops, mini-cursos, palestras e mesas-redondas voltadas a temas relacionados ao enorme potencial de atividades do produtor cultural, tendo como público-alvo integrantes da própria universidade, da sociedade civil e demais interessados em conhecer a profissão. Ao longo da Semana, dentre diversas atividades, haverá o lançamento do livro “Territórios Criativos” — fruto de pesquisa realizada por parceria entre a UFF e a Fundação Nacional de Artes (Funarte) —, uma feira de artesanato e brechó, e duas exposições, com os temas: “Direito e Artivismo Feminista” e “Nós e a Cidade” (coletiva de fotografia). Já os shows e apresentações artísticas ficam por conta das bandas Tatubeleza, Papagaio Sabido e Dia Dos Loucos, do coral do projeto More, do grupo de dança Makala, e do Sarau Espaço Avançado UFF. A Semana de Produção Cultural 2017 é organizada por estudantes do curso de Produção Cultural da UFF, supervisionados pela professora Maria Alice Chaves Nunes Costa e pelo professor Luiz Carlos Mendonça. Com duração de oito semestres, o bacharelado criado pela Universidade Federal Fluminense (UFF) foi o primeiro curso de graduação em Produção Cultural do país. SERVIÇO: Semana de Produção Cultural 2017 - Desafios e Realizações no Brasil Contemporâneo De 27 a 30 de novembro Entrada franca Inscrições pelo link https://form.jotform.co/73175242884866 Outras informações pelo site http://semanadeproducaocultural.com.br Locais: Centro de Artes UFF: Rua Miguel de Frias, 9 - Icaraí Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS): Rua Lara Vilela, 126 - São Domingos Museu de Arte Contemporânea de Niterói: Mirante da Boa Viagem, s/nº - Boa Viagem Museu Janete Costa de Arte Popular: Rua Presidente Domiciano, 98 - Boa Viagem PROGRAMAÇÃO: SEGUNDA-FEIRA, 27 DE NOVEMBRO ---- Teatro - Centro de Artes da UFF ​ 15:00h - Apresentação Artística: Makala 15:30h - Cerimônia de Abertura 16:00h - Mesa Os 21 Anos do Curso de Produção Cultural Convidados: Doutor Gilberto Schmutz Gouma - (UFF) Doutor Wallace de Deus Barbosa - (UFF) Doutor Luiz Augusto Fernandes Rodrigues - (UFF) Doutora Marina Bay Frydberg - (UFF) Doutora Neide Aparecida Marinho - (UFF) Marcelo Murta Velloso - (MAC Niterói) MEDIAÇÃO: Mestre Luiz Carlos Mendonça - (UFF) ​ 19:00h - Apresentação Artística: Tatubeleza TERÇA-FEIRA, 28 DE NOVEMBRO ---- Teatro - Centro de Artes da UFF ​ 10:00h - Mostra de curtas ---- Instituto de Artes e Comunicação Social - Sala Interartes ​ 10:00h - Palestra Direito Autoral - Palestrante: Nehemias Gueiros 11:30h - Seminário: "Até que ponto o direito pode interferir na arte? Uma análise do queer museu e outros casos" 14:00h - Oficina: O Corpo Brincante Oficineiro: Luiz Mendonça 16:00h - Mesa-redonda: A Universidade na Construção do Produtor Cultural Convidados: Mestre Kyoma Silva Oliveira - (IPPUR/UFRJ) Doutor Leonardo Caravana Guelman - (UFF) Doutor João Guerreiro - (IFRJ) MEDIAÇÃO: Simone Alves Reis - (UFF) ​ 17:40h - Lançamento do livro “Territórios Criativos” ​ 18:00h - Mesa-redonda: O Dia a Dia do Produtor Convidados: Gloria Regina - (UFRJ) Rafaella Furtado - (UERJ) Cesar Mauricio - (ONG Favela é Isso Aí - BH/MG) Beto Jr. - (MAC Niterói) MEDIAÇÃO: Júlia Requião (UNIRIO) ---- Instituto de Artes e Comunicação Social - Salas Diversas ​ 10:00h - Laboratório de Áudio - Oficina: Locução, Curiosidades da Arte de Falar Oficineira: Selma Boiron ​ 10:00h - Sala C100 - Oficina: Gravura Oficineiro: César Maurício ​ 15:00h - Sala C210 - Oficina: Tie Dye - Customização de Camisas Oficineira: Beatriz Martins ​ 16:30h - Sala C210 - Oficina: Mandala Oficineira: Fátima Catarino QUARTA-FEIRA, 29 DE NOVEMBRO ---- Teatro - Centro de Artes da UFF 10:00h - Mostra de curtas 14:00h - Workshop de Música Corporal Professoras: Clarice Maciel e Amanda Appel ​ ---- Instituto de Artes e Comunicação Social - Sala Interartes ​ 14:00h - Mesa-redonda: O Espaço da Mulher na Produção Cultural Convidados: Giordana Moreira - (Coordenadora da Roque Pense) Doutora Marisa Melo - (Diretora de Planejamento da Automatica) Evellyn Tavares- (Produtora e DJ - EveHive) MEDIAÇÃO: Juliana Amaral (Coordenadora de Música do Centro de Artes UFF) ​ 16:30h - Minicurso: Planejamentos de Campanha para Projetos Culturais Ministradora - Patricia Saldanha 18:30h - Palestra: Memecelebridades ---- Instituto de Artes e Comunicação Social - Salas Diversas ​ 10:00h - Sala C100 - Oficina: Gravuras Oficineiro: César Mauricio ---- Museu de Arte Contemporânea ​ 10:00h - Oficina: Fotografia Sensorial Oficineira: Maria Alice Costa ​ 14:00h - Apresentação Artística: Coral do projeto More ​ 15:00h - Apresentação Artística: Papagaio Sabido ​ 16:30h - Apresentação Artística: Sarau Espaço Avançado QUINTA-FEIRA, 30 DE NOVEMBRO ---- Instituto de Artes e Comunicação Social - Salas Diversas ​ 10:00h - Sala C100 - Oficina: Mandala Oficineira: Fátima Catarino ​ ---- Museu Janete Costa de Arte Popular 14:00h - Oficina: O Corpo Brincante Oficineiro: Luiz Mendonça 16:00h - Oficina: Tie Dye - Customização de Camisas Oficineira: Beatriz Martins ​ ---- Instituto de Artes e Comunicação Social - Sala Interartes ​ 10:30h - O que as empresas esperam ao investir em um causa? Comunicação Transversal Palestrante: Bruna Kassis, com a participação da produtora cultural Caroline Barbosa ​ 15:30h - Mesa-redonda: Cultura, Cidade e Sociedade Convidados: Claudio Salles (Músico e Agitador Cultural) Doutora Lia Cabral Baron (Diretora na Fundação de Arte de Niterói) Pablo Nabarrete (Laccops - UFF) Filipe Gonçalves (Idealizador Festival MacacuCine) MEDIAÇÃO: Doutora Maria Alice Costa (PPGSD - UFF) ​ 18:00h - Cerimônia de encerramento ​ ---- Instituto de Artes e Comunicação Social - Anfiteatro (Praia) ​ 19:00h - Apresentações Musicais: Banda Dia Dos Loucos Mc's Dionnata e Micael TODOS OS DIAS ---- Instituto de Artes e Comunicação Social ​ A partir das 10:00h - Feirinha de Artesanato e Brechó: Arte na Praia (exceto dia 27) ​ Exposição Fotográfica Coletiva - Nós e a Cidade: Bloco C ​ Exposição - Direito e Artivismo Feminista: Bloco C
Show das 4 - Evinha, em “Uma voz, um piano”Reza a lenda que Evinha já nasceu cantando. Aos oito anos de idade, começou a carreira com seus irmãos Mário e Regina, formando o Trio Esperança. Gravaram muitos sucessos (Festa do Bolinha, Filme triste, Passo do elefantinho e tantos outros.). Em 1969, Evinha gravou seu primeiro sucesso solo, Casaco marrom. Logo depois, gravou outros sucessos como Teletema, Como vai você e Cantiga por Luciana. Com esta última, venceu o IV Festival Internacional da Canção Popular. Em 1977, participou da gravação do disco do maestro francês Paul Mauriat, cantando músicas brasileiras. Como crooner da orquestra de Mauriat, Evinha seguiu em turnê pelo Japão e China. Acabou casando, no ano seguinte, com o pianista da orquestra, Gérard Gambus, e passou a morar em Paris (França), onde vive até hoje. Nos últimos 20 anos, Evinha vem percorrendo o mundo em turnês com as irmãs Regina e Mariza, na terceira formação do Trio Esperança, sempre com o acompanhamento de Gambus ao piano. O resultado desse trabalho foi lançado em CD, que recebeu vários discos de ouro. Cantar em família sempre foi mesmo um prazer para Evinha. Em 2007, ela montou "Goldherança", show contando a história de sua carreira e das trajetórias artísticas de toda a família Corrêa (Golden Boys e Trio Esperança). O espetáculo teve várias temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo e faz enorme sucesso até hoje. Evinha acaba de lançar o seu novo álbum - “Uma voz, um piano”, que apresenta canções inéditas de craques como Ivan Lins e Antônio Adolfo, regravações de Caetano e Zé Rodrix, uma canção instrumental de Gambus (Em cima da hora), uma versão dele e Evinha para uma peça do compositor alemão Johann Sebastian Bach (Caminho da razão) e releituras dos primeiros sucessos de sua carreira solo, quando ainda morava no Brasil, como Cantiga por Luciana (Edmundo Souto e Paulinho Tapajós), Teletema (Tibério Gaspar) e Casaco marrom (Renato Correa, Danilo Caymmi e Guarabyra). A particularidade deste trabalho está na simplicidade e na pureza da voz, já que Evinha canta acompanhada somente pelo piano de Gerard Gambus. O espetáculo terá um caráter intimista e apresentará, além das canções do novo CD, outros hits em versões arranjadas para voz e piano.   Serviço Dias 11 de outubro de 2017 Quarta | 16h Show das 4 - Evinha, em “Uma voz, um piano” Com o pianista Gèrard Gambus Teatro da UFF Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói - RJ Ingressos: R$60,00 (inteira); R$30,00 (meia-entrada para estudantes, pessoas acima de 60 anos e servidores da UFF) Classificação - Livre
Elke: maravilha de mulher   Projeto “Elke: maravilha de mulher” presta homenagem a Elke Maravilha, no Centro de Artes UFF Produzido por alunos do curso de Produção Cultural da Universidade Federal Fluminense, o projeto “ELKE: MARAVILHA DE MULHER”, presta homenagens à atriz, cantora e ícone Elke Grunnup, mais conhecida no meio artístico como Elke Maravilha, que faleceu em 2016. O projeto abrange exposição de figurinos e bijuterias, desenhados especialmente para Elke, assim como exibição de documentários e filmes em que ela atuou, oficinas de maquiagem e de confecção de bijuterias, e roda de conversa sobre a icônica personagem popular, que contagiava todos com seu jeito expansivo e carismático. Toda a programação, especificada abaixo, acontecerá no Centro de Artes UFF, na cidade de Niterói, dia 20 de setembro de 2017, a partir das 10h, com entrada gratuita. Segundo os organizadores, serão “Doses sem moderação de extravagância e autenticidade que irão transportar o público presente para o universo criado e vivenciado por Elke, essa maravilha de mulher”! Programação detalhada EXPOSIÇÃO “ELKE: MARAVILHA DE MULHER” Esta exposição pretende contar e celebrar a vida de Elke Maravilha, personagem marcante e especial da cultura brasileira, através de fotos, mostra de figurinos e objetos do seu acervo pessoal, cedidos gentilmente, para a mostra, por sua família. Local: Varanda do Centro de Artes UFF (Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói- RJ) 10s às 21h Curadoria: Magali Bragado Entrada franca. Classificação - Livre   OFICINAS - Maquiagem e Produção de Bijuterias Serão duas oficinas, uma de maquiagem, às 14h, e outra de produção de bijuterias, às 15h. A ideia destas oficinas surgiu das técnicas utilizadas pela própria Elke, que pensava a maquiagem como forma de externar aquilo que você realmente é por dentro, em forma de arte no rosto. Já na de produção de bijuterias, ela idealizava e criava peças únicas com uma grande carga de sentimento, assim ela fazia com um de seus colares - que era seu maior amuleto. Inscrições no local, no dia, sujeitas à lotação. Entrada franca Classificação - Livre   RODA DE CONVERSA - A Questão de Gênero, pelos olhos de Elke A proposta para a roda de conversa é mostrar o olhar visionário de Elke Maravilha, em relação à questão de gênero. Ficou notória sua fala sobre não considerar as pessoas como homens ou mulheres, mas sim como “gente”, algo que, atualmente, tem sido colocado em pauta cada vez mais nos debates sobre igualdade de gêneros, identidade e pensamento não-binário. A roda receberá convidados íntimos de Elke, que poderão ilustrar mais os pensamentos da artista e relacioná-los ao tema. Convidados: - Marília, grande amiga e ex-freira - Marcos Ninke, amigo pessoal - Natasha Benzaquen, sobrinha de Elke, que fará a mediação Local : Teatro da UFF (Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói- RJ) 18h30 Entrada franca Classificação - Livre   FILMES E DOCUMENTÁRIOS Duas exibições audiovisuais, umas às 11 horas e outra às 16 horas. Foram escolhidos documentários como meio de apresentar Elke como Elke, não interpretando uma personagem: Sessão das 11h - A noiva da cidade Produção: Embrafilme, CATAVENTO PRODUÇÕES. Direção: Alex Viany. Sinopse: Cansada do modo de vida frenético e fútil das grandes cidades, uma famosa atriz de cinema retorna à pequena cidade de Cataventos, sua cidade natal, como uma maneira de reconectar-se com seu estilo de vida do passado. No entanto, assim que os políticos locais descobrem os planos da atriz de passar uma temporada na cidade, eles buscam capitalizar a presença da estrela na região o máximo possível, como maneira de utilizar a influência dela para defender as causas favoritas de cada um deles. Duração: 2h10min Sessão das 16h - Pixote in Memoriam Documentário lançado em 2007, com 1h20min de duração, sob a direção de Felipe Briso e Gilberto Topczewski, produzido por HB Filmes e Big Bonsai Produções. Este documentário promoveu um reencontro com os personagens de Pixote - A lei do mais fraco, filme dirigido por Hector Babenco e lançado em 1981, com depoimentos de atores, parte da equipe envolvida na produção do longa-metragem, personalidades impactadas pelo filme e familiares do protagonista Fernando Ramos da Silva, já falecido. Sessão das 19h30 - Elke Elke, de 2007, com 41 minutos de duração, sob direção de Julia Rezende e produção de Batoque Filmes. Documentário sobre a artista Elke Maravilha. O curta revela a mulher por trás da personagem a partir da reflexão sobre sua imagem, desconstruindo estereótipos e propiciando um novo olhar sobre Elke.    
Sarau das Artes - Edição de setembro   O nosso Sarau tem como objetivo fornecer um amplo painel, com múltiplas expressões artísticas em torno da Poesia: falada, escrita, imagética, performatizada, cantada, dançada.   A oportunidade possibilita ao público a experiência de ficar imerso nas sensações que a Poesia estimula, como momentos de evasão, de reflexão e de afeto. "A Poesia é uma cornucópia de criativa provocação: sempre há o que nos revelar. São mares a desbravar, mundos a descobrir. Poesia não é só palavra: é mergulho e voo." Nesse caminho, a cada edição do Sarau, abordaremos um tema específico; na edição passada o tema escolhido foi "Exílio". O tema escolhido para esta edição foi "Tempo":O tempo corre, o tempo flui, o tempo morre e renasce. Passado, Presente e Futuro: até os verbos que comunicam ações se conjugam no tempo. Todavia, o tempo não se conta nos ponteiros do relógio, nas folhas do calendário, mas no compasso de cada batida de nosso coração que anseia, mesmo neste ocaso das utopias, com uma nova aurora. O tempo escorre nas veias da poesia. Curadoria: Gilberto Gouma, Pierre Crapez, Thereza Rocque da Motta e Wanda Monteiro. Patrono: Mário Quintana (in memoriam) Homenageada: WANDA MONTEIRO Artistas Convidados:      -Alexandre Guarnieri -Aurea Domenech -Gilberto Gouma -Jorge Piri -Laffayete Alvares Jr. -Liana Vasconcelos & Mateus Ceccato -Lucrécia Marques -Maria Helena Latini -Pedro Zamith -Pierre Crapez -Raphael Henrique  -Regina Luna & Ernani Maldonado  -Ricardo Sili  -Wanda Monteiro & Samuel Hamilton  -Zé Neto   Entrada franca 26 de setembro Terça | 18h às 20h Varanda do Centro de Artes UFF  
Literuni - Literatura no ColuniLiteruni será um evento de literatura onde 3 escritores: Fernanda Bortoni, poeta, escritora, mãe de Maria, uma aluna nossa do COLUNI fará um sarau de poesia na BML. Luiz Fernando Braga, professor e escritor do COLUNI apresentará suas obras para o ensino médio no auditório. Luis Eduardo da Matta com diversos livros publicados também no auditório do COLUNI. Um trabalho em equipe SDC/BML em parceria com o COLUNI. Programação: Dia 03  -  09h40 às 10h30 Sarau na biblioteca com Fernanda Bortone                10h40 às 11h30 Sarau na biblioteca com Fernanda Bortone                 Local: Biblioteca Monteiro Lobato Dia 04  -  09h00 às 10h30 Um autor em conversa com o Ensino Médio Luiz Fernando Braga                 Local: Auditório do COLUNI Dia 05  -  09h00 às 10h30 Aventuras & mistérios | Luis Eduardo Matta                 Local: Auditório do COLUNI
Seminário "O teatro e seus públicos " Nos últimos meses, profissionais de teatro no Brasil vêm assistindo a uma vertiginosa diminuição do público teatral e, paralelamente, o fechamento de dezenas de teatros e casas de espetáculo, em todo o país, provocando uma sensação de estranheza no meio. O Centro de Artes UFF, acompanhando as notícias e percebendo a necessidade de uma urgente reflexão sobre o tema, convida a todos para o Seminário “O teatro e seus públicos”, que irá acontecer nos dias 04 e 05 de setembro, segunda e terça-feira, sempre de 14h às 17h. Organizado por Humberto Braga (ex-diretor da Funarte, professor de teatro, produtor teatral), João Franco (atual Coordenador de Artes do Centro de Artes UFF, iluminador e agitador cultural) e Robson Leitão (atual diretor do Teatro da UFF e produtor cultural), este seminário pretende provocar reflexões pertinentes sobre os possíveis porquês da evasão teatral por parte do público e o fechamento de importantes espaços teatrais em todo o país, deixando mais empobrecida a vida cultural de muitas cidades. O seminário será dividido em dois blocos, com convidados diferentes que farão as provocações iniciais, para as discussões posteriores, junto ao público presente: Dia 04/09 – Teatro adulto – Antonio Veríssimo Junior (Teatro da Laje), Suzana Nascimento (atriz, diretora e produtora teatral) e Tânia Brandão (historiadora do Teatro Brasileiro), entre outros. Dia 05/09 – Teatro para crianças e jovens – Carlos Augusto Nazareth (escritor, dramaturgo, diretor e crítico teatral), Erika Ferreira (atriz, diretora e produtora teatral), Fabrício Chianello (produtor teatral), Lucia Cerrone (dramaturga e produtora teatral) e Marcello Caridade (ator, diretor e dramaturgo).   Entrada franca Classificação livre
Coro da UFF convida corais de Niterói para concerto com entrada franca Neste domingo, dia 3 de setembro, às 10h30, o Coro da UFF recebe três convidados mais do que especiais para homenagear os regentes que contribuíram para atividade do Canto Coral na universidade: o grupo Boca que Usa; o Coral do Centro Educacional de Niterói (CEN); e o Coral da Associação dos Professores Inativos da Universidade Federal Fluminense (Aspi-UFF). O concerto, que é gratuito e aberto ao público em geral, será realizado no Cine Arte, na Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí. PROGRAMA Coro da UFF 1) Ein feste Burg ist unser Gott - G. P. Telemann 2) Immutemur Habitu - J. M. Nunes Garcia 3) Baden Powell e Vinicius de Moraes - Samba em Prelúdio Regente: Marcio Selles Piano: Peri Santoro Coral da ASPI UFF 1) Wave - Tom Jobim, 2) O Barquinho - Roberto Menescal, 3) A Montanha - (do Musical A Noviça Rebelde) Richard Rodgers 4) I Will Follow Him - (do Filme Mudança de Hábito) Franck Pourcel Regente: Joabe Ferreira Coral do CEN 1) Atabaques  (Cacilda Borges Barbosa 1914- 2010) 2) Sepulto domino - J. M. Nunes Garcia (1767-1830) 3) Procissão da chuva - Cacilda Borges Barbosa (1914- 2010) 3) Procissão da chuva (Cacilda Borges Barbosa 1914- 2010) 4) Old time religion (Spiritual) Regente: Luiz Carlos Peçanha Boca que Usa 1) Ah Dolente Partita - Claudio Monteverdi (1567-1643) 2) O Magnum Mysterium - Morten Lauridsen (1943-) 3) Water Night - Eric Whitacre (1970 ) 4) Ofulú Lorerê – Osvaldo Lacerda (1927-2011) Coordenação e regência: Roberto Fabri Preparação vocal e regência: Lina Santoro Entrada Franca Classificação Livre
OSN Música de Câmara no Teatro da UFFO segundo concerto da Série OSN Música de Câmara apresenta ao público um repertório composto exclusivamente por música brasileira. Integrando as comemorações dos 130 Anos de Heitor Villa-Lobos, serão interpretadas as peças Assobio a jato e Quintette instrumental. Completando o programa está a Suíte para contrabaixo e clarone, do compositor e regente Anderson Alves. A peça, que terá sua estreia mundial neste concerto, foi composta e dedicada aos dois músicos da Sinfônica Nacional UFF que a interpretarão. Programa ANDERSON ALVES Suíte para contrabaixo e clarone (10’) Clarone – Tiago Teixeira Contrabaixo – Natalia Terra HEITOR VILLA-LOBOS Assobio a Jato (13’) Flauta: Helder Teixeira Violoncelo: Hudson Lima HEITOR VILLA-LOBOS Quintette Instrumental (20’) Helder Teixeira – flauta Yuri Reis – violino Daniel Prazeres – viola Hudson Lima – violoncelo Vanja Ferreira – harpa Ingressos: R$ 14 (inteira) R$ 7 (meia) Classificação: Livre
 Informações: 3674-7511 | 3674-7512
Apresentação do Quarteto de Cordas da UFFO ato em si de compor para quarteto de cordas é um desafio que vários compositores enfrentam tamanha a dificuldade artística musical somado as sutilezas tímbricas que esse conjunto exige. Mozart, Beethoven e Schubert, cada um deles passou por ter frente a página em branco, como primeiro obstáculo, não obstante ter na cabeça a idéia original que irá servir de material para lapidação. Esses mestres tiveram em Haydn (1732 -1809) o senhor da fórmula primeira, a gema que permitiu variadas estéticas. Com Villa-Lobos não foi diferente, e apesar do seu encantamento por Bach (1685-1750), foi com Haydn que se aproximou quanto da idéia de chegar ao quarteto. A aproximação foi lenta, analisando a obra do mestre austríaco e como trabalhava as vozes (instrumentos) e assim surgiu o quarteto nº1 de Villa-Lobos, diferente dos demais dezesseis que nos deixou. O primeiro quarteto é uma Suite em seis movimentos curtos onde o mestre nos apresenta uma atmosfera afrancesada com elementos da nossa melodia indígena e folclórica. Foi composto  e apresentado em 1915, mais exatamente no inicio desse ano em Nova Friburgo, cidade onde o Villa tinha forte ligação afetiva por conta da tia Zizinha (irmã do seu pai). O concerto se deu em casa de um maestro local e o próprio compositor ao violoncelo. Beethoven, o maior compositor de quartetos de todos os tempos, teve também suas “tentativas” antes de mergulhar nesse mundo de profundidades da alma e planícies de raras belezas. Estudos, prelúdios,fugas e tantos manuscritos nos deixou para comprovar sua trajetória na música de câmara para cordas. Beethoven assim como outros compositores, era muito ligado à Literatura e na sua obra temos vários exemplos mas, especificamente no caso do quarteto Op.18 nº1 é bom registrar,o belíssimo 2º movimento que retrata a cena do túmulo de Romeu Julieta. Sua primeira série de quartetos está no Op.18 com seis  obras de pura Música. Hoje ouviremos o Op.18 nº1 que de fato é o nº4,isso por questões editoriais. Bom concerto! Heitor Villa-Lobos (1887-1959) Quarteto nº 1 Foi composto e apresentado em 1915 em Nova Friburgo Cantilena Brincadeira Canto lírico Cançoneta Melancolia Saltando como um Saci Ludwig van Beethoven (1770 – 1827) Quarteto Op.18 nº 1 Allegro con brio Adagio affetuoso ed appassionato Scherzo Allegro Quarteto de Cordas da UFF 1º Violino – Tomaz Soares 2º Violino Ubitratã Rodrigues Viola – Nayran Pessanha Violoncelo – David Chew Ingressos: R$ 14 | R$ 7 (meia) Classificação etária: Livre Informações: 3674-7512 | a partir de 14h
Exibição gratuita dos indicados ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro O Cine Arte UFF apresenta GRATUITAMENTE os filmes finalistas nas categorias Longa-metragem de Ficção, Longa-metragem Documentário e Longa-metragem Estrangeiro, para que o público possa ver ou rever e participar da votação popular do Grande Prêmio de Cinema Brasileiro.   Horários das sessões:  Dia 18 – (sexta-feira) 16h40 MARIAS                                    18h30 ANIMAIS NOTURNOS Dia 19 – (sábado)      16h40 CÍCERO DIAS, O COMPADRE DE PICASSO                                    18h30 ELIS Dia 20 – (domingo)    16h40 MENINO 23: INFÂNCIAS PERDIDAS NO BRASIL                                    18h30 AQUARIUS Dia 21 – (segunda)    16h40 EU SOU CARLOS IMPERIAL                                    18h30 ANIMAIS NOTURNOS Dia 22 – (terça-feira)  16h40 QUANTO TEMPO O TEMPO TEM                                    18h30 BOI NEON Dia 23 – (quarta-feira) 16h40 CINEMA NOVO                                     18h30 A GAROTA DINAMARQUESA Dia 25 – (sexta-feira)  19h CURUMIM                                      21h NISE — O CORAÇÃO DA LOUCURA Dia 26 – (sábado)      19h MÃE SÓ HÁ UMA                                    21h AQUARIUS Dia 27 –( domingo)     19h BOI NEON                                     21h ELIS
Segundo concerto da Série OSN Música de CâmaraO segundo concerto da Série OSN Música de Câmara apresenta ao público um repertório composto exclusivamente por música brasileira. Integrando as comemorações dos 130 Anos de Heitor Villa-Lobos, serão interpretadas as peças Assobio a jato e Quintette instrumental. Completando o programa está a Suíte para contrabaixo e clarone, do compositor e regente Anderson Alves. A peça, que terá sua estreia mundial neste concerto, foi composta e dedicada aos dois músicos da Sinfônica Nacional UFF que a interpretarão. Programa: ANDERSON ALVES Suíte para contrabaixo e clarone (10’) Clarone - Tiago Teixeira Contrabaixo - Natalia Terra HEITOR VILLA-LOBOS Assobio a Jato (13’) Flauta: Helder Teixeira Violoncelo: Hudson Lima HEITOR VILLA-LOBOS Quintette Instrumental (20’) Helder Teixeira - flauta Yuri Reis - violino Daniel Prazeres - viola Hudson Lima - violoncelo Vanja Ferreira - harpa   OSN Música de Câmara 20 de agosto, 10h30 Cine Arte UFF Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói - RJ Ingressos: R$ 14,00 (inteira) R$ 7,00 (meia) Classificação: Livre Informações: 3674-7512
Festival de Monólogos Solos Em Cena O Centro de Artes UFF realizará, entre os dias 14 e 20 de agosto de 2017, o SOLOS EM CENA, festival de monólogos que entra em sua quarta edição. Criado em 2006 e reativado no ano passado, o SOLOS EM CENA reúne alguns dos artistas e espetáculos que têm se destacado no panorama teatral, dentro desse formato de monólogo. Neste ano, as apresentações serão consecutivas ao longo de uma única semana, de segunda a domingo, sempre às 20h, apresentando seis espetáculos diferentes, cujos serviços e sinopses são detalhados abaixo. Dia 14/8/2017 - segunda-feira – CÁRCERE Em turnê mundial, o solo de Vinícius Piedade propõe uma reflexão sobre a liberdade por meio dos olhos de um pianista encarcerado. A peça dialoga tanto com a atual crise presidiária quanto com as prisões individuais que nos cerceiam. Texto: Saulo Ribeiro e Vinícius Piedade Atuação, direção e iluminação: Vinicius Piedade Trilha sonora: Manuel Pessôa Classificação Indicativa: 14 anos Dia 15/8/2017 – terça-feira – VENDO MEMÓRIAS Vinte e oito pessoas venderam suas memórias. Momentos marcantes de suas vidas que foram cortados, rasgados, divididos, emendados, remendados, colados, justapostos e aglutinados. E agora colocados, novamente, à venda.  Borrando os limites entre ficção e realidade, o espetáculo com autoria e atuação de André Valim também apaga os limites entre performance e encenação, numa contação de história de memórias reais. É a chance de comprar boas memórias em excelente estado. Texto e atuação: André Valim Direção: Renata Sampaio Classificação Indicativa: a partir de 12 anos Dia 16/8/2017 – quarta-feira –UM ATO!  Uma peça-poema, uma performance poética, um solo de indignação e esperança. Considerando o teatro como o foro das discussões sobre o homem, seus sentimentos, suas angústias, sonhos, a atriz Marcia do Valle, no seu primeiro solo em 30 anos de carreira, reuniu 22 escritos, entre poemas e textos de autores-poetas consagrados, com vasta obra reconhecida há décadas. Textos: Affonso Romano de Sant’anna, Eduardo Galeano, Paulo Leminski, Mario Quintana, Viviane Mosé e Wislawa Szymborska Atuação: Marcia do Valle Direção: Gaby Haviaras e Renato Farias Classificação Indicativa: a partir de 12 anos Dia 17/8/2017 – quinta-feira - ESCRAVOS – Tendo como fio condutor o conto Pai contra mãe, de Machado de Assis, o monólogo traz o debate sobre a escravidão e o preconceito racial, através de uma encenação da obra na íntegra, sem adaptações, possibilitando uma leitura fiel das abordagens do autor sobre o tema. Texto (conto): Machado de Assis Atuação: Alexandre Mofati Direção: Augusto Madeira Classificação Indicativa: a partir de 12 anos Dia 18/8/2017 – sexta-feira – O INCANSÁVEL DOM QUIXOTE Espetáculo de histórias fantásticas deste famoso cavaleiro errante que sai de casa com o desenfreado desejo de transformar o mundo num lugar melhor. Ao lado de seu fiel escudeiro, Sancho Pança, sua incrível jornada é recheada de humor, lirismo e provas de obstinação. Neste premiado solo narrativo, o ator tem que permanecer num constante estado de atenção e presença para criar uma relação de troca com os espectadores. Tudo se resume a uma mala, um ator, a plateia e o jogo. Texto e atuação: Maksin Oliveira Direção: Reinaldo Dutra Classificação Indicativa: a partir de 12 anos Dias 19 e 20/8/2017 – sábado e domingo – INSTABILIDADE PERPÉTUA Com delicadeza e contundência, a atriz Soraya Ravenle, em seu primeiro solo teatral, instiga o público com aspectos filosóficos da existência humana em sociedade, a partir do livro homônimo do filósofo e poeta paulistano Juliano Garcia Pessanha. A encenação despojada é o resultado de um processo colaborativo que contou com quatro diretoras, reunindo filosofia, poesia, ficção, música e dança, num trabalho sutil e minimalista que borra as fronteiras entre essas áreas. Texto original: Juliano Garcia Pessanha Concepção e atuação: Soraya Ravenle Direções: Daniella Visco, Georgette Fadel, Julia Bernat e Stella Rabello Classificação Indicativa: a partir de 14 anos   14 a 20 de agosto de 2017 Segunda a domingo | 20h Ingressos: R$50 (inteira); R$25 (meia-entrada para estudantes, pessoas acima de 60 anos e servidores da UFF); e R$80 pelo PASSAPORTE TEATRAL (com venda antecipada e preço único, dando direito a um ingresso para quatro peças diferentes a escolher) Classificação indicativa: varia de 12 a 14 anos, conforme a peça  
A série “Show das 4” apresenta a rainha do soul Sandra de Sá, no Teatro da UFFCarioca de Pilares, Sandra de Sá tem fortes ligações com a música e a africanidade, praticamente desde o nascimento. Seu avô era natural de Cabo Verde, na África, e seu pai, baterista, era quem a levava a shows e bailes de gafieira, samba e soul, desde a adolescência, assim como à quadra da Escola de Samba Caprichosos de  Pilares. Sandra aprendeu sozinha a tocar violão e começou a compor letras. Em pouco tempo, passou a ser considerada a rainha do soul brasileiro, sendo, às vezes, de Tim Maia de saias, por se identificar com o balanço e o timbre grave de voz do cantor. A partir dos anos 1980, torna-se uma das maiores cantoras de trilha e aberturas de novelas, emplacando sucessos como "Enredo do meu samba" e "Picadinho de macho", entre outras. Alguns hits de sua carreira são "Retratos e canções", "Joga fora no lixo", "Bye bye, tristeza", e "Solidão". Nos anos 1990 gravou músicas junto com Djavan, Marina Lima, Titãs, Carlinhos Brown. Segundo Sandra, "nossa música é essencialmente preta (suingada / balançante), pois começa e termina no tambor, no suingue. Não há ritmo que cantemos ou toquemos aqui que não contenha um toque de brasilidade. Isto é a nossa pretitude. Até porque se é popular, é do nosso povo, que é altamente miscigenado”; para a cantora, MPB pode ser considerada "Música Preta Brasileira".  Em 2001, fez um dos shows mais comentados do festival  Rock in Rio, pela sua participação na Tenda Brasil. O termo "Música Preta Brasileira" também deu nome ao projeto musical alternativo que desenvolveu de 2001 a 2005 ao lado de Toni Garrido e Zé Ricardo. Em 2002, gravou um álbum em homenagem à Motown (gravadora americana famosa pela  criação de um estilo de soul  bem característico, com o uso de instrumentos como pandeiro, baterias e instrumentos do rythym and blues). Sandra também despontou como atriz no seriado "Antonia "veiculada a partir de novembro de 2006 pela Rede Globo. Nesse mesmo ano, participou do festival Rock in Rio Lisboa  e, durante a Copa do Mundo de 2006, em Berlim, Alemanha, ela não só deu canja com Ivete Sangalo, como fez show no "projeto Copa da Cultura", ao lado de Gilberto Gil. Com muito swing e soul brasileiro da melhor qualidade, serão apresentadas músicas que se tornaram marca registrada da cantora, como Retratos e canções, Joga fora no lixo, de Paulo Massada e Michael Sullivan, Bye bye, tristeza (Marcos Valle e Carlos Colla), Demônio colorido (Macau), Olhos coloridos (Macau) e Solidão (Chico Roque e Carlos Colla), entre outros grandes sucessos. Não perca a oportunidade de desfrutar dessa voz singular que é um dos grandes ícones da música brasileira!  06 de setembro de 2017, quarta, às 16h 344 lugares Ingressos: R$60,00 (inteira); R$30,00 (meia-entrada para estudantes, pessoas acima de 60 anos e servidores da UFF) Duração - 80min Indicação etária - Livre
Aluno do Campus UFF Rio das Ostras participa de Show "Viagem" da musicista Wilma LibardiO aluno do Curso de Enfermagem do Campus UFF de Rio das Ostras (Curo), Dudu Rodrigues participa como pianista, no dia 15 de julho, sábado, ás 21 horas do Show “ Viagem” da musicista Wilma Libardi, com participação de sua filha, a atriz, jornalista e produtora cultural, Margareth Libardi. No show ‘Viagem’, a musicista carioca de 80 anos mostra a diversidade da música por regiões do Brasil e outros países, fazendo um passeio também pelo tempo e pela sua própria trajetória na música. O repertório executado no acordeón, gaita, teclado e violino traz clássicos nacionais, como Tico Tico no Fubá, Romaria, Aquarela e Maria Maria; as internacionais como a canção russa Olhos Negros; Granada, da Espanha; e valsas alemãs. No palco, a filha atriz Margareth Libardi expõe de forma poética um trecho da história de cada música a ser executada. Wilma Libardi também divide o palco com um músico convidado, o pianista Dudu Rodrigues, seu ex-aluno. Mais informações sobre o show é só acessar os sites: www.agenciacitara.com.br e http://agenciacitara.com.br/artistas/musicos/name/wilma-libardi-2/ ou entrar em contato pelo e-mail:atendimento@agenciacitara.com.br. O Teatro Popular de Rio das Ostras fica na Avenida Amazonas, s/n, Centro.
UFF realiza seu primeiro espetáculo teatral com multiacessibilidadeCenário com piso tátil, intérpretes de Libras em todas as sessões e uma vivência de sensibilização do público antes do espetáculo. Essas são as ações planejadas para que a peça teatral Ponto de Vista, apresentada no Teatro da UFF, seja mais inclusiva. Trinta minutos antes da peça, é aberta a cada espectador a opção de participar de uma experiência sensorial: na varanda da Reitoria, de olhos vendados e com o uso de bengalas, o público faz um circuito com obstáculos e incluindo pequenas tarefas cotidianas. O objetivo é despertar a reflexão sobre a urgência de espaços inclusivos para todos, focando nas necessidades das pessoas com deficiências visuais. A iniciativa é promovida pelo Centro de Artes UFF com consultoria e apoio do GT-Acessibilidade, grupo de trabalho responsável por elaborar para a universidade um plano de acessibilidade, diversidade e inclusão. Em cartaz por três noites no Teatro da UFF, de 14 a 16 de julho, a peça tem direção de Alexandre Régis e traz o ator Jefferson Farias, que é cego, reunindo inúmeras histórias do cotidiano de um deficiente visual. Conhecido pela versatilidade e naturalidade com que trata a própria deficiência na visão, Jefferson Farias, o Jeffinho, encena a comédia no formato "stand up", sozinho no palco, por onde ele circula livremente. Ponto de Vista trata de temas relacionados ao dia a dia de um cego, mas também de moda, relacionamentos e tendências atuais, comuns a qualquer pessoa. É uma forma, mais leve, de se mostrar as dificuldade que os cegos enfrentam cotidianamente, mas que é o desejo de todos ser definitivamente tratados como iguais na sociedade contemporânea. Ponto de Vista 14 a 16 de julho de 2017 Sexta, sábado e domingo - 20h Sensibilização a partir das 19h30 Teatro da UFF Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí – Niterói/RJ Ingressos: R$ 30 | R$ 15 (meia) Classificação etária: 14 anos Informações: 3674-7512 | a partir de 14h
Inauguração Ambulatório HUAPA Universidade Federal Fluminense, através da Pró-Reitoria de Extensão, registrou a Inauguração do Complexo Ambulatorial do Hospital Universitário Antônio Pedro. A obra teve início no ano de 2012, com os objetivos de melhorar as condições de atendimento ao paciente e de trabalho da equipe de saúde, a criação de ambientes propícios ao ensino da prática profissional, a adequação à legislação vigente e a oferta de mais serviços. Estiveram presentes na solenidade o Reitor Prof. Sidney Mello, o Vice-Reitor Prof. Antônio Cláudio Nóbrega, o Pró-Reitor de Extensão Prof. Cresus Vinicius Depes de Gôuvea, o ex-Reitor da UFF Prof. Hildiberto Ramos Cavalcanti, o Diretor da Faculdade de Medicina Prof. José Carlos Trugilho, o Superintendente do HUAP Prof. Tarcisio Rivello, além de outros membros e funcionários da Universidade. Também participaram do evento, colaboradores da ACHUAP (Associação de Colaboradores do Hospital Universitário Antônio Pedro) e a Presidente da Associação Profa. Rita Rivello, a Secretária de Saúde de Niterói Maria Célia Vasconcellos, o Reitor da Unirio Prof. Luiz Pedro Jutuca e os membros da EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) Cláudio Wanderley Saab (Diretor de Atenção à Saúde) e Prof. Kleber de Melo Morais (Presidente). Para abrilhantar a Inauguração, foram chamados o Quarteto de Cordas da UFF e o Coral do Hospital Universitário, comandado pelo Maestro Marcos Cardoso. Confira as fotos!
A UFF E A SOCIEDADE CIVIL PROMOVENDO A LIBERDADE RELIGIOSA!A Universidade Federal Fluminense, através da Pró-Reitoria de Extensão, registrou a Semana de Combate à Intolerância Religiosa. O evento ocorreu no Terminal Rodoviário João Goulart (Niterói) e promoveu ações de combate à intolerância religiosa, nas quais atuaram alunos e professores. O evento é uma iniciativa da PROEX e do CEPLIR (Centro de Promoção da Liberdade Religiosa e Direitos Humanos). O CEPLIR atendeu toda a população e ofereceu acesso às informações que dizem respeito aos direitos relacionados a liberdade religiosa.
Biblioteca: Mapa do Tesouro | Biblioteca Monteiro Lobato/SDCA Biblioteca Monteiro Lobato da Superintendência de Documentação em parceria com o Colégio Universitário Geraldo Reis, convidam para o evento Biblitoeca: Mapa do Tesouro, que será realizado no espaço da biblioteca do dia 05/06 até 08/06. Programação Dia 05/06    11h50 às 12h20 Palavras das bibliotecárias – Rieth e Valéria                                                     Leitura de Biblioteca? – Schirley França                       13h00 às 13h30 Um tesouro sem preço – Nilma Lacerda Dia 06/06    11h50 às 12h20 Leituras para gostar – Gisele Mota e Alexandra Glória                       13h00 às 13h30 “O primeiro beijo” – Nilma Lacerda Dia 07/06    11h50 às 12h20 Leitura de Biblioteca? – Schirley França                       14h00 às 14h50 Minha cidade – Helena Machado, Bárbara Duarte e Isabelle                                                                    Maestrini Dia 08/06    11h50 às 12h20 Leituras para gostar – Gisele Mota e Alexandra Glória                       13h00 às 13h30 Sonhos impossíveis? – Sander Goulart 
Concerto de Lançamento do CD - Elomar e OSN UFFElomar volta ao Teatro da UFF em apresentação única Show marca o lançamento do CD O Menestrel e O Sertãomundo, gravado com o cantor e compositor e a Orquestra Sinfônica Nacional - OSN UFF No dia 6 de abril (quinta-feira) será lançado o CD O Menestrel e o Sertãomundo – Elomar e OSN UFF (ao vivo). O CD foi gravado em apresentações do cantor, juntamente com a Orquestra Sinfônica Nacional OSN-UFF, durante o Festival Nacional de Cultura Popular – Interculturalidades. Pela primeira vez, Elomar teve a oportunidade de dar voz à parte pouca conhecida de sua obra – como compositor de óperas e sinfonias. Algumas, executadas por seu filho, João Omar, ao violão. O CD O Sertãomundo concretiza a missão da Orquestra Sinfônica Nacional que, desde 1961, divulga a música brasileira. Incorporada à Universidade Federal Fluminense em 1986, a OSN-UFF supera as fronteiras da extensão, pesquisa e ensino, enaltecendo a cultura popular, por meio da apresentação de “um trovador medieval”, com uma obra única, que ao mesmo tempo representa um sertão profundo e repleto de sentimento. Na compra do ingresso, a plateia recebe gratuitamente o CD gravado em agosto, durante o FNCP. Dia 06/04 Lançamento do CD O Menestrel e o Sertãomundo - Elomar e OSN UFF (ao vivo) OSN UFF - Série OSN Popular 06 de abril, 19h30 Teatro da UFF Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói - RJ Ingressos: R$ 40,00 (inteira) R$ 20,00 (meia) Na compra do ingresso, a pessoa ganha um CD Classificação: Livre Informações: 3674-7511 | 3674-7512 Programa: ELOMAR FIGUEIRA MELLO Primeira Sinfonia                 Grande abertura: Aboio Voz: Elomar Figueira Mello Ópera Auto da Catingueira                 Parcelada Voz: Elomar Figueira Mello Violoncelo: Daniel Silva e Silva Violão: João Brasileiro Ópera Casa das Bonecas                 Ária da despedida Ópera Peão Mansador                 Sei qui vô voltá Antífona Nº11 alfa - Ecos de uma estrofe de Habacuque Violão: João Omar Regência: Tobias Volkmann
Acolhimento Estudantil 2017.1O Programa de Acolhimento Estudantil será realizado no dia 24 de março, das 09h às 17h, com gincana de integração e presença de vários projetos da UFF que poderão ser visitados ao longo do dia por calouros e outros interessados em conhecer a universidade. Neste ano o Acolhimento Estudantil completa 10 anos. O projeto foi criado em 2007, pelo Profº Sidney Mello, hoje Reitor da universidade. A UFF é pioneira neste tipo de recepção aos calouros. Para comemorar, ao final do evento será realizado um show com a banda universitária Sabiazes, além de outras surpresas para a comemoração dos 10 anos do projeto. As inscrições podem ser feitas através dos seguintes links: Para inscrição de cursos na gincana, acesse: https://goo.gl/forms/q7aEhsahvNoWcZdt2 Para inscrição de projetos e representações estudantis que queiram colocar estande, acesse: https://goo.gl/forms/6wl4Hjg2q8Ax5Jnk2
Exposição Autógrafos da Coleção Marco LucchesiConvidamos a todos para a abertura da exposição!!! Marco Americo Lucchesi nasceu no Rio de Janeiro mas é morador de Niterói desde os oito anos de idade.Estudou na UFF - Universidade Federal Fluminense onde se graduou em História. Sétimo ocupante da cadeira nº 15 da Academia Brasileira de Letras. Poeta, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, ensaísta, tradutor.  Publicou, entre outros livros, "O bibliotecário do imperador" , "O dom do crime" , "Poemas Reunidos" , "A flauta e a lua" . Publicou livros em romeno e italiano. Graças ao conhecimento de mais de 20 idiomas, destacam-se suas traduções das obras de Rûmî, Khliebnikov, Rilke, Umberto Eco e Vico. "O CEMEF recebeu mais de dois mil livros, dedicados por seus autores, do Brasil e do mundo, ou simplesmente assinados por mim. Boa parte do conjunto possui um ex libris desenhado por Miguel Coelho e/ou três espécies de carimbos."( Marco Lucchesi)
Ciência, Saúde, Trabalho e Arte: o Projeto Beleza Negra e a Feira de AfricanidadesAtividade da Agenda Acadêmica   Organização: GETEPES - Grupo de Estudos sobre Trabalho, Educação e Práticas Educativas em Saúde e Eloya Feira Cultural Africanidade   Atividades: Abertura (09:00 horas) Palestra no auditório: (09:30 às 11:30 horas) Contribuições da Socio-poética para reflexão e intervenção no real Apresentação do Maracatu ou do Grupo de Capóeira (11:30 às 12:30 horas): Espaço do Térreo da EEAAC Exposição dos trabalhos do Projeto Beleza Negra (10 às 17 horas): Espaço do Térreo da EEAAC  Feira de Africanidades (10 às 17 horas): Espaço do Térreo da EEAAC
Mestres da cultura popular repassam sua tradição na universidadeRoda de conversa traz 18 nomes de diferentes tradições regionais nos dias 03 e 04 de setembro Um encontro de muitos Brasis em suas múltiplas e singulares manifestações. Assim pode ser traduzido o Festival Nacional de Cultura Popular - Interculturalidades, que tomará forma de conversa nas vozes de mestres de variadas tradições culturais que juntos trocarão saberes na “Roda de Conversa com Mestres”. De Alagoas, Dona Zeza do Coco, Jorge Calheiros, Nelson da Rabeca, Mestre André, Palhaço Saladinha; do Maranhão, João Álvaro Costa; do Ceará, Mestre Expedito, Mestre Dedé, Francisco Borges, Chico Paes; da Paraíba, Zé Calixto; do Mato Grosso do Sul, Sandra Benites; de Minas Gerais, Mestre Jurandir Nascimento e do Rio de Janeiro, Ivanir dos Santos, Edmilson Santini, Mestre Manoel Dionísio, Ogan Bangbala, Isabel de Oya. O encontro acontece em duas datas no dia 03 de setembro, às 15h, no Centro de Artes UFF, em Niterói, e no dia 04, às 11h, no Parque das Ruínas, em Santa Teresa, no Rio. Serviço Roda de Mestres: Quando: Sábado, 03 de setembro de 2016, às 15h Onde: Centro de Artes UFF - Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói Telefone: 3674-7512 Censura: livre   Serviço Roda de Mestres: Quando: Domingo, 04 de setembro de 2016, às 11h Onde: Parque das Ruínas - Rua Murtinho Nobre, 169, Santa Teresa, Rio de Janeiro Telefone: 3674-7512 Censura: livre
Centenário do Samba é comemorado no Campus UFF de Rio das Ostras"Não deixe o samba morrer , não deixe o samba acabar, o morro foi feito de samba, de samba pra gente sambar". Sobre este tema está aberta desde o dia 13 de julho e irá até o dia 21 de julho  a 1ª  Mostra Cultural  Centenário do Samba, realizada pelo projeto Campus UFF Rio das Ostras Informa e o Curso de Produção Cultural do Campus UFF de Rio das Ostras (Curo). O evento teve o início com a exposição de um painel com várias fotos de expoentes do samba brasileiro, capas de seus discos,  e os grandes sucessos deste gênero musical.O encerramento do evento no dia 21 de julho  contará com a seguinte programação: Às 13h30 -na sala 3 - Documentários sobre Clementina de Jesus (Rainha do Partido Alto) Às 16h - No hall -  Mesa Redonda "Samba: Cultura Brasileira", com a participação de Marquinhos de Oswaldo Cruz, músico, cantor, compositor, produtor cultural, idealizador do Trem do Samba e da Feira das Yabás.Reorganizou o encontro "Dia Nacional do Samba" ( 2 de dezembro), que entrou para o calendário turístico do Rio de Janeiro , Ubirajara Corrêa ( Neto da Clementina de Jesus ) ,os percussionistas Beto Kichute  e Felipe Moreira , a Diretora do Instituto de Humanidades e Saúde (IHS) , Adriana Russi, os professores de Produção Cultural , Áureo Guilherme e Dil Fonseca, a Secretária de Educação do Município de Rio das Ostras, Andrea Machado de Carvalho, o poeta Ubirajara Lemos e a aluna de Produção  Cultural e Sambista de Rio das Ostras, Renata  Cabral. Às 18h -  Oficina de Percussão com Beto Kichute e Felipe Moreira na Rua em frente ao Campus Às 20h - Rua em frente ao Campus - Sarau Às 22h - Rua em frente ao Campus   Apresentações musicais com Marquinhos de Oswaldo Cruz, Ubirajara Corréa, Clube do Vinil, Beto Kichute, Felipe Macedo, Renata Cabral, Ubirajara Lemos, Filhas de Bamba, Reconca Lagos e o Grupo Samba do Rio de Janeiro. O projeto Campus UFF Rio das Ostras Informa faz parte  das atividades da  Biblioteca de Rio das Ostras (BRO) do Curo vinculada a Superintendência de Documentação Sistema de Bibliotecas e Arquivos (SDC) da UFF. O evento é gratuito e aberto a toda comunidade acadêmica e local. O Curo fica na Rua Recife, s/n, Jardim Bela Vista.
Exposição Fotográfica 'ARTE E CENÁRIO DO ESPAÇO URBANO'A Exposição “ARTE E CENÁRIO DO ESPAÇO URBANO” será apresentada no Instituto de Arte e Comunicação Social (IACS/UFF), na antessala do Espaço Interartes, a partir do dia 18 de julho, às 17 horas. Ficará exposta até o dia 04 de agosto. Endereço: Rua Professor Lara Vilela, 126 - São Domingos, Niterói. Entrada Gratuita. A Exposição é composta por cinco Ensaios Fotográficos, realizados coletivamente, que retrata alguns dos temas urbanos: Mobilidade, Saúde, Educação, Movimento Social Ocupa Escola e Patrimônio Cultural.  Os autores dos ensaios fotográficos são alunos do Curso de Produção Cultural do Departamento de Arte da UFF. Serão apresentados textos e fotografias de André Campos, Beatriz Cabral, Bruno Avellar, Jefferson Santos, Julia Camacho, Julia Musso, Pedro MacPherson, Renan Nazzos, Vanessa Felix, Victor Hugo e Yasmin Lucchesi. Além de autores, eles também são responsáveis pela produção cultural da Exposição, sob a curadoria da Fotógrafa e Professora Maria Alice Costa. A revelação dessa Exposição Fotográfica é o SER URBANO.  O trabalho mostra como olhamos, vivemos e somos cada um de nós na cidade. Ao caminhar e ao nos movimentarmos pela cidade somos capazes de nos surpreender, de sofrer, de interagir e de estabelecer alteridade com o outro, igual ou diferente de nós. É nessa ambivalência de sentimentos que construímos a nossa cultura urbana. As cidades, desde a modernidade, foram equacionadas nas suas dimensões estéticas e simbólicas e, assim, erigidas, em si mesmas, à condição de obra de arte. As cidades nos proporcionam um conjunto de intuições e uma série de elementos de contraste que se revelam preciosos para a compreensão dos atuais processos de reconfiguração objetiva e subjetiva das cidades. Desta forma, a produção cultural contemporânea nas cidades nos permite relativizar sobre as sinergias atualmente estabelecidas entre cultura, artes e dinâmicas urbanas, um terreno que se vem impondo como incontornável tanto do ponto de vista sociológico, como político. É a partir dessas nuances, que a Exposição Fotográfica “ARTE E CENÁRIO DO ESPAÇO URBANO” convida a todos a interagir com a estética cultural do Estar e do Ser Urbano.
CineClube do Grecos - El Pueblo que FaltaSobre o Cineclube: Desenvolvido desde 2009, o cineclube está vinculado ao Grupo de Estudos sobre Comunicação e Sociedade - GRECOS (UFF/IACS) Sinopse: Como se pode resistir face a um poder absoluto desmesurado? Como se pode atravessar a contínua e regular violência de Estado? Onde os companheiros para a travessia em direção ao porvir que, desde agora, se trata de constituí-lo? El Pueblo que Falta trata do resgate do processo histórico das lutas revolucionárias em América Latina, mais especificamente em Argentina, Brasil, Chile e Peru.
Quarta Cultural agita a Cidade UniversitáriaO Samba da Unidade é a atração do mês de maio do programa Quarta Cultural, ele vai ocorrer amanhã dia 4, às 20h no estacionamento da Cidade Universitária de Macaé. A Quarta Cultural surge como uma forma de se promover cultura, arte e lazer na comunidade acadêmica, através da música, dança, teatro, cinema, além de outras manifestações artísticas e culturais. Esse projeto é o resultado de uma parceira das cinco instituições presentes na Cidade Universitária: UFF, UFRJ, FeMASS, UERJ e FUNEMAC. Cada evento é organizado mensalmente por uma das instituições parceiras, ficando as demais também como produtoras da atividade. O Samba da Unidade é organizado pelo ICM/UFF. Podem participar alunos, professores, servidores e membros da comunidade. Estão confirmadas as presenças das baterias das atléticas com seus instrumentos, também irão participar cantores profissionais e amadores. Todos estão convidados a construir esse espaço de cultura popular. A Cidade Universitária está localizada à rua Aloísio da Silva Gomes 50, Bairro Granja dos Cavaleiros, Macaé.
Música Antiga da UFFUm​ Natal Negro No período das descobertas marítimas e colonização das Américas, aos Jesuítas coube a missão de cristianizar as populações indígenas. Aqui se dedicaram a fundação de escolas e cidades. Fundaram aldeamentos indígenas tentando criar sociedades utópicas que possuíssem as qualidades das sociedades cristãs europeias, mas que fossem isentas de seus vícios e maldades. Os jesuítas aprendiam as línguas indígenas e ensinavam as línguas europeias aos índios, além da religião cristã. Sua ação didática fazia uso do teatro e da música como ferramentas de ensino e conversão ao cristianismo. Na América espanhola, paralelamente à ação jesuítica, a música se desenvolveu nas catedrais através de seus mestres de capela. O português Gaspar Fernandes (1566-1629), organista e compositor, atuou nas Catedrais de Santiago de Guatemala e Puebla de los Angeles, no México. Nesse país, compôs músicas inéditas para a novela natalina “Pastores de Belém”, de Lope de Vega, que conta a história de um grupo de pastores que em seu caminho para Belém cantam, dançam e vivem diversas aventuras. As músicas desse período deixam transparecer a síntese das culturas europeia, indígena e africana, trazida para a américa pelos negros escravizados. Podemos observar o resultado dessa mistura nos vilancicos índios e guineos, nos hinos religiosos em idiomas nahuatl ou quéchua. No Peru entre os anos 1782 e 1785, o Bispo de Trujillo, Baltasar Jaime Martinez Compaõn, empreendeu uma viagem pelo país que durou dois anos. Durante essa viagem de reconhecimento da terra, anotou diversas informações sobre as cidades e populações. Elaborou 1400 aquarelas com imagens de pássaros, animais e atividades dos indígenas. Esse documento recebeu o nome de Códice Martinez Compañon que, além dos desenhos nos deixou vinte melodias recolhidas e anotadas pelo bispo. O programa Um Natal Negro” traz um pouco dessa produção única, pouco divulgada ainda, resultado da mistura de culturas e etnias e demonstra como os modelos eruditos, de composições europeias, são reelaborados a partir da experiência multiétnica e multicultural, vividas nos impérios português e espanhol nas Américas. ​20 de dezembro de 2015 - ​10h30 Série ​Música aos Domingos - ​Música Antiga da UFF Com Leandro Mendes, Lenora Pinto Mendes, Márcio Paes Selles, Mário Orlando e Virgínia van der Linden. Participação especial de Sonia Wegenast. Programa - ​"Um Natal Negro" Músicas religiosas, compostas pelos jeduítas na América Latina, durante o período da colonização espanhola. Cine Arte UFF Ingressos R$ 10 | R$ 5 (meia)
Orquestra Sinfônica Nacional da UFFNo dia 18 de dezembro, às 10h30, a Orquestra Sinfônica Nacional da Universidade Federal Fluminense executa um concerto em homenagem aos 55 anos da UFF. No programa, Piotr Tchaikovsky, Romeu e Julieta (Abertura), com a participação do músico, arranjador, regente, pianista e compositor brasileiro Wagner Tiso, como solista convidado.A regência será do maestro Roberto Tibiriçá. O concerto ocorrerá no Cine Arte UFF, com entrada franca. OSN UFF 18 de dezembro 10h30 Cine Arte UFF Entrada Franca
Paulo Duque Estrada, uma homenagem - Espaço UFF de FotografiaTendo como curadores Margareth Abreu e Robson Leitão, amigos e colegas de trabalho do fotógrafo Paulo Duque Estrada, falecido há três anos, a exposição em sua homenagem reúne alguns trabalhos até agora inéditos, feitos por ele, assim como fotografias e obras de America Cupello, Fernando Braune, Manuel Magalhães e Nelson Ricardo. A escolha desses nomes para compor a exposição foi feita com base na afetividade e no olhar arguto que Paulo Duque Estrada teve ao longo de vários anos quando, na função de chefe do Serviço de Fotografia e, posteriormente, na de diretor da Galeria de Arte UFF, convidou-os para expor, individualmente ou em mostras coletivas, no Centro de Artes UFF. Porém, para que essa homenagem não fique resumida à temporalidade de uma exposição apenas, o nome do homenageado será unido ao do espaço que ele soube muito bem gerenciar e que, a partir de 17 de dezembro deste ano, passará a se chamar “Espaço UFF de Fotografia Paulo Duque Estrada”. Espaço UFF de Fotografia Inauguração 17 de dezembro das 19 às 21 horas Visitação até 20 de fevereiro de 2016 Entrada Franca 2a a 6a feira, das 10 às 21 horas sábados e domingos das 13 às 21 horas
Coro Jovem da UFFComemorando os 55 anos da Universidade Federal Fluminense o Coro Jovem da UFF apresenta um especial somente com canções natalinas: Ave Maria, de Tomas Luis de Victoria, En natus est Emanuel, Psalite unigenito e In dulci jubilo, de Michael Praetorius, Dame albricias hijo d'Eva e Riu, riu, chiu: El lobo rabioso, do Cancioneiro de Upsala, Alleluya, de Wolfgang Amadeus Mozart, Adeste Fideles, de compositor anônimo, Cantique du nöel, de Adolph Adam, Queima da lapinha e Noite de festas, composições tradicionais com arranjos de Aloysio Alencar Pinto, Calixbento, do folclore brasileiro, Sinos de Belém, de Edino Krieger, Noite de Natal, de Ricardo Tacuchian, e Noite Feliz, de Franz Xaver Grüber. Coro Jovem da UFF Regente - Márcio Selles Acompanhador (ao piano) - Peri Santoro 16 de dezembro de 2015 - 20h30 Varanda do Centro de Artes Entrada Franca  
Grupo vocal Boca Que UsaEm comemoração aos 55 anos da Universidade Federal Fluminense, a série Terças Eruditas, promovida pelo Centro de Artes UFF, deste dia 15 de dezembro, às 20h, no Teatro da UFF, é o grupo vocal Boca Que Usa, com um concerto especial de Natal. No programa, peças peças de Paul Hindemith, Sergei Rachmaninov, Tomas Luis de Victoria, Antonio Lott, Rodolfo Halfter, Eric Whitacre, Ariel Ramires, Mia Makaroff, Vieira Brandão, José Feliciano e Osvaldo Lacerda. Para o programa de concerto foram selecionadas as seguintes peças: La Biche, de Paul Hindemith, Bogoroditse devo, de Sergei Rachmaninov, O Magnum Mysterium, de Tomas Luis de Victoria, Crucifixus a 8 voci, de Antonio Lott, Dulcinea, de Rodolfo Halfter, Water night, de Eric Whitacre, Alfonsina y el mar, de Ariel Ramires/Luna com arranjos de Pablo Roballlo, Purrelle Tuulta, de Mia Makaroff, Chorinho Natalino, de Vieira Brandão, Feliz Navidad, de José Feliciano com arranjos de Alberto Grau, e Ofulú Lorerê, de Osvaldo Lacerda. O trabalho do Boca Que Usa, em suas apresentações em importantes eventos internacionais, tem resgatado a velha tradição dos coros brasileiros, reconduzindo nossa música coral ao local de destaque no cenário mundial, servindo de motivação a diversas outras formações corais do Brasil a retomar essa importante tradição. 15 de dezembro de 2015 - 20h Série Terças Eruditas - Grupo vocal Boca Que Usa Ingressos R$ 10 | R$ 5 (meia) Local - Teatro da UFF (Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói - RJ)
Cineclube Laerte: Professor Godoy + Pinta21 de maio | Quinta-feira 21h20 Professor Godoy Brasil, 2009, 14’ De Gui Ashcar Godoy é um severo professor de matemática que se vê numa situação difícil quando percebe que Felipe, um de seus alunos, começa um instigante jogo de sedução. Perturbado pelas provocações, ele tem de decidir se cede aos desejos ou mantém a ética da profissão.     Pinta Brasil, 2013, 72’ De Jorge Alencar Com Harildo Deda, Neto Machado, Leo França Filme experimental, voluntariamente underground e trash sobre o tema da sexualidade, apresenta performances, colagens e outros momentos que se comunicam de maneira intermitente: uma mulher se prepara para o suicídio colocando uma planta de plástico na cabeça; um crooner canta diante de uma enorme piscina vazia para um corpo de baile de dançarinos aquáticos; dois jovens vestindo cuecas de algodão envolvem-se num wrestiling caseiro; um patinador coreografa a sua própria queda; um menino-sereio fala sobre o conceito de enigma elaborado especialmente para o filme pelo antropólogo italiano Massimo Canevacci. Já na sua estreia, o filme recebeu o prêmio Indie Lisboa no Panorama Internacional Coisa de Cinema 2013 (BA) e foi premiado como melhor filme do Rio Festival Gay de Cinema 2014.     ENTRADA GRATUITA Cine Arte UFF Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí – Niterói/RJ Informações: (21)  3674-7512