Novo volume da Coleção Novos Estudos de História Econômica do Brasil terá lançamento virtualA coletânea “História Econômica do Brasil - Primeira República e Era Vargas” será lançada nesta segunda, 24 de agosto, durante live realizada pela Associação Brasileira de Pesquisadores em História Econômica (ABPHE), a partir das 19h, no canal da ABPHE no YouTube. Organizado por Guilherme Grandi e Rogério Naques Faleiros, esse  é o segundo volume da coleção “Coleção Novos Estudos de História Econômica do Brasil”, uma publicação conjunta entre ABPHE, Eduff e Hucitec. Os textos reunidos em “História econômica do Brasil - Primeira República e Era Vargas” tratam do período compreendido entre 1889 e 1945 e dão ao leitor subsídios para compreensão das profundas mudanças enfrentadas pela economia brasileira em fins do século XIX e na primeira metade do século XX. Os exemplares estão disponíveis para compra no site da  UmLivro, em  https://www.umlivro.com.br. Estudantes, professores e servidores técnico-administrativos da UFF têm 20% de desconto na compra de até dois livros, devendo para isso enviar um email livrariavirtual@eduff.uff.br solicitando o código promocional.
Lançamento virtual do novo volume da Coleção Novos Estudos de História Econômica do Brasil A coletânea “História Econômica do Brasil - Primeira República e Era Vargas” será lançada na próxima segunda, 24 de agosto, durante live realizada pela Associação Brasileira de Pesquisadores em História Econômica (ABPHE), a partir das 19h, no canal da ABPHE no YouTube. Organizado por Guilherme Grandi e Rogério Naques Faleiros, esse  é o segundo volume da coleção “Coleção Novos Estudos de História Econômica do Brasil”, uma publicação conjunta entre ABPHE, Eduff e Hucitec. Os textos reunidos em “História econômica do Brasil - Primeira República e Era Vargas” tratam do período compreendido entre 1889 e 1945 e dão ao leitor subsídios para compreensão das profundas mudanças enfrentadas pela economia brasileira em fins do século XIX e na primeira metade do século XX. Os exemplares estão disponíveis para compra no site da  UmLivro. Estudantes, professores e servidores técnico-administrativos da UFF têm 20% de desconto na compra de até dois livros, devendo para isso enviar um email para livrariavirtual@eduff.uff.br solicitando o código promocional.  
DASE participa do Lançamento da Campanha FIUNo dia 09 de dezembro, a DASE (Divisão de Atenção à Saúde do Estudante) vinculado a PROAES (Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis), esteve presente no Workshop de Lançamento do Movimento FIU, resultado de uma disciplina prática que desenvolve a realização de campanhas. O projeto FIU é uma rede que contrói pontes entre atores sociais (professores, servidores e alunos) e potencializam ações que proporcionem bem estar, valorizando as relações, diagnosticando sintomas e prevenindo problemas de saúde mental. Com objetivo comunitário e social, a disciplina utiliza técnicas que visam atender as demandas internas da Universidade. Algumas atividades já foram divulgadas como o "Conecta FIU" uma websérie que conta histórias e estabelece relações de afetos e proximidade; "Minutos do Conhecimento" que tem dicas para aproveitar o dia com mais leveza e autocuidado; "Projeto Minuto" com sugestões culturais e muitos outras. Para se manter informado é só acompanhar o projeto nas redes sociais. http://iacs.sites.uff.br/movimento-fiu-felicidade-interna-da-uff/
Mariana Baltar lança "Realidade lacrimosa" pela EduffCaracterizado pelo caráter racional e analítico da realidade, o documentário pode também apresentar traços afetivos, íntimos e muitas vezes sentimentais de histórias cotidianas. Em “Realidade lacrimosa” (Eduff, 2019), Mariana Baltar aborda a tendência do documentário latino-americano contemporâneo de incorporar à construção da narrativa o melodrama e as histórias de vida de pessoas comuns. A análise se desenvolve a partir da análise de filmes brasileiros bem conhecidos do público: Ônibus 174, Um Passaporte Húngaro, Peões, A Pessoa é para o que nasce, Estamira e Edifício Master. O lançamento, com noite de autógrafos, será no dia 29 de outubro, às 19h, na Blooks Livraria, em Botafogo.   Mais do que histórias privadas, os documentários analisados trazem questões sintomáticas da contemporaneidade, como o debate do público e do privado. Por meio de conceitos-chave, como personagem, autoperformance, intimidade, memória e subjetividades midiáticas, o processo de autoexposição da intimidade é questionado. Como equilibrar o caráter documental e o excesso melodramático das performances?   Para isso, a autora buscou narrativas em que a apropriação do melodramático desestabiliza lugares tradicionais de legitimidade. Ela partiu da hipótese de que os filmes que mais chamam a atenção do público são aqueles que apresentam cenas de conversas e confissões de dramas íntimos que promovem a sensação de uma intimidade partilhada.   Nos seis documentários analisados, a narrativa está centrada em dramas íntimos compartilhados por meio de depoimentos dos personagens. Para a autora, quanto mais se consolida a sensação de intimidade, mais se acredita na realidade documentária do filme. Como no caso de Eduardo Coutinho, diretor de dois dos documentários analisados, que costuma pedir para que os personagens cantem para as câmeras. “Não é a beleza das performances musicais que está em jogo, mas a sua força enquanto símbolo e, principalmente, enquanto exposição de uma vulnerabilidade frente ao olhar público da câmera. Tal vulnerabilidade ativa o jogo de empatias próprio do melodrama, aproxima afetiva e passionalmente espectadores de personagens, sentimo-nos compartindo intimidades”, explica Baltar.   Ficou interessado? Leia as primeiras páginas do livro no perfil da Eduff no ISSUU. Saiba como comprar.  
CANCELADO - lançamento de "Sertão, selva e letra"Foi cancelado o evento de lançamento do livro “Sertão, selva e letra”, marcado para esta quinta-feira, 12 de setembro. Agradecemos a compreensão de todos.
Livro da Eduff será lançado durante a Flip 2019Mais novo livro da Eduff, “Sertão, selva e letra: Euclides da Cunha em atravessamentos” será lançado durante a durante a 17ª Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), neste sábado, 13 de julho. O lançamento, com tarde de autógrafos, será logo após a mesa-redonda sobre a vida e a obra do autor de “Os sertões”, que conta com a participação da autora Anabelle Loivos e das professoras Anélia Pietrani e Luitgarde Cavalcanti.  Em “Sertão, selva e letra: Euclides da Cunha em atravessamentos”, Anabelle Loivos se dedica a “traduzir” a riqueza verbal e estética de Euclides da Cunha, por meio de um conjunto de ensaios que se prestam a interpretar uma série de textos do autor, de cartas a relatórios, reportagens a contos, trechos avulsos e poemas.  Ficou interessado? Leia as primeiras páginas do livro no perfil da Eduff, no ISSUU.
Ana Flávia Torbey e Claudete Cardoso lançam “Rotinas de pediatria” na Livraria IcaraíA coletânea “Rotinas de pediatria” (Eduff, 2019), organizada pelas médicas Ana Flávia Malheiros Torbey e Claudete Aparecida Araújo Cardoso, será lançada durante noite de autógrafos, na Livraria Icaraí, em Niterói. A obra se propõe a ser uma ferramenta para auxiliar alunos do Internato de Medicina, residentes de Pediatria, médicos generalistas e pediatras de forma prática e objetiva em suas decisões. Em “Rotinas de pediatria”, as autoras trazem as principais etiologias, formas de diagnóstico, diagnósticos diferenciais, exames complementares e tratamento por etapas, para que o leitor acompanhe passo a passo o manejo de cada doença. Ficou interessado? Leias as primeiras páginas do livro no perfil da Eduff, no ISSUU. Saiba como comprar.  
Pedro Toledo lança “O veneno de Malthus” na Livraria IcaraíA Livraria Icaraí, da Eduff, recebe o escritor e engenheiro Pedro Toledo para uma noite de autógrafos do seu livro “O Veneno de Malthus” (Editora Chiado). O livro conta a história do clarinetista Marcel. Nascido em Genebra, filho de pai brasileiro e mãe suíça, o rapaz é convidado por um quinteto brasileiro para atuar no país durante três anos. No Rio de Janeiro, ele conhece e passa a se relacionar com uma ambientalista que investiga irregularidades praticadas por uma indústria de agrotóxicos. Marcel, que viera para o Brasil em busca de novas experiências no campo da música, não poderia imaginar as aventuras e riscos em que se envolveria, afastando-o de seus objetivos iniciais.    
Eduff lança livro sobre o mercado de crédito no governo de Dom João VIEm "O mercado de crédito na corte joanina" (Eduff, 2019), a historiadora Elizabeth Souza analisa as relações sociais de empréstimos na cidade do Rio de Janeiro durante o período joanino, entre 1808 e 1821. No mais novo lançamento da Eduff, a autora se utiliza da História Econômica e da Social para investigar como essas relações influenciaram as instâncias político-administrativas do governo de Dom João VI. Por meio do sistema de crédito, a Elizabeth Souza investiga como a metropolização do Rio de Janeiro e os costumes sociais regularam os endividamentos na cidade. A cautela na liberação de empréstimos não se deixava inibir pelos graus de amizade e parentesco e tinha juros, prazos e hipotecas como elementos comuns das negociações. Os agentes das relações de crédito abrangiam desde os homens mais ricos e influentes da sociedade até negros livres, forros e mulheres. Para garantir a segurança do retorno do empréstimo, o acesso à informação era de extrema importância. Esse acesso se dava pelo tabelião, que buscava as informações registradas no cartório e as repassava para os credores, ou pela imprensa, que se popularizou como um “espaço de divulgação de notícias e construção de imagens das relações de empréstimo”. A pesquisa de Elizabeth Souza abrange todo esse repertório e se dirige aos estudiosos da história econômica e social. Ficou interessado? Leias as primeiras páginas do livro no perfil da Eduff, no ISSUU.
Luís Falcão lança livro sobre Algernon Sidney pela EduffO professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da UFF Luís Falcão vai lançar o livro “Algernon Sidney: um pensador republicano do século XVII” (Eduff, 2019), no dia 25 de abril, às 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói. Pouco conhecido no Brasil, Algernon Sidney foi um pensador republicano inglês do século XVII, cujo pensamento uniu duas fontes teóricas opostas: do direito natural moderno, retirou as bases da natureza humana; da lei da natureza e do contratualismo, de Maquiavel, a virtude, as formas de governo, o conflito e a expansão. Em “Algernon Sidney: um pensador republicano do século XVII” (Eduff, 2019)”, Falcão traça o perfil intelectual do autor e apresenta em quais elementos do direito natural e o maquiavelismo o republicanismo de Sidney se sustenta. Saiba como comprar.  
Luiz Fernando Braga lança livro de contos na Livraria IcaraíA Livraria Icaraí, da Eduff, recebe o professor Luiz Fernando Braga para o lançamento do livro “Professor Dorothy”, publicado pela editora O Sexo da Palavra. Nos 12 contos que compõem a obra, o autor explora as tensões em torno de questões como bullying, LGBTfobia e higienização comportamental no espaço escolar. A cada capítulo, o leitor faz um mergulho no psicológico das personagens e se depara com temas recorrentes na sociedade brasileira contemporânea, como Escola Sem Partido, neonazismo, identidades oprimidas e opressoras. Sobre o autor Luiz Fernando Braga é professor de Língua Portuguesa e Literatura Brasileira da Universidade Federal Fluminense, no Colégio Universitário Geraldo Reis (Coluni). Doutor em Literatura Comparada pela UFMG, Braga atuou no magistério em instituições públicas e privadas de Belo Horizonte, sempre conciliando atividades docentes do Magistério Superior às da Educação Básica. Sua produção se divide em duas esferas - a acadêmica e a literária, com publicações teóricas e ficcionais, respectivamente.  
Livraria Icaraí recebe lançamento de “Racismo, capitalismo e subjetividade”A partir do diálogo com a psicanálise e outras áreas, os autores refletem sobre a problemática do racismo no Brasil, na coletânea “Racismo, capitalismo e subjetividade”, recém-publicada pela Eduff. Organizada pelos professores Marília Etienne, Marcelo Coelho e Sandra Cabral, a obra traz na capa a foto "Pés”, de Sebastião Salgado.  
Cláudia Castanheira lança “Fogo proibido” na Livraria IcaraíO romance conta a história de Rita Pessoa, uma jovem jornalista que sonha ser uma escritora de sucesso. Mas um encontro certo no momento e no local errados provoca uma verdadeira reviravolta em sua vida e desencadeia uma série de acontecimentos que envolvem paixão, amor, sexo e dinheiro. Formada em Letras e doutora em Literatura pela UFRJ, Cláudia Castanheira é editora da revista eletrônica do Instituto de Psicologia da UFF. É também autora do romance “A casa depois da festa”, publicado em 2011.  
Andrea Rosa lança “Autismo Infantil”, na Livraria IcaraíA Livraria Icaraí recebe a psicóloga Andrea Rosa da Silveira para o lançamento do livro “Autismo Infantil: Práticas educativas integradoras e movimentos sociais”. Fruto da dissertação de mestrado da autora, a obra pretende não apenas dar mais visibilidade àquilo que se refere à escolarização da criança com autismo, mas também apresentar a familiares, educadores e profissionais de saúde uma compreensão mais positiva do autismo Infantil.
Vanessa Massoni lança “Por um protocolo de leitura do epistolar” na Travessa de BotafogoA professora Vanessa Massoni da Rocha recebe amigos e convidados para noite de autógrafo do livro “Por um protocolo de leitura do epistolar” (Eduff, 284 pp), na Livraria da Travessa, em Botafogo. Na obra, a autora propõe um novo impulso às análises sobre as cartas no livro “Por um protocolo de leitura do epistolar” (Eduff, 284 pp). O intuito é observar de que maneira esses escritos experimentam diferentes formatos. Para isso, a obra abrange textos mais recentes, que de certa forma dialogam ou se afastam de outros já canônicos. A autora valoriza a carta em suas facetas, ao privilegiar as histórias corriqueiras, os caminhos da escrita, a espera da resposta. Diferentemente do comum, não pretende enxergar as cartas como leitura complementares de outras obras, nem como curiosidade. “Por um protocolo de leitura do epistolar” se debruça sobre as missivas na direção de seu protocolo de leitura. Ao compor textos epistolares do campo da literatura, da correspondência pessoal e da cinematografia – textos de diferentes valores literários e destinados a variados públicos –, a autora procura deslocar a análise do plano histórico para o literário e teórico, como prática discursiva, memoral, analítica, confessional e fragmentada do “eu” em direção ao destinatário. É a partir dessa análise que mostra o presente sentimento de perda do exercício da escrita (agonia epistolar), encarando a experiência epistolar vinculada à reinvenção consciente de si. Saiba como comprar.     
Livraria Icaraí recebe lançamento da nova edição de "Quando a rua vira casa"Os professores Arno Vogel e Marco Antonio Mello lançarão a nova edição, revista e ampliada, do livro "Quando a rua vira casa" (Eduff, 2017), um clássico da área da Antropologia Urbana. Aliando conhecimentos de diferentes áreas, os autores analisam as maneiras pelas quais as pessoas se apropriam dos espaços coletivos. Na obra, dois espaços são usados para comparação: o bairro do Catumbi, com seu tradicional centro comercial, e a Selva de Pedra, no atual bairro carioca do Leblon. Considerado obsoleto, o Catumbi foi construído no século XIX e recebeu imigrantes portugueses, italianos e ciganos. Já a planejada localidade de Selva de Pedra, na Zona Sul do Rio, surgiu no começo da década de 1970 e ocupou o lugar de uma antiga favela da região. Os autores buscam explicar o caráter próprio e diferencial do uso desses espaços, quando voltados para o lazer. Por fim, são avaliadas as sugestões das políticas de inspiração racionalista, dentro dos planejamentos urbanos. A nova edição pela Eduff conta, ainda, com uma apresentação dos pesquisadores do Laboratório de Etnografia Metropolitana (LeMetro/IFCS-UFRJ) Felipe Berocan Veiga e Soraya Silveira Simões. Saiba como comprar.      
Edir Augusto Pereira lança "Ensaios de Amazônia" na Livraria IcaraíA partir da seleção dos ensaios do carioca Euclides da Cunha e dos paraenses José Veríssimo, Leandro Tocantins e Eidorfe Moreira, o professor e geógrafo Edir Augusto Dias Pereira aborda o papel do ensaio brasileiro na construção do espaço amazônico em "Ensaios de Amazônia", que será lançado nesta quinta-feira, 30 de março, a partir das 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói. Na obra, o autor pinçou os estudos que considera mais representativos de cada autor sobre a região. De José Veríssimo, escolheu "Estudos amazônicos", livro editado em 1970 e que reúne os ensaios publicados em jornais e revistas do Pará e do Rio de Janeiro, entre 1898 e 1915. De Euclides da Cunha, o livro "À margem da História", lançado após a morte do autor, em 1909. "O rio 23 comanda a vida", a obra mais conhecida de Leandro Tocantins, também está entre os ensaios analisados por Pereira, ao lado do livro "Amazônia: conceito e paisagem", de Eidorfe Moreira, publicado em 1960 pela Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia (SPVEA). Marcados pelo paradigma determinista e contemporâneos, os escritores José Veríssimo e Euclides da Cunha se enquadram no primeiro momento do ensaísmo brasileiro de representação espacial da Amazônia, com obras que vão do fim do século XIX até os anos de 1930, período das grandes transformações promovidas pela economia da borracha. Juntos, os dois autores representam um dos grupos mais importantes para a cristalização da ideia de nação no Brasil e, por isso mesmo, suas são pautadas pela busca da brasilidade no "interior". Já num segundo momento estão Leandro Tocantins e Eidorfe Moreira, a partir da década de 1950. Com influência das ciências sociais, seus ensaios se desenham a partir do paradigma da ciência moderna em processo de institucionalização no Brasil e na Amazônia por meio das universidades. É o período em que o Estado começa a pensar nas primeiras políticas para a região e na sua primeira definição e delimitação oficial. E é nesse momento que se apresenta um forte regionalismo definido a partir e dentro de discursos, práticas e políticas defendidas por intelectuais da região. Sobre o autor Doutor em Geografia, Edir Augusto Dias Pereira é diretor da Faculdade de Educação do Campus Universitário do Tocantins/Cametá, da Universidade Federal do Pará (UFPA). Natural de Tocantins, Edir Pereira desenvolve pesquisa na área de estudos da Amazônia, Cultura, Território, Territorialidade e Resistência, com ênfase em Comunidades Ribeirinhas da Amazônia. O autor também integra o Grupo de Pesquisa de Estudo, Pesquisa e Extensão da Região Tocantina (GEPECART) e o Núcleo de Estudos Territoriais, Ação Coletiva e Justiça (NETAJ - UFF), além de coordenar o Grupo de Estudo em Cultura, Território e Resistência da Amazônia Tocantina - SÍTIO. --> Como comprar  
Violência e racismo: uma relação calcada em problemas estruturais“O racismo tem forte presença tanto na violência do Rio de Janeiro quanto nas formas como o Estado a enfrenta”. Assim o cientista político Jorge da Silva sintetiza a relação entre os dois pontos principais do seu livro “Violência e Racismo”. A Editora da UFF (Eduff) acaba de lançar a terceira edição da obra, originalmente publicada em 1998 e que recebeu uma segunda edição em 2008.  Referência nos estudos sobre segurança pública, o trabalho é fruto da dissertação de mestrado defendida por Jorge da Silva no Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da UFF, sob a orientação do professor Roberto Kant de Lima. A experiência pessoal do autor, criado no hoje chamado Complexo do Alemão, serviu de referência para incorporar, de forma inovadora, a temática da discriminação racial ao estudo da violência. Afinal, o autor se debruçou sobre essa relação no momento em que diversos pesquisadores ignoravam a conexão entre os dois temas. Como capitão da Polícia Militar do Rio de Janeiro, realizou um curso nos Estados Unidos que o aproximou dos estudos sobre ação afirmativa e lhe permitiu uma comparação entre Brasil e EUA: “percebi que não havia muita diferença entre os lugares reservados aos negros, lá e aqui”, afirma. A incursão nas políticas afirmativas daquele país resultou numa monografia apresentada em 1988, ano do centenário da abolição da escravatura, que foi vencedora do concurso promovido pela Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ) no mesmo ano. Dez anos mais tarde, o trabalho foi publicado com o título “20 anos de Abolição: 1988-2008”. O cientista político também lançou os livros “Guia de luta contra a intolerância religiosa e o racismo”, “Criminologia crítica: segurança e polícia”, “Direitos civis e relações raciais no Brasil” e “Controle da criminalidade e segurança pública”. Doutor em Ciências Sociais pela Uerj e também mestre em Letras pela UFF, Silva é professor convidado e conteudista do curso de Tecnólogo em Segurança Pública da UFF, além de professor adjunto da Uerj.  É ex-secretário de Estado de Direitos Humanos do Rio de Janeiro e na Polícia Militar, dentre outras funções, foi chefe do Estado-Maior Geral. Bastante atual até hoje, o livro “Violência e Racismo” inspira a produção de diversos trabalhos, discussões e reflexões, como a entrevista com Jorge da Silva, a seguir. O que o motivou a escrever a primeira edição de “Violência e Racismo”, em 1998? A abordagem que cruza violência com racismo me apareceu quando comecei a fazer o mestrado, há 20 anos. E por minha identidade social, eu era morador do Complexo do Alemão, achava que essa relação tinha a ver. Nos estudos que fiz para a dissertação, concluí que os dois fatores conversavam entre si de forma muito importante. A pesquisa me mostrou que o racismo tem forte presença não só na prática da violência no Rio de Janeiro, mas também nas formas como o poder público resolve enfrentá-la, pois, na aplicação de políticas contra a violência criminal o próprio Estado tem um viés fortemente racista, o que é facilmente observável. Quando escrevi o livro, em virtude da minha experiência como policial, achava extremamente complicado haver grandes estudos sobre a violência no Brasil e no Rio de Janeiro, muitos teóricos explicando a criminalidade, mas era como se, para esses estudiosos, não houvesse uma questão racial no país, porque sequer tocavam no assunto. Isso me incomodava. Procurei algum estudo anterior nesse sentido, mas não encontrei. Pelo que eu me lembro, foi a primeira vez que alguém fez esse cruzamento. E essa relação permanece até hoje, pelo que o senhor percebe? De 18 anos para cá, o que mudou? Um detalhe importante nisso tudo é que, no Brasil, as elites intelectuais brasileiras do final do século XIX e início do século XX produziram uma explicação que deixava de fora a questão racial. O país, segundo essa crença, tinha conseguido construir uma sociedade racialmente democrática. O mito da nossa democracia racial estimulou a Unesco a patrocinar pesquisas nesse sentido, porque ela queria demonstrar para o mundo que era possível haver uma convivência racial, dando o Brasil como exemplo. Mas aí fizeram a pesquisa e concluíram exatamente o contrário: que o Brasil talvez tivesse problemas até mais graves do que os de outras sociedades nas quais se reconhecia o racismo. Hoje esse mito se perdeu, foi derrubado, mas retomar o assunto, quase 20 anos atrás, ainda era uma contradição, era como pecar contra a castidade. O grande historiador Joel Rufino dos Santos (1941-2015) falava sobre isso no livro com o seguinte título, “O que podem os intelectuais fazer pelos pobres?”.  Ele dizia que os intelectuais tinham pena de pobre. Quando começam a ocorrer as políticas de ação afirmativa, muitos intelectuais passam a ter raiva de pobre. Passa-se da pena à raiva. É a grande diferença de lá pra cá.  Dentre os fatos históricos que o senhor aponta no seu livro, como atualização do debate sobre as questões raciais, estão as várias leis visando à implementação de cotas raciais. Qual é a importância das cotas, na sua avaliação? Com as políticas de ações afirmativas, dentro das quais temos as cotas, começamos a perceber que, mesmo com muita resistência conservadora e reacionária, tais políticas vão se desenvolvendo gradualmente, no Rio de Janeiro, aqui e ali. Tanto é que hoje temos algumas dezenas de universidades, públicas e privadas, com políticas dessa natureza, programas de governos, etc. Então a coisa se expandiu e houve muita mudança, apesar da resistência. Falar em cotas no Brasil há um tempo era um disparate. Isso porque o racismo era coisa de americano, mas quando viajei para lá vi que não havia grande diferença entre Brasil e EUA nesse aspecto, nem entre os lugares reservados aos negros lá e aqui. Prevalecia – e ainda prevalece – em muitas cabeças a ideia de que o mérito é igual para todo mundo. Quer dizer, são pessoas que não compreendem que ao final da abolição da escravatura havia um contingente imenso de ex-escravos e seus descendentes, que não tinham os mesmos direitos que os descendentes dos ex-senhores de escravos. Ainda hoje, temos pessoas no Brasil dizendo que o importante é o mérito, não interessa se o garoto nasceu em berço de ouro, foi fazer curso de inglês no exterior porque os pais bancaram, estuda em um colégio de alto nível e depois vai concorrer à universidade com um garoto de uma favela. Quer dizer, segundo essa ideia, os dois teriam o mesmo mérito. O presidente [Michel] Temer, por exemplo, assume um governo e não coloca nem uma mulher, nem um negro no primeiro escalão. E há quem diga ‘ah, mas foi coincidência’, ‘foram escolhidos pelo mérito’. Quando as pessoas dão essas desculpas, supõe-se que as mulheres não têm mérito, nem os negros. Isso é um exemplo de racismo e machismo. As pessoas precisam parar com esse discurso. Falar em mérito numa sociedade assim, como a nossa, é complicado. Temos  uma sociedade extremamente racista do ponto de vista estrutural." Os poucos espaços dos negros na universidade são conseguidos principalmente devido às políticas de ação afirmativa. Aquelas argumentações de ‘o ensino vai cair’, ‘eles não vão conseguir acompanhar’, tudo isso caiu por terra. Na Uerj, que foi a primeira universidade a implantar as cotas no Brasil, todos os estudos feitos depois demonstraram que o desempenho dos cotistas não é inferior ao dos não cotistas. Pelo contrário, em alguns casos, é superior. A repetência praticamente inexiste e a evasão é menor, embora ainda hoje se ouça um ou outro desinformado falar o contrário. Temos um dos parlamentos mais conservadores, quiçá o mais conservador, do período democrático, além de muitos casos de racistas explicitando seu preconceito. Como temas progressistas podem continuar a ser discutidos na sociedade, no sentido de combater a discriminação? A introdução de políticas de ações afirmativas e cotas no Brasil provocou que racismos enrustidos viessem à tona e os racistas começaram a se posicionar de forma muito raivosa. Essas políticas acenderam o pavio da raiva nos conservadores. E, de fato, temos um parlamento muito conservador. Mas quem é conservador na nossa sociedade? Quem ocupa as maiores agências discursivas, como diz [o crítico e professor indiano] Homi Bhabha? Quem ocupa a literatura, as editoras, os meios de comunicação convencionais, as chamadas artes clássicas, o parlamento? Ainda que os conservadores ocupem um percentual pequeno desses espaços, são grupos, ao mesmo tempo, muito fortes, porque têm poder e voz. Então isso reflete na literatura, no cinema, na televisão, na propaganda, na divulgação de informações. Qual a relação que o senhor identifica entre o contexto do conservadorismo, da violência na cidade e, por outro lado, das manifestações sociais de 2013? Nós brasileiros ainda vamos sofrer muito, porque o que está acontecendo é uma reivindicação de cidadania e participação, e a nossa história sempre negou isso. Há sempre um grupo que se arvora à capacidade de dizer o que é bom para todo mundo, mulheres, pobres, negros. E quando dizem o que é bom para você, no fundo, estão dizendo o que é bom para eles. Esperam que você se comporte como eles acham. O que aconteceu nas manifestações em 2013 é uma mistura de tudo isso. Houve uma ação da cidadania e uma reação de setores conservadores, muita participação de setores conservadores querendo jogar a culpa naqueles que queriam avanços mais democráticos. No Brasil há esquerda e direita, tudo bem, mas se observarmos bem, como diriam Gaetano Mosca e Vilfredo Pareto [pesquisadores italianos que formularam a Teoria das Elites], temos uma circulação das elites ‘no andar de cima’. Quando há uma coisa que afeta esse ‘andar de cima’, direita e esquerda se unem. O senhor acha que a união das elites se dá em prol de quê, nesse contexto? Manter o status quo e impedir o avanço democrático. Porque aqueles movimentos estavam reivindicando avanços democráticos. E com isso era preciso abrir espaços de cidadania para os grupos que se consideram discriminados. Os conservadores se colocaram na posição de tentar conter na base da força, como sempre foi na história do país. O que me surpreendeu mesmo foi um governo dito de esquerda embarcar nessa maneira de tentar conter os movimentos sociais pela força. Por exemplo, uma coisa que acho muito estranha é a edição de leis criminalizando movimentos sociais. Houve essa legislação e o governo embarcou. Até hoje não consegui entender isso.  Quando há na sociedade uma estrutura de segurança pública que vê determinados grupos sociais como inimigos, esses componentes – vitória, território, inimigo – são indicadores de uma doutrina militar de guerra, que não cabe para as polícias." No livro, o senhor trabalha conceitos como racismo, preconceito, discriminação, injúria racial. Por que é tão difícil identificar que somos uma sociedade racista e punir pelo racismo? Porque você está lidando com subjetividades. Há grande dificuldade de tipificar o racismo explícito, na forma da ‘Lei Caó’, porque ninguém vai dizer, por exemplo, para alguém não entrar em determinado lugar porque é negro ou não ingressar num trabalho por ser negro. Simplesmente vão dizer ‘está cheio, não há mais vagas’. Mesmo que você veja a mesa vazia, vão dizer ‘está reservada’. Como provar o contrário? É difícil. Aí veio a ‘Lei Paim’, criada por um senador negro [Paulo Paim], que acrescentou ao crime de injúria no Código Penal a conotação racial. Com a tipificação racial, a injúria tem a pena aumentada. Infelizmente, quando as leis são editadas, isso não é feito pelos grupos discriminados, mas por grupos que detêm o poder e fazem parte desse núcleo político, o que eu chamo de ‘establishment’. O ‘establishment’ de uma sociedade é composto por quem detém o poder político, econômico, empresarial e midiático. Alguns setores do movimento negro não compreenderam isso, na época. Outro problema é a forte resistência de setores do próprio judiciário. Com isso, fica claro que temos realmente uma sociedade extremamente racista do ponto de vista estrutural. O maior problema, a meu ver, é o racismo estrutural, que é diferente do racismo individual. O racismo aberto ou individual é aquele que discrimina um negro individualmente, mesmo que não se diga abertamente isso. O racismo estrutural diz respeito à estrutura da sociedade brasileira e discrimina um grupo social inteiro. É aquilo que o [ativista negro] Stokely Carmichael chamava de racismo institucional, mas prefiro chamar de estrutural, porque se relaciona com a estrutura da sociedade, estabelece onde se pode estar e que lugares se pode ocupar na sociedade. Até no mundo do crime temos uma estrutura social forte, já que na maioria dos crimes envolvendo milhões em dinheiro quase não há negros. É como se dissessem ‘negro aqui não, se quiser roubar pegue um revólver e vá assaltar’ ou que ‘o homem negro é destinado ao trabalho pesado e a mulher negra ao trabalho doméstico’. Um tema polêmico é a questão do combate às drogas no país. Há um recorte racial nesse combate? E como isso interfere na ação da polícia? Com o fim da escravidão, foi preciso construir uma identidade nacional brasileira. E como se fez para manter a representação ufanista? Na base da força. Então não temos uma polícia violenta isoladamente, temos uma sociedade violenta, um Estado violento. E se o Estado é violento, como a polícia não seria? O discurso dos governantes, dos secretários de segurança, dos responsáveis pela segurança pública é militarista. Se eles são militaristas, como a polícia não seria? E militarismo é diferente de espírito militar. Por exemplo, as Forças Armadas têm espírito militar, mas não necessariamente são militaristas. Ser militarista é usar o poder militar para oprimir. Quando há na sociedade uma estrutura de segurança pública que vê determinados grupos sociais como inimigos, no qual é preciso tomar o território e obter uma vitória contra o crime, esses componentes – vitória, território, inimigo – são indicadores de uma doutrina militar de guerra, que não cabe para as polícias. A acusação de que a polícia é violenta serve para livrar as elites. Quer dizer, nossas elites são pacíficas, pregam os direitos humanos, mas têm uma polícia que não se enquadra nas políticas dos governantes, que é refratária ao ideal humanístico da elite? Isso é uma mentira. Com relação às drogas, há uma tendência em falar na descriminalização do consumo privado da maconha como se fosse uma unanimidade, principalmente nas camadas mais altas. Mas enquanto descriminalizam o uso, aumentam a pena para o tráfico. Penso que a ideia com isso é criar um atalho para chegar aos grupos que se quer controlar. A proibição penal, criminal e policial às drogas nada mais é do que um atalho para oprimir. A política de guerra às drogas não é guerra às drogas coisa nenhuma, é ataque a determinados grupos sociais. É um atalho criado pelo poder mundial e adotado por muitos países para atingir determinadas populações em determinados lugares. Porque ao acabar com o combate às drogas, como fica, por exemplo, a indústria das armas? Há muitos setores para os quais isso é importante, o setor de armamentos é um deles. Mas a mídia convencional não se interessa em saber que armas são usadas, qual a sua procedência ou como um criminoso, que não compra as armas em lojas, tem uma arma fabricada no Brasil. A questão não pode continuar sob o controle do submundo. As drogas, lícitas ou ilícitas, são uma questão social importante, logo, o Estado não pode mandar a polícia resolver, porque questões sociais não são resolvidas pela polícia. É necessária a regulamentação para que haja o controle do Estado. Se houver um controle estatal é possível controlar mais do que hoje. A vitória contra o crime não vai acontecer, nunca vai deixar de haver traficantes enquanto houver usuários, principalmente enquanto a venda estiver nas mãos do submundo. Segundo uma pesquisa feita recentemente pela Organização Mundial de Saúde, o Brasil é o campeão mundial de homicídios, em números absolutos*. A Índia, com 1,2 bilhão de habitantes, tem menos homicídios que o Brasil. A alternativa é a sociedade compreender que esse modelo não é ruim só para os negros, não só para os discriminados, mas para toda a sociedade, independentemente de cor, sexo, classe, renda. É um modelo ruim para todo mundo. No dia em que as nossas elites políticas, intelectuais e econômicas entenderem isso, vão ver que estamos produzindo uma sociedade extremamente violenta por causa desse tipo de intolerância com o diferente, vide o que acontece com terreiros, centros espíritas e outras religiões de matrizes negra e africana. *O Brasil registrou 59.627 homicídios em 2014, o maior número já registrado em território nacional e uma estatística que coloca o país no primeiro lugar no ranking mundial desse tipo de crime. Os dados são do Atlas da Violência, divulgado em março de 2016. A pesquisa foi feita em parceria entre o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), com base no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde: Confira a pesquisa na íntegra aqui.  
Neide Marinho lança "Folia de reis", na Livraria IcaraíA professora Neide Marinho lança o livro "Folia de reis - múltiplos territórios", no dia 28 de setembro, às 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói. Adaptação da tese de doutorado defendida pela autora na PUC-SP, a obra trata da festa popular de caráter religioso que relembra a passagem bíblica em que os três reis magos viajam para conhecer e presentear o menino Jesus. --> Como comprar  
Jorge da Silva lança nova edição de “Violência e racismo”Publicado pela primeira vez em 1998 e reeditado em 2003, o livro acaba de ganhar sua terceira edição pela Eduff, com lançamento no dia 29 de setembro, às 18h, na Livraria Icaraí (Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói). Passados mais de 20 anos, a obra do cientista político Jorge da Silva continua atual e evidencia que o Brasil ainda vive o mito da democracia racial, apontado pelo autor. Criado no hoje chamado Complexo do Alemão, o autor se valeu da própria vivência para incorporar ao estudo da violência o componente da discriminação racial, constantemente ignorado pelos estudiosos na temática. “Violência e racismo” é uma contribuição não apenas para os estudos acadêmicos, mas, principalmente para aqueles que elaboram e conduzem políticas que têm como objetivo melhorar a qualidade de vida da população. Sobre o autor Jorge da Silva é professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) e professor conteudista do Curso em EAD de Tecnólogo em Segurança Pública da Universidade Federal Fluminense (UFF).  Jorge da Silva também já serviu à Polícia Militar, onde exerceu o cargo de chefe do Estado-Maior Geral e foi, ainda, secretário de Estado de Direitos Humanos do Rio de Janeiro. É autor dos livros “Guia de luta contra a intolerância religiosa e o racismo” (Ceap / Seppir, 2009), “120 anos de abolição” (Hama, 2008), “Criminologia crítica: segurança e polícia” (Forense, 2008), “Direitos civis e relações raciais no Brasil” (Luam, 1994) e “Controle da criminalidade e segurança pública” (Forense, 1990).   --> Como comprar
Livraria Icaraí recebe lançamento sobre modernização portuáriaCom 7.491 quilômetros de extensão, o litoral brasileiro proporciona ao país condições favoráveis à navegação e ao consequente desenvolvimento econômico. No entanto, de acordo com o cientista social Cezar Honorato, os portos do Brasil precisam ser modernizados. A partir da Companhia Docas de Santos, o pesquisador lança a segunda edição de seu livro “O polvo e o porto: a Companhia Docas de Santos (1888-1914)”. O evento acontece dia 22 de setembro, às 18h, na Livraria Icaraí, Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói. Cezar Honorato é membro do Laboratório de História Econômico-Social (POLIS) da Universidade Federal Fluminense. Junto a ele, três integrantes do grupo de pesquisa também lançarão seus livros: “O preço de um fracasso – A Companhia União & Indústria, a política e a economia no Império 1852/1872”, “Faces do Extremo: neofascismo nos EUA 1970-2010” e “O trapiche e suas fronteiras”.  
Obras de Milton Hatoum e Lobo Antunes ganham estudo comparado em novo livro da EduffEm "A dispersão da memória e da escrita em Milton Hatoum e Lobo Antunes" (Eduff, 2016), Véra Lúcia Ramos de Azevedo reflete sobre os pontos de articulação entre os dois escritores de língua portuguesa, aparentemente tão diferentes entre si. No livro, a autora analisa os romances "Relato de um certo Oriente", do brasileiro Milton Hatoum, e "Não entres tão depressa nessa noite escura", do português Lobo Antunes. Ambos tratam da memória acionada por narradoras numa tentativa de resgate de um passado capaz de explicar e vivência do presente.                                                           Inseridas em um presente disperso, as narradoras em questão dão à memória um papel decisivo para compreensão do momento atual, o que se revela por uma escrita fragmentada, com personagens divididos em subjetividades. Sobre a autora Véra Lúcia Ramos de Azevedo é doutora em literatura comparada pela Universidade Federal Fluminense e professora do curso de Letras da Universidade Castelo Branco. --> Como comprar  
Livro discute impactos ambientais ocultos na carne e nos laticíniosDe força produtiva a alimentação, o boi está presente na cultura brasileira desde 1534, quando foi trazido pelos portugueses durante o processo de colonização. Este é o ponto de partida utilizado pelos professores Flavio Moutinho e Sávio Bruno no novo livro da Eduff, "Se não fosse o pé do boi". O livro discute questões sociais, políticas, econômicas e ambientais que se relacionam ao uso do gado em seus mais variados papeis. Inserida direta ou indiretamente no cotidiano brasileiro, a pecuária também é associada à degradação ambiental. As áreas de pastagem são resultado do desmatamento, o que causa improdutividade da terra e desequilíbrio climático. No entanto, segundo os autores, o problema não está no gado, mas sim no modo utilitarista como o ser humano enxerga a natureza, explorando seus recursos até que a degradação seja quase irreversível. Sobre os autores Flavio Fernando Batista Moutinho é professor adjunto do Departamento de Saúde Coletiva Veterinária e Saúde Pública na Universidade Federal Fluminense (UFF).  É doutor em medicina veterinária pela UFF e mestre em ciência ambiental, pela mesma instituição.  Sávio Freire Bruno é professor do curso de graduação em Medicina Veterinária da UFF, e ministra as disciplinas Zoologia, Medicina de Animais Silvestres e Deontologia e Legislação Médico-veterinária. Participa do Programa de Clínica e Reprodução Animal e do Programa de Mestrado em Engenharia de Biossistemas (PGEB), na disciplina de Ecologia Avançada, ambos também na UFF. Doutor pela Escola Superior de Medicina Veterinária de Hannover em cooperação com o Centro de Primatas Alemão (DPZ, Göttingen), leva em sua trajetória múltiplas formações direcionadas às áreas de biologia, veterinária e planejamento e ciência ambiental. --> Como comprar  
Discussão entre direitos fundamentais e democracia é tema de lançamento da EduffRecém-lançado pela Eduff, o livro "Entre direitos fundamentais e democracia - Superando a dicotomia no direito brasileiro", de Eder Fernandes Monica, aponta os caminhos possíveis para que a jurisdição constitucional brasileira supere a dicotomia entre direitos fundamentais e democracia. Na obra, o professor da Faculdade de Direito e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Direito da UFF debate a função do Supremo Tribunal Federal (STF) e discute a legitimidade do papel que ele tem assumido na configuração político-decisória do país, tomando como referência os últimos julgamentos de relevância que passaram pelo STF. Sobre o autor Doutor em ciências jurídicas e sociais, Eder Fernandes Monica é professor da Faculdade de Direito e do Programa de Pós-graduação em Sociologia e Direito da Universidade Federal Fluminense. Também desenvolve atividades na área de teoria do direito e, atualmente, pesquisa temas relacionados a sexualidade, democracia, poder e direito. --> Como comprar  
Novo livro da Eduff analisa a Guerra do Iraque pelas lentes do cinemaO pesquisador Roberto Robalinho lança "Miragens e estilhaços da guerra: os filmes contemporâneos de ficção sobre a Guerra do Iraque" (Eduff, 2016). A partir da análise de "Guerra ao terror", "Zona verde" e "Guerra sem cortes", o autor propõe uma reflexão sobre de que maneira um grupo de filmes é capaz de traduzir uma guerra que tem origem no capitalismo contemporâneo pós-industrial.  Dirigidos por diretores americanos consagrados, os filmes selecionados tratam do período da guerra pós-invasão de Bagdá e tentam dar conta das múltiplas vozes que coexistem no conflito. Como já avisa na introdução, o autor se lança na dolorosa tarefa de inventar uma escrita sobre o presente. Para isso, percorre os destroços da Guerra do Iraque para mostrar o que já anuncia no título, os fragmentos e pedaços de um conflito do qual temos apenas visões, embora nem sempre definitivas. Sobre o autor Roberto Robalinho é doutorando em comunicação na Universidade Federal Fluminense (UFF), onde foi professor substituto do Departamento de Estudos Culturais e Mídia em 2013. Mestre em comunicação e formado em cinema pela UFF, também atua como realizador audiovisual, montador e roteirista, tendo realizado alguns curtas-metragens e documentários, premiados nos festivais de Brasília e Festival de Cinema Universitário.   --> Como comprar  
Lançamento de “Miragens e estilhaços da guerra”O professor Roberto Robalinho lança o livro “Miragens e estilhaços da guerra: os filmes contemporâneos de ficção sobre a guerra do Iraque” (Eduff, 2016)”, no dia 22 de junho, às 19h, na Livraria da Travessa de Botafogo. Na obra, o autor parte da análise das produções de “Guerra ao terror”, “Zona verde”  e “Guerra sem cortes” e propõe uma reflexão sobre como um grupo de filmes é capaz de traduzir uma guerra que tem origem no capitalismo contemporâneo pós-industrial.  Como já avisa na introdução, Robalinho se lança na dolorosa tarefa de inventar uma escrita sobre o presente do conflito. Para isso, percorre os destroços de uma guerra para mostrar os fragmentos e pedaços de uma guerra da qual se tem apenas visões nem sempre conclusivas.    
Livro descortina infância e violência na literatura angolanaPartindo da análise de três obras da literatura angolana, a professora Roberta Franco discute infância e violência no livro recém-publicado pela Eduff  “Descortinando a inocência”. Na obra, a autora apresenta textos dos escritores Luandino Vieira, Pepetela e Ondjaki a fim de descortinar as relações entre ficção e história, com foco na imagem da criança e na presença da violência em diferentes contextos da sociedade angolana. As três obras escolhidas por Roberta Franco retratam também três momentos distintos da história de Angola. Em “A cidade e a infância”, de José Luandino Vieira, o foco está nas transformações por que passou a cidade de Luanda na década de 1950, e que acabaram por originar divisão da cidade entre os bairros de asfalto e os de terra vermelha. Aqui, a exemplo de toda a sociedade, as crianças são sufocadas por um regime racista e opressor. Em “As aventuras de Ngunga”, de Pepetela, o destaque está no interior do país como espaço da guerra de independência, onde os meninos e meninas aprendem a lutar pela liberdade. Por fim, “Bom dia camaradas”, de Ondjaki, mostra a capital Luanda já no período de guerra civil, próximo às eleições de 1992. Com a conquista da independência alcançada, as crianças vivem a infância e, mesmo rodeadas pelo medo, já podem sonhar com um futuro melhor para Angola. Sobre a autora Roberta Franco é professora de literaturas portuguesa e africanas de língua portuguesa na Universidade Federal de Lavras. É doutora em literatura comparada pela Universidade Federal Fluminense e mestre em estudos literários, pela mesma instituição.   --> Como comprar  
Livro lança um olhar antropológico sobre as cerimônias de casamentoO universo das cerimônias de casamento e o trabalho dos cerimonialistas são objeto do estudo etnográfico que a antropóloga Cristina Marins apresenta no livro “Quando o céu é o limite”, lançado pela Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff, 2016). Com base em entrevistas e na observação direta dos rituais de matrimônio, a autora analisa a forma como o casamento é hoje planejado, percebido e representado pelos atores sociais nele envolvidos. Na obra, Cristina Marins estuda o discurso e as práticas dos cerimonialistas para demonstrar como o casamento deixou de ser uma tarefa restrita ao âmbito familiar para se tornar um empreendimento profissional que envolve uma gama quase infinita de produtos e atividades. Sobre a autora Cristina Marins é antropóloga, mestre em antropologia pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com mestrado em sociologia contemporânea pela Université Paris Descartes. Atualmente, é doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFF.   --> Como comprar  
Historiador revisita trajetória de Sérgio Buarque de HolandaNovo lançamento da Eduff, o livro "As edições do cânone" (Eduff, 2016), do historiador André Carlos Furtado, percorre a trajetória intelectual de Sérgio Buarque de Holanda, com ênfase no período em que o escritor esteve à frente da coleção "História geral da civilização brasileira" ("HGCB"), entre 1960 e 1972. Embora mais lembrado por "Raízes do Brasil", foi pela realização da "HGCB" que Buarque concretizou seu clamor por uma escrita histórica brasileira com a contribuição de especialistas em cada um de seus 11 volumes publicados. Para a pesquisa, André Furtado se valeu não somente de textos escritos por Sérgio Buarque e por seus críticos, mas também de registros documentais depositados em diferentes arquivos, a exemplo do acervo Sérgio Buarque de Holanda, sediado na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Como quem une as peças de um quebra-cabeça, o autor, por meio dos fragmentos encontrados, dá visibilidade a um Sérgio Buarque em sua complexidade, raramente visto em estudos anteriores. "As edições do cânone" lança luz sobre o processo que fez de Buarque uma das grandes referências para a historiografia contemporânea do Brasil. Para além dos projetos editoriais e da produção escrita pelo historiador, o livro percorre também as homenagens prestadas logo após a sua morte, em 1982. “Assim, seguindo a trilha aberta por Sérgio Buarque, no século XX, André Furtado vem se tornando, nesse início de século XXI, um dos mais criativos e eruditos historiadores de sua geração. Este livro é até o momento o seu melhor testemunho. Nele, desvenda-se Sérgio Buarque de Holanda, intelectual, mostra-se André Carlos Furtado, historiador. Sua leitura, além de instigante e sugestiva, é, posso garantir, original e extremamente prazerosa” (Giselle Martins Venancio - Universidade Federal Fluminense)   --> Como comprar
Inclusão é tema de lançamentos da EduffA discussão de políticas e práticas de inclusão une os três novos livros publicados pela Eduff. "Narrativas do nao ver", "Encontros entre surdos e ouvintes na escola regular: desafiando fronteiras" e "Por uma política da narratividade: pensando a escrita no trabalho de pesquisa", das psicólogas Carolina Manso, Luiza Teles e Luciana Franco, respectivamente, serão lançados no dia 15 de junho, às 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói.    
Eduff lança "Por uma política da narratividade"No livro "Por uma política da narratividade: pensando a escrita no trabalho de pesquisa" (Eduff, 2016, R$ 25), a psicóloga Luciana Franco se lança no desafio de fazer pesquisa "com" o outro e não "sobre", a partir das impressões obtidas dos encontros com pessoas com deficiência e seus cuidadores.  Os relatos e histórias que Luciana Franco narra são fruto dos encontros da autora durante um projeto de pesquisa no Instituto Benjamin Constant e da experiência como facilitadora em uma escola de ensino fundamental da rede privada do Rio de Janeiro. Graças à escolha metodológica pela narrativa, o leitor tem acesso às múltiplas versões de deficiência e eficiência, bem como de cuidar e acompanhar pessoas deficientes. --> Como comprar
Afirmação das diferenças é tema de livro sobre inclusão educacionalAssegurada pela Constituição Federal de 1988, a educação visa ao desenvolvimento integral do indivíduo e ao preparo para a inserção cidadã. Mas nem sempre a teoria condiz com a prática, principalmente no que diz respeito à educação inclusiva. O poder da inclusão é o tema discutido pela professora Luiza Mascarenhas no livro "Encontros entre surdos e ouvintes na escola regular: desafiando fronteiras", lançado pela Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff). Durante sua graduação em Psicologia, a autora deparou-se com questões que limitavam o desenvolvimento educacional dos surdos em escolas regulares. A relação com alunos ouvintes muitas vezes acentuava a segregação educacional, ao invés de gerar integração. No livro, Luiza Mascarenhas também destaca as condições inadequadas de trabalho dos professores. Segundo a autora, faltam preparo e apoio para lidar com a inclusão dos alunos com necessidades especiais na rotina de uma escola regular. A autora também chama a atenção para a imposição das políticas de inclusão como projetos de governo, muitas vezes pensadas apenas como formas paliativas para lidar com a questão. --> Como comprar      
Hipertensão arterial não preocupa só a área da saúdeTratada às vezes de forma banal, o controle da hipertensão arterial faz parte da rotina médica de muitas pessoas. No entanto, a médica e professora Lenita Claro, formada pela Universidade Federal Fluminense, acredita que a doença não interessa apenas ao campo biomédico. Em seu livro recém-lançado pela Eduff, "Diferentes olhares sobre a hipertensão arterial", a pesquisadora propõe que a experiência individual é fundamental para compreender a enfermidade e seus desdobramentos. Ainda desconhecida, a cura da doença é substituída por estratégias de controle. Isso faz com que a taxa de mortalidade da hipertensão seja uma das mais elevadas, já que seguir as orientações médicas torna-se uma escolha. De acordo com a autora, "os doentes, em geral, comportam-se como agentes reflexivos, que interpretam ativamente as recomendações, decidindo segui-las, ou não, totalmente ou em parte, segundo seus conhecimentos, suas crenças e experiências prévias e as situações de suas vidas diárias". A pressão alta também favorece o surgimento de outros males, como a obesidade, e afeta diariamente a vida dos hipertensos. Lenita Claro mostra a convergência entre o diagnóstico médico e o estilo de vida de cada um. "Esse conceito vinculou-se a uma perspectiva ideológica que enfatiza a responsabilidade pessoal do indivíduo na manutenção de sua própria saúde e prevenção de doenças, centrada na ideia de um 'estilo de vida saudável'", afirma. --> Como comprar  
Livro resgata trajetória de intelectuais e seus projetos editoriaisA participação de jornalistas, escritores e historiadores, seus projetos de impressos e engajamento político unem os nove artigos que integram a coletânea "Intelectuais e palavra impressa" (Eduff, 2016). Organizada pela professora da UFF e historiadora Giselle Martins Venancio, a obra segue a tendência historiográfica que resgata a participação dos sujeitos na História e propõe um questionamento sobre quem são as vozes que falam e dialogam num dado momento. A primeira parte da coletânea é dedicada aos projetos editoriais e à análise de publicações de revistas e coleções de livros. É o caso da coleção "História geral da civilização brasileira (HCGB)", organizada por Sérgio Buarque de Holanda, objeto do artigo do historiador André Furtado. O estudo se volta para a ação de intelectuais engajados em questões sociais, na segunda parte da obra, quando são discutidos os usos dos impressos como meio de fazer circular ideias e projetos políticos. Dentre outros exemplos, estão a atuação do jornalista João Batista de Paula na coluna diária “Plantão Militar”, publicada no jornal Última Hora, na década de 1960, e o aparecimento da chamada onda verde da imprensa, na década de 1920, com a publicação da Revista Florestal. --> Como comprar  
Eduff lança coletânea "Intelectuais e palavra impressa"A trajetória de escritores, jornalistas, historiadores e seus projetos editoriais unem os nove artigos que integram a coletânea "Intelectuais e palavra impressa" (Eduff, 2016), organizada pela professora e historiadora Giselle Martins Venancio. Escrita por jovens pesquisadores da UFF, a obra será lançada no dia 2 de junho, às 18h, na Livraria Icaraí. Mais do que apresentar nomes de destaque na história política e social do Brasil, "Intelectuais e palavra impressa" segue a tendência historiográfica que resgata a participação dos sujeitos na história e propõe um questionamento sobre quem são as vozes que falam e dialogam num dado momento.  A primeira parte da coletânea é dedicada aos projetos editoriais e à análise de publicações de revistas e coleções de livros. É o caso da coleção "História Geral da Civilização Brasileira (HCGB)", organizada por Sérgio Buarque de Holanda, objeto do artigo do historiador André Furtado. O estudo se volta para a ação de intelectuais engajados em questões sociais, na segunda parte da obra, quando são discutidos os usos dos impressos como meio de fazer circular ideias e projetos políticos. Dentre outros exemplos, estão a atuação do jornalista João Batista de Paula na coluna diária “Plantão Militar”, publicada no jornal Última Hora, na década de 1960, e o aparecimento da chamada onda verde da imprensa, na década de 1920, com a publicação da Revista Florestal. --> Como comprar  
Livro propõe quebra de paradigmas sobre cegueiraDefinida como estado da pessoa cega, a deficiência visual é popularmente reconhecida como uma limitação de um dos sentidos humanos. Em decorrência desse estereótipo de privação, os deficientes encaram inúmeros impasses ao longo da vida, principalmente no que diz respeito à imagem de incapacidade. É esse rótulo que a psicóloga Carolina Manso busca desconstruir no livro "Narrativas do não ver", lançado pela Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff). O interesse pelo tema surgiu durante a iniciação científica, quando Carolina foi apresentada à relação entre deficiência visual e percepção. Desde então, a pesquisadora sustenta a ideia de que a deficiência visual não representa um quadro estagnado, mas sim um caminho de conhecimento sobre as diferentes formas de existir. A autora encara o cegar como um processo que "tem a força de um verbo, uma ação que se realiza, que se encarna de modo múltiplo e heterogêneo em certas práticas. Um verbo, uma ação, e não um substantivo, um estado de coisas". Outro aspecto apresentado na obra refere-se à exploração de novos sentidos e de novas nuances. Impossibilitados de enxergar, os cegos aprendem a ver. Esse processo é analisado por Carolina Manso como uma colcha de retalhos, cuja composição é resultado de diversas escolhas, o que constrói a cegueira como uma descoberta única e individual, além de empoderar o deficiente como criador de si e do mundo ao seu redor. --> Como comprar      
Afirmação das diferenças é tema de livro sobre inclusão educacionalAssegurada pela Constituição Federal de 1988, a educação visa ao desenvolvimento integral do indivíduo e ao preparo para a inserção cidadã. Mas nem sempre a teoria condiz com a prática, principalmente no que diz respeito à educação inclusiva. O poder da inclusão é o tema discutido pela professora Luiza Mascarenhas no livro "Encontros entre surdos e ouvintes na escola regular: desafiando fronteiras", lançado pela Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff). Durante sua graduação em Psicologia, a autora deparou-se com questões que limitavam o desenvolvimento educacional dos surdos em escolas regulares. A relação com alunos ouvintes muitas vezes acentuava a segregação educacional, ao invés de gerar integração. No livro, Luiza Mascarenhas também destaca as condições inadequadas de trabalho dos professores. Segundo a autora, faltam preparo e apoio para lidar com a inclusão dos alunos com necessidades especiais na rotina de uma escola regular. A autora também chama a atenção para a imposição das políticas de inclusão como projetos de governo, muitas vezes pensadas apenas como formas paliativas para lidar com a questão. --> Como comprar  
Professor analisa a base curricular do ensino matemáticoO apelo para a formalidade e os métodos puramente dedutivos não correspondem mais às necessidades atuais do ensino matemático. Essa carência é tema do livro "Tendências em educação matemática: percursos curriculares brasileiros e paraguaios" (Editora Appris), do professor Marcelo Dias, que será lançado no dia 5 de maio, às 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói.  Resultado de uma pesquisa sobre educação da matemática nos documentos oficiais e nos currículos prescritos no Brasil e no Paraguai, o livro discute a organização curricular e as competências matemáticas do ensino. Para o autor, é necessário refletir sobre as novas diretrizes para a formação inicial e continuada de professores para o magistério na educação básica, bem como sobre a necessidade de uma base nacional comum entre os currículos.   "Tendências em Educação Matemática: percursos curriculares brasileiros e paraguaios" Autor: Marcelo Dias ISBN: 978-85-473-0044-9 Editora Appris Preço promocional de lançamento: R$ 60,00 Como comprar: Na Livraria Icaraí, Reitoria, Rua Miguel de Frias, 9, Icaraí, Niterói, ou consulte-nos pelo e-mail livrariavirtual@eduff.uff.br.
Marcelo Dias lança livro sobre base curricular do ensino matemáticoO apelo para a formalidade e os métodos puramente dedutivos não correspondem mais às necessidades atuais do ensino matemático. Essa carência é tema do livro "Tendências em educação matemática: percursos curriculares brasileiros e paraguaios" (Editora Appris), do professor Marcelo Dias, que será lançado no dia 5 de maio, às 18h, na Livraria Icaraí, em Niterói.  Resultado de uma pesquisa sobre educação da matemática nos documentos oficiais e nos currículos prescritos no Brasil e no Paraguai, o livro discute a organização curricular e as competências matemáticas do ensino. Para o autor, é necessário refletir sobre as novas diretrizes para a formação inicial e continuada de professores para o magistério na educação básica, bem como sobre a necessidade de uma base nacional comum entre os currículos.   "Tendências em Educação Matemática: percursos curriculares brasileiros e paraguaios" Autor: Marcelo Dias ISBN: 978-85-473-0044-9 Editora Appris Preço promocional de lançamento: R$ 60,00
Livraria Icaraí recebe lançamento do livro "A menina e a avó da menina"Seja de personalidade ou de fantasias, a infância é uma fase de construção, de brincadeiras cotidianas que se tornam grandes histórias contadas, anos depois, em forma de memórias e saudade. Por isso, a professora Magnólia Nascimento volta-se para um de seus papeis mais emocionantes, o de avó da Beatriz, para contar os momentos únicos e divertidos que passa ao lado da neta, no livro "A Menina e a Avó da Menina", que será lançado em 28 de abril, às 18h, na Livraria Icaraí. Para acompanhar a escrita, o livro conta com as ilustrações feitas por Bia, a neta, de 5 anos. As imagens, cheias de cor, conduzem o leitor por um caminho de sensibilidade em cada situação contada, sempre acompanhando o bom humor que envolve reações inesperadas. O olhar inocente da Menina e a visão atenta da Avó dão o tom de originalidade à obra, rica de afeto e cumplicidade. O livro estará à venda no dia do lançamento, e o dinheiro arrecadado será todo doado à Casa de Apoio à Criança com Câncer Santa Teresa (CACCST). Livro: “A menina e a avó da menina” Autora: Magnólia Brasil Barbosa do Nascimento R$ 30,00 ISBN: 978-85-7807-132-5
A experiência da morte nas redes sociais é tema de livro da EduffAs novas tecnologias vêm transformando os processos comunicacionais e influenciando o cotidiano das pessoas. Mas como o advento das redes sociais tem atualizado a experiência com a morte? Renata Rezende pesquisa as respostas no livro “A morte midiatizada” (Eduff), que será lançado no dia 31 de março, às 19h, na Livraria da Travessa de Botafogo, na Rua Voluntários da Pátria, 97, Botafogo, Rio de Janeiro. Fruto da tese de doutorado da autora, a obra tem como objeto de estudo uma das muitas comunidades criadas no Orkut e, posteriormente, no Facebook, que reúne perfis de pessoas que já morreram, em um verdadeiro "cemitério digital". Na obra, Renata percorre a história da morte, da Idade Média no que ela classifica como Idade Mídia, para refletir sobre como a experiência sobre o fim da vida se transformou, em especial, na contemporaneidade. Sobre a autora: Professora do Programa de Pós-Graduação em Mídia e Cotidiano e do Departamento de Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense (UFF), Renata Rezende é pós-doutora em Comunicação e Cultura (ECO/UFRJ) e doutora em Comunicação pela UFF, onde desenvolveu a tese “Fragmentos de um corpo: as tecnologias da comunicação e as narrativas da morte na Idade Média e na Idade Mídia”. Com experiência em narrativas audiovisuais, principalmente em televisão e vídeo, trabalhou por oito anos na TV Gazeta, afiliada da TV Globo, em Vitória, onde foi repórter, produtora, ‘pauteira’ e editora final. Renata Rezende é também pesquisadora do Núcleo de Estudos e Experimentações do Audiovisual no Contexto Multimídia (Multis) e coordenadora do Laboratório de Experimentos Audiovisuais (LEA). "A morte midiatizada – como as redes sociais atualizam a experiência do fim da vida" Autora: Renata Rezende Eduff R$ 47,00 ISBN: 978-85-228-1164-9
Livraria Icaraí recebe lançamento da coletânea "Pensando o Rio"A Livraria Icaraí abre as portas para o lançamento do livro "Pensando o Rio - Políticas públicas, conflitos urbanos e modos de habitar", no dia 13 de novembro, a partir das 18h. A coletânea, publicada pela editora Intertexto, reúne os resultados de um projeto financiado pela Faperj e desenvolvido por pesquisadores do Instituto Nacional de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos da UFF (Ineac/UFF). O livro é organizado por Roberto Kant de Lima, Marco Antonio da Silva Mello e Leticia de Luna Freire, e tem como foco investigações empíricas realizadas em diversas regiões da capital e da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, em torno de um dos eixos: habitação e urbanização. Serviço: Lançamento de “Pensando o Rio – Políticas públicas, conflitos urbanos e modos de habitar" Local: Livraria Icaraí – Rua Miguel de Frias, 9, anexo, Icaraí, Niterói Horário: 18h