Urbanismo

O recente desabamento do Edifício Wilton Paes de Almeida, na região central da cidade de São Paulo, trouxe à tona o debate sobre os movimentos organizados de ocupação de locais abandonados, que há alguns anos tem crescido e se fortalecido, especialmente nas grandes cidades do Brasil.

O livro “Sementes Urbanas” (Eduff, 2017), das organizadoras Maria de Lourdes Pinto Machado Costa e Maria Laís Pereira da Silva, reúne textos, inclusive inéditos, do arquiteto e urbanista Carlos Nelson Ferreira dos Santos. A coletânea dividida em três volumes busca resgatar a memória de um personagem que marcou a história do Rio de Janeiro.

Durante as décadas de 1980 e 1990, a Região Metropolitana do Rio de Janeiro assistiu ao surgimento de movimentos organizados de ocupação de áreas urbanas que resultariam na formação de bairros populares, hoje integrados à cidade formal. Passadas mais de três décadas desde seu surgimento, essas ocupações ganham, pela primeira vez, um estudo dedicado a suas singularidades, no livro "Barbante, ripas e lutas: ocupações organizadas de terras urbanas no Rio de Janeiro, 1983-1993" (Eduff, 2016, 96p.), dos arquitetos Gerônimo Leitão e Elane Frossard.

Durante as décadas de 1980 e 1990, a Região Metropolitana do Rio de Janeiro assistiu ao surgimento de movimentos organizados de ocupação de áreas urbanas que resultariam na formação de bairros populares, hoje integrados à cidade formal. Passadas mais de três décadas desde seu surgimento, essas ocupações ganham, pela primeira vez, um estudo dedicado a suas singularidades, no livro "Barbante, ripas e lutas: ocupações organizadas de terras urbanas no Rio de Janeiro, 1983-1993" (Eduff, 2016, 96p.), dos arquitetos Gerônimo Leitão e Elane Frossard.

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