Ciência & Saúde

Passados cerca de três meses após o início da quarentena no Brasil, a pandemia de COVID-19 ainda está longe de acabar. Com a necessidade crescente de encontrar formas alternativas de assegurar o próprio ofício, alguns profissionais têm se deparado com desafios inéditos impostos pelo que vem se convencionando chamar de “novo normal”.

Apesar de a pandemia de COVID-19 ter se tornado realidade no Brasil há apenas poucos meses, já é possível transformar em dados científicos parte desse passado recente da doença, colaborando para evitar seu agravamento. É isso o que aponta uma pesquisa que vem sendo desenvolvida pela UFF numa parceria com a Prefeitura de Niterói e a Fiocruz.

Desde que a pandemia de COVID-19 passou a fazer parte da realidade dos brasileiros, muita coisa mudou em suas vidas. Vieram novas rotinas e, com elas, outras necessidades. Como, por exemplo, se proteger com máscaras para trabalhar e sair de casa e também criar outros rituais para ir ao mercado ou higienizar produtos. Pensando nisso, alunos da Universidade Federal Fluminense de diferentes cursos de graduação desenvolveram aplicativos, para uso em smartfones, que buscam auxiliar as pessoas a lidar com as novas demandas do cenário atual.

Com o avanço da pandemia de COVID-19, a comunidade científica discute a eficácia e necessidade de métodos de proteção contra a transmissão do vírus, como o distanciamento social e o uso de máscara facial. Sobre o distanciamento social, a Organização Mundial da Saúde (OMS) orienta que o afastamento ideal entre pessoas em locais públicos deve ser de, no mínimo, dois metros. Inicialmente, a OMS também aconselhava que apenas pessoas confirmadas com a infecção deveriam usar máscaras e que essa medida impediria a transmissão.

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