antropologia

Delma Pessanha Neve apresenta o processo de construção social e política dos fornecedores de cana, no e-book  “Os fornecedores de cana e o Estado intervencionista”, publicado em 1997 pela Eduff e disponível para download gratuito no site www.eduff.uff.br.

Em um estudo etnográfico inovador, o professor Lenin Pires analisou o cotidiano dos trens cariocas e seus milhares de passageiros, com ênfase nas práticas econômicas dos comerciantes ambulantes que atuam nas estações e composições, no e-book “Esculhamba, mas não esculacha! – Uma etnografia dos usos urbanos dos trens da Central do Brasil” (Eduff, 2011).

Recém-lançado pela Eduff, o livro "Tentando ser alguém na vida", da antropóloga Izabella Pimenta, traz um estudo detalhado sobre a educação profissional e o mundo do trabalho. No livro, a autora analisa as diferentes formas como trabalhadores urbanos da região do Grande Rio lidam, nos cursos técnicos de qualificação, com as relações entre teoria e prática.

Eu sou cristão; Tu és budista; Ele é muçulmano; Nós somos espíritas; Vós sois católicos; Eles são umbandistas. No Brasil, apesar da miscigenação do povo e de sua pluralidade cultural, nunca foi tarefa fácil conjugar o verbo Ser no presente das religiões. Há sempre dominantes e dominados.

Campeã de venda da Eduff, a coletânea “A vida social das coisas - As mercadorias sob uma perspectiva cultural”, organizada pelo antropólogo Arjun Appadurai, ganhará uma nova edição, em breve.

Publicado pela Editora em 2008, “A vida social das coisas” reúne textos produzidos no contexto da antropologia anglo-americana e francesa sobre o consumo e o consumismo modernos nas três últimas décadas do século XX.

“Tak Baht” (Eduff, 2018) é uma imersão etnográfica na tradição budista em Laos, mais especificamente na cidade de Luang Prabang. Na obra, o antropólogo Pedro Fandiño analisa a cerimônia, conhecida como tak baht, de recolhimento de doação realizada por monges budistas da corrente teravada, a mais antiga da religião. É um dos primeiros estudos que se decicaram a entender o costume e seus efeitos no país.

“Tak Baht” (Eduff, 2018) é uma imersão etnográfica na tradição budista em Laos, mais especificamente na cidade de Luang Prabang. Na obra, o antropólogo Pedro Fandiño analisa a cerimônia, conhecida como tak baht, de recolhimento de doação realizada por monges budistas da corrente teravada, a mais antiga da religião. É um dos primeiros estudos que se decicaram a entender o costume e seus efeitos no país.

O PPGA/UFF realiza,  no próximo dia 23 de novembro de 2018,  a 5ª edição do “Conversas Antropofágicas” com o tema: Rodas Culturais no Rio de Janeiro: uma batalha chamada resistência.

A mesa será composta por Rico Neurótico (MC e produtor cultural da Roda de Olaria), Felipe Gaspary (produtor cultural da Roda do Tanque), Priscila Telles (Mestre em Antropologia – PPGA/UFF) e Marcos Veríssimo (Doutor em Antropologia – PPGA/UFF).

O evento acontecerá no dia 23 de novembro de 2018, às 18:30h, na sala 231, Bloco P, ICHF, Gragoatá, UFF

O PPGS, o Nectar (Núcleo de Estudo Cidadania, Trabalho e Arte) e o Negra (Núcleo de Estudos Guerreiro Ramos) convidam para a projeção do filme e lançamento do livro: "Partir, Permanecer, Regressar: estudantes cabo-verdianos entre Brasil e Portugal."

Haverá um debate com a cineasta e antropóloga Daniele Ellery Mourão da Universidade Internacional da Integração da Lusofonia Afro-Brasileira - UNILAB.

 

O Brasil pode ser o país do futebol, mas aqui também há espaço para outros esportes e para as diversas maneiras de vivenciá-los. É possível ser um torcedor, um atleta, um treinador, um preparador físico. E – o que muitas pessoas não sabem – um pesquisador. Através da antropologia dos esportes, por exemplo, pode-se investigar diversas dimensões desse universo para entender como nos construímos enquanto sociedade.

São Gonçalo, a segunda maior cidade do estado do Rio, é frequentemente associada ao trânsito caótico e desorganizado. Entretanto, por de trás disso, existem facetas que podem passar despercebidas na rotina do tráfego. Uma delas é a atuação da Guarda Civil na cidade, que tem como um de seus propósitos a administração de conflitos, como demonstra a antropóloga Talitha Rocha em “Quem dirige em São Gonçalo, dirige em qualquer lugar”, novo livro da Eduff.

São Gonçalo, a segunda maior cidade do estado do Rio, é frequentemente associada ao trânsito caótico e desorganizado. Entretanto, por de trás disso, existem facetas que podem passar despercebidas na rotina do tráfego. Uma delas é a atuação da Guarda Civil na cidade, que tem como um de seus propósitos a administração de conflitos. É sobre isso que reflete a antropóloga Talitha Rocha em “Quem dirige em São Gonçalo dirige em qualquer lugar”, novo livro da Eduff.

Segundo o IBGE de 2017, o Brasil tem cerca de 11,8 milhões de analfabetos. Esse número equivale a 7,2% da população, sendo a região do Nordeste a mais afetada pela questão. Em “Analfabeto: problema social e desonra pessoal” (Eduff, 2018), a antropóloga Tatiana Cipiniuk resignifica o conceito de analfabetismo e o destaca como um “problema social”.

A autora Karla Estelita Godoy, professora Adjunta do Departamento de Turismo da Universidade Federal Fluminense, reflete sobre as diversas formas de se “estar presente” no mundo contemporâneo em “Formação humana no ciberespaço: os sentidos da presença na educação a distância”, novo livro da Eduff. O estudo parte da análise da educação a distância (EAD) na configuração de um “novo paradigma educacional” e abrange a relação entre formação humana e produção da presença.

Baseado no estudo etnográfico minucioso que realizou em saunas de prostituição masculina na cidade do Rio de Janeiro, o antropólogo Victor Barreto lança o livro “Vamos fazer uma sacanagem gostosa?”, no dia 6 de outubro, na Livraria da Travessa de Botafogo.

No livro, o autor relata não apenas os meandros do mundo dos negócios da prostituição no Rio de Janeiro, mas traz para o leitor uma percepção da forma como as sexualidades e os desejos estão articulados nas saunas cariocas.

Baseado no estudo etnográfico minucioso que realizou em saunas de prostituição masculina na cidade do Rio de Janeiro, o antropólogo Victor Barreto lança o livro “Vamos fazer uma sacanagem gostosa?” (Eduff, 2017). Nele, o autor trata do universo do mercado do sexo e suas peculiaridades, com relatos que vão desde a ambientação do local até a forma como os programas são negociados entre cliente e garotos de programa.

Acesso à justiça em comunidades remotas: experiências dos campos australiano e brasileiro

Participantes:

Kim Economides (Flinders University - Austrália)
Ronaldo Lobão (PPGSD - UFF)
Thaís Lutterback (PPGSD - UFF)

A rotina e os meandros do funcionamento do Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto (IMLAP), no Rio de Janeiro, é objeto de um estudo etnogáfico minucioso feito pela antropóloga Flavia Medeiros e recém-publicado pela Eduff no livro “Matar o morto”, que será lançado em 7 de março, às 17h, na Livraria da Travessa, no Centro do Rio de Janeiro (Rua 7 de Setembro, 54).

A rotina e os meandros do funcionamento do Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto (IMLAP), no Rio de Janeiro, é objeto de um estudo etnogáfico minucioso feito pela cientista social Flavia Medeiros e recém-publicado pela Eduff no livro “Matar o morto”.

Na obra, a autora relata como é desenvolvido um conjunto de procedimentos que tem por objetivo identificar o corpo e a causa de sua morte. Por meio de categorias médico-legais, é possível classificar o óbito e desta forma redefinir relações sociais que, em tese, seriam interrompidas pela morte.

Em outubro, o Instituto de Estudos Estratégicos realiza o III Encontro Brasileiro de Estudos Estratégicos e Relações Internacionais (EBERI). Participe!
Informações no site http://www.encontroinest.com/
Veja aqui o programa completo do III Encontro Brasileiro de Relações Internacionais e Estudos Estratégicos.
http://www.inest.uff.br/images/eventos/EBERI_II/1_PROGRAMA_EBERI_III_201...

Os professores Eliane Cantarino O’Dwyer e Roberto Kant de Lima foram homenageados na reunião da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), realizada em João Pessoa, de 3 a 6 de agosto, com a concessão da Medalha Roquete Pinto, em reconhecimento a suas trajetórias acadêmicas e serviços prestados à associação. Na ocasião, também foram homenageados dois professores de outras universidades: Carlos Alberto Cardoso Soares, da UFBA, e Carmen Silva de Moraes Rial, da UFSC.

Desde 2011, com o início dos conflitos na Síria, o mundo vem acompanhando o drama enfrentado pela população do país. A maior parte das pessoas que deixa a região devastada pela guerra busca refúgio em nações vizinhas ou europeias, onde frequentemente são recebidas com hostilidade e xenofobia. Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur), agência da ONU para refugiados, até 2016, em torno de 4,8 milhões de sírios foram recebidos em países próximos, enquanto cerca de 900 mil migraram para a Europa, muitos deles arriscando a vida atravessando o Mar Mediterrâneo.

Programação

14 de julho

  • 9h30 - Mesa de Abertura
  • 10h - Burocracias, "violência" e direitos humanos
  • 14h - Direitos, ativismo e reconhecimento
  • 16h30 - Identidades, expressões de diversidade e espaço público

15 de julho

  • 10h - Cidades, direitos civis e cidadania
  • 14h Classificações, disputas e controvérsias políticas
  • 16h30 - Workshop Direito à Universidade

 

O universo das cerimônias de casamento e o trabalho dos cerimonialistas são objeto do estudo etnográfico que a antropóloga Cristina Marins apresenta no livro “Quando o céu é o limite”, lançado pela Editora da Universidade Federal Fluminense (Eduff, 2016).

Com base em entrevistas e na observação direta dos rituais de matrimônio, a autora analisa a forma como o casamento é hoje planejado, percebido e representado pelos atores sociais nele envolvidos.

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