Projeto "Chão da Terra" promove encontros virtuais ligados a práticas comunitárias

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De agosto a dezembro, o Centro de Artes UFF realiza o projeto “Chão da Terra”, série de encontros online que propõe uma conexão com os saberes da terra.

Nesse amplo espaço do ambiente virtual, convidados de diferentes lugares do Brasil e do mundo vão participar de lives pelos perfis oficiais do Centro de Artes UFF no Facebook e YouTube.

A série “Chão da Terra” se aproxima de temas como a ancestralidade, a ética do cuidado, a ecologia profunda, a espiritualidade, as memórias, as expressões das culturas populares e tradicionais, as práticas comunitárias e suas experiências de vínculo e enraizamento em uma perspectiva de integralidade. Traz como objetivos reconhecer protagonismos e visibilizar experiências comunitárias inovadoras; fortalecer o diálogo e o compartilhamento de saberes; estimular dinâmicas de criação e cooperação; e potencializar ativos econômicos, tendo em conta os agenciamentos das matrizes culturais, sociais e ambientais do território. Neste contexto em que experimentamos a suspensão do tempo, é preciso pisar o chão – a terra palpável, fértil, fecundada por cores, sabores, memórias e saberes.

No dia 26 de agosto, às 19h, marcando a primeira live da série, participantes com significativa inserção em suas comunidades trocam experiências de processos e expressões artísticos e culturais, de comunicação e educação. O primeiro encontro recebe a ialorixá Mãe Beth de Oxum, o educador cultural Rogério Dyaz e a artista Ligia Veiga e o superintendente do Centro de Artes UFF, Leonardo Guelman, professor do Programa de Pós-Graduação em Cultura e Territorialidades. Eles dialogam sobre o tema “A arte como resistência do território”.

Mãe Beth de Oxum é Ialorixá do Terreiro Ilê Axê Oxum, comunicadora e radialista da Rádio Amnésia e gestora do Ponto de Cultura Coco de Umbigada, em Olinda, Pernambuco. Rogério Dyaz é criador do Quintal Cultural, uma experiência de integração social através da experimentação de espetáculos teatrais e outras linguagens que desenvolvem a sensibilidade artística na comunidade, localizada no bairro do Bom Parto, em Maceió, Alagoas. Ligia Veiga é atriz, musicista, dançarina e diretora da Grande Companhia Brasileira de Mystérios e Novidades, na região portuária do Rio de Janeiro, e criadora do projeto Gigantes Pela Própria Natureza, uma orquestra itinerante sobre pernas de pau, com oficinas que estimulam atividades artísticas de experimentação e valorização das tradições culturais e artes públicas. Cada um deles vai trazer a experiência dos espaços em que se encontram, marcados pela realidade social, por desafios, tensões, enfrentamentos e resistências.

 

INFORMAÇÕES SOBRE A PRIMEIRA MESA:
Dia 26 de agosto, quarta, 19h
A ARTE COMO RESISTÊNCIA NO TERRITÓRIO
As experiências tecnológicas protagonizadas em comunidades na busca de soluções de problemas no campo da inclusão social e desenvolvimento, por meio da cultura, arte, educação e comunicação.

Participantes:

Mãe Beth de Oxum, ialorixá do Ilê Oxum Karê (Terreiro de Umbigada), Olinda – PE;
Rogério Dyas, a trincheira e o Quintal Cultural, Maceió – AL;
Lígia Veiga, Cia de Mystérios e Novidades, Rio de Janeiro – RJ;
Leonardo Guelman, superintendente do Centro de Artes UFF, professor do Programa de Pós-Graduação em Cultura e Territorialidades da UFF.

Transmissão ao vivo via:
Facebook > http://www.facebook.com/centrodeartesuff
YouTube > http://www.youtube.com/centrodeartesuffoficial

 

Arte e concepção visual do projeto: Pablo Rossi

Para saber mais sobre este informativo

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Setor responsável: 
Telefone: 
21 2629-5573
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