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Grupo Tordesilhas: UFF preside rede internacional de universidades

XIX Reunião Anual de Reitores do Grupo Tordesilhas

Entre os dias 11 e 13 de novembro, a Universidade de Granada foi sede da XIX Reunião Anual de Reitores do Grupo Tordesilhas, uma rede acadêmica que agrega universidades do Brasil, Espanha e Portugal com o objetivo de promover entre seus membros a cooperação multilateral nas áreas de educação, ciência, tecnologia e inovação. Na ocasião, o ex-reitor Sidney Mello foi eleito presidente da entidade. Com isso, a UFF organizará o encontro em novembro de 2019, em Niterói, fortalecendo sua atuação dentro do grupo e consolidando seu  projeto de internacionalização. Atualmente, a vice-presidência do Tordesilhas está nas mãos do reitor da Universidade do Porto, António de Sousa Pereira, uma das mais tradicionais de Portugal.

Composto por 52 instituições, o grupo soma atualmente 29 entidades brasileiras, dezoito espanholas e oito portuguesas. Com o tema “A Universidade Inclusiva”, o evento reuniu diferentes mesas de debate compostas por reitores, vice-reitores, professores e pesquisadores ligados ao tema maior, além das reuniões das Escolas Doutorais do Grupo, como Física, Enfermagem, Letras e Saúde Pública. Esses colégios promovem intercâmbio acadêmico e mobilidade de doutorandos e pesquisadores membros.

A superintendente de relações internacionais, Livia Reis, informou que desde o encontro em Recife, Pernambuco, em 2016, o ex-reitor Sidney Mello vinha trabalhando junto ao Grupo Tordesilhas, com o objetivo trazer o evento de volta ao Brasil. “Isso reafirma a importância da UFF e das universidades brasileiras na configuração trinacional do grupo”, destacou a professora.

“Para a UFF, o encontro foi de especial importância, pois o professor Sidney teve papel decisivo nas negociações para o retorno dessas reuniões ao país. Além disso, a sua posse como novo presidente do grupo foi importante para a instituição e para ele próprio, pois comprova a relevância da universidade dentro da entidade e da liderança dele em todo o processo”, relembrou Livia.


Internacionalização da UFF

A conquista da presidência do Grupo Tordesilhas também é resultado do processo de internacionalização que a UFF conquistou ao longo do mandato de Sidney Mello, que colocou o fato como meta a ser conquistada.
 
“Fizemos grandes avanços na área da mobilidade de graduação, pós-graduação e de docentes, implementamos um número significativo de cotutelas de doutorado em diferentes áreas (o estudante de doutorado pode ter dois orientadores, um no Brasil e outro em país estrangeiro, recebendo no final o diploma de doutorado dos dois países), aumentamos o número de convênios ativos, tanto na mobilidade quanto na pesquisa, fazemos parte hoje de três colégios doutorais do Tordesilhas (Enfermagem, Letras e Física), participamos do Programa Erasmus Mundus - programa de cooperação internacional, criado em 2004, e financiado pela Comissão Europeia, que permite a mobilidade de alunos que estejam no ensino superior", relembrou o ex-reitor Sidney Mello.

Ainda segundo ele, além do Programa de Doutorado Internacional na área de Patrimônios, a UFF implementou um rol de disciplinas ministradas em outros idiomas, inaugurou um Instituto Confúcio em parceria com a China, e entregou à comunidade um Centro de Línguas, que coordena as ações em políticas de ensino de línguas estrangeiras. E, finalmente, a universidade foi contemplada no Programa Institucional de Internacionalização Capes-Print, voltado às pesquisas de cursos de excelência na Pós-Graduação. 

“Com foco na consolidação de sua internacionalização, a UFF mantém convênios bilaterais com a maioria das universidades participantes do Tordesilhas. Isso possibilita que, anualmente, diversos alunos de graduação sejam enviados a essas instituições através da mobilidade internacional”, explica Livia Reis.

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