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Início dos trabalhos para definição das práticas sustentáveis da UFF

(Notícia publicada em 30 de novembro de 2016)

Com o intuito de consolidar diretrizes de sustentabilidade únicas para todos os campi da UFF, a universidade se prepara para o lançamento do seu primeiro Plano de Logística Sustentável (PLS). A criação deste plano, a partir da demanda do governo federal, alinha-se ao documento de Motivação Institucional da Universidade Federal Fluminense que aplicará conceitos de sustentabilidade na gestão administrativa e acadêmica da instituição.

Para o vice-reitor da UFF, Antonio Claudio Nóbrega, além de constituir uma determinação legal, a existência de um PLS é uma etapa fundamental no processo de fortalecimento do nosso papel como uma instituição com responsabilidade ambiental e social. “Exercemos nossa missão de forma planejada, trabalhando a favor de contribuir para uma sociedade cada vez mais equilibrada e justa, elevando a qualidade de vida das gerações futuras”, enfatiza.O PLS é uma ferramenta de planejamento decretada pelo governo - Artigo 15 do Decreto nº 7.746, de 5 de junho de 2012 - que apresenta objetivos e responsabilidades definidas, além de metas, prazos de execução e mecanismos de monitoramento e avaliação.

O plano permite o estabelecimento de práticas de sustentabilidade, racionalização de gastos e processos na administração pública. Sua produção ficará a cargo de gestores da universidade e passará por aprovação do Conselho Universitário (CUV) e também pela presidente da comissão gestora, a secretária executiva da UFF Deise Faria Nunes.

A comissão é composta por um professor titular e um suplente de cada área, indicados pelos pró-reitores e superintendentes da universidade. Totalizando 24 pessoas, o grupo será responsável por monitorar, avaliar e revisar o documento.Durante sua produção, os participantes devem seguir as regras estabelecidas pela Instrução Normativa nº 10, a qual determina conteúdos a serem abordados e tratados pela instituição. Dentre eles, encontram-se a atualização do inventário de bens e materiais da universidade e identificação de similares de menor impacto ambiental para substituição; responsabilidades, metodologia de implementação e avaliação do plano; e ações de divulgação, conscientização e capacitação.

Quanto aos temas mínimos obrigatórios, o artigo 8° determina que as práticas de sustentabilidade e racionalização do uso de materiais e serviços deverão abranger sete diferentes questões: material de consumo (papel, copos descartáveis e cartuchos); energia elétrica; água e esgoto; coleta seletiva; qualidade de vida no ambiente de trabalho; compras e contratações sustentáveis e deslocamento de pessoal (meios de transporte, com foco na redução de gastos e de emissões de substâncias poluentes).

Para melhor organização do PLS, foi montado um programa de ação por etapas. Iniciado com a formação da comissão gestora em setembro de 2016, o planejamento encontra-se agora na segunda fase, o diagnóstico. Nesta etapa será executado o levantamento de todas as ações sustentáveis e os gastos realizados nos campi da UFF. Disponibilizadas pela Pró-Reitoria de Administração (Proad), as informações de gastos de papel, energia e água, por exemplo, servirão de base para formular esquemas de economia e objetivos do plano.Em fevereiro de 2017, está previsto um evento para divulgar e apresentar o escopo do PLS para toda a comunidade da UFF. Em seguida, o trabalho entrará em fase de elaboração para então ser submetido à aprovação do Conselho Universitário.

O resultado final será divulgado oficialmente no site da universidade. Sua implantação terá início em Niterói em 2017 e depois será aplicado nos outros campi.Apesar de ser um plano com diretrizes únicas para todas as unidades da Universidade Federal Fluminense, ele não é fixo. A partir do surgimento de novas demandas no decorrer dos anos, poderá ser alterado para a adequação ao contexto no qual se encontra. “O importante é ressaltar que será um documento seguido por todos os campi da instituição, visando sempre à logística da sustentabilidade”, conclui a presidente da comissão gestora, Deise Faria Nunes.

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