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Perguntas mais frequentes - ENADE 2017 para alunos e coordenadores de curso

Estão habilitados a participar do ENADE 2018 todos os estudantes das áreas e cursos avaliados nas consições de ingressantes e concluintes, sendo:

  • Ingressantes, os alunos de todos os curso com matrícula no ano de 2018 E que tenham ingralizado ATÉ 25% (vinte e cinco por cento) da carga horária mínima do currículo do curso  até o último dia do período de retificação das inscrições do ENADE 2018.
  • Concluintes, alunos dos cursos Bacharelados e Licenciaturas com expectativa de conclusão da graduação até julho de 2019, ou ainda aqueles que já integralizaram MAIS de 80% (oitenta por cento) da carga horária mínima do currículo até o último dia do período de retificação das inscrições do ENADE 2018.
  • Concluintes de Cursos Superiores de Tecnologias com expectativa de conclusão da graduação até dezembro de 2018, ou ainda aqueles que já integralizaram MAIS de 75% (setenta e cinco por cento) da carga horária mínima do currículo até o último dia do período de retificação das inscrições do ENADE 2018.

Desde 2010 o ENADE é censitário, isto é, todos os alunos (concluintes) inscritos e não justificadamente dispensados devem obrigatoriamente comparecer para realização do exame.

Os estudantes Ingressantes e os Irregulares de anos anteriores devem ser inscritos, porém não devem fazer a prova.

Veja também:

São dispensados e não precisam ser inscritos os estudantes oficialmente matriculados na UFF e que estiverem realizando atividades curriculares fora do país, em instituição conveniada, na data de realização do exame.

Os estudantes inscritos como INGRESSANTES e os estudantes IRREGULARES de anos anteriores estão DISPENSADOS de realizar a prova, devendo contudo ser normalmente inscritos nos prazos respectivos.

Todos os estudantes inscritos como CONCLUINTES devem fazer a prova!

Veja também:

O estudante de curso avaliado/ habilitado, não inscrito para participação no ENADE do ano corrente não poderá participar do prova.

O estudante matriculado em curso habilitado ao ENADE 2016 ou edições anteriores, na condição de INGRESSANTE ou CONCLUINTE, que não for inscrito pela coordenação de curso por qualquer motivo fora das possibilidades de dispensa de inscrição estabelecidas na Portaria Normativa 40, de 12 de dezembro de 2010,  encontra-se na em situação IRREGULAR e não poderá receber o seu diploma enquanto não regularizar a sua situação junto ao ENADE.

Nesse caso a IES, através da coordenação de curso, deverá dispensar o estudante não inscrito ao Exame dentro prazo estipulado pelo INEP (normalmente em janeiro do ano seguinte a aplicação do exame ou na inscrição de irregulares do ano subsequente).

Cabe ao estudante, no entanto, manter-se informado sobre a sua situação de participação ou dispensa no ENADE.

Ainda, havendo a omissão da IES neste caso, o estudante deverá solicitar sua inscrição na edição seguinte do ENADE, na condição de “estudante irregular”.

A IES é responsável pela inscrição do estudante habilitado, conforme § 6º do art. 5º da Lei 10.861/2004 e respectivo regulamento. Esgotada a via administrativa, o estudante que se sentir prejudicado poderá fazê-la responder judicialmente pelo não cumprimento da legislação do ENADE.

Veja também:

A inscrição do estudante habilitado ao ENADE cabe à Instituição de Educação Superior (IES), conforme § 6º do art. 5º da Lei 10.861/2004 e respectivo regulamento, na pessoa do Coordenador de curso.

Contudo em 2017 os estudantes habilitados como CONCLUINTES e devidamente inscritos pela Coordenação de Curso deverão completar seu cadastro no sistema ENADE/INEP.
 

O período de cadastramento eletrônico (inscrições) dos estudantes habilitados dos cursos avaliados pela Coordenação de cursos será:

  1. IRREGULARES DE ANOS ANTERIORES (qualquer curso) : o INEP publicará normativa específica, em data não definida pelo Edital do ENADE, sobre a regularização dos estudantes irregulares por terem faltado à prova ou não respondido o questionário. Estudantes que não foram inscritos no ENADE 2017 (ano passado): a partir de 03/09/2018, por ato de responsabilidade da Instituição.
  2. INGRESSANTES HABILITADOS (regulares): Das 10h do dia 02/07/2018 às 23h59 do dia 12/08/2018 horário de Brasília, DF.
  3. CONCLUINTES HABILITADOS (regulares):  Das 10h do dia 02/07/2018 às 23h59 do dia 12/08/2018, horário de Brasília, DF.

Em 2018 os estudantes CONCLUINTES cadastrados pela Coordenação devem completar sua inscrição no sistema ENADE/INEP no período de 10h do dia 14/08/2018 às 23h59 do dia 21/11/2018, horário de Brasília, DF. O preenchimento do questionário do estudante será das 10h do dia 03/09/2018 às 23h59 do dia 21/11/2018, horário de Brasília, DF.

Os estudantes inscritos como INGRESSANTES e os estudantes IRREGULARES de anos anteriores estão DISPENSADOS de realizar a prova, devendo contudo ser normalmente inscritos nos prazos respectivos.

Todos os estudantes inscritos na condição de CONCLUINTES, estão obrigados a fazer a prova e a responder o questionário do estudante.

A prova do ENADE, a ser realizada em 4 horas é composta por:

  • 10 questões de Formação Geral, sendo 8 questões de múltipla escolha e 2 questões discursivas que avaliam aspectos como clareza, coerência, coesão, estratégias argumentativas, utilização de vocabulário adequado e correção gramatical do texto;
  • 30 questões do Componente Específico da área avaliada envolvendo situações-problema e estudo de casos, sendo 27 questões de múltipla escolha e 3 questões discursivas
  • Questionário de percepção sobre a prova

Veja também:

Os estudantes INGRESSANTES, isto é, aqueles entendidos como alunos dos cursos habilitados/avaliados no ENADE do ano corrente, matriculados e que até 25/08 tenham integralizado até 25% da carga horária do curso, não fazem a prova e nem precisam responder ao questionário do estudante no sistema ENADE/INEP.

Necessitam apenas ser inscritos pela coordenação de cursono prazo regulamentar.

Veja também:

Se o estudante de um curso avaliado foi considerado como habilitado a participar do ENADE na condição concluinte, isto é, na condição de formando ou provável formando do semestre em curso ou o seguinte, está sujeito a fazer a prova do ENADE. Deve fazê-la pois, do contrário, estará impedido de colar grau obter seu diploma de graduação até que a situação seja regularizada, pois isso pode atrasar a formatura do estudante de 1 a 7 meses.

Mas não apenas fazer a prova, mas fazê-la de modo responsavel e comprometido é importante porque o ENADE é uma das ferramentas de avaliação dos cursos superiores no sistema federal de educação superior. Assim os bons resultados obtidos no ENADE, refletem na média dos conceitos dos cursos, essa média tem grande representatividade no Conceito Institucional no SINAES (o, no caso da UFF, responde por cerca de 40% do IGC – Índice Geral de Cursos.) e o IGC representa hoje um acréscimo de até 20% no orçamento institucional das Instituições Federais de Educação Superior, como a UFF.

 

Portanto fazendo a prova, e fazendo-a diligentemente, o aluno contibui para o aumento do orçamento da universidade e a garantir melhores condições gerais de oferecimento dos curso com o aporte dessas verbas.

Outro aspécto importante é que fazendo a prova de modo responsável e diligente, o aluno garante que os dados provenientes do ENADE serão representativos da realidade avaliada (observada) no curso, garantindo uma informação qualitativamente superior sobre os rumos do projeto acadêmico e possibilitando que esses mesmos dados sejam capazes de embasar tomadas de decisão mais qualificadas no desenvolvimento do curso.

Veja também:

A UFF não perde, deixa de ganhar!

Não temos como quantificar o quanto deixamos de ganhar. No caso do ENADE, quando um curso "boicota", isto é, o aluno entrega deliberadamente a prova sem fazer, reduz a média que é utilizada no cômputo do IGC. Como existe bônus para resultados de IGC melhores, há sempre um “custo de oportunidade” envolvido.

Existe um embaraço burocrático envolvendo medidas regulatórias da educação superior que ocupa considerável tempo e gasta energia de servidores e professores que poderiam estar sendo aplicadas em questões administrativo-acadêmicas mais pertinentes.

Porém a sociedade brasileira perde com o desprestígio de um modelo de educação superior integralmente financiado com recursos públicos.

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É considerado como "boicote" ao ENADE a ação política organizada por estudantes que são contrários ao processo de avaliação através do exame e que consiste na ausência deliberada dos estudantes à prova, assumindo o ônus da irregularidade advinda pelos estudantes e impedindo assim a produção dos dados necessários ao ENADE para a consolidação da avaliação dos cursos habilitados, sem ônus para a Instituição.

No entanto, é disseminado entre estudantes de Instituições Públicas um modelo de "boicote" que consiste numa ação política e organizada, socialmente irresponsável, sem efetividade ou proveito algum para cursos, instituições de ensino, comunidade acadêmica ou sociedade e que consiste em o aluno comparecer ao local de exame, assinar a ata e entregar a prova em branco. Essa é uma medida desqualificada pois apesar de não gerar ônus ao estudante, gera consequências nefastas aos cursos, as IES e principalmente a sociedade que não tem como identificar o que é ação política de repulsa ao exame e o que é má qualidade da prestação do serviço prestado.

 

Quando falta a prova, o estudante incorre em irregularidade junto ao ENADE, facilmente revertida em até 7 meses (prazo menor que muitas IES demoram para expedir normalmente os seus diplomas), mas não tem seus resultados individuais computados no cálculo do ENADE e o curso não tem conceito atribuído a partir do exame.

Quando comparece ao exame e não faz a prova ou a faz displicentemente, os seus resultados individuais são computados no cálculo do ENADE e o curso tem conceito atribuído a partir do exame.

Se os resultados médios individuais são ruins, seja por incapacidade ou ação política dos estudantes ou as duas coisas junto, o curso e a IES tendem a ser penalizados administrativamente pelo MEC e principalmente estigmatizados pela sociedade como maus cursos de graduação. No caso de cursos em Instituições Públicas, passam a ser vistos pela sociedade brasileira que os financiam como um mau investimento, que eventualmente deve ser revisto.

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