Escolhas linguísticas no português brasileiro é tema de livro da Eduff

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Das águas do Tejo até a baía de Guanabara, os falantes da língua portuguesa constantemente a modificam, com seus variados usos. Seja um pescador do Rio São Francisco vendendo sua pesca ou um professor universitário de Lisboa, nossas escolhas no momento de falar e escrever não refletem apenas nossa cultura, mas também nossa percepção sobre a vida. É sobre uma dessas questões, que o pesquisador Eduardo Kenedy trata em “A língua portuguesa no Brasil e em Portugal: o caso das orações relativas” (Eduff, 2016).

A obra trata das orações relativas preposicionadas, um tema pouco explorado. Com a presença de um pronome relativo – como “onde”, “qual” – essas orações envolvem a presença de uma preposição. Depois de viajar por vários países lusófonos e a partir de uma tese de doutorado, Kenedy buscou evidências empíricas para saber se elas são apenas utilizadas no português do Brasil ou se são comuns em outros dialetos do idioma.

Com fortes argumentos e uma linguagem clara, o autor chega à conclusão de que essas formas de construir orações estão presentes também no português de Portugal. Além disso, a partir da natureza cognitiva da linguagem humana, ela, talvez, exista em qualquer língua humana.

Sobre o autor
Eduardo Kenedy é professor do Departamento de Ciências da Linguagem da UFF, atuando na graduação e pós-graduação. Doutor e mestre em Linguística pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ele recebeu da Faperj, em 2013, o prêmio “Jovem Cientista do Nosso Estado”. Sua pesquisa é ligada a processamento linguístico, teoria sintática e psicolinguística.

 

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