Música - Centro de Artes UFF

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Atualizado: 12 horas 34 minutos atrás

Música Livre – Awurê

qua, 16/10/2019 - 15:19

O Grupo Awurê surgiu tendo como principal diretriz evidenciar os ritmos brasileiros e sons africanos, romper intolerâncias e fazer cultura popular a partir da ancestralidade em nossa sociedade. Exaltando os elementos constitutivos da cultura afro brasileira, contribui para o resgate e manutenção dessa identidade, também presente na população carioca, e afirma o papel da representatividade negra e o seu protagonismo cultural e social, fomentando a valorização desses radicais culturais, a desconstrução do preconceito e intolerância às religiões de matriz africana.

ÀWÚRÉ é um termo Iorubá formado pela junção das palavras À, nós ou nos, , desejar, e ibukun, suas bênçãos. Está presente em grande parte dos cantos sagrados, fazendo menção a desejos de boa sorte, bênçãos e votos de prosperidade. O enfoque à diversidade de ritmos brasileiros e sons africanos é o que marca a concepção musical adotada pelo grupo que, dentro de um respeito ao sagrado e como forma de preservação da memória, faz um passeio sonoro com responsabilidade e entretenimento. Em seus shows, são apresentados ritmos afro-brasileiros, como o samba (aqui em uma perspectiva de reafricanização), o jongo, o ijexá, o coco, o samba de roda e uma grande variedade de toques do candomblé. Buscam, assim, exaltar e mostrar ao público a importância da influência africana em nossa cultura, identidade e consciência ancestral por meio da música, cânticos, poesia e dança.

Suas apresentações reverenciam grandes nomes da nossa história, compositores instrumentistas e cantores que contribuíram para a cultura brasileira, com releituras de músicas consagradas, além de mostrarem um trabalho autoral.

24 de outubro de 2019
Quinta-feira | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Ingressos – R$30 (inteira) e R$15 (meia)
Classificação indicativa – livre

Categorias: Centro de Artes UFF

Música no Jardim – Música Antiga da UFF

qui, 10/10/2019 - 12:34

O grupo Música Antiga da UFF se une ao Coro da UFF para realizar canções da Renascença e algumas peças comemorando antecipadamente o Natal.

Anônimo –  Hannapachap Cussicuinin
Josquin des Prez –  El grilo
Claudin de Sermisy – Tant que vivray
Jacob Arcadelt – Il bianco e dolce cigno
Cancioneiro de Upsalla – Verbum caro factum est
Michael PraetoriuS – In dulce jubilo
Michael Praetorius – In dulce jubilo
Michael Praetorius – Num komm

Coro da UFF
Música Antiga da UFF – Mario Orlando e Leandro Mendes 
Músico convidado Peri Santoro

27 de novembro de 2019
Quarta | 17h
Jardim da Reitoria
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Entrada Franca

Categorias: Centro de Artes UFF

OSN Cine – Ganga Bruta

qui, 26/09/2019 - 16:40

A Orquestra Sinfônica Nacional UFF apresenta no dia 4 de outubro, às 19h, e nos dias 5 e 6 de outubro, às 10h30, no Cine Arte UFF, a série OSN Cine. As exibições fazem parte da programação do 4º Festival de Cinema do BRICS, que reúne produções e atividades voltadas para o cinema dos membros do grupo BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. O filme Ganga Bruta será exibido com execução da trilha sonora ao vivo pela OSN UFF. O regente convidado Thiago Santos comandará a Orquestra nestas apresentações que contarão com composições de Radamés Gnattali (1906 – 1988).  

A série OSN Cine une duas formas de arte distintas, mas que se complementam de forma ímpar: a música e o cinema. Ambas encontraram na cultura brasileira o terreno fértil e propício para o surgimento de grandes artistas. Dois deles estarão em evidência no OSN Cine deste ano: um dos maiores cineastas brasileiros, Humberto Mauro, idealizador do mais significativo ciclo regional de nosso cinema, inspiração de Glauber Rocha e do Cinema Novo; e Radamés Gnattali, um dos mais profícuos arranjadores brasileiros de todos os tempos, artista de destaque tanto na música popular quanto na música erudita.

Nesta exibição especial do filme Ganga Bruta, obra de 1933, com direção de Humberto Mauro e trilha de Gnattali, o público poderá conferir a junção do trabalho destes dois grandes nomes. A plateia também será contemplada com a presença do maestro Thiago Santos, um dos principais nomes da nova geração de regentes brasileiros.

 

Ficha técnica:

Ganga Bruta
Brasil, 1933, 82′, 14 anos
De Humberto Mauro
Com Déa Selva, Durval Bellini, Lu Marival e Décio Murilo

Em sua noite de núpcias, Marcos mata a esposa ao descobrir que ela não era virgem. O escândalo repercute, mas ele é absolvido. Muda-se para Guaraíba, onde dirige as construções de uma fábrica, auxiliado por Décio, que vive com sua mãe paralítica, e Sônia, sua irmã de criação. Sônia se interessa por Marcos, mas Décio, que a ama platonicamente, teme que algo aconteça entre os dois. Marcos ainda vive atormentado pelas recordações de seu noivado com a esposa que assassinara. Um retrato da vida brasileira nos anos 1930, onde predominam a sensualidade, a repressão sexual e a violência urbana.

 

BRICS

O 4º Festival de Cinema do BRICS reúne produções e atividades voltadas para o cinema dos membros do grupo BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul –, com edições anuais intercaladas entre os cinco países.

Em 2019, o Brasil sedia o BRICS, e Niterói foi a cidade escolhida para acolher, entre os dias 23 de setembro e 9 de outubro, a quarta edição do festival. O evento é realizado pelo Departamento de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense (UFF), com a cooperação da prefeitura de Niterói, apoio institucional da Ancine e patrocínio da Secretaria Especial de Cultura, do Ministério da Cidadania.

A 4ª edição do Festival de Cinema do BRICS busca valorizar o passado, o presente e o futuro do cinema, com ações voltadas para a história cinematográfica dos países membros do bloco e para dar espaço para novos talentos do audiovisual. O evento conta com diversas atividades, cursos e mostras, todos abertos ao público. Além disso, a 4ª edição evidencia a importância da universidade pública na formação audiovisual no Brasil e a sua participação na produção e manutenção de acervos audiovisuais.

Nota de programa

Se Ganga Bruta (1933) marca o cinema nacional como um dos mais importantes filmes brasileiros de todos os tempos, para o jovem Radamés Gnattali (1906-1988) é o início de sua atividade como compositor de trilhas sonoras – nos 50 anos seguintes, escreveu música para mais de 35 filmes incluindo Rio 40 Graus (1955), O Homem do Sputnik (1959) e Eles Não Usam Black-tie (1981). Como o longa de Humberto Mauro surgiu na transição do cinema silencioso para o falado, a trilha essencialmente orquestral de Gnattali cumpre papel fundamental no desenrolar da trama, numa espécie de tradução musical da narrativa. Ao longo do filme, uma variedade de gêneros e estilos musicais caracterizam e conceituam personagens, sentimentos e locações. Como traço marcante da produção de Radamés Gnattali, sua fácil circulação entre a música de concerto e a música popular nos faz ouvir em Ganga Bruta seresta, maxixe, batuque, valsa, inserções de trechos da Abertura 1812 de Tchaikovsky além de canções românticas – incluindo Teus Olhos, Água Parada, concebida como leitmotiv do casal protagonista – e a marchinha de carnaval Ta-Hí, grande sucesso nos anos 1930 na voz de Carmen Miranda.

Radamés Gnattali

Radamés Gnattali nasceu em 1906, em Porto Alegre. Foi um compositor, arranjador, maestro, pianista e violista. Filho de dois apaixonados por música, recebeu aulas de piano dadas pela mãe, lições de violino com a prima, além da influência do pai que era músico. Se forma pianista pelo Instituto de Belas Artes de Porto Alegre aos 18 anos de idade.

Por 4 anos, toca Viola no quarteto de cordas Henrique Oswald. Em fins de 1920, se muda para o Rio de Janeiro, onde se torna integrante do quarteto Hotel Central. Em 1930, apresenta as suas primeiras composições, todas elas de repertório erudito. À música popular, ele apenas vai se aproximar em 1932, em virtude da necessidade financeira de subsistência. Muitos de seus trabalhos nessa época são realizados sob o pseudônimo Vero, em uma tentativa de encobrimento de seu repertório popular. Sua carreira cresce conectada à música popular. Seus arranjos se tornam muito cobiçados. Cria a Orquestra Carioca, primeira rádio dedicada exclusivamente à música brasileira. Em 1943, surge a Orquestra Brasileira de Radamés Gnattali, com a intenção de levar uma brasilidade maior às orquestrações. 

Após o fim das orquestras radiofônicas (pelo advento da televisão), seu trabalho retoma um foco maior novamente para a música erudita, além de ser maestro e arranjador em algumas TVs.

Em janeiro de 1983, recebeu um Prêmio Shell na categoria de música erudita. Um dos maiores responsáveis pela diluição das fronteiras entre erudito e popular no Brasil, ele morreu em 1988, no Rio de Janeiro, tendo composto em sua vida a trilha sonora de mais de 35 filmes. 

 

Thiago Santos – Regente convidado

Thiago Santos tem sido apontado como um dos mais promissores jovens regentes brasileiros da atualidade. Após atuar como maestro assistente da BBC Philharmonic e da Royal Liverpool Philharmonic, na Inglaterra (2014-2016), retornou ao Brasil e desde então tem dirigido regularmente diversas orquestras pelo país, dentre elas: a Sinfônica Nacional-UFF, Sinfônica da UFRJ, Sinfônica de Sergipe e Sinfônica Jovem de Goiás.

Também trabalhou com a Filarmônica de Minas Gerais, Sinfônica de Porto Alegre e Sinfônica de São José dos Campos.

Por duas temporadas (2017 e 2018), foi maestro titular e diretor artístico da Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Paraíba, sendo reconhecido por importante expansão artística do grupo e sua consolidação no cenário orquestral nacional. Foi o primeiro latino-americano contemplado com a bolsa de estudos Leverhulme Arts Scholar para o renomado programa de regência orquestral do Royal Northern College of Music, em Manchester (Inglaterra).

4 a 6 de outubro de 2019
Sexta | 19h, sábado e domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – Sexta: R$30,00 (inteira) e 15,00 (meia).
Sábado e domingo: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Classificação etária: 14 anos

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Projeto Vital para o Brasil

qui, 26/09/2019 - 15:33

Curadoria: Eduardo Monteiro

ALEJANDRO ALDANA violino    ÉRIKA RIBEIRO piano

LUDWIG VAN  BEETHOVEN (1870-1927)
Sonata para violino e piano n. 5 em Fá maior, op. 24, “Primavera”
Allegro
Adagio molto espressivo
Scherzo. Allegro molto – Trio
Rondo. Allegro ma non troppo

ROBERT  SCHUMANN (1810-1856)
Sonata para violino e piano n. 1, em lá menor, op. 105
Mit leidenschaftlichem Ausdruck
Allegretto
Lebhaft

MANUEL DE FALLA (1876-1946)
Sete canções populares Espanholas
El paño moruno
Seguidilla murciana
Asturiana
Jota
Nana
Canción
Polo

13 de outubro de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 20 | R$ 10 (meia)

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Música Livre – Agatha e Gui Fleming + Luíza Boê

qui, 19/09/2019 - 15:08

Agatha e Gui Fleming

Agatha e Gui Fleming apresentam, em seu show, o repertório de dois discos. Uma conjunção do trabalho de dois artistas no processo de lançar seus respectivos álbuns pelo selo Porangareté, com produção de Rodrigo Garcia. Gui Fleming lançou o single Riscando o disco, em dezembro de 2018 – e o single A Bactéria, em fevereiro de 2019, lançado em conjunto com o single Sapatinho, de Agatha. Os dois discos foram gravados por intermédio do projeto LabSonica do Oi Futuro, com show de lançamento dos singles, realizado em fevereiro de 2019, também no Oi Futuro. Enfim, o show apresenta ao público o repertório dos álbuns de estreia de Agatha (Do lado de lá) e Gui Fleming (Bom maldito) que dividem palco e composições.

Gui Fleming nasceu em Niterói, cresceu em Taubaté, no interior de São Paulo. Em Rio das Ostras, formou-se em psicologia, ao mesmo tempo que começou a apresentar suas canções ao público. Fortemente inspirado pela vanguarda paulista, como Itamar Assumpção, e tropicalistas, como Caetano e Tom Zé, Gui Fleming se prepara para lançar Discando o Risco, seu primeiro álbum de canções autorais. Os dois primeiros singles, Riscando o disco e A Bactéria, já estão disponíveis em todas as plataformas de streaming. O álbum Bom Maldito tem lançamento marcado para o dia 11 de outubro de 2019, pelo selo Porangareté com apoio LabSonica/Oi Futuro e produção de Rodrigo Garcia.

Agatha é de Niterói e começou a cantar na região serrana do Rio de Janeiro. Com o pé no blues e no folk norte americano, ela atualmente prepara um disco em português com canções inéditas de Gui Fleming, Duda Brack, Chico Chico, Júlia Vargas, Liv Lagerblad e duas canções autorais. O primeiro single, Sapatinho, canção de Chico Chico, foi lançada dia 08 de fevereiro de 2019. O trabalho conta com a produção de Rodrigo Garcia. O álbum Do lado de lá será lançado no dia 11 de outubro pelo selo Porangareté com apoio LabSonica/Oi Futuro.

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Luíza Boê

Cantora e compositora, Luíza Boê (27) faz “música mágica brasileira”. Suas composições são auto-medicina poética para seus processos pessoais e abordam diferentes temas – para Luíza, compor é uma jornada de cura, é sobre transformar dor em dom, amor em arte, e esse é seu ofício enquanto artista.

Em 2017, participou da 2ª temporada do programa Lounge, no Canal BIS. Em 2018, lançou seu primeiro disco autoral, produzido por Hugo Noguchi, e despontou como um dos expoentes da nova MPB. Boê acaba de lançar seu novo EP Terramar, com produção de Alexandre Kassin e participação de alguns dos maiores instrumentistas do país. Ambos os lançamentos receberam destaque nas plataformas digitais, fazendo com que a artista fosse duas vezes capa da playlist “Novo Som”, do Spotify, e “Cocoon” esteve entre “As 50 mais virais”.

Luíza Boê nasceu no estado de Minas e cresceu em Vitória/ES, onde iniciou os estudos de dança aos cinco anos, de teclado aos oito, de canto popular aos 15 e de violão aos 17, quando nasceram suas primeiras composições.

Sobre o EP Terramar: O novo trabalho da cantora e compositora Luíza Boê celebra o que há de melhor na música brasileira – a mistura. Com produção de Kassin, em quatro faixas, Terramar traz o erudito de Jaques Morelenbaum, a guitarra de Fernando Catatau, a bateria de Domênico Lancellotti, a percussão mineira de Paulinho Santos (Uakti) e a guitarra paraense de Manoel Cordeiro, além de dueto com o cantor pernambucano Otto. Terramar é força criativa para falar da relação com o feminino, com a mãe, com o desejo – é cantar a própria cura. O EP foi lançado com destaque nas plataformas digitais, colocando a artista na capa das playlists Novo Som, do Spotify e Radar Brasilidades, do Deezer.

“Uma das coisas que me encantaram nas músicas da Luíza é que elas, de uma certa forma, parecem já existir por terem um ambiente mais tradicional. Isso é muito bom porque quando se ouve a primeira vez, você já está íntimo dessas músicas. Outra coisa interessante é que as composições dela dão muitas possibilidades para diferentes ambientes estéticos. Isso contribuiu para misturar essa turma com a sonoridade da Luíza e fez com que o resultado se tornasse algo memorável”, fala Alexandre Kassin.

26 de setembro de 2019
Quinta | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos: R$30,00 (inteira) / R$15,00 (meia)
Classificação: 16 anos

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Série Show das 4 – Dóris Monteiro

qua, 18/09/2019 - 10:43

Dóris Monteiro, uma das pioneiras do gênero “bossa nova” e com 40 discos gravados em 68 anos de carreira, é uma lenda viva da música brasileira. Nascida em 1934, iniciou sua carreira aos 13 anos de idade, no programa radiofônico Papel Carbono, do apresentador Renato Murce, na Rádio Nacional. Apresentou-se, a partir de então, na boate do Copacabana Palace Hotel, na Rádio Guanabara, Rádio Tupi e em tantos outros espaços. Sua primeira gravação ocorreu aos 17 anos, com o samba-canção Se você se importasse, do compositor Peterpan, em disco de 78 rpm. Gravou o primeiro long-play em 1954, Vento soprando, pela gravadora Continental. Em 1952, foi eleita Rainha dos Cadetes. Depois, vieram outros sucessos como: Agulha no palheiro, Dó ré mi, Graças a Deus, Joga a rede no mar, Mocinho Bonito e muitos outros sucessos.

Em 1955, se apresentou no Cassino de Punta Del Este (Uruguai) e, em 1957, excursionou com Dorival Caymmi, fazendo shows em Lisboa e em Coimbra (Portugal). Em outubro de 1990, viajou ao Japão, onde cantou em teatros de Osaka, Nagoya e Tokyo, a convite de Lisa Ono, lançando o disco Bossa Nova Underground.  Recentemente, fez o circuito SESC (SP) e apresentou-se também no BNDES, Beco das Garrafas, Sala Baden Powell, Teatro NET e Teatro Arthur da Távola, e fez participações especiais no Blue Note (RJ).

Com amor, humor e muita sensibilidade, Dóris Monteiro continua emocionando o seu público, onde quer que se apresente! Na apresentação a ser realizada no Teatro da UFF, dentro da série Show das 4, Dóris Monteiro apresentará seu espetáculo “A bossa de Dóris”, onde interpreta os grandes sucessos que marcaram sua longeva carreira, dentro do universo da bossa nova. A cantora terá, no palco, a companhia de André Luís Gonçalves (violão), Geferson Horta (baixo) e Moacyr Neves (bateria).

No repertório do show, estão: Mocinho bonito, A banca do distinto, Canto livre e Esperança perdida (todas com letra e música de Billy Blanco), Teresa da praia (Billy Blanco e Tom Jobim), Tristeza de nós dois (Durval Ferreira / Bebeto / Mauricio Einhorn), Lobo lobo (Carlos Lyra e Ronald Bôscoli), Garota de Ipanema (Tom Jobim e Vinicius de Moraes), Conversa de botequim (Noel Rosa), O samba da minha terra (Dorival Caymmi) e vários outros sucessos inesquecíveis.

09 de outubro de 2019
Quarta-feira | 16h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia)
Classificação etária: Livre

Categorias: Centro de Artes UFF

Música Antiga da UFF

ter, 10/09/2019 - 16:12

SEFARAD canções sefaraditas.

“Sefarad” é o nome hebraico da Península Ibérica, já mencionado na profecia de Abdias como um dos lugares habitados por exilados de Jerusalém. Após a destruição do Segundo Templo em Jerusalém deu-se a dispersão de muitos judeus pelos vários países da Europa sendo que uma porção da comunidade judaica foi se consolidando na Espanha que veio a se tornar o principal centro de judaísmo na Europa medieval. Esse processo durou cerca de 1.400 anos e chegou a seu fim em 5252 (1492), quando a família real espanhola deu à comunidade judaica a escolha entre a conversão, a morte ou o exílio. Aqueles judeus que não se converteram ao cristianismo foram obrigados a deixar suas terras e se dispersaram em diásporas pelo leste europeu, norte da África e pelo Novo Mundo.

Nessas novas regiões a figura feminina teve um papel importante na manutenção das tradições do povo judeu. Por permanecerem em casa desempenhando o serviço doméstico, não se aculturaram e mantiveram vivas as tradições do povo, transmitindo de mãe para filha canções que datam de épocas remotas. Essas canções foram coletadas e grafadas no início do século XX e uma pequena mostra será apresentada nesse concerto.

A la una yo nasci
Yo m’enamori d’un ayre
Una pastora yo ami
Mi suegra
Tu madre quando te pario

 

MÚSICA ANTIGA DA UFF Leandro Mendes e Mario Orlando
Músico convidado: Sonia Leal Wegenast

Dia 30 de outubro de 2019
Quarta | 18h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos R$20 (inteira) e R$ 10 (meia)

Categorias: Centro de Artes UFF

Música no Jardim – Quarteto de Cordas da UFF

ter, 10/09/2019 - 15:32

“Celebrando a Arte”

Celebrando a vida e a arte no Jardim da Reitoria da UFF, o público de Niterói receberá um programa eclético, leve e emocionante com obras já consagradas no repertório do Quarteto de Cordas da UFF. Recém-chegado de uma turnê internacional pela Inglaterra e Alemanha, o quarteto trará ao público as emoções vividas nesta experiência através da execução de obras apresentadas nesta viagem. Confiram!

Programa


Ernst Mahle (1929) – Quarteto 1975 C92
(90 anos de nascimento)
Moderato
Andante – Agigato – Andante
Vivo

Tom Jobim (1927-1994) / Vinícius de Morais (1913-1980) Eu sei que vou te amar
Arranjo para Quarteto de Cordas – Luiz Fernando Zamith

Pixinguinha (1897-1973) / João de Barro (1907-2006) Carinhoso
Arranjo Luiz Fernando Zamith

Ástor Piazzolla (1921-1992) Adiós Noniño
Arranjo Oswaldo Carvalho

Ástor Piazzolla (1921-1992) Tango Ballet
Titulos
La calle
Encuentro – Olvido
Cabaret
Soledad
La calle

TOMAZ SOARES 1º violino
UBIRATÃ RODRIGUES 2º violino
JESSÉ MÁXIMO PEREIRA viola (músico convidado)
DAVID CHEW violoncelo  (músico convidado)

23 de outubro de 2019
Quarta | 17h
Jardim da Reitoria da UFF
Entrada Franca
Em caso de chuva o concerto será realizado no Teatro da UFF com ingressos R$ 1

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OSN Série Alvorada

qua, 04/09/2019 - 15:10

regente Javier Logioia Orbe
solista Luísa de Castro
solista Eduardo Monteiro

PROGRAMA

Antonín Dvorák (1841 – 1904)
ROMANCE PARA VIOLINO EM FÁ MENOR, OP 11

LUÍSA DE CASTRO solista – violino

Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791)
CONCERTO PARA PIANO Nº19 EM FÁ MAIOR, KV 459
Allegro
Allegretto
Allegro assai

EDUARDO MONTEIRO solista – piano

Ludwig Van Beethoven (1770 – 1827)
SINFONIA Nº 2 EM RÉ MAIOR, OP. 36
Adagio molto – Allegro con brio
Larghetto
Scherzo: Allegro
Allegro molto

JAVIER LOGIOIA ORBE
regente convidado

14 de setembro de 2019
Sábado | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 20 | R$ 10 (meia)

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Show das 4 – “João Senise – Chama o Síndico”

qua, 21/08/2019 - 13:55

Chama o Síndico (gravadora Fina Flor), o novo disco do cantor João Senise, é uma homenagem a Tim Maia, carinhosamente chamado de “Síndico”, que nos deixou há 21 anos.  João Senise traz como convidados o maestro Gilson Peranzzetta (piano, arranjos e direção musical), Mauro Senise (sax e flauta) e as divas Leny Andrade e Aurea Martins. Adriano Giffoni (baixo elétrico) e João Cortez (bateria) completam o time.

No repertório do show, estão clássicos autorais de Tim Maia como Não quero dinheiro, Azul da cor do mar, Réu confesso e Acende o farol, além dos eternizados em sua voz como Primavera Eu amo você, de Cassiano e Sílvio Rochael, Telefone, de Nelson Correa e Beto Kae, Um dia de domingo e Me dê motivo, de Michel Sullivan e Paulo Massadas, Gostava tanto de você, de Edison Trindade, A festa do Santo Reis, de Márcio Leonardo, e Descobridor dos Sete Mares, de Gilson Mendonça e Michel.

As músicas, claro, são velhas conhecidas do público, mas estão apresentadas com uma sonoridade totalmente nova, resultado do trabalho do Gilson Peranzzetta como arranjador. A essência da obra está lá, mas com outra leitura. Quando as pessoas ouvirem, vão notar a diferença, afirma Senise.

Com trinta anos de idade e seis anos de carreira, João Senise já apresenta uma expressiva produção musical. Chama o Síndico, seu sexto álbum, tem quinze faixas e conta com a assinatura de Gilson Peranzzetta na direção musical e arranjos – e ainda ao piano, acordeon e clarineta. O disco traz também as participações especialíssimas de Ivan Lins em Primavera, de Leny Andrade em Saigon e de Áurea Martins em Um dia de domingo. E mais os instrumentistas do grupo Cama de Gato, que são os convidados na faixa Lindo lago do Amor, Rildo Hora em Azul da cor do mar, Jota Moraes toca vibrafone em Eu amo você, e Mauro Senise é destaque em Não quero dinheiro.

Um pouco sobre João Senise

João Senise é jornalista e cantor. Em seis anos de carreira lançou seis CDs solo: Just in time (março de  2013 – Indie), Abre alasCanções de Ivan Lins (fevereiro de  2015 – Fina Flor), Celebrando Sinatra (março de 2016 – Fina Flor), Influência do Jazz (dezembro de 2016 – Fina Flor), Love letters (dezembro de 2017 – Fina Flor) e Chama o Síndico (2019 – Fina Flor), que chega agora ao mercado.

Filho do flautista e saxofonista Mauro Senise e da produtora Eliana Fonseca Peranzzetta, desde pequeno João Senise conviveu num ambiente musical. Ainda menino, aos quatro anos de idade, começou a ter aulas de iniciação musical na Escola de Música Antonio Adolfo. Aos sete anos, iniciou os estudos de canto e aulas de piano com seu padrasto Gilson Peranzzetta.

Já gravou e se apresentou com artistas de renome internacional, como Alaíde Costa, Áurea Martins, Dori Caymmi, Edu Lobo, Ivan Lins, Joyce, Leila Pinheiro, Leny Andrade, Mauro Senise, Roberto Menescal, Sueli Costa, Antonio Adolfo, Rildo Hora e Wanda Sá.

João Senise participou de importantes festivais e shows por várias cidades do Brasil, sempre com a direção musical e arranjos do maestro Gilson Peranzzetta. Destaque para as apresentações em Minas Gerais na Festa da Música e no Museu da Pampulha, em Belo Horizonte, no Centro Cultural Yves Alves e no 6º Tiradentes Jazz Festival, em Tiradentes; no Espírito Santo no Parque Botânico Vale e XX Festival de Inverno de Domingos Martins em Vitória; em São Paulo no Sorocaba Jazz Festival, em Sorocaba e no Rio Santos Jazz Festival, em Santos; em Goiânia no Teatro SESI com a Orquestra de Sopros do Cerrado e no Ceará, no Festival Jazz & Blues de Guaramiranga, no Rio de Janeiro na Sala Cecília Meireles, na Sala Baden Powell, no Teatro Rival, no Centro de Artes da UFF e no Blue Note.

11 de setembro de 2019
Quarta | 16h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Ingressos – R$60 (inteira) e R$30 (meia)
Classificação etária – Livre

Categorias: Centro de Artes UFF

Música Antiga da UFF

qua, 14/08/2019 - 09:56

TRECENTO

A música italiana no século XIV

TRECENTO é o título do novo programa do Música Antiga da UFF que promete visitar a Península Itálica (Itália) no século XIV. O programa reúne danças instrumentais da Idade Média encontradas num manuscrito italiano do século XIV da Biblioteca Britânica que contêm 15 danças monofônicas como várias Stampittas, um Trotto, quatro Saltarellos, um Lamento di Tristano e outra dança intitulada La Manfredina. Estes são os únicos exemplos conhecidos de música de dança instrumental medieval italiana

Um outro importante manuscrito desse período é o Codex Rossi, um documento musical do século XIV preservado em duas partes, uma no Vaticano e outra na cidade de Ostiglia. O codex contém 37 peças seculares incluindo madrigais, cacce e ballate monofônicas. Durante muito tempo foi considerado a mais antiga fonte de música italiana do século XIV. Sendo as músicas todas anônimas, dois compositores foram identificados a partir de semelhanças de peças com atribuições em outras fontes posteriores, são eles Maestro Piero e Giovanni da Cascia.

Ainda desse mesmo período o grupo apresentará canções de Francesco Landini ou Landino (c.1325 – 1397), organista, cantor, poeta e construtor de órgãos italiano, um dos mais venerados compositores da segunda metade do século XIV e o mais importante da “Itália” em sua época.

Programa

Codex Rossi séc. XIV – Pianze la bella Iguana

Anônimo séc. XIV –  Saltarello

Codex Rossi séc. XIV – Che ti zova nascondere (balatta)

Francesco Landini (c. 1325-1397) – Ecco la Primavera

Anônimo séc. XIV – Lamento di Tristano

Codex Rossi séc. XIV – Amor mi far cantar a la francesca

Anônimo séc. XIV – Salterello

Codex Rossi séc. XIV – Lucente Stella (balatta)

Anônimo séc. XIV – Istanpitta Ghaetta

Codex Rossi séc. XIV- Per tropo fede

 

MÚSICA ANTIGA DA UFF: Leandro Mendes e Mario Orlando

CONVIDADOS: Sonia Wegenast e Rique Meireles.

Categorias: Centro de Artes UFF

Quarteto Bosisio

sex, 09/08/2019 - 12:38

Os seis quartetos que Mozart dedicou ao seu amigo Haydn

É quase a história de Mozart e Salieri contada ao contrário: Mozart e Haydn eram grandes amigos e se admiravam mutuamente. Em uma época em que os compositores dependiam de encomendas de obras para sobreviverem, Mozart simplesmente dedica ao amigo seis de seus melhores quartetos. Nesta série incluem-se os dois mais famosos, que passaram a ser chamados pelo público de “A CAÇA” e “A DISSONÂNCIA”, obras celebradas como um dos ápices da música de câmara de todos os tempos.

Mozart era ciente de sua superioridade em relação aos compositores da época e não escondia esse fato em falsa modéstia. Sua admiração por Haydn, considerado “o pai” do gênero “quarteto de cordas”, fazia-se notória, assim como a obra do já falecido J. S. Bach, pela qual nutria profundo respeito. Eram, para ele, as duas grandes referências.

Conta-se a história, na qual, em Viena, durante a apresentação de um quarteto de Haydn, um outro compositor, mordido pela inveja, venenosamente, cochichou a Mozart: “Não gosto… jamais escreveria assim…”, quando o gênio de Salzburg respondeu: “Eu também não conseguiria escrever assim. Provavelmente nós dois não teríamos o mesmo talento para tal…”

Sendo como for a simples dedicatória espontânea de seis grandes obras a Haydn, certifica, além da amizade, o alto grau de admiração artística, com a relevância de partir de alguém como Mozart, único na História da Música. 

Sobre o Quarteto Bosisio

Este renomado grupo de música de câmara surgiu na década de 1980, idealizado pelo violinista Paulo Bosisio, que estudara por oito anos na Europa com Max Rostal, na época considerado o maior pedagogo daquele continente. Quando retornou ao Brasil, Bosisio fundou o atual quarteto mantendo os pensamentos artísticos do antigo mestre onde o ideal estético-instrumental deveria emergir de uma fonte única, com perfil próprio e bem diferenciado.

O Quarteto Bosisio apresentou-se, desde o seu início, nas mais importantes salas de concerto da cidade onde é residente, o Rio de Janeiro, como o Teatro Municipal, Sala Cecília Meireles, Centro Cultural do Banco do Brasil, Teatro do BNDES e várias outras, não só oferecendo o tradicional repertório romântico-classicista, mas também muita música brasileira, várias em primeira audição mundial, nas Bienais de Música Contemporânea e Panorama da Música Brasileira, inclusive realizando a primeira gravação mundial do Quarteto nº4 de Villa-Lobos. Internacionalmente, o Quarteto Bosisio realizou tournée pela Europa, inclusive gravando quartetos brasileiros para programas da BBC, realizando também master-classes. 

 

Programa
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Quarteto em si b maior “A CAÇA K458
Allegro vivace
Menuetto
Adagio
Alegro assai
                                 
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791)
Quarteto em Dó maior K465 “DISSONÂNCIA “
Adagio-Allegro
Adagio cantabile
Menuetto
Molto alegro

 

PAULO BOSISIO 1º violino         
CARLOS MENDES 2º violino
DHYAN TOFFOLO viola          
MARCELO SALLES violoncelo

8 de setembro de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$20 e R$ 10 meia

Categorias: Centro de Artes UFF

Quarteto de Cordas da UFF

sex, 09/08/2019 - 12:28

Latin America – Musical Fusions

O Quarteto de Cordas da Universidade Federal Fluminense segue nesta temporada no firme propósito de sensibilizar e divulgar a música composta para esta formação. Alguns podem se perguntar neste momento qual a razão do título estar em inglês? O programa a ser apresentado é parte da turnê internacional que o Quarteto da UFF fará no mês de setembro tocando concertos e ministrando masterclasses. Londres, Hull, Colônia e Bonn escutarão este repertório concentrado na nossa latinidade.

O programa começa com a segunda apresentação mundial da obra Suíte dos Monstros do argentino “quase carioca” Blas Rivera. Essa peça foi dedicada ao Quarteto da Cordas da UFF pelo amigo, compositor, saxofonista e pianista argentino Blas Rivera. Em suas próprias palavras: “vou escrever essa Suite pra vocês. Só quarteto, sem sax, sem piano”. Blas que já se apresentou com o quarteto várias vezes e de alguma maneira, quis continuar presente no grupo através da ponta de sua caneta recriando várias de suas obras apenas para quarteto.

A parte central do programa apresenta Villa-Lobos e sua inventividade da juventude em seu Quarteto de Cordas n.1 e Gnattali com seu domínio preciso da forma com conteúdo recheado de gestos musicais da nossa música popular.

Para terminar Piazzolla que é considerado o precursor do “Nuevo Tango”. Após estudos nos EUA e na França, Piazzolla introduz novos elementos de jazz e música clássica neste estilo musical de sua terra natal. Em 1955, ele forma o grupo “Octeto Buenos Aires” e compõe em 1956 o Tango Ballet para esta formação (dois bandoneóns, dois violinos, contrabaixo acústico, piano, cello e guitarra elétrica). Esta obra adquire tanto sucesso que é levada a ser transcrita para Quarteto de Cordas e para orquestra de câmara.

Com a certeza de estarmos levando cultura, alegria e sensibilidade para as pessoas, contamos com a torcida de todos para representarmos nosso país e nosso continente levando nossa beleza cultural ao velho continente.                                                                                                                                      

Tomaz Soares

Programa

Blas Rivera (1965) – Argentina
“Suite dos Monstros” para quarteto de cordas
Prelúdio I – Ojala que me escuche
Prelúdio II – Jaque Mate
Prelúdio III – Canción para conquistar a la Bailarina
Prelúdio IV – Valsa pro Chico
Prelúdio V – Valsa para King Kong

Radamés Gnatalli (1906 – 1988) – Brasil
Quarteto Popular  – Movido  – Lento – Allegro Moderato

Heitor Villa-Lobos (1887-1959) – Brasil (60 anos de falecimento)
Quarteto de Cordas nº 1
“Cantilena” (Andante)
“Brincadeira” (Allegretto scherzando)
“Canto lírico” (Moderato)
Cançoneta (Andantino quasi allegretto)
“Melancolia” (Lento)

Astor Piazzolla (1921-1992) – Argentina
Tango Ballet, para quarteto de cordas
I . Titulos
II . La calle
III. Encuentro – Olvido
IV. Cabaret
V. Soledad
VI. La calle

 

TOMAZ SOARES 1º violino                   
UBIRATÃ RODRIGUES 2º violino
JESSÉ MÁXIMO PEREIRA viola (músico convidado)     
DAVID CHEW violoncelo

1 de setembro de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$20 e R$ 10 meia

Categorias: Centro de Artes UFF

Banda Gragoatá

sex, 02/08/2019 - 17:20

Banda Gragoatá faz show no Teatro da UFF em prol da banda Barcamundi, em agosto.

Os integrantes da banda Barcamundi tiveram um enorme prejuízo no mês de julho último, quando sua van foi assaltada e seus instrumentos musicais foram todos roubados. Sensibilizados com a Barcamundi, os integrantes da banda Gragoatá resolveram ajudar e farão um show em benefício da coirmã musical, no dia 29 de agosto, quinta-feira, às 20h, no Teatro da UFF. O ingresso terá o valor único de R$15,00. Valor único para todos os que comparecerem ao show. Mas quem quiser contribuir com mais, ajudando a banda, está convidado a fazê-lo, no dia do show, diretamente com a produção da banda Gragoatá.

A Gragoatá é uma banda que surgiu nos corredores da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Niterói (RJ) e que promete ser um dos nomes mais incensados da cena musical brasileira em 2017. Os estudantes Rebeca Sauwen e Renato Côrtes juntaram a paixão pela música no início de 2014, quando decidiram trabalhar juntos em algumas músicas dele. Em 2017, lançaram seu primeiro álbum, escorado pelo sucesso nas redes sociais e com distribuição da Coqueiro Verde Records.

Batizados com o nome do famoso bairro de Niterói, os integrantes da Gragoatá começaram a carreira com a gravação de dois vídeos na web. A mais conhecida delas, Passarinho caiu na boca do público e fez o grupo ganhar admiradores, além de versões cover da canção que se espalhou pelas redes sociais. Antes dupla, Rebeca e Renato logo convidaram Fanner Horta e suas composições para fazerem parte da banda.

“Vimos que nosso som tocava as pessoas e isso nos deixou bem empolgados. Algum tempo depois, após lançarmos um segundo vídeo – Escolha Certa -, aconteceu das coisas se alinharem e convidamos o Fanner para a Gragoatá”, revela Renato.

No ano de 2015, depois de lançar uma série de vídeos, o trio dava início a uma nova fase na carreira. Os músicos começaram a pré-produção do primeiro álbum, desenvolvendo as composições e arranjo em uma fazenda na região de Raposo, Itaperuna (RJ). Com a participação de Rebeca no Programa The Voice, da Rede Globo e no hit Linda, louca e mimada da banda Oriente, o Gragoatá deixou a divulgação dos novos singles guardados a sete chaves, e valorizou a visibilidade que a voz de Sauwen levou para o projeto. A gravação prosseguiu no Estúdio Villa, com produção de Renan Carriço (Facção Caipira, Overdrive Saravá).

Renato Côrtes se uniu ao trabalho realizado e falou sobre a colaboração dos integrantes: “No disco as músicas foram compostas por mim e por Fanner. Tem uma parceria nossa e algumas de Fanner com outros compositores. O disco é essencialmente água. Salgada e doce. Nesse contraste de serem tão parecidas e tão diferentes”, ressaltou ele.

Nesse disco a banda Barcamundi fez uma parceria, até então inédita, com a Gragoatá, que gerou a composição Revoada, registrada ao vivo.

Dia 29 de agosto de 2019
Quinta | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos: R$15,00 (meia – preço único)
Indicação etária: 14 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

Coral Alberto Hasson

qui, 01/08/2019 - 13:51

A música é a poesia: Música & Literatura

Em sua origem, a poesia, a música e a dança eram um todo. A divisão das artes não impediu que durante muitos séculos o verso fosse canto, com ou sem apoio musical. A música da poesia é a música da linguagem: suas imagens são as visões suscitadas em nós pela palavra. E a palavra, se bem dita, é um verdadeiro abraço sonoro.

É na garganta que o metal fônico pode adquirir consistência e se recortar, é aí que explode o significante, fazendo brotar, não a alma, mas o gozo da música. A voz que canta não é apenas sopro/expiração, mas uma materialidade do corpo emanada do instrumento garganta. Essa concretude está também na forma como se busca o sentido das palavras na forma falada.

O “A música é a poesia do corpo:  Música  &  Literatura” é um espetáculo que propõe o encontro da Palavra Cantada com a Palavra Falada. Este encontro de vozes celebra o Jubileu de ouro da Maestrina Talita Hasson, profissional ligada ao canto. Este é apenas um dos formatos dos espetáculos que o Coral Alberto Hasson vem realizando pelo Estado Rio de Janeiro. 

A Regente Talita Hasson é acompanhada por um Coral composto por 15 vozes ao qual se somam duas solistas, Cintia Fortunato e Magda Belloti, e dois músicos convidados, Lendro Campanate e Paulo Menezes. A condução do concerto será realizada por dois apresentadores: Leonila Murinelly e Iran  Pitthan.

PROGRAMA

 

1. A música: Corpo e Alma

Textos (fragmentos):

Músicas:

Bernardo Soares (F. Pessoa) | Frédéric Chopin

Friedrich Nietzsche | Ludwig van Beethoven 

R.Seixas/P.Coelho/M.Motta | Rubem Alves

Wanderlino T. L

Réquien – Mozart

Prelúdio – Chopin

Sonata ao Luar – Beethoven

Bachianas – Villa-Lobos

 

2. A música: Palavra e Presença

Textos (fragmentos):

Músicas:

Cruz e Souza | D. Diniz

Jorge L. Borges | Johann W. Goethe

Octavio Paz

Passaredo – Chico Buarque/Francis Hime

Asa Branca – Luiz Gonzaga/Humberto Teixeira

Modinha – Tom Jobim/Vinícius de Moraes

 

3. A música: Poesia e Voz

Textos (fragmentos):

Músicas:

Antonio Bivar | Cora Coralina

Iran Pitthan | Lena Pontes

Paul Verlaine | Machado de Assis

Roland Barthes | Rubem Alves

Beatriz – Chico Buarque/EduLobo

Alguém cantando – Caetano Veloso

Con te partirò – Lucio Quarantotto/Francesco Sartori

 

 

11 de agosto de 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 10 | R$ 5 (meia)

Categorias: Centro de Artes UFF

Música Livre – Rosabege e Rebeca

qui, 01/08/2019 - 11:27

ROSABEGE

ROSABEGE é juventude, enigma e sensibilidade em primeiro álbum.

Explorando visual, som e narrativas do mundo digital, grupo de Niterói surge como aposta interessante da música contemporânea.

Os caras são enigmáticos. Parece uma banda que veio do futuro, mas há ali algo vanguardista. Na real, eles são também o agora. Cheios de estilo, sensibilidade, ideias frescas e o principal e mais importante de tudo: esses caras fazem um som foda. E agora eles têm um disco para provar isso.

O nome deles é ROSABEGE, do álbum é “Imagem” e traz uma pira dos meninos em falarem num amanhã mais tecnológico, afetuoso e espiritual. No próximo dia 16, “Imagem” estará em todas as plataformas de música com participações de Ana Frango Elétrico, Gustavo Lessa e Kassin. A distribuição  é da Altafonte.

REBECA

Nascida e criada em Niterói, Rebeca carrega em sua voz a personalidade única somada a uma doçura capaz de unir a cenadanovaMPBeohiphope surpreender ouvintes. Foi assim com os jurados do The Voice Brasil, com o público da banda Oriente (onde participa do hit “Linda Louca e Mimada”, entre outros sucessos), nos vídeos acústicos com a Barcamundi e também com o público da banda Gragoatá.

A força de Rebeca sozinha, que encantou os jurados do The Voice Brasil 2015 (onde avançou até as oitavas de final) e as pessoas que viram seu trabalho com outros grupos, vai ser posta à prova no disco solo, “Corar”.

22 de agosto de 2019
Quinta | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 30 | R$ 20 (meia)

Categorias: Centro de Artes UFF

OSN Popular – Clássicos

sex, 26/07/2019 - 14:47

regente convidado UBIRATÃ RODRIGUES

PROGRAMA

 

Heitor VILLA-LOBOS (1887-1959)
Bachianas Brasileiras nº 4
Prelúdio

Samuel BARBER (1910-1981)
Adagio para Cordas, Op. 11 

Gabriel FAURÉ (1845-1924)
Pavane Op. 50

Ludwig van BEETHOVEN (1770- 1827)
5ª Sinfonia Op. 67 (1º movimento)
Allegro con brio 

Sergei PROKOFIEV (1891-1953)
Sinfonia Clássica Op. 25 (3º movimento)
Gavotta – Non troppo allegro

César GUERRA-PEIXE (1914-1993)
Mourão
Allegro

Wolfgang Amadeus MOZART (1756-1791)
Sinfonia nº 40, KV 550, em sol menor
Molto Allegro
Andante
Menuetto – Allegretto
Allegro Assai

07 e 08 de agosto de 2019
Quarta e quinta | 19h30
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 30 | R$ 15 (meia)

 

Categorias: Centro de Artes UFF

OSN Alvorada

seg, 22/07/2019 - 14:14

FELIPE PRAZERES   regente principal

PROGRAMA

Alberto NEPOMUCENO (1864-1920)
Suíte Antiga – Op.11

Felix MENDELSSOHN (1809-1847)
Sinfonia nº 3 – Escocesa 

25 de agosto do 2019
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 20 | R$ 10 (meia)

Categorias: Centro de Artes UFF

Música Livre – Ivo Vargas e Arthus Fochi

qui, 11/07/2019 - 11:42

Ivo Vargas Ivo apresenta, nesse show de voz e violão, o repertório do seu primeiro disco, intitulado Atalaia, álbum com previsão de lançamento ainda para o segundo semestre. Conhecido pelos trabalhos na banda Giras Gerais, no duo Dois Varguinhas e por ser elogiado intérprete do cancioneiro brasileiro, pela primeira vez, Ivo apresenta um espetáculo somente de composições suas. Um show intimista e repleto de emoções.

Arthus Fochi   

Fechando a noite, Arthus Fochi leva ao palco do Teatro da UFF o show que, recentemente, foi lançado em formato de álbum, intitulado Arthus Fochi e os Botos da Guanabara (Ao vivo no Barbatana), que conta com a participação e intervenção poética do Coletivo Niteroiense de Poesia: Laboriosa. O show apresenta canções inéditas do artista carioca e outras já lançadas no projeto Ano Sabático, no qual gravou junto a nomes como Chico Chico, Livia Nestrovisk, Déa Trancoso, e Júlia Vargas. Segundo ele, o público niteroiense pode esperar uma noite de muita poesia, reflexão, e emoção.

Categorias: Centro de Artes UFF

Violinos do Rio

qui, 11/07/2019 - 11:23

Os Violinos do Rio é um segmento da Camerata de Cordas Villa-Lobos que nasceu em 2011 através do desejo de músicos residentes no Rio de Janeiro em formar um grupo que se dedicasse a Música de Câmara apresentando-se sem regência, possibilitando assim um contato mais próximo entre os musicistas e seu público.

No fim de 2018, em sua 7ª temporada, a Camerata de Cordas Villa-Lobos decidiu oferecer ao grande público uma formação pouquíssima usual no mundo: orquestra de violinos. O concerto Violinos do Rio traz a seus expectadores peças de enorme musicalidade e virtuosismo, escolhidas a dedo pelo diretor artístico do conjunto, Paulo Bosísio. Com obras que vão do período barroco até os dias atuais, o programa é uma verdadeira viagem no tempo, na história da música erudita. O concerto promete muita emoção e qualidade artística.

Antonio Lucio Vivaldi (1678-1741) – Sonata à Tre em Si bemol maior
Prelúdio – Alemanda – Corrente

Georg Philipp Telemann (1681-1767) – Sonata à Quattro em Dó maior
Grave – Allegro – Largo e Spicatto – Allegro

Johann Sebastian Bach (1685-1750) –Sonata em Sol Menor (Fuga)
Versão para violinos: Matheus Marins Monteiro de Barros (1991) –

Jakob Dont (1815-1888) – Quarteto para 4 violinos op.42

Allegro espressivo – Scherzo – Larguetto – Vivace

Alvaro Carriello (1985) – Sonata Concertante / Solista: Paulo Bosísio
Andante Expressivo (Romance)
Allegro Vivace (Divertimento)
Moderato (Valsa)

Ernst Mahle (1929) – Ao cair da tarde
Poco Largo – Allegro

Ernani Aguiar (1950-) – Música para Três Violinos
Molto Allegro – Lento – Vivo

Witold Lutoslawsky (1913-1994) – Quatro Melodias da Silésia
Namorando – Arvoredo – O Ganso – O Diretor

DIRETOR ARTÍSTICO Paulo Bosísio
VIOLINOS Yuri Reis (Spalla) – Álvaro Carriello – Rafael Dias Belo – Matheus Marins – Sérgio de Oliveira – Joel Victor

27 de agosto de 2019
Terça | 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 20 | R$ 10 (meia)

Categorias: Centro de Artes UFF

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