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Atualizado: 5 horas 31 minutos atrás

E se mudássemos de assunto?

qui, 02/05/2019 - 14:49

Montagem de texto da premiada Renata Mizrahi chega a Niterói e reabre o TEATRO DA UFF.

A peça tem direção de Marcos França e poderá ser assistida sextas e sábados, às 20h e domingo às 19h.

Um homem tenta falar com seu parceiro. A conversa não acontece porque o outro está entretido com os aplicativos de seu celular. Lives e check-ins são urgentes, e o diálogo é interrompido constantemente. Numa outra cena, um casal tem dificuldade de rememorar seu primeiro encontro. A tentativa de reavivar a memória resulta numa confusão de lugares, situações e nomes de personagens. Certamente você se identificou com uma dessas (ou ambas) as situações. Os exemplos são apenas dois dos temas sobre os quais a premiada autora Renata Mizrahi joga luz em “E se mudássemos de assunto?”. O texto reúne dez cenas curtas que, em comum, têm como mote a incomunicabilidade nas relações – seja pela falta de atenção, de escuta, de disponibilidade para o outro e, indo mais fundo, a total ausência de diálogo. A peça tem direção de Marcos França e, no elenco, cinco talentosos jovens atores egressos do Centro de Artes de Laranjeiras (CAL). A montagem lotou o Parque das Ruínas no início do ano e a Casa de Cultura Laura Alvim no Rio de Janeiro poderá ser assistida agora no Teatro da UFF onde estreia dia 10 de maio, às 20h, cumprindo temporada até 26 de maio, sempre de sexta a domingo.

A iniciativa da montagem partiu dos cinco atores do elenco, hoje ex-alunos de Marcos França na CAL. Formado o grupo, o passo seguinte foi convidar o diretor para a empreitada. Em comum, o anseio de levarem à cena temas afins à geração na qual estão inseridos. França pensou em Mizrahi, que lhe mostrou não uma peça inédita, mas o conjunto de oito peças curtas. Com as peças-cenas nas mãos, diretor e elenco viram que elas tinham algo em comum – e que esse algo era justamente o que buscavam. Mais do que isso até…

As cenas unem, na sua maioria, dois atores. E tratam do encontro entre personagens que, na realidade, não chegam a se encontrar de fato. Tais encontros requerem certa atenção, e as personagens não dispõem de tal requisito. Há desde o casal decidido a se separar, cujas partes estão aparentemente serenadas, mas que, no avançar da conversa, vêem suas dependências emocionais acirrarem-se, numa metalinguagem teatral. Ainda na seara amorosa, há a mulher que lista ao parceiro argumentos que fundamentam suas incompatibilidades de gênios e estilos. Ela é assertiva; ele, zen. Até que o jogo vira, e a conversa muda de tom.

As cenas todas têm desfechos surpreendentes – sejam eles inusitados, divertidos ou mesmo comoventes.  E, ao desenrolarem-se as histórias, algumas das personagens voltam a se esbarrar. Duas delas de forma constante. São eles Martinha e Daniel. Ela é uma vendedora de panos de prato, levemente desmemoriada, que tenta contar sua história  —  o que não acontece por ser rechaçada por seu interlocutor, que alega não dispor de tempo para ouvi-la. E assim seguem as personagens em seus caminhos, sujeitos a novos (des)encontros. A exemplo de como vivem muitas das pessoas  que nos cercam. E – por que não? —  nós mesmos.

Ficha técnica:
Texto: Renata Mizrahi
Direção: Marcos França
Elenco: Daniel de Mello, Giulia Bertolli, Lucas Figueiredo, Ricardo Cuba e Tercianne Melo
Ambientação: Isabella Manhães
Figurinos: Ricardo Cuba
Desenho de luz: João Elias
Trilha sonora: Marcos França
Programação visual: Arthur Röhrig
Assessoria de imprensa: Christovam de Chevalier
Produção executiva: Rafaela Oliveira

10 a 26 maio de 2019
Sextas e sábados, às 20h e domingos às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Classificação: 10 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

PROJETO TRANSPARENTE

ter, 30/04/2019 - 11:21

O projeto tem por objetivo apresentar esquetes que abordam temas ligados ao cotidiano da vida de mulheres cis e LGBTQ’s; opressão, intransigência sexual e de gênero.
Opressão e intransigência são invisíveis, pois estão inseridas sorrateiramente na estrutura social, naturalizando alguns atos de opressão que acabam por estabelecer relações de poder. Ao término de cada apresentação faz-se necessário um debate com o público. Estas ações são importantes a partir do ponto de vista sociocultural, pois além de informar a sociedade, os textos e o debate, de formas acessíveis, esmiúçam o cotidiano e as dores dos oprimidos.

 

Primeira Esquete

O ANTICIO

Eneida acaba de fazer 18 anos, oprimida a vida toda pelo pai, ela quer ser livre sexualmente. O pai ao saber de seus atos libidinosos, a expulsa de casa.

Na rua, Eneida conhece o instigante Alceu e com ele desabafa as agruras de ser uma mulher negra, pobre e praticante do sexo livre!

Por viver em uma sociedade que pune o desejo da mulher, Eneida sentirá na pele até onde pode ir a opressão! 

Debate:
– Marginalização do prazer feminino
– Submissão feminina
– O tabu da Religião
– Desenvolvimento da Sexualidade Feminina

 

Segunda Esquete

4VIDAS

Misturando a linguagem de Cinema com a do teatro, o texto conta as angústias de quem vive a realidade da fluidez de gênero.

João por 18 anos, desde que se casou, sufoca a Maria que existe dentro de si; com o falecimento da esposa, Maria volta à tona trazendo de volta um passado que marcou dramaticamente sua vida.

Debate:
– Gênero, aparência e performatividade.
– Fetiche X Identidade de Gênero
– Fluidez de Gênero
– Auto repressão

29 de maio de 2019
Quarta | 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$10 | R$5 (meia)
Indicação etária: 16 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

O menino detrás das nuvens

ter, 30/04/2019 - 10:57

Vencedor do prêmio Mambembe e Sharp fica em cartaz de 11 a 26 de maio, sábados e domingos, às 16h.

O espetáculo infantil “O menino detrás das nuvens”, escrito e dirigido por Carlos Augusto Nazareth, faz sua reestreia no dia 4 de maio, no Teatro da UFF, em Niterói. O espetáculo, vencedor de mais de 15 prêmios,  na sua primeira montagem, incluindo Prêmio Mambembe, Sharp e Festival Internacional de São José do Rio Preto, fica em cartaz em uma curta temporada, de 11 a 26 de maio, sábados e domingos, às 16h.

 A montagem de “O menino detrás das Nuvens” também traz de volta aos palcos o diretor, escritor, dramaturgo, crítico de teatro, especialista em literatura infantil pela UFF, mestre em literatura brasileira e professor de dramaturgia, Carlos Augusto Nazareth, que também é o fundador do Centro de Pesquisa e Estudo do Teatro Infantil (CEPETIN) e do Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil.

A peça “O Menino detrás das Nuvens” é encenada pelos atores Daniel Leuback, Marcela Galvão e Mário Mendes, e pelos músicos Marco Aureh e Leonardo Pinheiro. Música ao vivo, circo, marionetes, dança, humor e lirismo, tudo na medida certa. Colocando em pauta o humano, – a mãe, a criança, a realidade, a fantasia, a arte – se mantém absolutamente contemporâneo, tanto que em todos estes anos teve cerca de 40 montagens em todo o Brasil, sendo montado por companhias do Estado do Amazonas até o Rio Grande do Sul.

O público vai conferir a história de Zezinho e sua mãe Sinhana, que vivem cercado de morros por todos os lados, que limitam seus horizontes. A mãe, conformada na limitação de seu universo, enquanto Zezinho quer saber o que tem do outro lado do morro. O Padrinho Malaquias é quem traz este universo que fica do outro lado do morro – alegria, descontração – que fascina Zezinho e que deseja ir em busca deste lugar levado pelo padrinho. No entanto o padrinho morre em um acidente, mas o desejo do menino é tão forte que o faz “voar” por cima dos morros. Lá descobre a magia, a fantasia, o encantamento, se descobre artista e retorna a sua terra para mostrar a mãe o jeito diferente que ele tem agora de ver o mundo, tentando que ela tenha, agora, olhos-de-ver, ouvidos-de-ouvir, já que até então só tinha tido mãos-que-trabalham. Zezinho cumpre sua função de artista, este olhar puro de menino que vê o mundo de um modo especial e que, como todo artista tem a função de mostrar aos outros este jeito especial de ver o mundo.

Montado pela primeira vez em 1997, “O Menino detrás das nuvens” foi adaptado do livro para o teatro após ter sido distribuído em inúmeras escolas de todo o país, somando mais de 100  mil exemplares. A obra recebeu as melhores críticas de O Globo e do Jornal do Brasil, e o texto recebeu o Prêmio Altamente Recomendável, da FNILIJ e foi indicado ao Prêmio Mambembe.

Texto, Concepção e Direção:
Carlos Augusto Nazareth

Escritor, dramaturgo, diretor, crítico de teatro do Jornal do Brasil, especialista em Literatura Infantil pela UFF e professor de dramaturgia. Autor de O menino detrás das nuvens e de O pássaro do limo verde (Ed.Memórias Futuras, 1995, EDC, 1998, Franco, 2003,), que se tornou um dos espetáculos mais premiados do país, recebendo os prêmios: Coca-Cola, Mambembe e Sharp. Além destes espetáculos montou inúmeros outros, como O misterioso rapto de Flor do Sereno, O viajante das estrelas e Petruska, tendo, com estes espetáculos, obtido cerca de cinquenta prêmios em teatro. Vários de seus textos receberam a chancela Altamente Recomendável da FNLIJ, tanto como autor como editor. Criador do Centro de Pesquisa e Estudo do Teatro Infantil (CEPETIN), e do Prêmio ZIlka Sallabrry de Teatro Infantil, continua desenvolvendo pesquisa sobre o teatro voltado para a criança:  a criança e a arte, arte e educação.

FICHA TÉCNICA

Concepção, texto e direção: Carlos Augusto Nazareth
Direção Musical e trilha original: Marco Aureh
Figurinos originais: Ney Madeira
Cenário e adereços: Carlos Augusto Nazareth
Visagismo: Cleber de Oliveira
Marionetes originais: Gabriel Bezerra
Restauração das marionetes: Tânia Arrabal
Assessoria de Clown e Circo: Fábio Freitas
Light Designer: Rogério Wiltgen
Corpo e Voz,  Assist. Direção: Mário Mendes
Projeto Gráfico: Studio Herrera (Thiago Herrera)
Assessoria de Comunicação e Produção: Camille Siston
Realização: CEPETIN Centro de Pesquisa e Estudo do Teatro Infantil

Elenco:
Zilka Sallaberry – em vídeo
Daniel Leuback – Zezinho
Marcela Galvão – Sinhana e Cigana
Mário Mendes – Padrinho e Contador                                  

MÚSICOS
Marco Aureh
Leonardo Pinheiro

Ensaio aberto: dia 4 de maio de 2019, sábado, 16h. Ingresso único promocional de R$20
Pré-estreia: dia 5 de maio de2019, domingo, 16h. Ingresso único promocional de R$20
Temporada: de 11 a 26 de maio de 2019
Sábados e domingos | 16h
Ingressos: R$40 | R$20 (meia)
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Classificação livre

Categorias: Centro de Artes UFF

Visitando Camille Claudel

ter, 12/02/2019 - 16:43

A peça, livremente inspirada na vida e na obra da escultora francesa Camille Claudel, segue o fluxo de memória da artista, reinventando, de forma poética, as passagens marcantes de sua vida: a infância, o auge em Paris, sua paixão por Rodin, seus laços afetivos, a luta solitária para se estabelecer numa profissão estritamente masculina e a internação, durante 30 anos, num asilo de alienados. 

Depois de oito anos em turnê pelo Brasil e de uma pausa de quatro anos fora dos palcos, Visitando Camille Claudel retorna ao Teatro da UFF, em Niterói, para uma curta temporada de apenas dois finais de semana. Mais de 10.000 pessoas já assistiram a peça, que estreou em 2006 no Centro Cultural Justiça Federal, no Rio de Janeiro, com apoio do consulado francês. Depois, abriu a exposição Camille Claudel à sombra de Rodin, em Belém do Pará, participou  da mostra Solos em Cena – II Festival de Monólogos da UFF, em Niterói, e foi indicado a vários prêmios no I Festival Nacional de Teatro de Campos, passou por Cataguases e Muriaé, em Minas Gerais (2008),  fez o Circuito SESC, com apresentações em Nova Friburgo e Teresópolis (RJ) em 2009, além de muitas outras apresentações em várias cidades do país.

O autor e diretor paulista Ramon Botelho é também artista plástico e mora em Niterói há quase 30 anos. A atriz mineira Adriana Rabelo interpreta Camille Claudel.

Quem foi Camille Claudel?

Camille Claudel nasceu na França em 1864. Desde a infância, demonstrou talento para a escultura. Em Paris, estudou com o grande mestre Auguste Rodin, com quem viveu intensa e proibida paixão. Mulher transgressora, de forte personalidade e genial talento, encontrou resistência num mercado de arte limitador, parte de uma sociedade machista e opressora. Incompreendida, buscou isolamento em seu ateliê e criou peças de grande valor artístico. Desorientada, foi internada num manicômio onde passou os últimos 30 anos de sua vida, apesar dos boletins médicos atestarem sua sanidade. Poucos foram vê-la e a mãe nunca foi visitá-la durante aquele período, quando ela se recusava a esculpir, mas escreveu inúmeras cartas expondo sua amargura e toda a complexidade de sua existência. Faleceu em 1943 e, somente na segunda metade do século XX, sua história ganhou o mundo e sua obra pode ser reconhecida.

Camille Claudel foi uma mulher à frente de seu tempo. Ela questionou e transgrediu os limites impostos às mulheres, lutou bravamente para estabelecer-se como escultora, profissão considerada na época estritamente masculina, e enfrentou o preconceito dos críticos e mercadores de arte, que negavam a ela o merecido reconhecimento. Por não adequar-se às normas estabelecidas, pagou um alto preço. A história da artista é a história da interdição de uma mulher genial, que nunca se curvou às imposições de uma sociedade machista e patriarcal.

Ficha técnica:

Realização: Carangola Filmes e Rotunda e Bambolina Produções Artísticas Ltda

Texto e direção: Ramon Botelho

Atuação: Adriana Rabelo

Iluminação: Paulo Cesar Medeiros

Cenário: Iury Frigolleto e Marília Paiva

Figurino: Wagner Louza

Trilha sonora original: Rodrigo Lima

Assistente de direção: Zeca Amorim

Visagismo: Sidnei Oliveira

22 a 31 de março de 2019
Sextas e sábados, às 20h, e domingos, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$40 (inteira) e R$20 (meia)
Indicação etária – 14 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

Amor não recomendado

ter, 12/02/2019 - 16:35

Amor não recomendado

O Centro de Artes UFF e o Laboratório de Criação e Investigação da Cena Contemporânea da UFF apresentam o espetáculo Amor não recomendado, com direção e dramaturgia de Martha Ribeiro.  Esta criação parte das inquietações contidas no livro Banquete, de Platão, para questionar sobre amor e desejo nos dias de hoje.

O espetáculo se forma a partir de quatro hipóteses sobre o amor, que confrontam o sujeito  contemporâneo com seus inconfessáveis desejos de destruição, tanto de si mesmo quanto do objeto amado. E também convoca personalidades marginais, artistas conturbados e personagens clássicos, como Antonin Artaud, Nijinsky e Fedra, para compor uma paisagem ótico-sonora que desafia o espectador a pensar o que fazemos em nome do amor. 

Dramaturgia e direção – Martha Ribeiro

Com Bruno Bernardini, Charlotte Cochrane, Claudia Wer, Lucas Rodrigues, Nicolle Longobardi, Raíza Cardoso, Thales Ferreira e o músico Gerbert Périssé.

19 a 27 de março de 2019
Terças e quartas | 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$30 (inteira) e R$15 (meia)
Indicação etária – 16 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

Tarzan

ter, 12/02/2019 - 16:23

Versão musical de Tarzan, assinada por Marcello Caridade, chega ao Teatro da UFF, no mês de março.

Inspirada na obra original de Edgar Rice Borroughs, esta adaptação musical do homem macaco Tarzan, assinada por Marcello Caridade, leva ao palco do Teatro da UFF uma empolgante aventura com muita ação, romance e humor. A narrativa, entretanto, segue a trama clássica: um bebê perde os pais na selva. Órfão e sozinho, ele é encontrado por uma gorila que o cria como se fosse seu próprio filho. Tarzan cresce acreditando ser um símio, agindo e vivendo como tal. Quando uma equipe de pesquisadores chega à floresta, o rapaz percebe que é igual a eles. Tarzan, então, encontra a jovem Jane correndo perigo e a salva, apaixonando-se por ela. O contato com a civilização o faz descobrir o que é um ser humano.

Com uma estética criada a partir do musical homônimo da Broadway americana, esta versão de Tarzan será encenada com coreografias aéreas, abusando do uso de acrobacias de solo e em tecidos.

A montagem realizada pela Cia. de Repertório de Teatro Musical – em comemoração aos 20 anos de trabalhos direcionados à infância e juventude – é um espetáculo voltado para toda a família onde se ressaltam valores essenciais como a aceitação dos diferentes e a preservação da natureza.

Ficha Técnica:

Adaptação e Direção: Marcello Caridade

(inspirado na obra de Edgar Rice Borroughs)

Músicas Originais: Bruno Marques e Elio Ricardo

Arranjos e Direção Musical: Bruno Marques

Direção de Movimento e Coreografias: Arabel Issa

Iluminação: Raphael Cesar Grampolla

Acrobacias Aéreas: Daniel Leuback

Figurinos: Marcello Caridade

Concepção Cenográfica: Marcello Caridade

Produção de Arte: Marcello Caridade e Erick Antoniazzi

Fotos: Bianca Oliveira

Assistentes de Direção: Giovanna Sassi e Erick Antoniazzi

Assistentes de Produção: Erick Antoniazzi

Realização: Cia. de Repertório de Teatro Musical

Elenco:

Erick Antoniazzi (Tarzan)

Carol Mesquita / Giovanna Sassi (Jane)

Anderson Calábria (Mr. Clayton)

Mariona Boldrini (Kala)

Mateus Chermont (Tchitah)

Luiza Lewicki (Tontar)

Marcel Mendes (Sr. Porter)

Thiago de França (Tarzan Pequeno/Chipanzé/Gorila)

Anderson Tardelli (Gorila/Chipanzé/Caçador)

Ruan Guimarães (Sabor/Gorila/Chipanzé)

Diego Reishoffer – Ator Convidado (Kerchak)

16 a 31 de março de 2019
Sábados e domingos | 16h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói
Ingressos – R$40,00 (inteira) e R$20,00 (meia)
Classificação etária: Livre

Categorias: Centro de Artes UFF