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Atualizado: 1 hora 48 minutos atrás

O trenzinho da caipira

seg, 02/03/2020 - 12:18

Espetáculo musical infantil, O trenzinho da caipira presta uma homenagem ao compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos e conta a história de duas crianças que decidem ajudar uma estrelinha, que caiu do céu, na sua trajetória até o mar, proporcionando várias aventuras, encontros com outros amigos e, também, com um vilão. A trama, voltada para crianças bem pequenas, na faixa etária entre zero e seis anos, ressalta valores importantes como amizade, necessidade de diálogo e coragem para enfrentar situações conflituosas.

O texto e as músicas originais de O trenzinho da caipira resultaram no livro e CD homônimos, que registram a história e a trilha sonora do espetáculo. O título do espetáculo é uma referência à composição O trenzinho do caipira, uma criação de Heitor Villa-lobos que, posteriormente, recebeu letra escrita pelo poeta Ferreira Gullar.

O Lekolé é um grupo de teatro infantil, sendo seus fundadores os niteroienses Letícia Poppe (atriz e bailarina) e Kuko Moura (pianista, compositor, arranjador e diretor musical). Em sua trajetória, o Lekolé fez apresentações no Morro da Urca, no Aquário do Rio de Janeiro, no Teatro da UFF, no Teatro Municipal de Niterói e no Reserva Cultural de Niterói, sempre com excelente aceitação dos públicos presentes.

28 e 29 de março de 2020
Sábado e Domingo | 16h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos R$40 (inteira) | R$20 (meia)
Classificação Livre

Categorias: Centro de Artes UFF

A arte é mulher

sex, 28/02/2020 - 11:00

Idealizado pela multi-instrumentista Lan Lahn, o espetáculo “A arte é mulher” integra a programação especial do Mês da Mulher, no Teatro da UFF, em março

Feminina desde o vocábulo, a arte fomentada e produzida por mulheres é a atividade central de “A Arte é Mulher”.  Idealizado e dirigido pela multi-instrumentista Lan Lanh, o projeto, em formato de encontro multiartístico, oferece apresentações que mesclam música, performance e palavra. Conduzido e entremeado por relatos de artistas e pesquisadoras mulheres compartilhando suas vivências do universo feminino das artes, o roteiro gera, assim, uma explosão artística feminista onde a mulher é a origem, o meio e a finalidade.

“Este evento nasceu do meu desejo de promover um encontro de artes criadas por mulheres de várias gerações, assim como as mulheres inventadas pela arte em suas diferentes manifestações do feminino. Para isso, propus uma convocação ritmada de música e palavras para gerar uma onda feminista e, assim, espalhar as alegrias, dividir as tristezas e compartilhar com a plateia a arte de ser mulher”, explica Lan Lanh que, formou um trio musical fixo e inédito com as cantoras Numa Ciro e Jussara Silveira. Lan Lanh ainda é a responsável pela direção musical, percussão e arranjos da original Banda Arte, composta ainda por Maíra Freitas (teclados, programações e arranjos), Irene Egler (violão e arranjos) e Lui Rabello (violão).

Com direção cênica de Cristina Moura e projeção do acervo fotográfico de Cláudia Ferreira, um dos principais do país sobre feminismo, cada encontro recebe convidadas diferentes, mulheres que, em seu histórico de atuações, sempre representaram no meio artístico as suas vivências enquanto mulheres da área. “As músicas que compõem os shows exemplificarão os relatos, revezando com as falas das artistas. Criamos um espetáculo em torno das questões que envolvem a mulher: suas múltiplas versões do feminino e as diferentes manifestações políticas do feminismo”, analisa Numa, que assina com Lan Lanh o roteiro e a curadoria. No Teatro da UFF, a convidada será a cantora congolesa Sagrace Menga.

Dinâmicas, as apresentações contam ainda com interferências visuais e trocas com a plateia, tendo no comando da palavra Heloísa Buarque de Hollanda focando no que seria esse novo campo cultural pautado pelo feminismo na música e nas artes. “Este é um encontro que dá voz à diversidade de mulheres que existem na mulher”, reflete a ensaísta, editora, crítica literária, pesquisadora brasileira e escritora, que lançou em 2018 o festejado livro Explosão Feminista.

Enaltecendo o momento cultural do país no qual as mulheres têm protagonizado uma série de ações artísticas culturais, destaca-se uma luta constante contra as desigualdades da sociedade patriarcal, continuada na pós-modernidade. “Nunca é demais falar da mulher ou em defesa da mulher, ainda mais em tempos tão tenebrosos. Em 1913, meu bisavô, o médico Crescêncio Silveira, disse em sua tese sobre a mulher: ‘A mulher não é fraca, fracos são os direitos que a garantem’. Mais de um século depois a frase certeira serve ao propósito”, encerra Jussara.

Com Lan Lanh (multi-instrumentista), Jussara Silveira (cantora) e Numa Ciro (cantora)
Direção – Cristina Moura
Músicos – Maíra Freitas (teclados, programações e arranjos), Irene Egler (violão e arranjos) e Lui Rabello (violão)

14 e 15 de março de 2020
Sábado, 20h | Domingo, 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos R$ 50 (inteira) / R$ 25 (meia)
Classificação Indicativa 16 anos

 

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Frida Kahlo – A deusa Tehuana

sex, 28/02/2020 - 11:00

FRIDA KAHLO, A DEUSA TEHUANA, um monólogo não biográfico livremente inspirado no diário e na obra da pintora Mexicana, pela primeira vez em Niterói, fará uma curtíssima temporada de apenas seis apresentações no Teatro da UFF, de 20 a 29 de março de 2020, sextas e sábados, às 20h, e domingos, às 19h.

Alguns artistas ultrapassaram a popularidade adquirida com seu trabalho e tornaram-se sua melhor arte. Frida Kahlo pintou seu próprio rosto dezenas de vezes no corpo de uma obra intensamente auto referenciada. Teatralizou a sua própria existência. Foi a expressão maior de luta e superação, mesmo trazendo consigo as maiores dores físicas e existenciais. E, no lugar do luto, vestiu-se de intensas cores.

Com direção de Luiz Antonio Rocha e atuação de Rose Germano, a peça obteve sucesso de público e crítica em três temporadas no Rio de Janeiro e reconhecimento internacional com destaque no principal jornal mexicano El Universal e na TV Mexicana. Luiz Antonio Rocha, diretor de extrema sensibilidade, coleciona sucessos como os das peças Uma loira na lua, Eu te darei o céu, Brimas e Paulo Freire, o andarilho da utopia, entre outras. Exerce no mercado também a função de produtor de elenco, onde tem um enorme currículo na TV e no Cinema, como Velho Chico, novela da Rede Globo e, no cinema, Vidas partidas. Ganhador de dois prêmios Mambembes e indicação ao prêmio Shell, em Frida Kahlo – a deusa tehuana, ele desconstrói o mito para falar da mulher, da importância de reinventar eternamente o espaço que ocupa no mundo, da necessidade de refletir sobre o amor, a arte e as escolhas que são feitas ao longo da vida.

Rose Germano, atriz com formação em teatro e em cinema, sempre procurou aprofundar a sua arte e conduzi-la para um teatro de referências. Mergulhou no universo de Shakespeare, Brecht, Plauto etc., mas foi em Frida que ela encontrou o seu grande desafio. No cinema estreou em Anjos do Sol, em 2006 (premiado no Festival de Gramado). O seu mais recente trabalho na TV, foi na novela Velho Chico e, no teatro, na peça Nordestinos.

FRIDA KAHLO – A DEUSA TEHUANA
Com Rose Germano
Direção – Luiz Antonio Rocha
Dramaturgia – Luiz Antonio Rocha e Rose Germano
Músico – Eduardo Torres
Iluminação – Aurélio de Simoni
Cenário, figurino e direção de arte – Eduardo Albini
Trilha sonora – Márcio Tinoco

20 a 29 de março de 2020
Sextas, sábados, às 20h, e domingos, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Ingressos – R$50 (inteira) e R$25 (meia)
Classificação etária – 16 anos

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