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Atualizado: 1 hora 15 minutos atrás

ADIAMENTO DO EDITAL DE OCUPAÇÃO DO CENTRO DE ARTES UFF

ter, 17/03/2020 - 19:45

Em decorrência do grave quadro de saúde pública, que vem demandando a atenção redobrada e o recolhimento da população, o Centro de Artes UFF optou pelo adiamento das inscrições nos Editais de Chamada Pública para a ocupação de seus espaços.

Pedimos que acompanhem o site do Centro de Artes UFF e as nossas redes sociais oficiais para saber sobre os desdobramentos desta situação. Agradecemos, desde já, pelo grande número de interessados na seleção pública e contamos com a participação de vocês quando o calendário foi retomado.

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NOTA SOBRE CANCELAMENTO DA PROGRAMAÇÃO DO CENTRO DE ARTES UFF

sab, 14/03/2020 - 07:45

Tendo em vista o agravamento da crise de saúde pública brasileira e mundial, causada pelo corona vírus (COVID-19), considerando o adiamento do inicio do período letivo na UFF e a recomendação das autoridades estaduais de cancelamento de eventos que reúnam um grande número de pessoas, o Centro de Artes UFF decide pela suspensão de toda a sua programacao cultural, a partir deste sábado, 14 de março de 2020.

Orientamos aqueles que já compraram ingresso para algum evento a procurar a bilheteria do Centro de Artes UFF, aberta diariamente das 15h às 19h, para os procedimentos de devolução.

Pedimos desculpas pelos eventuais transtornos causados e agradecemos a compreensão de sempre do nosso público.

O retorno às atividades dependerá da reavaliação da situação pelas autoridades sanitárias, pela equipe do Centro de Artes UFF e pela Administração Central da UFF.

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Boca Que Usa

qui, 12/03/2020 - 11:25

Desde sua fundação em 1997 como coro independente, o grupo Boca que Usa tem realizado intensa atividade de pesquisa musical e apresentações nas principais salas de concerto e espaços culturais do Rio de Janeiro, de Niterói, além de participações em festivais e concursos nacionais e internacionais. Seu nome é um jogo de palavras com a expressão italiana bocca chiusa (boca fechada).

Em sua longa trajetória musical, o grupo vocal vem sendo reconhecido também pelas premiações obtidas em concursos corais latino-americanos e europeus totalizando dez medalhas em concursos internacionais, sendo oito medalhas de ouro, valendo destacar as medalhas obtidas no concurso Internacional de coros, Canta al Mar (Barcelona out. 2014), no concurso Amcant (Argentina) e duas medalhas de prata nas principais categorias – música sacra e música erudita – Grand Prix of Nations (Riga/ Letônia em 2017).

Ao retornar da sua última viagem em Riva del Garda /Itália (2019), o Boca que Usa voltou com mais duas medalhas de ouro e um troféu de melhor pontuação do concurso na categoria “música erudita”. Os comentários dos jurados e do público presente ressaltaram o modo como o grupo extrai o melhor da música coral em suas performances, ultrapassando as apreciações técnicas tradicionais.

A proposta desse concerto é compartilhar todas as experiências artísticas vívidas recentemente na Itália, que nos levou a conquistar as nossas duas recentes medalhas douradas, diante de grupos importantes e respeitados e de um júri de celebridades no meio coral mundial.

 

PROGRAMA

Antonio Lotti (1667- 1740) – Cruxifixus a 8 voces

Henry Purcell (1659-1695) – Hear my preyer, o Lord

Claudio Monteverdi (1567-1643) – Ecco Mormorar L’onde

Eric Withacre (1970) – Water Night

Ralph Vaughan Williams (1872-1958) – Three Shakespeare Songs

Ofulú Lorerê – Osvaldo Lacerda (1927-2011)

J. Lennon (1940–1980) / P. Mccartney (1942) Eleanor Rigby
Arr. Marcos Leite

Mia Makaroff (1970) – Purelle Tuulta

Monique Aragão (1960) – Flor

Antonio Carlos Jobim (Tom Jobim 1927-1994) – Chovendo na Roseira
Arr. Roberto Fabri

Preparação vocal: Micheli Végas e Pedro Marcos Pereira

 

INTEGRANTES

Sopranos: Elisa Monteiro, Giana Araújo, Júlia Serra, Letícia Gonçalves, Mariana Maestri, Micheli Vegas

Contraltos: Ana Luisa Gouvêa, Carol Duarte, Erica Villaça, Flávia Pinheiro, Márcia Godinho , Nina Fras

Tenores: Amilcar de Castro, Buno dos Anjos, Guilherme Campos, Gustavo Campos, Mário Sampaio

Baixos: Francisco Carriço, Pedro Marcos Pereira, Ricardo Gutterres, Roberto Fabri

26 de abril de 202
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói – RJ
Ingresos R$ 20 | R$ 10 (meia)
Classificação Livre

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BANDOLINATA

qui, 12/03/2020 - 11:18

À memória de Jacob

Quarteto de Bandolins é uma nova e original formação instrumental dedicada à interpretação da música popular e erudita em suas mais variadas formas e estilos. Tendo por base uma antiga tradição de cordas dedilhadas – presente na América Latina no século XIX com uma profusão de formas e variedades instrumentais – e ao mesmo tempo mirando concepções contemporâneas de arranjo, o grupo é formado por dois bandolins, violão tenor e bandocello, formação rara no Brasil, porém bastante comum nos Estados Unidos e na Europa.

Aliando uma concepção camerística a riqueza e as mais variadas formas musicais – dos regionais de choro à música instrumental, da música nordestina à música latino-americana e a música de concerto – o grupo Bandolinata apresenta um painel da música brasileira através do bandolim, não apenas com releituras de várias obras de Jacob do Bandolim, como também de compositores tais como Ernesto Nazareth e Radamés Gnattali e da vertente erudita da música brasileira: Alberto Nepomuceno, Henrique Oswald e Cláudio Santoro. A Bandolinata apresenta uma linguagem contemporânea de arranjos, em uma síntese de tendências e estilos da música instrumental brasileira.

Programa

Radamés Gnattali (1863-1934) Caçador de borboletas

Ernesto Nazareth (1863-1934) – O alvorecer

Johann Sebastian Bach (1685-1750) – Giga da Partita 4 para piano

Cláudio Santoro (1919-1989) – Ponteio para cordas

Henrique Oswald (1852-1931) – Il neige

Alberto Nepomuceno (1864-1920) – Galhofeira

Jacob do Bandolim (1918-1969) – Quebrando galho

Jacob do Bandolim (1918-1969) – Por que sonhar

Jacob do Bandolim (1918-1969) – Receita de samba

Jacob do Bandolim (1918-1969) – Encantamento

Jacob do Bandolim (1918-1969) – Um bandolim na escola

 

LUÍS BARCELLOS bandolim de 10 cordas
MAYCON JÚLIO bandolim
SON LEMOS violão tenor
MARCÍLIO LOPES bandocello

Luís Barcelos – Gaúcho de Porto Alegre e um dos mais notáveis bandolinistas da nova geração, iniciou sua vida profissional em 2005 e de lá para cá já realizou apresentações em diversos países México, EUA, Uruguai, Holanda, França, Portugal, Espanha, Inglaterra, Bélgica, Colômbia e por todo o Brasil contribuindo em shows e gravações de grandes artistas brasileiros, como Yamandu Costa, Hermínio Bello de Carvalho, Pery Ribeiro, Roberta Sá, Dona Ivone Lara, Pedro Miranda, Zélia Duncan e Áurea Martins. Assinou a direção musical dos espetáculos Amigo Cyro, muito te admiro (2014) de Rodrigo Alzuguir com direção de André Paes Leme; A Cuíca do Laurindo (2016) de Rodrigo Alzuguir com direção de Sidney Cruz, concorrendo ao Prêmio Cesgranrio de Teatro na categoria Melhor Direção Musical. Recebeu o Prêmio da Música Brasileira 2016 na categoria melhor grupo – como integrante do Tocata à amizade, quarteto liderado por Yamandu Costa. O disco conta com o arranjo de Barcelos para a Suíte Impressões Brasileiras, obra encomendada pelo museu do Louvre, Paris/FR. Atualmente, além de trabalhar no lançamento do disco Chão de Caminho, duo de Bandolim de 10 cordas e voz, em parceria com a cantora Nina Wirtti; de apresentar seu Sexteto de Choro; acompanhar a cantora Roberta Sá na turnê do DVD Delírio no Circo; compor uma série de canções em parceria com o mineiro Aluízio Elias para o projeto Morro Alto; Barcelos ainda produz seu novo trabalho instrumental, o Projeto Sentido.

Maycon Júlio – Natural de Cordeiro/RJ, iniciou seus estudos musicais aos oito anos no cavaquinho. Aos treze ingressou no bandolim com o professor Pedro Amorim na Escola Portátil de Música. Fez parte da Camerata Portátil e participou de importantes discos da música brasileira: Choro Carioca, DVD Ao Jacob, seus bandolins, Timoneiro (Hermínio Bello de Carvalho), este ao lado de nomes como Roberto Silva, Paulão Sete Cordas, Nilze Carvalho, Zélia Duncam, Frejat, Sandra de Sá, Claudio Jorge, entre outros. Atualmente, ao lado de seus irmãos Magno e Marlon Júlio, integra o Trio Júlio que recentemente lançou o CD Minha Felicidade.

Son Lemos – Natural de Morada Nova/CE é licenciado em música pela Universidade Federal do Ceará (UFC) e estudou com os bandolinistas de renome nacional como Jorge Cardoso e Carlinhos Patriolino. Son Lemos participou ativamente da cena musical cearense tocando em grupos de samba e choro antes de se mudar para Niterói em 2015. Nesse ano realizou um trabalho de divulgação da obra do bandolinista pernambucano Luperce Miranda se apresentando na Casa do Choro e o Centro de Referência da Música Carioca Artur de Távola no Rio de Janeiro. Atualmente, integrando o grupo Regional Segura o Dedo vem fazendo um importante trabalho sobre a obra do compositor multi-instrumentista niteroiense Manoel Moraes, que resultou, em 2019, em um CD contendo exclusivamente obras do mestre.  Cursa o bacharelado em Bandolim na Universidade Federal do Rio de janeiro (UFRJ) e é aluno da Escola Portátil de Música.

Marcílio Lopes – Doutor em musicologia pelo PPGM/UNIRIO, bacharel em composição, aluno de composição do Maestro Guerra-Peixe.  É integrante do grupo Água de Moringa com o qual desenvolve um trabalho há 25 anos, com excelente suporte de crítica e de público. Com cinco CD’s lançados o grupo apresentou-se em Portugal, França e Colômbia. Atua ainda em outras formações instrumentais como o Quarteto Brasileiro, Caldereta Carioca e Camerata Brasil. Em duo com o violonista Carlos Barbosa-Lima, participou de seus dois últimos álbuns, além de concertos no Brasil e no exterior. Possui ainda vasta experiência em estúdio e em shows de grandes nomes da MPB como: Nana Caymmi, Gal Costa, Simone, Zeca Pagodinho, Dudu Nobre, Moacyr Luz, Walter Alfaiate, Fundo de Quintal, João Bosco, Nelson Sargento, Marcos Sacramento, Mariana Baltar, Nei Lopes, Juliana Amaral, etc. Atuou como editor e revisor dos álbuns Tocando com Jacob e Caderno de Partituras de Jacob do Bandolim no Instituto Jacob do Bandolim e das edições do Sambabook dedicadas a João Nogueira, Martinho da Vila, Zeca Pagodinho, Dona Ivone Lara e Jorge Aragão. Professor de harmonia na Escola Portátil de Música, recentemente lançou o manual Harmonia ao Bandolim pela editora Irmãos Vitale.

08 de Abril de 2020
Quarta | 18h30
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí
Ingressos R$ 20 | R$ 10 (meia)
Classificação Livre

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ORQUESTRA SINFÔNICA NACIONAL – UFF

qua, 11/03/2020 - 17:20

Regente Silvio Viegas

PROGRAMA

Nepomuceno, Copland e Dvorák

19 de Abril de 2020
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos R$ 30 | R$ 15 (meia entrada)
Classificação Indicativa livre

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OS MISERÁVEIS

seg, 09/03/2020 - 19:41

Les misérables, França, 2019, 102’, 14 anos
De Ladj Ly
Com Damien Bonnard, Alexis Manenti, Djibril Zonga

Stéphane é um jovem que acaba de se mudar para Montfermeil e se junta ao esquadrão anti-crime da comuna. Colocado no mesmo time de Chris e Gwada, dois homens de métodos pouco convencionais, ele logo se vê envolvido na tensão entre as diferentes gangues do local. Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2019, e Melhor Filme, Montagem, Ator Revelação (Alexis Manenti) e Prêmio do Público nos prêmios César 2020.

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JOJO RABBIT

seg, 09/03/2020 - 19:36

Jojo Rabbit, Nova Zelândia/EUA/Rep. Checa, 2019, 108’, 12 anos
De Taika Waititi
Com Roman Griffin Davis, Taika Waititi, Scarlett Johansson, Thomasin McKenzie

Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial. Jojo é um jovem nazista de 10 anos, que tem como amigo imaginário Adolf Hitler. Seu maior sonho é participar da Juventude Hitlerista, um grupo pró-nazista composto por outras pessoas que concordam com os seus ideais. Mas surpresas envolvendo sua mãe vão mudar a visão de Jojo sobre a realidade que o cerca. Prêmio do Público no Festival de Toronto 2019, Oscar e BAFTA de Melhor Roteiro Adaptado, além de outros trinta prêmios.

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DISFORIA

seg, 09/03/2020 - 19:31

Brasil, 2020, 97’, 14 anos
De Lucas Cassales
Com Rafael Sieg, Isabella Lima, Vinícius Ferreira, Juliana Wolkmer

Dário sofre pela dificuldade em se recuperar de um acontecimento assustador de seu passado. Ao se aproximar da menina Sofia, são despertadas memórias de um trauma. Atormentado, ele precisa encarar o passado e o mistério envolvendo a família de Sofia. Primeiro longa do premiado diretor Lucas Cassales, do curta O corpo (Melhor Filme no Festival de Gramado 2015).

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LIBERTÉ

seg, 09/03/2020 - 18:48

Liberté, França/Por/Esp/Ale, 2019, 132’, 18 anos
De Albert Serra
Com Helmut Berger, Marc Susini, Baptiste Pinteaux, Iliana Zabeth

Em algum lugar entre Potsdam e Berlim, em 1774, pouco antes da Revolução Francesa, Madame de Dumeval, Duque de Tesis e Duque de Wand, libertinos expulsos da puritana corte de Luís XVI, pedem apoio ao lendário e sedutor Duque de Walchen, livre-pensador alemão, que vive solitário num país onde reinam a falsa virtude e a hipocrisia. A missão deles é exportar a libertinagem, filosofia do século das Luzes baseada na rejeição aos limites morais e às autoridades, mas, além disso, precisam encontrar um lugar seguro para realizarem seus jogos libertinos, nos quais a busca por prazer obedece apenas às leis ditadas pelos desejos não realizados. Prêmio Especial do Júri na Mostra Um Certo Olhar, Cannes 2019.

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Centro de Artes UFF abre vagas de estágio interno para o ano de 2020

sex, 06/03/2020 - 18:42

O Centro de Artes UFF divulga os editais do processo de seleção para o Programa de Estágio Interno – PROGRAD/UFF, para o ano de 2020.

São cinco editais distintos, cada um com oferta de 01 (uma) vaga, para estudantes regularmente matriculados e inscritos na UFF, nos seguintes cursos de Graduação: Artes, Cinema, Comunicação Social, Estudos de Mídia, Jornalismo, Produção Cultural e Publicidade.

As inscrições podem ser realizadas entre os dias 7 e 17 de março, conforme o edital, voltados às seguintes áreas: Direção do Centro de Artes UFF, Coordenação de Música, Divisão de Cinema, Divisão de Teatro, Gerência Operacional de Produção Cultural e Comunicação.

Os candidatos devem ficar atentos ao calendário de seu respectivo edital de interesse, pois as datas são diferentes entre si.

Os editais estão disponíveis no Portal de Editais da UFF: http://www.editais.uff.br/ – fazer a busca por “CEART” no portal.

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Mulheres na Ciência da UFF

sex, 06/03/2020 - 09:30

Evento em Celebração ao Dia Internacional das Mulheres
O Grupo de Trabalho “Mulheres na Ciência da UFF“, em parceria com o Centro de Artes UFF, convida a todas e todos para a exibição dos documentários Fator F e Potência N, produzidos pela Gênero e Número. Após a sessão, haverá um debate sobre as temáticas da maternidade, raça, etnia e ciência.

No documentário Fator F, pesquisadoras que se tornaram mães expõem o impacto causado pela sobrecarga no cuidado com os filhos e a falta de políticas institucionais que considerem a maternidade. Já em Potência N, relatos de acadêmicas negras do campo da Matemática e dados sobre subrepresentatividade revelam como o racismo e o machismo institucionais impõem barreiras à carreira das pesquisadoras.  

Cine Arte UFF
14h – Mesa de Abertura
Antonio Claudio Lucas da Nóbrega – Reitor da UFF
Andrea Latge – Pró-Reitora de Pesquisa, Pós-graduação e Inovação.
Leonardo Guelman – Superintendente do Centro de Artes UFF
Leticia de Oliveira – Coordenadora do GT Mulheres na Ciência

14h30 – Exibição dos documentários Fator F e Potência N

15h30 – Debate com Lis Custódio -UERJ
Eugenia Zandona – UERJ
Claudia Lima – UFF  

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Uma luz sobre a cidade

ter, 03/03/2020 - 11:53
A nova exposição da Galeria de Arte UFF rememora a mostra de mesmo nome ocorrida em 1985, na qual teve como questão central o artifício da luz nas artes visuais. Na primeira montagem, a presença de lâmpadas, neons e objetos retroiluminados estavam em todas as peças expostas, algo marcante e inovador para a época. A mostra original foi composta por obras de Carlos Fajardo, Iole de Freitas, Lygia Pape, Maurício Bentes, Thereza Simões e Tunga; nomes consagrados das artes visuais. Nesta nova montagem em pequeno formato, serão exibidos os registros realizados em 1985, a exemplo dos textos do catálogo e imagens digitalizadas de slides produzidos há 35 anos.   Visitação de 17 de fevereiro a 15 de março
Galeria de Artes UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí | Niterói – RJ
Segunda a sexta, das 10h às 22h
Sábado e domingo, das 13h às 22h
Entrada Franca  
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BLITZ, O FILME

seg, 02/03/2020 - 15:20

Brasil, 2019, 90’, 12 anos
De Paulo Fontenelle

O documentário apresenta a história da banda de pop-rock brasileira Blitz, desde seu surgimento na lona do Circo Voador, entre Ipanema e Copacabana, até as turnês internacionais e o enorme sucesso ainda nos dias atuais. Revisitando fatos já conhecidos e trazendo à tona novas curiosidades sobre a banda e sua trajetória, o espectador também é apresentado aos hábitos, costumes, modas e ao rico cenário musical da década de 80.

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ADONIRAN – MEU NOME É JOÃO RUBINATO

seg, 02/03/2020 - 15:18

Brasil, 2018, 92’, 12 anos
De Pedro Serrano

Adoniran Barbosa, autor de sucessos como “Trem das Onze” e “Saudosa Maloca”, carrega o título de maior sambista paulista de todos os tempos. A cidade de São Paulo era a personagem principal de suas canções e radionovelas. Através de imagens de arquivos raras e nunca vistas antes, o compositor e cantor paulistano, que faleceu em 1982, é redescoberto pelo público.

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MEIO IRMÃO

seg, 02/03/2020 - 15:10

Brasil, 2018, 98’, 16 anos
De Eliane Coster
Com Natália Molina, Diego Avelino, Francisco Gomes

Sandra está procurando sua mãe, desaparecida há dias. Com o passar do tempo, a busca se torna mais difícil e ela decide procurar Jorge, seu meio-irmão, que vive e trabalha com o pai instalando sistemas de vigilância. No momento em que ela o encontra, ele está sendo ameaçado a não vazar um vídeo que fez em seu celular de um ataque homofóbico a um amigo, por quem ele se sente secretamente atraído. Prêmio do Público de Melhor Filme Brasileiro de Ficção e Prêmio da Crítica para Filme de Diretor Estreante na Mostra de São Paulo 2018.

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INAUDITO

seg, 02/03/2020 - 15:06

Brasil, 2017, 88’, 10 anos
De Gregório Gananian

Documentário realizado com Lanny Gordin, guitarrista fundamental da Tropicália, que “eletrizou” Gal Costa, Gilberto Gil, Caetano Veloso e Jards Macalé, dentre outros. Lanny nos revela o seu processo libertário de composição e pensamento atual, embarcando em uma insólita odisseia pelo Brasil e pela China, seu país de nascimento. Melhor Filme na 21a Mostra de Tiradentes – Olhos Livres.

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O trenzinho da caipira

seg, 02/03/2020 - 12:18

Espetáculo musical infantil, O trenzinho da caipira presta uma homenagem ao compositor brasileiro Heitor Villa-Lobos e conta a história de duas crianças que decidem ajudar uma estrelinha, que caiu do céu, na sua trajetória até o mar, proporcionando várias aventuras, encontros com outros amigos e, também, com um vilão. A trama, voltada para crianças bem pequenas, na faixa etária entre zero e seis anos, ressalta valores importantes como amizade, necessidade de diálogo e coragem para enfrentar situações conflituosas.

O texto e as músicas originais de O trenzinho da caipira resultaram no livro e CD homônimos, que registram a história e a trilha sonora do espetáculo. O título do espetáculo é uma referência à composição O trenzinho do caipira, uma criação de Heitor Villa-lobos que, posteriormente, recebeu letra escrita pelo poeta Ferreira Gullar.

O Lekolé é um grupo de teatro infantil, sendo seus fundadores os niteroienses Letícia Poppe (atriz e bailarina) e Kuko Moura (pianista, compositor, arranjador e diretor musical). Em sua trajetória, o Lekolé fez apresentações no Morro da Urca, no Aquário do Rio de Janeiro, no Teatro da UFF, no Teatro Municipal de Niterói e no Reserva Cultural de Niterói, sempre com excelente aceitação dos públicos presentes.

28 e 29 de março de 2020
Sábado e Domingo | 16h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos R$40 (inteira) | R$20 (meia)
Classificação Livre

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A arte é mulher

sex, 28/02/2020 - 11:00

Idealizado pela multi-instrumentista Lan Lahn, o espetáculo “A arte é mulher” integra a programação especial do Mês da Mulher, no Teatro da UFF, em março

Feminina desde o vocábulo, a arte fomentada e produzida por mulheres é a atividade central de “A Arte é Mulher”.  Idealizado e dirigido pela multi-instrumentista Lan Lanh, o projeto, em formato de encontro multiartístico, oferece apresentações que mesclam música, performance e palavra. Conduzido e entremeado por relatos de artistas e pesquisadoras mulheres compartilhando suas vivências do universo feminino das artes, o roteiro gera, assim, uma explosão artística feminista onde a mulher é a origem, o meio e a finalidade.

“Este evento nasceu do meu desejo de promover um encontro de artes criadas por mulheres de várias gerações, assim como as mulheres inventadas pela arte em suas diferentes manifestações do feminino. Para isso, propus uma convocação ritmada de música e palavras para gerar uma onda feminista e, assim, espalhar as alegrias, dividir as tristezas e compartilhar com a plateia a arte de ser mulher”, explica Lan Lanh que, formou um trio musical fixo e inédito com as cantoras Numa Ciro e Jussara Silveira. Lan Lanh ainda é a responsável pela direção musical, percussão e arranjos da original Banda Arte, composta ainda por Maíra Freitas (teclados, programações e arranjos), Irene Egler (violão e arranjos) e Lui Rabello (violão).

Com direção cênica de Cristina Moura e projeção do acervo fotográfico de Cláudia Ferreira, um dos principais do país sobre feminismo, cada encontro recebe convidadas diferentes, mulheres que, em seu histórico de atuações, sempre representaram no meio artístico as suas vivências enquanto mulheres da área. “As músicas que compõem os shows exemplificarão os relatos, revezando com as falas das artistas. Criamos um espetáculo em torno das questões que envolvem a mulher: suas múltiplas versões do feminino e as diferentes manifestações políticas do feminismo”, analisa Numa, que assina com Lan Lanh o roteiro e a curadoria. No Teatro da UFF, a convidada será a cantora congolesa Sagrace Menga.

Dinâmicas, as apresentações contam ainda com interferências visuais e trocas com a plateia, tendo no comando da palavra Heloísa Buarque de Hollanda focando no que seria esse novo campo cultural pautado pelo feminismo na música e nas artes. “Este é um encontro que dá voz à diversidade de mulheres que existem na mulher”, reflete a ensaísta, editora, crítica literária, pesquisadora brasileira e escritora, que lançou em 2018 o festejado livro Explosão Feminista.

Enaltecendo o momento cultural do país no qual as mulheres têm protagonizado uma série de ações artísticas culturais, destaca-se uma luta constante contra as desigualdades da sociedade patriarcal, continuada na pós-modernidade. “Nunca é demais falar da mulher ou em defesa da mulher, ainda mais em tempos tão tenebrosos. Em 1913, meu bisavô, o médico Crescêncio Silveira, disse em sua tese sobre a mulher: ‘A mulher não é fraca, fracos são os direitos que a garantem’. Mais de um século depois a frase certeira serve ao propósito”, encerra Jussara.

Com Lan Lanh (multi-instrumentista), Jussara Silveira (cantora) e Numa Ciro (cantora)
Direção – Cristina Moura
Músicos – Maíra Freitas (teclados, programações e arranjos), Irene Egler (violão e arranjos) e Lui Rabello (violão)

14 e 15 de março de 2020
Sábado, 20h | Domingo, 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói – RJ
Ingressos R$50 (inteira) / R$25 (meia)
Classificação Indicativa 16 anos

 

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OSN UFF – Série Alvorada 2020

sex, 28/02/2020 - 11:00

No dia 15 de março, às 10h30, a Orquestra Sinfônica Nacional realiza o concerto de abertura da temporada de 2020 da Série Alvorada, sob o comando do Regente Convidado Javier Logioia Orbe, no Cine Arte UFF.

PROGRAMA

Johannes BRAHMS (1833-1897)
Abertura Festival Acadêmico, 1880

Richard WAGNER (1813-1883)
Prelúdio e Morte de Amor da ópera Tristão e Isolda, 1859

Heitor VILLA-LOBOS (1887-1959)
Bachianas Brasileiras N°4 Prelúdio (Introdução) – Lento
Coral (Canto do Sertão) – Largo
Ária (Cantiga) – Moderato
Dança (Miudinho) – Muito animado

15 de março de 2020
Domingo | 10h30
Cine Arte UFF
Rua Miguel de Frias, 9 – Icaraí, Niterói
Ingressos: R$ 30 | R$ 15 (meia)

 

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Frida Kahlo – A deusa Tehuana

sex, 28/02/2020 - 11:00

FRIDA KAHLO, A DEUSA TEHUANA, um monólogo não biográfico livremente inspirado no diário e na obra da pintora Mexicana, pela primeira vez em Niterói, fará uma curtíssima temporada de apenas seis apresentações no Teatro da UFF, de 20 a 29 de março de 2020, sextas e sábados, às 20h, e domingos, às 19h.

Alguns artistas ultrapassaram a popularidade adquirida com seu trabalho e tornaram-se sua melhor arte. Frida Kahlo pintou seu próprio rosto dezenas de vezes no corpo de uma obra intensamente auto referenciada. Teatralizou a sua própria existência. Foi a expressão maior de luta e superação, mesmo trazendo consigo as maiores dores físicas e existenciais. E, no lugar do luto, vestiu-se de intensas cores.

Com direção de Luiz Antonio Rocha e atuação de Rose Germano, a peça obteve sucesso de público e crítica em três temporadas no Rio de Janeiro e reconhecimento internacional com destaque no principal jornal mexicano El Universal e na TV Mexicana. Luiz Antonio Rocha, diretor de extrema sensibilidade, coleciona sucessos como os das peças Uma loira na lua, Eu te darei o céu, Brimas e Paulo Freire, o andarilho da utopia, entre outras. Exerce no mercado também a função de produtor de elenco, onde tem um enorme currículo na TV e no Cinema, como Velho Chico, novela da Rede Globo e, no cinema, Vidas partidas. Ganhador de dois prêmios Mambembes e indicação ao prêmio Shell, em Frida Kahlo – a deusa tehuana, ele desconstrói o mito para falar da mulher, da importância de reinventar eternamente o espaço que ocupa no mundo, da necessidade de refletir sobre o amor, a arte e as escolhas que são feitas ao longo da vida.

Rose Germano, atriz com formação em teatro e em cinema, sempre procurou aprofundar a sua arte e conduzi-la para um teatro de referências. Mergulhou no universo de Shakespeare, Brecht, Plauto etc., mas foi em Frida que ela encontrou o seu grande desafio. No cinema estreou em Anjos do Sol, em 2006 (premiado no Festival de Gramado). O seu mais recente trabalho na TV, foi na novela Velho Chico e, no teatro, na peça Nordestinos.

FRIDA KAHLO – A DEUSA TEHUANA
Com Rose Germano
Direção – Luiz Antonio Rocha
Dramaturgia – Luiz Antonio Rocha e Rose Germano
Músico – Eduardo Torres
Iluminação – Aurélio de Simoni
Cenário, figurino e direção de arte – Eduardo Albini
Trilha sonora – Márcio Tinoco

20 a 29 de março de 2020
Sextas, sábados, às 20h, e domingos, às 19h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Ingressos – R$50 (inteira) e R$25 (meia)
Classificação etária – 16 anos

Categorias: Centro de Artes UFF

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