Centro de Artes UFF

Show das 4 – “João Senise – Chama o Síndico”

Centro de Artes UFF - 5 horas 40 minutos atrás

Chama o Síndico (gravadora Fina Flor), o novo disco do cantor João Senise, é uma homenagem a Tim Maia, carinhosamente chamado de “Síndico”, que nos deixou há 21 anos.  João Senise traz como convidados o maestro Gilson Peranzzetta (piano, arranjos e direção musical), Mauro Senise (sax e flauta) e as divas Leny Andrade e Aurea Martins. Adriano Giffoni (baixo elétrico) e João Cortez (bateria) completam o time.

No repertório do show, estão clássicos autorais de Tim Maia como Não quero dinheiro, Azul da cor do mar, Réu confesso e Acende o farol, além dos eternizados em sua voz como Primavera Eu amo você, de Cassiano e Sílvio Rochael, Telefone, de Nelson Correa e Beto Kae, Um dia de domingo e Me dê motivo, de Michel Sullivan e Paulo Massadas, Gostava tanto de você, de Edison Trindade, A festa do Santo Reis, de Márcio Leonardo, e Descobridor dos Sete Mares, de Gilson Mendonça e Michel.

As músicas, claro, são velhas conhecidas do público, mas estão apresentadas com uma sonoridade totalmente nova, resultado do trabalho do Gilson Peranzzetta como arranjador. A essência da obra está lá, mas com outra leitura. Quando as pessoas ouvirem, vão notar a diferença, afirma Senise.

Com trinta anos de idade e seis anos de carreira, João Senise já apresenta uma expressiva produção musical. Chama o Síndico, seu sexto álbum, tem quinze faixas e conta com a assinatura de Gilson Peranzzetta na direção musical e arranjos – e ainda ao piano, acordeon e clarineta. O disco traz também as participações especialíssimas de Ivan Lins em Primavera, de Leny Andrade em Saigon e de Áurea Martins em Um dia de domingo. E mais os instrumentistas do grupo Cama de Gato, que são os convidados na faixa Lindo lago do Amor, Rildo Hora em Azul da cor do mar, Jota Moraes toca vibrafone em Eu amo você, e Mauro Senise é destaque em Não quero dinheiro.

Um pouco sobre João Senise

João Senise é jornalista e cantor. Em seis anos de carreira lançou seis CDs solo: Just in time (março de  2013 – Indie), Abre alasCanções de Ivan Lins (fevereiro de  2015 – Fina Flor), Celebrando Sinatra (março de 2016 – Fina Flor), Influência do Jazz (dezembro de 2016 – Fina Flor), Love letters (dezembro de 2017 – Fina Flor) e Chama o Síndico (2019 – Fina Flor), que chega agora ao mercado.

Filho do flautista e saxofonista Mauro Senise e da produtora Eliana Fonseca Peranzzetta, desde pequeno João Senise conviveu num ambiente musical. Ainda menino, aos quatro anos de idade, começou a ter aulas de iniciação musical na Escola de Música Antonio Adolfo. Aos sete anos, iniciou os estudos de canto e aulas de piano com seu padrasto Gilson Peranzzetta.

Já gravou e se apresentou com artistas de renome internacional, como Alaíde Costa, Áurea Martins, Dori Caymmi, Edu Lobo, Ivan Lins, Joyce, Leila Pinheiro, Leny Andrade, Mauro Senise, Roberto Menescal, Sueli Costa, Antonio Adolfo, Rildo Hora e Wanda Sá.

João Senise participou de importantes festivais e shows por várias cidades do Brasil, sempre com a direção musical e arranjos do maestro Gilson Peranzzetta. Destaque para as apresentações em Minas Gerais na Festa da Música e no Museu da Pampulha, em Belo Horizonte, no Centro Cultural Yves Alves e no 6º Tiradentes Jazz Festival, em Tiradentes; no Espírito Santo no Parque Botânico Vale e XX Festival de Inverno de Domingos Martins em Vitória; em São Paulo no Sorocaba Jazz Festival, em Sorocaba e no Rio Santos Jazz Festival, em Santos; em Goiânia no Teatro SESI com a Orquestra de Sopros do Cerrado e no Ceará, no Festival Jazz & Blues de Guaramiranga, no Rio de Janeiro na Sala Cecília Meireles, na Sala Baden Powell, no Teatro Rival, no Centro de Artes da UFF e no Blue Note.

11 de setembro de 2019
Quarta | 16h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Ingressos – R$60 (inteira) e R$30 (meia)
Classificação etária – Livre

Categorias: Centro de Artes UFF

Romeo e Giulietta 1.1 – Desfocamento dos corpos

Artes Cênicas - Centro de Artes UFF - ter, 20/08/2019 - 10:51

Depois de 25 anos de atividade artística e intensa produtividade dos últimos anos, Roberto Zappalà dá início a um novo projeto intitulado Antologia. Este projeto visa a um resgate dos trabalhos mais interessantes que deixaram uma marca no tempo e na construção da linha coreográfica de Zappalà e de sua companhia. Antologia tem por objetivo não apenas “recuperar” e “revisitar”, mas também originar novas visões por meio de novos “contatos”; a própria mudança dos intérpretes pode constituir a causa primeira para uma diferente abordagem à criação por parte do coreógrafo. Tudo isso não só leva a uma reflexão sobre o passado mas, inevitavelmente, conduz a pensar no futuro.

“O desfocamento dos corpos” era o título do Romeo e Giulietta de 2006, que Roberto Zappalà decidiu retomar e levar novamente à cena como primeiro espetáculo de Antologia. Uma revisão que é também uma renovação. Um Romeo e Giulietta 1.1.

“O que nos leva a sentirmos fora do foco, quando é que nós percebemos essa sensação?”, se pergunta Zappalà, que informa:

“Tecnicamente (em ótica, fotografia, cinema), o ficar fora de foco é uma questão de distância. A distância entre o centro focal do objetivo e o objeto enquadrado; se essa distância é inferior ou superior a certa medida, o objeto fica fora do foco. Trazendo isso no contexto dos dois amantes de Verona, sentimos estar fora de foco quando percebemos que a distância entre nós e a pessoa amada não é a distância correta, quando a distância que nos separa da pessoa amada é condicionada pelo nosso estar no mundo. Quando estamos, percebemos, acreditamos estar perto ou longe demais. Somos todos Romeo e Giulietta”.

Na versão 1.1, o coreógrafo descentralizou a própria focagem, concentrando-a na dupla de namorados, na sua individualidade de seres que vivem um mal-estar, sobretudo, social. Nas vicissitudes shakespearianas se chega a um amor sublimado pela morte (e vice-versa). A versão 1.1 de Zappalà visa a refletir, ao mesmo tempo, a rebeldia dos jovens renascentistas e o tempo atual, onde a pulsão de morte é sublimada por si mesma. À pulsão de morte, pretende contrapor a paixão e o respeito pela vida. Uma nova versão de Romeo e Giulietta que não quer falar de amor, mas ser um ato de amor para a vida.
Ficha Técnica:

Coreografia e direção – Roberto Zappalà
Músicas – Pink Floyd, Elvis Presley, Luigi Tenco, José Altafini, Mirageman, John Cage, Sergei Prokofiev
Intérpretes – Gaetano Montecasino, Valeria Zampardi
Textos – Nello Calabrò
Iluminação e figurinos – Roberto Zappalà
Direção técnica – Sammy Torrisi
Produção – Scenario Pubblico/Compagnia Zappalà Danza – Centro di Produzione della Danza
Coprodução – Orizzonti Festival Fondazione (em colaboração com Le Mouvement Mons Festival – Bélgica)
Apoio – Ministero dei Beni e delle Attività Culturali Regione Siciliana Ass. to del Turismo, Sport e Spettacolo

04 e 05 de setembro de 2019
Quarta e quinta | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Ingressos – R$10 (inteira) e R$5 (meia)
Classificação etária – Livre

Obs.: No dia 05 de setembro, haverá duas outras atividades com os bailarinos da Companhia Zappalà que são:
15h às 17h – Workshop de dança no palco do Teatro da UFF, com entrada franca.
21h – Após o espetáculo, os bailarinos participarão de um debate com o público.

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Romeo e Giulietta 1.1 – Desfocamento dos corpos

Centro de Artes UFF - ter, 20/08/2019 - 10:51

Depois de 25 anos de atividade artística e intensa produtividade dos últimos anos, Roberto Zappalà dá início a um novo projeto intitulado Antologia. Este projeto visa a um resgate dos trabalhos mais interessantes que deixaram uma marca no tempo e na construção da linha coreográfica de Zappalà e de sua companhia. Antologia tem por objetivo não apenas “recuperar” e “revisitar”, mas também originar novas visões por meio de novos “contatos”; a própria mudança dos intérpretes pode constituir a causa primeira para uma diferente abordagem à criação por parte do coreógrafo. Tudo isso não só leva a uma reflexão sobre o passado mas, inevitavelmente, conduz a pensar no futuro.

“O desfocamento dos corpos” era o título do Romeo e Giulietta de 2006, que Roberto Zappalà decidiu retomar e levar novamente à cena como primeiro espetáculo de Antologia. Uma revisão que é também uma renovação. Um Romeo e Giulietta 1.1.

“O que nos leva a sentirmos fora do foco, quando é que nós percebemos essa sensação?”, se pergunta Zappalà, que informa:

“Tecnicamente (em ótica, fotografia, cinema), o ficar fora de foco é uma questão de distância. A distância entre o centro focal do objetivo e o objeto enquadrado; se essa distância é inferior ou superior a certa medida, o objeto fica fora do foco. Trazendo isso no contexto dos dois amantes de Verona, sentimos estar fora de foco quando percebemos que a distância entre nós e a pessoa amada não é a distância correta, quando a distância que nos separa da pessoa amada é condicionada pelo nosso estar no mundo. Quando estamos, percebemos, acreditamos estar perto ou longe demais. Somos todos Romeo e Giulietta”.

Na versão 1.1, o coreógrafo descentralizou a própria focagem, concentrando-a na dupla de namorados, na sua individualidade de seres que vivem um mal-estar, sobretudo, social. Nas vicissitudes shakespearianas se chega a um amor sublimado pela morte (e vice-versa). A versão 1.1 de Zappalà visa a refletir, ao mesmo tempo, a rebeldia dos jovens renascentistas e o tempo atual, onde a pulsão de morte é sublimada por si mesma. À pulsão de morte, pretende contrapor a paixão e o respeito pela vida. Uma nova versão de Romeo e Giulietta que não quer falar de amor, mas ser um ato de amor para a vida.
Ficha Técnica:

Coreografia e direção – Roberto Zappalà
Músicas – Pink Floyd, Elvis Presley, Luigi Tenco, José Altafini, Mirageman, John Cage, Sergei Prokofiev
Intérpretes – Gaetano Montecasino, Valeria Zampardi
Textos – Nello Calabrò
Iluminação e figurinos – Roberto Zappalà
Direção técnica – Sammy Torrisi
Produção – Scenario Pubblico/Compagnia Zappalà Danza – Centro di Produzione della Danza
Coprodução – Orizzonti Festival Fondazione (em colaboração com Le Mouvement Mons Festival – Bélgica)
Apoio – Ministero dei Beni e delle Attività Culturali Regione Siciliana Ass. to del Turismo, Sport e Spettacolo

04 e 05 de setembro de 2019
Quarta e quinta | 20h
Teatro da UFF
Rua Miguel de Frias 9, Icaraí, Niterói, Rio de Janeiro
Ingressos – R$10 (inteira) e R$5 (meia)
Classificação etária – Livre

Obs.: No dia 05 de setembro, haverá duas outras atividades com os bailarinos da Companhia Zappalà que são:
15h às 17h – Workshop de dança no palco do Teatro da UFF, com entrada franca.
21h – Após o espetáculo, os bailarinos participarão de um debate com o público.

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LONGA JORNADA NOITE ADENTRO (3D)

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 19/08/2019 - 16:23

Di qiu zui hou de ye wan, China/França, 2018, 140´, 12 anos
De Bi Gan
Com Tang Wei, Huang Jue, Sylvia Chang

Luo Hongwu volta para sua cidade natal depois ter ficado impune por um assassinato que cometeu há doze anos. As memórias da mulher que matou voltam à tona. O passado, o presente, a realidade e a imaginação começam a se confrontar. Vencedor do Golden Horse Film Festival, Tokyo Filmex e Prêmios da Sociedade Internacional Cinephile.

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LONGA JORNADA NOITE ADENTRO (3D)

Centro de Artes UFF - seg, 19/08/2019 - 16:23

Di qiu zui hou de ye wan, China/França, 2018, 140´, 12 anos
De Bi Gan
Com Tang Wei, Huang Jue, Sylvia Chang

Luo Hongwu volta para sua cidade natal depois ter ficado impune por um assassinato que cometeu há doze anos. As memórias da mulher que matou voltam à tona. O passado, o presente, a realidade e a imaginação começam a se confrontar. Vencedor do Golden Horse Film Festival, Tokyo Filmex e Prêmios da Sociedade Internacional Cinephile.

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SUSPÍRIA – A DANÇA DO MEDO

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 19/08/2019 - 16:18

Suspiria, EUA, 2018, 152´, 16 anos
De Luca Guadagnino
Com Dakota Johnson, Tilda Swinton, Mia Goth, Angela Winkler

Susie Bannion, uma jovem bailarina americana, vai para a prestigiada Markos Tanz Company, em Berlim. Ela chega assim que Patricia desaparece misteriosamente. Tendo um progresso extraordinário, com a orientação de Madame Blanc, Susie acaba fazendo amizade com outra dançarina, Sara, que compartilha com ela todas suas suspeitas obscuras e ameaçadoras. Melhores Efeitos Especiais e Melhor Canção no Festival de Veneza 2018 e Melhor Fotografia no Independent Spirit Awards 2018.

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SUSPÍRIA – A DANÇA DO MEDO

Centro de Artes UFF - seg, 19/08/2019 - 16:18

Suspiria, EUA, 2018, 152´, 16 anos
De Luca Guadagnino
Com Dakota Johnson, Tilda Swinton, Mia Goth, Angela Winkler

Susie Bannion, uma jovem bailarina americana, vai para a prestigiada Markos Tanz Company, em Berlim. Ela chega assim que Patricia desaparece misteriosamente. Tendo um progresso extraordinário, com a orientação de Madame Blanc, Susie acaba fazendo amizade com outra dançarina, Sara, que compartilha com ela todas suas suspeitas obscuras e ameaçadoras. Melhores Efeitos Especiais e Melhor Canção no Festival de Veneza 2018 e Melhor Fotografia no Independent Spirit Awards 2018.

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8º Festival Celucine de Micrometragem

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 19/08/2019 - 16:13

8º Festival Celucine de Micrometragem – Mostra Competitiva e Premiação

O Festival Celucine de Micrometragen é destinado a conteúdos audiovisuais de trinta segundos até três minutos de duração, gravados em tablets, celulares e câmeras digitais. Os novos formatos de captação surgiram para democratizar a criação audiovisual – hoje, todos têm em suas mãos infinitas possibilidades de produção de conteúdo e de comunicação.
Nesta oitava edição, o festival apresenta quatro mostras competitivas: Documentário, Ficção, Animação e Niterói Cidade do Audiovisual, além de um prêmio especial para os diretores que têm entre treze e dezesseis anos.
O Programa Niterói Cidade do Audiovisual tem especial interesse em fomentar novas linguagens, públicos e plataformas. O Festival Celucine chega à cidade em sua oitava edição, consolidando sua posição como um dos principais polos de divulgação da produção digital nacional em formatos alternativos.

MOSTRA NITERÓI CIDADE DO AUDIOVISUAL

A beleza além da ponte, de Cristiane Montes
A volta ao dia em 80 mundos, de Thatiana Verthein
Niterói sempre linda, de Danielle Mansur
O grande órgão, de Marina Silva Ziehe
Um lugar chamado Niterói, de Alexandre M. N. de Andrade

MOSTRA ANIMAÇÃO

A fantástica vida breve do Sr. Massinha, de Diego Goes, SP
Nó de carrasco, de Giovanna Sousa Papi, MS
Ota Fu Miga, de Manuela Oliveira, RJ
Eli – o Deus da loucura e o que te faz feliz?, de Arthur de Toledo Arrabal
Tiberto e a Lua, de Alex da Silva dos Santos, RJ

MOSTRA DOCUMENTÁRIO

Banzo, de Dani Drumond, SP
Caminhando e cantando, de Júlia Maria, AL
Mumbuca – cultura e legado, de Edvandro de Castro, RJ
Comunidade lar, de Erickson Marinho, PE
Sheila Lucas – A alma brasileira, de Ricardo Lyra Jr, RJ

MOSTRA FICÇÃO

Inspire, de Caio Alves, RJ
Fumar faz mal, de Caio Shindo, RJ
História de ninar, de Thiago Beckenkamp Brito, RS
O pinguim, de Vitor Neves Martins, RJ
Leminskiânus, de Helen Lopes, TO

PREMIAÇÃO

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8º Festival Celucine de Micrometragem

Centro de Artes UFF - seg, 19/08/2019 - 16:13

8º Festival Celucine de Micrometragem – Mostra Competitiva e Premiação

O Festival Celucine de Micrometragen é destinado a conteúdos audiovisuais de trinta segundos até três minutos de duração, gravados em tablets, celulares e câmeras digitais. Os novos formatos de captação surgiram para democratizar a criação audiovisual – hoje, todos têm em suas mãos infinitas possibilidades de produção de conteúdo e de comunicação.
Nesta oitava edição, o festival apresenta quatro mostras competitivas: Documentário, Ficção, Animação e Niterói Cidade do Audiovisual, além de um prêmio especial para os diretores que têm entre treze e dezesseis anos.
O Programa Niterói Cidade do Audiovisual tem especial interesse em fomentar novas linguagens, públicos e plataformas. O Festival Celucine chega à cidade em sua oitava edição, consolidando sua posição como um dos principais polos de divulgação da produção digital nacional em formatos alternativos.

MOSTRA NITERÓI CIDADE DO AUDIOVISUAL

A beleza além da ponte, de Cristiane Montes
A volta ao dia em 80 mundos, de Thatiana Verthein
Niterói sempre linda, de Danielle Mansur
O grande órgão, de Marina Silva Ziehe
Um lugar chamado Niterói, de Alexandre M. N. de Andrade

MOSTRA ANIMAÇÃO

A fantástica vida breve do Sr. Massinha, de Diego Goes, SP
Nó de carrasco, de Giovanna Sousa Papi, MS
Ota Fu Miga, de Manuela Oliveira, RJ
Eli – o Deus da loucura e o que te faz feliz?, de Arthur de Toledo Arrabal
Tiberto e a Lua, de Alex da Silva dos Santos, RJ

MOSTRA DOCUMENTÁRIO

Banzo, de Dani Drumond, SP
Caminhando e cantando, de Júlia Maria, AL
Mumbuca – cultura e legado, de Edvandro de Castro, RJ
Comunidade lar, de Erickson Marinho, PE
Sheila Lucas – A alma brasileira, de Ricardo Lyra Jr, RJ

MOSTRA FICÇÃO

Inspire, de Caio Alves, RJ
Fumar faz mal, de Caio Shindo, RJ
História de ninar, de Thiago Beckenkamp Brito, RS
O pinguim, de Vitor Neves Martins, RJ
Leminskiânus, de Helen Lopes, TO

PREMIAÇÃO

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TOKIO MAO – O ÚLTIMO KAMIKAZE

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 19/08/2019 - 16:07

Brasil, 2018, 70´, Livre
De Marina Pessanha
Com Tokio Mao, Kazumi Mao, Carlos Rosa.

Documentário sobre a vida de Tokio Mao, ex-piloto kamikaze que deveria ter morrido em uma ação de contra-ataque na ilha de Luzon, no mar das Filipinas, em novembro de 1944, mas sobreviveu. Dez anos depois do fim da guerra, Tokio Mao veio parar no Brasil a trabalho como engenheiro químico, e daqui nunca mais saiu. Dá aulas de karatê há mais de 40 anos em Niterói.

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TOKIO MAO – O ÚLTIMO KAMIKAZE

Centro de Artes UFF - seg, 19/08/2019 - 16:07

Brasil, 2018, 70´, Livre
De Marina Pessanha
Com Tokio Mao, Kazumi Mao, Carlos Rosa.

Documentário sobre a vida de Tokio Mao, ex-piloto kamikaze que deveria ter morrido em uma ação de contra-ataque na ilha de Luzon, no mar das Filipinas, em novembro de 1944, mas sobreviveu. Dez anos depois do fim da guerra, Tokio Mao veio parar no Brasil a trabalho como engenheiro químico, e daqui nunca mais saiu. Dá aulas de karatê há mais de 40 anos em Niterói.

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DOR E GLÓRIA

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 19/08/2019 - 16:05

Dolor y gloria, Espanha, 2019, 114´, 16 anos
De Pedro Almodóvar
Com Antonio Banderas, Asier Etxeandia, Leonardo Sbaraglia

Salvador Mallo é um melancólico cineasta em declínio que se vê obrigado a pensar sobre as escolhas que fez na vida quando seu passado retorna. Entre lembranças e reencontros, ele reflete sobre sua infância na década de 1960. Melhor Ator e Compositor no Festival de Cannes 2019.

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DOR E GLÓRIA

Centro de Artes UFF - seg, 19/08/2019 - 16:05

Dolor y gloria, Espanha, 2019, 114´, 16 anos
De Pedro Almodóvar
Com Antonio Banderas, Asier Etxeandia, Leonardo Sbaraglia

Salvador Mallo é um melancólico cineasta em declínio que se vê obrigado a pensar sobre as escolhas que fez na vida quando seu passado retorna. Entre lembranças e reencontros, ele reflete sobre sua infância na década de 1960. Melhor Ator e Compositor no Festival de Cannes 2019.

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MUSSUM, UM FILME DO CACILDIS

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 19/08/2019 - 16:02

Brasil, 2019, 85’, 10 anos
De Susanna Lira

A trajetória do humorista e sambista Antônio Carlos Bernado Gomes, o “Mussum”, é contada de diferentes ângulos. São reveladas facetas mais sérias da figura que foi eternizada no imaginário popular brasileiro por sua participação no programa “Os Trapalhões”. Por trás de sua persona humorística e debochada, Antônio Carlos mantinha uma rotina de responsabilidades com sua família, projetos e compromissos.

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MUSSUM, UM FILME DO CACILDIS

Centro de Artes UFF - seg, 19/08/2019 - 16:02

Brasil, 2019, 85’, 10 anos
De Susanna Lira

A trajetória do humorista e sambista Antônio Carlos Bernado Gomes, o “Mussum”, é contada de diferentes ângulos. São reveladas facetas mais sérias da figura que foi eternizada no imaginário popular brasileiro por sua participação no programa “Os Trapalhões”. Por trás de sua persona humorística e debochada, Antônio Carlos mantinha uma rotina de responsabilidades com sua família, projetos e compromissos.

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Música Antiga da UFF

Música - Centro de Artes UFF - qua, 14/08/2019 - 09:56

TRECENTO

A música italiana no século XIV

TRECENTO é o título do novo programa do Música Antiga da UFF que promete visitar a Península Itálica (Itália) no século XIV. O programa reúne danças instrumentais da Idade Média encontradas num manuscrito italiano do século XIV da Biblioteca Britânica que contêm 15 danças monofônicas como várias Stampittas, um Trotto, quatro Saltarellos, um Lamento di Tristano e outra dança intitulada La Manfredina. Estes são os únicos exemplos conhecidos de música de dança instrumental medieval italiana

Um outro importante manuscrito desse período é o Codex Rossi, um documento musical do século XIV preservado em duas partes, uma no Vaticano e outra na cidade de Ostiglia. O codex contém 37 peças seculares incluindo madrigais, cacce e ballate monofônicas. Durante muito tempo foi considerado a mais antiga fonte de música italiana do século XIV. Sendo as músicas todas anônimas, dois compositores foram identificados a partir de semelhanças de peças com atribuições em outras fontes posteriores, são eles Maestro Piero e Giovanni da Cascia.

Ainda desse mesmo período o grupo apresentará canções de Francesco Landini ou Landino (c.1325 – 1397), organista, cantor, poeta e construtor de órgãos italiano, um dos mais venerados compositores da segunda metade do século XIV e o mais importante da “Itália” em sua época.

Programa

Codex Rossi séc. XIV – Pianze la bella Iguana

Anônimo séc. XIV –  Saltarello

Codex Rossi séc. XIV – Che ti zova nascondere (balatta)

Francesco Landini (c. 1325-1397) – Ecco la Primavera

Anônimo séc. XIV – Lamento di Tristano

Codex Rossi séc. XIV – Amor mi far cantar a la francesca

Anônimo séc. XIV – Salterello

Codex Rossi séc. XIV – Lucente Stella (balatta)

Anônimo séc. XIV – Istanpitta Ghaetta

Codex Rossi séc. XIV- Per tropo fede

 

MÚSICA ANTIGA DA UFF: Leandro Mendes e Mario Orlando

CONVIDADOS: Sonia Wegenast e Rique Meireles.

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Música Antiga da UFF

Centro de Artes UFF - qua, 14/08/2019 - 09:56

TRECENTO

A música italiana no século XIV

TRECENTO é o título do novo programa do Música Antiga da UFF que promete visitar a Península Itálica (Itália) no século XIV. O programa reúne danças instrumentais da Idade Média encontradas num manuscrito italiano do século XIV da Biblioteca Britânica que contêm 15 danças monofônicas como várias Stampittas, um Trotto, quatro Saltarellos, um Lamento di Tristano e outra dança intitulada La Manfredina. Estes são os únicos exemplos conhecidos de música de dança instrumental medieval italiana

Um outro importante manuscrito desse período é o Codex Rossi, um documento musical do século XIV preservado em duas partes, uma no Vaticano e outra na cidade de Ostiglia. O codex contém 37 peças seculares incluindo madrigais, cacce e ballate monofônicas. Durante muito tempo foi considerado a mais antiga fonte de música italiana do século XIV. Sendo as músicas todas anônimas, dois compositores foram identificados a partir de semelhanças de peças com atribuições em outras fontes posteriores, são eles Maestro Piero e Giovanni da Cascia.

Ainda desse mesmo período o grupo apresentará canções de Francesco Landini ou Landino (c.1325 – 1397), organista, cantor, poeta e construtor de órgãos italiano, um dos mais venerados compositores da segunda metade do século XIV e o mais importante da “Itália” em sua época.

Programa

Codex Rossi séc. XIV – Pianze la bella Iguana

Anônimo séc. XIV –  Saltarello

Codex Rossi séc. XIV – Che ti zova nascondere (balatta)

Francesco Landini (c. 1325-1397) – Ecco la Primavera

Anônimo séc. XIV – Lamento di Tristano

Codex Rossi séc. XIV – Amor mi far cantar a la francesca

Anônimo séc. XIV – Salterello

Codex Rossi séc. XIV – Lucente Stella (balatta)

Anônimo séc. XIV – Istanpitta Ghaetta

Codex Rossi séc. XIV- Per tropo fede

 

MÚSICA ANTIGA DA UFF: Leandro Mendes e Mario Orlando

CONVIDADOS: Sonia Wegenast e Rique Meireles.

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Semana de Mostras no Cine Arte UFF

Centro de Artes UFF - seg, 12/08/2019 - 14:20

A semana é marcada por uma série de eventos e sessões especiais. Teremos a mostra FIFH Cinema sem Diferenças, sessão do projeto Cinemas em Rede, a 4a MARe – Mostra Audiovisual de Realização, com filmes de alunos do curso de Cinema da UFF, mini-mostra com filmes de Kleber Mendonça Filho, precedendo o lançamento de Bacurau, e sessão do PPGCINE – Programa de Pós-Graduação em Cinema e Audiovisual da UFF.

15 a 18, quinta a domingo
Mostra FIFH Cinema sem Diferenças – Entrada franca
veja a programação da mostra

 

Dia 16, sexta, 15h
4a MARe – Mostra Audiovisual de Realização – 12 anos – Entrada franca
veja a programação da mostra

 

19 e 20, segunda e terça
Mostra Kleber Mendonça Filho
veja a programação da mostra

Dia 15 quinta

14h

Sessão de Curtas | Mostra FIFH Cinema sem Diferenças – Entrada franca

Sessão com Audiodescrição – Exibição seguida de debate

16h40

ROCKETMAN
veja mais

19h

A PARTE DO MUNDO QUE ME PERTENCE – Cinemas em Rede – Entrada franca
veja mais

Dia 16 sexta

15h

4a MARe – Mostra Audiovisual de Realização – Entrada franca

19h

Abertura oficial da Mostra FIFH Cinema sem Diferenças – Sessão com Audiodescrição

Dia 17 sábado

15h

SOBRE RODAS
veja mais

16h50

VERMELHO SOL
veja mais

19h

Mostra FIFH Cinema sem Diferenças – Exibição seguida de debate – Entrada franca

Dia 18 domingo

14h30

SOBRE RODAS
veja mais

16h10

ROCKETMAN
veja mais

18h30

Mostra FIFH Cinema sem Diferenças – Roda de conversa – Entrada franca

19h30

Mostra FIFH Cinema sem Diferenças – Entrada franca

Dia 19 segunda

14h20

SOBRE RODAS
veja mais

16h

VERMELHO SOL
veja mais

18h10

CRÍTICO (mostra Kleber Mendonça Filho)

20h

O SOM AO REDOR (mostra Kleber Mendonça Filho)

Dia 20 terça

14h

SOBRE RODAS
veja mais

15h40

ROCKETMAN
veja mais

18h

SESSÃO DE CURTAS (mostra Kleber Mendonça Filho) – Entrada franca

20h30

AQUARIUS (mostra Kleber Mendonça Filho)

Dia 21 quarta

15h

SOBRE RODAS
veja mais

16h50

VERMELHO SOL
veja mais

19h

DESVIO | Sessão do PPGCINE – Exibição seguida de debate – Entrada franca
veja mais

 

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DESVIO

Centro de Artes UFF - seg, 12/08/2019 - 12:26

Brasil, 2019, 95’, 14 anos
De Arthur Lins
Com Daniel Porpino, Annie Chrissel

Pedro recebe o direito de uma saída temporária da cadeia para visitar a sua família que mora em Patos, interior da Paraíba. Nesse curto tempo ele irá confrontar seus antigos fantasmas e planejar os novos rumos de sua vida, enquanto descobre em Pâmela, uma prima adolescente, a mesma chama que queimava em seu peito.

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DESVIO

Cinema na UFF - Centro de Artes UFF - seg, 12/08/2019 - 12:26

Brasil, 2019, 95’, 14 anos
De Arthur Lins
Com Daniel Porpino, Annie Chrissel

Pedro recebe o direito de uma saída temporária da cadeia para visitar a sua família que mora em Patos, interior da Paraíba. Nesse curto tempo ele irá confrontar seus antigos fantasmas e planejar os novos rumos de sua vida, enquanto descobre em Pâmela, uma prima adolescente, a mesma chama que queimava em seu peito.

Categorias: Centro de Artes UFF

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